sexta-feira, 10 de julho de 2015

Forte terremoto atinge as Ilhas Salomão

De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 6.7 magnitudes foi registrado s Ilhas Salomão, 154 km ao sul-sudoeste de Dadali, as 01h12, pelo horário brasileiro (10/07/2015). O forte tremor ocorreu a 20 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 9.3S e 158.4E , indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.
Devido a forte magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu, este tremor tem potencial significativo de destruição e pode causar sérios danos em construções e até vítimas fatais caso tenha ocorrido próximo a locais populosos.
Um terremoto de 7.0 pontos de magnitude libera a mesma energia que 8 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 169 mil toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_atinge_Ilhas_Salomao_a_154_km_de_Dadali&posic=dat_20150710-013056.inc

 

Novo rastreio enorme irá ajudar a compreender a matéria escura

Foram divulgados os primeiros resultados de um novo rastreio importante de matéria escura no céu austral, levado a cabo pelo VST (VLT Survey Telescope) do ESO, montado no Observatório do Paranal, no Chile.
O projeto, chamado KiDS (Kilo-Degree Survey), faz uso de imagens do VST e da sua enorme câmara, a OmegaCAM, para analisar mais de dois milhões de galáxias. A equipa KiDS estudou a distorção da radiação emitida por estas galáxias, a qual se curva quando passa através de enormes nodos de matéria escura no seu percurso até à Terra. Os resultados obtidos através do efeito de lente gravitacional mostram que estas galáxias contêm cerca de 30 vezes mais matéria escura que matéria visível.
Na imagem à esquerda podemos ver um grupo de galáxias mapeado pelo KiDS. À direita vemos a mesma área do céu, mas com a matéria escura invisível mostrada a cor de rosa.
Crédito: Colaboração KiDS/A. Tudorica & C. Heymans/ESO

Foram divulgados os primeiros resultados de um novo rastreio importante de matéria escura no céu austral, levado a cabo pelo VST (VLT Survey Telescope) do ESO, montado no Observatório do Paranal, no Chile. O rastreio KiDS do VST permitirá aos astrónomos fazer medições precisas de matéria escura, da estrutura de halos de galáxias e da evolução de galáxias e enxames. Os primeiros resultados KiDS (Kilo-Degree Survey) mostram como é que as características das galáxias observadas são determinadas pelos enormes nodos de matéria escura invisível que as rodeiam.

Cerca de 85% da matéria do Universo é escura e de um tipo que não é compreendido pelos físicos. Embora esta matéria não brilhe nem absorva radiação, os astrónomos conseguem detetá-la através do efeito que tem sobre estrelas e galáxias, particularmente devido à sua atração gravitacional. Um projeto importante que utiliza os telescópios de rastreio do ESO acaba de mostrar de modo extremamente claro a ligação entre esta misteriosa matéria escura e as galáxias brilhantes que observamos de forma direta.

O projeto KiDS faz uso de imagens do VST e da sua enorme câmara, a OmegaCAM. Situado no Observatório do Paranal no Chile, este telescópio dedica-se a mapear o céu noturno no visível — sendo complementado pelo telescópio de rastreio infravermelho, o VISTA. Um dos objetivos principais do VST é mapear a matéria escura e utilizar estes mapas para compreender a misteriosa energia escura que faz com que a expansão do Universo esteja a acelerar.

A melhor maneira para descobrir onde é que se encontra a matéria escura é utilizar o efeito de lente gravitacional — a distorção do tecido do Universo devido à gravidade, a qual deflete a radiação emitida por galáxias distantes que se encontram muito para além da matéria escura. Ao estudar este efeito, é possível mapear os lugares onde a gravidade é mais forte e, portanto, descobrir onde é que a matéria, incluindo a matéria escura, se encontra.

Fazendo parte da primeira remessa de artigos científicos, a equipa internacional de investigadores KiDS, liderada por Koen Kuijken do Observatório de Leiden, na Holanda, utilizou este método para analisar imagens de mais de dois milhões de galáxias, a cerca de 5,5 mil milhões de anos-luz de distância. A equipa estudou a distorção da radiação emitida por estas galáxias, que se curva ao passar por enormes nodos de matéria escura no seu percurso até à Terra.

Os primeiros resultados vêm de apenas 7% da área total do rastreio e concentram-se em mapear a distribuição de matéria escura em grupos de galáxias. A maioria das galáxias vivem em grupos — incluindo a nossa própria Via Láctea que faz parte do Grupo Local — e compreender quanta matéria escura é que contêm é um teste crucial à teoria de formação de galáxias na rede cósmica. Os resultados obtidos através do efeito de lente gravitacional mostram que estes grupos contêm cerca de 30 vezes mais matéria escura que matéria visível.

"O mais interessante é que a galáxia mais brilhante encontra-se quase sempre no meio do nodo de matéria escura," diz Massimo Viola (Observatório de Leiden, Holanda), autor principal de um dos primeiros artigos científicos do KiDS.

"Esta previsão da teoria de formação de galáxias, que diz que as galáxias continuam a juntar-se em grupos e a concentrar-se nos seus centros, nunca tinha sido demonstrada anteriormente de modo observacional de forma tão clara," acrescenta Koen Kuijken.

Estes resultados são apenas o início de um programa principal que vai explorar bases de dados enormes obtidas pelos telescópios de rastreio, sendo que estes dados começam agora a ficar disponíveis a todos os cientistas do mundo através do arquivo do ESO.

O rastreio KiDS ajudará a aumentar o nosso conhecimento da matéria escura. Ser capaz de explicar a matéria escura e os seus efeitos representará um enorme avanço na física.

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/10_kids_materia_escura.htm

As maiores explosões no Universo são despoletadas pelos ímanes mais potentes

Esta impressão artística mostra uma supernova e a explosão de raios-gama associada originadas por uma estrela de neutrões em rotação muito rápida com um campo magnético muito forte — um objeto exótico chamado estrela magnética. Observações obtidas nos Observatórios de La Silla e Paranal no Chile demonstraram pela primeira vez que existe uma ligação entre uma explosão de raios-gama de longa duração e uma explosão de supernova invulgarmente brilhante. Os resultados mostram que a supernova não teve origem em decaimento radioativo, como se esperava, mas sim em campos magnéticos muito fortes a decair em torno de uma estrela magnética.
Crédito: ESO

Observações obtidas nos Observatórios de La Silla e Paranal no Chile demonstraram pela primeira vez que existe uma ligação entre uma explosão de raios-gama de longa duração e uma explosão de supernova invulgarmente brilhante. Os resultados mostram que a supernova não teve origem em decaimento radioativo, como se esperava, mas sim em campos magnéticos muito fortes a decair em torno de um objeto exótico conhecido por estrela magnética. Os resultados foram publicados ontem na revista Nature.

