terça-feira, 26 de maio de 2015

Seis evidências de que estamos mais próximos de encontrar extra-terrestres do que julgamos

Antes, achávamos que ET era só coisa de cinema. Ninguém realmente pensava que encontraríamos aliens tão em breve, pelo menos não na comunidade científica. Mas recentes descobertas têm lentamente mostrado que isso é mais provável do que imaginávamos.

6. A vida pode começar em condições do espaço profundo

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Apesar do que o fungo que cresce em sua parede do banheiro parece indicar, a vida não pode simplesmente aparecer em qualquer lugar. O espaço profundo, por exemplo, é tão inóspito que nem mesmo os componentes mais básicos da vida poderiam sobreviver lá.
Ou pelo menos é o que pensávamos até recentemente, quando cientistas da NASA reproduziram os blocos de construção da vida e precursores de material genético em condições espaciais, simuladas no Centro de Pesquisa Ames, no Vale do Silício, nos EUA. O experimento mostrou que o cosmos pode ser repleto de todos os tipos de guloseimas biológicas que podem chover sobre planetas e semear a vida.
Antes, costumávamos pensar que os primeiros organismos terrestres só puderam ser concebidos graças às condições especiais da Terra jovem, quando uma combinação de fontes hidrotermais e radiação solar permitiu que a vida surgisse. Mas os cientistas mostraram que não só não precisamos de um planeta, como não precisamos de eventos ecológicos para formar bases genéticas.
Eles colocaram compostos orgânicos que podem ser encontrados em todo o cosmos em um tubo e eletrocutaram a mistura com radiação UV. Uracil, citosina e timina saíram dessa mistura – componentes-chave do RNA e do DNA. Este é um cenário muito provável de ocorrer em todo o universo, de acordo com os pesquisadores.

5. Há MUITOS planetas habitáveis lá fora

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Mesmo que moléculas surjam aleatoriamente no espaço, elas precisam pousar em um planeta onde a vida pode sobreviver, certo? E a Terra parece ser bastante única nesse quesito.
Só que não. Estamos começando a descobrir que existem muitos planetas potencialmente habitáveis no universo. Em 2013, astrônomos da Universidade da Califórnia em Berkeley e da Universidade do Havaí (EUA) concluíram que só a Via Láctea – uma espiral de 100.000 anos-luz de comprimento – pode ter 20 bilhões de planetas como a Terra orbitando suas estrelas.
Os pesquisadores extrapolaram esse número a partir de dados fornecidos pelo Observatório Kepler. Ao longo dos últimos cinco anos, ele rastreou 150.000 estrelas e descobriu mais de 4.000 candidatos a planetas extra-solares. Tornou-se evidente que cerca de 20% das estrelas em nossa vizinhança galáctica possuem planetas – a sósia mais próxima reside apenas cerca de 12 anos-luz de distância -, de forma que, em uma escala universal, com várias centenas de bilhões de galáxias, há potenciais bilhões de trilhões de planetas semelhantes à Terra – e isso é somente em estrelas parecidas com o sol.
Essa conta ainda exclui as exoluas, ambientes que podem ser tão habitáveis quanto os planetas. Ou seja, um desses muitos mundos TEM QUE ter vida alienígena, não? Seria muito bizarro caso contrário.

4. A vida na Terra começou um bilião de anos mais cedo do que pensávamos

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A fim de abrigar vida, um planeta não só precisa estar no lugar perfeito, como também precisa estar com a idade perfeita. A Terra tem 4 bilhões de anos e um pouquinho, mas a vida só apareceu aqui na metade desse tempo. Antes disso, nosso planeta era um monte de lixo fumegante com uma atmosfera tóxica. Se até mesmo planetas habitáveis passam por bilhões de anos de esterilidade hostil, então as chances de encontrar vida neles são bastante reduzidas, certo?
Não, porque (e você pode estar começando a notar um padrão neste artigo) tudo o que pensávamos estava errado. Em fevereiro, cientistas anunciaram que encontraram evidências de que a vida borbulhou na lama primitiva da Terra um bilhão de anos mais cedo do que acreditava-se. Isso significa que os primeiros organismos do nosso planeta têm 3,2 bilhões anos de idade.
Os pesquisadores determinaram isso analisando rochas extremamente antigas na Austrália. Eles descobriram evidências de conversão de nitrogênio, gás essencial para os primeiros organismos. Estas criaturas embaraçosamente simples espalharam-se sobre a terra, formando uma película de células espessa que cobria superfícies, se alimentando desse nitrogênio – daí os vestígios encontrados nas rochas. Como elas “arrotavam” oxigênio, as criaturas acabaram transformando nossa atmosfera em um lugar mais digno para organismos multicelulares viverem.
Se enzimas complexas produzidas por criaturas vivas existiam no nosso planeta 3,2 bilhões de anos atrás, isso significa que tais fenômenos podem ocorrer mais facilmente e mais frequentemente do que pensávamos. Tipo em outros planetas.

3. Nós já encontramos exemplos de vida em condições extremas aqui na Terra

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A evidência de que vida extraterrestre em condições duras é possível pode ser encontrada aqui na Terra, onde até mesmo os ambientes mais extremos são o lar doce lar de uma variedade de espécies (superestranhas).
Esse animal bizarro abaixo, por exemplo, é o peixe que vive em águas mais profundas já descoberto (ele não foi mais especificamente classificado porque os cientistas não conseguem olhar para ele por muito tempo sem chorar). A 8.138 metros no fundo do mar, essa criatura translúcida de pele fina não parece ser tão durona a ponto de aguentar viver sob tamanha pressão, mas faz exatamente isso.
Em profundidades de mais de 9 quilômetros, os pesquisadores também já descobriram gigantescos camarões albinos que podem passar cerca de um ano sem comer.
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Aliás, os cientistas encontraram todo um ecossistema ativo na parte inferior do oceano. A Fossa das Marianas penetra quase 12 quilômetros na crosta, mas há um verdadeiro viveiro de bactérias e outros seres minúsculos nas suas profundezas.
Espécimes igualmente resistentes foram encontrados em outros ambientes extremos que não o fundo do mar. Por exemplo, cientistas extraíram recentemente um vírus de 30.000 anos de idade (foto acima) do chão da Antártida. Apesar de estar congelado há muito tempo, ficou instantaneamente infeccioso quando descongelou. Felizmente, só alveja amebas (ainda assim, te perdoo se estiver ligeiramente em pânico por estarmos desenterrando vírus antigos gigantes).

2. Mofo e líquen amam o espaço

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Sim, a vida é mais resistente do que pensávamos, e certos organismos não acham o espaço inóspito tão inóspito assim.
Por exemplo, esporos de mofo enviados ao espaço retornaram ilesos após 18 meses na superfície exterior da Estação Espacial Internacional. Alguns dos indivíduos menos resistentes aos raios UV morreram em um grande drama cósmico, mas uma boa parte voltou para casa para suas esposas e filhos.
Da mesma forma, um estudo exobiológico realizado pela Agência Espacial Europeia lançou um veículo cheio de líquenes (pequenas comunidades de células de algas e fungos) para a órbita baixa da Terra, onde foram eles expostos ao vácuo cósmico letal por 14,6 dias. Perturbadoramente, eles retornaram à Terra com dano celular zero (e provavelmente com um bronzeado de dar inveja).
Na verdade, a vida provou ser tão durável no espaço que, curiosamente, tornou-se um problema para a NASA. Micróbios no interior da estação espacial multiplicam-se rapidamente. Mesmo a respiração de um astronauta pode transportar criaturas que se instalam em superfícies, colocando a missão toda em risco.
À luz de tudo isso, a agência espacial faz enormes esforços para não contaminar ambientes imaculados com intrusos terrestres. Espalhar germes do nosso planeta pelo universo iria atrapalhar descobertas científicas, além de outras potenciais consequências péssimas que não precisamos descobrir quais são.

