sexta-feira, 10 de julho de 2015

Aquecimento global está a matar as abelhas

As abelhas não estão se adaptando bem às mudanças climáticas. Ao invés de migrarem para o norte para buscarem temperaturas mais clementes, estes insetos cruciais para a polinização estão morrendo, de acordo com um estudo divulgado nesta quinta-feira (9).
A pesquisa publicada na revista Science é o primeiro estudo que explica a responsabilidade da mudança climática para o declínio das populações de abelhas e mamangabas a nível mundial.
Até agora, os principais suspeitos desta diminuição eram a utilização de pesticidas, doenças e parasitas.
"Imagine um parafuso. Agora imagine que o habitat das abelhas é no centro do parafuso", disse o principal autor do estudo, Jeremy Kerr, professor de macroecologia e conservação na Universidade de Ottawa.
"Conforme o clima esquenta, as espécies de abelhas e mamangabas são esmagadas por este 'parafuso climático' que comprime as zonas geográficas onde o inseto consegue viver", explicou.
"O resultado é o declínio rápido e generalizado dos polinizadores em todos os continentes, que não é devido ao uso de pesticidas ou à perda de habitat", acrescentou.
Para o estudo, os pesquisadores analisaram quase meio milhão de registros - anotados por museus e cientistas voluntários - de 67 espécies de abelhas e mamangabas na América do Norte e Europa desde o início dos anos 1900.
"O território abrangido pelas abelhas no sul da Europa e da América do Norte caiu cerca de 300 quilômetros. O escopo e o ritmo destas perdas são sem precedentes", disse Kerr.
Esses insetos "geralmente não conseguem" migrar para o norte. Ao contrário das borboletas, que se mudam mas não desaparecerem, acrescentou o estudo.
As abelhas são muito importantes para a agricultura e para a vida silvestre porque polinizam plantas, flores e frutos.
Caso as emissões de efeito estufa não sejam reduzidas, a redução da polinização poderia fazer que algumas plantas, frutos ou legumes se tornem mais escassos e mais caros, alertou o estudo.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/aquecimento-global-esta-matando-abelhas.html

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Tufão Linfa afecta mais de 700 mil pessoas no sul da China

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Mais de 700 mil pessoas foram afetadas nesta quinta-feira no sul da China com a chegada do tufão Linfa e, entre elas, 31,1 mil tiveram que ser realocadas em regiões mais seguras, apesar de ainda não terem sido registradas vítimas.

O tufão tocou a terra na cidade de Shanwei, na província de Cantão, ao meio-dia local (1h em Brasília), com ventos de até 35 metros por segundo, segundo informaram as autoridades meteorológicas.

Linfa danificou 6.739 casas nessa cidade e causou prejuízos de aproximadamente 248 milhões de iuanes (R$ 129,1 milhões), segundo cálculos do governo local em comunicado divulgado hoje.

Cerca de 10,4 mil embarcações de pescadores foram obrigadas a voltar aos portos em cinco cidades de Cantão, onde escolas foram fechadas e 66 serviços de trens suspensos.

As autoridades meteorológicas esperam que Linfa também atinja a província de Fujian, onde já foram evacuadas quase 10 mil pessoas por precaução.

O sudeste da China está em estado de alerta com a chegada de um segundo tufão, Chan-Hom, que deve tocar a terra na província de Zhejiang na noite sexta-feira ou na manhã de sábado, já transformado em um "supertufão".

Por enquanto, Chan-Hom se movimenta a uma velocidade de 70 quilômetros por hora.

À medida que se aproxima, Chan-Hom provocará fortes chuvas que atingirão a costa leste da China. A metrópole de Xangai, localizada nessa região, já planeja suspender os trens que percorrem rotas pelo litoral.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/tufao-linfa-afeta-mais-700-mil-pessoas-no-sul-da-china.html

Transtorno pré menstrual tem cura definitiva através de terapias naturais correctas

A síndrome pré-menstrual é um tormento para muitas mulheres, mas pode ser curada definitivamente com recursos naturais eficientes
 
Resultado de imagem para Transtorno pré menstrualA tensão pré-menstrual (TPM) ou síndrome pré-menstrual (SPM) é, normalmente, um conjunto de sintomas e alterações psicológicas e físicas que ocorrem em dias que antecedem a menstruação, e que afetam cerca de 40% das mulheres que menstruam.
O termo tensão pré-menstrual reflete um dos sintomas mais comuns da síndrome pré-mentrual: o estado geral de tensão psicológica e física que algumas mulheres experimentam durante esse período.
Entretanto, na verdade, a SPM é formada por uma série de estados psico-físicos: nervos à flor da pele, irritabilidade, mau humor, impaciência, descontrole emocional, hiperemotividade e sensação de carência afetiva, tristeza, desânimo, baixa auto-estima, mente agitada, lapsos de memória e dificuldade de concentrar-se, inchaço no abdome, nos tornozelos e nas mãos, hipersensibilidade e inchaço nas mamas, perturbação nos intestinos, aumento da diurese, fogachos alternados com frio, náuseas, acne e outras.
Apesar de afetar muitas mulheres, a SPM não é um estado natural. A SPM é um reflexo de condições psicológicas conflituosas que certas mulheres mantêm dentro de si mesmas e/ou também de estados orgânicos em desequilíbrio: ambas condições – psicológica e orgânica – interferem no ciclo menstrual normal e prejudicam a função menstrual.
Porém, a grande maioria das mulheres que manifesta a SPM, não experimenta todos os sintomas mencionados. Na verdade, algumas mulheres experimentam alguns desses sintomas e outras experimentam outros; tudo depende das causas pessoais – psicológicas e/ou orgânicas específicas – que as levaram a desenvolver a SPM.
 