As explosões de raios-gama constituem um dos eventos associados às maiores explosões que ocorreram desde o Big Bang. São detetadas por telescópios em órbita sensíveis a este tipo de radiação altamente energética, a qual não consegue penetrar a atmosfera terrestre, e são igualmente observadas a maiores comprimentos de onda por outros telescópios, situados tanto no espaço como no solo.

As explosões de raios-gama duram tipicamente alguns segundos, mas em casos muito raros podem ocorrer durante horas. Uma destas explosões de longa duração foi captada pelo satélite Swift a 9 de dezembro de 2011 e chamada GRB 111209A. Foi simultaneamente uma das mais longas e mais brilhantes explosões de raios-gama alguma vez observadas.

À medida que o brilho remanescente da explosão ia desaparecendo, o evento foi estudado pelo instrumento GROND montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros em La Silla e pelo instrumento X-shooter no VLT (Very Large Telescope) no Paranal. Foi encontrada uma assinatura clara de uma supernova, chamada mais tarde SN 2011kl. Esta é a primeira vez que uma supernova é descoberta associada a uma explosão de raios-gama de muito longa duração.

O autor principal do novo artigo científico que descreve estes resultados, Jochen Greiner do Max-Planck-Institut für extraterrestrische Physik, Garching, Alemanha, explica: "Uma vez que apenas uma explosão de raios-gama de longa duração é produzida para cada 10.000 - 100.000 supernovas, a estrela que explodiu deve ser de algum modo muito especial. Os astrónomos pensavam que estas explosões de raios-gama tinham origem em estrelas muito massivas — cerca de 50 vezes a massa do Sol — e que assinalavam a formação de um buraco negro. No entanto, as nossas novas observações da supernova SN 2011kl, descoberta após GRB 111209A, estão a modificar este paradigma relativamente às explosões de raios-gama de muito longa duração."

Num cenário favorável do colapso de uma estrela massiva, espera-se que a intensa emissão ótica/infravermelha da supernova, com duração de cerca de uma semana, venha do decaimento do níquel-56 radioativo formado durante a explosão. No entanto, no caso de GRB 111209A as observações combinadas do GROND e do VLT mostraram sem ambiguidades, e pela primeira vez, que isto não era o que se passava. Outras sugestões foram igualmente postas de lado (outras fontes de energia sugeridas para explicar as supernovas superluminosas eram interações por choques com o material circundante — possivelmente ligadas a conchas estelares ejetadas antes da explosão — ou uma estrela progenitora supergigante azul. No caso de SN 2011kl as observações excluem de forma clara ambas estas hipóteses).

A única explicação que justifica as observações da supernova que segue GRB 111209A é que esta terá tido origem numa estrela magnética— uma estrela de neutrões minúscula que roda centenas de vezes por segundo e que possui um campo magnético muito mais potente que as estrelas de neutrões normais, as quais são também conhecidas por pulsares rádio. Pensa-se que as estrelas magnéticas são os objetos mais magnetizados no Universo conhecido. Esta é a primeira vez que uma ligação clara entre uma supernova e uma estrela magnética foi identificada.

Paolo Mazzali, coautoEr do estudo, reflete sobre o significado desta nova descoberta: "Estes resultados fornecem evidências de uma relação inesperada entre explosões de raios-gama, supernovas muito brilhantes e estrelas magnéticas. Já há alguns anos que suspeitávamos de algumas destas relações do ponto de vista teórico, mas conseguir ligar tudo isto é realmente um desenvolvimento muito interessante."

"O caso de SN 2011kl/GRB 111209A obriga-nos a considerar alternativas ao cenário de uma estrela em colapso. Estes resultados aproximam-nos de ideias novas e muito mais claras sobre o funcionamento das explosões de raios-gama," conclui Jochen Greiner.

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/10_grb_111209a.htm

Há 800 asteroides no sistema solar que poderiam destruir a terra

O primeiro astronauta espanhol Pedro Duque assegura que atualmente há 800 asteroides do sistema solar que poderiam "destruir a terra", ainda que não represente um perigo no futuro próximo.

"Há mais ou menos bem controlados até 800 asteroides" de grandes dimensões, de acordo com o astronauta espanhol Pedro Duque, têm de "se preocupar a sociedade, porque eles podem destruir a humanidade e toda a vida na Terra". No entanto, tal como reconhecido pelo primeiro astronauta espanhol em uma palestra na Universidade Internacional Menéndez Pelayo de Santander, nenhum representa uma ameaça para os próximos mil anos. De acordo com Duke, no entanto, ainda existem pequenos asteroides poucos estudados.

Também o conhecido astronauta indicou que o verdadeiro problema que existe hoje na detecção de asteroides é a falta de financiamento, informa “The Confidential”.

As Agências espaciais, incluindo a Agência Espacial Europeia (ESA) – carecem de fundos para conduzir investigações. No entanto, o astronauta espanhol advertiu que é necessário descobrir e catalogar todos os objetos do espaço que flutuam em torno do planeta e pode ser potencialmente perigoso.

"Pequeno, mas pode destruir uma cidade, há cerca de 100 milhões, mas apenas catalogaram cerca de 100.000 ou 200.000. Temos de fazer enormes esforços para catalogá-los (...) devemos ser capaz de desviá-los. Você tem que investir para isso", afirma Duque.

"Basicamente, o que você precisa fazer é colocar um bom telescópio, muito perto do Sol para que olhe para nós e veja o que está no meio", sugeriu o astronauta.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/quot800-asteroides-do-sistema-solar-que-poderiam-destruir-a-terraquot.html

Meteorologistas afirmam que "El Niño” durará até 2016 no Hemisfério Norte"

Especialistas em meteorologia do Governo dos EUA emitiram um alerta global, que afirma que os efeitos do “El Niño” poderiam persistir no hemisfério norte até a primavera de 2016.

O Centro de Previsão Climática (CPC) do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA previu que "há uma probabilidade de mais de 90% do fenômeno El Nino continuar durante o inverno do Hemisfério Norte 2015-2016, e cerca de uma chance de 80% que dure até a primavera de 2016 ", relata a Reuters.

Indicaram também que o aquecimento oceânico, direção do vento e a oscilação da terra, entre outros fatores, "refletem os efeitos de El Niño continuarão e se fortalecerão".

