Randall Baker, um cirurgião norte-americano, criou o 'Full Sense Device', um aparelho que faz pressão no estômago, fazendo com que os pacientes se sintam cheios, ajudando-os a controlar o apetite.
Uma das grandes vantagens face à banda gástrica e ao 'bypass' gástrico é que o paciente não precisa de ser submetido a cirurgia para colocar o aparelho já que o 'Full Sense Device' é colocado (e retirado) via oral, em menos de dez minutos, através de uma endoscopia.
Segundo o site Buzzfeed, o médico desenvolveu esta técnica um pouco por acaso quando tentava resolver o problema de uma mulher que tinha sido submetida a um 'bypass' gástrico. Após a cirurgia de redução do estômago a paciente ficou com o esófago tão estreito que não conseguia ingerir alimentos sólidos, apenas líquidos.
Investigadores portugueses identificam mecanismo no organismo que ajuda a explicar porque a diminuição de ingestão de calorias atrasa o envelhecimento e acreditam que esta poderá vir a ser uma estratégia para retardar processo de envelhecimento.
O estudo publicado na edição de 16 de março, da revista científica Procedings of National Academy of Sciences (PNAS) foi desenvolvido por investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC), da Universidade de Coimbra (UC) e revela um novo mecanismo que ajuda a explicar porque a diminuição de calorias atrasa o envelhecimento.
A relação entre as calorias e o envelhecimento não é uma novidade para os cientistas, mas até agora desconhecem-se os mecanismos que norteiam esta relação.
Agora, os investigadores da UC demonstram que a redução de calorias aumenta uma molécula denominada de neuropeptídeo Y (NPY) que é responsável pela autofagia, ou seja, um processo de desenvolvimento da célula que provoca sua própria autodestruição ou por outras palavras a ‘reciclagem das células’.
Ao longo de três anos, os investigadores portugueses usaram células in vitro e ratinhos para estudar a autofagia em neurónios do hipotálamo, uma região do cerebro responsável pelo envelhecimento do corpo.
Os resultados indicam que reduzir a ingestão de calorias entre 20% e 40% mantendo a ingestão de outros nutrientes atrasa o envelhecimento porque aumenta a produção da NPY, que por sua vez estimula a reciclagem celular no hipotálamo.
Cláudia Cavadas, investigadora que liderou o estudo explica que este «mostra, pela primeira vez, que o NPY no hipotálamo é um elemento fundamental para que ocorra um aumento da autofagia induzida pela restrição calórica».
Resultados que levam os cientistas a acreditar que a modulação dos níveis de NPY poderá ser «considerada uma potencial estratégia para produzir efeitos protetores contra danos no hipotálamo associados com a idade e para atrasar o envelhecimento», escrevem os investigadores no artigo publicado no PNAS.
FAO lança programa para limitar impacto das catástrofes no setor agrícola
O novo instrumento, apresentando no decurso da III Conferência Mundial da ONU sobre a Redução de Riscos de Desastres, que decorre na cidade japonesa de Sendai, visa "canalizar conhecimentos técnicos e recursos financeiros com o objetivo de promover a resiliência" nestes países, refere uma nota da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
"Com este novo esforço, pretendemos limitar a exposição das pessoas aos riscos, evitar e reduzir os impactos quando possível, e aumentar a capacidade de resposta quando as catástrofes ocorrem," explicou o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, durante a conferência.
De acordo com uma análise feita pela FAO a 78 avaliações das necessidades pós-catástrofe em 48 países em desenvolvimento durante o período de 2003-2013 "vinte e dois por cento de todos os danos causados por catástrofes naturais, como as secas, as cheias por tempestades ou ´tsunamis` recaem sobre o setor agrícola".
"Normalmente são as comunidades rurais e semirrurais pobres as que sofrem estes impactos e perdas, carecendo ainda de seguros e recursos financeiros necessários para recuperar os meios de vida perdidos. Apesar disso, no período 2003-2013, apenas 4,5% da assistência humanitária foi destinada à agricultura após as catástrofes", frisa a nota.
Apesar de o valor de 22% dar uma indicação da escala, por representar somente os danos relatados através de avaliações de risco pós-catástrofe, a FAO considera que "o impacto real é provavelmente ainda maior".
Para obter uma estimativa mais precisa dos verdadeiros custos financeiros das catástrofes para a agricultura nos países em desenvolvimento, a FAO comparou as descidas de produção durante e após as catástrofes com a evolução da mesma em 67 países afetados por pelo menos um evento de média ou larga escala entre 2003 e 2013.
"O resultado final: 70 mil milhões de dólares (65,9 mil milhões de euros) em danos nas colheitas e produção animal durante esse período de 10 anos", tendo a Ásia sido a região mais afetada, com perdas estimadas em 28 mil milhões de dólares (26,3 mil milhões), e África em 26 mil milhões de dólares (24,4 milhões de euros), indica a FAO.
"Por isso, promover a resiliência dos meios de vida face a ameaças e crises é uma das principais prioridades da FAO," considerou José Graziano da Silva, citando estudos que dão conta de que "para cada dólar gasto na redução do risco de catástrofes, são poupados dois a quatro dólares em termos dos impactos evitados".
A FAO estima que a nível mundial, os meios de sustento de 2.500 milhões de pessoas dependem da agricultura, mas "estes pequenos agricultores, pastores, pescadores e comunidades que dependem das florestas, geram mais de metade da produção agrícola mundial e são particularmente vulneráveis às catástrofes que destroem ou danificam colheitas, equipamentos, provisões, gado, sementes, plantações e alimentos armazenados".
A FAO apelou a mais investimento para o setor por considerar que em países como Moçambique, Burkina Faso, Burundi, República Centro-Africana, Chade, Etiópia, Quénia, Mali e Níger a agricultura "continua a ser um setor chave", sendo "responsável por até 30% do PIB nacional".
A III Conferência Mundial da ONU sobre a Redução de Riscos de Desastres termina na quarta-feira.
Sem procedimentos de segurança, observação do fenómeno poderá ter como consequência graves riscos para a visão, incluindo a cegueira.
A observação do eclipse solar de sexta-feira, apesar de parcial em Portugal, deverá ser acompanhada de procedimentos de segurança para evitar lesões na visão e, no limite, a cegueira.
O Ministério da Educação enviou recomendações às escolas, as quais poderão ser generalizadas a toda a população, para a observação do eclipse, que começa pelas 08h00 (hora de Lisboa) e termina pelas 10h00, com o seu pico a acontecer pelas 09h00.
O Ministério da Educação e Ciência alertou hoje as escolas para os cuidados na observação, na sexta-feira, do eclipse total do Sol, que será parcial em Portugal, devido aos riscos de lesões oculares, inclusive cegueira.
Assim, o ministério avisa que o Sol "nunca deve ser observado diretamente sem filtros solares oculares", mais conhecidos como "óculos de eclipses", nem através de óculos escuros, vidros negros fumados, películas ou negativos fotográficos e radiografias.
A observação com óculos de proteção especial "nunca deve exceder períodos de 30 segundos", fazendo-se "sempre intervalos de três minutos de descanso".