Bases psicológicas da síndrome pré-menstrual

Em termos psicológicos, os conflitos interiores que podem estar ligados à SPM normalmente estão ligados a: frustrações, sensação de injustiça, mágoas, ressentimentos, rebeldia, baixa auto-estima, descrença em seu potencial de fecundidade, anseio excessivo em ser mãe, traumas (molestamento ou violações sexuais), sensação de abandono materno, conflitos sobre gênero (feminilidade X masculinidade) e escolhas afetivas, e outras. Em todos esses casos, tais padrões psicológicos e conflitos emocionais produzem alterações e restrições no funcionamento normal do ciclo menstrual e, especialmente, na menstruação: essas tensões e condições emocionais bloqueiam ou dificultam o suprimento do sangue para o útero e/ou restringem a liberação do sangue menstrual.
Os estados psicológicos conflituosos precisam ser tratados seriamente se uma mulher quiser realmente curar sua SPM, já que eles determinam, em muitos casos, as condições emocionais e psicológicas que ocorrem no período pré-menstrual, assim como as penosas alterações fisiológicas que os acompanham. Assim, se as bases da SPM de uma mulher forem psicológicas, o simples tratamento de suas condições orgânicas, através de analgésicos, relaxantes musculares, suplementos dietéticos e outros apenas atenuará superficialmente seus sintomas, mantendo o padrão geral da SPM.
A terapia floral, a psicoterapia e as terapias corporais de abordagem psicossomática são muito indicadas para o tratamento das condições psicológicas que produzem a SPM.

Bases orgânicas da síndrome pré-menstrual

Algumas condições físicas podem estar diretamente associadas à SPM.
As condições mais importantes tendem a ser: os distúrbios hepáticos, a fraqueza orgânica e as alterações hormonais.
O fígado é o órgão diretamente relacionado ao suprimento de sangue para o útero, já que ele é responsável pelo armazenamento da maior parte do sangue corporal. Assim, os distúrbios e o mal funcionamento do fígado afetam diretamente as condições de suprimento sanguíneo para o útero e a descarga do fluxo menstrual.
Já, a fraqueza orgânica, devido a um esgotamento físico – por excesso sexual, de trabalho ou de estudo -, a doenças, a pobre nutrição, à anemia, ou mesmo à fraqueza constitucional, impede a produção adequada e abundante de sangue, o que interfere tanto na oferta de sangue para o útero, quanto para a produção hormonal saudável.
As alterações hormonais, por sua vez, também são fundamentais no processo da SPM, já que, em muitos casos, os hormônios alterados produzem certas descompensações fisiológicas no organismo que afetam fortemente o ciclo menstrual e a menstruação. Alguns fatores básicos (entre outros – vide o artigo: O segredo do plástico: TPM é a ponta do iceberg) que podem alterar os hormônios femininos são: problemas nos órgãos genitais, nutrição inadequada, toxinas, fraqueza orgânica e questões psicológicas.
Sendo assim, é preciso recorrer ao auxílio de um médico (em especial, de um ginecologista) ou de um terapeuta, os quais utilizem a medicina tradicional chinesa, ou a naturopatia, a antroposofia, ou mesmo a homeopatia para investigar as causas orgânicas da SPM de uma pessoa e orientar um tratamento eficiente para curar a sua SPM.
Uma nutricionista, um médico ou um terapeuta que utilize suplementos nutricionais adequados e/ou a abordagem ortomolecular também são de grande valia.
É preciso lembrar sempre que os distúrbios orgânicos também têm, muitas vezes, uma base psicológica: certas condições mentais e emocionais interferem negativamente no funcionamento de órgãos e estruturas orgânicas. Por isso, tratar somente do aspecto físico de uma doença ou de um distúrbio pode levar a resultados frustrantes. No caso da SPM, temos que investigar com a pessoa quais são os estados emocionais e mentais predominantes em sua história de vida e em seu comportamento, para podermos tratar os núcleos emocionais que estão associados aos distúrbios orgânicos que resultam na sua SPM.

Enquanto não se alcança a ajuda profissional 

Devido às más condições da saúde pública e mesmo da particular, às vezes é bastante difícil encontrar um atendimento profissional competente ou esperar meses para ser atendida, o que para algumas mulheres que têm uma forte SPM pode ser um período de grande sofrimento e até de impedimento de uma vida cotidiana normal, por causa dos intensos sintomas físicos e psicológicos manifestados. Por isso, aqui vão algumas dicas para aliviar, de forma geral, a SPM.
Para as que apresentam inchaços em geral, hipersensibilidade nas mamas, irritabilidade, acessos de raiva, impaciência, descontrole emocional, mente agitada:
• Diminuir ou evitar sal, açúcar, café, estimulantes, álcool, pimenta e refrigerantes pelo menos por 10 dias antes da menstruação;
• Florais: Pomegarnate, Tiger Lily, Holly, Quince, Willow, Cidreira, Impatiens, Cherry Plum, Wisteria, Snapdragon, Flannel Flower, Cannyon Dudleya. Podem ser tomados todos juntos numa fórmula, ou serem escolhidos segundo suas indicações (Veja em: Essências Florais). Tomar 4 gotas 4x ao dia da fórmula escolhida, durante 60 dias;
• Suco de salsão (1 talo, com folhas), cenoura (2 cenouras, com folhas) e maçã (1/2 maçã, com casca), de 1 a 2 vezes ao dia, sempre começando 10 dias antes da menstruação;
• Óleo de linhaça, ou óleo de prímula, ou Primoris: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições, durante um período médio de 3 meses;
• Magnésio-Plus: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Vitamina E: tomar 1 cápsula de 400 UI ao dia, após refeição, por 30 a 45 dias;
• Tepeex ou Sedatif – PC: usar caso as tensões emocionais estejam muito intensas. Chupar 1 comprimido de Tepeex 3x ao dia, longe das refeições. Ou chupar de 1 a 2 comprimidos de Sedatif – PC 3x ao dia, longe das refeições. Usar durante o período pré-menstrual.
Para as que apresentam tristeza, choro, carência afetiva, baixa auto-estima, lapsos de memória e dificuldade de concentrar-se, fraqueza, cansaço, aumento do apetite e da vontade de doces:
• Florais: Olive, Macrocarpa, Indian Paintbrush, Five Corners, Crab Apple, She Oak, Hibiscus, Flannel Flower, Larch, Buttercup, Fuchsia, Pine, Wisteria. Podem ser tomados todos juntos numa fórmula, ou serem escolhidos segundo suas indicações (Veja em: Essências Florais). Tomar 4 gotas 4x ao dia da fórmula escolhida, durante 60 dias;
• Fitofloral Victris – M: tomar 30 gotas com água, 3x ao dia, após refeições, durante 60 dias;
• Levedura de cerveja: tomar 3 comprimidos 3x ao dia, após refeições; durante 45 a 60 dias;
• Angelica sinensis: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Óleo de linhaça, ou óleo de prímula, ou Primoris: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições, durante um período médio de 3 meses;
• Magnésio-Plus: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Vitamina E: 1 cápsula de 400 UI ao dia, após refeição, por 30 a 45 dias;
Para as que apresentam fogachos, distúrbios intestinais, aumento da diurese e acnes:
• Florais: She Oak, Macrocarpa, Indian Paintbrush, Five Corners, Crab Apple, Sage, Bottle Brush, Hibiscus. Podem ser tomados todos juntos numa fórmula, ou serem escolhidos segundo suas indicações (Veja em:Essências Florais). Tomar 4 gotas 4x ao dia da fórmula escolhida, durante 60 dias;
• Fitofloral Hormina: tomar 30 gotas com água, 3x ao dia, durante 60 dias;
• Extrato líquido de fruto de amora: tomar 30 gotas com água, 2x ao dia; durante 60 dias. Ou amora em pó: tomar 1 colher de chá com água 2x ao dia, durante 60 dias. Ou fruto fresco de amora: comer 1/2 xícara das de chá de fruto de amora 2x ao dia, durante 60 dias;
• Magnésio-Plus: tomar 1 cápsula 3x ao dia, após refeições; durante 60 dias;
• Vitamina E: 1 cápsula de 400 UI ao dia, após refeição, por 45 dias.