El Niño é "caracterizado por temperaturas superficiais mais quentes do que o normal no Oceano Pacífico central perto da linha equatorial" e podem ter consequências devastadoras ao causar fortes chuvas e inundações na América do Sul e temperaturas muito altas na Ásia e no leste da África. Também aumenta a precipitação na América do Norte.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/meteorologistas-quotel-ninordquo-durara-ate-2016-no-hemisferio-nortequot.html

Aquecimento global está a matar as abelhas

As abelhas não estão se adaptando bem às mudanças climáticas. Ao invés de migrarem para o norte para buscarem temperaturas mais clementes, estes insetos cruciais para a polinização estão morrendo, de acordo com um estudo divulgado nesta quinta-feira (9).
A pesquisa publicada na revista Science é o primeiro estudo que explica a responsabilidade da mudança climática para o declínio das populações de abelhas e mamangabas a nível mundial.
Até agora, os principais suspeitos desta diminuição eram a utilização de pesticidas, doenças e parasitas.
"Imagine um parafuso. Agora imagine que o habitat das abelhas é no centro do parafuso", disse o principal autor do estudo, Jeremy Kerr, professor de macroecologia e conservação na Universidade de Ottawa.
"Conforme o clima esquenta, as espécies de abelhas e mamangabas são esmagadas por este 'parafuso climático' que comprime as zonas geográficas onde o inseto consegue viver", explicou.
"O resultado é o declínio rápido e generalizado dos polinizadores em todos os continentes, que não é devido ao uso de pesticidas ou à perda de habitat", acrescentou.
Para o estudo, os pesquisadores analisaram quase meio milhão de registros - anotados por museus e cientistas voluntários - de 67 espécies de abelhas e mamangabas na América do Norte e Europa desde o início dos anos 1900.
"O território abrangido pelas abelhas no sul da Europa e da América do Norte caiu cerca de 300 quilômetros. O escopo e o ritmo destas perdas são sem precedentes", disse Kerr.
Esses insetos "geralmente não conseguem" migrar para o norte. Ao contrário das borboletas, que se mudam mas não desaparecerem, acrescentou o estudo.
As abelhas são muito importantes para a agricultura e para a vida silvestre porque polinizam plantas, flores e frutos.
Caso as emissões de efeito estufa não sejam reduzidas, a redução da polinização poderia fazer que algumas plantas, frutos ou legumes se tornem mais escassos e mais caros, alertou o estudo.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/aquecimento-global-esta-matando-abelhas.html

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Tufão Linfa afecta mais de 700 mil pessoas no sul da China

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Mais de 700 mil pessoas foram afetadas nesta quinta-feira no sul da China com a chegada do tufão Linfa e, entre elas, 31,1 mil tiveram que ser realocadas em regiões mais seguras, apesar de ainda não terem sido registradas vítimas.

O tufão tocou a terra na cidade de Shanwei, na província de Cantão, ao meio-dia local (1h em Brasília), com ventos de até 35 metros por segundo, segundo informaram as autoridades meteorológicas.

Linfa danificou 6.739 casas nessa cidade e causou prejuízos de aproximadamente 248 milhões de iuanes (R$ 129,1 milhões), segundo cálculos do governo local em comunicado divulgado hoje.

Cerca de 10,4 mil embarcações de pescadores foram obrigadas a voltar aos portos em cinco cidades de Cantão, onde escolas foram fechadas e 66 serviços de trens suspensos.

As autoridades meteorológicas esperam que Linfa também atinja a província de Fujian, onde já foram evacuadas quase 10 mil pessoas por precaução.

O sudeste da China está em estado de alerta com a chegada de um segundo tufão, Chan-Hom, que deve tocar a terra na província de Zhejiang na noite sexta-feira ou na manhã de sábado, já transformado em um "supertufão".

Por enquanto, Chan-Hom se movimenta a uma velocidade de 70 quilômetros por hora.

À medida que se aproxima, Chan-Hom provocará fortes chuvas que atingirão a costa leste da China. A metrópole de Xangai, localizada nessa região, já planeja suspender os trens que percorrem rotas pelo litoral.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/tufao-linfa-afeta-mais-700-mil-pessoas-no-sul-da-china.html

Transtorno pré menstrual tem cura definitiva através de terapias naturais correctas

A síndrome pré-menstrual é um tormento para muitas mulheres, mas pode ser curada definitivamente com recursos naturais eficientes
 
Resultado de imagem para Transtorno pré menstrualA tensão pré-menstrual (TPM) ou síndrome pré-menstrual (SPM) é, normalmente, um conjunto de sintomas e alterações psicológicas e físicas que ocorrem em dias que antecedem a menstruação, e que afetam cerca de 40% das mulheres que menstruam.
O termo tensão pré-menstrual reflete um dos sintomas mais comuns da síndrome pré-mentrual: o estado geral de tensão psicológica e física que algumas mulheres experimentam durante esse período.
Entretanto, na verdade, a SPM é formada por uma série de estados psico-físicos: nervos à flor da pele, irritabilidade, mau humor, impaciência, descontrole emocional, hiperemotividade e sensação de carência afetiva, tristeza, desânimo, baixa auto-estima, mente agitada, lapsos de memória e dificuldade de concentrar-se, inchaço no abdome, nos tornozelos e nas mãos, hipersensibilidade e inchaço nas mamas, perturbação nos intestinos, aumento da diurese, fogachos alternados com frio, náuseas, acne e outras.
Apesar de afetar muitas mulheres, a SPM não é um estado natural. A SPM é um reflexo de condições psicológicas conflituosas que certas mulheres mantêm dentro de si mesmas e/ou também de estados orgânicos em desequilíbrio: ambas condições – psicológica e orgânica – interferem no ciclo menstrual normal e prejudicam a função menstrual.
Porém, a grande maioria das mulheres que manifesta a SPM, não experimenta todos os sintomas mencionados. Na verdade, algumas mulheres experimentam alguns desses sintomas e outras experimentam outros; tudo depende das causas pessoais – psicológicas e/ou orgânicas específicas – que as levaram a desenvolver a SPM.
 
Bases psicológicas da síndrome pré-menstrual

Em termos psicológicos, os conflitos interiores que podem estar ligados à SPM normalmente estão ligados a: frustrações, sensação de injustiça, mágoas, ressentimentos, rebeldia, baixa auto-estima, descrença em seu potencial de fecundidade, anseio excessivo em ser mãe, traumas (molestamento ou violações sexuais), sensação de abandono materno, conflitos sobre gênero (feminilidade X masculinidade) e escolhas afetivas, e outras. Em todos esses casos, tais padrões psicológicos e conflitos emocionais produzem alterações e restrições no funcionamento normal do ciclo menstrual e, especialmente, na menstruação: essas tensões e condições emocionais bloqueiam ou dificultam o suprimento do sangue para o útero e/ou restringem a liberação do sangue menstrual.
Os estados psicológicos conflituosos precisam ser tratados seriamente se uma mulher quiser realmente curar sua SPM, já que eles determinam, em muitos casos, as condições emocionais e psicológicas que ocorrem no período pré-menstrual, assim como as penosas alterações fisiológicas que os acompanham. Assim, se as bases da SPM de uma mulher forem psicológicas, o simples tratamento de suas condições orgânicas, através de analgésicos, relaxantes musculares, suplementos dietéticos e outros apenas atenuará superficialmente seus sintomas, mantendo o padrão geral da SPM.
A terapia floral, a psicoterapia e as terapias corporais de abordagem psicossomática são muito indicadas para o tratamento das condições psicológicas que produzem a SPM.