1. Há água por todo o sistema solar

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Água é um componente-chave para a vida, mas, até onde sabíamos, o universo parecia um lugar bem seco comparado a Terra.
Agora, a NASA e outras agências espaciais estão descobrindo que ele é na verdade um parque aquático gigante.
Mesmo nosso sistema solar é mais úmido do que havíamos pensado. Até o pequeno e distante Plutão tem um ecossistema potencialmente molhado com gêiseres impressionantes.
Além disso, os cientistas desconfiam que existe um oceano salgado em Ganimedes, a maior lua de Júpiter e do sistema solar. Na verdade, esse oceano parece ser subterrâneo e pode ter quase 100 quilômetros, ou seja, pode ser 10 vezes mais profundo do que o nosso.
Depois, há Enceladus (foto acima), uma lua de Saturno que não para de nos surpreender com a sua hospitalidade. Além de um oceano subterrâneo e vulcões de gelo, os pesquisadores descobriram recentemente que a lua tem respiradouros hidrotermais profundos, assustadoramente semelhantes aos do nosso próprio oceano, que espalham o mesmo tipo de lodo orgânico que eventualmente formaram os hominídeos comedores de pizza aqui na Terra.
Aparentemente, até Marte era um paraíso tropical 4,5 bilhões de anos atrás, quando possuía um mar do Norte com mais água do que o Oceano Ártico e espalhado por uma área maior do que o Oceano Atlântico. Ele cobriu um quinto do planeta durante centenas de milhões de anos, antes de evaporar lentamente e nos deixar com o deserto seco que vemos hoje. De acordo com a seguinte simulação, Marte se parecia com o logotipo do Firefox:
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É… Parece que, se não encontrarmos aliens logo, é porque eles estão se escondendo de nós.

Fonte: http://hypescience.com/6-razoes-pelas-quais-estamos-mais-perto-de-encontrar-aliens-do-que-voce-pensa/

Cientistas identificam diferença genética entre pessoas que acordam cedo e tarde

Você prefere levantar-se de madrugada, ou ficar acordado até altas horas?
Sua resposta a esta pergunta provavelmente depende da sua idade. Mas, de acordo com as últimas pesquisas científicas, está ficando cada vez mais claro que essa resposta também depende dos seus genes.
acordar relogio biologico diferencas genes dna

Ser um madrugador ou preferir uma noitada podem ser características familiares que apresentam uma forte ligação genética. Agora, os pesquisadores começaram a desvendar as causas subjacentes que fazem você acordar com as galinhas ou ser uma verdadeira coruja.

A genética do sono

O estudo, publicado recentemente, usou moscas-da-fruta para olhar para as variações genéticas que poderiam desempenhar um papel na determinação se um indivíduo pertence a uma dessas categorias distintas.
Estes organismos-modelo foram escolhidos para o desenvolvimento da pesquisa porque têm um “relógio genético” muito semelhante ao de seres humanos (quem diria?), de modo que os pesquisadores pensam que os genes das moscas podem ter uma função semelhante que os nossos.
Depois de vasculhar seus genomas, eles foram capazes de identificar cerca de 80 genes relacionados com as diferenças de comportamento.

Pico

De acordo com o Dr. Eran Tauber, um dos coautores no estudo, a maioria das pessoas acham que seu desempenho está no pico em momentos específicos do dia. Sendo assim, o impacto dessa preferência sobre saúde e comportamento é bem documentado, mas a base molecular é em grande parte desconhecida.
A equipe de pesquisadores da Universidade de Leicester, na Inglaterra, identificou as duas diferenças de preferências comportamentais das moscas, ou cronotipo, ao observar em que ponto no dia elas surgiam. Algumas preferiam a parte da manhã, mas outras preferiam atacar no final do dia.
Esse fato levou os pesquisadores a separar os animais em cronotipos diferentes com uma base genética para cada tipo de comportamento.
A partir daí, eles fizeram uma análise de DNA nas moscas durante as 24 horas que antecederam a sua aparição, e descobriram que elas não tinham os mesmos genes ativos.

Variações genéticas

Como o Dr. Tauber explicou, olhar para a expressão do gene era apenas uma parte da pesquisa. Uma pergunta óbvia que os cientistas tinham que responder era o que faz com que a expressão dos genes seja diferente em tipos de pessoas. Esta diferença é principalmente devido a variações genéticas nas suas sequências de DNA – o que significa que pessoas com hábitos de sono diferentes têm genética diferentes.
Isto também significa que os processos moleculares que contribuem para o relógio genético dessas características não é apenas retardado um em relação ao outro, como se pensava anteriormente, mas sim inteiramente diferentes.
“Uma vez que a expressão do gene é retardada, uma cascata completamente diferente de eventos moleculares é realizada. O ponto final pode ser semelhante, mas as diferentes vias moleculares resultam em um tempo de percurso diferente”, explica Tauber.
A pesquisa é interessante para nós porque, de acordo com os autores do estudo, costumamos estar fora de sincronia com os nossos ritmos naturais. Entender como funciona o nosso relógio genético poderia ajudar a melhorar a forma como vivemos e trabalhamos.

Fonte: http://hypescience.com/cientistas-identificam-diferenca-genetica-entre-pessoas-que-acordam-cedo-e-tarde/

Encontrado animal que se julgava extinto

Varredura de microscópio eletrônico das aberturas do Protulophila em uma minhoca marinha
Varredura de microscópio eletrônico das aberturas que o Protulophila vive

Um pequeno animal marinho que os cientistas pensavam estar extinto pelos últimos quatro milhões de anos acaba de ser encontrado vivinho da silva na Nova Zelândia.
Este “fóssil vivo” é um pólipo de tentáculos do gênero Protulophila. Anteriormente, ele só havia sido encontrado em depósitos fósseis no hemisfério norte, especificamente na Europa e no Oriente Médio.
Os cientistas pensam que sua história se estende 170 milhões de anos de atrás, no Jurássico Médio, antes de eles terem sido supostamente “extintos” no Plioceno. O último vestígio conhecido desses animais foi visto em rochas de quatro milhões de anos de idade.
Os paleontólogos pensavam que os Protulophila eram hidróides coloniais (semelhantes a uma hidra) relacionados com os corais e anêmonas do mar. O animal forma uma rede de canais e furos microscópicos no interior de tubos de vermes marinhos chamados de serpulídeos.

A surpresa

Este ano, exemplos fósseis mais novos foram descobertos por pesquisadores do Instituto Nacional de Água e Pesquisa Atmosférica da Nova Zelândia, do Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra, e da Universidade de Oslo, na Noruega, durante um trabalho de campo em Wanganui, na costa oeste da Ilha do Norte, na Nova Zelândia.
Eles encontraram evidências fósseis de pequenos pólipos Protulophila em tubos fossilizados em rochas jovens (geologicamente falando), com menos de um milhão de anos de idade.
Depois de encontrar os animais “extintos” nessas rochas, a equipe examinou o interior de tubos serpulídeos da coleção do Instituto Nacional de Água e Pesquisa Atmosférica e encontrou exemplos de Protulophila que tinham sido negligenciados.
Essas amostras tinham sido coletadas tão recentemente quanto em 2008, em águas com profundidade de 20 metros perto da cidade de Picton, no canto nordeste da Ilha do Sul, na Nova Zelândia.
Impressão artística de pólipos Protulophila com tentáculos, saindo dos tubos de serpulídeos
Impressão artística de pólipos Protulophila com tentáculos, saindo dos tubos de serpulídeos

Não só vivo, como já conhecido

Agora, os cientistas sugerem que Protulophila seja a fase de pólipo de um hidróide cujo apenas o estágio de medusa é conhecido.
“Muitas espécies de hidrozoários têm um ciclo de vida de dois estágios e, em muitos casos, essas duas fases acabam não sendo relacionadas [pelos cientistas]. Nossa descoberta pode, portanto, significar a resolução de dois quebra-cabeças ao mesmo tempo”, explica Dennis Gordon, do Instituto Nacional de Água e Pesquisa Atmosférica da Nova Zelândia.
A equipe agora espera coletar amostras frescas do animal “ressuscitado” para realizar um sequenciamento genético.

Fonte: http://hypescience.com/animal-extinto-e-encontrado-vivo-na-nova-zelandia/

Enormes objetos não identificados capturados pelo SOHO

Durante as últimas semanas vários UFOs 'voador' foram vistos em imagens capturadas pelo satélite SOHO.
Parece que as atividades de objectos não identificados em torno do Sol ainda não terminaram, pois, mais uma vez dois deles foram detectados em imagens da NASA tomadas pelas câmeras C2 e Lasco Lasco C3, respectivamente em 20 de maio e 23 de maio de 2015. 
Nosso Sol tem tido muito trafego dos citados objectos  ao longo dos últimos anos, mas podemos nos perguntar se há algo acontecendo como há muito mais atividade perto do sol do que antes.
 
Ver vídeos abaixo:



Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Spice - A perigosa alternativa à maconha

Com popularidade em alta, droga criada em laboratório pode ser até cem vezes mais potente e tem causado mortes e internações, preocupando diversos governos.
 
