O Serviço Sismológico Nacional de México registrou um importante tremor sísmico a uns 16 quilômetros da cidade de Tonalá, no estado sulista de Chiapas.
O organismo especificou que o movimento telúrico se produziu a uma profundidade de aproximadamente 100 quilômetros. As autoridades ativaram a monitoração em todo estado para abordar os danos que podem ter sido produzido e recomendam manter a calma ante possíveis réplicas.l Servicio Geológico de EE.UU. determinou que o sismo teve uma magnitude de 5,7. Inicialmente os sismólogos mexicanos estimaram a magnitude do tremor em 6,3 graus, porém minutos depois realizaram o ajuste.
Os leitores de RT através de Twitter qualificam a sacudida inicial de "muy fuerte" e asseguram que durou bastante.
Aqui na Terra, os maiores furacões raramente atingem 2 mil quilômetros de diâmetro, mas em Júpiter as coisas são bem diferentes. Lá, uma grande e antiga tempestade tem duas vezes o tamanho da Terra e suas cores ainda intrigam os pesquisadores.
Batizada de Grande Mancha Vermelha, ou GMV, a tormenta é a mais importante feição do planeta. É uma espécie de redemoinho de gás que gira descontroladamente há pelo menos 150 anos e produzem ventos que ultrapassam 600 km/h.
Desde que o Homem começou a olhar para Júpiter através de telescópios, por volta de 1600, já havia a notícia da existência de uma grande mancha espiral em sua superfície, embora não esteja claro se era a mesma tormenta.
Atualmente, os cientistas sabem que a GMV está lá, firme e forte, mas os mecanismos que geram essa tempestade e suas cores avermelhadas ainda não são perfeitamente conhecidos.
Turbilhão de cores
Compreender a GMV não é fácil e a culpa é das próprias características de Júpiter.
O planeta é mil vezes maior do que a Terra e é composto principalmente de gás. Em seu interior, um oceano de hidrogênio líquido envolve o núcleo enquanto sua a atmosfera é composta principalmente de hidrogênio e hélio.
Isso significa que - diferentemente da Terra - em Júpiter não há qualquer porção de terra firme que possa enfraquecer as tempestades. Além disso, as nuvens de Júpiter obstruem a observação clara de sua atmosfera inferior.
Entretanto, enquanto alguns estudos tentam conhecer essa atmosfera mais baixa, a observação da GMV só pode ser feita por telescópios ou sondas que enxergam a feição a partir de cima da atmosfera.
Alguns trabalhos sugerem que as nuvens da alta atmosfera jupteriana consistem de amônia, hydrosulfido de amônia e de água, mas os cientistas não sabem exatamente como (ou se) estes produtos químicos reagem para formar as cores como as da Grande Mancha Vermelha, principalmente porque estes compostos representam apenas uma pequena parte da atmosfera.
"Isso é o que torna tão difícil descobrir exatamente o que cria as cores que vemos", disse a pesquisadora Amy Simon, especialista em atmosferas planetárias junto Goddard Space Flight Center, da NASA.
Junto a Amy, os cientistas Mark Loeffler e Reggie Hudson vêm realizando estudos de laboratório para investigar se os raios cósmicos, um tipo de radiação de alta energia que atinge nuvens de Júpiter, podem alterar quimicamente o hydrosulfido de amônia para produzir novos compostos que poderiam explicar a cor das nuvens.
O experimento consiste em aquecer sulfeto de hidrogênio e amônia juntos e em seguida bombardea-los com partículas carregadas semelhantes aos raios cósmicos que impactam nuvens de Júpiter, com o objetivo de identificar as novas substâncias formadas quando o hydrosulfido de amônia é irradiado.
"Recentemente nós finalizamos a identificação desses novos produtos e agora estamos tentando correlacionar o que já descobrimos com as cores observadas em Júpiter", disse Loeffler.
Consequências
Compreender a Grande Mancha Vermelha pode ajudar os cientistas a entender melhor o sistema climático da Terra e também melhorar o entendimento sobre os planetas além do nosso sistema solar.
"Se você só olhar somente para a luz refletida de um planeta extrassolar, você não vai ser capaz de dizer com 100% de certeza do que ele é feito, mas se olharmos para o maior número possível de casos diferentes em nosso próprio sistema solar poderemos aplicar esse conhecimento para descobrir a composição desses mundos extrassolares", disse Amy Simon.
Crédito da foto: A arte abstrata ou instantâneo astral? Scott Kelly / Twitter.
Estes três pontos de luz e de cor oscilante em meio a escuridão pode parecer ser a arte abstrata, mas eles são realmente corpos planetários bastante familiares.
Esta imagem postada no Twitter no mês passado pelo comandante Scott Kelly a bordo da Estação Espacial Internacional mostra a Terra, a Lua, Vênus e Júpiter em perto de alinhamento de curva para o ponto mais brilhante.
Scott Kelly faz parte de da NASA Mission One-Year , um projeto de pesquisa para estudar os efeitos mentais e físicos do voo espacial de longa duração. A partir de março deste ano, as diferenças que um ano no espaço tem sobre o corpo em comparação com um ano na Terra serão examinados entre Kelly e seu irmão gêmeo idêntico, Mark , através da realização de vários experimentos fisiológicos sobre os irmãos.
O que um neutrino, árvores, catedrais da Europa, o Alaska, o Sistema Solar e a nossa galáxia têm em comum? Muita coisa. A começar que essas e muitas outras coisas são mencionadas no livro “A Medida do Universo” (The Measure of the Universe), editado no Brasil pela “Livraria Francisco Alves Editora S.A.”. Obra-prima que explica com relações e comparações o quão pequenos e grandes nós somos. Mostra como pode existir um universo (de verdade) numa simples célula e como nossa própria galáxia de mais de 200 bilhões de estrelas, é um grão de areia no Universo.
Nesse livro você aprende de tudo, porque para explicar as distâncias, por exemplo, Asimov compara diversos “objetos” desde animais até estrelas e galáxias. Vai do menor elemento conhecido até o maior, explicando o porque de tudo o que é comparado. Uma obra esplendorosa que numa primeira olhada parece um livro de matemática, com suas distâncias e tamanhos, mas que quando você se aprofunda, vê que é um livro que aborda muitos assuntos, como história, biologia, astronomia, física, química, por exemplo, e até um pouquinho de matemática.
Os tópicos envolvidos se desenvolvem para tamanhos menores e maiores que o ser humano:
A Escada de Comprimento.
A Escada de Área.
A Escada de Volume.
A Escada de Massa.
A Escada de Densidade.
A Escada de Pressão.
A Escada de Tempo.
A Escada de Velocidade.
A Escada de Temperatura.
O livro tem 371 páginas e só é encontrado no Brasil em sebos. Repetindo a dica que já passei em outro artigo, procure por “sebos” no Google que você vai achar vários sebos on-line com muitos livros de Asimov à venda.
Uma foto divulgada pela Nasa da superfície de Marte levantou intenso debate nas redes sociais durante o fim de semana. Ela mostra uma formação rochosa, mas em um dos cantos ela aparenta ter uma caverna, e com uma espécie de animal na entrada. Veja o detalhe:
Para os internautas, trata-se de uma imensa “aranha marciana”, uma espécie de caranguejo ou um “monstro espaguete”, mas o astrônomo Seth Shostak, diretor do SETI Research, encerrou as especulações: é uma formação natural bastante comum em Marte.