Bases orgânicas da síndrome pré-menstrual

Algumas condições físicas podem estar diretamente associadas à SPM.
As condições mais importantes tendem a ser: os distúrbios hepáticos, a fraqueza orgânica e as alterações hormonais.
O fígado é o órgão diretamente relacionado ao suprimento de sangue para o útero, já que ele é responsável pelo armazenamento da maior parte do sangue corporal. Assim, os distúrbios e o mal funcionamento do fígado afetam diretamente as condições de suprimento sanguíneo para o útero e a descarga do fluxo menstrual.
Já, a fraqueza orgânica, devido a um esgotamento físico – por excesso sexual, de trabalho ou de estudo -, a doenças, a pobre nutrição, à anemia, ou mesmo à fraqueza constitucional, impede a produção adequada e abundante de sangue, o que interfere tanto na oferta de sangue para o útero, quanto para a produção hormonal saudável.
As alterações hormonais, por sua vez, também são fundamentais no processo da SPM, já que, em muitos casos, os hormônios alterados produzem certas descompensações fisiológicas no organismo que afetam fortemente o ciclo menstrual e a menstruação. Alguns fatores básicos (entre outros – vide o artigo: O segredo do plástico: TPM é a ponta do iceberg) que podem alterar os hormônios femininos são: problemas nos órgãos genitais, nutrição inadequada, toxinas, fraqueza orgânica e questões psicológicas.
Sendo assim, é preciso recorrer ao auxílio de um médico (em especial, de um ginecologista) ou de um terapeuta, os quais utilizem a medicina tradicional chinesa, ou a naturopatia, a antroposofia, ou mesmo a homeopatia para investigar as causas orgânicas da SPM de uma pessoa e orientar um tratamento eficiente para curar a sua SPM.
Uma nutricionista, um médico ou um terapeuta que utilize suplementos nutricionais adequados e/ou a abordagem ortomolecular também são de grande valia.
É preciso lembrar sempre que os distúrbios orgânicos também têm, muitas vezes, uma base psicológica: certas condições mentais e emocionais interferem negativamente no funcionamento de órgãos e estruturas orgânicas. Por isso, tratar somente do aspecto físico de uma doença ou de um distúrbio pode levar a resultados frustrantes. No caso da SPM, temos que investigar com a pessoa quais são os estados emocionais e mentais predominantes em sua história de vida e em seu comportamento, para podermos tratar os núcleos emocionais que estão associados aos distúrbios orgânicos que resultam na sua SPM.

Enquanto não se alcança a ajuda profissional 

Devido às más condições da saúde pública e mesmo da particular, às vezes é bastante difícil encontrar um atendimento profissional competente ou esperar meses para ser atendida, o que para algumas mulheres que têm uma forte SPM pode ser um período de grande sofrimento e até de impedimento de uma vida cotidiana normal, por causa dos intensos sintomas físicos e psicológicos manifestados. Por isso, aqui vão algumas dicas para aliviar, de forma geral, a SPM.
Para as que apresentam inchaços em geral, hipersensibilidade nas mamas, irritabilidade, acessos de raiva, impaciência, descontrole emocional, mente agitada:
• Diminuir ou evitar sal, açúcar, café, estimulantes, álcool, pimenta e refrigerantes pelo menos por 10 dias antes da menstruação;
• Florais: Pomegarnate, Tiger Lily, Holly, Quince, Willow, Cidreira, Impatiens, Cherry Plum, Wisteria, Snapdragon, Flannel Flower, Cannyon Dudleya. Podem ser tomados todos juntos numa fórmula, ou serem escolhidos segundo suas indicações (Veja em: Essências Florais). Tomar 4 gotas 4x ao dia da fórmula escolhida, durante 60 dias;
• Suco de salsão (1 talo, com folhas), cenoura (2 cenouras, com folhas) e maçã (1/2 maçã, com casca), de 1 a 2 vezes ao dia, sempre começando 10 dias antes da menstruação;
• Óleo de linhaça, ou óleo de prímula, ou Primoris: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições, durante um período médio de 3 meses;
• Magnésio-Plus: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Vitamina E: tomar 1 cápsula de 400 UI ao dia, após refeição, por 30 a 45 dias;
• Tepeex ou Sedatif – PC: usar caso as tensões emocionais estejam muito intensas. Chupar 1 comprimido de Tepeex 3x ao dia, longe das refeições. Ou chupar de 1 a 2 comprimidos de Sedatif – PC 3x ao dia, longe das refeições. Usar durante o período pré-menstrual.
Para as que apresentam tristeza, choro, carência afetiva, baixa auto-estima, lapsos de memória e dificuldade de concentrar-se, fraqueza, cansaço, aumento do apetite e da vontade de doces:
• Florais: Olive, Macrocarpa, Indian Paintbrush, Five Corners, Crab Apple, She Oak, Hibiscus, Flannel Flower, Larch, Buttercup, Fuchsia, Pine, Wisteria. Podem ser tomados todos juntos numa fórmula, ou serem escolhidos segundo suas indicações (Veja em: Essências Florais). Tomar 4 gotas 4x ao dia da fórmula escolhida, durante 60 dias;
• Fitofloral Victris – M: tomar 30 gotas com água, 3x ao dia, após refeições, durante 60 dias;
• Levedura de cerveja: tomar 3 comprimidos 3x ao dia, após refeições; durante 45 a 60 dias;
• Angelica sinensis: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Óleo de linhaça, ou óleo de prímula, ou Primoris: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições, durante um período médio de 3 meses;
• Magnésio-Plus: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Vitamina E: 1 cápsula de 400 UI ao dia, após refeição, por 30 a 45 dias;
Para as que apresentam fogachos, distúrbios intestinais, aumento da diurese e acnes:
• Florais: She Oak, Macrocarpa, Indian Paintbrush, Five Corners, Crab Apple, Sage, Bottle Brush, Hibiscus. Podem ser tomados todos juntos numa fórmula, ou serem escolhidos segundo suas indicações (Veja em:Essências Florais). Tomar 4 gotas 4x ao dia da fórmula escolhida, durante 60 dias;
• Fitofloral Hormina: tomar 30 gotas com água, 3x ao dia, durante 60 dias;
• Extrato líquido de fruto de amora: tomar 30 gotas com água, 2x ao dia; durante 60 dias. Ou amora em pó: tomar 1 colher de chá com água 2x ao dia, durante 60 dias. Ou fruto fresco de amora: comer 1/2 xícara das de chá de fruto de amora 2x ao dia, durante 60 dias;
• Magnésio-Plus: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Vitamina E: 1 cápsula de 400 UI ao dia, após refeição, por 45 dias.