Uma droga sintética chamada spice foi apontada como causa da hospitalização de cinco estudantes britânicos, dois deles em estado crítico. Mas o que é Spice e por que ela é tão popular e causa tanta preocupação?
Spice é o nome mais comumente associado a drogas criadas em laboratório com efeito semelhante à maconha, que é proibida em diversos países da Europa. No entanto, seus componentes químicos são diferentes e os efeitos colaterais foram pouco estudados até agora. Segundo especialistas, versões sintéticas como esta podem ser até cem vezes mais potentes do que a droga que ela imita.
A popularização do spice preocupa muitos governos. A União Europeia vem alertando para as "severas consequências adversas" que podem ser geradas por seu uso.
Apesar de usuários relatarem em fóruns que nunca sofreram efeitos colaterais, a spice foi ligada a várias fatalidades na Austrália e na Rússia. Nos Estados Unidos, Connor Reid, de 19 anos, entrou em coma e depois morreu.
"Pais, eduquem a si mesmos sobre as drogas sintéticas", disse sua família. "Elas estão se espalhando muito rápido. Façam isso por Connor."

Testes em animais

Substâncias que simulam o efeito da maconha, os canabinoides sintéticos, foram criadas há mais de 20 anos nos Estados Unidos para testes em animais que faziam parte de um programa de pesquisa sobre o cérebro.
Na última década, elas passaram a ser facilmente compradas por cidadãos comuns pela internet ou em tabacarias. Spice era originalmente o nome de uma marca, mas tornou-se um termo usado para se referir a estas novas drogas.
Normalmente, estas substâncias são borrifadas sobre ervas, que são fumadas como a maconha comum. Também vêm em tabletes ou como um líquido para ser usado em cigarros eletrônicos.
O governo britânico avalia banir todos os canabinoides sintéticos para dar fim ao que Trevor Shine, da empresa dedicada a identificação de drogas Tic-Tac, chama de "um constante jogo de gato e rato".
Isso porque, toda vez que uma droga é proibida, são criadas outras.
"Sempre que um tipo é banido, outro fora da restrição é criado", diz Shine. "Isso ocorre mais com canabinoides sintéticos do que com qualquer outra droga."
O governo britânico diz que mais de 500 novas drogas já foram banidas, e vários sistemas de alerta introduzidos e atualizados para identificar novas substâncias sendo vendidas no mercado.
Autoridades do país acreditam que banir completamente os canabinoides permitiria que as forças de segurança tivessem mais poder para combater o comércio ilegal de todas elas, sem precisar diferenciar as versões que podem ou as que não podem ter seu consumo reprimido.

Made in China

Acredita-se que a maior parte delas é produzida na China. Em 2013, a União Europeia identificou 81 novas substâncias psicoativas, das quais 29 eram canabinoides sintéticos.
Uma pesquisa realizada no Estado do Michigan, nos Estados Unidos, indica que ela é a segunda droga mais popular entre estudantes de ensino médio, atrás apenas da maconha.
Alguns canabinoides artificiais são bem mais potentes que outros, e seu consumo está ligado a problemas cardíacos, respiratórios e digestivos.
Outra preocupação, segundo o governo americano, é que pode haver resíduos de metais nas misturas, prejudiciais ao organismo. Mas não foram realizados testes suficientes para comprovar isso.
Enquanto as autoridades de diversos países enfrentam dificuldades com o que vem se tornando um grande negócio, usuários são prejudicados pela falta de informação confiável.
"Você não sabe o que está contido ali nem em que quantidade os produtos químicos foram usados", diz Mark Piper, da empresa de testes toxicológicos Randox Testing.
"Além disso, não há qualquer uso farmacêutico para estas substâncias, porque elas não foram feitas para serem usadas por humanos."

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/05/spice-a-perigosa-alternativa-a-maconha.html

Medicamento chinês que desacelera Alzheimer entrará em testes clínicos

Cientistas tiveram resultados positivos em testes com animais.
Fármaco teve efeito na melhora da memória e das habilidades cognitivas.
 
Uma medicamento elaborado por cientistas chineses que conseguiu resultados positivos na desaceleração do avanço do Alzheimer em animais entrará em breve em fase de testes clínicos, anunciaram os responsáveis pelo projeto.
O fármaco, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Saúde e Biomedicina de Cantão da Academia Chinesa de Ciências, vem mostrando efetividade na melhora da memória e das habilidades cognitivas de animais, explicou o diretor da equipe responsável pelo projeto, Hu Wenhui, à agência estatal de notícias "Xinhua".
Após uma bem-sucedida experiência em porcos da Guiné, foi decidido que na fase seguinte de desenvolvimento deste composto, chamado AD16, serão feitos testes com humanos.
O AD16 desacelera o avanço do Alzheimer, ao funcionar como um agente antineuroinflamatório que pode aliviar os danos causados pelas proteínas beta-amiloides nos neurônios.
Os fragmentos desta proteína são acumulados no cérebro das pessoas que sofrem de Alzheimer, formando depósitos que impedem que as células possam se conectar entre si e transmitir os impulsos nervosos, o que acaba afetando suas habilidades cognitivas e sua memória.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/05/medicamento-chines-que-desacelera-alzheimer-entrara-em-testes-clinicos.html



 

Estudo propõe atacar o vírus ebola inibindo proteína do próprio corpo

Ainda não há droga eficaz para tratar doença que matou mais de 11 mil.
Cientistas descobriram que doença usa proteína do corpo para se instalar.
 
Imagem do vírus ebola observado em um microscópio eletrônico: pesquisa descobriu alvo inédito para tratar ebola  (Foto: Frederick Murphy/CDC via AP) 
Imagem do vírus ebola observado em um microscópio eletrônico: pesquisa descobriu alvo inédito para tratar ebola (Foto: Frederick Murphy/CDC via AP) 
Infográfico sobre ebola, V6 (Foto: Infográfico/G1)
Pesquisadores descobriram um novo alvo para tratar o ebola. Esta é a primeira abordagem de tratamento que mira, não o vírus em si, mas uma proteína do próprio organismo do paciente. Chamada Niemann-Pick C1, ou NPC1, esta proteína é essencial para que o vírus ebola se instale nas células humanas e se replique.
Ainda não existe uma droga eficaz aprovada contra a doença. A maior epidemia já registrada, que teve início com a infecção de uma criança na Guiné em dezembro de 2013, já matou mais de 11 mil pessoas e infectou quase 27 mil.
A estratégia inédita baseia-se no seguinte mecanismo. 
Quando o vírus ebola penetra na célula do indivíduo, ele é envolvido por um tipo de uma bolha formada pela própria membrana da célula. 
Para se replicar, o vírus precisa sair dessa bolha e chegar até o citoplasma. 
O que os pesquisadores descobriram é que a proteína NPC1 é um componente essencial para que o vírus consiga se liberar dessa bolha e continuar seu ciclo de vida.
Para testar essa hipótese, o estudo expôs dois tipos de camundongos ao ebola: o primeiro grupo, do “tipo selvagem”, tinha a proteína NPC1.
 Já o segundo grupo não tinha o gene responsável pela produção da proteína.
O resultado foi que os camundongos com a proteína foram infectados, enquanto aqueles que não tinham a proteína ficaram livres da doença, já que o vírus não conseguiu se replicar.
O experimento foi desenvolvido por cientistas de duas instituições americanas – a Faculdade de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva e o Instituto de Pesquisas Médicas em Doenças Infecciosas do Exército dos Estados Unidos (USAMRIID) – e os resultados foram publicados na revista “mBio” nesta terça-feira (26).
 