Ouvir música clássica aumenta a atividade de genes envolvidos na aprendizagem e na memória, diminuindo, por outro lado, a resposta de genes associados à degeneração do sistema nervoso. A conclusão é de um novo estudo finlandês, que revela que este tipo de música pode ajudar a atrasar o aparecimento de demências e de doenças neurodegenerativas como o Parkinson.
De acordo com a investigação, desenvolvida pela Universidade de Helsínquia, na Finlândia, e publicada na revista científica PeerJ, o hábito de ouvir música clássica incentiva à atividade dos genes responsáveis pela secreção e transporte da dopamina, hormona envolvida no controlo dos movimentos, na aprendizagem, no humor, nas emoções, na cognição, no sono e na memória.
Além disso, este tipo de música contribui, também, para uma melhoria da transmissão de informações entre os neurónios, "travando", por outro lado, a atividade de genes associados à degradação do funcionamento do cérebro, já que ouvir música é "uma função cognitiva complexa" do cérebro humano e induz várias alterações neuronais e fisiológicas.
Os investigadores finlandeses, coordenados por Irma Jarvela, analisaram a influência da música clássica nos perfis de expressão genética de indivíduos com experiência e sem experiência musical. No âmbito do estudo, todos eles ouviram o concerto para violino n.º 3 em Sol Maior, K.216 de Mozart, com uma duração de 20 minutos.
A IMO recebeu mais de 45 denúncias de um meteoro brilhante bola de fogo sobre a Alemanha e Suíça , que ocorreu em 15 de março, por volta de 19:48 Tempo Universal. Testemunhas da Alemanha, Suíça, França e Áustria relataram o caso à Organização Internacional de Meteor. Robin de Tuttlingen relatou: "A bola de fogo era tão brilhante que iluminou o céu e da paisagem em volta de mim para crepúsculo níveis de brilho."
Sete testemunhas perto de Zurique informou um som estrondoso crescimento logo após a bola de fogo apareceu. Uma testemunha fora de Zurique descreveu a explosão, dizendo: "Cerca de dois minutos depois de a bola de fogo havia um estrondo sônico consideravelmente forte. Após o boom estrondo sônico foi ouvida por pelo menos 20 anos. (Ruído de fundo: a tranquila área suburbana) "Estes tipos de booms associados com meteoros indicar a bola de fogo penetrou profundamente na atmosfera da Terra. Uma trajetória estimado calculado a partir dos relatos de testemunhas mostram a bola de fogo estava viajando de norte a sul, a partir de cerca de 25 km ao sul de Stuttgart e terminando cerca de 20 quilômetros a leste de Zurique.
O Robô explorador espacial chinês Yutu encontrou nove camadas no subsolo da lua, com indícios de múltiplos processos geológicos, inclusive erupções vulcânicas, informou nesta sexta-feira a agência oficial "Xinhua".
Estes resultados preliminares, baseados nas medições realizadas pelo veículo espacial por meio de um radar introduzido no subsolo lunar, apontam que o satélite terrestre tem uma história geológica mais complexa do que se pensava.
Os responsáveis da missão atribuem a formação destas camadas aos antigos fluxos de lava e à erosão de rochas no regolito (um pó fino que cobre a superfície lunar) ao longo dos últimos 3,3 bilhões de anos aproximadamente.
"Pela primeira vez detectamos múltiplas camadas sob a superfície da lua", disse o diretor do projeto, Xiao Long, professor da Universidade de Geociências de Wuhan, em declarações à "Xinhua".
O cientista destacou uma das camadas, que se encontra entre 140 e 240 metros de profundidade, já que, segundo assinalou, é composta "provavelmente por rochas piroclásticas formadas durante o curso de erupções vulcânicas".
"Isto revela a diversidade de atividade vulcânica, mas o que é mais importante é que mostra que há muitos conteúdos voláteis dentro da Lua", destacou Xiao.
Desde sua alunissagem, o Yutu percorreu 114 metros seguindo uma rota em zigue-zague e parou apenas por problemas técnicos.
Durante esse período explorou a área onde se deteve com duas antenas com radares capazes de penetrar na crosta lunar até uma profundidade de 400 metros.
"Para compreender completamente a estrutura geológica lunar, sua composição material e sua formação, assim como sua evolução, ainda necessitamos de um grande número de explorações", advertiu Xiao, que lembrou que "uma cooperação internacional efetiva é necessária considerando o alto custo destas operações".
Investigadores da Agência Japonesa de Exploração
Espacial conseguiram redirecionar energia solar com um bom nível de
precisão, o que abre portas a um maior aproveitamento da energia gerada
pelo Sol.
A energia solar já é uma importante fonte de "combustível" limpo. Seja
em fábricas ou em habitações particulares, são já muitas as pessoas que
tiram partido desta energia que é bastante abundante.
Mas ao atravessar a atmosfera terrestre, uma parte desta energia é
perdida. Por isso é que já é um objetivo antigo conseguir reaproveitar a
energia solar que está dispersa no espaço e um grupo de investigadores
da Agência Japonesa de Exploração Espacial (JAXA na sigla em inglês)
parece tê-lo feito com um significativo grau de sucesso.
O maior problema enfrentado até aqui estava relacionado com a precisão
do redirecionamento, algo que tem sido trabalhado e que apresenta agora
resultados positivos.
Os cientistas japoneses conseguiram "desviar" 1,8 kilowatts de energia -
o suficiente para alimentar um computador desktop e o seu ecrã por oito
horas -, durante uma distância de 55 metros.
"Esta foi a primeira vez que alguém conseguiu enviar um grande output
de quase dois kilowatts de energia elétrica através de micro-ondas para
um alvo pequeno, usando um dispositivo delicado de direcionamento",
disse um porta-voz da JAXA, citado pela publicação Phys.org.
Uma das vantagens do sistema de recolha de energia no espaço é, por
exemplo, o facto de não estar sujeito a condições meteorológicas.
Quer isto dizer que dependendo do processo de evolução das investigações
nesta área, no futuro uma parte da energia usada na Terra - e no espaço
- poderá ter por base este sistema de redirecionamento.
Um conjunto de satélites colocados a 36 mil quilómetros da superfície
terrestre fariam a recolha e distribuição da energia. No entanto a JAXA
admite que só daqui a três décadas é que será possível ter este sistema
como uma fonte regular de energia.
O Japão tem especial interesse em novas formas de energia já que o seu
território não tem combustível fóssil em abundância e o país está à
procura de uma alternativa à energia nuclear depois do desastre
registado em Fukushima em 2011.
A 150 anos-luz da Terra, ele está na chamada 'zona
habitável' da estrela EPIC 201367065, ou seja, a uma distância que
permite água líquida na superfície
Concepção artística de exoplaneta: nova
descoberta é considerada a mais promissora até agora na busca de mundos
semelhantes à Terra(ESO/L. Calçada/VEJA)
Três
novos planetas situados fora do Sistema Solar foram descobertos por
cientistas americanos, a partir de dados obtidos pelo telescópio
espacial Kepler, da Nasa. Um deles está na chamada "zona habitável" de
sua estrela, isto é, a uma distância que permitiria a existência de água
líquida em suas superfícies. Essa condição é indispensável para a
potencial existência de vida, de acordo com os astrônomos.