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/tpm-tem-cura-definitiva-atraves-de-terapias-naturais-corretas/#.VZ749fkYEQR

Iridologia - Saiba o estado da sua saúde pelo exame da íris

O exame minucioso da íris permite ao iridologista conhecer com precisão o estado de saúde do paciente e, inclusive, observar os processos de cura dos órgãos internos  
Cada alteração na cor e/ou nas formas das fibras que compõem a íris reflete uma alteração ou um padrão de tendência da região, função ou órgão correspondente (Ahodges7//Wikimedia Commons)
Cada alteração na cor e/ou nas formas das fibras que compõem a íris reflete uma alteração ou um padrão de tendência da região, função ou órgão correspondente (Ahodges7//Wikimedia Commons)
Iridologia é a ciência do estudo da íris para conhecer o estado de saúde de uma pessoa.
Através dos sinais que surgem nas fibras que compõem a íris é possível conhecer o estado geral do organismo, dos órgãos, das funções fisiológicas e até mesmo as condiçõe e tendências psicológicas de uma pessoa.
A iridologia é uma ciência ocidental bem estabelecida atualmente, ainda que não esteja dentro das ciências médicas convencionais e ortodoxas.

Fundamentos da iridologia

Os bons iridologistas fazem um trabalho excelente através da observação minuciosa da íris de seus pacientes, verificando sua constituição orgânica, suas condições hereditárias, seus desequilíbrios metabólicos, suas carências nutricionais, seu nível de toxinas, sua condição imunológica, suas características emocionais e suas tendências psicológicos importantes e muitas outras condições.
Isso só é possível porque a íris manifesta diretamente ao exterior o que ocorre dentro do organismo, porque seus tecidos e suas configurções gerais (suas fibras, sua cor e várias outras características) alteram-se sensivelmente quando ocorrem mudanças no funcionamento e na anatomia das estruturas que compõem o organismo.
E essas alterações correspondem perfeitamente às regiões e sistemas específicos do corpo, o que faz da íris um microsistema extremamente preciso para constatar alterações anatomicas e funcionais no organismo, quer sejam de origem física ou psicológica.
Entretanto, isso só é possível graças ao mapeamento das zonas reflexas na íris, que foi sendo feito por estudiosos, cientistas, médicos e terapeutas no decorrer de um longo período de tempo; ou seja: devido ao estudo e à observação de muitos estudiosos, em diversas partes do mundo, pequenas regiões da íris foram sendo identificadas e mapeadas segundo se alteravam quando surgiam doenças, distúrbios metabólicos, infecções, conflitos psicológicos, condições hereditárias, traumas (físicos e/ou psicológicos) e outras.
Mapa da íris direita (Kampanis/Wikimedia Commons)
Mapa da íris direita (Kampanis Wikimédia Commons)
                                                                                                    
O famoso evento ocorrido com Ignatz Von Peczley ilustra bem a singularidade e a precisão das alterações que ocorrem na íris e a possibilidade de estabelecer relações reflexas a partir de sua observação.
Ignatz Von Peczley era um garoto húngaro com dez anos quando presenciou um fenômeno curioso: um dia, ao tentar livrar uma coruja que estava presa num arbusto, ela quebrou uma pata, e Von Peczley viu surgir numa determinada região de sua íris uma mancha escura.
Ele passou a cuidar da pata da coruja e com o tempo percebeu que o local em que surgira a mancha escura estava tornando-se claro, até que um dia, quando a pata restabeleceu-se completamente, o local tornou-se branco.
Ele guardou isso em sua mente e mais tarde começou a observar a íris das pessoas e foi aprendendo a fazer associações entre as doenças e as alterações na íris.
Com o passar dos anos passou a estudar mais seriamente abordagens terapêuticas diversas e, por fim, foi estudar medicina.
Então, combinou o seu conhecimento empírico do exame da íris com a sua formação médica e desenvolveu o primeiro mapa iridológico moderno, que com o tempo foi sendo aprimorado por outros estudiosos, terapeutas, médicos e cientistas.
Hoje, os mapas da íris são muito precisos e muito diversos, porque abordam a íris de diferentes formas – sob o aspecto físico, emocional, psicológico e até espiritual -, fazendo da iridologia uma ciência complexa e extraordinária. Além disso, existem abordagens e mapas que estudam minuciosamente os estados das pupilas, as quais refletem também uma diversidade de condições psico-físicas importantes.

Tratamentos

Os tratamentos oferecidos pelos iridologistas são muito precisos, profundos e completos, auxiliando as pessoas de uma forma bastante profunda e em diversos níveis, agindo de forma holística e integrada. Os resultados são surpreendentes, mesmo para doenças degenerativas.
Como a iridologia foi desenvolvida junto com as formas naturais de tratamento que estavam muito em voga na época de Von Peczley (1826 – 1911), os recursos terapêuticos a ela associados são basicamente os naturalistas ou naturopáticos: hidroterapia (não é a hidroterapia usada na medicina convencional atual, mas sim algo muito mais amplo e de múltiplas aplicações), geoterapia, trofoterapia, terapia floral, suplementos e oligoelementos, homeopatia, fitoterapia e outros.
As formações em iridologia não fazem parte da medicina convencional e qualquer pessoa, desde que tenha um nível regular de instrução escolar, pode aprender e trabalhar com a iridologia.
Porém, os estudos, em geral, são bastante sérios e complexos, exigindo um grande esforço e dedicação. As disciplinas são muito ricas, abrangentes e singulares, possibilitando uma formação bastante ampla e competente do iridologista.
Praticamente todos os tipos de desequilíbrios e doenças podem ser tratados através da iridologia e suas terapias associadas; mas o tratamento tende a exigir algumas mudanças importantes no estilo de vida da pessoa, já que o objetivo da iridologia é restabelecer o melhor possível o estado de saúde essencial da pessoa.

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/iridologia-conheca-estado-saude-exame-iris/#.VZ7y2PkYEQQ