Esperança de novas drogas

A ideia é que futuras pesquisas possam levar a drogas que inibam temporariamente a proteína NPC1, impedindo desta forma a instalação do vírus. “Nosso estudo revela que a proteína NPC1 é o ‘calcanhar de Aquiles' da infecção pelo vírus ebola”, diz um dos autores do estudo, Kartik Chandran, professor de virologia e imunologia da Faculdade de Medicina Albert Einstein.
Segundo um dos autores do estudo, Andrew S. Herbert, pesquisador sênior do USAMRIID, hoje ainda não existem drogas aprovadas capazes de impedir a conexão dos vírus com a proteína NPC1. "Ainda estamos em fases muito iniciais de desenvolvimento, mas já desenvolvemos vários candidatos a fármacos com atividade antiviral potente em células e esperamos começar os estudos em camundongos ainda este ano", afirmou Herbert, por e-mail.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/ebola/noticia/2015/05/estudo-propoe-atacar-o-virus-ebola-inibindo-proteina-do-proprio-corpo.html
 

Infecção por vírus ou bactéria pode provocar problemas cardíacos

Não é só a comida gordurosa e a falta de exercícios que fazem mal ao coração. Uma infecção, um resfriado... Eles podem virar um problema cardíaco, como a miocardite. O Bem Estar desta terça-feira (26) falou sobre isso. Participaram do programa o consultor e cardiologista Roberto Kalil e o cardiologista Nabil Ghorayeb.
Infecções na garganta ou uma simples gripe podem aumentar o risco de doenças cardíacas. Isso porque as bactérias e os vírus que a gente pega não ficam só no local da infecção. Eles caem na corrente sanguínea, circulam pelo corpo e o mais preocupante: podem chegar ao coração e agredir a fibra do músculo cardíaco.
Você já ouviu falar de miocardite? Quem já teve descreve os sintomas: dor no peito, falta do ar, palpitação. De acordo com o cardiologista Dirceu Rodrigues de Almeida, esse tipo de sintoma costuma aparecer até três semanas depois da infecção. Aí é preciso se cuidar logo. “Quanto mais tempo você demora a detectar ou interromper este processo inflamatório, maior o risco deste paciente morrer. Ele pode morrer por insuficiência respiratória, ele pode morrer por insuficiência cardíaca, por arritmia. É uma causa de morte súbita.”
A maioria das miocardites é transitória e evolui bem.  Passado o quadro de miocardite, pode haver uma sequela no coração. Fica uma espécie de fibrose, como se fosse uma cicatriz. Se for pequena não interfere em nada, mas dependendo do tamanho, pode levar a arritmias, por exemplo. Cerca de 10% das miocardites podem ser graves e levar a um quadro mais sério de insuficiência cardíaca. Dessas graves, 5% são contornáveis com remédios, suporte circulatório ou transplante, e 5% pode levar à morte, é a chamada miocardite fulminante.

Sinais do coração

Medir o pulso ajuda a descobrir problemas no coração. Você sabia? Um paciente com taquicardia tem a pulsação elevada. Chega a 193 batimentos por minuto, quando o ideal é entre 60 e 90 batimentos.
Se o coração está batendo muito rápido, acima de 90 por minuto em repouso, pode ser sinal de doenças como anemia ou hipertireoidismo. Se acontecer o contrário, batimento menor que 60 por minuto, o paciente pode estar com bradicardia, que é sinal de problemas cardíacos ou do próprio envelhecimento.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/05/infeccao-por-virus-ou-bacteria-pode-provocar-problemas-cardiacos.html

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Teria um cometa aniquilado uma civilização avançada na Terra há 13000 anos ?

Graham Hancock, autor de um controverso novo livro, argumenta que uma cultura antiga na Antártica, altamente avançada, foi aniquilada há 13.000 anos por um cometa, porém, seus conhecimentos, como a astronomia e a matemática, foram repassados para outras civilizações. 
Graham Hancock: Cometa aniquilou civilização avançada há 13.000 anos.
Graham Hancock: Cometa aniquilou civilização avançada há 13.000 anos.

Quando o Hancock escreveu o livro Fingerprints of the Gods (As Digitais dos Deuses), ele foi zombado por acadêmicos, porém o livro se tornou uma sensação.

Apesar de ter vendido estimados 3 milhões de exemplares, o programa BBC Horizon tentou demolir sua teoria.

Paul V. Heinrich, um geólogo estadunidense, escreveu: “Ao invés de se deparar com um mistério arqueológico, ele meramente criou um“.

Agora, 20 anos mais tarde, Hancock está para publicar uma sequência de seu livro, intitulada Magicians of the Gods (Mágicos dos Deuses – trad. do título livre, n3m3), com 500 páginas, o qual ele acredita irá provar que seus críticos estão errados.

Citando pesquisas científicas e arqueológicas, Hancock, um ex-jornalista, disse ao Sunday Times: “Em 1995, escrevi um livro sobre todas estas pisas – as impressões digitais – que apontavam à existência desta civilização perdida. Mas o que faltou foi a prova final. Agora eu a tenho. Uma série de documentos em publicações geofísicas e geológicas tem mostrado evidências de que a Terra realmente foi atingida por um cometa há 12.800 anos, o que é exatamente o proposto por mim no livro“.

Hancock argumenta que a existência do cometa foi ocultada, por ter atingido o gelo e não ter causado uma cratera. Mas ele reconhece que muitos irão ridicularizar seu novo livro, que será publicado em setembro.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/05/25/teria-um-cometa-aniquilado-uma-civilizacao-avancada-na-terra-ha-13-000-anos/#axzz3bAoi66oX

Rússia - Crateras ultiplicam-se nos Urais

Houve um novo caso de aluimento de terras na província russa de Perm, juntando-se um número de crateras que têm aparecido na região dos Urais nos últimos anos. 
O último fosso, que é de 20 metros de diâmetro e 10 metros de profundidade, foi descoberto em um pomar por um residente de uma aldeia a 20 quilômetros da cidade de Alexandrovsk, Vesti relatou. 
Ao mesmo tempo, uma das crateras que se originou em fevereiro, na mesma província já aumentou seu tamanho por quatro. 
O buraco na cidade de Berezniki tem um diâmetro de 22 metros, enquanto atualmente a sua profundidade permanece nove metros. 
As autoridades locais atribuem seu crescimento ao degelo. Esta abertura do chão, se encontra perto do edifício da velha escola, relata o portal RuNews24. 
Recentemente, na mesma área outra cratera apareceu em Solikamsk na região de Perm. O tamanho deste buraco também segue crescendo.
Os cientistas ainda não chegaram a uma conclusão definitiva sobre a natureza deste fenômeno, encontrando o degelo e os impactos da mineração entre as principais hipóteses. 
Esses tipos de buracos começaram nas cidades do Distrito Federal dos Urais na década de 1980.
 
Fonte: RT.

Como Fizeau mediu a velocidade da luz no século 19

Existem alguns experimentos na história da ciência que, de tão engenhosos e brilhantes, parecem terem saído de algum filme de ficção científica. Um desses experimentos foi feito em 1849, na França, e tinha como objetivo medir a extraordinária velocidade da luz.
Esquema Fizeau
Quando se fala em velocidade da luz, quase todo mundo tem em mente algo muito rápido, praticamente instantâneo. Muitos pensadores, entre eles Aristóteles (384 AC) e Hero de Alexandria (10 DC) acreditavam que a luz tinha "velocidade infinita". Essa opinião também foi compartilhada por Johnnes Kepler (1571) e Renê Descartes (1596).

Outros pensadores e matemáticos, como o grego Empédocles (490 AC) e o turco Tagi al-Din (1526), pensavam diferente e acreditavam que a luz tinha sim alguma velocidade, mas não sabiam exatamente qual.

Em 1683, Galileu fez alguns experimentos usando lanternas acesas sobre duas colinas e conclui que se a velocidade da luz era finita e muito rápida.

Outros experimentadores também fizeram tentativas de medir a velocidade da luz, mas os métodos usados deixavam muito a desejar em termos de confiabilidade e precisão, até que surgiu em cena Armand Hyppolyte Louis Fizeau, um físico francês nascido em Paris em 1819.

Obcecado pela ciência, Fizeau construiu uma máquina bastante simples (e por isso mesmo maravilhosa) e que tinha a extraordinária missão de medir cientificamente a velocidade da luz.

O engenho era realmente fantástico. Consistia de uma roda dentada com 720 dentes, um espelho semitransparente, um espelho simples, um conjunto de lentes e uma fonte intensa de luz.

O objetivo era fazer a luz da tocha atingir o espelho semitransparente colocado em ângulo de 45 graus. O feixe refletido pelo espelho passaria por um dos vãos da roda dentada até atingir o segundo espelho colocado estrategicamente em uma montanha situada a cerca de 8 km de distância.
Ali, o feixe de luz seria refletido de volta, passaria novamente pelo vão da roda dentada e atravessaria novamente o espelho semitransparente até chegar aos olhos de Fizeau.

O Experimento
Em seu laboratório em Mont Valérien, nos arredores de Paris, Fizeau iniciou o experimento apontando a saída do feixe de luz para o topo de Montmatre, a 8633 metros de distância.