“Aqueles que me mandam essas imagens estão sempre empolgados, dizendo terem encontrado algo que não seria esperado na superfície oxidada e poeirenta do planeta vermelho”, disse o astrônomo, em e-mail para o Huffington Post, destacando ver formações semelhantes ao menos uma vez por semana. “Normalmente é uma espécie animal, mas, de vez em quando, eles apontam objetos ainda mais estranhos, como peças de automóveis. Talvez eles pensem que existam carros em Marte”.
Segundo Shostak, esses debates acontecem por causa do fenômeno de pareidolia, uma habilidade do cérebro de buscar significados para objetos aleatórios. Como enxergar animais em nuvens.
“Reconhecer um caranguejo em uma paisagem com rochas moldadas pela erosão não é mais surpreendente, nem mais significante, que ver um rosto piscando em um ponto e vírgula seguido por um parêntese :)”, disse o pesquisador.
Dia e noite, inverno e verão. As diferenças entre as estações e períodos do dia são possíveis graças a dois movimentos dos quais ouvimos falar lá nos tempos de escola: rotação e translação. Você pode não se lembrar com muitos detalhes, mas eles são essenciais para que a vida na Terra seja garantida.
(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)
Mas será que eles são tão importantes assim? O Tecmundo traz a resposta neste artigo, criado para mostrar tudo o que aconteceria com o planeta caso algum dia os movimentos fossem simplesmente interrompidos. Você está preparado para saber das catástrofes? Então pegue seus casacos, suas roupas de banho e seus capacetes. Não entendeu? Isso já vai mudar.
Desaceleração do planeta
Caso a Terra parasse de girar, provavelmente o processo seria realizado de maneira gradativa. Por essa razão, demoraria um pouco até que percebêssemos a desaceleração. Os primeiros sintomas a serem percebidos seriam os prolongamentos de dias e noites. De pouco em pouco, os períodos de luz e escuridão começariam a ser cada vez maiores, até que o planeta parasse totalmente.
Quando isso acontecesse, os dias e noites não seriam mais controlados pelo movimento de rotação da Terra (o que faz o planeta girar sobre seu próprio eixo), mas sim pelo da translação (movimentação orbital, em torno do Sol). Isso significaria que dias e noites teriam cerca de 6 meses cada, de forma parecida com o que atualmente ocorre nos polos.
Em caso de uma freada brusca
Havendo uma paralisação mais brusca, em que a Terra realmente parasse de uma hora para outra, os danos causados ao planeta não seriam apenas percebidos em longo prazo. Como a velocidade de rotação é de cerca de 900 km/h, uma “freada” faria com que o planeta inteiro fosse jogado para frente.
Imagine um carro percorrendo uma linha reta a 60 km/h e parando de repente. Os passageiros seriam jogados para frente, não é mesmo? O mesmo aconteceria com a Terra, mas em vez de apenas as pessoas serem lançadas, prédios e outras construções seriam derrubados, causando destruição por todos os lugares.
(Fonte da imagem: Reprodução/Gabriel - Flickr)
Da mesma maneira que acontece com os terremotos, a destruição gerada por esse tipo de desastre iria muito além dos desabamentos. Ondas gigantes, incêndios e seus respectivos efeitos colaterais poderiam ser vistos em escala global.
Dias e noites polares
Como já dissemos, os dias e noites seriam controlados pelas voltas da Terra em torno do Sol, fazendo com que só anoitecesse uma vez por ano. O mesmo aconteceria com as manhãs, que demorariam 12 meses para se repetirem. Com cada período durando seis meses, você já deve imaginar o que aconteceria com vegetações e animais.
Luz ou escuridão: escolha a sua morte
Os ecossistemas existentes nos continentes são muito diferentes dos presentes nos polos. Por essa razão, não seria possível garantir a sobrevivência das espécies que, hoje, habitam por aqui. Com seis meses de luz e seis meses de escuridão, o planeta Terra veria o fim de todas as espécies animais e vegetais (com raras exceções das fossas abissais), por excesso de calor ou de frio.
Você pode estar se perguntando: “Mas como existem animais nas regiões polares?”. A resposta é simples: angulação. Os raios solares incidem nos polos com muito menos potência do que os que atingem zonas tropicais, por exemplo. Imagine como seria passar 180 dias com o sol do meio-dia na cabeça. Muito pior do que o sol das seis da tarde, não?
(Fonte da imagem: Reprodução/Sibley Hunter - Flickr)
Queimadas constantes fariam com que as florestas fossem destruídas, assim como plantações e outros tipos de cultura vegetal. Com isso, a alimentação dos seres humanos e também a produção de rações seriam afetadas completamente. Nós não poderíamos comer vegetais (pela inexistência num primeiro momento) e nem animais (que também acabariam sucumbindo à fome).
Do outro lado do planeta, na escuridão, os problemas também seriam relacionados à alimentação. Sem luz, vegetais não poderiam se desenvolver e as consequências seriam as mesmas: animais desnutridos e humanos sem comida de nenhum tipo.
O fim da raça humana?
Alguém sobreviveria se a Terra parasse de girar? Segundo a NASA, as pessoas que vivem nos polos do planeta seriam “poupadas pelo apocalipse”, pois para elas os dias continuariam sendo iguais. Apenas seriam afetadas pela já explicada “freada brusca”, que poderia fazer com que as geleiras se desprendessem, por exemplo.
Para muitos, seria o Apocalipse. (O Apocalipse; Pintado por Matthias Gerung)
Com exceção das populações polares e seus respectivos animais, vegetais e algas, pouca vida sobraria no planeta. Aos poucos, a inanição seria responsável pelo aniquilamento da raça humana. E se muitas pessoas tentassem fugir para os polos, os ecossistemas seriam desequilibrados, o que causaria ainda mais problemas para o planeta.
Isso já está acontecendo
Há diversas teorias que apontam para a influência das marés na desaceleração da rotação da Terra. Segundo muitos físicos (como mostra o site do Instituto Newton de Ciências, dos EUA), a cada 100 anos a Terra perde velocidade suficiente para que os dias fiquem meio segundo mais longos.
Isso significa que, até os dias ficarem uma hora mais longos, será necessário que a Terra passe por mais 120 mil anos. Como você pode perceber, o processo está acontecendo de uma maneira muito lenta.
Lembre-se: todas as informações mostradas neste texto são baseadas em artigos científicos. Mesmo sabendo de todas as possíveis consequências, pesquisadores especializados afirmam também que uma parada repentina do planeta é praticamente impossível.
Nesta cena, maravilhosas proeminências são vistas saltando do limbo da estrela, a maior delas, à esquerda, tem cerca de 45 mil km de altura. Em poucas horas a feição deverá desmoronar sobre a superfície solar na forma de uma escaldante chuva e plasma.
A cena foi registrada em 01 de agosto de 2015 às 09h30 BRT a partir do observatório Solar Apolo11, localizado em Vila Mariana, São Paulo.
A imagem foi capturada com telescópio especial, capaz de filtrar apenas o comprimento de onda H-alpha, emitido no topo da cromosfera da estrela.
Para o registro foram capturados 300 frames da superfície solar e outros 100 frames para as proeminências da borda. Depois de capturados os frames são empilhados separadamente para aumentar os detalhes de cada região. Em seguida são sobrepostos, formando uma única cena.
Há pouco mais de 100 dias para o início da 21ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21), que ocorrerá entre 30 de novembro e 11 de dezembro próximo, em Paris, na França, a perspectiva é de assinatura do maior acordo climático do mundo.
