terça-feira, 7 de julho de 2015

Depressões no Cometa 67P/C-G produzem jatos

Esquerda: foram identificadas 18 cavidades em imagens do hemisfério norte do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko obtidas pela câmara OSIRIS da Rosetta. As fossas têm o nome da região onde foram encontradas e algumas delas estão ativas. A imagem de contexto foi obtida no dia 3 de agosto de 2014 a uma distância de 285 km.
Meio, topo: ampliação do buraco ativo denominado Seth_01 que revela pequenos jatos emanados a partir das paredes interiores. Também mostra a estrutura interna e complexa do cometa. A imagem foi capturada no dia 20 de outubro de 2014 a uma distância de 7 km da superfície do cometa. Seth_01 mede cerca de 220 metros em diâmetro.
Direita, topo: imagem contextual que mostra as estruturas finas dos jatos cometários a partir de 28 km da superfície, capturada no dia 22 de novembro de 2014. Ambas as imagens têm contraste modificado a fim de ver a atividade com mais detalhe. Os poços ativos neste estudo correspondem a uma pequena fração da atividade observada.
Direita, baixo: como as cavidades podem ser formadas através de colapso. 1. O calor faz com que o gelo à subsuperfície sublime (setas azuis), formando uma cavidade (2). Quando o teto fica demasiado fraco para suportar o seu próprio peso, colapsa, criando um buraco profundo e circular (3, seta vermelha). O material recém-exposto sublima, correspondendo à atividade observada (3, setas azuis).
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA; gráfico por J-B Vincent et al (2015)

Um certo número dos jatos de poeira que emergem do cometa da Rosetta podem ser traçados até poços ativos que provavelmente foram formados pelo colapso repentino da superfície. Estes "buracos" estão a fornecer um vislumbre do interior caótico e diverso do cometa.

A Rosetta tem vindo a estudar a atividade do Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko há mais de um ano, observando como o seu halo de poeira e gás cresce à medida que o cometa se aproxima do Sol.

A partir de uma distância de algumas centenas de quilómetros, a Rosetta observa um padrão intricado de jatos de poeira emitidos do núcleo à medida que fogem para o espaço. Mas agora, graças a imagens de alta-resolução da câmara OSIRIS obtidas no ano passado a apenas 10-30 km do centro do cometa, pelo menos alguns destes jatos de poeira podem ser seguidos até locais específicos à superfície, a primeira observação do género.

Num estudo anunciado anteontem na revista Nature, foram identificados 18 poços quási-circulares no hemisfério norte do cometa, alguns dos quais são fonte de atividade contínua.

Estas depressões têm entre algumas dezenas e centenas de metros em diâmetro e estendem-se até 210 metros abaixo da superfície para um chão coberto por poeira macia. Observou-se material a sair dos buracos mais ativos.

"Vemos jatos decorrentes das áreas fraturadas das paredes internas dos buracos. Estas fraturas contêm materiais voláteis presos sob a superfície que podem ser aquecidos mais facilmente e, posteriormente, escapam para o espaço," afirma Jean-Baptiste Vincent do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar, autor principal do estudo.

Os cientistas que analisam as imagens pensam que os poços são formados quando o teto de uma cavidade à subsuperfície torna-se demasiado fino para suportar o seu próprio peso e acaba por colapsar, formando uma fossa. Isto expõe o interior fraturado do cometa, permitindo que o material, de outra forma escondido, sublime, continuando assim a corroer o buraco com o passar do tempo.

"Embora nós pensemos que o colapso que produz o buraco seja súbito, a cavidade no subsolo poroso pode crescer ao longo de períodos muito mais longos," afirma Sebastien Besse, do Centro técnico ESTEC da ESA, na Holanda, coautor do estudo.

Os autores sugerem três cenários possíveis para a formação dos buracos.

O primeiro, é que já existiam desde a formação do cometa, como resultado de colisões a baixa velocidade entre os blocos primordiais de construção com dezenas e centenas de metros em tamanho. O desabamento do teto, acima de um vazio, pode ser despoletado através do enfraquecimento da superfície, talvez por sublimação, agitação sísmica ou pelo impacto de pedregulhos expelidos de outros lugares do cometa.

Outra hipótese, é que se trata de sublimação direta de bolsas de gelos voláteis como dióxido e monóxido de carbono abaixo da superfície, aquecidos pelo calor da luz solar que penetra a camada superior de poeira.

Alternativamente, a sublimação pode ser impulsionada pela energia libertada por água gelada que muda de um estado físico amorfo para cristalino, sublimando gelos vizinhos mais voláteis como o dióxido de carbono e monóxido de carbono.

Caso o "culpado" seja qualquer dos dois últimos processos, então o facto de que as fossas não são vistas em todos os locais pode indicar uma distribuição desigual de gelos no interior do cometa.

"Independentemente dos processos que criam as cavidades, estas características mostram-nos que existem grandes diferenças estruturais e/ou composicionais dentro das primeiras centenas de metros da superfície do cometa e que as cavidades revelam materiais relativamente não transformados que, caso contrário, não seriam visíveis," explica Sebastien.

Os autores observam que as características internas reveladas nas paredes dos buracos variam significativamente de poço para poço, e incluem materiais fraturados e "terraços", camadas horizontais e estrias verticais, e/ou estruturas globulares apelidadas de "goosebumps" (em português, arrepios).

"Nós pensamos ser capazes de usar as aberturas para caracterizar as idades relativas da superfície do cometa: quantas mais fossas existirem numa região, mais jovem e menos processada é a superfície," observa Jean-Baptiste.

"Isto é confirmado por observações recentes do hemisfério sul: este hemisfério está mais transformado porque recebe significativamente mais energia que o hemisfério norte e parece não apresentar estruturas semelhantes."

As cavidades ativas são particularmente íngremes, enquanto os buracos sem atividade observada são mais rasos e, em vez disso, podem indicar regiões ativas mas no passado. A equipa sugere que os buracos ativos são os mais jovens, enquanto os de meia-idade têm pedregulhos no chão que caíram dos lados. Entretanto, os mais antigos têm orlas deterioradas e estão recheados de poeira.

"Estamos a continuar a analisar as nossas observações para ver se esta teoria é verdadeira e se esta 'série temporal' está, por exemplo, relacionada com a evolução térmica e interna do cometa," comenta Sebastien.

"Mas achamos que a maioria das depressões ativas já devem ter estado presentes durante várias órbitas em torno do Sol, caso contrário esperávamos ver uma série de surtos à medida que os seus colapsos eram provocados durante a órbita atual."

A Rosetta testemunhou um surto durante a sua aproximação ao cometa em abril de 2014, que se pensa ter gerado entre 1000 e 100.000 kg de material. Os autores afirmam que a origem deste surto poderá ter sido o colapso de uma cavidade, mas apenas uma pequena fração do volume total de uma cavidade normal foi libertada nessa altura.

Por exemplo, tendo em conta a densidade média medida no cometa, 470 kg por metro cúbico, a rápida evacuação de um típico buraco com 140 metros de largura e 140 metros de profundidade resultaria na libertação de aproximadamente mil milhões de kg de material, várias ordens de magnitude maiores do que o observado em abril de 2014.

"Nós estamos muito interessados em ver como estes poços ativos evoluem e, quem sabe, possamos testemunhar a formação de um novo poço," afirma Matt Taylor, cientista do projeto Rosetta da ESA.

"Ser capaz de observar mudanças no cometa, em particular ligando a atividade com características à superfície, é uma capacidade fundamental da Rosetta e ajudar-nos-á a melhor compreender como o interior e a superfície do cometa têm evoluído desde a sua formação."

"E com a extensão da missão até setembro de 2016, podemos fazer o melhor trabalho possível em desvendar como os cometas funcionam."