Marte teve uma das maiores chuvas de meteoros já vistas no Sistema Solar

chuva de meteoros em Marte - cometa Siding Spring
A grande aproximação do cometa Siding Spring deu aos cientistas a oportunidade de estudar um fenômeno muito raro
Uma chuva de poeira estelar metálica iluminou os céus de Marte com a estreita passagem do cometa Siding Spring, ocorrida em outubro de 2014.
Isso é o que foi constatado de acordo com instrumentos a bordo da sonda MAVEN da NASA, que fez sua primeira detecção direta de sódio, magnésio, alumínio, crómio, níquel, cobre, zinco, ferro e outros metais na atmosfera de Marte, que podem estar ligados diretamente ao desprendimento de materiais do cometa.
"Deve ter sido uma chuva de meteoros alucinante", disse Nick Schneider, do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado.
Os instrumentos da sonda MAVEN analisaram os efeitos do cometa na atmosfera marciana desde seu primeiro encontro. MAVEN entrou em órbita em torno de Marte em setembro de 2014, e o cometa Siding Spring fez sua grande aproximação com o Planeta Vermelho no dia 19 de outubro do mesmo ano. Foi uma grande oportunidade de observar e estudar esse intrigante fenômeno.
Com base nos sinais de magnésio e ferro registrados pelo Espectrógrafo de Imageamento Infravermelho da MAVEN, Schneider diz que a taxa de meteoros em Marte deve ter sido de dezenas de milhares de "estrelas cadentes" por hora, caracterizando uma chuva de meteoros bastante intensa. "Acredito que ninguém tenha visto isso em toda sua vida", disse Schneider, " e o mais próximo que já chegamos disso em toda história humana foi a grande chuva de meteoros Leonidas, que aconteceu em 1.833".
Os iões metálicos foram os restos de pedras e outros detritos deixados pelo cometa, que se queimaram em átomos individuais ao atingirem atmosfera marciana a cerca de 56 quilômetros por segundo. É a mesma coisa que acontece na Terra, porém nem mesmo aqui tivemos uma nave espacial no lugar certo e na hora certa para conseguir detectar tantos iões frescos de um cometa.
chuva de meteoros em Marte
Ilustração artística da chuva de meteoros e da sonda Curiosity em Marte. A chuva de meteoros foi causada
pela grande aproximação do cometa Siding Spring, em outubro de 2014.
Créditos: NASA
"Essa é a primeira vez que os cientistas conseguiram fazer esse tipo de detecção", disse Mehdi Benna, pesquisador da MAVEN da Universidade de Maryland, e do Goddard Space Flight Center da NASA.
O fato interessante dessa descoberta é que, por saberem sobre a origem e a velocidade dos detritos responsáveis pela chuva, os pesquisadores podem criar modelos e resolver detalhes sobre a ionosfera de Marte, a composição do cometa e até mesmo entender o funcionamento da ionosfera da Terra quando é atingida por cometas ou asteroides. "Foi como um grande experimento controlado, onde foi possível medir todos os detalhes com uma precisão incrível", disse Benna.
Esses experimentos foram publicados recentemente na revista Geophysical Research Letters, e o outro fato curiosíssimo é que a sonda MAVEN não foi lançpada para estudar a passagem do cometa Siding Spring. De acordo com os responsáveis pela missão, foi uma questão de sorte, inclusive o fato da sonda ter os instrumentos necessários para estudar o grande evento.
"Se alguém tivesse dito: 'Vá medir a composição elementar do início da Nuvem de Oort', qualquer pessoa em sã consciência teria dito: 'Isso não pode ser feito", disse Schneider. "No entanto, isso foi exatamente o que foi feito, e que irá manter os cosmo-químicos ocupados por um bom tempo!"
"Nem mesmo grandes missões que tinham o intuito de observar e estudar cometas conseguiram fazer medições como essa, que foi basicamente uma questão de sorte", disse Benna. "E é por isso que nunca podemos perder a esperança".

Fonte: http://www.galeriadometeorito.com/2015/07/marte-teve-uma-das-maiores-chuvas-de-meteoros.html#.VZ7wlvkYEQQ

Chuva de Meteoros 'Delivery' - Você poderá encomendar a sua própria Estrela Cadente

chuvas de meteoros artificiais
Se você passa horas olhando para o céu a fim de conseguir avistar um meteoro, saiba que em breve você poderá encomendar uma "estrela cadente" por telefone! Por até parecer que isso foi tirado do roteiro de algum filme de ficção científica, mas não: estamos falando de um projeto sério, e completamente provável.

Um grupo de cientistas japoneses disseram ter uma fórmula secreta para criar meteoros, popularmente conhecidos como "estrelas cadentes". Eles não revelaram qual é a química usada, mas disseram que ela seria ejetada a partir de um satélite, criando uma incrível "chuva de meteoros on demand".

A empresa start-up japonesa chamada ALE fez uma parceria com pesquisadores de várias universidades para criar as chuvas de meteoros artificiais, que vão custar a bagatela de $8.100 dólares por meteoro! 

Ou seja, se você quiser uma verdadeira chuva de meteoros como a Geminídeas, por exemplo, com taxa de cerca de 80 meteoros por hora, você vai ter que desembolsar uma quantia astronômica! 

Com o tempo, essa tecnologia tende a ficar mais acessível, mas por enquanto, será um privilégio de estudos científicos altamente financiados e claro, dos mais "afortunados".

Os pesquisadores disseram ainda que os meteoros manufaturados deverão ser brilhantes o suficiente para ser visíveis mesmo em áreas com poluição luminosa extrema, como Tóquio, São Paulo e Nova York.

meteoros
Foto da chuva de meteoros Liridas 2015, vista de Tucson, no Arizona, EUA.
Créditos: Sean Parker
As chuvas de meteoros naturais ocorrem quando poeira e detritos do espaço são aquecidos por fricção à medida que passam através da atmosfera da Terra. Meteoro é o nome dado ao efeito luminoso, conhecido popularmente como "estrela cadente". Na maioria das vezes, eles queimam por completo antes de atingir a superfície da Terra, mas quando acontece uma exceção, e eles atingem o solo, o detrito espacial ganha o nome de meteorito.

Os detritos artificiais seriam lançados a partir de um microssatélite de 50 centímetros de largura, e assim como os detritos espaciais, queimaria na atmosfera da Terra, e atingiria cerca de 8 km/s de acordo com a repórter da AFP, Miwa Suzuki.

O pequeno satélite responsável por criar meteoros artificias está sendo desenvolvido pela ALE em parceria com pesquisadores. O satélite iria orbitar a Terra de norte a sul, a uma altitude de cerca de 400 a 500 km por alguns meses, antes de cair de volta para a Terra.

A composição química é um segredo da empresa ALE, mas ela revelou que está considerando diferentes misturas para criar faixas de cores diferentes.

"Fazer do céu uma tela é a maior atração deste projeto como entretenimento", disse Lena Okajima, fundadora e CEO da empresa. "É uma exposição no espaço".

Em caso de mau tempo, as estrelas cadentes poderão ser canceladas até 100 minutos antes do espetáculo planejado.

As chuvas de meteoros artificiais não seriam apenas espetáculos e entretenimento, mas podem ainda ser muito valiosas para os cientistas. Um engenheiro aeroespacial da Universidade Metropolitana de Tokyo, Hironori Sahara, disse que analisar a luz de um meteoro significa entender sua temperatura, densidade, e movimentação da atmosfera naquela elevação. As chuvas de meteoros naturais também ajudam nessas pesquisas, mas como são imprevisíveis, os cientistas não sabem pra onde olhar e pra onde apontar seus instrumentos. Nesse caso, as chuvas de meteoros artificias poderão ser muito úteis.

É uma oportunidade valiosa, porque a região do céu que estes meteoros passam é mais alta do que os balões meteorológicos, e mais baixa do que as naves espaciais. A empresa ALE continua suas pesquisas a fim de aprimorar sua tecnologia, e já está se reunindo com investidores para tornar seus projetos em realidade, assim, os cientistas e os amantes do céu noturno poderão ter suas chuvas de meteoros a pronta entrega. Mas tem uma coisa que nenhuma empresa conseguirá criar: a emoção e a honra de avistar um meteoro natural, um verdadeiro espetáculo da natureza, que qualquer um pode ver... gratuitamente...