Com a roda dentada parada, a luz passava pelo vão entre dois dentes, batia no espelho em Montmatre e retornava para o ponto de origem, passando exatamente pelo mesmo vão entre os dentes. Por atrás do espelho semitransparente, através das lentes Fizeau observava o reflexo da luz.
Foi então que a mágica aconteceu. Fizeau pôs a roda a girar aumentando gradativamente a velocidade até que em um determinado instante o reflexo rebatido pelo espelho em Montmatre sumiu. Diminuindo a velocidade, o raio voltou a aparecer.

Fizeau concluiu que o feixe de luz que passava pelo vão da roda e era rebatido pelo espelho de Monmatre estava sendo bloqueado pelo dente seguinte ao vão e isso acontecia quando a velocidade de rotação da roda era de 12.5 rotações por segundo.

Como sua roda dentada tinha 720 dentes, a luz estava passando pelo vão 9000 vezes por segundo e a alternância entre um dente e um vão ocorria 18 mil vezes por segundo, ou seja, a luz passava e era bloqueada uma vez a cada 0.000055 segundo.

Assim, se a luz demorou 0.000055 segundos para viajar 17266 metros (ida e volta de Mont Valérien a MontMatre), então em um segundo a luz viajaria por 310787 km.

Dessa forma simples e engenhosa, Fizeau determinou pela primeira vez de forma científica a velocidade da Luz. Hoje em dia, sabe-se que esse valor é ligeiramente inferior, da ordem de 299792,458 km/s, mas considerando-se a época os valores de Fizeau não foram tão ruins assim! 

Fonte: http://www.apolo11.com/invencoes_descobertas.php?posic=dat_20140228-115450.inc 

Paradoxo de Fermi - A explicação da ciência pela “ausência” de contato extraterrestre

Embora haja milhares de registros fidedignos de indícios de contato com civilizações extraterrestres em nosso planeta (e quem duvida disso é só pesquisar de forma séria que encontrará os indícios), a ciência convencional não admite esta possibilidade. Para ela, absolutamente todos os testemunhos de milhares de pessoas no mundo todo – inclusive indivíduos de renome, tais como militares, astronautas, agentes governamentais, presidentes, etc. – são meramente produtos de imaginações férteis.

Mas, como então a ciência explica a ausência de outras civilizações, considerando-se a absurdamente enorme quantidade de estrelas lá fora somente em nossa galáxia, cada uma delas sendo a possível anfitriã de pelo menos um planeta?

Veja no vídeo legendado abaixo um posicionamento científico ilustrando a alegada ausência de contato alienígena conosco, através do Paradoxo de Fermi. Para aqueles que não sabem, o Paradoxo de Fermi é a aparente contradição entre a altíssima probabilidade da existência de civilizações extraterrestres e a (alegada) falta de evidências disto:


Fonte: http://ovnihoje.com/2015/05/25/paradoxo-de-fermi-a-explicacao-da-ciencia-pela-ausencia-de-contato-extraterrestre/#axzz3bAoi66oX

Estudo conclui que Polvos podem «ver com a pele

Polvos podem «ver com a pele», conclui estudoO sofisticado sistema de segurança dos polvos ganhou mais um elemento conhecido após a publicação de uma pesquisa no Journal of Experimental Biology, no dia 15 de Maio. Mestres do disfarce, os polvos conseguem mudar a cor, padrão e textura das suas peles para se camuflar com o meio.

Até então, acreditava-se que os polvos captassem informações do meio ambiente pelos olhos, como luz e cor, e enviassem sinais para as células da pele, chamadas de cromatóforos. Após uma biópsia nas células da pele dos polvos, ficou claro que podem agir mesmo sem sinais enviados pelos olhos do animal e, consequentemente se camuflar com o meio ambiente sem precisar que o olho detecte a cor e luz.

Os cientistas Desmond Ramirez e Todd Oakley da Universidade da Califórnia, nos EUA, e os investigadores Alexandra Kingston e Thomas Cronin, da Universidade de Maryland, também nos EUA realizaram pesquisas distintas, mas que se complementaram para a publicação do artigo.

Além disso, os cientistas descobriram que proteínas análogas às chamadas opsinas, que são encontradas nos olhos e responsáveis pela captura da luz, também são produzidas na pele dos polvos. A partir da biópsia da pele dos polvos, os cientistas ficaram impressionados com a expansão dos cromatóforos, responsáveis pela mudança de cor da pele, ao serem expostos à luz.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=774469

Japão estuda medidas para reduzir impacto do calor nos Olímpicos de 2020

AFP PHOTO/ KAZUHIRO NOGI 

O governo japonês está a estudar várias medidas para combater o calor na capital, Tóquio, durante os Jogos Olímpicos de 2020, nomeadamente um material de pavimentação capaz de diminuir a temperatura e promover a criação de espaços verdes.
O Executivo teme que as altas temperaturas do Verão possam afectar as maratonas de Tóquio e outros eventos desportivos, tornando-se necessário alcançar um ambiente confortável não só para os atletas como ainda para os milhões de visitantes que são esperados, provenientes de todo o mundo.
Entre as várias medidas que estão a ser consideradas está também a incorporação de equipas médicas de emergência para tratar as pessoas, na sequência de ondas de calor, além de colocar mais estádios e novas instalações desportivas, de acordo com informações obtidas pela emissora pública NHK.
Funcionários do ministério japonês do Meio Ambiente e dos Transportes e Infraestruturas, o Governo Metropolitano de Tóquio e outras entidades públicas começaram já a realizar reuniões para discutir as medidas a adoptar.
Os Jogos Olímpicos de Tóquio terão lugar entre os dias 24 de Julho e 9 de Agosto e os Jogos Paraolímpicos no final de Agosto e início de Setembro, o que implica que vão ser realizados numa época muito quente e húmida, com temperaturas de 30 graus em média e uma humidade relativa de 71%.
A Agência Meteorológica do Japão também alertou para a possibilidade de um aumento anual médio de um grau no período entre 2016 e 2035 devido ao aquecimento global que está a ocorrer, o que poderia levar os termómetros a ultrapassar os 40 graus.

Fonte: http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/japao-estuda-medidas-para-reduzir-impacto-do-calor-nos-olimpicos-de-2020-1696774?frm=ult

domingo, 24 de maio de 2015

Encontrado cratera gigante em lago suíço com forma perfeita

Quatro crateras gigantes foram encontradas por acaso no chão lamacento de um dos maiores lagos da Suíça, relata um novo estudo. Uma delas, chamada de “cratera louca” por especialistas, pois tem uma forma redonda perfeita.

Pesquisadores do Lago Neuchatel encontraram quatro crateras perto da costa noroeste do mesmo. A maior delas, chamada pelos especialistas de "Cratera Louca”, tem uma largura de 160 metros e uma profundidade de cerca de 30 metros além de ser perfeitamente redonda. Todas elas se encontram entre os maiores e mais profundos encontrados nos lagos da Terra.

As crateras são semelhantes em tamanho as que são formadas por explosões de gás metano, relata Ciência Viva. No entanto, pesquisadores liderados por Anna Reusch, estudante de doutorado no Instituto Geológico da ETH Zurich, acreditam que as águas subterrâneas explicam o aparecimento dessas "crateras loucas '. No entanto, os estudiosos confirmam que não é possível determinar com certeza se é por isso que elas se formaram. As crateras são encontradas a uma profundidade de cerca de 100 metros abaixo da superfície do Lago Neuchatel.

Fonte: RT.

Telescópios capturam raros momentos iniciais de supernovas bebé

Esta simulação de computador mostra os detritos de uma supernova do Tipo Ia (castanho) colidindo com a sua companheira estelar (azul) a dezenas de milhões de quilómetros por hora. A interação produz luz ultravioleta que escapa à medida que a concha da supernova envolve a companheira, um sinal detetado pelo Swift.
Crédito: UC Berkeley, Daniel Kasen
 
Os astrónomos estão intrigados pelas medições de supernovas recém-nascidas obtidas pelo Kepler e pelo Swift, debruçando-se sobre elas na esperança de melhor compreender o que despoleta estas explosões demolidoras. Os cientistas estão particularmente fascinados com as supernovas do Tipo Ia, pois podem servir como um "farol" para medir grandes distâncias através do espaço.

"As observações inéditas dos pré-eventos de supernovas pelo Kepler e a agilidade do Swift em dar resposta aos eventos motivaram ambos descobertas importantes, ao mesmo tempo mas em comprimentos de onda muito diferentes," afirma Paul Hertz, diretor de astrofísica. "Não só podemos obter uma imagem sobre o que desencadeia uma supernova do Tipo Ia, mas estes dados permitem-nos melhor calibrar as supernovas do Tipo Ia como 'velas padrão', o que tem implicações para a nossa capacidade de eventualmente compreender os mistérios da energia escura."