O Protocolo de Paris vai substituir o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em fevereiro de 2005. Mas ao contrário do acordo anterior, que tinha metas específicas para um grupo de menos de 40 países desenvolvidos, o Protocolo de Paris será um acordo global que envolverá mais de 190 países que fazem parte da Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU).
Para o coordenador do Observatório do Clima, rede de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais que atuam na agenda climática brasileira, André Ferretti, a realidade do mundo mudou bastante de lá para cá.
“Muitos países que naquela época tinham um papel bem menor nas emissões globais assumiram posições de mais emissões – como a China – e a economia dos países emergentes evoluiu na economia global em relação ao que ocorria nos anos de 1990. Isso por si só já exige novas formas de tratar da questão”, disse.
O novo acordo será uma espécie de guia de desenvolvimento para o futuro. Ferretti explicou que, por mais que se trate o protocolo como uma discussão ambiental, ele é, na verdade, uma discussão de desenvolvimento, já que vai estabelecer parâmetros para os países signatários seguirem durante as próximas décadas, “até a metade do século, pelo menos”.
O intuito é estabilizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), “para que, ao final do século, não ultrapasse aquecimento superior a 2 graus Celsius (°C) em relação ao que havia no período pré-industrial”.
O coordenador do Observatório do Clima disse que a temperatura da Terra já subiu cerca de 0,8% desde a revolução industrial até hoje. “Estamos falando de um máximo de 1,2 graus. Acima disso, as consequências poderiam ser desastrosas para a humanidade”.
Cientistas alertam que nem a espécie humana, nem muitas espécies de animais e plantas passaram por uma temperatura média tão alta. “Então, os riscos são muito maiores”.
Por essa razão, Ferretti afirmou que os países precisam entrar em um acordo. Eles devem apontar medidas domésticas que pretendem colocar em prática para um horizonte de curto prazo, entre 2025 e 2030 e, depois, para um horizonte mais longo, até 2050.
A ONU estabeleceu o prazo até 1º de outubro para que os países apresentem suas propostas de redução das emissões de GEE, que constituem a principal causa do aquecimento global. Poucos países encaminharam suas propostas até agora, entre eles estão Noruega, Gabão, Suíça, México e Estados Unidos.
O Brasil, segundo Ferretti, está atrasado no envio de suas metas porque, embora o prazo final seja o início de outubro, havia uma solicitação formal do secretariado da Convenção do Clima para que as propostas fossem enviadas até o final de março, para facilitar a evolução das negociações, uma vez que as propostas terão de ser traduzidas para as seis línguas oficiais da ONU (inglês, francês, espanhol, árabe, chinês e russo).
Além disso, o esforço de cada país pode ser apresentado em bases distintas umas das outras e ele terá de ser colocado em uma mesma base, para ver o que a população global pretende fazer. “Se o Brasil e outros países deixarem para outubro, corre-se o risco de se chegar no dia 30 de novembro com esses números [de emissões] ainda não muito claros”.
Na avaliação do Observatório do Clima, o Brasil – que esteve sempre na liderança nas negociações internacionais de clima, desde a assinatura da Convenção do Clima, em 1992, no Rio de Janeiro, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92) – “nos últimos anos se acomodou”.
O governo brasileiro conseguiu reduzir o desmatamento na Amazônia, principal fonte de emissões no país, após 2004, mas a partir daí “ficou em uma situação muito confortável”. Ferretti lembrou, porém, que o Brasil continua emitindo gases de efeito estufa por desmatamento na Amazônia, no Cerrado, na Caatinga e em outros biomas.
A última estimativa feita pela Rede Observatório do Clima, com base em dados de 2013, mostra que a mudança de uso da terra equivale a 34,6% das emissões brasileiras; energia, 30,2%; agropecuária, 26,6%; indústria, 5,5%; e resíduos, 3,1%.
“A gente vê que agropecuária, energia e mudança de uso da terra, juntas, representam mais de 90% das emissões. Infelizmente, o Brasil, nessa última década, aumentou suas emissões em todos os setores avaliados. Só conseguiu reduzir na mudança do uso da terra. E mesmo aí, nós aumentamos um pouco, de novo, nos dois últimos anos”, alertou.
Para o ambientalista, o Brasil está na contramão dos investimentos em fontes limpas de energia. Enquanto países como China e Coreia estão investindo muito em fontes renováveis, como solar e eólica (dos ventos), o Brasil, de acordo com o Plano de Expansão Decenal de Energia 2014/2023, prevê investir em torno de 71% dos investimentos projetados de R$ 1,263 trilhão em combustíveis fósseis e apenas 9,2% em fontes renováveis.
Todas essas questões serão debatidas no 8º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (Cbuc), que ocorrerá no período de 21 a 25 de setembro próximo, em Curitiba (PR).
Está programado um simpósio com participação de especialistas internacionais, para discutir o tema da adaptação às mudanças climáticas, de forma a reduzir os impactos delas para a sociedade em geral.
Cientistas da NASA revelaram, esta quinta-feira, que descobriram um planeta semelhante à Terra, a 1400 anos-luz de distância.
O Kepler 452b é maior do que a Terra (tem um raio 60% maior e terá cinco vezes mais massa), mas orbita em redor de uma estrela semelhante ao Sol, criando condições ideias de temperatura para existência de água líquida. Encontra-se na chamada "zona habitável" da sua estrela.
Os cientistas da missão da Nasa que operam o telescópio Kepler acreditam que este é planeta mais parecido com a Terra alguma vez descoberto, revela a BBC. O Kepler 452b é o planeta em destaque de um lote de 500 objetos descobertos a orbitar em torno de estrelas para lá do sistema solar.
Ainda não é possível confirmar algumas das medições do planeta e garantir que é constituído de material rochoso e não de matéria gasosa. Se for constituído por matéria sólida, terá o dobro da nossa gravidade, acreditam os cientistas.
Sabe-se que o planeta terá mais seis mil milhões de anos do que a Terra, um tempo durante o qual nunca terá saído da órbita da sua estrela, o que os cientistas consideram ser um tempo suficiente para existência de vida - caso existam condições para tal na sua superfície.
Este novo planeta junta-se a muitos outros já descobertos pelo telescópio Kepler, mas será o mais parecido com o nosso no que respeita à distância de uma estrela e à sua órbita, tendo um ano a duração de 385 dias. A BBC refere, por exemplo, o Kepler-186f, anunciado em 2014, que é mais pequeno do que o planeta Terra, mas que orbita em redor de uma anã vermelha, mais fria do que o nosso sol.
A atividade do Sol está caindo e nós sentiremos isso na pele,
literalmente. De acordo com a pesquisadora Valentina Zharkova, da
Universidade de Northumbria, no Reino Unido, em 15 anos nós entraremos
em uma “mini era do gelo”. Os resultados do seu trabalho foram
apresentados no Encontro Nacional de Astronomia, em Llandudno, no País
de Gales, e publicados pela Sociedade Real de Astronômica.
A pesquisadora desenvolveu um modelo capaz de prever com maior precisão
os ciclos solares, que deverão cair para menos da metade entre 2030 e
2040. Acredita-se que a atividade solar ocorre por um sistema turbinado
de fluídos no interior da estrela. Zharkova e sua equipe descobriram
ondas magnéticas que flutuam em duas camadas do Sol e, ao estudar os
dados das ondas duplas, as previsões se tornaram muito mais precisas, em
torno de 97%, de acordo com a pesquisadora.