Liderado por pesquisadores das universidades do Arizona, da
Califórnia e do Havaí, o novo estudo foi financiado pela Nasa e pela
Fundação Nacional de Ciência (NSF, na sigla em inglês). O artigo foi
submetido à revista Astrophysical Journal, mas ainda não tem data para ser publicado.
Na primeira semana de janeiro, outro grupo dos Estados Unidos
anunciou a descoberta de oito planetas na zona habitável de suas
estrelas, com distâncias da Terra variando entre 475 e 1100 anos-luz.
Além deles, os dados do Kepler já levaram à descoberta de mais de mil
planetas.
Perto da Terra - A nova descoberta, no entanto, é
considerada a mais promissora até agora na busca de planetas semelhantes
à Terra. Os três novos objetos estão na órbita da estrela EPIC
201367065, que fica a cerca de 150 anos-luz da Terra. De acordo com os
autores do estudo, essa distância, considerada pequena em escala
astronômica, permitirá pela primeira vez o estudo de um planeta da zona
habitável com os instrumentos e tecnologias atuais.
As dimensões dos novos planetas são 110%, 70% e 50% maiores que as da
Terra. O menor deles, que tem a órbita mais distante de sua estrela,
recebe níveis de radiação luminosa semelhante à que nosso planeta recebe
do Sol, de acordo com Erik Petigura, um estudante de pós-graduação da
Universidade da Califórnia em Berkeley. Ele descobriu os planetas no dia
6 de janeiro, quando realizava uma análise computacional dos dados do
Kepler. Segundo Petigura, há uma possibilidade real do planeta mais
externo ser rochoso, como a Terra, o que significa que ele poderia ter a
temperatura certa para a formação de oceanos de água líquida.
A estrela EPIC 201367065, segundo os autores, é uma anã-vermelha que
tem aproximadamente a metade do tamanho e da massa do Sol e, portanto,
emite menos calor e luz. A maior parte dos planetas descobertos pela
missão Kepler, até agora, são envolvidos por uma espessa atmosfera rica
em hidrogênio, que são provavelmente incompatíveis com a vida.
Exoplanetas, isto é, os planetas fora do Sistema Solar, são
descobertos às centenas atualmente, embora os astrônomos fiquem na
dúvida sobre a possibilidade de algum deles realmente ter condições
semelhantes às da Terra. Segundo Andrew Howard, da Universidade do
Havaí, a nova descoberta ajudará a resolver essa questão. O próximo
passo será estudar as atmosferas do novo planeta com o telescópio Hubble
e outros observatórios, para descobrir quais elementos existem em sua
atmosfera. "Aprendemos no ano passado que planetas com o tamanho e a
temperatura da Terra são comuns na Via Láctea. Também descobrimos alguns
planetas do tamanho da Terra que parecem ser feitos dos mesmos
materiais que predominam no nosso planeta, como pedra e ferro", disse.
Com crescimento econômico global de 3%, o ano de
2014 foi o primeiro em que as emissões de CO2 ficaram estáveis desde
1971, excetuando anos de crise financeira como 1980, 1992 e 2009
Emissão de gás carbônico – Desafio é mitigar poluição e manter o crescimento econômico
Um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) revelou na
sexta-feira que as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) não
cresceram em 2014. De acordo com a entidade, é a primeira vez em 44 anos
que as taxas de emissões permaneceram estáveis sem uma recessão
econômica mundial - descontados anos de crise econômica global, como
1980 e 2009.
Em 2014, foram emitidos 32,3 bilhões de toneladas de gás carbônico no
planeta, exatamente a mesma quantidade registrada em 2013. A AIE
atribui a estagnação aos esforços mundiais de mitigação de emissões,
especialmente na China e em países como Estados Unidos e Canadá. Na
Europa Ocidental, houve mudanças nos padrões de consumo de energia,
destacou a AIE.
"Isso me dá ainda mais esperança de que a humanidade será capaz de
trabalhar unida para combater as mudanças climáticas, que são a mais
importante ameaça que enfrentamos atualmente", disse o economista-chefe
da AIE, Fatih Birol, recentemente indicado para ser o próximo diretor
executivo da agência com sede em Paris.
Em 2014, segundo a AIE, a China aumentou consideravelmente a geração
de eletricidade a partir de fontes renováveis, como a energia
hidrelétrica, solar e eólica, diminuindo a queima de carvão.
Em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE), foram feitos esforços recentes para promover o
crescimento sustentável, como o aprimoramento da eficiência energética e
investimentos em fontes de energia renovável.
Nos últimos cinco anos, nações que integram a OCDE registraram
crescimento econômico de cerca de 7%, enquanto suas emissões diminuíram
4%, de acordo com a AIE. No mesmo período, a taxa de crescimento do
consumo de energia na China caiu de 10% para 3% ao ano.
Histórico - A AIE começou a coletar dados sobre as
emissões de dióxido de carbono em 1971. Desde então, as emissões anuais
de gás carbônico só estagnaram ou caíram outras três vezes, sempre
associadas a crises econômicas globais. A primeira foi em 1980, após o
choque no preço do petróleo e a recessão americana; a segunda, em 1992,
depois do colapso da União Soviética; e a terceira, em 2009, durante a
crise financeira global. Em 2014, no entanto, a economia mundial cresceu
3%, segundo a AIE.
"A notícia fornece a oportunidade necessária para os negociadores que
estão se preparando para traçar um acordo climático global em Paris, em
dezembro: pela primeira vez, as emissões de gases de efeito estufa
estão se dissociando do crescimento econômico", disse Birol.
A atual diretora-executiva da AIE, Maria van der Hoeven, afirmou que
os dados são "animadores", mas acrescentou que "não há tempo para
complacência e certamente não é hora de usar essas notícias positivas
como uma desculpa para arrefecer futuras ações".
A AIE dará mais detalhes sobre os dados em um relatório sobre energia e clima que será lançado em 15 de junho, em Londres.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) alertou,
em 2007, que as emissões globais de dióxido de carbono precisariam
chegar ao pico até 2020, para que a temperatura do planeta não subisse
mais de 2 graus, nível tido como limite para que os efeitos das mudanças
climáticas não se tornem irreversíveis.
Um grupo de cientistas está a
desenvolver uma técnica experimental, testada em ratos, que desgasta a
placa que se forma no cérebro de pacientes com Alzheimer. Alguns dos
animais recuperaram a memória, revelando evolução nos tratamentos,
divulga um estudo publicado na revista “Science Translational Medicine”.
A doença de Alzheimer é um tipo de
demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível
de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração,
linguagem, pensamento, entre outras). A lesão cerebral da doença é
causada por depósitos anormais de fragmentos de proteínas beta amiloide,
que formam umas placas que se concentram e criam um emaranhado que
afeta a transmissão entre as células nervosas do cérebro.
Até hoje não existe cura para a doença
de Alzheimer. No entanto, existem algumas medicações que parecem
permitir alguma estabilização do funcionamento cognitivo nos doentes,
nas fases ligeira e moderada. A barreira protetora que o cérebro possui,
formada por uma espessa camada de células fortemente ligadas, obstrui a
entrada de qualquer substância potencialmente nociva que circule no
sangue.