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/3_rosetta_67p_c-g.htm

Os planetas podem rejuvenescer em redor de estrelas mortas ?

Esta impressão de artista mostra um hipotético planeta "rejuvenescido" - um gigante gasoso que reclamou o seu brilho infravermelho da juventude. O Telescópio Espacial Spitzer da NASA encontrou evidências de um planeta deste género em órbita de uma estrela morta, chamada PG 0010+280.
Crédito: NASA/JPL-Caltech

Para um planeta, seria como um dia no spa. Depois de anos a envelhecer, um planeta massivo poderá, em teoria, alegrar-se com um brilho radiante e jovem. Os planetas rejuvenescidos, como são chamados, são apenas hipotéticos. Mas uma nova pesquisa do Telescópio Espacial Spitzer da NASA identificou um tal candidato, aparentemente com um aspeto milhares de milhões de anos mais jovem do que na realidade tem.

"Quando os planetas são jovens, brilham ainda com a luz infravermelha da sua formação," afirma Michael Jura da UCLA (University of California, Los Angeles), coautor de um novo artigo publicado na edição de 10 de junho da revista The Astrophysical Journal Letters. "Mas à medida que envelhecem e ficam mais frios, deixamos de os poder ver. Os planetas rejuvenescidos tornam-se visíveis novamente."

Como pode um planeta reclamar a essência da sua juventude? Há anos atrás, os astrónomos previram que alguns planetas gigantes, parecidos com Júpiter, podem acumular massa das suas estrelas moribundas. À medida que as estrelas como o nosso Sol envelhecem, incham até gigantes vermelhas e perdem gradualmente cerca de metade ou mais da sua massa, encolhendo até esqueletos estelares que chamamos de anãs brancas. As estrelas moribundas expelem ventos de material que caem para os planetas gigantes possivelmente em órbita nos confins do sistema estelar.

Assim, um planeta gigante pode inchar em massa e aquecer-se devido ao atrito sentido pelo material em queda. Este planeta mais velho, tendo arrefecido durante milhares de milhões de anos, irradiaria mais uma vez um brilho quente e infravermelho.

O novo estudo descreve uma estrela morta, ou anã branca, denominada PG 0010+280. Um estudante do projeto, Blake Pantoja, na altura na Universidade da Califórnia em Los Angeles, descobriu por acaso radiação infravermelha em redor desta estrela enquanto pesquisava dados obtidos pelo WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA. Uma pesquisa de acompanhamento levou a equipa a observações da estrela com o Spitzer, obtidas em 2006, que também mostravam o excesso de luz infravermelha.

Ao início, a equipa pensava que a luz infravermelha em excesso vinha provavelmente de um disco de material em redor da anã branca. Mais ou menos na última década, foram descobertos cada vez mais discos em torno destas estrelas mortas - cerca de 40 até agora. Pensava-se que os discos eram formados quando asteroides vagueavam demasiado perto das anãs brancas, sendo mastigados pelas suas intensas forças gravitacionais.

Outra evidência para a quebra de asteroides por anãs brancas vem de observações dos elementos nas anãs brancas. As anãs brancas devem conter apenas hidrogénio e hélio nas suas atmosferas, mas os investigadores encontraram sinais de elementos mais pesados - como o oxigénio, magnésio, silício e ferro - em aproximadamente 100 sistemas até à data. Os elementos são considerados restos de asteroides esmagados que poluem as atmosferas das anãs brancas.

Mas os dados da anã branca PG 0010+280 pelo Spitzer não encaixam bem com os modelos para os discos de asteroides, levando a equipa a debruçar-se sobre outras possibilidades. Talvez a radiação infravermelha seja proveniente de uma pequena estrela "falhada" companheira, chamada anã castanha - ou, ainda mais interessante, de um planeta rejuvenescido.

"Acho que a parte mais excitante desta pesquisa é que o excesso de luz infravermelha pode potencialmente vir de um planeta gigante, embora precisemos de mais trabalho para o provar," afirma Siyi Xu de UCLA e do ESO na Alemanha. "Se confirmado, dir-nos-á diretamente que alguns dos planetas podem sobreviver à fase de gigante vermelha das estrelas e estar presente em torno de anãs brancas."

No futuro, o Telescópio Espacial James Webb da NASA poderá ajudar a distinguir entre o brilho de um disco e o brilho de um planeta em redor de uma estrela morta, resolvendo o mistério. Mas, por agora, a busca por planetas rejuvenescidos - bem como a própria busca da fonte da juventude pela humanidade - perdura.

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/06/30_pg_0010+280.htm

Forte terramoto de 6,3 nas Ilhas Curilas

Um terremoto de magnitude 6,3 foi registrado a leste das ilhas Kuril (Rússia). Até o momento não há nenhuma informação sobre um possível alerta de tsunami causado pelo terremoto.

O tremor ocorreu às 05:10 GMT a cerca de 99 quilômetros da cidade russa de Shikotan. O epicentro foi localizado a uma profundidade de 10 km, informa o Serviço Geológico dos EUA (USGS).

Três terremotos menores foram registrados perto das ilhas antes do terremoto. Nenhum deles excedeu magnitude 4.7. O mais poderoso deles ocorreu cerca de 440 quilômetros a noroeste da ilha de Paramushir, a uma profundidade de 33 quilômetros.

Houve também dois grandes terremotos no Japão: Hokkaido e Honshu.

As Ilhas Curilas são um arquipélago de ilhas vulcânicas em sua maioria, que se estende a noroeste da ilha de Hokkaido no Japão para a Península de Kamchatka, entre o Mar de Okhotsk e o Oceano Pacífico Norte. Esta é uma zona altamente sísmica.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/terremotos/forte-terremoto-de-63-graus-foi-registrado-nas-ilhas-curilas.html

Cientistas dizem que pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko

Imagem do cometa em 26 de junho. Crédito: ESA/Rosetta/NAVCAM.

