segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Afinal o que existe no lado oculto da Lua ?

Lado escuro da Lua
Recentemente, uma impressionante animação feita pela NASA mostrou a Lua de uma perspectiva bastante diferente. A cena revelava a face oculta do nosso satélite e imediatamente gerou uma série de dúvidas. Afinal, o que existe na face escura da Lua?
Ao olharmos para a Lua, sempre vemos as mesmas crateras, mares e montanhas e devido às características orbitais do sistema Terra-Lua, seu outro lado nunca está visível. Isso é um fato, mas não se pode dizer que este lado não seja conhecido. Luna 3
A primeira vez que o "lado escuro" da Lua foi visitado ocorreu em 7 de Outubro de 1959, quando a sonda soviética LUNA 3 passou a apenas 64 mil km de altitude da superfície oculta. Durante a aproximação, a nave fez 29 fotos em papel fotográfico, que foram reveladas dentro de um pequeno laboratório dentro da própria nave. As fotos foram transmitidas à Terra 11 dias depois, através de transmissão analógica similar ao fac-símile (fax). Depois da Luna 3, diversas sondas observaram a face oculta do nosso satélite, o que ajudou a compor os modernos mapas lunares usados atualmente.
O que tem na face oculta da Lua?A primeira diferença mais destacada entre as faces visível e oculta da Lua é com relação aos mares, que se encontram quase exclusivamente na face visível, cobrindo cerca 31% da superfície. Na face oculta eles não chegam nem a 2% da superfície.
Ainda não se tem certeza sobre o motivo de tanta diferença, mas se acredita que seja devido à concentração de elementos produtores de calor na face visível, fato observado em mapas geoquímicos obtidos através de espectrômetros de raios gama. De acordo com especialistas, isso poderia ter provocado o aquecimento, fusão parcial, subida à superfície e consequente erupção do manto inferior. A face oculta tem menos crateras também, o que colabora para uma altitude média 1.9 km superior à face visível. Dentre as poucas feições que se destacam temos o Mar de Moscou, com 277 km e diâmetro e a cratera de impacto Jackson, com 71 km de diâmetro e que lembra muito a cratera Tycho, no lado visível. Vale lembrar que embora a face oculta não seja visível, ela não é escura como muitos pensam. A face oculta recebe a luz solar da mesma forma que a face visível, uma vez a cada dia lunar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Conhecimento_afinal_o_que_existe_no_lado_oculto_da_Lua_&posic=dat_20150807-094303.inc

Forte terremoto sacode Ilhas Salomão a 172 km de Dadali

Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 6.9 pontos de magnitude ocorrido s Ilhas Salomão, 172 km a sudoeste de Dadali as 01h12 pelo horário de Brasília (10/08/2015). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 10 km de profundidade, sob as coordenadas 9.3S e 58.1E . O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.
Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.
Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Ilhas_Salomao_a_172_km_de_Dadali&posic=dat_20150810-013107.inc

Perigo em órbita - O acentuar do problema do lixo espacial.