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/tpm-tem-cura-definitiva-atraves-de-terapias-naturais-corretas/#.VZ749fkYEQR

Iridologia - Saiba o estado da sua saúde pelo exame da íris

O exame minucioso da íris permite ao iridologista conhecer com precisão o estado de saúde do paciente e, inclusive, observar os processos de cura dos órgãos internos  
Cada alteração na cor e/ou nas formas das fibras que compõem a íris reflete uma alteração ou um padrão de tendência da região, função ou órgão correspondente (Ahodges7//Wikimedia Commons)
Cada alteração na cor e/ou nas formas das fibras que compõem a íris reflete uma alteração ou um padrão de tendência da região, função ou órgão correspondente (Ahodges7//Wikimedia Commons)
Iridologia é a ciência do estudo da íris para conhecer o estado de saúde de uma pessoa.
Através dos sinais que surgem nas fibras que compõem a íris é possível conhecer o estado geral do organismo, dos órgãos, das funções fisiológicas e até mesmo as condiçõe e tendências psicológicas de uma pessoa.
A iridologia é uma ciência ocidental bem estabelecida atualmente, ainda que não esteja dentro das ciências médicas convencionais e ortodoxas.

Fundamentos da iridologia

Os bons iridologistas fazem um trabalho excelente através da observação minuciosa da íris de seus pacientes, verificando sua constituição orgânica, suas condições hereditárias, seus desequilíbrios metabólicos, suas carências nutricionais, seu nível de toxinas, sua condição imunológica, suas características emocionais e suas tendências psicológicos importantes e muitas outras condições.
Isso só é possível porque a íris manifesta diretamente ao exterior o que ocorre dentro do organismo, porque seus tecidos e suas configurções gerais (suas fibras, sua cor e várias outras características) alteram-se sensivelmente quando ocorrem mudanças no funcionamento e na anatomia das estruturas que compõem o organismo.
E essas alterações correspondem perfeitamente às regiões e sistemas específicos do corpo, o que faz da íris um microsistema extremamente preciso para constatar alterações anatomicas e funcionais no organismo, quer sejam de origem física ou psicológica.
Entretanto, isso só é possível graças ao mapeamento das zonas reflexas na íris, que foi sendo feito por estudiosos, cientistas, médicos e terapeutas no decorrer de um longo período de tempo; ou seja: devido ao estudo e à observação de muitos estudiosos, em diversas partes do mundo, pequenas regiões da íris foram sendo identificadas e mapeadas segundo se alteravam quando surgiam doenças, distúrbios metabólicos, infecções, conflitos psicológicos, condições hereditárias, traumas (físicos e/ou psicológicos) e outras.
Mapa da íris direita (Kampanis/Wikimedia Commons)
Mapa da íris direita (Kampanis Wikimédia Commons)
                                                                                                    
O famoso evento ocorrido com Ignatz Von Peczley ilustra bem a singularidade e a precisão das alterações que ocorrem na íris e a possibilidade de estabelecer relações reflexas a partir de sua observação.
Ignatz Von Peczley era um garoto húngaro com dez anos quando presenciou um fenômeno curioso: um dia, ao tentar livrar uma coruja que estava presa num arbusto, ela quebrou uma pata, e Von Peczley viu surgir numa determinada região de sua íris uma mancha escura.
Ele passou a cuidar da pata da coruja e com o tempo percebeu que o local em que surgira a mancha escura estava tornando-se claro, até que um dia, quando a pata restabeleceu-se completamente, o local tornou-se branco.
Ele guardou isso em sua mente e mais tarde começou a observar a íris das pessoas e foi aprendendo a fazer associações entre as doenças e as alterações na íris.
Com o passar dos anos passou a estudar mais seriamente abordagens terapêuticas diversas e, por fim, foi estudar medicina.
Então, combinou o seu conhecimento empírico do exame da íris com a sua formação médica e desenvolveu o primeiro mapa iridológico moderno, que com o tempo foi sendo aprimorado por outros estudiosos, terapeutas, médicos e cientistas.
Hoje, os mapas da íris são muito precisos e muito diversos, porque abordam a íris de diferentes formas – sob o aspecto físico, emocional, psicológico e até espiritual -, fazendo da iridologia uma ciência complexa e extraordinária. Além disso, existem abordagens e mapas que estudam minuciosamente os estados das pupilas, as quais refletem também uma diversidade de condições psico-físicas importantes.