Os neurocirurgiões Jurgen Got e Gerhard
Leinenga, do Instituto do Cérebro da Universidade de Queensland, na
Austrália, investigaram a hipótese de penetrar no cérebro do rato e
desgastar a placa beta amiloide. Os especialistas realizaram um teste
usando ultrassons combinados com microbolhas injetadas diretamente no
sangue do rato, que vibravam em resposta às ondas emitidas, e assim
abrir temporariamente a barreira protetora do cérebro. Esta experiência
foi realizada várias vezes ao longo de algumas semanas no cérebro dos
ratos afetados pelo Alzheimer.
Nos resultados constou-se que em 75% dos
animais as placas desaparecerem quase por completo, sem causar danos no
tecido do cérebro. Revelaram, ainda, que, depois de aplicado o
tratamento, os ratos obtiveram melhores resultados nos testes de
memória, orientação e reconhecimento de objetos. A análise dos tecidos
cerebrais demonstrou que o ultrassom estimulou também as células do
sistema imunitário do sistema nervoso central.
Os cientistas evidenciaram que se trata
de uma técnica não invasiva que está nas primeiras fases de
investigação, embora acreditem que, futuramente poderá ser uma
estratégia possível para tratar o Alzheimer e outras doenças
neurodegenerativas.
O próximo passo da investigação vai ser a realização desta técnica em ovelhas com Alzheimer.
Pesquisadores
das universidades de Yale e Oxford descobriram um monstro marinho
similar a um crustáceo de dois metros de comprimento, que vagava pelos
mares há 480 milhões de anos, e tinha hábitos alimentares iguais aos
das baleias de hoje em dia
Pesquisadores das universidades de Yale e Oxford descobriram um
monstro marinho similar a um crustáceo de dois metros de comprimento,
que vagava pelos mares há 480 milhões de anos, e tinha hábitos
alimentares iguais aos das baleias de hoje em dia.
A criatura "teria sido uma das maiores a viver nesta época", segundo a
zoóloga Allison Daley, uma das auroras do estudo, da universidade de
Oxford.
A pesquisa, coordenada por pesquisadores das universidades da
Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, foi publicada na revista
especializada Nature.
O monstro marinho levava na cabeça uma rede de espinhos que filtrava
os alimentos e seria, então, o mais antigo representante conhecido até
hoje dos gigantes aquáticos que se alimentam filtrando a água do mar.
A nova espécie foi batizada 'Aegirocassis benmoulae' em homenagem ao
caçador de fósseis marroquino Mohamed Ben Moula, que fazia buscas no
Marrocos.
O 'Aegirocassis benmoulae' faz parte da família
extinta dos anomalocaridídeos, animais marinhos que surgiram há 520
milhões de anos. Até hoje, porém, a maior parte dos anomalocaridídeos
descobertos eram predadores que se encontravam no topo da cadeia
alimentar, próximos aos tubarões de hoje em dia.
A nova espécie de anomalocaridídeo lembra as baleias de hoje em dia,
que filtram a água do mar através das barbas para recolher o plâncton,
mas da família dos mamíferos.
Peter Van Roy, um dos autores do estudo da Universidade de
Yale, utilizou um novo método de análise de fósseis que permitiu ter
uma visão 3D do animal, como ele deveria ser quando reinava nos oceanos,
sobre fósseis encontrados no Marrocos e vindo das coleções do Museu
Peabody de Yale, do Museu Real de Ontário e do Smithsonian em
Washington.
O estudo dos fósseis, que são chatos como flores secas dentro de um livro, normalmente não fornece tantos detalhes.
A pesquisa conseguiu, assim, mostrar que o 'Aegirocassis benmoulae' tinha uma espécie de barbatana de cada lado do corpo.
As barbatanas seriam as ancestrais da fileira dupla de patas
característica dos artrópodes, invertebrados recobertos de uma carapaça
como os crustáceos, as aranhas e os insetos. O que faz dos artrópodes
os primos mais próximos do hoje desaparecido Aegirocassis.
As extinções em massa coincide com a passagem da Terra através dos braços espirais da Via Láctea? De acordo com estudos realizados por Michael Rampino, um pesquisador da Universidade de Nova York, parece que as passagens da Terra através do plano galáctico, são capazes de dar origem a fenômenos catastróficos que ocorrem no nosso planeta.
As extinções em massa coincide com a passagem da Terra através do Rift escuro
A extinção na história do nosso planeta, de alguma forma é distribuído
de forma desigual, o que lhe impede de tomar alguma ligação com os
eventos e fatores extraterrestres. Na tentativa de entender o que
poderia ser, os cientistas propuseram uma teoria que vê a extinção da
espécie humana, associada à trajetória do sistema solar através dos
braços da Via Láctea.
O Sol e seus planetas, uma vez a cada 200 milhões de anos fazendo uma
revolução completa em torno do centro da galáxia. Durante os anos do
sistema solar passa através dos braços espirais da Via Láctea. Entre um
braço galáctico e outra há uma área escura chamada escuro Rift e nesta
área, durante a passagem do nosso sistema planetária, podemos encontrar
uma grande densidade de estrelas e gás interestelar. Neste trecho sobre o
gás interestelar são cometas e asteroides.
Combinando os dados de hoje sobre a velocidade do sistema solar ao redor
do núcleo galáctico com fósseis, especialistas, liderados por Miroslav
Filipovic, que trabalha na Universidade de Western Sydney (Austrália),
conseguiu uma divertida. Quase todas as interseções com os braços
espirais coincidem com períodos de extinções graves, incluindo tais
eventos são monstruosas, como o Cretáceo-Paleogeno (66 bilhões de anos
atrás), do Triássico (200 milhões de anos), abrindo o caminho para os
dinossauros , Permiano, Devoniano tardio, e extinção Ordoviciano tarde
quanto eles saciar cinco colisões intensas menor asterooide durante o
mesmo período. Esta coincidência pode ser uma coincidência, mas os
autores acreditam que o trabalho feito, levou apenas a uma probabilidade
de 0611 - que é apenas 0,36%. Obviamente, a transição entre os braços
da galáxia não está bem e influenciado de forma positiva, as espécies
existentes.
A passagem pelas zonas do Rift escuro aumenta muito a probabilidade de
vários encontros com objetos espaciais e supernovas - o que poderia
levar a eventos, em princípio, capazes de destruir a maioria dos
organismos vivos, no menor tempo possível. A maioria dos estudiosos
também são atraídos para uma outra opção: perturbações gravitacionais
devido à influência do ambiente denso estelar, pode violar a
estabilidade da nuvem de cometas (a nuvem de Oort) na periferia do
sistema solar, empurrando assim um grande cometa atingiu o planeta
Terra. Em princípio, esta pode também conduzir a consequências
desagradáveis.
Por exemplo, em 1994, apenas um cometa que caiu em Júpiter, no momento
do impacto, em sua atmosfera foi gerado liberação de energia de 6
milhões de megatons (360 milhões de bombas de Hiroshima), que é centenas
de vezes mais forte de todo o arsenal nuclear da Terra e 12 milhões de
vezes mais poderoso meteoro explosão Chelyabinsk.