Aumento na quantidade de detritos na órbita da Terra ameaça satélites e estações espaciais
Em 2014, a ISS (Estação Espacial Internacional) teve de mudar de lugar três vezes para escapar de pedaços letais de detritos espaciais, que também ameaçam satélites cruciais --e caros-- atualmente em órbita.
Mas, qual é o real tamanho do problema do lixo espacial, e o que podemos fazer a respeito?
Quarente e cinco anos atrás, Ernst Stuhlinger, então membro da diretoria de ciência no Centro de Voo Espacial Marshall, da Nasa (agência espacial americana), foi questionado por Mary Jucunda, uma freira baseada na Zâmbia, sobre por que gastar bilhões de dólares em voos espaciais enquanto muitas crianças passam fome na Terra.
A resposta de Stuhlinger é, ainda hoje, uma poderosa justificativa para os custos associados às pesquisas espaciais.
"Certamente não é por acaso que começamos a ver enormes tarefas esperando por nós em uma época na qual a jovem era espacial nos forneceu o primeiro bom olhar sobre nosso próprio planeta", afirmou.
"Felizmente a era especial não só mostra um espelho com o qual podemos ver nós mesmos, mas fornece também as tecnologias, o desafio, a motivação e até mesmo o otimismo para assumir essas tarefas com confiança."
Desde então, a evolução da infraestrutura espacial vem colaborando para combater problemas globais de saúde, fome, pobreza, educação, segurança elétrica, mudança climática e a reduzir riscos de desastres.
Sendo assim, não há dúvida de que a humanidade está usando o "espelho" de Stuhlinger para enfrentar muitos dos seus principais desafios.
Infelizmente, o ambiente espacial também tem sido afetado pelos efeitos de uma dependência cada vez maior de satélites e da antiga crença de que "o espaço é grande".
Os mais de 5.000 lançamentos desde o início da era espacial, cada um deles levando satélites para observação do planeta ou comunicações, por exemplo, fizeram a órbita terrestre se tornar cada vez mais congestionada e disputada.
Neste momento, a Rede de Vigilância Espacial dos EUA está mapeando dezenas de milhares de objetos maiores que uma bola de tênis orbitando sobre nós. A suspeita é de que existam 100 milhões de detritos com tamanho superior a um milímetro.
Como orbitam muito rápido (27 mil mph), cada um desses objetos tem potencial para danificar ou destruir os satélites dos quais tanto dependemos.

Conjunção vermelha

Provavelmente, os sintomas mais visíveis do problema do lixo espacial são as regulares manobras realizadas pela Estação Espacial Internacional para evitar colisões e o alarmante aumento no número de vezes em que seus ocupantes precisam buscar proteção porque um detrito foi detectado tarde demais para escapar dele.
Os sistemas da ISS responsáveis por recursos vitais aos astronautas são também sua principal vulnerabilidade em caso de impacto com o lixo espacial --um módulo pressurizado em um vácuo pode se comportar como um balão se furado.
A recente "conjunção vermelha" (quando um detrito chega tão perto que passa a ser uma ameaça para a estação espacial) envolvendo um fragmento de um satélite russo, em 17 de julho, foi outra demonstração do aumento dos riscos causados pelo lixo espacial.
Graças ao filme Gravidade, que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz a Sandra Bullock, podemos agora imaginar a apreensão que deve ser sentida pelos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional quando recebem um alerta de "conjunção vermelha".
Apesar dessas ocorrências, a estação orbita hoje em uma altitude na qual o número de detritos é relativamente pequeno.
Em altitudes maiores, a quantidade de lixo espacial cresce substancialmente, embora apenas naves robóticas estejam expostas por lá. Estão nessa condição, porém, alguns dos satélites mais importantes para entender nosso planeta.
Por causa desse congestionamento, cresce a possibilidade de o lixo espacial se tornar autossustentável. Isso porque mais detritos podem ser criados por colisões do que removidos pela queda natural, ou seja, ao serem arrastados pela atmosfera.
Já tivemos experiências assim: em fevereiro de 2009, dois satélites relativamente pequenos colidiram sobre a Sibéria, criando cerca de 2.000 novos fragmentos que puderam ser rastreados. Muitos deles orbitam até hoje e regularmente passam perto de outros satélites.
 