De acordo com dois cientistas do Reino Unido, pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que está atualmente sendo explorado pela sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia (ESA). Eles alegam que algumas características da superfície do comenta poderiam ser explicadas pela presença de micro-organismos abaixo da crosta deste corpo celeste.
É uma visão radical e controversa, mas os astrobiólogos Max Wallis, da Universidade de Cardiff e Chandra Wickramasinghe, diretor do Centro Buckingham para Astrobiologia, alegam que dos dados enviados pela missão Rosetta apoiam sua teoria de que o cometa poderia abrigar alguma forma de vida.
“Essa é a conclusão que chegamos“, disse Wickramasinghe durante um telefonema.
Wickramasinghe argumenta que os cometas poderiam transportar a vida através da galáxia; uma teoria que teria grandes implicações para as nossas origens e a natureza da biologia. “As implicações seriam que a vida é verdadeiramente um fenômeno cósmico, não restrito à Terra“, disse ele.
A sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia, tem estado na cola do Cometa 67P por anos, e atingiu as manchetes no ano passado, quando começou a orbitar o cometa, pousando a sonda Philae com sucesso em sua superfície.
Dados dos instrumentos da sonda que está orbitando e da que pousou estão começando a ser publicados e iremos saber mais a respeito do cometa. Encontramos compostos orgânicos e sabemos que a superfície escura do 67P está infestada de crateras e rachaduras.
O modelo de Wickramasinghe e Wallis propõe que a biologia sob a superfície gelada do cometa poderia produzir gases que são forçados pelas rachaduras da superfície e abastecem os materiais orgânicos. Num telefonema, Wickramasinghe comparou o processo ao “apodrecimento de alimentos numa lata que estoura quando a microbiologia ocorre e produz muito metano e outros gases“.
“O total da geometria do cometa, temos argumentado, é devido aos processos deste tipo”, disse ele. Os pesquisadores publicaram um trabalho relacionado à sua teoria no Journal of Astrobiology and Outreach,e Wallis o apresentou para a Reunião Nacional de Astronomia da Sociedade Astronômica Real, no País de Gales.
Eles afirmam que a vida em questão seria do tipo extremófilo – um organismo que pode sobreviver em condições extremas. No trabalho eles escrevem que, “apesar dos micro-organismos provavelmente requererem corpos de água líquida para sua antiga colonização do cometa, eles podem habitar as rachaduras no gelo e neve na sub-crosta, especialmente se eles contêm sais anticongelantes e biopolímeros.
Mas esta tese não é amplamente aceita.
Matt Taylor, cientista de projeto da missão Rosetta da ESA, disse num e-mail que, “dadas as condições de radiação e as temperaturas muito, muito baixas, bem abaixo de -70 nas superfícies iluminadas pelo Sol, eu não vejo isto como sendo uma possibilidade, e não está claro para mim a quantidade de evidência dando respaldo à esta alegação“.
Ele ainda adicionou que não está “ciente disso ter muito, se qualquer, apoio da comunidade Rosetta“, e que ele acredita mais na “pletora de trabalhos vindos da missão, por centenas de cientistas de cometas, cujos resultados têm passado pelo processo de revisão de colegas“.
Não há instrumentos nas sondas Rosetta ou Philae para expressamente procurar por vida; somente por materiais orgânicos.
Wickramasinghe tem trabalhado por muito tempo na ideia de que cometas poderiam abrigar a vida. Ele trabalhou com o falecido astrônomo britânico, Sir Fred Hoyle, na hipótese da panspermia, a qual teoriza que a vida na Terra teria sua origem no espaço.
As tentativas anteriores de Wickramasinghe de fornecer evidência sobre a panspermia não convenceu a comunidade científica.
Uma teoria menos controversa – uma que é reconhecida pela ESA como algo que poderia ajudar a sonda Rosetta – é que cometas como o 67P poderiam ter trazido moléculas à Terra que teriam agido como ‘blocos para a construção da vida’, ao invés de trazerem a vida por si mesma: moléculas orgânicas complexas que poderiam ter sido as precursoras dos aminoácidos e então terem “semeado” a vida, tal como a conhecemos.
Wickramasinghe reconhece que a proposta da existência de vida no 67P seria contestada pelos críticos, mas culpou o que ele chamou de “uma relíquia da era pré-Copérnica” que favorece a ideia de que a vida está centrada na Terra.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/07/07/estes-cientistas-dizem-que-pode-haver-vida-no-cometa-67pchuryumov-gerasimenko/

domingo, 5 de julho de 2015

Aeronave Boomerang poderá ser a primeira a voar em Marte

Esta ilustração mostra que um Prandtl-m pode parecer que voam acima da superfície de Marte.
Créditos: NASA Ilustração / Dennis Calaba

Rover com suas várias missões, a NASA vem explorando ativamente a tundra vermelha de Marte desde a década de 90 - mas agora a agência espacial pretende investigar o céu Marciano. 
Armstrong Voo da NASA Centro de Pesquisa está testando um protótipo de voar aeronaves de asa chamado Prandtl-m, que poderia ser o primeiro veículo a voar em Marte. E ele parece muito com um grande boomerang de titânio . 
O Prandtl-m irá ser feito de fibra de vidro ou fibra de carbono e tem uma envergadura de 24 polegadas quando implantadas - mas o seu protótipo é leve, apenas com uma libra. 
Uma vez que a Marte tem significativamente menos gravidade que a terra, o que significa versão marciana da aeronaves pode pesar até 2,6 quilos e ainda voar com eficiência. 
A atmosfera marciana é muito mais fina do que aqui na Terra, de modo que parte da Nasa será realizar alguns testes de alta altitude sobre o Prandtl-m para ver se ele está apto a voar acima do nosso vizinho planetário. 
Mais tarde este ano, um balão vai levar a aeronave até a uma altitude de 100.000 pés quadrados, onde o ar é muito mais fino, para simular o que seria como voar em espaço aéreo Marciano. Testes futuros terá o Prandtl-m ainda mais de 450.000 pés.


Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Descoberta em Plutão uma enorme mancha brilhante de origem desconhecida

Descubren en Plutón una enorme marcha brillante de orígen desconocido
A Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço Administration (NASA) divulgou novas imagens de Plutão, capturadas pela sonda New Horizons, que refletem um ponto brilhante perto do pólo norte do planeta. O fenômeno tem gerado muitas discussões sobre sua origem.

Cosmos

Um vídeo da NASA descobre novas manchas brancas sobre Plutão. Fotos, vídeo: espectacular "colisão" de Júpiter e Venus visto da Terra
"A explosão da Terra é inevitável"
A sonda New Horizons da NASA se aproximou Plutão e detectou uma mancha brilhante de origem desconhecida em sua superfície comunica 'The Daily Mail'. As duas fotos foram tiradas a cerca de 22.900 mil quilômetros do planeta, com diferença de 30 segundos e gerou discussões no mundo científico sobre a origem do fenômeno.

Alguns dizem que pode ser o reflexo do sol em algum objeto na superfície congelada de Plutão ou nuvens em sua atmosfera, enquanto outros dizem que é congelado ou mesmo gelo de metano, pois o local é perto do pólo Norte do planeta.

No entanto, como disse o astrônomo Phil Plait ", como a sonda continua se aproximando detalhes Plutão será conhecido e começamos a ver as características deste pequeno mundo". A New Horizons poderia tornar-se a primeira nave espacial a "ver" o planeta mais distante do sol. Espera-se que em 14 de julho o passe sonda 'apenas' 12,5 mil quilômetros de Plutão.

Descubren en Plutón una enorme marcha brillante de orígen desconocido

Fonte: http://actualidad.rt.com/ciencias/179075-pluton-marcha-brillante-origen-desconocido

Pentágono projetando organismos que povoarão Marte

Marte povoada na concepção de um artista. Crédito: Daein Ballard/Wikimedia Commons

Não é segredo que a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA, em inglês), a divisão de estudos científicos do Pentágono, investe pesado em engenharia genética e biologia sintética. Se você se empolga ou se aterroriza com as possibilidades dessa tendência, aí vai uma novidade: o órgão independente americano acredita estar prestes a criar organismos capazes de povoar Marte.

O objetivo da pesquisa é aquecer e adensar a atmosfera marciana por meio de plantas, bactérias e algas que realizarão a fotossíntese na superfície improdutiva do planeta vermelho. É uma missão que mesmo os eternos tecno-otimistas como Elon Musk acham que não vai acontecer tão cedo, mas a DARPA, ao que parece, está bem empenhada na árdua missão.

“Pela primeira vez temos as ferramentas tecnológicas para transformar locais hostis aqui na Terra e, também, para ir ao espaço e ficar por lá”, afirmou Alicia Jackson, diretora adjunta do novo departamento de tecnologias biológicas na DARPA, enquanto apontava para uma versão artística de Marte habitada.
Parte do DTA Gview, que permite aos cientistas verificar genes específicos em vez de uma série de A, T e Gs. Crédito: Jason Koebler

Ano passado, o laboratório de Jackson se empenhou em aprender a como projetar geneticamente organismos de todos os tipos com mais facilidade. Em outras palavras, foi além do feijão com arroz da biologia sintética — a e.coli e as leveduras, usadas na maioria dos projetos do ramo.

“Há entre 30 milhões a 30 bilhões de organismos na Terra. No momento, usamos somente duas delas para a engenharia genética”, afirmou. “Quero utilizar todos os organismos que tenham as propriedades que eu estabelecer — e mapeá-los e projetá-los de forma rápida. Se você procurar nos softwares de anotações de genoma atuais, eles não são desenvolvidos para encontrar rapidamente os sistemas e genes capazes de serem projetados. São desenvolvidos para encontrar algo esotérico e interessante para que eu possa publicar um artigo científico a respeito.”