Usando este método, ela e sua equipe descobriram que haverá muito menos
atividade nos ciclos solares. Poderemos viver um período chamado de
Mínimo de Maunder, como é conhecido o tempo em que as manchas solares
são raras. O último ocorreu entre 1645 e 1715, quando foram registrados
cerca de 50 manchas solares, quando o padrão são nada menos do que 40
mil. Esse período foi marcado por temperaturas brutais, com congelamento
de rios na Europa e América do Norte.
As consequências devido ao diferente comportamento do Sol podem ser
devastadoras e ir muito além de mudanças de temperatura. Assista ao
vídeo abaixo e entenda como o Sol pode ser responsável até pela forma
como observamos o mundo e as cores que conhecemos.
Os físicos que trabalham no Grande Colisor de Hádrons descobriram uma nova classe de partículas que são compostas por cinco quarks, os pentaquarks. Seu estudo irá ajudar a compreender como prótons e nêutrons se aderem ao átomo.
Físicos que trabalham com o detector LHCb Grande Colisor de Hádrons encontraram novas e muito incomuns partículas que consistem em cinco quarks de uma só vez: os pentaquarks. A sua existência já tinha sido adiantada já na década de 1960, mas até agora não havia considerada comprovada.
De acordo com o estudo publicado na revista "Physical Review Letters", "o pentaquark não é apenas uma nova partícula". "Ela representa uma forma de adicionar quarks, ou seja, os blocos de construção de prótons e nêutrons comuns, em um padrão que nunca tinha sido visto em mais de 50 anos de pesquisas experimentais. O estudo de suas propriedades nos permitirá entender melhor como a matéria ordinária, prótons e nêutrons do que nós somos todos somos feitos, constituem "explicou o pesquisador Guy Wilkinson.
Os físicos têm conseguido 'capturar' dois pentaquarks ao mesmo tempo, que foram batizadas temporariamente 'PC (4450) ' e 'Pc (4380) ". Pela sua natureza, são quatro quarks 'normais', colado a um antiquark. Eles têm uma grande massa, cerca de 4,4.000-4,5.000 megaenvoltios, e um giro bastante incomum.
A possível existência de vida extraterrestre e, ainda mais, o
possível contato com ela, tem sido o assunto de especulação, raiva e
ansiedade para a humanidade nos dias de hoje.
Enquanto isto, do espaço sideral, a ciência registrou múltiplos
sinais, os quais são até agora inexplicáveis para os especialistas.
Estes sinais levaram a numerosas teorias e especulações.
4. Os sinais vindos do Aglomerado Perseus
Em junho de 2014, o observatório de Raio-X Chandra, da NASA, e o
observatório XMM-Newton da Agência Espacial Europeia (ESA), registraram
um sinal claramente inteligente vindo do Aglomerado Perseus, que é um
grupo de galáxias localizado a 240 milhões de anos luz da Terra.
3. O Som Negro
Como resultado dos dados obtidos do estudo de um buraco negro, que
está localizado no sistema estelar GRS 1915 +105, um pesquisador do MIT,
Edward Morgan, foi capaz de recriar um dos sons mais misteriosos já
resgistrados por humanos.
O modelo replicado é do maior buraco negro da Via Láctea, excendendo a
sua massa do Sol, por aproximadamente 18 vezes. Este misterioso buraco
negro emite um som em B flat, à uma frequência de 1 milhão de vezes
mais grave do que qualquer coisa percebida pelo ouvido humano.
2. Explosões Espaciais
Entre 2011 e 2012, o rádio telescópio Parkes, localizado em New South
Wales, Austrália, executou varreduras de rotina do espaço e
captou quatro misteriosas explosões de sinais de rádio. Cada uma destas
explosões durou um par de milisegundos, mas sua energia era
extremamente alta.
Apesar dos pesquisadores especularem que estas explosões de rádio
poderiam ter vindo das profundezas da Via Láctea, há outros cientistas
acreditando que elas foram originárias de outro lugar, em uma galáxia
mais longe de nós. Os cientistas não têm a menor ideia do que causou
estas explosões e o porquê delas terem sido tão poderosas.
1. O Sinal Wow!
Em 15 de agosto de 1977, exatamente às 10h16min (horário da costa
leste dos EUA), o rádio telescópio Big Ear, em Ohio – EUA, detectou um
sinal de origem desconhecida. Este misterioso sinal durou 72 segundos,
com uma intensidade 30 vezes maior do que o “ruído branco”, ou ruído de
fundo do Universo.
Os astrônomos decidiram chamá-lo de sinal Wow! (Uau, em português),
porque esta foi a única coisa que o Professor Jerry Ehman, que estava
monitorando os computadores, conseguiu escrever no papel na hora que o
sinal foi registrado.
O código alfanumérico “6EQUJ5″ descreve a variação de intensidade do
sinal. O sinal carregava consigo as marcas esperadas de origem não
terrestre, fora do sistema solar.
Até hoje, este sinal permanece um dos mais misteriosos já recebido.
Muitos acreditam que o sinal Wow! originou de uma civilização
extraterrestre em nossa vizinhança galáctica, na constelação de
Sagitário, próximo do agrupamento de estrelas Chi Sagittarii.
Várias tentativas foram feitas por Ehamn, bem como outros astrônomos,
para detectar e identificar o sinal novamente. Esperava-se que o sinal
aparecesse em intervalos de 3 minutos, mas isso não aconteceu.
A hora que todo mundo espera está chegando: após algumas pesquisas, um grupo de cientistas encontrou vestígios recentes de água em Marte. O estudo foi publicado pela revista Nature Communications.
A descoberta foi realizada através de uma câmera da Nasa e ocorreu em Istok, uma cratera de buracos com menos de um milhão de anos. Por conta do tempo em questão, a conclusão de que os rastros de água são “recentes”.
Os cientistas estudavam a disposição dos barrancos da cratera para compará-los com encostas terrestres e viram fluxos de detritos que teriam tido entre 20 a 60% de água, fenômeno que ocorre, por exemplo, no deserto do Atacama.
Após a importante descoberta, cientistas esperam agora para saber se o fluxo é uma regra ou exceção. A possibilidade de existir vida em Marte, indicam estudiosos, é diretamente proporcional à existência de água por lá.
Muitas pessoas não entendem por que Plutão deixou de ser um planeta.
Plutão foi descoberto em 1930, mas deixou de ser um planeta em 2006,
quando foi rebaixado a planeta-anão. Mas qual foi o motivo por trás
dessa decisão?
ET, telefone, Terra! Nós podemos estar à beira de responder uma das
perguntas essenciais da humanidade: há vida extraterrestre? Mais do que
isso: há vida extraterrestre inteligente?
Segundo alguns cientistas do projeto The Search for Extraterrestrial
Intelligence – SETI (A busca por inteligência extraterrestre, em
português), os próximos anos prometem ser aqueles em que vamos
finalmente resolver a questão. “Podemos achar um sinal extraterrestre a
qualquer momento. E a busca vai ficar melhor conforme a tecnologia
avança. Nos próximos vinte anos, devemos ser capazes de olhar
atentamente para cerca de um milhão de estrelas para detectar sinais de
civilizações avançadas, e isso é um grande número, suficiente para ter
uma chance razoável de encontrar inteligência no cosmos, se ela
realmente está lá fora e tentando fazer contato”, afirma Douglas Vakoch,
diretor de Composição de Mensagens Extraterrestres do SETI.