Fonte: http://www.galeriadometeorito.com/2015/07/chuva-de-meteoros-sob-encomenda.html#.VZ7uqfkYEQR

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Sete realidades que poderão deixar de existir nos próximos 5 anos

De acordo com especialistas que analisaram a evolução de objetos, matérias-primas e seres vivos, esses são alguns dos candidatos a desaparecer nos próximos cinco anos:

Hélio: Este gás leve e abundante no universo poderá ter suas reservas esgotadas antes de 2020. Os EUA, um dos principais provedores de hélio em escala mundial têm disponibilidade de entrega somente até 2018.

Geleiras Andinas: Vítimas do aquecimento global, as reservas glaciares da Cordilheira dos Andes começarão a desaparecer no decorrer dos próximos cinco anos. Se a projeção for daqui a dez anos, então é provável que desapareçam por completo não apenas as reservas andinas, mas as de praticamente todo o planeta.

Uísque: Atualmente, esta bebida alcoólica – especialmente as de reserva e alta qualidade – tem uma demanda internacional muito maior que o estoque existente. Por isso, a previsão é que seu preço suba à medida que aumentar sua escassez. Até 2020, o uísque de qualidade será tão caro que será acessível apenas aos bolsos bilionários.

Rinoceronte-branco: Esta espécie está hoje em sério perigo de extinção. Para 2020, o rinoceronte-branco, originário da África do Sul, deixará de existir, a não ser que diminuam drasticamente o número de seus caçadores e a destruição de seu habitat natural.

Chocolate: A combinação do apetite humano insaciável com a seca extrema na Costa do Marfim e Gana, principais fornecedores do cacau em escala mundial, poderá causar uma escassez maciça dessa matéria-prima nos próximos anos.

Cartas: Dentro dos próximos cinco anos, enviar ou receber uma carta será coisa do passado. Todo o tráfego postal se tornará eletrônico ou mesmo parte de um sistema mais eficiente. Em 2020, o custo da atual infraestrutura comercial do correio físico será um luxo difícil de bancar.

Mariposas: Várias espécies de mariposa poderão deixar de existir. No total, acredita-se que 200 tipos desse inseto correm perigo sério de extinção, seja pela devastação de seu habitat natural ou pela presença de predadores exóticos.

Fonte:: http://seuhistory.com/noticias/7-coisas-que-podem-desparecer-nos-proximos-5-anos

Cientistas criam baratas ciborgues guiadas por controle remoto

Uma equipe formada por engenheiros e entomólogos da Universidade Texas A&M tenta acoplar pequenos dispositivos eletrônicos a baratas gigantes da América Central.

O objetivo é que os insetos possam ser guiados com um controle remoto para acessar áreas de difícil acesso após desastres naturais.

Os pesquisadores foram inspirados pelo acidente nuclear provocado por um terremoto seguido de um tsunami em Fukushima, no Japão, em 2011.

Na ocasião, vistorias nas instalações nucleares afetadas não podiam ser feitas por humanos.
De acordo com eles, os animais não sentem dor e participam do experimento uma única vez.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/cientistas-criam-baratas-ciborgues-guiadas-por-controle-remoto.html

Libertados no Brasil milhões de mosquitos transgênicos mutantes

Milhões de mosquitos geneticamente modificados foram liberados na cidade brasileira de Piracicaba, no âmbito de uma campanha para reduzir a propagação da dengue no país.
Se trata de machos que carregam o gene mutante passando para as larvas e as matando antes que elas atinjam a idade reprodutiva, de acordo com o jornal PLoS Neglected Tropical Diseases ".
A tecnologia para combater este tipo de doença foi desenvolvida pela empresa de biotecnologia britânica Oxitec, que tem uma licença para executar tais experimentos no Brasil.
Além disso, a empresa está aguardando a autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos americana para realizar testes semelhantes na Flórida.
Os cientistas descobriram que desde abril de 2015, quando o teste começou em Piracicaba, a área de concentração máxima das transportadoras de dengue Aedes aegypti, 50% da nova geração desses mosquitos foram fecunddos por machos transgênicos.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/solto-milhoes-de-mosquitos-transgenicos-mutantes-no-brasil.html

terça-feira, 7 de julho de 2015

Um buraco negro sob uma lente gravitacional

Impressão de artista de uma lente gravitacional.
Crédito: ESA/ATG medialab

Os observatórios espaciais Integral, Fermi e Swift usaram o poder de ampliação de uma lente cósmica para explorar as regiões internas de um buraco negro supermassivo.

Os raios-gama são a radiação altamente energética emitida por alguns dos objetos mais extremos do Universo. Por exemplo, jatos de raios-gama que se deslocam quase à velocidade da luz são originários de áreas em redor dos buracos negros. Pensa-se que estes jatos são emitidos por material superaquecido que gira descontroladamente à medida que é devorado pelo buraco negro.

Os nossos telescópios nunca serão poderosos o suficiente para revelar estas regiões internas e os cientistas lutam para examinar exatamente o modo como estes jatos são expelidos para o Universo.

"Tendo em conta que não podemos ver claramente o que está a acontecer, nós não compreendemos totalmente este comportamento," afirma Andrii Neronov da Universidade de Genebra, Suíça, autor principal do artigo publicado ontem na edição online da revista Nature Physics.

"No entanto, o nosso método permitiu-nos 'resolver' esta região e obter uma ideia da zona do espaço diretamente em redor de um buraco negro supermassivo conhecido como PKS 1830-211."

Este buraco negro está localizado a muitos milhares de milhões de anos-luz de distância. Nem o satélite Integral da ESA nem o telescópio de raios-gama Fermi da NASA conseguem observar a região sem ajuda, mas uma feliz coincidência forneceu uma "mãozinha": uma microlente gravitacional.

"Vistos da Terra, os buracos negros são pequenos. É porque estão muito, muito longe," afirma o Dr. Neronov. "Tentar observar PKS 1830-211 é como tentar observar uma formiga na Lua."

"Nenhum dos nossos telescópios consegue observar algo tão pequeno, por isso usámos um truque para resolver a formiga: uma enorme lente gravitacional."

Objetos cósmicos gigantescos, desde estrelas individuais a enxames de galáxias, dobram e focam a luz que flui em seu redor graças à gravidade, agindo como lupas gigantes.

O Dr. Neronov e colegas usaram uma galáxia situada entre o alvo e a Terra para fazer "zoom" do buraco negro e assim medir o tamanho da região que emite os jatos - a primeira vez que este método foi usado com raios-gama.

Os cientistas escolheram estruturas na mesma escala angular que a tal "formiga da Lua". A zona observada do céu cobre uma região com cerca de 100 vezes a distância Terra-Lua. Em termos astronómicos, é notavelmente pequena.

"As nossas observações demonstram que os raios-gama vêm das imediações do próprio buraco negro," comenta o Dr. Neronov. "Isto dá-nos uma ideia do que é e não é importante na produção dos jatos."

