sexta-feira, 20 de março de 2015

Cruithne - A terra terá mesmo duas Luas ?

A descoberta de um asteroide de cerca de 5 km de comprimento em 1986, despertou a atenção dos astrônomos e do público em geral. O objeto tinha uma órbita tão incomum que quando visto da Terra dava a impressão que orbitava nosso planeta e muitos chegaram a chama-lo de segunda Lua. 

Asteroide 3753 Cruithne
Batizado de 3753 Cruithne, o objeto é mais um dos milhares de asteroides que repentinamente cruzam a órbita da Terra.

Normalmente, essas rochas passam pelo nosso planeta e seguem sua jornada ao redor do Sol, mas no caso de Cruithne uma rara interação gravitacional o colocou em uma órbita do tipo ferradura, produzindo um padrão orbital bastante estranho.


Se você pudesse observar órbita de Cruithne de fora do nosso Sistema Solar, não teria qualquer dúvida que o asteroide orbita o Sol, mas de forma um pouco diferente das elipses comuns.

O motivo é que Cruithne é fortemente afetado pela gravidade terrestre, que achata o padrão orbital e produz uma visão que é no mínimo interessante aos observadores na Terra. Devido à essa interação, ambos os objetos retornam todos os anos na mesma posição dentro das respectivas órbitas, o que causa a falsa impressão que Cruithne gira ao redor do nosso planeta e não do Sol.

                                            

De acordo com os cálculos, a atual orbita deverá se manter assim por pelo menos 5 mil anos até que algo inusitado poderá acontecer.

Apesar da falsa impressão, modelos astronômicos indicam que a orbita atual de Cruithne não é estável.

Simulações indicam que Cruithne poderá realmente ser capturado pela gravidade da Terra e tornar-se uma verdadeira Lua.


Os modelos mostram que essa órbita também não será estável e deverá durar mais ou menos 3 mil anos, até que 3753 Cruithne entre novamente na órbita solar. Quem viver verá!


Fonte:http://acconfidential6.blogspot.pt/                       


Estes exterminadores do futuro poderão um dia navegar dentro do seu corpo


Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tsinghua, na China, encontrou uma maneira de imitar o deslocamento do robô que muda de forma dos filmes “Exterminador do Futuro”.

Como parte de um esforço para entender melhor as propriedades dos metais líquidos, os cientistas estavam trabalhando com gálio e descobriram que, se adicionassem um pouco de índio e de estanho à mistura, a gota resultante, com um pouco de alumínio servindo como combustível, era capaz de impelir-se em um recipiente de hidróxido de sódio (água salgada).

Por aproximadamente uma hora, a gota conseguiu mover-se sozinha. Em testes subsequentes, os pesquisadores moldaram o recipiente com canais, e a gota conseguiu seguir um caminho pré-determinado. Além disso, eles notaram que, se a gota encontrava uma parte do canal que era mais estreita do que ela, podia se adaptar e conseguia passar.

                                          

O que está acontecendo?

Surpresos com o comportamento da gota, os pesquisadores fizeram uma análise mais aprofundada que revelou que, quando a gota foi colocada na solução, um desequilíbrio de carga ocorreu entre a parte da frente e a de trás, causando uma diferença de pressão. 

Eles também descobriram que, à medida que o alumínio reagia com a água salgada, pequenas bolhas eram formadas, as quais, junto com a pressão, também serviram para empurrar a gota para a frente (enquanto o alumínio estivesse na extremidade traseira da mistura).

Curiosamente, os cientistas chineses também notaram que, se a gota era forçada a manter-se parada na solução, fazia com que o líquido se movesse em seu entorno, em essência servindo como uma bomba.

Aplicações

A equipe já havia feito trabalhos anteriores, bem como consultado outras pesquisas, que mostravam que, em alguns metais líquidos, uma carga elétrica pode causar tanto uma expansão quanto uma mudança de forma em uma gota de metal líquido. 

Os pesquisadores observaram que, se as duas técnicas fossem utilizadas juntas, o resultado poderia ser gotas que não só se movem sozinhas através de líquidos, mas mudam de forma de acordo com necessidades pré-determinadas. 

Essa descoberta pode pavimentar o caminho para gotas que entregam materiais através de tubos ou mesmo vasos sanguíneos. Uma das aplicações médicas mais interessantes é levar drogas diretamente aos locais onde elas são necessárias dentro do corpo de um paciente.
Fonte: http://hypescience.com/estes-exterminadores-futuro-poderao-um-dia-navegar-dentro-seu-corpo/
       


Impressionante - Impressora 3D é 25x mais rápida


A impressão 3D tem sido apontada como o futuro da tecnologia para resolver diversos problemas, de diversas áreas. Mas se a gente já viu impressoras 3D fazerem coisas incríveis como imprimir casas e órgãos, isso é passado. A nova tecnologia ganhou um upgrade – e eu nem achava que isso fosse possível.

A nova e impressionante impressora 3D

Uma nova tecnologia de impressão 3D desenvolvida por uma startup do Vale do Silício, nos Estados Unidos, chamada Carbon3D Inc., permite que objetos sejam feitos continuamente a partir de um meio líquido, ao invés de serem construídos camada por camada, como têm sido nos últimos 25 anos em que a tecnologia vem sendo desenvolvida.

Nem preciso falar que isso representa uma abordagem fundamentalmente nova para a impressão 3D. E abre um mundo de possibilidades, naturalmente.

A tecnologia permite que os produtos prontos para o uso sejam feito de 25 a 100 vezes mais rápido do que outros métodos e cria geometrias anteriormente inatingíveis que abre oportunidades para a inovação não só na área da saúde e medicina, mas também em outras grandes indústrias como automotiva e de aviação.

Joseph M. DeSimone, professor de química na UNC-Chapel Hill e de engenharia química na NC State, faculdades dos Estados Unidos, é atualmente também CEO da Carbon3D onde coinventou esse método incrível de impressão com os colegas Alex Ermoshkin, diretor de tecnologia na Carbono 3D e Edward T. Samulski, também professor de química na UNC.

Atualmente, DeSimone tem focado suas energias menos em dar aulas e mais em trazer a tecnologia ao mercado, além de criar novas oportunidades para estudantes de pós-graduação de usar a técnica para a pesquisa em ciência de materiais e desenvolvimento de medicamentos na UNC.

A tecnologia, que recebeu o nome de CLIP – sigla em inglês para “líquido em interface de produção contínua” – manipula luz e oxigênio para fundir objetos em meios líquidos, criando o primeiro processo de impressão 3D que usa fotoquímica sintonizável em vez da abordagem camada por camada, que definiu a tecnologia por décadas.

                                                     

Como funciona

Essa impressora 3D funciona através da projeção de feixes de luz por uma janela permeável a oxigênio em uma resina líquida.

Trabalhando em conjunto, a luz e o oxigênio controlam a solidificação da resina, criando objetos comercialmente viáveis ​​que podem ter tamanhos menores que 20 mícrons, ou menos do que um quarto da largura de um pedaço de papel.