As supernovas do Tipo Ia explodem com brilho semelhante porque o objeto [que explode] é sempre uma anã branca, o remanescente de uma estrela como o Sol, agora com o tamanho da Terra. Uma anã branca pode explodir como uma supernova ao fundir-se com outra anã branca ou ao puxar demasiada matéria de uma estrela companheira, provocando uma reação termonuclear.

Nos estudos publicados ontem na revista Nature, o Kepler e o Swift encontraram evidências que suportam ambos os cenários estelares explosivos.

Os investigadores que estudam os dados do Kepler avistaram três supernovas novas e distantes, e o conjunto de dados inclui medições obtidas antes das violentas explosões. Conhecido pelas suas proezas como caçador de planetas e pelo seu olhar incessante, as observações extraordinariamente precisas e frequentes do telescópio espacial Kepler (a cada 30 minutos) permitiram aos astrónomos voltar o relógio atrás no tempo e dissecar os momentos iniciais de uma supernova. A descoberta fornece as primeiras medições diretas capazes de informar os cientistas acerca da causa da explosão. 
O gráfico ilustra uma curva de luz da recém-descoberta supernova do Tipo Ia, denominada KSN 2011b, pelo telescópio Kepler. A curva de luz mostra o brilho de uma estrela (eixo vertical) em função do tempo (eixo horizontal) antes, durante e depois a explosão. O diagrama branco à direita representa 40 dias de observações contínuas do Kepler. Na caixa vermelha, a região azulada é o "aumento" esperado nos dados caso uma estrela companheira esteja presente durante a supernova. As medições permaneceram constantes (linha amarela), concluindo que a causa seja a fusão de duas estrelas em órbita íntima, muito provavelmente duas anãs brancas. A descoberta fornece as primeiras medições diretas capazes de informar os cientistas acerca da cusa da explosão.
Crédito: Ames da NASA/W. Stenzel

"As nossas descobertas de supernovas pelo Kepler favorecem fortemente o cenário de fusão de uma anã branca, enquanto o estudo do Swift, liderado por Cao, prova que as supernovas do Tipo Ia podem também surgir a partir de anãs brancas individuais," explica Robert Olling, investigador associado da Universidade de Maryland e autor principal do estudo. "Assim como muitos caminhos vão dar a Roma, a natureza poderá ter várias formas de fazer explodir anãs brancas."

Para capturar os primeiros momentos das explosões Tipo Ia, a equipa de investigação monitorizou 400 galáxias durante dois anos usando o Kepler. A equipa descobriu três eventos, designados KSN 2011b, KSN 2011c e KSN 2012a, com medições obtidas antes, durante e após as explosões.

Os primeiros dados fornecem uma visão sobre os processos físicos que inflamam estas bombas estelares a centenas de milhões de anos-luz de distância. Quando uma estrela transforma-se em supernova, a explosão de energia ejeta o material a velocidades hipersónicas, emitindo uma onda de choque em todas as direções. Se existir uma estrela companheira nas proximidades, a perturbação da onda de choque será gravada nos dados.

Os cientistas não encontraram evidências de uma estrela companheira e concluíram que a causa é a colisão e fusão de duas estrelas que orbitam bastante perto uma da outra, muito provavelmente duas anãs brancas.

O conhecimento da distância de uma galáxia no estudo Kepler foi fundamental para caracterizar o tipo de supernova avistado por Olling e colegas. Para determinar a distância, a equipa voltou-se para os poderosos telescópios dos Observatórios Gemini e W. M. Keck no topo de Mauna Kea, Hawaii. Estas medições foram importantes para os cientistas concluírem que as supernovas que haviam descoberto eram do Tipo Ia.

"O Kepler deu-nos ainda outra surpresa, desempenhando um papel inesperado na ciência das supernovas, ao fornecer as primeiras boas amostras de curvas de luz do início de uma supernova do Tipo Ia," comenta Steve Howell, cientista do projeto Kepler no Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, no estado americano da Califórnia. "Agora na sua missão K2, o observatório irá procurar mais supernovas entre muitos milhares de galáxias."

Um grupo separado de astrónomos também encontrou dados intrigantes sobre uma supernova diferente. Liderados pelo estudante Yi Cao do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), uma equipa usou o Swift para detetar um flash ultravioleta, sem precedentes, dos primeiros dias de uma supernova do Tipo Ia. Com base em simulações de computador de explosões de supernova em sistemas binários, os investigadores acreditam que o pulso UV foi emitido quando a onda de choque chocou contra e engoliu uma estrela companheira nas proximidades.

"Se o Swift tivesse olhado apenas um dia ou dois depois, teríamos perdido completamente o flash ultravioleta," afirma Brad Cenko, membro da equipa do Swift no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA. "Graças à cobertura de comprimento de onda do Swift e à sua capacidade de programação rápida, é atualmente o único observatório que pode fazer com regularidades estas observações."

Segundo a análise, os detritos da supernova colidiram e envolveram a estrela companheira, criando uma região de emissão de raios ultravioleta. O pico da temperatura excedeu os 11.000 graus celsius, cerca de duas vezes a temperatura da superfície do Sol.

A explosão, designada iPTF14atg, foi vista pela primeira vez no dia 3 de maio de 2014, na galáxia IC 831, localizada a cerca de 300 milhões de anos-luz da Terra na direção da constelação de Cabeleira de Berenice. Foi descoberta através de um sistema de observação robótica de campo-largo conhecido como iPTF (intermediate Palomar Transient Factory), uma colaboração de vários institutos liderada pelos Observatórios Óticos do Caltech.

"Nós não vimos nenhuma evidência dessa explosão em imagens obtidas na noite anterior, por isso quando descobrimos iPTF14atg tinha apenas um dia," comenta Cao. "Melhor ainda, confirmámos que era uma jovem supernova do Tipo Ia, algo que temos trabalhado arduamente para que o nosso sistema encontrasse."

A equipa solicitou imediatamente observações de acompanhamento a outras instalações, incluindo observações ultravioletas e em raios-X pelo satélite Swift da NASA. Não foram encontrados raios-X, mas o Swift descobriu um pico decrescente de radiação ultravioleta alguns dias depois do início da explosão, sem aumento correspondente em comprimentos de onda visíveis. Após o desvanecimento do flash, tanto os comprimentos de onda UV como os visíveis subiram à medida que a supernova crescia de brilho.

O pulso ultravioleta de iPTF14atg fornece fortes evidências da presença de uma estrela companheira mas, tendo em conta que duas anãs brancas em colisão podem também produzir supernovas (como demonstrado pelos resultados do Kepler), os astrónomos estão a trabalhar para determinar a percentagem de supernovas produzidas por cada um dos cenários.

Os cientistas acrescentam que uma melhor compreensão das diferenças entre as explosões do Tipo Ia vai ajudar os astrónomos a aperfeiçoar o seu conhecimento da energia escura, uma força misteriosa que parece estar a acelerar a expansão cósmica.

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/05/22_supernovas_bebe.htm
 

Vela solar em forma de pipa já está no espaço

Lançada no dia 20 de maio de 2015, Lightsail-1 é um projeto de vela solar em forma de pipa, construída ao redor de 3 cubesats empilhados que abrigam todos os equipamentos eletrônicos de bordo.
No momento, a vela solar ainda está fechada e o pequeno satélite está apenas transmitindo dados de telemetria na frequência de 437.435 MHz, bastante fácil de ser recebida e decodificada pelos interessados.

O artefato foi colocado em torno da Terra em uma orbita elíptica com apogeu de 702 km e perigeu de 355 km.

A previsão para a abertura da vela solar é 17 de junho. Quando isso ocorrer, Lightsail-1 ocupará uma área de 32 metros quadrados e se tornará um brilhante objeto que poderá ser visto no céu a olho nu antes da alvorada e depois do pôr do Sol, inclusive no Brasil.

A vela é um projeto experimental anunciado em 2009 e desenvolvido pela Planetary Society, uma organização global sem fins lucrativos dedicada à exploração do espaço.
Vela Solar Lightsail-1 
Os três cubesats que compõe o corpo principal da Lightsail-1 abrigam todos os sistemas de orientação, diagnóstico e comunicação, além de possuir câmeras e sensores diversos.