Uma vez que o cometa era originalmente apenas 5 km de diâmetro, pode-se
supor que, no passado, a Terra foi atingida por cometas e detritos com
uma força de impacto poderoso. Esta história reflete a teoria do
periódico "apedrejamento" da vida terrena.
Note, no entanto, que estes não são todos os possíveis mecanismos de
impacto durante a passagem dos braços espirais da galáxia Via Láctea. O
físico dinamarquês Henrik Svensmark, declarou que há um aumento
acentuado nos raios cósmicos na atmosfera da Terra que provoca a
formação de nuvens mais ativos, dando origem a condições meteorológicas
muito perigosas e levando ao crescimento da refrigeração e da diminuição
do albedo planeta. Em teoria, isso poderia levar a uma mudança
climática igualmente forte ea extinção associado. Ao mesmo tempo, não se
pode negar a possibilidade de outros mecanismos ainda não aprenderam a
cientistas.
Obviamente, a comunidade científica terá de considerar todas as outras
alternativas: você deve saber que tipo de abrigo que você pode fazer em
seu próprio quintal cavando um bunker. O estudo foi publicado no
Astronomical Journal, e esta teoria pode ser lido através do papel
online.
Teoria liga a matéria escura para extinções em massa
De acordo com estudos realizados por Michael Rampino, um pesquisador da
Universidade de Nova York, parece que as passagens da Terra através do
plano galáctico, que são raros, mas ainda podem ser esperados, eles são
capazes de dar origem a fenômenos catastróficos que ocorrem em nosso
planeta.
O caminho inconstante, mas previsível em torno da Terra e dentro do
disco da nossa galáxia, de acordo com estudos recentes, pode ter um
impacto significativo e direto sobre fenômenos geológicos e biológicos
do planeta.
Os movimentos da matéria escura pode perturbar as órbitas de cometas e
causar ainda mais o aquecimento do núcleo da Terra. Ambos os fenômenos
podem estar ligados aos eventos catastróficos de extinção em massa, de
acordo com as conclusões do Professor Michael Rampino, relatados em um
novo artigo na Monthly Notices da Royal Astronomical Society, da
Universidade de Nova York.
O disco galáctico é a região da Via Láctea onde o nosso sistema solar
está localizado. Ele é cheio de estrelas e nuvens de gás e poeira, e
também as concentrações de matéria escura indescritível, composto por
pequenas identificável particellesubatomiche apenas por seus efeitos
gravitacionais.
Estudos anteriores têm mostrado que a terra faz uma volta completa em
torno do disco de galáxias cada 250 milhões de anos. Mas o caminho do
nosso planeta ao redor da galáxia é ondulante, com o Sol e os planetas
que se movem em um zig-zag através do disco de espessura aproximadamente
a cada 30 milhões de anos.
A matéria escura na Terra
Ao analisar o padrão das passagens da Terra através do disco galáctico,
Grapple notaram uma aparente ligação destes passos com os impactos de
cometas periódicos e extinções em massa. O famoso cometa 66 milhões de
anos causou a extinção dos dinossauros é apenas um exemplo.
O que faz com que esta ligação entre as passagens da Terra através do
disco galáctico e os impactos e as extinções em massa que parecem
seguir? Enquanto o nosso planeta através da matéria dura, escura
concentrada em que perturba o caminho de cometas que orbitam geralmente
longe da Terra, no espaço do sistema solar exterior, observou Grapple.
Então cometas tomar caminhos incomuns, ao invés de viajar a passagem
normal a grandes distâncias da Terra, e trazer algumas delas para
impactar com o nosso planeta.
Mas ainda mais notável é o fato de que, com cada mergulho na matéria
dura, escura pode, aparentemente, se acumular no núcleo da Terra. No
final das partículas de matéria escura aniquilar o outro, produzindo uma
grande quantidade de calor.
O calor gerado pela destruição da matéria escura no centro da Terra
poderia provocar eventos, tais como erupções vulcânicas, nascimento de
montanhas, a inversão dos campos magnéticos, o aumento do nível do mar,
que atinge o seu pico a cada 30 milhões de anos.
Grapple pensar, então, que os fenômenos astrofísicos causados pelo
caminho sinuoso da Terra no disco galáctico, e o conseqüente acúmulo de
matéria escura no interior do planeta, pode resultar na atividade em
drástica interferência geológica e biológica da Terra.
Seu modelo de relacionamento que a matéria escura tem com a Terra, ao
repetir sua turnê através da galáxia, poderia ter um enorme impacto na
nossa compreensão da evolução biológica e geológica do nosso planeta,
assim como os outros planetas na galáxia .
"Temos a sorte de viver em um planeta ideal para o desenvolvimento de
vida complexa", disse o Grapple. "Mas a história da Terra é pontuada por
extinções em grande escala, algumas das quais lutamos para explicar."
"Talvez na matéria escura (cuja natureza ainda é desconhecida, mas que
compõe um quarto do universo) é a resposta. Além de ser importante em
grande escala, poderia ter influências diretas sobre a vida na Terra. "
No futuro, ele diz, os geólogos devem incluir essas descobertas
astrofísicas para compreender melhor os acontecimentos que agora são
pensados para ser o simples resultado de causas relacionadas com a
Terra. Este modelo acrescenta Grapple, oferece o mesmo caminho de novos
conhecimentos sobre a possível distribuição e comportamento da matéria
escura na galáxia.
Cristais nas células cutâneas ajudam os camaleões a mudar de cor
Pesquisadores suíços descobriram como os camaleões conseguem trocar
de cor: os cristais existentes dentro de suas células cutâneas se
reorganizam em diferentes formas.
Acreditava-se, até então, que a famosa habilidade do camaleão vinha
de coletar ou dispersar pigmentos coloridos dentro de diferentes
células.
Mas a nova pesquisa afirma que a coloração mutante vem de uma seleção de cristais.
Além disso, o animal tem uma segunda camada de células, que refletem luz e parecem ajudar o animal a resfriar seu corpo.
Répteis produzem suas cores de duas formas: têm células repletas de
pigmentos de cores quentes ou escuras, mas azuis mais claros e brancos
vêm da luz refletida em elementos físicos, como esses cristais - são as
chamadas "cores estruturais".
Essas cores também podem ser mescladas: um verde vibrante pode surgir de um azul coberto de pigmento amarelo.
Camaleões macho podem mudar completamente de cor, quando veem um parceiro em potencial ou um adversário.
Publicado no periódico Nature Communications, o estudo é uma
colaboração ente físicos quânticos e biologistas da evolução na
Universidade de Genebra.
Primeiro, eles perceberam que não havia células de pigmento amarelo
ou vermelho que pudessem explicar as trocas de cor no animal. Os
cientistas acabaram percebendo que cristais dentro de células
específicas formavam padrões bastante regulares - criando cores.
Luz
"Quando você observa com olhos de físico, você sabe que isso (os
cristais) terão um efeito na luz", diz um dos autores, Michel
Milinkovitch.
Ele e seus colegas passaram a investigar, então, se esses cristais
poderiam explicar não apenas as cores fortes do camaleão, mas as
mudanças dessas cores.
Milinkovitch explica que as formas geométricas adotadas pelos
cristais mudavam quando o camaleão queria, por exemplo, se exibir diante
de outro macho. O efeito final é o de um "espelho seletivo".