Através de um acordo de pesquisa patrocinado entre a universidade UNC-Chapel Hill e a startup Carbono 3D, a equipe está atualmente buscando avanços para a tecnologia, bem como materiais que são compatíveis com ela. A impressora CLIP permite que se use uma gama muito ampla de materiais para fazer peças 3D com novas propriedades, incluindo elastômeros, silicones, materiais semelhantes a nylon, cerâmica e materiais biodegradáveis. A técnica em si fornece um modelo para a síntese de novos materiais que pode ser um vasto campo de pesquisa para a ciência.

Um mundo de novas possibilidades

Além de usar novos materiais, a impressora CLIP pode nos permitir fazer objetos mais fortes com geometrias únicas que outras técnicas não nos permitem, como stents cardíacos sob medida para atender as necessidades de um paciente específico, esclarece DeSimone.

A ideia é que a impressão 3D da CLIP viabilize também implantes dentários e outras próteses feitas de acordo com a necessidade de cada paciente.

Lançamento

O lançamento da CLIP acontecerá ainda em 2015 que, coincidência ou não, é o Ano Internacional da Luz e suas Tecnologias, que reconhece aniversários importantes de avanços científicos feitos a partir da luz.
                      
Fonte: http://hypescience.com/impressionante-impressora-3d-e-25x-mais-rapida/



Ressonância mórfica – A hipótese do centésimo macaco


Sheldrake na fogueira

Quando o biólogo inglês Rupert Sheldrake publicou o livro, A New Science of Life (Uma nova ciência da vida), apresentando suas ideias sobre campos mórficos e ressonância mórfica, a obra foi recebida de maneira contrastante pelas duas principais revistas científicas da Inglaterra.

Foi apontada como “uma importante pesquisa científica” pela New Scientist e ao mesmo tempo qualificada pela Nature como sendo “a melhor candidata à fogueira em muitos anos”.

A hipótese do centésimo macaco

Imagine duas pequenas ilhas tropicais A e B, completamente isoladas.

Ambas possuem uma pequena população de macacos da mesma espécie e com hábitos alimentares muito parecidos.

Raízes e frutas fazem parte de seu cardápio diário.

Numa maré enchente a água do mar invadiu o refeitório dos moradores da ilha A, o pequeno bosque à beira-mar em que viviam.

Casualmente a força da ressaca expôs várias amostras de um tipo de raiz que tanto apreciavam e as deixaram completamente livres da terra.

Na maré vazante, voltando ao refeitório os macacos descobriram que o sabor de seu trivial alimento melhorou de forma pronunciada.

Livres da terra e ainda levemente salgadas aquelas raízes transformaram-se em iguarias.
Com isso, usando sua inteligência, adquiriram o hábito de caminhar alguns metros até a praia apenas para lavar e também temperar seu alimento.

Hábito que passou a ser imitado por todas as famílias daquela população.

Porém, quando o centésimo macaco dessa ilha A dominou completamente a técnica, espontaneamente na ilha B, e sem a influência de nenhuma maré, a prática surgiu como por encanto.
Um macaco muito esperto resolveu, espontaneamente, caminhar até a praia lavar e temperar seu alimento.

Como isso aconteceu? Se não houve nenhuma forma de comunicação convencional entre as duas populações?

Seria uma simples coincidência?

Será que esse conhecimento adquirido pelos habitantes da ilha A — lavar as raízes na água do mar antes de comê-las — simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie?
Ou existem telepatas entre os habitantes?

Cristais e moléculas

Telepatia à parte, o mesmo se dá com moléculas e cristais.

Quando um novo composto químico é criado, sua forma cristalina é obtida em laboratório com certa dificuldade.

Entre tantas possibilidades geométricas de disposição das moléculas para formar cristais uma forma X é assumida, em detrimento de todas as outras, e algumas porções desse cristal são obtidas.
Até aí nada de fantástico.

No entanto, quando uma certa quantidade dessa substância é cristalizada nesse formato X em um laboratório em Zurique, por exemplo, espontaneamente essa mesma geometria X é adotada pelo composto em laboratórios similares localizados em outras partes do mundo.

Ficou “mais fácil” para esse composto cristalizar depois que a forma X foi assumida por um determinado número de moléculas que fariam aí o papel do centésimo macaco.

Claro que muitos pesquisadores poderiam argumentar sobre a possibilidade de alguma contaminação atmosférica criada por cristais semente, e até a contaminação de correspondências e/ou de visitantes de um laboratório que tenha cristalizado o composto na forma X, etc.

No entanto, ainda não foi dado um parecer definitivo sobre o caso.

Ratos num labirinto e o código Morse

Duas populações de ratos de mesma idade e geneticamente semelhantes são isoladas e tratadas de forma similar em ambientes controlados.

Coloca-se em meio a população A um pequeno obstáculo para se chegar ao alimento (que é obviamente inodoro).

Um labirinto.

Sem a artimanha de usar o faro na solução do problema, os roedores devem descobrir o caminho — e resolver o labirinto — para chegar até o alimento.

Depois de algumas tentativas e erros, acabam casualmente descobrindo o caminho.
Esse processo é cronometrado.

Adivinhem o que acontece depois?

Isso mesmo.

Depois que um certo número de roedores da população A resolveu o labirinto, a solução do mesmo problema na população B se tornou muito mais rápida.

Porquê?

Será que aquilo que já foi aprendido por um certo número de indivíduos fica muita mais fácil de ser aprendido?

Numa pesquisa realizada entre populações da Europa, das Américas e da África os resultados parecem apontar nessa direção.

Em duas ocasiões, os pesquisadores mostraram duas ilustrações (1 e 2) com imagens ocultas para um contingente de pessoas que não conheciam suas respectivas “soluções”.

Entre uma enquete e outra, a figura 2 e sua “resposta” foram transmitidas pela TV— à revelia dos entrevistados — de forma que o contingente de pessoas que aprendessem a solução da figura 2 aumentasse significativamente.

Verificou-se que o índice de acerto na segunda amostragem subiu 76% para a ilustração 2, contra apenas 9% para a 1.

Fora feitas experiências similares apontando que, por exemplo, o aprendizado do código Morse original é muito mais rápido do que um código de comunicação similar (e até muito mais intuitivo) mas que não é conhecido por tantas pessoas no mundo.

A hipótese de Sheldrake

Sem dúvida a proposta de Sheldrake caracteriza uma das mais ousadas e instigantes ideias científicas da atualidade: a hipótese dos campos mórficos.

Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico.

São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, muito mais que um simples conjunto de partes.

Embora possam se fazer uma comparação aos campos magnéticos da física, no entanto, não se trata de transmissão de energia através do espaço-tempo, mas sim de informação.

É isso que mostra o exemplo dos macacos.

Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie.

E esse processo de coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de “ressonância mórfica”.

É através dela que as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva.