Além de mais investimento na área, os cientistas do projeto afirmam
que o que falta para encontrarmos vida inteligente lá fora é justamente
um maior alcance nas buscas. “Precisamos aumentar drasticamente a nossa
cobertura do espaço”, aponta o engenheiro espacial Paul Shuch. “E
faremos isso colocando online muito mais estações de observação,
monitorando uma parcela mais ampla do espectro eletromagnético e
coordenando mutuamente para fornecer uma verificação independente dos
potenciais sinais de vida extraterrestre”.
Múltiplas possibilidades
Os cientistas do SETI são otimistas, salvo algumas exceções. A
esperança é que, com o avanço da tecnologia e o aumento no campo de
visão, o contato com vida fora da Terra aconteça nas próximas décadas.
Vakoch explica que existem três maneiras de encontrarmos vida
extraterrestre neste período de tempo.
“À medida que exploramos os planetas e luas do nosso sistema solar,
podemos encontrar evidências de vida microbiana perto de casa. Por outro
lado, conforme as nossas capacidades para a detecção de atmosferas de
planetas em órbita de outras estrelas melhoram, podemos encontrar
condições para a vida nesses mundos distantes. E como usamos
radiotelescópios para procurar sinais de civilizações avançadas através
do SETI, podemos encontrar os sinais reveladores de tecnologias
alienígenas. Com empenho e financiamento suficiente, qualquer uma das
três abordagens poderia ter sucesso em 2035”, prevê.
A NASA também estima que as próximas duas décadas serão importantes
para o campo da descoberta de ETs, embora talvez não de forma tão
dramática quanto os filmes de ficção científica nos fizeram acreditar.
“Ninguém sabe quando vamos encontrar vida extraterrestre, obviamente.
Mas com base na velocidade das nossas buscas no SETI, eu previ há cinco
anos, em uma palestra e um artigo, que nós poderíamos encontrar um sinal
que prove a existência de inteligência extraterrestre dentro de duas
dezenas de anos. Mais recentemente, a NASA disse a mesma coisa, mas se
referindo à ‘vida’, não ‘vida inteligente’. Eu suspeito que eles estão
apostando mais fortemente em encontrar evidências de vida microbiana no
sistema solar”, explica o astrônomo Seth Shostak, diretor do SETI.
Quando cientistas começaram a desvendar o mundo da genética, compreenderam a utilidade de apenas 10% do nosso DNA.
O restante (90%) foi considerado “DNA LIXO”, ou seja: sem função alguma para o corpo humano.
Porém, este fato foi motivo de questionamentos, pois alguns
cientistas não acreditaram que o corpo físico traria algum elemento que
não tivesse alguma utilidade.
E foi assim que o biofísico russo e biólogo molecular Pjotr
Garjajev e seus colegas iniciaram pesquisas com equipamentos “de
ponta”, com a finalidade de investigar os 90% do DNA não compreendido.
E os resultados apresentados são fantásticos, atingindo aspectos antes considerados “esotéricos” do nosso DNA.
Antes de continuar, ATENÇÃO:
Este é um breve resumo, em linguagem não científica,
sem a pretensão de ser um tratado científico. Se você gosta de uma
linguagem mais científica, de conhecer relatórios de pesquisas e de “ler
para crer”, referências estão ao longo deste texto e ao final do mesmo.
Não deixe abrir os links e aventurar-se nas leituras. São interessantíssimas, vão muito além deste breve resumo.
Deseja debater e questionar a teoria e referidas pesquisas? Clique aqui para contatar Dr. Pjotr Garjajev, PhD
AS EVIDÊNCIAS DAS PESQUISAS
1.O DNA tem propriedade telepática? Hipercomunicação do DNA
A partir das últimas pesquisas, cientistas concluíram que o nosso DNA é receptor e transmissor de informações além tempo-espaço.
Segundo essas pesquisas, o nosso DNA gera padrões que atuam no vácuo,
produzindo os chamados “buracos de minhoca” magnetizados. São “buracos
de minhocas” microscópicos, semelhantes aos “buracos de minhocas”
percebidos no Universo.
Estudos sobre “buracos de minhocas” (Pontes de Einstein-Rosen) estão sendo aprofundados com a intenção de comprovar
que os mesmos funcionam como pontes ou túneis de conexões entre áreas
totalmente diferentes no universo, através das quais a informação é
transmitida fora do espaço e do tempo.
Para pesquisadores, o DNA atrai informação e as passa para as
células, uma função que os cientistas consideram como a internet do
corpo físico, porém mais avançada que a internet que entra em nossos
computadores.
Em pesquisas realizadas no Departamento de Química do “Imperial College London” observou-se
que há interações entre duas cadeias simples de DNA em sequências
homólogas (similares) e estão investigando os possíveis mecanismos de
reconhecimento e interações entre DNAs homólogos à distância.
Se esta e outras hipósteses similares forem comprovadas,
significará que o DNA possui propriedades semelhantes ao que se poderia
chamar de “telepatia interespacial e interdimensional”.
Em outras palavras, cientistas pesquisam a Hipercomunicação do DNA,
partindo da ideia de que o DNA está aberto á diversos níveis de
comunicação.
Pesquisas relacionadas à Hipercomunciação do DNA poderão explicar
os mecanismos de fenômenos medíunicos como clarividência, cura á
distância, intuição, telepatia, atos espontâneos de cura, auto cura e
outros.
Na natureza, a hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões
de anos, organiznando fluxo de vida nos reinos dos insetos, por exemplo.
2. Reprogramação do DNA através da mente e das palavras
O grupo de Garjajev descobriu também que o DNA possui uma linguagem própria, contendo uma espécie de “sintaxe gramatical” própria, semelhante
á gramática da linguagem humana, levando-os a investigar mais
profundamente sobre a influência das palavras, da luz (laser) e do som
sobre o DNA.
Estão verificando que o DNA responde bem a estas interferências,
mostrando que o mesmo se altera diante de certas frequências, assumindo
novos padrões.
Um “a parte”: Unindo ciência com a espiritualidade
Permita-me uma junção: estas foram descobertas impressionantes, pois
nos lembra os ensinamentos (a nós, espiritualistas) dos hindus sobre os
mantras, das afirmações positivas, dos Decretos da Grande Fraternidade Branca, do envio de Luz à distância e tantos outros.
Ensinamentos estes que nos dizem que ao qualificarmos postitivamente
a nossa linguagem verbal, o nosso pensamento e as imagens geradas por
nosso pensamento, o DNA (e todo o Ser) se reprogramará, aceitando uma
nova ordem e uma nova regra, a partir da ideia que está sendo
transmitida.
Uma indicação: vale a pena ler o livro: “As Chaves de Enoch“,
onde J.J. Hurtak explica de forma maravilhosa e completa essa união
entre ciência e espiritualidade, abordando especialmente a interferência
sonora sobre nossas moléculas.
Voltando aos cientistas
Os cientistas russos estão sendo capazes de reprogramar o DNA em
organismos vivos, usando as frequências de ressonância de DNA corretas e
estão obtendo resultados bastante positivos, especialmente na
regeneração do DNA danificado!
Porém, essas pesqusias estão ainda em suas fases iniciais, mas já é possível vislumbrar grandes avanços para a saúde humana.
Utilizam a Luz Laser codificada para transmitir informações corretas ao DNA.
3. O DNA responde á interferências da Luz Laser
Continuando nessa linha de pesquisas, o pesquisador russo Dr. Vladimir Poponin, colocou o DNA em um tubo e enviou feixes de Luz Laser através dele. Quando o DNA foi removido do tubo, a Luz Laser continuou a espiralar no DNA e a irradiar, formando como que “pequenos chacras”.