A DARPA e alguns de seus parceiros de pesquisa criaram um software chamado DTA Gview, chamado por Jackson de “o Google Maps dos genomas”. Na conferência, ela apresentou os genomas de diversos organismos no programa. A tela mostrava uma lista de genes conhecidos e os locais a que pertenciam.

“Essa grande quantidade de dados genômicos que estamos coletando é incrível, exceto pelo fato de que estão em bancos de dados e permanecerão como dados, não conhecimento. Pouca informação genética que temos é prática”, ela afirmou. “A partir disso, o objetivo é, em um dia, sequenciar e descobrir onde posso projetar um organismo.”

De forma bem básica, o objetivo do projeto é escolher os melhores genes das formas de vida que quisermos e editá-los em outras formas de vida a fim de criar algo completamente novo. Isso deverá acontecer primeiro com bactérias e outros organismos. O objetivo é, no futuro, fazer isso com organismos mais complexos e multicelulares.

A utilidade dessa tecnologia é bastante surpreendente. Talvez o mais interessante seja o plano da DARPA para utilizar organismos projetados no reparo de danos ao meio ambiente. Jackson afirmou que, depois de um desastre natural ou causado pelo homem, será possível projetar novos tipos de organismos extremófilos capazes de sobreviver em ambientes devastados. Conforme esses organismos forem fotossintetizados e prosperarem, revitalizarão o ambiente de forma natural.

E é daí que começa o plano de povoar Marte. Com prática em transformar os cenários danificados em locais saudáveis, Jackson acredita que teremos o que for necessário para, por fim, tentar colonizar o sistema solar.

Isso é algo que sequer tem uma estimativa. Segundo a DARPA, a tecnologia está no início e muito do trabalho atual é sigiloso. Mas as implicações do projeto são muito empolgantes, afirma Jackson. “Após um desastre natural ou causado pelo homem, podemos considerar a recuperação do meio ambiente. Pela primeira vez, buscaremos soluções para esse problema.”
 
Fonte: http://motherboard.vice.com/pt_br/read/organismos-que-povoarao-marte

Nave 'Star Trek': NASA terá descoberto acidentalmente como superar a velocidade da luz

A NASA testou de forma bem-sucedida o funcionamento de um propulsor inovador, o revolucionário EM Drive, capaz de alcançar a Lua em apenas quatro horas. Um motor tipo “warp”, no estilo “Star Trek”, será realidade em não muito tempo.

A agência espacial norte-americana já havia testado esse tipo de propulsor no ano passado, mas, desta vez, realizou o mesmo experimento em condições de vácuo absoluto. O sucesso alcançado demonstrou que o propulsor pode funcionar perfeitamente no espaço, o que abre as portas para uma nova era na exploração espacial.

Desse modo, a NASA apresentou o projeto para a construção da nave WarpStar-1, equipada com o propulsor EM Drive, que, segundo os cientistas, pode chegar à Lua em não mais de quatro horas. Além disso, um voo para Marte levaria 70 dias, em vez de sete meses, como ocorre atualmente.

A descoberta dos princípios da construção do motor warp pode ter sido descoberta acidentalmente. Segundo afirmaram fontes oficiais, quando um laser foi disparado na câmara de ressonância do EM Drive, alguns fótons viajaram a uma velocidade maior que a da luz, o que significa que o propulsor produziu uma bolha warp que permitirá que naves viajem tão rapidamente quanto a de “Star Trek”.




Fonte: http://seuhistory.com/noticias/nave-star-trek-nasa-teria-descoberto-acidentalmente-como-superar-velocidade-da-luz

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Cientistas revelam risco de "tsunami mortal" provocado por asteroides

 Foto: The Mirror / Reprodução
Reino Unido está entre os países sob risco de devastação pelo chamado “tsunami de asteroide” que poderia matar milhares de pessoas que vivem nas costas, segundo informaram cientistas da Universidade de Southampton nesta terça-feira, data em que é celebrado o Dia do Asteroide. As informações são do The Mirror.
O time de pesquisadores britânicos desenvolveu uma ferramenta que pode prever onde os asteroides poderiam cair na Terra e qual o impacto que isso poderia ter. Há milhões de asteroides no sistema solar, porém somente 13 mil foram descobertos – e 500 deles têm potencial de atingir o planeta.
No entanto, se um deles batesse na Terra, teria o potencial de acabar com todo o Reino Unido, por exemplo. Mas, o impacto em si não é o único problema causado por asteroides, já que os tsunamis poderiam destruir completamente cidades litorâneas de todo o mundo (no caso do impacto do objeto com os oceanos).
O Reino Unido está entre os países sob risco de devastação pelo chamado “tsunami de asteroide” que poderia matar milhares de pessoas que vivem nas costas
A ferramenta chamada “Armor” calcula os danos e as probabilidades e tem como objetivo ajudar organizações como a ONU a criar planos de ação. “É fácil ser leviano devido ao efeito de Hollywood, mas é um risco real”, explicou o cientista Hugh Lewis, professor de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Southampton.
“Este novo software não só nos permite ver onde um impacto é provável, mas também simula o que aconteceria se tentássemos desviá-lo, por exemplo, usando uma nave espacial para dar-lhe um ‘empurrão’ no espaço”, completou.
O último grande asteroide que atingiu a Terra foi o ‘Tunguska’, em 1908. Ele se chocou contra o planeta com a força de mil bombas atômicas e destruiu uma área de 2.149.690km².

Fonte: http://jsomokovitz.blogspot.pt/

Saúde em risco devido às ondas de calor

A Organização Metereológica Mundial, OMM, e a Organização Mundial da Saúde, OMS, lançaram uma nova orientação conjunta sobre sistemas de alerta para abordar riscos à saúde causados por ondas de calor.

O documento afirma que elas estão se tornando mais frequentes e intensas, como resultado da mudança climática.

De acordo com o Painel Intergovernamental sobe Mudança Climática, a duração, frequência e intensidade das ondas de calor devem crescer durante este século. Além do impacto na saúde, elas também afetam o setor de infraestrutura, como energia, água e transporte.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/saude-em-risco-devido-as-ondas-de-calor-alerta-onu.html