Tratamentos

Os tratamentos oferecidos pelos iridologistas são muito precisos, profundos e completos, auxiliando as pessoas de uma forma bastante profunda e em diversos níveis, agindo de forma holística e integrada. Os resultados são surpreendentes, mesmo para doenças degenerativas.
Como a iridologia foi desenvolvida junto com as formas naturais de tratamento que estavam muito em voga na época de Von Peczley (1826 – 1911), os recursos terapêuticos a ela associados são basicamente os naturalistas ou naturopáticos: hidroterapia (não é a hidroterapia usada na medicina convencional atual, mas sim algo muito mais amplo e de múltiplas aplicações), geoterapia, trofoterapia, terapia floral, suplementos e oligoelementos, homeopatia, fitoterapia e outros.
As formações em iridologia não fazem parte da medicina convencional e qualquer pessoa, desde que tenha um nível regular de instrução escolar, pode aprender e trabalhar com a iridologia.
Porém, os estudos, em geral, são bastante sérios e complexos, exigindo um grande esforço e dedicação. As disciplinas são muito ricas, abrangentes e singulares, possibilitando uma formação bastante ampla e competente do iridologista.
Praticamente todos os tipos de desequilíbrios e doenças podem ser tratados através da iridologia e suas terapias associadas; mas o tratamento tende a exigir algumas mudanças importantes no estilo de vida da pessoa, já que o objetivo da iridologia é restabelecer o melhor possível o estado de saúde essencial da pessoa.

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/iridologia-conheca-estado-saude-exame-iris/#.VZ7y2PkYEQQ

Marte teve uma das maiores chuvas de meteoros já vistas no Sistema Solar

chuva de meteoros em Marte - cometa Siding Spring
A grande aproximação do cometa Siding Spring deu aos cientistas a oportunidade de estudar um fenômeno muito raro
Uma chuva de poeira estelar metálica iluminou os céus de Marte com a estreita passagem do cometa Siding Spring, ocorrida em outubro de 2014.
Isso é o que foi constatado de acordo com instrumentos a bordo da sonda MAVEN da NASA, que fez sua primeira detecção direta de sódio, magnésio, alumínio, crómio, níquel, cobre, zinco, ferro e outros metais na atmosfera de Marte, que podem estar ligados diretamente ao desprendimento de materiais do cometa.
"Deve ter sido uma chuva de meteoros alucinante", disse Nick Schneider, do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado.
Os instrumentos da sonda MAVEN analisaram os efeitos do cometa na atmosfera marciana desde seu primeiro encontro. MAVEN entrou em órbita em torno de Marte em setembro de 2014, e o cometa Siding Spring fez sua grande aproximação com o Planeta Vermelho no dia 19 de outubro do mesmo ano. Foi uma grande oportunidade de observar e estudar esse intrigante fenômeno.
Com base nos sinais de magnésio e ferro registrados pelo Espectrógrafo de Imageamento Infravermelho da MAVEN, Schneider diz que a taxa de meteoros em Marte deve ter sido de dezenas de milhares de "estrelas cadentes" por hora, caracterizando uma chuva de meteoros bastante intensa. "Acredito que ninguém tenha visto isso em toda sua vida", disse Schneider, " e o mais próximo que já chegamos disso em toda história humana foi a grande chuva de meteoros Leonidas, que aconteceu em 1.833".
Os iões metálicos foram os restos de pedras e outros detritos deixados pelo cometa, que se queimaram em átomos individuais ao atingirem atmosfera marciana a cerca de 56 quilômetros por segundo. É a mesma coisa que acontece na Terra, porém nem mesmo aqui tivemos uma nave espacial no lugar certo e na hora certa para conseguir detectar tantos iões frescos de um cometa.
chuva de meteoros em Marte
Ilustração artística da chuva de meteoros e da sonda Curiosity em Marte. A chuva de meteoros foi causada
pela grande aproximação do cometa Siding Spring, em outubro de 2014.
Créditos: NASA
"Essa é a primeira vez que os cientistas conseguiram fazer esse tipo de detecção", disse Mehdi Benna, pesquisador da MAVEN da Universidade de Maryland, e do Goddard Space Flight Center da NASA.
O fato interessante dessa descoberta é que, por saberem sobre a origem e a velocidade dos detritos responsáveis pela chuva, os pesquisadores podem criar modelos e resolver detalhes sobre a ionosfera de Marte, a composição do cometa e até mesmo entender o funcionamento da ionosfera da Terra quando é atingida por cometas ou asteroides. "Foi como um grande experimento controlado, onde foi possível medir todos os detalhes com uma precisão incrível", disse Benna.
Esses experimentos foram publicados recentemente na revista Geophysical Research Letters, e o outro fato curiosíssimo é que a sonda MAVEN não foi lançpada para estudar a passagem do cometa Siding Spring. De acordo com os responsáveis pela missão, foi uma questão de sorte, inclusive o fato da sonda ter os instrumentos necessários para estudar o grande evento.
"Se alguém tivesse dito: 'Vá medir a composição elementar do início da Nuvem de Oort', qualquer pessoa em sã consciência teria dito: 'Isso não pode ser feito", disse Schneider. "No entanto, isso foi exatamente o que foi feito, e que irá manter os cosmo-químicos ocupados por um bom tempo!"
"Nem mesmo grandes missões que tinham o intuito de observar e estudar cometas conseguiram fazer medições como essa, que foi basicamente uma questão de sorte", disse Benna. "E é por isso que nunca podemos perder a esperança".

Fonte: http://www.galeriadometeorito.com/2015/07/marte-teve-uma-das-maiores-chuvas-de-meteoros.html#.VZ7wlvkYEQQ

Chuva de Meteoros 'Delivery' - Você poderá encomendar a sua própria Estrela Cadente

chuvas de meteoros artificiais
Se você passa horas olhando para o céu a fim de conseguir avistar um meteoro, saiba que em breve você poderá encomendar uma "estrela cadente" por telefone! Por até parecer que isso foi tirado do roteiro de algum filme de ficção científica, mas não: estamos falando de um projeto sério, e completamente provável.

Um grupo de cientistas japoneses disseram ter uma fórmula secreta para criar meteoros, popularmente conhecidos como "estrelas cadentes". Eles não revelaram qual é a química usada, mas disseram que ela seria ejetada a partir de um satélite, criando uma incrível "chuva de meteoros on demand".

A empresa start-up japonesa chamada ALE fez uma parceria com pesquisadores de várias universidades para criar as chuvas de meteoros artificiais, que vão custar a bagatela de $8.100 dólares por meteoro! 