O DNA mostrou-se agir como um cristal quando faz a refração da Luz, concluindo que o DNA mantém e irradia a Luz que recebe.
Esta descoberta está levando os cientistas a investigarem com maior profundidade
a formação dos campos eletromagnéticos ao redor do DNA, o que
possivelmente levará a uma maior compreensão sobre os campos
eletromagnéticos ao redor das pessoas (aura), assim como também poderá levar ao entendimento das irradiações emitidas por curadores e sensitivos, partindo do pressuposto
de que as mesmas acontecem segundo esse mesmo padrão observado no DNA:
receber e irradiar, manter a Luz e assumir novos padrões.
Mais um “a parte” fora da ciência: Assuma o Comando do seu Ser!
Apesar de estarmos apenas começando, as pesquisas continuam – e se
aprofundam, dia-a-dia. Vemos que muitos aspectos interessantes estão
sendo desvendados. Os pesquisadores acreditam que ainda estão por
descobrir muito mais.
Por enquanto, pelo sim, pelo não, as evidências científicas
nos estimulam a continuarmos com as técnicas de afirmações positivas,
cuidando dos nossos pensamentos e das imagens por geradas na mente, a
fim de que as nossas transmissões sejam correspondentes a saúde, ao bem
estar e a harmonia, enviadas não apenas ao DNA como também para todo o
Ser!
Tenho certeza de que o nosso DNA agradece por suas informações positivas transmitidas a ele!
Que tal melhorar as suas transmissões verbais e mentais?
Comunique-se positivamente com seu corpo e reprograme seu DNA, enviando-lhes as frequências corretas!
A atividade solar em 2030 pode diminuir em até 60%, devido à combinação de vários fatores. Se confirmar as previsões, a Terra teria de enfrentar um mini idade gelo. No âmbito da reunião da Royal Astronomical Society do Reino Unido realizada esta semana no País de Gales, o professora de matemática Valentina Zharkova introduziu um novo modelo que ajuda a prever com grande precisão as irregularidades dentro do período de atividade de onze ano do Sol, informa o "Science Daily". "Nós encontramos componentes da onda magnética que aparecem em pares, proveniente de duas camadas diferentes no interior solar. Ambos têm uma frequência de cerca de 11 anos, embora esta frequência seja um pouco diferente e são compensados no tempo. Durante o ciclo, ondas variam entre os hemisférios norte e sul do sol. A combinação de duas ondas juntas e comparando-os com os dados reais para o ciclo solar atual, descobrimos que as nossas previsões mostrou uma precisão de 97% ", disse Zharkova. Segundo suas estimativas, a atividade solar será reduzida em 60% durante a década de 2030 e causar uma nova mini idade gelo, semelhante ao que se iniciou em 1645. Esse período de 30 anos é conhecido como o "Mínimo de Maunder", no qual manchas solares quase desaparecem da superfície da estrela. Durante esses 70 anos entre os séculos XVII e XVIII foram registrados no sol cerca de 50 pontos, quando o normal teria sido observado entre 40.000 e 50.000. Naquele tempo, de acordo com registros históricos, o "frio amargo" congelou o rio Tâmisa, em Londres, e grande parte do planeta foi submetido a condições que não foram re-experimentadas desde então.
O criador da popular série (Star Wars), George Lucas, disse que a única maneira de garantir a sobrevivência da humanidade é através de uma viagem espacial, porque a Terra será destruída.
"Nossa única chance de sobreviver é descobrir como podemos sair deste planeta, porque ele será destruído", disse o famoso cineasta norte-americano em um programa de televisão do Canal Ciência.
Neste sentido, o pai de 'Star Wars', cujo sétimo episódio chega aos cinemas no final deste ano, se mostra contundente quando ele diz que o investimento em ciência é a única forma de garantir a sobrevivência da raça humana.
Recentemente, neste sentido, refletiu o famoso astrofísico Stephen Hawking, que alertou que a agressividade da raça humana "ameaça destruir a todos nós", e notou que a única chance de sobreviver é colonizar o espaço. Além disso, um estudo científico advertiu que, devido às alterações climáticas, o nosso planeta está entrando na sexto maior extinção em massa, você pode até mesmo acabar com a existência da humanidade.
Marque no seu calendário: em 2018, em um telescópio próximo à sua
casa, você verá um dos mais impressionantes shows de fogos de artifício
de toda a galáxia.
Dentro de quase quatro anos, o pulsar conhecido como J2032+4127 vai
girar ao redor do MT91 213, uma estrela binária com 15 vezes a massa do
Sol e 10.000 vezes mais brilhante que ele. Quando os dois corpos
estelares se aproximarem, o pulsar com o tamanho de uma cidade vai
mergulhar em um disco de gás e poeira provocando um show de luz cósmica
que seria aprovado por Michael Bay.
J2032 é o núcleo destruído de uma estrela que explodiu há muito
tempo. Pesando quase o dobro do nosso Sol e girando sete vezes por
segundo, o pulsar produz um fluxo de raios gama de alta energia, que
astrônomos identificaram pela primeira vez em 2009 usando o Telescópio
Fermi.
Pulsares são relativamente comuns no cenário cósmico, mas o J2032 é
especial, pois está preso gravitacionalmente a uma das maiores e mais
brilhantes estrelas da nossa galáxia. O pulsar se aproxima do parceiro
uma vez a cada 25 anos, e é isso o que poderá ser visto em 2018. As
explosões de alta energia que ocorrem na sequência vão ajudar astrônomos
a medirem a gravidade de MT91 213, além do seu campo magnético e vento
estelar.
O melhor de tudo é que, a 5 mil anos luz de distância, nós seremos
capazes de assistir aos fogos de artifício astronômicos, já que os
telescópios ao redor do mundo capturam tudo de ondas de rádio a raios
gama de alta energia. Para aumentar o interesse do público, a NASA
liberou um trailer explicando exatamente o que podemos esperar.
Particularmente, eu amo fogos de artifício com uma dose saudável de astrofísica, então estou bastante ansiosa por esse momento.
O usuário do YouTube, Martian Archaeology, postou um vídeo sobre uma foto obtida pelo jipe-sonda Curiosity, da NASA, na qual ele alega mostrar estruturas que parecem artificiais. Ao fundo da foto, há formações similares a um antigo muro e valeta de drenagem descendo da montanha.
Prova da existência de uma civilização extinta em Marte?
Mas é claro, isto não é o que o se está afirmando.E muito menos a NASA, é claro.
Depois de analisar milhões de imagens feitas pelo telescópio espacial WISE, pesquisadores concluíram que não existe nenhum objeto celeste escuro, invisível ou de grande porte além da orbita de Plutão.
Em 1999, uma dupla de pesquisadores estadunidenses constatou que alguns cometas apresentavam fortes desvios em relação às órbitas calculadas e que isso poderia ser provocado pela interação gravitacional com algum objeto desconhecido e de grande massa.
Na ocasião, John Matese e Daniel Whitmire, ligados à Universidade de Lousiana-Lafayette, propuseram que esse desvio estava sendo provocado por um objeto quatro vezes maior que Júpiter, localizado nas proximidades da nuvem de Oort, ainda dentro do Sistema Solar. Esse planeta hipotético foi batizado de Tyche.
De acordo com os pesquisadores, devido ao brilho e temperatura muito baixos, a existência de Tyche só poderia ser comprovada através de imagens no espectro infravermelho e apostaram suas fichas nas imagens a serem produzidas pelo telescópio espacial WISE, que seria lançado em 2009.