Mundo tem de reduzir poluição para salvar vida marinha

Se não for controlado, o aquecimento global vai causar danos irreversíveis para a vida marinha nos oceanos do mundo, forçando peixes a buscarem águas mais frias e destruindo valiosos recifes de coral - afirmou um estudo internacional publicado nesta quinta-feira.
Manter as temperaturas médias globais no limite de dois graus Celsius acima da temperatura pré-industrial é a única maneira de evitar os piores efeitos da mudança climática sobre os oceanos da Terra, que fornecem 90% do espaço habitável do planeta, disse o estudo publicado na revista Science.
As conclusões baseiam-se na Iniciativa Oceano 2015, que examinou os últimos estudos sobre como a mudança climática deve afetar os oceanos, a vida marinha e centenas de bilhões de dólares em produtos e serviços que eles fornecem a cada ano.
"Todas as espécies e serviços que recebemos do oceano serão afetados", disse o co-autor William Cheung, professor associado da Universidade de British Columbia.
A equipe considerou um cenário normal e o comparou ao efeito da introdução de grandes cortes nas emissões de dióxido de carbono, a fim de manter o aumento da temperatura abaixo de dois graus Celsius até 2100, conforme delineado no Acordo de Copenhague.
"A condição do futuro do oceano depende da quantidade de carbono emitida nas próximas décadas", disse o estudo.
"É necessária a redução imediata e substancial das emissões de CO2, a fim de evitar os impactos enormes e efetivamente irreversíveis nos ecossistemas do oceano e seus serviços" com cenários normais.
A menos que as alterações sejam feitas, "os peixes migrarão longe de seus habitats atuais 65 por cento mais rápido, resultando em mudanças na biodiversidade e nas funções dos ecossistemas", disse o estudo, liderado por Jean-Pierre Gattuso, do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica.
Ao longo do tempo, o oceano se tornará menos capaz de absorver as emissões de carbono provenientes da queima de combustíveis fósseis.
Tal poluição leva à crescente acidificação e prejudica a vida marinha.
Elevação do nível do mar, perda de oxigênio nas águas e doenças também são ameaças importantes ligadas à poluição.
Mesmo que pesquisas recentes sugiram que certos tipos de corais podem ser capazes de se adaptar ao aquecimento das águas, o estudo ressaltou que é "duvidoso que os corais sejam capazes de se adaptar com rapidez suficiente para manter as populações sob maior parte dos cenários de emissões, especialmente onde a temperatura continue a aumentar ao longo do tempo".
Os pesquisadores disseram que seus resultados devem ajudar a informar as negociações climáticas globais que serão realizadas em Paris no final deste ano.
De acordo com Phillip Williamson, coordenador científico do programa de pesquisa do Programa de Pesquisa em Acidificação dos Oceanos do Reino Unido (UKOA), o artigo dá um "Resumo poderoso e sucinto" da ciência que já é bem conhecida dos especialistas, "mas é bom ter as provas reunidas".
Williamson, que não esteve envolvido no estudo, apontou que mesmo o cenário de dois graus Celsius não é uma cura para as águas do mundo.
"Até mesmo o cenário de emissões restritas para o dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa não é sem riscos", alertou.
"Sabendo que tais riscos podem ser apenas 'moderados' em vez de 'severos', ainda é motivo de preocupação considerável".

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/mundo-deve-reduzir-poluicao-para-salvar-vida-marinha.html

Imagens da NASA mostram buraco negro "arrotando" Raios X

Um satélite dos Estados Unidos fotografou o que astrônomos descreveram como simplesmente o "arroto" de um buraco negro. 
 Foto: Nasa / Divulgação
O Swift, controlado pela Agência Espacial Americana (Nasa), detectou um pulso de raios-X emitido por um buraco negro batizado de V404 Cygni.
Localizado na constelação de Cisne, a oito mil anos-luz da terra, o corpo celeste já tinha "arrotado" antes, mas a última vez tinha sido em 1989. 

Raridade

"Esse tipo de erupção é bastante raro. Quando detectamos um, usamos tudo o que temos para monitorar suas emissões, dos sinais de rádio aos raios gama", explica Neil Gehrels, astrônomo da Nasa.
"No momento, V404 Cygni está mostrando uma variação excepcional nas emissões e oferece uma rara chance de observarmos (o fenômeno)".
O Swift não é um satélite comum: ele tem a habilidade de girar rapidamente para observar as emissões de raios gama, que normalmente duram menos de um minuto, assim como outras rajadas energéticas, incluindo os raios-X. Emissões deste tipo são brilhantes, mas atingem seu pico de intensidade em apenas alguns dias. 
 Foto: Nasa / Divulgação
Ocorrem quando gases são atraídos pela gravidade dos buracos negros - apesar do nome, eles são estrelas contraídas e cujo pulso gravitacional é capaz de atrair até a luz.
Os buracos negros são extremamente difíceis de serem observados e sua localização normalmente é "denunciada" pelo movimento de corpos celestes próximos.
Por isso, a oportunidade apresentada pelo V404 Cygni foi preciosa. Ainda mais porque o buraco negro voltou a "dormir", segundo a Nasa. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/imagens-da-nasa-mostram-buraco-negro-arrotando-raios-x,e0398eb6877848800ee2f93951a24fd6t16wRCRD.html

Terramoto de magnitude 5,5 no mar de Andaman

Um terremoto de magnitude 5,5 foi registrado as 03:16 GMT nas águas do mar de Andaman, 237 km a leste de Port Blair, Rússia, os relatórios da Academia de Serviço Geofísico Ciências da Rússia.

O epicentro foi localizado a cerca de 400 km a oeste da costa de Burma. A intensidade do tremor no epicentro do terremoto é classificado como "muito forte".

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/terremotos/um-terremoto-de-magnitude-55-foi-registrado-no-mar-de-andaman.html

Há 107 anos ocorria o Grande Evento de Tunguska

Há 107 anos, por volta das 07h17 da manhã de 30 de junho de 1908, uma gigantesca explosão de origem desconhecida foi ouvida pelas poucas pessoas que habitavam a região do Rio Tunguska, no centro-norte da Sibéria. Sem saber, esses habitantes estavam presenciando a mais impressionante entrada espacial ocorrida na Terra na era Moderna. 
Segundo Don Yeomans, cientista-chefe do NEO, Laboratório de Objetos Próximos à Terra, da Nasa, passado um século do Evento de Tunguska, alguns ainda debatem sobre os possíveis cenários do dia do acontecimento, mas a teoria geral acordada é que naquela manhã de 1908 uma gigantesca rocha de 120 metros se chocou contra a alta atmosfera da região da Sibéria, provocando a explosão. 
Estima-se que o asteróide, de 1.1 milhão de toneladas, entrou na atmosfera terrestre a 54 mil km/h e durante sua rápida imersão aqueceu o ar ao seu redor a uma temperatura de 24000 ºC. A combinação de pressão e calor provocou a fragmentação da rocha, produzindo uma bola de fogo que liberou energia equivalente à explosão de 480 bombas de Hiroshima.
Segundo relatos da época, a luminosidade causada pela entrada espacial foi tão intensa que durante os dois dias seguintes era possível ler livros na cidade de Londres, há 10 mil quilômetros de distância. Modelos matemáticos recentes mostram que a onda de choque criada na hora do impacto circundou a Terra por duas vezes através da atmosfera.

Sem Marcas ou Crateras

Apesar da explosão ter ocorrido em 1908, as primeiras expedições científicas chegaram ao local somente 19 anos depois, após uma série de tentativas frustradas de se atingir a região, dificultadas pelas severas condições siberianas e pala falta de interesse do regime czarista.
Devido o impacto ter ocorrido a pelo menos 9 mil metros de altitude, não houve marcas ou crateras deixadas na superfície, mas pelo menos 2 mil quilômetros de florestas foram completamente destruídas abaixo do local do ponto de entrada. Isso gerou uma série opiniões divergentes e conspiratórias, entre elas a possibilidade da queda de uma nave espacial e até mesmo a explosão de uma bomba alienígena.

Probabilidade

Estima-se que asteróides do mesmo tamanho que atingiu Tunguska penetre nossa atmosfera a cada 300 anos, mas isso não significa que teremos um evento similar nos próximos 200 anos. Segundo Yeomans, essa estimativa é uma média baseada nas melhores condições científicas atuais. "Vejo esses números do ponto de vista estritamente matemático e a possibilidade de um evento similar ocorrer não me tira o sono", disse o cientista.

Com o avanço dos instrumentos e técnicas de detecção, diversas expedições científicas estão previstas para os próximos três anos na região. Serão analisados principalmente material do solo e restos de plantas e animais que possam ter presenciado o evento. O objetivo será a confrontação dos resultados com os dados já coletados em outras áreas onde supostamente teriam ocorrido eventos semelhantes.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?posic=dat_20080629-185850.inc

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Sistema do Planeta Terra a um passo do total desiquilibrio

O planeta Terra prepara a humanidade para o Apocalipse !