Em nosso exemplo, a ressonância mórfica entre macacos da mesma espécie teria feito com que a nova técnica chegasse à ilha “B”, sem que para isso fosse utilizado qualquer meio usual de transmissão de informações.

No caso da nova substância química sintetizada em laboratório – diz ele -, “não existe nenhum precedente que determine a maneira exata de como ela deverá cristalizar-se. Dependendo das características da molécula, várias formas de cristalização são possíveis. Por acaso ou pela intervenção de fatores puramente circunstanciais, uma dessas possibilidades se efetiva e a substância segue um padrão determinado de cristalização. Uma vez que isso ocorra, porém, um novo campo mórfico passa a existir. A partir de então, a ressonância mórfica gerada pelos primeiros cristais faz com que a ocorrência do mesmo padrão de cristalização se torne mais provável em qualquer laboratório do mundo. E quanto mais vezes ele se efetivar, maior será a probabilidade de que aconteça novamente em experimentos futuros”.

Com afirmações como essa, não é de estranhar, que a hipótese de Sheldrake tenha causado tanta polêmica e desconforto na comunidade científica. Principalmente entre os biólogos, cuja a corrente majoritária preconiza a atividade dos organismos vivos à interação físico-química entre moléculas e faz do DNA uma resposta definitiva para os mistérios do fenômeno vital.

Porém, nas palavras de Sheldrake:

“A realidade é exuberante demais para caber na saia justa do figurino reducionista”.

Mesmo concordando com essa visão progressista da ciência, é importante não perdermos o foco do que é ou não científico.

A ressonância mórfica parece ser uma cornucópia mágica que tanto pode abrir um campo completamente novo na ciência, quanto abrigar todo o tipo de crendice pseudocientífica; incluindo aquelas que, não apenas ambicionam o acesso ao inconsciente coletivo, mas que pretendem também o acesso ao número do nosso cartão de crédito.

Mas, isso já é assunto para outro artigo.

Fonte: http://hypescience.com/a-ressonancia-morfica-e-melhor-canditada-a-fogueira-em-muitos-anos/


Os astrônomos finalmente encontraram matéria escura ?


É muito cedo para dizer com certeza, mas os astrônomos podem ter descoberto uma nova pista para a natureza da matéria escura – material cósmico invisível com pelo menos cinco vezes a massa de todas as estrelas e galáxias visíveis juntas.

A pista vem sob a forma de raios gama, um tipo de luz que o olho humano não consegue detectar, proveniente de uma galáxia anã recém-descoberta chamada Reticulum 2. A Reticulum 2, que paira para além da borda da Via Láctea, a cerca de 98 mil luz-anos da Terra, é fascinante à sua maneira: ela tem não mais do que alguns milhares de estrelas (em comparação com a centena de bilhões ou mais da Via Láctea) incorporadas em um aglomerado de matéria escura, o que é semelhante às primeiras galáxias pequenas que surgiram depois do Big Bang.
  • Escudo de matéria escura pode proteger galáxia-anã de colisão com a Via Láctea
O mistério da matéria escura remonta até a década de 1930, quando o lendário astrônomo Fritz Zwicky notou pela primeira vez que as galáxias em aglomerados pareciam estar se movendo sob a gravidade de alguma substância estranha e invisível. Mas até agora ninguém descobriu o que ela realmente é.

A Reticulum 2, juntamente com outras oito galáxias anãs recentemente descobertas, são intrigantes pelo que podem dizer aos cientistas sobre como pode ter sido o início do universo. Mas elas também são lugares muito bons para tentar descobrir o que é a matéria escura, porque têm mais dessa substância em comparação com a matéria visível do que uma galáxia grande, como a Via Láctea.
  • Um passo mais próximos da detecção da matéria escura
 Raios gama e matéria escura

Os astrofísicos estavam especialmente interessados em ver se a galáxia estava emitindo raios gama, porque se a matéria escura for realmente um tipo de partícula elementar ainda não descoberta, como muitos cientistas suspeitam, então os raios seriam produzidos quando as partículas e suas antipartículas se encontram e se aniquilam mutuamente. Então, várias equipes começaram a vasculhar dados do Telescópio Espacial Fermi de Raios Gama, da Nasa, a procura de algum sinais reveladores vindo da direção da Reticulum 2.

Uma das equipes encontrou os raios gama que estava procurando. “Os vimos quase que imediatamente”, conta Matthew Walker, da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, coautor de um artigo sobre a descoberta que foi enviado para a revista “Physical Review Letters”. Se a equipe estiver certa, o mistério milenar de Zwicky pode ter sido resolvido.
  • Matéria escura e energia escura: o que é?
Porém, somente se o grupo estiver certo. Uma equipe diferente fez a sua própria análise e declarou, em seu próprio artigo, submetido à “Astrophysical Journal Letters”, que, enquanto parece existir um excesso de raios gama provenientes da Reticulum 2, o nível não chega a ser significativo. “O nosso grupo tende a ser mais conservador em nossas interpretações”, diz o principal autor, Alex Drlica-Wagner, do Laboratório Nacional do Acelerador Fermi, que é formalmente afiliado ao telescópio Fermi. “[Grupos de pesquisa] externos tendem a ser mais ousados”.

No passado, astrônomos alegaram ter visto evidências de partículas de matéria escura e tais afirmações foram derrubadas na sequência. Contudo, Drlica-Wagner não descarta a ideia de que novas observações e análises poderiam convencer os conservadores de que os raios gama são mais significativos do que eles acreditam no momento.

Mais cedo ou mais tarde, os astrônomos vão descobrir o que a matéria escura é realmente. Há uma chance de que isso possa estar acontecendo agora. 

Fonte: http://hypescience.com/os-astronomos-finalmente-encontraram-materia-escura/

Astrónomos amadores ajudam NASA a caçar asteroides

A NASA pediu a ajuda das pessoas, e astrônomos amadores responderam criando um aplicativo que auxilia na identificação de asteroides, entre eles alguns que poderiam ameaçar a Terra. 

A agência espacial norte-americana fez um pedido ano passado aos cientistas amadores, que chamou de "The Asteroid Data Hunter Challenge" (o desafio de caça de informações sobre asteroides), e ofereceu um prêmio de 55.000 dólares (cerca de R$ 178.000). 

A fórmula vencedora foi um programa informático que pode ajudar a identificar muito mais asteroides do que é possível atualmente, afirmou a NASA. 

"A análise das imagens do cinturão de asteroides de nosso Sistema Solar, entre Marte e Júpiter, usando um determinado algoritmo, mostrou um aumento de 15% na identificação positiva de novos asteroides", explicou a agência espacial em comunicado. 

O concurso ofereceu aos cientistas a oportunidade de melhorar os algoritmos usados para descobrir asteroides nas imagens capturadas pelos telescópios. 

O novo algoritmo permite aos astrônomos usar computadores para controlar autonomamente as imagens que merecem um acompanhamento, o que leva a identificar mais astros do que era possível antes. 