Segundo a teoria de Matese e Whitmire, caso Tyche realmente existisse ele se localizaria a 2.25 trilhões de quilômetros.
Agora, passados cinco anos desde o lançamento do telescópio, um novo estudo mostrou que não existe qualquer objeto do tamanho ou maior que Saturno em um raio de 26 mil unidades astronômicas (UA), o equivalente a 3.9 trilhões de quilômetros de distância.
A afirmação é baseada no estudo de milhões de imagens registradas pelo telescópio espacial WISE entre os anos de 2010 e 2011 e que foram analisadas individualmente com auxílio de supercomputadores. Em sua missão, WISE capturou dados de nada menos que 750 milhões de asteroides, estrelas e galáxias.
"Nossa busca mostrou que o Sistema Solar exterior provavelmente não contem nenhum planeta pequeno, gigante ou uma estrela companheira do nosso Sol", afirmou Kevin Luhman, ligado à Universidade do Estado da Pensilvânia e autor do estudo, publicado essa semana no Astrophysical Journal.
Grandes Extinções
Antes das teorias de Matese e Whitmire, a hipótese de um corpo de grande massa nos confins do Sistema Solar já era debatida, em parte devido a alguns estudos geológicos que sugeriam uma periodicidade associada às grandes extinções em massa na Terra.
A ideia era que um grande planeta ou até mesmo uma pequena estrela seria responsável por arremessar alguns cometas para dentro do Sistema Solar, que ciclicamente atingiriam a Terra. No entanto, essas teorias nunca ganharam força e foram amplamente descartadas.
Poucas Evidências
No entender Hal Levison, cientista planetário ligado ao Instituto de Pesquisas do Sudoeste, no Colorado, os desvios que Matese e Whitmire detectaram é um sinal muito sutil. "Não tenho certeza que esse desvio nas estatísticas seja significativo e provocado por um planeta com quatro vezes a massa de Júpiter. Não tenho nada contra a ideia, mas acredito que as estatísticas não estão sendo feitas corretamente", disse o astrofísico.
Com o estudo atual baseado nas imagens e dados do WISE, fica bastante difícil aceitar facilmente a hipótese da existência um grande objeto escondido no interior do Sistema Solar.
De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 6.7 magnitudes foi registrado s Ilhas Salomão, 154 km ao sul-sudoeste de Dadali, as 01h12, pelo horário brasileiro (10/07/2015). O forte tremor ocorreu a 20 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 9.3S e 158.4E , indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.
Devido a forte magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu, este tremor tem potencial significativo de destruição e pode causar sérios danos em construções e até vítimas fatais caso tenha ocorrido próximo a locais populosos.
Um terremoto de 7.0 pontos de magnitude libera a mesma energia que 8 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 169 mil toneladas de TNT.
Foram divulgados os primeiros resultados de um novo rastreio importante de matéria escura no céu austral, levado a cabo pelo VST (VLT Survey Telescope) do ESO, montado no Observatório do Paranal, no Chile. O projeto, chamado KiDS (Kilo-Degree Survey), faz uso de imagens do VST e da sua enorme câmara, a OmegaCAM, para analisar mais de dois milhões de galáxias. A equipa KiDS estudou a distorção da radiação emitida por estas galáxias, a qual se curva quando passa através de enormes nodos de matéria escura no seu percurso até à Terra. Os resultados obtidos através do efeito de lente gravitacional mostram que estas galáxias contêm cerca de 30 vezes mais matéria escura que matéria visível. Na imagem à esquerda podemos ver um grupo de galáxias mapeado pelo KiDS. À direita vemos a mesma área do céu, mas com a matéria escura invisível mostrada a cor de rosa. Crédito: Colaboração KiDS/A. Tudorica & C. Heymans/ESO
Foram divulgados os primeiros resultados de um novo rastreio importante de matéria escura no céu austral, levado a cabo pelo VST (VLT Survey Telescope) do ESO, montado no Observatório do Paranal, no Chile. O rastreio KiDS do VST permitirá aos astrónomos fazer medições precisas de matéria escura, da estrutura de halos de galáxias e da evolução de galáxias e enxames. Os primeiros resultados KiDS (Kilo-Degree Survey) mostram como é que as características das galáxias observadas são determinadas pelos enormes nodos de matéria escura invisível que as rodeiam.
Cerca de 85% da matéria do Universo é escura e de um tipo que não é compreendido pelos físicos. Embora esta matéria não brilhe nem absorva radiação, os astrónomos conseguem detetá-la através do efeito que tem sobre estrelas e galáxias, particularmente devido à sua atração gravitacional. Um projeto importante que utiliza os telescópios de rastreio do ESO acaba de mostrar de modo extremamente claro a ligação entre esta misteriosa matéria escura e as galáxias brilhantes que observamos de forma direta.
O projeto KiDS faz uso de imagens do VST e da sua enorme câmara, a OmegaCAM. Situado no Observatório do Paranal no Chile, este telescópio dedica-se a mapear o céu noturno no visível — sendo complementado pelo telescópio de rastreio infravermelho, o VISTA. Um dos objetivos principais do VST é mapear a matéria escura e utilizar estes mapas para compreender a misteriosa energia escura que faz com que a expansão do Universo esteja a acelerar.
A melhor maneira para descobrir onde é que se encontra a matéria escura é utilizar o efeito de lente gravitacional — a distorção do tecido do Universo devido à gravidade, a qual deflete a radiação emitida por galáxias distantes que se encontram muito para além da matéria escura. Ao estudar este efeito, é possível mapear os lugares onde a gravidade é mais forte e, portanto, descobrir onde é que a matéria, incluindo a matéria escura, se encontra.
Fazendo parte da primeira remessa de artigos científicos, a equipa internacional de investigadores KiDS, liderada por Koen Kuijken do Observatório de Leiden, na Holanda, utilizou este método para analisar imagens de mais de dois milhões de galáxias, a cerca de 5,5 mil milhões de anos-luz de distância. A equipa estudou a distorção da radiação emitida por estas galáxias, que se curva ao passar por enormes nodos de matéria escura no seu percurso até à Terra.
Os primeiros resultados vêm de apenas 7% da área total do rastreio e concentram-se em mapear a distribuição de matéria escura em grupos de galáxias. A maioria das galáxias vivem em grupos — incluindo a nossa própria Via Láctea que faz parte do Grupo Local — e compreender quanta matéria escura é que contêm é um teste crucial à teoria de formação de galáxias na rede cósmica. Os resultados obtidos através do efeito de lente gravitacional mostram que estes grupos contêm cerca de 30 vezes mais matéria escura que matéria visível.
"O mais interessante é que a galáxia mais brilhante encontra-se quase sempre no meio do nodo de matéria escura," diz Massimo Viola (Observatório de Leiden, Holanda), autor principal de um dos primeiros artigos científicos do KiDS.
"Esta previsão da teoria de formação de galáxias, que diz que as galáxias continuam a juntar-se em grupos e a concentrar-se nos seus centros, nunca tinha sido demonstrada anteriormente de modo observacional de forma tão clara," acrescenta Koen Kuijken.
Estes resultados são apenas o início de um programa principal que vai explorar bases de dados enormes obtidas pelos telescópios de rastreio, sendo que estes dados começam agora a ficar disponíveis a todos os cientistas do mundo através do arquivo do ESO.