A Natureza não se defende : ela “se vinga” !
O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, sob os auspícios das Nações Unidas, decidiu colocar um fim ao debate sobre o aquecimento global. Os climatologistas disseram : “…a temperatura da Terra aumentou realmente. O problema é que tais mudanças levam a desequilibrar todo o sistema do planeta”.
Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, sob os auspícios das Nações Unidas, emitiu um relatório perturbador, que alertou para as consequências do esquecimento sobre o problema do aquecimento global. Trata-se, de acordo com o grupo de peritos, do impacto mais significativo sobre a situação na terra e nos oceanos. Em caso de aquecimento adicional a falta de procedimentos terá graves consequências, até a completa destruição de uma civilização na virada do século XXII.
Deve notar-se que o Grupo Intergovernamental foi criado em 1988 por duas agências das Nações Unidas: a Organização Meteorológica Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Ambiente. O grupo é um dos que tem mais autoridade no mundo no campo da climatologia. A contribuição deste grupo para a ciência é inestimável.
Segundo especialistas da ONU e ansiedade é compreensível: o fato é que agora, por causa do aquecimento global gradual (! Por agora – lentamente) estão derretendo as calotas de gelo nos polos, e o colapso do gelo no Ártico (! Marinheiros polares têm pessoalmente visto isto), a diminuição das reservas de água doce, freqüentes períodos de temperaturas do ar anormalmente altos, alguns seres vivos estão morrendo em silêncio nos recifes de coral.
O nível do mar sobe, e a água está se tornando mais ácida por causa de dióxido de carbono dissolvido, que é liberado na atmosfera como parte de emissões automotivas e industriais. Como resultado, alguns organismos marinhos têm problemas com a desaceleração do crescimento, enquanto outros simplesmente morrem. Em geral, a lista de “pecados” é grande nesse aquecimento.
É que, de acordo com a esmagadora maioria dos cientistas do clima, é apenas o começo, das mais graves consequências para todo o planeta. Mas o que dizer, por exemplo, do tão falado-Protocolo de Kyoto, nos termos do qual os países signatários (os mais avançados tecnicamente), comprometem-se a reduzir as emissões?
“No que diz respeito ao tratado de Kyoto não está mais na moda falar dele. 2012 foi o último ano de suas ações, de modo que ele parece ter acabado, e agora são todos falam que ele deu ou não deu. Então, vamos esquecer o passado,…” disse a Pravda Ru o Doutor em Ciências Físicas e Matemática, vice-diretor do Instituto de Física Atmosférica Obukhov RAS Alexander Ginzburg. – “ …no final do ano passado foi publicado o Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental, onde todos esses resultados foram anunciados, e agora eu realmente não eu sei se essa história terá qualquer sequela real.”
Para os primeiros 10-12 anos os métodos no século XXI foram estabelecidos métodos de como se adaptar ao aquecimento global. Este é mais ou menos claro, mas temos de estar alerta para a possibilidade de que os eventos extremos estão aumentando, e isso é uma conseqüência direta do aquecimento global, e este em particular não foi sequer discutido. O fato de que no final do início do século XX e início do século XXI, o clima da Terra foi alterado, – obviamente. As consequências do aquecimento do clima são eventos extremos mais frequentes mas é impossível prever, mas para tais eventos deveremos estar prontos.
Como evitar as conseqüências do aquecimento? Nada a fazer. Na pior das hipóteses, só precisamos não interferir com a Natureza. Nós precisamos nos comportar como seres humanos, não queimar combustível mais do que é necessário para se envolver na conservação de energia. Isso é bom de todos os ângulos. Para a economia, bom para a conservação dos recursos e do clima. Isto é, se você se comportar como ser humano, e pensar que vamos deixar para a próxima geração, será mais fácil!
Membro da Câmara Pública da Russia Sergey Markov disse ao Pravda.Ru sobre a ameaça climática e do Protocolo de Kyoto da seguinte forma:
“Tudo é muito simples. Nós assinamos o tratado, aqueles que têm pouca indústria, mas não assinaram aqueles com grande indústria. Eu acho, porque é o custo da indústria que polui, é uma indústria muito poderosa requer investimento adicional, e os principais países industrializados se recusaram a assiná-lo. Isto porque o Protocolo de Kyoto é apenas ligado diretamente às emissões de gases com efeito de estufa, mas, estritamente falando, não é exatamente provado que o aquecimento depende dele.
Muitos acreditam que este é apenas um aquecimento cíclico, é um procedimento natural da esfera biogeologica da Terra. Mas, por outro lado, o Protocolo de Kyoto é exatamente positivo em outro sentido – é não só contra o aquecendo-é também contra a poluição e se destina a combater esta poluição de qualquer forma necessária “.
Veja também: Os ambientalistas estão se preparando para substituir o Protocolo de Kyoto, por um novo acordo internacional
“A mudança climática global é acompanhada por um aumento e força dos vários eventos climáticos e meteorológicos, – disse o diretor do Instituto de Problemas de água da Academia Russa de Ciências Viktor Danilov- em entrevista ao Pravda Ru. -. Ele tem sido conhecido por um longo tempo, eu ainda escreveu em 2001 que a mudança climática global -. consequência de desequilíbrio do sistema do clima da Terra .
Mas surpreende, alguns comentaristas e jornalistas que, em qualquer tempo frio local, comecem a falar sobre o fato de que não há aquecimento global. É apenas difícil de explicar para todos entenderm. O aquecimento global não é uniforme ou monótono, há pausas, até mesmo algum movimento retrógrado, e, claro, em diferentes territórios, que se manifesta de diferentes maneiras: em algum lugar é mais rápido (em altas latitudes), em algum lugar mais lento (especialmente ), na zona equatorial.
“Aqueles que prepararam o Protocolo de Kyoto em 1997, estavam bem cientes de que as medidas são insuficientes para ter um impacto significativo sobre a mudança climática global”, disse Viktor Danilov-. “Todos compreenderam que esta é apenas uma tentativa de organizar a comunidade internacional para implementar as medidas necessárias.”
Em geral, se a mudança climática vai seguir o cenário do pior caso, acha-se que a humanidade não vai encontrar a solução..

Fonte: http://jsomokovitz.blogspot.pt/

Sismos no estado Americano de Michigan intriga cientistas

Tremor perto de  Union City de magnitude 3.3.(Photo: Jason Reed, Getty Images)

Tremor de terça-feira foi uma magnitude 3.3, centrado cerca de 7 milhas a nordeste de Union City.

O terremoto vem menos de dois meses depois de um terremoto de magnitude 4.2-centrado  a 20 milhas de distância, perto de Galesburg.
Os sismólogos não descartam que seja a atividade de perfuração de petróleo e gás


Um terremoto de 3,3 graus de magnitude que atingiu 13 milhas ao sudeste de Battle Creek tem hoje os cientistas coçando suas cabeças.

Tremor de hoje foi cerca de 20 milhas a partir da localização de um terremoto de magnitude 4,2 que ocorreu-cinco milhas ao sul de Galesburg em 2 de maio - o mais forte terremoto registrado no Michigan em mais de 67 anos. Os dois terremotos são longe o suficiente apart que hoje provavelmente não é uma réplica do terremoto anterior e não é, aparentemente, na mesma linha de falha, disse Harley Benz, um sismólogo com US Geological Survey (USGS), em Colorado.

"Após o evento de Maio, eu suspeitava que não iria ver um outro evento, então eu estava um pouco surpreso por este", disse ele. "O que mais me surpreendeu é que eles não estavam nos mesmos locais."

Isso também intriga Eric Hetland, professor assistente no Departamento de Ciências da Terra e Ambientais da Universidade de Michigan.

"Dada a proximidade no tempo para o início 4.2 (terremoto), e os baixos níveis de sismicidade em Michigan, ele pode estar relacionado a esse terremoto no início de alguma maneira", disse ele.