"O desafio da caça de dados de asteroides foi mais bem sucedido do que a gente esperava", disse Jason Kessler, executivo do programa da NASA destinado à busca destes corpos celestes. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/astronomos-amadores-ajudam-nasa-a-cacar-asteroides,118a13a7f252c410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

quinta-feira, 19 de março de 2015

O mês passado foi o segundo fevereiro mais quente desde 1880

O mês passado foi o segundo fevereiro mais quente na história moderna, segundo um relatório divulgado hoje pelo governo dos EUA, com as medições da temperatura média mensal global da terra e do mar.

A temperatura média global registada em fevereiro nas superfícies terrestres e oceânicas excedeu a média do século XX em 0,82 graus Celsius, quantificaram os cientistas da agência norte-americana para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês). 

"Este foi o segundo valor mais alto no período 1880-2015. A temperatura mais elevada foi registada em 1998, com 0,86 graus Celsius acima da média", pormenorizaram. 

No período de dezembro a fevereiro, as temperaturas médias do planeta em 2014 foram as mais elevadas desde que começaram a ser registadas, em 1880. 

O documento da NOAA é divulgado após ser conhecido que 2014 foi o ano mais quente dos tempos modernos, subsequentes à revolução industrial, e quando aumentam as preocupações com as consequências do aquecimento global provocado pela queima dos combustíveis fósseis. 

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=813301&tm=7&layout=121&visual=49

Reino Unido vai criar maior reserva natural marinha do mundo

Área de 834 mil km² abriga 1.200 espécies de mamíferos, aves e peixes


O governo britânico anunciou a criação de uma reserva natural marinha na Polinésia que, com seus 834.000 km², superfície quase igual à da Venezuela, será a maior do mundo.

A reserva estará em torno das ilhas britânicas de Pitcairn, no oceano Pacífico, em uma zona que abriga mais de 1.200 espécies de mamíferos marinhos, aves marinhas e peixes.

A decisão está incluída nas metas de 2015-2016, apresentadas no Parlamento pelo ministro das Finanças, George Osborne. A área protegerá uma das águas mais claras e cheias de corais do mundo.

Será a maior reserva contínua e totalmente protegida do mundo, e superará em espaço a segunda, também britânica, em torno das ilhas Chagos do oceano Índico, que tem cerca de 640.000 km².

Campanha com celebridades

Os ecologistas comemoraram a notícia, entre eles a atriz britânica Helena Bonham-Carter, que recentemente fez uma campanha em favor da proteção do mar posando nua com um atum.

"As águas em torno de Pitcairn estão cheias de tartarugas, baleias, tubarões e atuns, como o que eu abracei" nas fotos, disse a atriz.

"Graças a esta decisão do governo, estas espécies ameaçadas podem se regenerar e não teremos que explicar aos nossos netos o que era um atum", prosseguiu. "Não sabia que tirar a roupa poderia ser tão eficaz, terei que fazer isso mais vezes", brincou a atriz.

As autoridades locais das ilhas, que propuseram a criação da reserva junto às organizações Pew e National Geographic, comemoraram a decisão. "Os moradores de Pitcairn estão muito contentes com a designação da maior reserva marinha do mundo em nossas águas amplas e puras", afirmou o conselho em comunicado.

"Nossa expedição científica à zona", explicou Enric Sala, explorador da National Geographic, "revelou a existência de novas espécies, assim como uma abundância de grandes predadores como tubarões".

"Foi como viajar para um novo mundo cheio de tesouros escondidos e desconhecidos, um mundo que agora estará protegido para as próximas gerações", acrescentou.

O arquipélago de Pitcairn é composto por quatro ilhas. A maior delas - de mesmo nome - é habitada por 60 pessoas. A maioria descende dos marinheiros do "Bounty", barco da Marinha britânica, cuja tripulação se revoltou no século XVIII e ficou no local - uma história levada ao cinema em 1962, protagonizada por Marlon Brando.

Fonte: http://www.midiamax.com.br/mundo/252822-reino-unido-vai-criar-maior-reserva-natural-marinha-mundo.html

Via Láctea é muito maior do que se pensava

O Anel de Monoceros e as outras regiões de “excesso de densidade” de estrelas na galáxia, que os pesquisadores identificaram como “ondas” que fazem parte do disco galáctico

A Via Láctea é pelo menos 50% maior do que havíamos estimado anteriormente. Novas descobertas revelam que o disco galáctico possui várias ondas concêntricas que estendem seu tamanho total.
  • Estamos sozinhos na Via Láctea?

A pesquisa

“Em essência, o que descobrimos é que o disco da Via Láctea não é apenas um disco de estrelas plano; é ondulado”, disse Heidi Newberg, professor de física e astronomia e principal autora do estudo internacional, do Instituto Politécnico Rensselaer (EUA).

Dados astronômicos do Sloan Digital Sky Survey revelaram, em 2002, a presença de um anel abaulado de estrelas além do plano conhecido da Via Láctea. O Sloan Digital Sky Survey (SDSS) é um “censo” do céu que produziu os mais detalhados mapas tridimensionais do universo já feitos.
  • Os ventos de 3 milhões de km/h da Via Láctea
Depois da descoberta do que foi chamado de “Anel de Monoceros”, um “excesso de densidade” de estrelas nas bordas exteriores da galáxia que “incha” acima do plano galáctico, Newberg notou evidências de outra densidade excessiva de estrelas, entre o anel de Monoceros e o sol.

A verdade

Recentemente, com mais dados do SDSS disponíveis, ela e sua equipe voltaram para o mistério e estabeleceram que as características previamente identificadas como anéis de estrelas eram na verdade parte do disco galáctico, estendendo a largura conhecida da Via Láctea de 100.000 anos-luz de diâmetro para 150.000 anos-luz.

“Conforme se irradia a partir do sol, vemos pelo menos quatro ondulações no disco da Via Láctea. Embora só podemos olhar para parte da galáxia com os dados disponíveis, assumimos que este padrão é encontrado em todo o disco”, completa.

ondas galaxia via lactea
Em outras palavras, quando olhamos para nossa galáxia, a partir do sol, o meio-plano do disco é perturbado para baixo, depois para cima, e depois para baixo novamente.
  • Astrônomos desvendam misterioso objeto no centro da Via Láctea

Matéria escura

Os pesquisadores descobriram ainda que as oscilações parecem se alinhar com as localizações dos braços espirais da galáxia. Newberg disse que isso apoia outra pesquisa recente, incluindo uma constatação teórica de que uma galáxia anã ou acúmulo de matéria escura poderiam passar através da Via Láctea e produzir um efeito de ondulação similar.

No futuro, essas ondulações podem ser utilizadas para medir a matéria escura em nossa galáxia. 