O rastreio KiDS ajudará a aumentar o nosso conhecimento da matéria escura. Ser capaz de explicar a matéria escura e os seus efeitos representará um enorme avanço na física.
Esta impressão artística mostra uma supernova e a explosão de raios-gama associada originadas por uma estrela de neutrões em rotação muito rápida com um campo magnético muito forte — um objeto exótico chamado estrela magnética. Observações obtidas nos Observatórios de La Silla e Paranal no Chile demonstraram pela primeira vez que existe uma ligação entre uma explosão de raios-gama de longa duração e uma explosão de supernova invulgarmente brilhante. Os resultados mostram que a supernova não teve origem em decaimento radioativo, como se esperava, mas sim em campos magnéticos muito fortes a decair em torno de uma estrela magnética. Crédito: ESO
Observações obtidas nos Observatórios de La Silla e Paranal no Chile demonstraram pela primeira vez que existe uma ligação entre uma explosão de raios-gama de longa duração e uma explosão de supernova invulgarmente brilhante. Os resultados mostram que a supernova não teve origem em decaimento radioativo, como se esperava, mas sim em campos magnéticos muito fortes a decair em torno de um objeto exótico conhecido por estrela magnética. Os resultados foram publicados ontem na revista Nature.
As explosões de raios-gama constituem um dos eventos associados às maiores explosões que ocorreram desde o Big Bang. São detetadas por telescópios em órbita sensíveis a este tipo de radiação altamente energética, a qual não consegue penetrar a atmosfera terrestre, e são igualmente observadas a maiores comprimentos de onda por outros telescópios, situados tanto no espaço como no solo.
As explosões de raios-gama duram tipicamente alguns segundos, mas em casos muito raros podem ocorrer durante horas. Uma destas explosões de longa duração foi captada pelo satélite Swift a 9 de dezembro de 2011 e chamada GRB 111209A. Foi simultaneamente uma das mais longas e mais brilhantes explosões de raios-gama alguma vez observadas.
À medida que o brilho remanescente da explosão ia desaparecendo, o evento foi estudado pelo instrumento GROND montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros em La Silla e pelo instrumento X-shooter no VLT (Very Large Telescope) no Paranal. Foi encontrada uma assinatura clara de uma supernova, chamada mais tarde SN 2011kl. Esta é a primeira vez que uma supernova é descoberta associada a uma explosão de raios-gama de muito longa duração.
O autor principal do novo artigo científico que descreve estes resultados, Jochen Greiner do Max-Planck-Institut für extraterrestrische Physik, Garching, Alemanha, explica: "Uma vez que apenas uma explosão de raios-gama de longa duração é produzida para cada 10.000 - 100.000 supernovas, a estrela que explodiu deve ser de algum modo muito especial. Os astrónomos pensavam que estas explosões de raios-gama tinham origem em estrelas muito massivas — cerca de 50 vezes a massa do Sol — e que assinalavam a formação de um buraco negro. No entanto, as nossas novas observações da supernova SN 2011kl, descoberta após GRB 111209A, estão a modificar este paradigma relativamente às explosões de raios-gama de muito longa duração."
Num cenário favorável do colapso de uma estrela massiva, espera-se que a intensa emissão ótica/infravermelha da supernova, com duração de cerca de uma semana, venha do decaimento do níquel-56 radioativo formado durante a explosão. No entanto, no caso de GRB 111209A as observações combinadas do GROND e do VLT mostraram sem ambiguidades, e pela primeira vez, que isto não era o que se passava. Outras sugestões foram igualmente postas de lado (outras fontes de energia sugeridas para explicar as supernovas superluminosas eram interações por choques com o material circundante — possivelmente ligadas a conchas estelares ejetadas antes da explosão — ou uma estrela progenitora supergigante azul. No caso de SN 2011kl as observações excluem de forma clara ambas estas hipóteses).
A única explicação que justifica as observações da supernova que segue GRB 111209A é que esta terá tido origem numa estrela magnética— uma estrela de neutrões minúscula que roda centenas de vezes por segundo e que possui um campo magnético muito mais potente que as estrelas de neutrões normais, as quais são também conhecidas por pulsares rádio. Pensa-se que as estrelas magnéticas são os objetos mais magnetizados no Universo conhecido. Esta é a primeira vez que uma ligação clara entre uma supernova e uma estrela magnética foi identificada.
Paolo Mazzali, coautoEr do estudo, reflete sobre o significado desta nova descoberta: "Estes resultados fornecem evidências de uma relação inesperada entre explosões de raios-gama, supernovas muito brilhantes e estrelas magnéticas. Já há alguns anos que suspeitávamos de algumas destas relações do ponto de vista teórico, mas conseguir ligar tudo isto é realmente um desenvolvimento muito interessante."
"O caso de SN 2011kl/GRB 111209A obriga-nos a considerar alternativas ao cenário de uma estrela em colapso. Estes resultados aproximam-nos de ideias novas e muito mais claras sobre o funcionamento das explosões de raios-gama," conclui Jochen Greiner.
O primeiro astronauta espanhol Pedro Duque assegura que atualmente há 800 asteroides do sistema solar que poderiam "destruir a terra", ainda que não represente um perigo no futuro próximo.
"Há mais ou menos bem controlados até 800 asteroides" de grandes dimensões, de acordo com o astronauta espanhol Pedro Duque, têm de "se preocupar a sociedade, porque eles podem destruir a humanidade e toda a vida na Terra". No entanto, tal como reconhecido pelo primeiro astronauta espanhol em uma palestra na Universidade Internacional Menéndez Pelayo de Santander, nenhum representa uma ameaça para os próximos mil anos. De acordo com Duke, no entanto, ainda existem pequenos asteroides poucos estudados.
Também o conhecido astronauta indicou que o verdadeiro problema que existe hoje na detecção de asteroides é a falta de financiamento, informa “The Confidential”.
As Agências espaciais, incluindo a Agência Espacial Europeia (ESA) – carecem de fundos para conduzir investigações. No entanto, o astronauta espanhol advertiu que é necessário descobrir e catalogar todos os objetos do espaço que flutuam em torno do planeta e pode ser potencialmente perigoso.
"Pequeno, mas pode destruir uma cidade, há cerca de 100 milhões, mas apenas catalogaram cerca de 100.000 ou 200.000. Temos de fazer enormes esforços para catalogá-los (...) devemos ser capaz de desviá-los. Você tem que investir para isso", afirma Duque.
"Basicamente, o que você precisa fazer é colocar um bom telescópio, muito perto do Sol para que olhe para nós e veja o que está no meio", sugeriu o astronauta.
Especialistas em meteorologia do Governo dos EUA emitiram um alerta global, que afirma que os efeitos do “El Niño” poderiam persistir no hemisfério norte até a primavera de 2016.
O Centro de Previsão Climática (CPC) do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA previu que "há uma probabilidade de mais de 90% do fenômeno El Nino continuar durante o inverno do Hemisfério Norte 2015-2016, e cerca de uma chance de 80% que dure até a primavera de 2016 ", relata a Reuters.
Indicaram também que o aquecimento oceânico, direção do vento e a oscilação da terra, entre outros fatores, "refletem os efeitos de El Niño continuarão e se fortalecerão".
El Niño é "caracterizado por temperaturas superficiais mais quentes do que o normal no Oceano Pacífico central perto da linha equatorial" e podem ter consequências devastadoras ao causar fortes chuvas e inundações na América do Sul e temperaturas muito altas na Ásia e no leste da África. Também aumenta a precipitação na América do Norte.