O terremoto de hoje, que ocorreu cerca de 11:43, foi anotado no site do USGS. Comunidade Intensidade Internet Mapa da pesquisa relataram moradores sentindo o tremor como extremo sul como do norte de Indiana e tão ao norte como Holland. O Escritório Calhoun County Sheriff, em um comunicado à imprensa, disse despachantes recebeu vários telefonemas sobre o tremor, mas nenhum dano foi relatado.

O epicentro do terremoto foi o canto sudeste da Warner Lake, 3,1 milhas subterrâneo. O epicentro do terremoto de 04 de maio estava em Galesburg, 3,4 milhas abaixo da superfície.

Os terremotos podem ocorrer quando energia armazenada na crosta da Terra é subitamente liberada. Isso pode acontecer naturalmente, quando se deslocam placas de deslizamento da crosta terrestre passado um do outro, ou pode ser causada por atividades humanas, incluindo fraturamento hidráulico, ou "fracking", uma forma de perfuração de petróleo e gás ou outra alienação injeção em profundidade de água e outros fluidos subterrâneos.
Tremor de magnitude 3,3. (Foto: Martha Thierry, Detroit Free Press)

O terremoto de 02 de maio expôs uma linha de falha geológica no sudoeste Kalamazoo County única especulado sobre anteriormente. Kazuya Fujita, professor de geociências na Universidade Estadual de Michigan, disse que parece a mesma linha de falha foi envolvido em um terremoto de magnitude 4,6 em Coldwater, em 1947, o último terremoto no estado de tal intensidade. Mas Benz disse que o terremoto de hoje não é na mesma linha de falha.

O número de terremotos aumentou dramaticamente ao longo dos últimos anos, em grande parte os EUA De 1973 a 2008, houve uma média de 21 terremotos de magnitude 3,0 e maior em os EUA Central e Oriental, o USGS relatou. Esta taxa saltou para uma média de 99 terremotos de intensidade que por ano de 2009 a 2013, ea taxa continua a subir. Só em 2014, havia 659 magnitude-3.0 e maiores terremotos na mesma área geográfica, USGS relatou.

Em Oklahoma, agência Geological Survey do estado historicamente registra um ou dois terremotos de magnitude-3.0 ou maior por ano, em média, no estado. Durante 2013, essa taxa subiu para dois terremotos de intensidade ou maior que por semana. No ano seguinte, ele alcançou uma média de 21/2 tais tremores por dia. Geólogo do estado de Oklahoma em abril declarou a fonte suspeita do aumento da atividade como a alienação de injeção subterrânea de água associado à produção de petróleo e gás.

Embora as atividades industriais não pode ser descartada como causa de terremotos recentes de Michigan, Benz disse, "esses terremotos olhar tectônica", ou relacionadas com os processos naturais de crosta da Terra.

O culpado pode até ser rebote glacial - massas de terra pressionadas por milhões de toneladas de gelo durante o último período glacial de Michigan cerca de 12.000 anos atrás, começando a subir, disse Benz.

Na Califórnia do Sul, onde os terremotos são freqüentes, linhas de falhas são bem conhecidos, e uma quantidade enorme de estudo e tecnologia é implantado. Mas muito menos de um olhar foi tomada em lugares relativamente livres de terremotos, como Michigan, disse Benz.

No entanto, se a atividade como nos últimos dois meses continua, "nós certamente implantaremos mais recursos para dar uma olhada no que está acontecendo lá", disse ele.

Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/

Humanidade desvaloriza a maior ameaça ao Planeta

Um estudo realizado por economistas norte-americanos Destina-se a explicar por que os asteroides representam a maior ameaça para a existência do planeta do que qualquer outro fator.

Os economistas norte-americanos Tyler Cowen e Alex Tabarrok, da Universidade George Mason desenvolveram uma nova teoria sobre impactos de asteroides contra o nosso planeta, relata o The Washington Post. E, na opinião desses cientistas, o maior problema é que as pessoas desprezam esta ameaça.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que a probabilidade da humanidade se extinguir pela colisão de um asteroide contra a Terra é quase o mesmo que o de morrer em um acidente de avião.

O estudo é baseado no princípio de "bens públicos" que os economistas utilizam nos cálculos. De acordo com eles, a proteção contra ataques de asteroides depende muito do fator humano.

Tabarrok argumenta que a maneira mais fácil de proteger o planeta dos asteroides é controlá-los e, em seguida, destruir ou alterar sua trajetória. No entanto, devido a que as pessoas não levam a sério a ameaça dos asteroides e não tem motivação para enfrentar o problema. "No entanto, existe a possibilidade de que as pessoas de repente tenham essa motivação, unindo-se todos para defender do asteroide", diz o cientista.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/quotos-humanos-desprezam-a-maior-ameaca-para-a-terraquot.html

Vulcão Fuego entra em erupção na Guatemala

O vulcão Fuego na Guatemala iniciou a erupção. O Coordenador Nacional para a Redução de Desastres desse país anunciou o alerta laranja de perigo, relata a imprensa latino-americana.

A cratera ejetou cinzas que caiu nas comunidades próximas, por isso foram evacuadas. Estima-se que a cinza possa atingir Chiapas, México.

O vulcão Fuego tem uma altitude de 3.763 metros e está localizado entre os departamentos de Sacatepequez, Chimaltenango e Escuintla.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/entra-em-erupcao-o-vulcao-fuego-na-guatemala.html

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Poderá o Big One de Los Angeles ser ainda maior do que se pensa ? Um maciço vazamento de Hélio de falha sob a cidade revela fenda gigante propícia a grande terramoto

Uma enorme falha na crosta da Terra, perto de Los Angeles está vazando hélio, os pesquisadores informam.
Eles dizem que o achado inesperado lança nova luz sobre a Zona de Falha de Newport-Inglewood, na Bacia de Los Angeles.
Ele revela que o problema é muito mais profundo do que se pensava, e um terremoto será muito mais devastador.
Segue-se um relatório do Serviço Geológico dos EUA alertando o risco de "um dos grandes" que baterão a Califórnia aumentou dramaticamente.
O Newport-Inglewood falha se estende por 75 quilômetros (47 milhas) de Culver City sudeste de Newport Beach altura em que as tendências de falha leste-sudeste no Oceano Pacífico
A Newport-Inglewood falha se estende por 75 quilômetros (47 milhas) de Culver City sudeste de Newport Beach altura em que as tendências de falha leste-sudeste no Oceano Pacífico