"É incrível sermos capazes de ver coisas tão pequenas a distâncias enormes. Estou muito animado por ter um 'buraco negro-escópio' para investigar as regiões internas dos jatos."

A observação da fonte de raios-gama com o Integral da ESA e o Fermi e Swift da NASA permitiu com que os astrónomos contruíssem uma imagem mais completa da radiação que flui para fora.

Os raios-gama mais energéticos, detetados pelo Fermi, parecem ser provenientes da pequena base do jato - a região com o tamanho de "uma formiga na Lua" - enquanto os menos energéticos, detetados pelo Integral, foram emitidos pela muito maior região circundante.

A equipa também estudou raios-X usando o Integral e o Swift. Descobriram que estes raios-X surgem de uma região em redor do buraco negro que se estende até mais ou menos 400 mil milhões de quilómetros.

"Este buraco negro é um dos mais poderosos objetos conhecidos do seu género. A caracterização da sua emissão dar-nos-á muito mais informações acerca da formação destes jatos," afirma Erik Kuulkers, cientista do projeto Integral da ESA.

"Felizmente, o buraco negro está situado na direção do centro da nossa Galáxia, por isso o Integral observa-o com frequência."

"Estas observações fornecem informações exclusivas sobre os processos de alta energia que ocorrem em torno de buracos negros supermassivos, pelo que nos permite 'espreitar' o interior de estruturas minúsculas que estão a enormes distâncias de nós."

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/7_pks_1830_211.htm

Plutão a cores,tem manchas,metano e,quem sabe,nuvens

Os dois hemisférios de Plutão, quase a cores reais.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/Instituto de Pesquisa do Sudoeste

Novas imagens a cores da sonda New Horizons mostram duas faces muito diferentes do misterioso planeta, uma com uma série de manchas intrigantes ao longo do equador, uniformemente espaçadas. Cada das manchas mede cerca de 480 km em diâmetro.

Os cientistas ainda não viram nada como estas manchas escuras; a sua presença tem despertado o interesse da equipa científica da New Horizons, devido à notável consistência do seu espaçamento e tamanho. Apesar da origem das manchas permanecer, por enquanto, um mistério, a resposta poderá ser revelada à medida que a sonda continua a aproximar-se de Plutão. "É um verdadeiro quebra-cabeças - não sabemos o que são, mas estamos ansiosos por descobrir," afirma Alan Stern, investigador principal da New Horizons e do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, Colorado. "Também intrigante é a dramática diferença nas cores e aparência de Plutão em relação à sua lua mais escura e cinzenta, Caronte."

Os membros da equipa da New Horizons combinaram imagens a preto-e-branco de Plutão e Caronte, obtidas pelo instrumento LORRI (Long-Range Reconnaissance Imager) da sonda, com dados de cor e de baixa-resolução do instrumento Ralph para produzir estas imagens. Vemos o planeta e a sua maior lua aproximadamente em cores reais, isto é, como apareceriam se estivéssemos a bordo da New Horizons.

Caminho até Plutão parece seguro

Os cientistas da missão têm usado o instrumento LORRI para procurar perigos, como pequenas luas, anéis ou poeira, desde meados de Maio. A decisão de manter a sonda no seu percurso original ou adotar uma outra trajetória mais segura, teve que ser tomada esta semana, pois a última oportunidade para manobrar a New Horizons até uma trajetória alternativa termina dia 4 de julho.

"A não descoberta de luas novas ou de anéis é um pouco surpreendente para a maioria de nós," afirma Alan Stern, investigador principal da sonda. "Mas, como resultado, não precisamos de nos desviar de potenciais perigos. Estamos prontos para as melhores trajetórias planeadas do encontro com Plutão."

Instrumento "Alice" treina para observações do nascer e pôr-do-Sol na atmosfera de Plutão

A New Horizons fez uma observação crítica em preparação para as observações da ténue atmosfera de Plutão. Apenas algumas horas após o "flyby" por Plutão no dia 14 de julho, a sonda observará luz solar passando pela atmosfera do planeta anão, a fim de ajudar os cientistas a determinar a composição da atmosfera. "Vai ser como se a parte de trás de Plutão ficasse iluminada por uma lâmpada de um bilião de watts," afirma Randy Gladstone, cientista da New Horizons e do Instituto de Pesquisa do Sudoeste. No dia 16 de junho, o espectrógrafo Alice realizou com sucesso uma observação de teste do Sol, a cerca de 5 mil milhões de quilómetros de distância, que será usada para interpretar as observações de 14 de julho.

Metano em Plutão

Sim, há metano em Plutão, mas não, não vem das vacas. O espectrómetro infravermelho a bordo da sonda New Horizons da NASA detetou metano gelado à superfície de Plutão; os astrónomos, cá na Terra, detetaram pela primeira vez o elemento químico em Plutão em 1976.

"Nós já sabíamos que havia metano em Plutão, mas estas são as nossas primeiras deteções," afirma Will Grundy, da equipa da New Horizons e do Observatório Lowell em Flagstaff, no estado americano do Arizona. "Em breve vamos saber se existem diferenças na presença de metano gelado nos vários locais do planeta."

O metano (fórmula química CH4) é um gás inodoro e incolor que está presente no subsolo e na atmosfera da Terra. Em Plutão, o metano pode ser primordial, herdado da nebulosa solar a partir da qual o Sistema Solar se formou há 4,5 mil milhões de anos atrás. O metano foi originalmente detetado à superfície de Plutão por uma equipa de astrónomos liderados por Dale Cruikshank, atualmente da equipa New Horizons e do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia.

Instrumentos preparam a busca de nuvens na atmosfera de Plutão

Se Plutão tem nuvens, a New Horizons conseguirá detetá-las. Tanto o LORRI como o Ralph serão usados para procurar nuvens na face de Plutão durante a aproximação e partida do planeta. "Estaremos à procura de nuvens nas nossas imagens, utilizando uma série de técnicas," afirma Kelsi Singer, da equipa científica e do Instituto de Pesquisa do Sudoeste. "Se encontrarmos nuvens, a sua presença permitir-nos-á determinar as velocidades e direções dos ventos de Plutão."

Instrumento PEPSSI prova atmosfera de Plutão

O instrumento PEPSSI (Pluto Energetic Particle Spectrometer Science Investigation) a bordo da New Horizons está a enviar dados diariamente enquanto estuda o ambiente espacial perto de Plutão. O PEPSSI está desenhado para detetar iões (átomos que perderam ou ganharam um ou mais eletrões) que escaparam da atmosfera de Plutão. À medida que fogem, estes átomos ficam presos no vento solar, o fluxo de partículas subatómicas emanado pelo Sol. A função do PEPSSI é informar os cientistas acerca da composição do escape atmosférico de Plutão e a sua velocidade.

A New Horizons está agora a menos de 15 milhões de quilómetros do sistema de Plutão. Está de boa saúde e todos os sistemas estão a operar normalmente.

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/3_new_horizons_plutao.htm

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