Fonte: http://hypescience.com/pesquisadores-descobrem-que-nossa-galaxia-e-muito-maior-que-pensavamos/

A maioria das estrelas tem planetas habitáveis

planetas zona habitavel

Ao analisar sistemas planetários já conhecidos, pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália e do Instituto Niels Bohr em Copenhague (Dinamarca) calcularam a probabilidade das estrelas na Via Láctea terem planetas na zona habitável.
  • Uma a cada cinco estrelas tem um planeta habitável
Os cálculos mostram que bilhões delas possuem de um a três planetas nessa zona, onde há o potencial para a água líquida e a existência da vida como a conhecemos.

A lei Titius-Bode

Usando o telescópio Kepler da NASA, os astrônomos descobriram cerca de 1.000 planetas em torno de estrelas na Via Láctea e cerca de 3.000 outros candidatos a planetas. Muitas das estrelas têm sistemas planetários com 2 a 6 planetas, de forma que poderiam existir mais além dos vistos pelo Kepler, um telescópio que é mais adequado para encontrar planetas grandes que orbitam relativamente perto de suas estrelas.
  • Cientistas confirmam que alguns exoplanetas estão em zona habitável
Assim, os pesquisadores tentaram calcular qual seria um número realista de planetas com base em um método 250 anos de idade chamado de “lei Titius-Bode”, bem como sua posição no sistema em que se encontram.

A lei Titius-Bode foi formulada por volta de 1770 e calculou corretamente a posição de Urano antes mesmo dele ser descoberto. A lei diz que há uma certa relação entre os períodos orbitais de planetas em um sistema solar. Assim, a relação entre o período orbital do primeiro e segundo planeta é a mesma que a relação entre o segundo e o terceiro planeta do mesmo sistema e assim por diante.

Portanto, se você sabe quanto tempo certos planetas levam em órbita em torno de uma estrela, você pode calcular quanto tempo leva para os outros planetas do sistema a orbitarem, calculando assim a sua posição. Também é possível perceber se está “faltando” um planeta na sequência por causa da relação entre os períodos orbitais.

Resultados

Os cientistas usaram este método para calcular as potenciais posições planetárias em 151 sistemas onde o Kepler tinha encontrado entre 3 e 6 planetas. Em 124 dos sistemas planetários, a lei bateu com a posição dos planetas.

Já em 27 sistemas, os planetas que tinham sido observados não bateram com a lei à primeira vista. Assim, os pesquisadores tentaram adicionar planetas que pareciam estar faltando entre os já conhecidos, prevendo um total de 228 planetas em 151 sistemas planetários.
  • Novo planeta gigante é provavelmente o mais habitável já encontrado
“Nós, então, fizemos uma lista de prioridades com 77 planetas em 40 sistemas planetários para focarmos nossa pesquisa, porque eles têm uma alta probabilidade de fazer um trânsito por sua estrela, de forma que o Kepler vai poder vê-los. Se eles forem encontrados, é uma indicação de que a teoria está certa”, explica um dos autores do estudo, Steffen Kjær Jacobsen.

Planetas em zona habitável

Planetas que orbitam muito perto de sua estrela são demasiado quentes e planetas que estão longe de suas estrelas são muito gelados. A zona habitável intermediária, onde há o potencial de água em estado líquido e vida, não é uma distância fixa; é diferente em cada estrela, dependendo de quão grande e brilhante ela é.
  • Por quanto tempo o planeta Terra permanecerá habitável? Menos do que você imagina
Os pesquisadores avaliaram o número de planetas na zona habitável com base nos extras que foram adicionados aos 151 sistemas planetários. O resultado foi de que deve existir de um a três planetas na zona habitável de cada sistema planetário.

Quando esses cálculos são extrapolados, isso significa que, só na nossa galáxia, a Via Láctea, pode haver milhares de milhões de estrelas com planetas na zona habitável.

Fonte: http://hypescience.com/existem-planetas-na-zona-habitavel-da-maioria-das-estrelas/

Nossa galáxia é o sol de pequenas galáxias que a orbitam

galaxias satelites eso

Uma equipe de astrônomos da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, identificou nada mais, nada menos que nove galáxias-satélites anãs que orbitam a Via Láctea.

Essas galáxias ficam perto da Grande e da Pequena Nuvem de Magalhães, as duas maiores e mais conhecidas galáxias-anãs da região.

“A descoberta de tantos satélites em uma pequena área do céu foi completamente inesperada”, disse Sergey Koposov, o principal autor do estudo. “Eu não podia acreditar nos meus olhos”.

Dúvidas

A equipe está confiante de que três das nove descobertas são mesmo galáxias anãs, mas as seis restantes poderiam ser tanto galáxias anãs quanto aglomerados globulares, que têm propriedades visuais semelhantes, mas não são mantidos juntos por matéria escura.
  • Quantas galáxias há no universo?
Mais análises espectroscópicas serão necessárias para determinar a identidade desses seis objetos com precisão.

Chegou a hora de desvendar a matéria escura?

A descoberta é significativa porque o alto teor de matéria escura das galáxias anãs (cerca de 99%) as tornam ideais para testar nossas hipóteses existentes sobre essa substância elusiva e a forma como se comporta.
  • Escudo de matéria escura pode proteger galáxia-anã de colisão com a Via Láctea
“Satélites anãs são a fronteira final para testar nossas teorias da matéria escura. Encontrar um grande grupo perto das Nuvens de Magalhães foi surpreendente, não esperávamos tropeçar em tal tesouro”, disse um dos coautores do estudo, Dr. Vasily Belokurov.
  • Estamos próximos de detectar e entender a matéria escura?
Essa nova imagem surpreendente do céu foi possível graças ao Dark Energy Survey, um projeto de cinco anos que usa a Dark Energy Camera (“câmera de energia escura”), uma câmera de 570 megapixels montada no telescópio Victor M Blanco nos Andes, no Chile.

Fonte: http://hypescience.com/nossa-galaxia-tem-varias-galaxias-satelites/

LHC abrirá uma porta para outra dimensão


A experiência será realizada no dia 20 de março de 2015

Veja o que diz uma reportagem publicada na web:

Apesar do projeto "irrealista" desta "maravilha da ciência" existe e é real. A teoria absurda?


O enorme acelerador de partículas construído entre França e Suíça poderia abrir uma porta para outra dimensão a partir do qual "algo" poderia acessar nosso mundo. Este é, de longe, a última possibilidade oferecida por um cientista sobre o que pode fazer com que esta maravilha tecnológica do século XXI.

Sergio Bertolucci, Diretor de Pesquisa e Computação Científica no CERN, uma organização que construiu o Grande Colisor de Hádrons, acredita que este moinho podia abrir, mesmo que brevemente, uma porta para outra dimensão, um outro universo, e que algo poderia acontecer através dele para o nosso mundo.

"A partir dessa porta pode chegar a algo, ou podemos enviar", disse o cientista, um físico teórico de renome. Estas palavras são suficientemente inequívoca que tem gerado controvérsia a respeito de suas diferentes interpretações. Você poderia falar um contacto com outra dimensão, um universo paralelo, talvez?