Ou seja, se você quiser uma verdadeira chuva de meteoros como a Geminídeas, por exemplo, com taxa de cerca de 80 meteoros por hora, você vai ter que desembolsar uma quantia astronômica! 

Com o tempo, essa tecnologia tende a ficar mais acessível, mas por enquanto, será um privilégio de estudos científicos altamente financiados e claro, dos mais "afortunados".

Os pesquisadores disseram ainda que os meteoros manufaturados deverão ser brilhantes o suficiente para ser visíveis mesmo em áreas com poluição luminosa extrema, como Tóquio, São Paulo e Nova York.

meteoros
Foto da chuva de meteoros Liridas 2015, vista de Tucson, no Arizona, EUA.
Créditos: Sean Parker
As chuvas de meteoros naturais ocorrem quando poeira e detritos do espaço são aquecidos por fricção à medida que passam através da atmosfera da Terra. Meteoro é o nome dado ao efeito luminoso, conhecido popularmente como "estrela cadente". Na maioria das vezes, eles queimam por completo antes de atingir a superfície da Terra, mas quando acontece uma exceção, e eles atingem o solo, o detrito espacial ganha o nome de meteorito.

Os detritos artificiais seriam lançados a partir de um microssatélite de 50 centímetros de largura, e assim como os detritos espaciais, queimaria na atmosfera da Terra, e atingiria cerca de 8 km/s de acordo com a repórter da AFP, Miwa Suzuki.

O pequeno satélite responsável por criar meteoros artificias está sendo desenvolvido pela ALE em parceria com pesquisadores. O satélite iria orbitar a Terra de norte a sul, a uma altitude de cerca de 400 a 500 km por alguns meses, antes de cair de volta para a Terra.

A composição química é um segredo da empresa ALE, mas ela revelou que está considerando diferentes misturas para criar faixas de cores diferentes.

"Fazer do céu uma tela é a maior atração deste projeto como entretenimento", disse Lena Okajima, fundadora e CEO da empresa. "É uma exposição no espaço".

Em caso de mau tempo, as estrelas cadentes poderão ser canceladas até 100 minutos antes do espetáculo planejado.

As chuvas de meteoros artificiais não seriam apenas espetáculos e entretenimento, mas podem ainda ser muito valiosas para os cientistas. Um engenheiro aeroespacial da Universidade Metropolitana de Tokyo, Hironori Sahara, disse que analisar a luz de um meteoro significa entender sua temperatura, densidade, e movimentação da atmosfera naquela elevação. As chuvas de meteoros naturais também ajudam nessas pesquisas, mas como são imprevisíveis, os cientistas não sabem pra onde olhar e pra onde apontar seus instrumentos. Nesse caso, as chuvas de meteoros artificias poderão ser muito úteis.

É uma oportunidade valiosa, porque a região do céu que estes meteoros passam é mais alta do que os balões meteorológicos, e mais baixa do que as naves espaciais. A empresa ALE continua suas pesquisas a fim de aprimorar sua tecnologia, e já está se reunindo com investidores para tornar seus projetos em realidade, assim, os cientistas e os amantes do céu noturno poderão ter suas chuvas de meteoros a pronta entrega. Mas tem uma coisa que nenhuma empresa conseguirá criar: a emoção e a honra de avistar um meteoro natural, um verdadeiro espetáculo da natureza, que qualquer um pode ver... gratuitamente...

Fonte: http://www.galeriadometeorito.com/2015/07/chuva-de-meteoros-sob-encomenda.html#.VZ7uqfkYEQR

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Sete realidades que poderão deixar de existir nos próximos 5 anos

De acordo com especialistas que analisaram a evolução de objetos, matérias-primas e seres vivos, esses são alguns dos candidatos a desaparecer nos próximos cinco anos:

Hélio: Este gás leve e abundante no universo poderá ter suas reservas esgotadas antes de 2020. Os EUA, um dos principais provedores de hélio em escala mundial têm disponibilidade de entrega somente até 2018.

Geleiras Andinas: Vítimas do aquecimento global, as reservas glaciares da Cordilheira dos Andes começarão a desaparecer no decorrer dos próximos cinco anos. Se a projeção for daqui a dez anos, então é provável que desapareçam por completo não apenas as reservas andinas, mas as de praticamente todo o planeta.

Uísque: Atualmente, esta bebida alcoólica – especialmente as de reserva e alta qualidade – tem uma demanda internacional muito maior que o estoque existente. Por isso, a previsão é que seu preço suba à medida que aumentar sua escassez. Até 2020, o uísque de qualidade será tão caro que será acessível apenas aos bolsos bilionários.

Rinoceronte-branco: Esta espécie está hoje em sério perigo de extinção. Para 2020, o rinoceronte-branco, originário da África do Sul, deixará de existir, a não ser que diminuam drasticamente o número de seus caçadores e a destruição de seu habitat natural.

Chocolate: A combinação do apetite humano insaciável com a seca extrema na Costa do Marfim e Gana, principais fornecedores do cacau em escala mundial, poderá causar uma escassez maciça dessa matéria-prima nos próximos anos.

Cartas: Dentro dos próximos cinco anos, enviar ou receber uma carta será coisa do passado. Todo o tráfego postal se tornará eletrônico ou mesmo parte de um sistema mais eficiente. Em 2020, o custo da atual infraestrutura comercial do correio físico será um luxo difícil de bancar.

Mariposas: Várias espécies de mariposa poderão deixar de existir. No total, acredita-se que 200 tipos desse inseto correm perigo sério de extinção, seja pela devastação de seu habitat natural ou pela presença de predadores exóticos.

Fonte:: http://seuhistory.com/noticias/7-coisas-que-podem-desparecer-nos-proximos-5-anos

Cientistas criam baratas ciborgues guiadas por controle remoto

Uma equipe formada por engenheiros e entomólogos da Universidade Texas A&M tenta acoplar pequenos dispositivos eletrônicos a baratas gigantes da América Central.

O objetivo é que os insetos possam ser guiados com um controle remoto para acessar áreas de difícil acesso após desastres naturais.

Os pesquisadores foram inspirados pelo acidente nuclear provocado por um terremoto seguido de um tsunami em Fukushima, no Japão, em 2011.