Quando aberta, a vela assumirá um shape em forma de diamante com 5,5 metros de lado, que terá o papel fundamental de propelir a nave através da pressão do vento solar que incidirá sobre ela. O propósito é desenvolver uma forma limpa de propulsão no espaço.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Experimental_Vela_solar_em_forma_de_pipa_ja_esta_no_espaco!&posic=dat_20150522-114855.inc

Forte terremoto atinge novamente as Ilhas Salomão

De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 6.9 magnitudes foi registrado nas Ilhas Salomão, 204 km a leste-sudeste de Kirakira, as 18h45, pelo horário brasileiro (22/05/2015).

O forte tremor ocorreu a 9 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 11.07S e 163.68E, indicadas pelo mapa abaixo.

Ainda não há informações sobre vítimas.Devido a forte magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu, este tremor tem potencial significativo de destruição e pode causar sérios danos em construções e até vítimas fatais caso tenha ocorrido próximo a locais populosos.

Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_atinge_Ilhas_Salomao_a_204_km_de_Kirakira&posic=dat_20150522-201011.inc

Soluções de seis países para vencer a falta de água e o desperdíci

Com a aproximação do inverno, grande parte do país entra em estado de atenção devido à falta de chuvas.

Com isso, o fantasma da escassez de água passa a rondar governos, que tentam agilizar projetos para evitar um possível desabastecimento nas grandes cidades e áreas rurais.

Em vários países, os períodos de seca já não representam tanto risco. Eles são enfrentados com tecnologia e planos ambiciosos de gestão da água, alguns implementados há décadas. Sem essas ações, Israel, encravado em um deserto, ou Cingapura, uma ilha que importa água de outros locais, não sobreviveriam.

Suas experiências podem servir de inspiração ao Brasil, que desde 2013, quando o Sudeste enfrentou a pior seca já registrada nos últimos 50 anos, passou a se preocupar mais com os recursos hídricos, já escassos em várias localidades.

O G1 lista o que seis países de diferentes partes do mundo fizeram ou fazem para manter o abastecimento, evitar o desperdício e conscientizar a população sobre a importância da água. As iniciativas foram apresentadas em um seminário internacional realizado em São Paulo, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente.

Dados da Austrália e suas tecnologias contra a escassez de água (Foto: G1)Austrália

O país que viveu entre 1997 e 2009 o mais severo período de seca já registrado, e que entre 2013 e 2014 teve 156 recordes de temperatura, precisou se adaptar para manter o abastecimento de milhões de moradores.

Foram investidos cerca de R$ 6 bilhões em infraestrutura, o que ajudou a combater vazamentos e a economizar água.

Segundo Tony Wong, do Programa de Cooperação em Pesquisa da Austrália, em Melbourne, um dos exemplos para combater o desperdício foi a realização de obras para que as águas residuais que saem das casas sigam para reservatórios próprios.
Depois de tratada, a então "água de reúso" retorna para as moradias, já adaptadas para receber o líquido em uma torneira especial, que poderá ser utilizado na limpeza da casa, lavagem de roupas e outras atividades em que se consiga evitar o emprego de água potável.

Além disso, em várias cidades do país foram construídas usinas de dessalinização, que transformam a água do mar em potável. Em Melbourne, o complexo ainda não foi utilizado, mas foi erguido para ser uma espécie de seguro em casos de extrema escassez hídrica.

É viável para o Brasil?

Dante Ragazzi, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), diz que o Brasil pode utilizar essas tecnologias para melhorar o abastecimento e a adaptação a eventuais secas. Porém, ele afirma que algumas delas só funcionariam plenamente a longo prazo.

Ragazzi diz que o combate a vazamentos já é feito no país, mas que é preciso investir muito mais em infraestrutura para a água de reúso chegar até as casas. “Tecnicamente é possível, mas do ponto de vista financeiro, são precisos estudos aprofundados”, explicou.

Sobre uma possível usina de dessalinização, Dante diz que um projeto como esse é caro e pode gerar impacto ambiental (é preciso saber o que será feito com o sal extraído), apesar da instalação ser possível em cidades litorâneas.

Dados da China e suas tecnologias contra a escassez de água (Foto: G1)China

Com um risco muito alto de seca no Nordeste e Norte do país, a China criou uma agenda especial para os recursos hídricos, distribuindo ações integradas por todas as camadas de governo.

Foi desenvolvido um sistema de etiquetas para mictórios, vasos sanitários e pias que determina o grau de eficiência hídrica desses produtos. Desta forma, há o incentivo à compra de produtos que usam menos água (no estilo do selo Procel de eficiência energética, utilizado aqui no Brasil).

O governo incentivou também a criação de cisternas em várias cidades. Atualmente, há 83 mil distribuídas pela China, além de outros 4 mil reservatórios de médio e grande portes.

Desde 1960, é realizada a transferência de água entre rios do Sul para o Norte, com estações de bombeamento em diversas regiões. Elas são acionadas em períodos de seca extrema, o que garante o abastecimento emergencial à população.

É viável para o Brasil?

De acordo com Alceu Guérios, da seção São Paulo da Abes, a transferência entre bacias hidrográficas é uma solução já adotada no Brasil há décadas, já que dá segurança hídrica a regiões carentes. Um dos exemplos é a transferência entre várias bacias para formar o sistema Guarapiranga, que abastece 5,8 milhões de pessoas na Grande São Paulo, e a transposição do Rio São Francisco, no Nordeste.
Sobre os reservatórios pelo país, Dante Ragazzi afirma que é possível criar mais unidades no Brasil, mas não em grande quantidade como na China. “É preciso que se faça a devida análise dos impactos ambientais”. No caso das etiquetas em equipamentos mais eficientes, Guérios afirma ser uma boa ideia.

Dados da Califórnia e suas tecnologias contra a escassez de água (Foto: G1)Califórnia (EUA)

Um das regiões mais populosas dos Estados Unidos enfrenta uma das piores secas em décadas. Tal fato obrigou o governador Edmund Jerry Brown a decretar racionamento de água em abril deste ano.
Desde então, a Califórnia terá nove meses para economizar 1,8 trilhão de litros de água. A meta é que as cidades e comunidades reduzam seu consumo em 20%. Mas como?

Algumas das iniciativas são: aumento das tarifas de água, multas de US$ 500 por dia a quem for flagrado desperdiçando água potável para lavar calçadas ou lavar carros, remoção de paisagismo que exija aumento de consumo em casas, centros comerciais e campos de golfe, e substituição por grama resistente à seca.

Além disso, para evitar prejuízos no abastecimento, há bombeamento de águas subterrâneas para uso humano e a água reciclada é represada para irrigação e descargas sanitárias.

É viável para o Brasil?

A redução do consumo individual, com medidas como as da Califórnia, é eficiente e viável em todo o país, segundo Alceu Guérios. Ele cita que São Paulo é um dos exemplos onde as ações para conter o consumo individual deram certo, desde que o estado foi afetado brutalmente pela seca.
A respeito da água de reúso, ele afirma que a crise atual intensificou a discussão em torno desse procedimento, ainda não adotado no país.

Não há leis próprias para isso, mas o Ministério do Meio Ambiente afirma que há estudos para uma nova legislação. “Pode reduzir significativamente o gasto de água. [Mas] é necessário apenas orientar tecnicamente as práticas, para evitar usos inadequados”, explicou Guérios.

Dados do Japão e suas tecnologias contra a escassez de água (Foto: G1)Japão

Desde 1955, não há um ano em que o país não seja atingido por episódios de seca extrema. Por isso, o governo criou o Manual Geral contra a Seca, com medidas preventivas para o fenômeno e ações a serem feitas quando houver estiagem.

O racionamento de água em determinados horários é uma das ações tomadas para reduzir a vazão pelo país, mas essa decisão só ocorre quando não há economia voluntária de água.

A conscientização dos japoneses é o grande trunfo do governo, que realiza campanhas massivas com uso de anúncios para diminuir o consumo de água. Desde 1978, todo o dia 15 de cada mês é considerado o “dia de economizar água”.

Houve ainda investimentos para captação de chuva e reaproveitamento da água residual, além de combate a vazamentos para reduzir perdas de água para o consumo. A indústria japonesa, famosa pelos avanços tecnológicos, também fez sua parte e desenvolveu torneiras, chuveiros e vasos sanitários que diminuem o consumo.

Segundo o Japão, a perda de água estimada (por culpa de vazamentos, fraudes e etc.) é de 9%. No Brasil, esse índice é de 39%, de acordo com levantamento do IBNET – International Benchmarking Network for Water and Sanitation Utilities.

É viável para o Brasil?