O Large Hadron Collider é uma instalação enorme e complexo construído no subsolo entre as fronteiras da França e da Suíça para a reprodução na Terra enormes explosões de energia semelhantes aos que ocorreram nas origens do universo, para compreender melhor o que é feito matéria. Uma máquina que ainda é uma questão de hipótese curioso, já que sua operação foi levantada: a partir de pensar que poderia causar o aparecimento de um buraco negro que engoliria a Terra para deduzir que a sua entrada em funcionamento estava sendo sabotado do futuro.

A hipótese de que energíadesarrollada podem permitir a abertura de uma ponte entre outra dimensão eo nosso não é perigo para nós ou para a estabilidade do nosso Universo, apressou-se a esclarecer o cientista, que destacou que a possibilidade de verificar existência de novas dimensões poderiam ter um papel fundamental na nossa compreensão do Universo. 

Fenômenos inexplicáveis

O que os cientistas acreditam que pode acontecer é que os fenômenos inexplicáveis ​​tornar-se evidente que a nossa compreensão do Universo, similar ao que aconteceria em um mundo de duas dimensões, como um avião, se algo se quebrou em três dimensões, como um cubo.

A possível abertura desta porta entre as dimensões seria muito curto, e iria fechar espontaneamente após diz o pesquisador, que acredita que no momento em que esta descoberta tem um uso prático.

Esta controvérsia coincidiu com a entrada em operação, mas com testes de potência reduzida, o Large Hadron Collider, um evento que já foi visto por alguns como sendo localizado atrás de uma série de estranhos eventos que tiveram lugar na do outro lado do planeta, na América do Sul, como uma série de apagões maciços no Brasil, 10 de novembro, ou cerca de terremotos no Chile e na Bolívia, apenas três dias após os primeiros testes parasen este acelerador de partículas.

A capacidade de entrar em contato com uma outra dimensão Significa explorar um território desconhecido, onde muitas coisas podem acontecer. É possível entrar em contato com uma dimensão habitado por seres estranhos? É, talvez, tentar uma versão alternativa do nosso mundo em que, por exemplo, não teria se tornado extintos dinossauros e desenvolveram uma civilização avançada, ou onde a ciência dos gregos antigos teria continuado a desenvolver, sem passar os mil anos de estagnação da Idade Média?
 
   
Fonte: http://sanguedodiabo.blogspot.pt/

Fantástica imagem mostrando a imensa quantidade de estrelas no centro da galáxia

o centro da via lactea

Não conseguimos ver o centro da galáxia usando telescópios ou mesmo a olho nu por causa de nuvens de gás e poeira, mas isto só vale para imagens na faixa da luz visível. 

O Telescópio Espacial Spitzer tem câmeras de infravermelho que são capazes de penetrar estas nuvens de gás e poeira e registrar a multidão de estrelas que se aperta próximo ao centro da Via Láctea.

Na imagem acima, várias fotos menores foram coladas em uma imagem panorâmica que se estende por 900 anos-luz de ponta a ponta (o mesmo que 9,8 km seguido de 15 zeros), mostrando em cores falsas as estrelas do centro galáctico. A codificação das cores é azulado para estrelas mais frias e antigas, e avermelhado para estrelas jovens e quentes, em berçários estelares.

Recentemente, foi descoberto que o centro da galáxia também é capaz de gerar novas estrelas, mesmo com a presença de um buraco negro supermassivo e de fortíssimos ventos estelares. Ele se encontra a cerca de 26.000 anos-luz de distância de nós, na direção da constelação de Sagitário

Fonte: http://hypescience.com/estrelas-no-centro-galactico/

quarta-feira, 18 de março de 2015

Eclipse Solar,Super Lua,Equinócio de Primavera - Sexta -Feira teremos três eventos celestiais raros


Como o eclipse mergulhará o Reino Unido e em outros lugares na escuridão esta sexta-feira, dois outros raros  eventos celestiais menos espetaculares terão lugar, também: uma Super Lua  e o equinócio da Primavera.A Super Lua , ou perigeu lunar, acontece quando a lua cheia ou nova faz o seu mais próximo flerte  da Terra, fazendo com que pareça maior do que normalmente faz. E o equinócio da primavera se refere ao tempo do ano, quando o dia e a noite têm a mesma duração, a meio caminho entre o maior e o mais curtos dias.O eclipse solar refere-se a um fenômeno em que o sol e a lua linha para cima, de modo que este último obscurece o antigo. E enquanto ele não será afetado pelos outros dois eventos, é raro que os três eventos acontecem mesmo individualmente.

Super Lua  

Na maioria das vezes, há entre três e seis Super Luas em um ano. Não está definido para ser de seis em 2015, dois dos quais já aconteceram. O próximo terá lugar no dia 20 de março, o dia do eclipse, e os outros virão em agosto, setembro e outubro.Em imagens: A maior super lua de 2014

Eclipses só podem acontecer na lua nova, quando a lua aparece é completamente na sombra. E as imagens espetaculares Super Lua que são muitas vezes vistos só pode acontecer quando a lua está cheia, uma vez que só pode ser visto depois.Como resultado, somente os três últimas Super luas deste ano serão visíveis- porque a lua é nova, em vez de cheia em 20 de março, não será visto. Mas vai ser deslizava-nos mais perto do que nunca, e sua sombra será visível uma vez que bloqueia a luz do sol na sexta-feira de manhã.Equinócio da Primavera 


O equinócio também vai acontecer em 20 de março enquanto ele não terá nenhum impacto direto discernível sobre a forma como o eclipse solar parece, vai contribuir para uma colisão rara de três eventos celestiais incomuns.Em 20 de março, o eixo da Terra será perpendicular para os raios do sol - o que só acontece duas vezes por ano, nos dois equinócios. Depois disso, ele vai começar a tombar, tornando os dias mais longo no hemisfério norte.Como tal, o equinócio tem sido celebrado como um tempo de início e de renovação, por um número de culturas históricas, e está ligada à Páscoa e Pessach.O equinócio vai acontecer ao mesmo tempo como um eclipse solar em 2053 e 2072, embora nem sempre aparece tão próximas quanto isso.

Fonte: http://www.independent.co.uk

As calorias e o envelhecimento - Portugueses chegam mais longe

Já se sabia que reduzir o consumo de calorias atrasa o envelhecimento. Mas cientistas da Universidade de Coimbra chegaram mais longe e explicaram o processo de reciclagem celular. Publicado da revista norte-americana Procedings of National Academy of Sciences, o estudo do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra descreve um mecanismo inédito que explica que a redução de calorias aumenta a molécula ‘neuropeptídeo Y’ (NPY), responsável por estimular a “reciclagem celular”.

Não era um dado novo: diminuir o consumo de calorias provoca o atraso do processo de envelhecimento. Cientistas da Universisdade de Tufts, nos EUA, tinham descoberto que pessoas que reduziram o consumo de calorias entre 10 e 30 por cento aumentaram a resposta do sistema imunológico e atrasaram o envelhecimento.