Na ocasião, vistorias nas instalações nucleares afetadas não podiam ser feitas por humanos.
De acordo com eles, os animais não sentem dor e participam do experimento uma única vez.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/cientistas-criam-baratas-ciborgues-guiadas-por-controle-remoto.html

Libertados no Brasil milhões de mosquitos transgênicos mutantes

Milhões de mosquitos geneticamente modificados foram liberados na cidade brasileira de Piracicaba, no âmbito de uma campanha para reduzir a propagação da dengue no país.
Se trata de machos que carregam o gene mutante passando para as larvas e as matando antes que elas atinjam a idade reprodutiva, de acordo com o jornal PLoS Neglected Tropical Diseases ".
A tecnologia para combater este tipo de doença foi desenvolvida pela empresa de biotecnologia britânica Oxitec, que tem uma licença para executar tais experimentos no Brasil.
Além disso, a empresa está aguardando a autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos americana para realizar testes semelhantes na Flórida.
Os cientistas descobriram que desde abril de 2015, quando o teste começou em Piracicaba, a área de concentração máxima das transportadoras de dengue Aedes aegypti, 50% da nova geração desses mosquitos foram fecunddos por machos transgênicos.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/solto-milhoes-de-mosquitos-transgenicos-mutantes-no-brasil.html

terça-feira, 7 de julho de 2015

Um buraco negro sob uma lente gravitacional

Impressão de artista de uma lente gravitacional.
Crédito: ESA/ATG medialab

Os observatórios espaciais Integral, Fermi e Swift usaram o poder de ampliação de uma lente cósmica para explorar as regiões internas de um buraco negro supermassivo.

Os raios-gama são a radiação altamente energética emitida por alguns dos objetos mais extremos do Universo. Por exemplo, jatos de raios-gama que se deslocam quase à velocidade da luz são originários de áreas em redor dos buracos negros. Pensa-se que estes jatos são emitidos por material superaquecido que gira descontroladamente à medida que é devorado pelo buraco negro.

Os nossos telescópios nunca serão poderosos o suficiente para revelar estas regiões internas e os cientistas lutam para examinar exatamente o modo como estes jatos são expelidos para o Universo.

"Tendo em conta que não podemos ver claramente o que está a acontecer, nós não compreendemos totalmente este comportamento," afirma Andrii Neronov da Universidade de Genebra, Suíça, autor principal do artigo publicado ontem na edição online da revista Nature Physics.

"No entanto, o nosso método permitiu-nos 'resolver' esta região e obter uma ideia da zona do espaço diretamente em redor de um buraco negro supermassivo conhecido como PKS 1830-211."

Este buraco negro está localizado a muitos milhares de milhões de anos-luz de distância. Nem o satélite Integral da ESA nem o telescópio de raios-gama Fermi da NASA conseguem observar a região sem ajuda, mas uma feliz coincidência forneceu uma "mãozinha": uma microlente gravitacional.

"Vistos da Terra, os buracos negros são pequenos. É porque estão muito, muito longe," afirma o Dr. Neronov. "Tentar observar PKS 1830-211 é como tentar observar uma formiga na Lua."

"Nenhum dos nossos telescópios consegue observar algo tão pequeno, por isso usámos um truque para resolver a formiga: uma enorme lente gravitacional."

Objetos cósmicos gigantescos, desde estrelas individuais a enxames de galáxias, dobram e focam a luz que flui em seu redor graças à gravidade, agindo como lupas gigantes.

O Dr. Neronov e colegas usaram uma galáxia situada entre o alvo e a Terra para fazer "zoom" do buraco negro e assim medir o tamanho da região que emite os jatos - a primeira vez que este método foi usado com raios-gama.

Os cientistas escolheram estruturas na mesma escala angular que a tal "formiga da Lua". A zona observada do céu cobre uma região com cerca de 100 vezes a distância Terra-Lua. Em termos astronómicos, é notavelmente pequena.

"As nossas observações demonstram que os raios-gama vêm das imediações do próprio buraco negro," comenta o Dr. Neronov. "Isto dá-nos uma ideia do que é e não é importante na produção dos jatos."

"É incrível sermos capazes de ver coisas tão pequenas a distâncias enormes. Estou muito animado por ter um 'buraco negro-escópio' para investigar as regiões internas dos jatos."

A observação da fonte de raios-gama com o Integral da ESA e o Fermi e Swift da NASA permitiu com que os astrónomos contruíssem uma imagem mais completa da radiação que flui para fora.

Os raios-gama mais energéticos, detetados pelo Fermi, parecem ser provenientes da pequena base do jato - a região com o tamanho de "uma formiga na Lua" - enquanto os menos energéticos, detetados pelo Integral, foram emitidos pela muito maior região circundante.

A equipa também estudou raios-X usando o Integral e o Swift. Descobriram que estes raios-X surgem de uma região em redor do buraco negro que se estende até mais ou menos 400 mil milhões de quilómetros.

"Este buraco negro é um dos mais poderosos objetos conhecidos do seu género. A caracterização da sua emissão dar-nos-á muito mais informações acerca da formação destes jatos," afirma Erik Kuulkers, cientista do projeto Integral da ESA.

"Felizmente, o buraco negro está situado na direção do centro da nossa Galáxia, por isso o Integral observa-o com frequência."

"Estas observações fornecem informações exclusivas sobre os processos de alta energia que ocorrem em torno de buracos negros supermassivos, pelo que nos permite 'espreitar' o interior de estruturas minúsculas que estão a enormes distâncias de nós."

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/7_pks_1830_211.htm

Plutão a cores,tem manchas,metano e,quem sabe,nuvens

Os dois hemisférios de Plutão, quase a cores reais.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/Instituto de Pesquisa do Sudoeste

Novas imagens a cores da sonda New Horizons mostram duas faces muito diferentes do misterioso planeta, uma com uma série de manchas intrigantes ao longo do equador, uniformemente espaçadas. Cada das manchas mede cerca de 480 km em diâmetro.

Os cientistas ainda não viram nada como estas manchas escuras; a sua presença tem despertado o interesse da equipa científica da New Horizons, devido à notável consistência do seu espaçamento e tamanho. Apesar da origem das manchas permanecer, por enquanto, um mistério, a resposta poderá ser revelada à medida que a sonda continua a aproximar-se de Plutão. "É um verdadeiro quebra-cabeças - não sabemos o que são, mas estamos ansiosos por descobrir," afirma Alan Stern, investigador principal da New Horizons e do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, Colorado. "Também intrigante é a dramática diferença nas cores e aparência de Plutão em relação à sua lua mais escura e cinzenta, Caronte."