O uso de águas residuais e pluviais é viável no Brasil, mas precisa ser objeto de análise financeira, técnica e ambiental, segundo Dante Ragazzi. Para ele, é preciso ter cuidado com o armazenamento caseiro, a fim de evitar que o local se torne um possível criadouro do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

A redução de perdas precisa ser ampliada no país, de acordo com Alceu Guérios. “Inclui ações de rastreamento das redes, de redução de pressões, de substituição de ramais prediais e de redes por materiais mais resistentes, de controle de tempos de reparos, entre outras. São ações contínuas, que produzem resultados progressivamente”.

Israel

Transformando o deserto em oásis. Esse é o lema de Israel, país que luta contra a seca desde o seu nascimento, há 67 anos. Por causa disso, foi necessária a criação de leis claras para o uso da água, com sistemas de economia e regulação, e muita conscientização a respeito.

Foi preciso ainda o desenvolvimento de tecnologias capazes de extrair água até de geadas, que é revertida para a agricultura.

Segundo o governo, o tratamento e reúso são vitais para o país: 91% do esgoto é coletado e 80% dele é tratado e reutilizado para a agricultura na parte Sul de Israel (totalizando 525 milhões de m³ ao ano).

Outra técnica que abastece a área agrícola é o sistema de irrigação por gotejamento, desenvolvido em Israel e responsável por fornecer água para 30% das lavouras do mundo.

Há ainda um controle rígido de perdas, que evita o desperdício de recursos e perdas de apenas 7%. Em todo o país, há cinco plantas de dessalinização, que utilizam a água do Mar Mediterrâneo. Essas usinas geram mais de 100 milhões de m³ de água ao ano e abastecem 70% do consumo doméstico.

Dados de Israel e suas tecnologias contra a escassez de água (Foto: G1)É viável para o Brasil?

Sim, em partes. O reúso e tratamento de esgoto ainda são um problema para o Brasil.

No país, apenas 50% dos resíduos domésticos são tratados e o restante é despejado em rios e no oceano.

Mas com o tempo, o percentual de tratamento sanitário deve aumentar, “mas é difícil que a solução seja implementada em grande escala e rapidamente”, diz Dante Ragazzi.

Sobre o gotejamento, é necessário que o setor agrícola do Brasil passe por um grande avanço tecnológico. “Nossa agricultura adota técnicas de irrigação que gastam muita água, o que não é compatível com situações de limitação de disponibilidade, como é o caso do Sudeste brasileiro.

É necessário modificar essas práticas.

Com a crise, isso já foi iniciado em São Paulo, com a discussão de políticas de estímulo aos produtores”, afirma Alceu Guérios.

Dados de Cingapura e suas tecnologias contra a escassez de água (Foto: G1)Cingapura

Na pequena ilha de 718 km², 100% da população é servida por água potável e todo esgoto do país é tratado e reutilizado.

O país é considerado um dos polos mais eficientes de reaproveitamento de água.

Tudo isso graças a uma imponente infraestrutura implantada para coleta da água de chuva, usinas de dessalinização, combate a vazamentos, além de campanhas de conscientização.

Em casos de falta de água, o país importa água da Malásia por meio de dutos, uma logística considerada complexa e cara.

Além disso, há um programa local que incentiva a compra de produtos que diminuem o uso de água (etiquetas de eficiência hídrica) e uma campanha com o público que faz as pessoas “amarem” a água.

É viável para o Brasil?

O reúso, a campanha de conscientização e a criação de etiquetas para aparelhos domésticos mais eficientes são viáveis e recomendáveis.

A importação de água também, tecnicamente falando, mas a medida teria um custo muito alto e não haveria capacidade suficiente para atender grandes demandas, como a de São Paulo, atualmente.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/05/veja-solucoes-de-seis-paises-para-vencer-falta-de-agua-e-o-desperdicio.html

Cientistas discutem regras sobre seres humanos geneticamente modificados

Os cientistas da América irão colaborar para elaborar um conjunto de diretrizes éticas em torno dos erros e acertos de editar o humano . genoma, 
O movimento vem após a descoberta de choque em abril que os investigadores na China tinham genes editado com sucesso dentro de embriões humanos. 
Apesar do fato de que esses embriões eram supostamente "não viável", o trabalho tem estimulado os EUA Academia Nacional de Ciências e da Academia Nacional de Medicina para criar um livro de regras do que a comunidade científica considera ser de uso aceitável do sistema gene de edição chamado CRISPR-Cas9 que permite sequências mutantes de DNA a ser removido a partir de um óvulo fertilizado. 
É claro que, se o mundo em geral concorda em ficar por essas diretrizes é outra questão e da intenção da cúpula é estar aberto a todos em a comunidade internacional. DNA edição de embriões humanos é ilegal no Reino Unido Nenhuma data foi definida para o momento, mas uma sugestão importante de Marcy Darnovsky, diretor do Centro de Genética e Sociedade , em Berkeley, Califórnia, é levar a conversa além de apenas aqueles com o conhecimento técnico e específico da genética.
 
Veja vídeo abaixo:


Fonte:disclose.tv

sábado, 23 de maio de 2015

Um abraço por dia não sabe o bem que lhe fazia

Um abraço por dia, não sabe o bem que lhe faziaUm estudo recente sugere que há uma demonstração de afeto que pode protegê-lo da ansiedade, do stress, da depressão e ainda pode ajudar a prevenir uma gripe. Hoje é o Dia Mundial do Abraço.
O estudo publicado no jornal Psychological Science e desenvolvido por um grupo de investigadores liderados por Sheldon Cohen, da Universidade de Carnegie Mellon, demonstrou que uma ligação social sólida e abraços mais frequentes protegem as pessoas do aumento do risco de infeções associadas ao stress e diminuem a gravidade dos sintomas de gripe.
A investigação sugere que uma ligação social sólida protege-nos da ansiedade, do stress e da depressão, fatores que influenciam a prevenção da gripe.
"Há várias evidências científicas que mostram que o toque pode proteger as pessoas de vários sintomas", afirma Sheldon Cohen, professor de psicologia da Carnegie Mellon, no estudo. Segundo Cohen, "um abraço por dia é o suficiente" para afastar a gripe.
Durante 15 dias, os investigadores observaram um grupo de 400 pessoas e tentaram perceber os seus níveis de interação e apoio social.
Foram-lhes administradas pequenas gotas nasais com o vírus da gripe. Depois, os voluntários foram para um hotel onde, durante uma semana, os seus sintomas foram monitorizados pelos investigadores. As pessoas que recebiam mais abraços ou tinham um maior apoio por parte dos familiares tiveram menos sintomas do que os restantes. Por isso, pela sua saúde, não se esqueça de abraçar.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/394604/um-abraco-por-dia-nao-sabe-o-bem-que-lhe-fazia

Uber testa primeiro carro sem motorista

Se tudo acontecer de forma como o Uber planeja, em breve você não vai precisar interagir mais com motoristas quando usar o aplicativo para chamar um carro. 
A companhia criou um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento em Pittsburgh, e seu primeiro projeto já passou por um test drive. Sim, agora o Uber tem um carro autônomo. 
O Ford modificado - com um logo da Uber na lateral e um dispositivo com aspecto futurista instalado no topo dele – foi identificado nas ruas de Pittsbugh no dia 13 de maio. E, rapidamente, o Uber confirmou que o carro era um projeto do Centro de Tecnologias Avançadas, um experimento que usa tecnologia robótica em transportes. 
“Este veículo é parte de nossos primeiros esforços em mapeamento, segurança e sistemas autônomos”, disse um representante do Uber, Trina Smith para o jornal Business Times, de Pittsburgh. 
Não faz muito tempo, fevereiro deste ano, que o CEO do Uber, Travis Kalanick, anunciou que sua companhia tinha fechado uma parceria com a Universidade Carnegie Mellon para trabalhar em carros autônomos, porém com a expectativa de fazê-lo a longo prazo. Aparentemente, “longo-prazo” para o Uber é o mesmo que quatro meses. 
Possivelmente, o Uber deve acelerar o desenvolvimento de carros sem motorista por medo de ser deixado para trás por um competidor igualmente ambicioso. Um novo carro autônomo do Google também foi revelado neste ano e há rumores de que a companhia está desenvolvendo um aplicativo que possa competir diretamente com o Uber e Lyft.
Esta direção também pode ser a razão para o Uber considerar cerca de US$ 3 bilhões do software de localização da Nokia. 

Fonte: http://idgnow.com.br/mobilidade/2015/05/22/primeiro-carro-sem-motorista-do-uber-ja-se-encontra-em-fase-de-teste/

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