A luz passa pelos cristais e reflete cores de acordo com a distância
entre as camadas de cristais. "Se a distância entre as camadas é
pequena, reflete pequenos comprimentos de onda como azul; se a distância
é maior, reflete comprimentos de onda maior, como vermelho", diz
Milinkovitch.
E,
ao retirar uma amostra de pele, os cientistas conseguiram eles próprios
alterar os formatos dos cristais: colocando-os em água salgada e
tirando os fluidos dela, eles reproduziram uma mudança de cor semelhante
à ocorrida nos camaleões.
Sob a camada de células com cristais geometricamente organizados, os
cientistas descobriram uma camada adicional, onde as células são muito
maiores e desorganizadas, capazes de melhor refletir a luz. Acredita-se
que possa ter a função de refletir a luz do sol e manter baixas as
temperaturas do corpo do camaleão.
E essas diferentes camadas parecem ser uma particularidade dos camaleões, não observada em outros répteis.
Milinkovitch diz que os "camaleões inventaram algo completamente novo
na evolução" com essa divisão de camadas, sendo uma especializada em
mudar de cor e a outra, em reduzir a quantidade de energia absorvida
pelo animal.
Devi Stuart-Fox, especialista em coloração animal e professor da
Universidade de Melbourne (Austrália), se disse impressionada com o
estudo suíço.
"Sabemos que outros lagartos mudam de cor ao mudar o tamanho e espaço
entre os cristais, mas essa pesquisa é a primeira demonstração disso em
camaleões, e o faz de forma muito convincente", afirma à BBC News.
Esqueça o embuste do aquecimento global, agora os cientistas e
meteorologistas dizem "Sua mudança climática está ficando mais fria." Os
vídeos a seguir compilam cenas de 'sinais dos tempos' de todo o mundo
em fevereiro de 2015 - "mudanças na Terra", condições meteorológicas
extremas, bolas de fogo de meteoros, e convulsão planetária.
O padrão de dilúvios mundial continuou no mês passado como inundando
novamente bateu os Balcãs, Grécia, Bolívia, Argentina, Arábia Saudita,
no noroeste dos Estados Unidos, Austrália e África Oriental. Fevereiro
viu neve 'laranja', 'blue' neve e "chuva suja", como partículas de
vulcões em erupção cada vez mais e meteoros continuam a acumular-se na
atmosfera.
Não é só condições acima do solo que estão a mudar:. Números alarmantes
de baleias, leões-marinhos e outras criaturas do mar continuar a
aparecer mortos ou morrendo nas praias ao redor do mundo fevereiro viu
bolas de fogo de meteoros que variam de flashes que momentaneamente
transformaram a noite em dia sobre a Nova Zelândia , Florida e Coréia
... para um bólido de longa duração do cometa / grande asteroide que se
quebrou durante a metade ocidental da América do Norte. Houve várias
grandes descarrilamento de trem em fevereiro, particularmente em os EUA,
onde as empresas de petróleo estão ignorando redes de gasodutos para
transportar petróleo Fracked.
Nós suspeitamos que muitas linhas ferroviárias estão deformando devido
ao aumento da atividade sísmica. Mais barulhos altos foram ouvidos e
sentidos em todo os EUA em fevereiro. Embora atribuída a 'terremotos
geada ", onde a água penetra no solo, em seguida, congela e cracks o
alicerce, estes barulhos localizados também aconteceu em regiões livres
de gelo, o que sugere que algum outro mecanismo está causando. Além de
fortes terremotos fora do Japão e ao longo da Dorsal Meso-Atlântica, uma
invulgarmente forte terremoto no centro de Espanha enviou pessoas
correndo para as ruas. Japão viu mais registros de neve quebrando,
selvagem tempo continuou a golpear o Mediterrâneo Oriental, e no Oriente
Médio foi novamente entupida.
O grande evento tempo em fevereiro 2015 foi o recorde de neve e frio no
nordeste dos Estados Unidos. As regiões Sul e Centro-Oeste também foram
duramente atingidas, mas o Nordeste parece ter tido tanto o seu mês mais
frio já, pelo menos uma vez desde a manutenção de registos começaram em
meados do século 19. Meteorologistas atribuíram isso à sinuosos fluxo
Polar Jet entregar um 'Siberian Express' de inverno tempestades a partir
do norte do Pacífico para baixo e em todo o continente norte-americano,
mas um outro fator poderia ser ar super-frio descendo da troposfera.
Até mesmo o Tribo Inuit, os povos indígenas que vivem no Ártico
canadense, Groenlândia, Sibéria e Alasca sabe que algo está errado e que
o céu mudou. Seus anciãos escreveram ao Espaço e Aeronáutica
Administração Nacional (NASA) para dizer-lhes que o eixo da Terra mudou.
Os mais velhos acreditam que as emissões de carbono a partir de seres
humanos estão fazendo com que as atuais mudanças climáticas.
Baseado em dados da constelação de satélites Swarm, cientistas da
agência espacial europeia confirmaram que mudanças importantes no campo
magnético da Terra estão acontencente, entre elas o possível
enfraquecimento da Anomalia Magnética que atua sobre o Brasil.
Medições
feitas nos últimos seis meses confirmam uma tendência de
enfraquecimento global, com quedas mais significativas no hemisfério
ocidental do planeta, embora um aumento na intensidade tenha sido
observado acima do oceano Índico desde janeiro de 2013.
Além das
medições de intensidade, os dados coletados também confirmam os estudos
recentes que revelam o deslocamento do polo norte magnético em direção à
Sibéria.
Todas as anomalias verificadas foram detectadas a
partir das linhas de força provenientes do núcleo da Terra,
correspondente a 90% do total coletado. De acordo com a ESA, os outros
10% serão analisados neste ano e foram originados no manto, crosta,
oceanos e magnetosfera terrestre. Anomalia Magnética do Atlântico Sul
Um
dos gráficos que mais chama a atenção é aquele observado no topo do
artigo, onde se nota um enfraquecimento natural mais pronunciado nas
linhas de fluxo magnético acima de toda a América do Sul, mas
ligeiramente mais pronunciado no Sudeste e Centro-Oeste Brasileiros.
Esta região de enfraquecimento é conhecido pelos pesquisadores como Anomalia Magnética do Atlântico Sul, ou AMAS.
Essa
anomalia ocorre devido à uma espécie de depressão ou achatamento nas
linhas no campo magnético da Terra acima desta região e tem como causa o
desalinhamento entre o centro do campo magnético e o centro geográfico
do planeta, deslocados entre si por cerca de 460 km no sentido
sul-norte.
Esta anomalia foi descoberta em 1958 e sofre
alterações ao longo do tempo, principalmente devido ao deslocamento dos
polos magnéticos aliada ao enfraquecimento do campo de modo global.
Devido
ao campo magnético ser mais fraco, partículas oriundas do cinturão de
Van Allen se aproximam mais da alta atmosfera desta região, fazendo com
que os níveis de radiação cósmica em grandes altitudes sejam mais altos
nesta zona.
Embora os efeitos na superfície sejam praticamente
desprezíveis, a AMAS afeta fortemente satélites e outras espaçonaves que
orbitam algumas centenas de quilômetros de altitude.