Os membros da equipa da New Horizons combinaram imagens a preto-e-branco de Plutão e Caronte, obtidas pelo instrumento LORRI (Long-Range Reconnaissance Imager) da sonda, com dados de cor e de baixa-resolução do instrumento Ralph para produzir estas imagens. Vemos o planeta e a sua maior lua aproximadamente em cores reais, isto é, como apareceriam se estivéssemos a bordo da New Horizons.

Caminho até Plutão parece seguro

Os cientistas da missão têm usado o instrumento LORRI para procurar perigos, como pequenas luas, anéis ou poeira, desde meados de Maio. A decisão de manter a sonda no seu percurso original ou adotar uma outra trajetória mais segura, teve que ser tomada esta semana, pois a última oportunidade para manobrar a New Horizons até uma trajetória alternativa termina dia 4 de julho.

"A não descoberta de luas novas ou de anéis é um pouco surpreendente para a maioria de nós," afirma Alan Stern, investigador principal da sonda. "Mas, como resultado, não precisamos de nos desviar de potenciais perigos. Estamos prontos para as melhores trajetórias planeadas do encontro com Plutão."

Instrumento "Alice" treina para observações do nascer e pôr-do-Sol na atmosfera de Plutão

A New Horizons fez uma observação crítica em preparação para as observações da ténue atmosfera de Plutão. Apenas algumas horas após o "flyby" por Plutão no dia 14 de julho, a sonda observará luz solar passando pela atmosfera do planeta anão, a fim de ajudar os cientistas a determinar a composição da atmosfera. "Vai ser como se a parte de trás de Plutão ficasse iluminada por uma lâmpada de um bilião de watts," afirma Randy Gladstone, cientista da New Horizons e do Instituto de Pesquisa do Sudoeste. No dia 16 de junho, o espectrógrafo Alice realizou com sucesso uma observação de teste do Sol, a cerca de 5 mil milhões de quilómetros de distância, que será usada para interpretar as observações de 14 de julho.

Metano em Plutão

Sim, há metano em Plutão, mas não, não vem das vacas. O espectrómetro infravermelho a bordo da sonda New Horizons da NASA detetou metano gelado à superfície de Plutão; os astrónomos, cá na Terra, detetaram pela primeira vez o elemento químico em Plutão em 1976.

"Nós já sabíamos que havia metano em Plutão, mas estas são as nossas primeiras deteções," afirma Will Grundy, da equipa da New Horizons e do Observatório Lowell em Flagstaff, no estado americano do Arizona. "Em breve vamos saber se existem diferenças na presença de metano gelado nos vários locais do planeta."

O metano (fórmula química CH4) é um gás inodoro e incolor que está presente no subsolo e na atmosfera da Terra. Em Plutão, o metano pode ser primordial, herdado da nebulosa solar a partir da qual o Sistema Solar se formou há 4,5 mil milhões de anos atrás. O metano foi originalmente detetado à superfície de Plutão por uma equipa de astrónomos liderados por Dale Cruikshank, atualmente da equipa New Horizons e do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia.

Instrumentos preparam a busca de nuvens na atmosfera de Plutão

Se Plutão tem nuvens, a New Horizons conseguirá detetá-las. Tanto o LORRI como o Ralph serão usados para procurar nuvens na face de Plutão durante a aproximação e partida do planeta. "Estaremos à procura de nuvens nas nossas imagens, utilizando uma série de técnicas," afirma Kelsi Singer, da equipa científica e do Instituto de Pesquisa do Sudoeste. "Se encontrarmos nuvens, a sua presença permitir-nos-á determinar as velocidades e direções dos ventos de Plutão."

Instrumento PEPSSI prova atmosfera de Plutão

O instrumento PEPSSI (Pluto Energetic Particle Spectrometer Science Investigation) a bordo da New Horizons está a enviar dados diariamente enquanto estuda o ambiente espacial perto de Plutão. O PEPSSI está desenhado para detetar iões (átomos que perderam ou ganharam um ou mais eletrões) que escaparam da atmosfera de Plutão. À medida que fogem, estes átomos ficam presos no vento solar, o fluxo de partículas subatómicas emanado pelo Sol. A função do PEPSSI é informar os cientistas acerca da composição do escape atmosférico de Plutão e a sua velocidade.

A New Horizons está agora a menos de 15 milhões de quilómetros do sistema de Plutão. Está de boa saúde e todos os sistemas estão a operar normalmente.

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/3_new_horizons_plutao.htm

Depressões no Cometa 67P/C-G produzem jatos

Esquerda: foram identificadas 18 cavidades em imagens do hemisfério norte do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko obtidas pela câmara OSIRIS da Rosetta. As fossas têm o nome da região onde foram encontradas e algumas delas estão ativas. A imagem de contexto foi obtida no dia 3 de agosto de 2014 a uma distância de 285 km.
Meio, topo: ampliação do buraco ativo denominado Seth_01 que revela pequenos jatos emanados a partir das paredes interiores. Também mostra a estrutura interna e complexa do cometa. A imagem foi capturada no dia 20 de outubro de 2014 a uma distância de 7 km da superfície do cometa. Seth_01 mede cerca de 220 metros em diâmetro.
Direita, topo: imagem contextual que mostra as estruturas finas dos jatos cometários a partir de 28 km da superfície, capturada no dia 22 de novembro de 2014. Ambas as imagens têm contraste modificado a fim de ver a atividade com mais detalhe. Os poços ativos neste estudo correspondem a uma pequena fração da atividade observada.
Direita, baixo: como as cavidades podem ser formadas através de colapso. 1. O calor faz com que o gelo à subsuperfície sublime (setas azuis), formando uma cavidade (2). Quando o teto fica demasiado fraco para suportar o seu próprio peso, colapsa, criando um buraco profundo e circular (3, seta vermelha). O material recém-exposto sublima, correspondendo à atividade observada (3, setas azuis).
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA; gráfico por J-B Vincent et al (2015)

Um certo número dos jatos de poeira que emergem do cometa da Rosetta podem ser traçados até poços ativos que provavelmente foram formados pelo colapso repentino da superfície. Estes "buracos" estão a fornecer um vislumbre do interior caótico e diverso do cometa.