Mas uma equipa de cientistas da Universidade de Coimbra chegou mais longe. Uma investigação do Centro de Neurociências e Biologia Celular daquela universidade descreveu um mecanismo inédito que explica que a redução de calorias aumenta a molécula ‘neuropeptídeo Y’ (NPY), responsável por estimular a “reciclagem celular”.

O grupo estudou esta “reciclagem celular”, chamada de autofagia, nos neurónios de uma zona cerebral responsável pelo envelhecimento do corpo, o hipotálamo.

Os resultados sugerem que a redução de calorias, em percentagens de 20 a 40 por cento, sem se prescindir de nutrientes, pode atrasar o envelhecimento em ratinhos.

Este fenómeno explica-se com o aumento da produção de NPY que estimula, por sua vez, a autofagia no hipotálamo.

A líder do grupo de investigação, Cláudia Cavadas, sublinha que “este estudo foi realizado durante cerca de três anos no Centro de Neurociências e Biologia Celular"

"Envolveu vários investigadores, mostra, pela primeira vez, que o NPY no hipotálamo é um elemento fundamental para que ocorra um aumento da autofagia induzida pela restrição calórica”, realça.

Apesar de a comunidade científica já possuir o conhecimento de que a diminuição de calorias atrasa o envelhecimento, o grupo de investigação português chegou mais longe.

Descobriu que o NPY explica como esse atraso ocorre no hipotálamo, e é nesta molécula que poderá estar a chave para combater os impactos negativos do envelhecimento.

Fonte: http://www.ptjornal.com/clipping/2015/03/18/as-calorias-e-o-envelhecimento-portugueses-chegam-mais-longe.html

Bioética - Portugal permite sedação profunda para doentes terminais

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética lembrou hoje que em Portugal já é possível uma sedação profunda e contínua a pedido de doentes terminais, impedindo o sofrimento, à semelhança da lei aprovada em França.

 

De acordo com a agência France Presse, na terça-feira os deputados franceses aprovaram com larga maioria uma lei que permite uma "sedação profunda e continuada" dos doentes em fase terminal, ao mesmo tempo que fecharam a porta à eutanásia e ao suicídio assistido.

Em declarações à agência Lusa, Rui Nunes considerou positivo a criação de um diploma que legisle um direito fundamental das pessoas, alertando que é essencial definir limites éticos e médicos para uma intervenção como a sedação paliativa terminal.

O especialista lembra que a sedação paliativa é uma ferramenta de uso frequente por decisão médica e que o diploma francês vem consagrar que possa ser a pessoa a escolhê-lo quando ainda tem competência e capacidade para o efeito.

Em Portugal, através do testamento vital, já é possível pedir uma sedação contínua ou profunda.

"Não há motivo para isso não ser possível. Mas geralmente os doentes não estão devidamente informados sobre essa plausibilidade e portanto isso depois só se coloca geralmente quando já não é o doente que decide", especificou Rui Nunes.

Essa sedação já é possível em Portugal desde que "o objetivo principal seja avaliar o sofrimento, mesmo que pela via da inconsciência, e não uma forma encapotada de eutanásia".

O doente pode, em Portugal, deixar expresso que pretende, no caso de doença terminal, uma sedação paliativa e o médico tem de o cumprir caso isso não viole as leis da medicina, ou seja, caso não seja uma forma de eutanásia.

Segundo as linhas de orientação da Associação Portuguesa de Bioética, datadas de 2010, "a sedação paliativa contínua até à inconsciência" pode ser aplicada em doentes terminais e se o doente ou o seu representante legal (procurador de cuidados de saúde) prestaram consentimento válido e eficaz.

Além disso, deverão existir "sintomas graves e severos para os quais não haja tratamento adequado na perspetiva do doente".

É ainda dada a orientação de que a sedação profunda seja aplicada no caso de o doente estar "em profundo sofrimento existencial, sofrimento para o qual todas as alternativas de tratamento razoável e efetivo são para si inaceitáveis".

O presidente da Associação de Bioética vinca que está consensualizado na classe médica em geral que "a sedação paliativa terminal é sempre legítima, desde que não antecipe o momento da morte".

"É uma ferramenta de tratamento que tem como objetivo principal aliviar o sofrimento e não provocar a morte", especifica.

Apesar de já ser possível em Portugal a mesma medida aprovada em França, o especialista elogia o caso francês por criar uma lei específica para o efeito que consagre estes direitos de forma mais inequívoca: "Em parte pode ser enquadrado no testamento vital. Nada impede que acabe por fazer esta opção e a venha a plasmar num testamento vital. Mas a lei francesa especifica esta matéria e não a mete num pacote alargado como a que está sob a alçada do testamento vital. Haver uma lei é também um sinal que se dá à população, é uma opção ética da sociedade que é vertida em lei".

O testamento vital, ou diretiva antecipada de vontade, estabelece os cuidados de saúde que um cidadão deseja ou não receber no caso de se encontrar incapaz de expressar a sua vontade.

Não ser submetido a reanimação cardiorrespiratória, não ser submetido a meios invasivos de suporte artificial de funções vitais e não ser submetido a medidas de alimentação e hidratação artificiais que apenas visem retardar o processo natural de morte são algumas das opções constantes no testamento vital.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=764691

NASA observou poeira de nuvem excecionalmente brilhante em Marte

A inesperada mancha misteriosa que surge na atmosfera marciana é observada em altitudes orbitais de entre 93 milhas (150 quilómetros) e 190 milhas (300 quilómetros) acima da superfície.

A inesperada mancha misteriosa que surge na atmosfera marciana é observada em altitudes orbitais de entre 93 milhas (150 quilómetros) e 190 milhas (300 quilómetros) acima da superfície.

O vaivém espacial norte-americano MAVEN (sigla inglesa para Evolução Volátil e Atmosférica de Marte) anunciou hoje ter observado uma grande poeira de nuvem ou uma aurora excecionalmente brilhante, que atinge profundamente a atmosfera marciana.

A MAVEN é a primeira sonda encarregada de desvendar os mistérios do desaparecimento de grande parte da atmosfera de Marte num passado longínquo, e está na órbita marciana a seis mil quilómetros de altitude, mas, em cinco ocasiões diferentes, descerá a 125 quilómetros para obter leituras dos vários níveis da atmosfera.


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De acordo com uma nota hoje divulgada pela NASA, a inesperada mancha misteriosa que surge na atmosfera marciana é observada em altitudes orbitais de entre 93 milhas (150 quilómetros) e 190 milhas (300 quilómetros) acima da superfície, mas "tem origem e composição do pó desconhecidas".

A agência norte-americana assegurou que a poeira de nuvem não representa perigo para esta e outras naves espaciais em órbita em Marte, mas não sabe dizer se é um fenómeno temporário ou algo duradouro, nem sequer se existe algum processo conhecido em Marte que possa explicar o aparecimento de poeira nos locais observados durante cinco dias.