Satélites
que cruzam periodicamente a AMAS ficam expostos durante vários minutos à
fortes doses de radiações e necessitam de proteção especial. A Estação
Espacial Internacional, por exemplo, é dotada de um escudo especialmente
desenvolvido para bloquear as radiações. Estudos
De
acordo com Rune Floberghagen, gerente da ESA para a missão Swarm, os
dados registrados pelos satélites deverão proporcionar uma nova visão
sobre muitos processos naturais que ocorrem em nosso planeta, desde
aqueles que tem origem nas profundezas da Terra até os eventos
desencadeadas pela atividade solar.
Além disso, no entender do
pesquisador, as informações obtidas deverão trazer uma melhor
compreensão dos motivos que estão causando o enfraquecimento do campo
magnético terrestre e as possíveis consequências que isso terá no
futuro.
Arte: O gráfico mostra a intensidade do campo
magnético da Terra como registrado pelo satélite europeu SWARM. As áreas
vermelhas representam locais onde o campo magnético é mais forte,
enquanto as áreas azuis retratam diminuição na intensidade.
Inundações pelas Marés,impulsionadas pelo rápido aumento do nível do mar,
vão aumentar dramaticamente nas comunidades da Costa Leste dos EUA e na
região do Golfo do México ao longo dos próximos 30 anos.
As
comunidades costeiras da costa leste dos EUA estão sofrendo inundações
mais freqüentes durante as marés altas. Na medida em que o nível do mar
se elevará ainda mais ao longo dos próximos 15 a 30 anos, as inundações
das marés estão previstas para ocorrerem com muito mais freqüência,
causando mais perturbações, e até mesmo tornando algumas áreas
inutilizáveis, sendo alagadas definitivamente – tudo dentro do prazo de
uma hipoteca de um imóvel (cerca de 30 anos).
Inundações
pelo aumento das Marés, impulsionadas pelo rápido aumento do nível do
mar, em função das mudanças climáticas, vão aumentar dramaticamente nas
comunidades da Costa Leste dos EUA
Uma análise de 52 marégrafos em comunidades que se estende desde
Portland, Maine para Freeport, no Texas mostra que a maioria destas
comunidades vai experimentar um aumento acentuado do número e da
gravidade dos eventos de inundação das marés, nas próximas décadas, com
implicações significativas para as propriedades, infra-estrutura, e da
vida cotidiana nas áreas afetadas.
Dado
o aumento substancial e quase onipresente na frequência de inundações
nessas 52 localidades, muitas outras comunidades ao longo da Costa Leste
e do Golfo do México terá de se preparar para as mudanças devido às
inundações pelo aumento do nível do mar.
Duas vezes por mês
(durante as luas nova e cheia), a atração gravitacional combinada do sol
e da lua cria marés que sobem um pouco mais do que o normal.
Em
algumas comunidades costeiras, essas marés extremas, ou as marés vivas,
inundam as áreas baixas. Em muitos locais, as inundações estão
acontecendo com muito mais frequência do que há apenas 40 anos. Em
várias comunidades, a inundação das marés quadruplicou em frequência
desde 1970.
Local Sea Level Rise and Tidal Flooding, 1970–2012 (Boston, MA; Atlantic City, NJ; Norfolk, VA; Charleston, SC)
Hoje,
a maioria dos eventos de inundação de maré são maiores, interrompendo o
transporte local e a vida cotidiana por breves períodos de tempo. Mais
inundações extensas e moderadas vão ocorrer em alguns locais apenas de
marés anteriormente, mas com pouca freqüência.
Os ventos fortes,
chuvas e tempestades que coincidem com as marés altas podem resultar em
inundações ainda mais extensas e prejudiciais. A elevação do nível do
mar, impulsionado principalmente pelo aquecimento global, é a principal
causa de aumentos de inundações observadas em inundações das marés.
Enquanto
o nível do mar subiu cerca de oito centímetros de 1880-2009, as taxas
muito mais elevadas ocorreram ao longo de partes da costa leste,
incluindo New York City (mais de 43 centímetros desde 1856), Baltimore
(33 centímetros desde 1902) e Boston (quase 25 centímetros desde 1921).
Em
torno de 2030, a previsão é de que mais da metade das 52 comunidades
estudadas vão ter a experiência, em média, de pelo menos 24 inundações
das marés por ano em áreas expostas, assumindo projeções do nível do mar
moderado. Vinte dessas comunidades poderá sofrer com o triplo ou mais
em eventos de inundação das marés.
A costa do meio-Atlântico é
esperada para ver alguns dos maiores aumentos na frequência de
inundações. Locais como Annapolis, Maryland e Washington, DC podem
esperar sofrer com mais de 150 inundações das marés por ano, e vários
locais em Nova Jersey poderá enfrentar cerca de 80 inundações das marés
ou mais.
Na medida que o nível do mar sobe, muitos eventos de inundação de maré
vai deixar de ser um evento menor para ser maior, mais abrangente e mais
extenso, com aumentos de rupturas e danos materiais que os acompanham.
A
previsão é de que em 2045, muitas comunidades costeiras são esperados
para sofrer com a elevação do nível do mar em mais ou menos 30
centímetros. Os aumentos resultantes em inundações das marés será
substancial e quase universal nas 52 comunidades analisadas.
Um
terço dos 52 locais com inundações pelas marés vão ter que enfrentar
mais do que 180 vezes por ano o fenômeno das inundações. Nove lugares,
incluindo Atlantic City e Cape May, Nova Jersey poderá ter inundações
pelas marés 240 vezes ou mais por ano.
Uma
proporção crescente das enchentes seria extensa, e na medida que as
inundações chegam cada vez mais longe em novas comunidades, as
inundações também vão durar mais tempo. Áreas sujeitas a inundações em
cinco comunidades estudadas no médio-Atlântico poderão ficar inundados
mais de 10 por cento do tempo.
Na medida que o alcance das marés
se expande, as comunidades que hoje não são inundadas em grande parte
desconhecido as condições de inundação das marés, no futuro serão
forçados a lidar com inundações crônicas – como algo normal. Muitos dos
locais estudados, que hoje sofrem menos de cinco inundações de marés por
ano poderia ver um aumento de até 10 vezes no número de enchentes
anualmente até 2045.
O aumento das inundações das marés
essencialmente esta confirmado. As alterações já postas em movimento
pelo nosso passado e presente de emissões de gases que retêm o calor em
grande parte conduziram ao ritmo de aumento do nível do mar e das
inundações ao longo das próximas décadas.
Reunião
de funcionários de Órgãos públicos em Bridgeport, Connecticut, para
estudar medidas de combate às inundações. Photo: WB Unabridged with Yale
ARCADIS Team
As comunidades costeiras devem agir com urgência
para se preparar para esta ameaça certa e crescente – e há muitas coisas
que podemos fazer para ajudar a garantir uma existência duradoura
dessas comunidades costeiras.
Os Municípios, com a ajuda dos
governos estadual e federal, devem priorizar e incentivar a construção
de casas à prova de inundação, bairros e infra-estruturas essenciais;
cercear o desenvolvimento em áreas sujeitas à inundação pelas marés;
considerar os riscos e benefícios de medidas de adaptação, tais como
diques e amortecedores naturais; e desenvolver planos de longo prazo com
base no melhor conhecimento científico disponível.