FALHA NEWPORT-INGLEWOOD

O Newport-Inglewood falha se estende por 75 quilômetros (47 mi) de Culver City sudeste de Newport Beach, altura em que as tendências de falha leste-sudeste no Oceano Pacífico.
A falha pode ser visto na superfície da Terra como linha de colinas que se estendem de Signal Hill para Culver City.
A culpa tem uma taxa de deslizamento de aproximadamente 0,6 milímetros / ano (0,02 in / ano) e está previsto para ser capaz de um terremoto de 6,0-7,4 graus na escala momento magnitude.
A culpa foi identificado pela primeira vez depois de um terremoto de magnitude 4,9 atingiu perto de Inglewood, Califórnia, em 21 de junho de 1920.
Da UC Santa Barbara o geólogo Jim Boles encontrara evidências de vazamento de hélio do manto da Terra ao longo de um trecho de 30 milhas da Zona de Falha Newport-Inglewood, na Bacia de Los Angeles.
.Ele afirma que os resultados mostram que a culpa Newport-Inglewood é mais profundo do que os cientistas pensavam anteriormente.
Usando amostras de invólucro de gás de dois poços de petróleo dúzia que vão desde Westside de Los Angeles para Newport Beach, em Orange County, Boles descobriu que mais de um terço dos locais mostram evidências de elevados níveis de hélio-3 (3He).
"Os resultados são inesperados para a área, porque a Bacia do LA é diferente de onde ocorre a maioria das anomalias manto de hélio", disse Boles, professor emérito do Departamento de Ciências da Terra da UCSB.
"A culpa Newport-Inglewood parece sentar-se em uma zona de subducção de 30 milhões de anos de idade, por isso é surpreendente que ele mantém um caminho significativo através da crosta.
Considerado primordial, 3He é um vestígio do Big Bang, e sua única fonte terrestre é o manto.
As descobertas de Boles aparecer em Geoquímica, Geofísica, Geosystems (G-Cubed), uma revista eletrônica da União Geofísica Americana e da Sociedade geoquímica. Quando Boles e seus co-autores analisaram as amostras de gás 24, eles descobriram que altos níveis de 3He correlacionam inversamente com o dióxido de carbono (CO2), que Boles observou atua como um gás de transporte para 3He.
Uma análise mostrou que o CO2 também foi do manto, confirmando o vazamento de dentro da Terra.
Blueschist encontrado no fundo de poços profundos nas proximidades indica que a falha Newport-Inglewood é uma zona de subducção antigo - onde duas placas tectônicas colidem - embora sua localização é mais de 40 milhas a oeste do atual limite de placa do Sistema Falha de San Andreas.
Encontradas 20 milhas abaixo, blueschist é uma rocha metamórfica só revelou quando regurgitado para a superfície através de agitação geológica.
Uma cena do filme San Andreas em que a falha provoca um terremoto devastador em Los Angeles, o maior registrado na história
Uma cena do filme San Andreas em que a falha provoca um terremoto devastador em Los Angeles, o maior registrado na história
O filme vê devastação tomar a cidade como todo mundo luta para escapar dos efeitos do terremoto de magnitude 9
O filme vê devastação tomar a cidade como todo mundo luta para escapar dos efeitos do terremoto de magnitude 9
A seção transversal geológico da bacia de Los Angeles a partir do sudoeste para nordeste. Este perfil intercepta a Zona de Falha Newport-Inglewood em Long Beach
A seção transversal geológico da bacia de Los Angeles a partir do sudoeste para nordeste. Este perfil intercepta a Zona de Falha Newport-Inglewood em Long Beach
"Cerca de 30 milhões de anos atrás, a placa do Pacífico foi a colisão com a placa norte-americana, que criou uma zona de subducção na falha Newport-Inglewood," Boles explicou.
"Então, de alguma forma, que saltou interseção clara para o presente San Andreas Fault, embora como isso ocorreu não é realmente conhecido.
"Este trabalho mostra que o manto está vazando mais no zona de falha Newport-Inglewood do que na falha de San Andreas, que é uma nova descoberta. '
As conclusões do estudo contradiz uma hipótese científica que suporta a existência de um grande basal móvel bastante - um ângulo baixo empurrou culpa - abaixo da superfície da Bacia do LA.
"Nós mostramos que a culpa Newport-Inglewood não só é profunda, mas também direta ou indiretamente ligados com o manto", disse Boles.
Os cilindros Jim Boles utilizado para recolher amostras de gases de revestimento de poços de petróleo ao longo da falha Newport-Inglewood, onde ele encontrou evidências de hélio-3.
Os cilindros Jim Boles utilizado para recolher amostras de gases de revestimento de poços de petróleo ao longo da falha Newport-Inglewood, onde ele encontrou evidências de hélio-3.

'Se o basal móvel bastante existisse, teria de atravessar a zona de falha Newport-Inglewood, que não é provável, "acrescentou.
'"Nossos resultados indicam que a falha Newport-Inglewood é muito mais importante do que se pensava anteriormente, mas o tempo dirá qual é a verdadeira importância de tudo isso é."
Os investigadores analisaram os dados mais recentes do complexo sistema de falhas geológicas ativas do Estado, bem como novos métodos para traduzir esses dados em probabilidades terremoto. A estimativa para a probabilidade de que a Califórnia vai experimentar uma magnitude 8 ou maior terremoto nos próximos 30 anos aumentou de cerca de 4,7% a cerca de 7,0%, dizem eles.
No novo estudo, a estimativa para a probabilidade de que a Califórnia vai experimentar uma magnitude 8 ou maior terremoto nos próximos 30 anos aumentou de cerca de 4,7% para UCERF2 a cerca de 7,0% para UCERF3.
No novo estudo, a estimativa para a probabilidade de que a Califórnia vai experimentar uma magnitude 8 ou maior terremoto nos próximos 30 anos aumentou de cerca de 4,7% para UCERF2 a cerca de 7,0% para UCERF3.
 
Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/search?updated-max=2015-07-01T10:31:00-03:00&max-results=25

Vidas de milhões de pessoas está ameaçada por asteróides que poderão colidir com a Terra nos próximos 85 anos

impact-earth
De acordo com cientistas britânicos, as vidas de milhões de pessoas está ameaçada por asteróides porebbero queda ao longo dos próximos 85 anos. Para reduzir o risco, os cientistas criaram um mapa dos mais perigosos do mundo e as mais ameaçadas estão em um trecho entre a Espanha e Escandinávia, passando por França e Alemanha. A América Latina não está imune ao impacto de risco.

Terra-impacto


Dos 13.000 asteróides descobertos por cientistas britânicos da Universidade de Southampton, 500 delas eles podem cair na Terra, conforme relatado pelo jornal "The Telegraph". O risco de impactos de asteroides que ocorrem contra o nosso planeta não é muito alto, mas as consequências são que um destes, pode ser devastador se não destrutiva.Portanto especialistas desenvolveram um mapa global que mostra o chamado "corredor vermelho", ou seja, áreas que estão mais expostos ao risco de queda dos asteróides que os impactos podem ter consequências fatais. Informações sobre asteróides descobertos, combinados com informações sobre a densidade populacional, são correlacionados com outros fatores que podem aumentar os efeitos de impactos, tais como tsunamis.

corridoi rossi indicano la percentuale di probabilità impatti asteroidi
asteroid-impact-earth-1
Os corredores vermelhos indicam a porcentagem de impactos de asteróides de probabilidade

Terra-asteróide impacto-1


De acordo com o mapa, uma das áreas que enfrentam um perigo maior é a Europa, isto é uma faixa que corresponde a Escandinávia, Alemanha, França e Espanha. O Reino Unido não é nessa área, mas tem um risco muito elevado de um tsunami gerado pela queda de nenhuma asteróides.A maior parte da Rússia ou dos Estados Unidos, estão fora de perigo, mas um destes "corredores" em todos os estados da Califórnia e Florida pelo norte do México. Outras áreas perigosas estão na América do Sul: Brasil e Peru. A Austrália também poderia enfrentar uma chuva de asteróides."Apesar de ter visto muitos filmes de Hollywood, não poucas pessoas se acostumaram a não levar a sério os asteróides, o risco não pode ser ignorado" - disse o Dr. Hugh Lewis da Universidade de Southampton, também mencionado no jornal "The Telegraph ".


Meteoro cheliabynsk


meteor cheliabynsk
Em sua opinião, é provável que milhares de pessoas poderiam morrer de impactos de asteróides ao longo dos próximos 85 anos, representando percentagens semelhantes aos causados ​​por outras catástrofes de origem natural. Não surpreendentemente, a Chelyabinsk meteoro queda 13 de fevereiro de 2013, causou o ferimento de 1.500 pessoas e danos consideráveis ​​para casas, escolas e fábricas, apesar de, em seguida, depois de ter caído em um lago congelado.


Fonte: http://www.segnidalcielo.it/la-vita-di-milioni-di-persone-e-minacciata-da-asteroidi-che-potrebbero-cadere-nei-prossimi-85-anni/

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