Citada no comunicado hoje divulgado na página da Internet da NASA, Laila Andersson, investigadora do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, em Boulder, considerou que, "se o pó tem origem na atmosfera, isto sugere que se está a desperdiçar algum processo fundamental na atmosfera de Marte".

"A densidade da nuvem é maior em altitudes mais baixas. No entanto, mesmo nas áreas mais densas ainda é muito fina. Até o momento, nenhuma indicação de sua presença tem sido vista em observações de qualquer dos outros instrumentos de MAVEN", refere a nota.

A nuvem foi detetada pela Langmuir Probe and Waves (LPW), Sonda e Ondas Langmuir, um instrumento que explora o limite e a densidade da ionosfera, permitindo fazer o cálculo da fuga atmosférica.

"O que é especialmente surpreendente na Aurora que vimos é o quão profundo ocorre na atmosfera - muito mais profundo do que na Terra ou em outro lugar em Marte", disse Arnaud Stiepen, membro da equipa de pesquisadores da Universidade de Colorado.

O investigador principal da missão, Bruce Jakosky, considerou "excelentes" os dados da missão espacial, cujos resultados foram apresentados numa Conferência de Ciência Planetária, que decorre no Texas.

Em novembro de 2013, a MAVEN entrou na órbita do planeta vermelho para desvendar os mistérios do desaparecimento de grande parte da atmosfera de Marte num passado longínquo, e está a tentar verificar quanto e quais os tipos de radiação que estão a chegar ao Sol e em outras fontes cósmicas, e pretende perceber como isso afeta a atmosfera superior daquele planeta.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4461531&page=-1








17/03/2015 - A maior tempestade solar a atingir a Terra

Poderosa tempestade solar está a atingir a Terra


A tempestade foi gerado por uma grande CME, e uma série de erupções de classe M de 15 de março, o que inicialmente seguiu um alargamento X2.2 em 11 de Março de 2015.

A explosão de partículas sempre leva 2-3 dias para chegar a Terra (o tempo de viagem física das partículas carregadas).

O X2.2, e este mais recente tempestade solar pode tanto ser visto na MIMIC imagens de fundo em microondas. Este é um uso não intencional do total de precipitação 32GHz transformou visão composta dos sistemas climáticos das terras.
Acima: Duas explosões grandes pode ser visto atingir a Terra. A primeira onda de energia era de flare classe X2.2 em 11 de março de 2015 .. demorou 3 dias para chegar à Terra. A segunda explosão é muito maior, associada a um grande CME que também foi dirigido Terra. Demorou 2 dias para chegar em Terra (maior velocidade de partículas ejetadas - mais força por trás da quebra de filamento).

Como se vê, sempre que há uma grande Terra enfrentando explosão solar, ou uma grande Terra enfrentando CME (ejeção de massa coronal), este sistema em particular, na verdade, mostra a explosão de entrada, uma vez que atinge a Terra .

Esta imagem mostra a mais recente explosão de entrada sobre meio, hoje 17 de marco de 2015:
Acima: Uma vista deslumbrante da tempestade solar incidente em 16 de marco de 2015 vai ao artigo 17 de Março de 2015. Visto no MIMIC 32GHz transformou microondas visão composta de precipitação total, esta explosão é uma das distorções mais impressionantes já vistas. A grande explosão está causando excitação na faixa de 32GHz, o que mostra temporariamente como "precipitação" sendo gerado ao longo de algumas horas. Não precipitação real na atmosfera superior, apenas o reflexo e distorção do computador iria associar com algo fisicamente estar lá

Fonte:dutchsinse.com/3172015-major-solar-storm-hitting-earth-seen-on-the-mimic-microwave-imagery/

A um passo de Marte - Nasa faz primeiro teste de poderoso foguete

A Nasa realizou nesta quarta-feira um primeiro teste em solo de um foguete auxiliar destinado a equipar o futuro veículo de lançamento de carga pesada da agência espacial norte-americana, o "Space Launch System" (SLS), que será utilizado para cumprir a meta de viajar até Marte. 

"Teste fantástico, resultado fantástico", comemorou Alex Priskos, um dos encarregados do sistema de propulsão dos ônibus espaciais da Nasa. 

Preso horizontalmente ao solo na base de uma montanha em Utah, o foguete auxiliar de 54 metros de comprimento funcionou como previsto, após ser aquecido durante dois minutos para testar o desempenho do sistema quando for eventualmente lançado. 

Mais de 500 sensores registraram os dados emitidos, que serão analisados nos próximos meses. 

O arranque do motor do foguete foi feito a uma temperatura ambiente elevada para simular um lançamento no verão, quando a atmosfera supera os 35° C.

Outro teste está previsto para o início de 2016, com temperaturas muito frias, no intuito de simular um lançamento no inverno.

O futuro veículo de lançamento de carga pesada da Nasa será equipado por estes dois foguetes de reforço para a decolagem, que são versões modernizadas e mais potentes que as usadas para o ônibus espacial.

Eles permitirão dispor de 75% da força propulsora do SLS durante os dois primeiros minutos do lançamento. O restante será garantido pelos quatro motores criogênicos RS-25 do lançador, que provêm também do ônibus.

O último ônibus espacial voou em julho de 2011.

O SLS realizará seu primeiro voo de testes em 2018 e lançará na ocasião a cápsula Orion. No futuro, esta cápsula transportará dois astronautas norte-americanos para as missões ao redor da Lua, de um asteroide e, no longo prazo, até Marte, possivelmente em 2030.

A cápsula Orion realizou seu primeiro voo-teste sem astronautas em dezembro de 2014, quando deu voltas ao redor da Terra para testar seu escudo térmico ao voltar para a atmosfera. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/a-um-passo-de-marte-nasa-faz-primeiro-teste-de-poderoso-foguete,ca2b239a0ca0c410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html

China lançará mais de 40 veículos no espaço em 2015

A China porá em órbita neste ano mais de 40 veículos espaciais em 20 missões, segundo anunciaram nesta quarta-feira as autoridades espaciais chinesas à imprensa oficial.

A maior parte destes veículos serão satélites, esclareceu Zhao Xiaojin, diretor da Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China.

"Serão principalmente satélites de comunicação ou geoestacionários que orbitarão a uma altura de 36.000 quilômetros", explicou Zhao.

"Também serão enviados alguns satélites para observar a Terra assim como satélites de navegação para o sistema Beidou" (um equivalente nacional ao GPS americano), acrescentou.

Zhao também destacou que o trabalho continuará no programa lunar chinês, as chamadas missões Chang E.

"Fizemos grandes avanços na maior parte da tecnologia necessária para a missão Chang E 5. Neste ano vamos realizar mais testes na Terra, sobretudo aqueles que simulam as condições do meio ambiente na Lua", completou.

O programa espacial chinês lançou por enquanto três missões ao satélite terrestre e planeja que a Chang E 4 chegue à lua por volta do final desta década, e que a quinta missão seja posterior a 2020. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/china-lancara-mais-de-40-veiculos-no-espaco-em-2015,3942c9be51b2c410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

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