Os custos e
os desafios, no entanto, são grandes demais para os municípios arcarem
sozinhos. A resposta coordenada e bem financiado pelo governo federal
também é necessária e deve incluir tanto os investimentos substanciais
em construção de resiliência costeira, bem como medidas para profunda e
rapidamente reduzir a poluição do aquecimento global.
Esta
última ação pode vir a ser a única maneira confiável para proteger as
comunidades costeiras a longo prazo – por abrandar o ritmo de futuro
aumento do nível do mar. Entretanto existe uma verdade a ser enfrentada
no caso de adaptação.
Existem limites fundamentais – seja
físico, econômico ou social – o de que só podemos afastar os impactos do
aumento do nível do mar até um determinado ponto. Enquanto o nível do
mar continuar subindo, mesmo os nossos melhores esforços de proteção não
serão suficientes em algumas áreas em face do crescente aumento das
marés, ondas e tempestades.
Se
a água atingir os limites de adaptação costeira, as comunidades
afetadas terão de enfrentar a perspectiva de mudança para fora dessas
áreas fortemente inundadas. Estes limites vão chegar mais cedo nas áreas
expostas a maiores riscos, aquelas já com os seus ecossistemas mais
frágeis e sistemas de defesa naturais limitados, e aquelas que são menos
abastadas economicamente.
Líderes em todos os níveis de governo
precisam levar muito a sério os riscos das pessoas que vivem ao longo
das nossas costas marítimas e a necessidade urgente de uma ação
governamental.
Devemos preparar as nossas comunidades para a invasão das águas do
oceanopelas marés e outros impactos pela elevação do nível do mar, mesmo
que façamos um esforço concentrado para reduzir as emissões de gases
que retêm o calor (efeito estufa) que irão determinar a taxa em que o
mar se elevará anualmente a longo prazo e o consequente impacto nas
regiões costeiras.
“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo
porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o
céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os
aspectos do céu e não podeis reconhecer “OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus
16: 2 e 3
O Rio de ebulição Hot Spring perto do rio Gardner em Mammoth área de Yellowstone.
O Rio de ebulição, uma seção do rio Gardner na área gigantesca de
Yellowstone, está gradualmente ficando mais quente. O local é uma área
de natação popular no final do verão com o inverno.
Parque porta-voz da Amy Bartlett disse KSL Notícias
que a temperatura da água aquecida termicamente tem vindo a aumentar
ligeiramente desde agosto do ano passado. Naquele mês, a temperatura era
de aproximadamente 134 graus Fahrenheit. O último, em fevereiro de
2015, a temperatura variou de cerca de 136,5-139,5 graus.
A água que é de 120 graus Fahrenheit é considerado tão escaldante do Rio
de ebulição é quente demais para nadar neste ano. No entanto, onde o
rio se encontra com o Rio de ebulição Gardner, água fria pode diluir a
água de nascente quente o suficiente para ser seguro.
Moradores de longa data que nadam no rio de ebulição em 22 de fevereiro disse Livingston Empresa
Managing Editor de Justin Post que a água parecia mais quente do que
eles já se lembrava. Uma pequena cascata de água quente, que no passado
foi agradável para sentar-se sob era unapproachably quente um domingo
recente, Post disse.
E um berm pedra solta, construiu informalmente pelos nadadores ao longo
dos anos, costumava ser na borda de uma água fria "terra de ninguém" no
inverno.No domingo, os nadadores estavam sentados sobre as pedras e até
mesmo do outro lado delas, disse Post.
Geólogos parque não sabem ao certo porque a temperatura está
aumentando.Pode ser que a água fria que flui no rio de ebulição através
de buracos subterrâneos está sendo bloqueado ou desviados de alguma
forma.
Outra explicação para o aumento percebido na temperatura pode ser que o
próprio Rio Gardner é a baixos caudais sazonais, o que significa menos
água fria para diluir a quente.
Os astrônomos acreditam que sinais misteriosos - anteriormente
descartados como 'explosões estelares. »- estão vindo de um planeta
semelhante à Terra apenas 22 anos-luz de distância ? São estes os sinais
da natureza extraterrestre O Gliese 581d planeta tem condições que
suportam a vida, e é provável que seja um mundo rochoso, o dobro do
tamanho da Terra.
Os sinais do planeta foram inicialmente descoberto em 2010, mas no ano
passado julgado barulho das estrelas distantes. Agora, um novo estudo
afirma que a pesquisa de 2014 foi baseada em "análises inadequadas . dos
dados "e que Gliese 581d não existe No ano passado, Pennsylvania State
University pesquisadores disseram que Gliese 581d - e seu companheiro de
Gliese 581g - eram simplesmente um truque da luz causada por rajadas
magnéticos de uma estrela local 22 anos-luz de distância.
A nova pesquisa britânica, no entanto, argumenta o método utilizado pela
equipe de Pennsylvania foi adequado apenas para grandes planetas, e que
poderia perder os pequenos como GJ 581d. O estudo, realizado pelo Queen
Mary University, London e da Universidade de Hertfordshire, afirma usar
um modelo mais preciso sobre os dados existentes. "A existência (ou
não) de GJ 581d é significativo porque foi o primeiro planeta semelhante
à Terra descoberto no 'Goldilocks'-zone em torno de outra estrela e é
um caso de referência para a técnica Doppler ", disse o autor principal,
Dr. Guillem Anglada-Escudé. "Há sempre discussões entre os cientistas
sobre as maneiras como interpretamos os dados , mas estou confiante que
GJ 581d está em órbita em torno de Gliese 581 durante todo o tempo.
"Em qualquer caso, a força de sua declaração era muito forte. "Se a sua
maneira de tratar os dados estava certo, então alguns projetos de
pesquisa planeta em vários observatórios terrestres teriam de ser
significativamente revisto como eles estão todos com o objetivo de
detectar planetas ainda mais pequenos. GJ 581d se acredita ser o
primeiro planeta fora do nosso sistema solar na zona Goldilocks torno de
sua estrela -. uma área não muito quente nem muito fria para a vida
Para encontrar Gliese 581d, University of California, Santa Cruz
astrônomos originalmente olharam para as mudanças sutis à luz causada
pela gravidade de um planeta orbitando puxando para trás e para frente
sobre a estrela.0
A força do puxão, acreditavam eles, mostrou-lhes um planeta foi cerca de
três vezes a massa da Terra. Na época, a descoberta de como a Terra
planetas em torno de Gliese 581 chamou a imaginação do público.
documentarista RDF e site de rede social Bebo usaram um telescópio de
rádio na Ucrânia para enviar um poderoso feixe focalizado de informações
- 500 mensagens do público sob a forma de ondas de rádio - a Gliese
581. E o ministro da Ciência australiano no momento organizada 20.000
usuários do Twitter para enviar mensagens para o sistema solar distante,
na esteira das descobertas. Outras exoplanetas já foram anteriormente
postos em dúvida, mais notavelmente Alpha Centauri Bb, o mais próximo do
mundo do tamanho da Terra para nós, Alguns cientistas afirmam que
poderia ser apenas ruído nos dados.