A Rosetta tem vindo a estudar a atividade do Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko há mais de um ano, observando como o seu halo de poeira e gás cresce à medida que o cometa se aproxima do Sol.

A partir de uma distância de algumas centenas de quilómetros, a Rosetta observa um padrão intricado de jatos de poeira emitidos do núcleo à medida que fogem para o espaço. Mas agora, graças a imagens de alta-resolução da câmara OSIRIS obtidas no ano passado a apenas 10-30 km do centro do cometa, pelo menos alguns destes jatos de poeira podem ser seguidos até locais específicos à superfície, a primeira observação do género.

Num estudo anunciado anteontem na revista Nature, foram identificados 18 poços quási-circulares no hemisfério norte do cometa, alguns dos quais são fonte de atividade contínua.

Estas depressões têm entre algumas dezenas e centenas de metros em diâmetro e estendem-se até 210 metros abaixo da superfície para um chão coberto por poeira macia. Observou-se material a sair dos buracos mais ativos.

"Vemos jatos decorrentes das áreas fraturadas das paredes internas dos buracos. Estas fraturas contêm materiais voláteis presos sob a superfície que podem ser aquecidos mais facilmente e, posteriormente, escapam para o espaço," afirma Jean-Baptiste Vincent do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar, autor principal do estudo.

Os cientistas que analisam as imagens pensam que os poços são formados quando o teto de uma cavidade à subsuperfície torna-se demasiado fino para suportar o seu próprio peso e acaba por colapsar, formando uma fossa. Isto expõe o interior fraturado do cometa, permitindo que o material, de outra forma escondido, sublime, continuando assim a corroer o buraco com o passar do tempo.

"Embora nós pensemos que o colapso que produz o buraco seja súbito, a cavidade no subsolo poroso pode crescer ao longo de períodos muito mais longos," afirma Sebastien Besse, do Centro técnico ESTEC da ESA, na Holanda, coautor do estudo.

Os autores sugerem três cenários possíveis para a formação dos buracos.

O primeiro, é que já existiam desde a formação do cometa, como resultado de colisões a baixa velocidade entre os blocos primordiais de construção com dezenas e centenas de metros em tamanho. O desabamento do teto, acima de um vazio, pode ser despoletado através do enfraquecimento da superfície, talvez por sublimação, agitação sísmica ou pelo impacto de pedregulhos expelidos de outros lugares do cometa.

Outra hipótese, é que se trata de sublimação direta de bolsas de gelos voláteis como dióxido e monóxido de carbono abaixo da superfície, aquecidos pelo calor da luz solar que penetra a camada superior de poeira.

Alternativamente, a sublimação pode ser impulsionada pela energia libertada por água gelada que muda de um estado físico amorfo para cristalino, sublimando gelos vizinhos mais voláteis como o dióxido de carbono e monóxido de carbono.

Caso o "culpado" seja qualquer dos dois últimos processos, então o facto de que as fossas não são vistas em todos os locais pode indicar uma distribuição desigual de gelos no interior do cometa.

"Independentemente dos processos que criam as cavidades, estas características mostram-nos que existem grandes diferenças estruturais e/ou composicionais dentro das primeiras centenas de metros da superfície do cometa e que as cavidades revelam materiais relativamente não transformados que, caso contrário, não seriam visíveis," explica Sebastien.

Os autores observam que as características internas reveladas nas paredes dos buracos variam significativamente de poço para poço, e incluem materiais fraturados e "terraços", camadas horizontais e estrias verticais, e/ou estruturas globulares apelidadas de "goosebumps" (em português, arrepios).

"Nós pensamos ser capazes de usar as aberturas para caracterizar as idades relativas da superfície do cometa: quantas mais fossas existirem numa região, mais jovem e menos processada é a superfície," observa Jean-Baptiste.

"Isto é confirmado por observações recentes do hemisfério sul: este hemisfério está mais transformado porque recebe significativamente mais energia que o hemisfério norte e parece não apresentar estruturas semelhantes."

As cavidades ativas são particularmente íngremes, enquanto os buracos sem atividade observada são mais rasos e, em vez disso, podem indicar regiões ativas mas no passado. A equipa sugere que os buracos ativos são os mais jovens, enquanto os de meia-idade têm pedregulhos no chão que caíram dos lados. Entretanto, os mais antigos têm orlas deterioradas e estão recheados de poeira.

"Estamos a continuar a analisar as nossas observações para ver se esta teoria é verdadeira e se esta 'série temporal' está, por exemplo, relacionada com a evolução térmica e interna do cometa," comenta Sebastien.

"Mas achamos que a maioria das depressões ativas já devem ter estado presentes durante várias órbitas em torno do Sol, caso contrário esperávamos ver uma série de surtos à medida que os seus colapsos eram provocados durante a órbita atual."

A Rosetta testemunhou um surto durante a sua aproximação ao cometa em abril de 2014, que se pensa ter gerado entre 1000 e 100.000 kg de material. Os autores afirmam que a origem deste surto poderá ter sido o colapso de uma cavidade, mas apenas uma pequena fração do volume total de uma cavidade normal foi libertada nessa altura.

Por exemplo, tendo em conta a densidade média medida no cometa, 470 kg por metro cúbico, a rápida evacuação de um típico buraco com 140 metros de largura e 140 metros de profundidade resultaria na libertação de aproximadamente mil milhões de kg de material, várias ordens de magnitude maiores do que o observado em abril de 2014.

"Nós estamos muito interessados em ver como estes poços ativos evoluem e, quem sabe, possamos testemunhar a formação de um novo poço," afirma Matt Taylor, cientista do projeto Rosetta da ESA.

"Ser capaz de observar mudanças no cometa, em particular ligando a atividade com características à superfície, é uma capacidade fundamental da Rosetta e ajudar-nos-á a melhor compreender como o interior e a superfície do cometa têm evoluído desde a sua formação."

"E com a extensão da missão até setembro de 2016, podemos fazer o melhor trabalho possível em desvendar como os cometas funcionam."

Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/07/3_rosetta_67p_c-g.htm

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