A síndrome de Kessler

A ocorrência de colisões autossustentáveis é algo que o filme Gravidade também mostrou. Apelidado de síndrome de Kessler em homenagem ao cientista Don Kessler, da Nasa, que identificou e descreveu o processo com Burton Cour-Palais em 1978, tal cenário é uma verdadeira --embora às vezes exagerada-- possibilidade.
O temor do crescimento incontrolável da quantidade de lixo espacial e a da perda de satélites-chave que permitem chamar a atenção para problemas da humanidade levaram cientistas a procurar maneiras de retirar esses detritos do espaço. Se conseguirmos remover os mais problemáticos, poderemos parar ou mesmo prevenir a síndrome de Kessler.
Essa não é uma tarefa fácil, já que requere novas tecnologias, potencialmente novas leis e --crucialmente-- investimento financeiro. A Agência Espacial Europeia (Esa) está assumindo a liderança desse processo com uma missão chamada "e.Deorbit", que tem o objetivo de tirar do espaço um grande satélite europeu.
A missão é ambiciosa: várias tecnologias têm sido desenvolvidas e avaliadas, incluindo uma solução baseada em uma espécie de arpão proposta por engenheiros britânicos da Airbus Defense and Space (divisão responsável por produtos destinados a serviços de defesa e aeroespaciais).
Não é algo sem riscos, mas um resultado bem-sucedido vai certamente mostrar ao mundo que há uma solução técnica para o problema do lixo espacial, mesmo que as questões políticas, legais e financeiras ainda não tenham sido resolvidas.
A missão e.Deorbit enfrentará obstáculos-chave em 2016: a revisão dos sistemas necessários e o encontro do Conselho Ministerial da Esa, onde a aprovação (e o financiamento) para prosseguir com a missão será debatido.

Pequenos satélites são o futuro?

No contexto do avanço do problema dos detritos está uma espécie de renovação. O que era um domínio principalmente de governos e agências espaciais, com seus grandes e multibilionários satélites, agora começa a ser alvo de uma indústria emergente que está revolucionando o uso do espaço.
Companhias pequenas e startups, em particular, estão mostrando que poucos recursos não necessariamente significam pequenas ambições. Um exemplo é Planet Labs, de San Francisco, nos EUA, que está usando "cubesats" --acrônimo que junta as palavras "cube" (cubo) e "satellite" (satélite)-- para redefinir o mercado de imagens da Terra.
Seus satélites Dove (pombo, em tradução livre do inglês) são menores que uma pasta de documentos e têm a capacidade de produzir imagens em alta resolução do planeta para múltiplos propósitos.
Com os planos de outras empresas, como SpaceX e OneWeb, de desenvolver uma grande constelação de pequenos satélites de baixo custo, há uma certa preocupação entre as agências espaciais sobre as consequências a longo prazo da onipresente e rápida comercialização do espaço.
O receio maior está, em particular, no abrupto crescimento do número de satélites na órbita a Terra, o que pode aumentar substancialmente a necessidade de manobras para evitar colisões e acelerar o início da síndrome de Kessler.

'Problema super-perverso'

Em 2014, Brian Weeden, consultor técnico da Secure World Foundation, descreveu o lixo espacial como um "problema superperverso".
Tais problemas, explicou, são particularmente desafiadores porque envolvem uma luta contra o tempo; não há uma autoridade central fornecendo orientação ou suporte, aqueles que estão tentando resolver a questão também são sua causa e as buscas por soluções são deixadas para as gerações futuras.
O primeiro e crítico passo no combate a "problemas superperversos" é expandir o grupo de pessoas que apoiam medidas de redução do risco. De fato, há sinais encorajadores de que os novos e velhos atores espaciais entendem a necessidade de mitigar os impactos negativos de suas atividades orbitais e limitar as consequências para os outros usuários.
Muitas companhias, incluindo a Planet Labs e a OnWeb, têm afirmado publicamente seu compromisso em enfrentar o problema do lixo espacial. No entanto, muito trabalho ainda é necessário para entender inteiramente a questão, desenvolver tecnologias (como o e.Deorbit), remover barreiras legais e políticas e aumentar a consciência. A síndrome de Kessler ainda é uma ameaça presente.
A era especial têm permitido soluções para alguns dos principais desafios da humanidade, como Ernst Stuhlinger descreveu em sua carta para a irmã Mary Jucunda. Também tem segurado um espelho e nos mostrado que o desrespeito contínuo com o ambiente espacial certamente irá afetar nossa habilidade em entregar essas soluções, com potenciais consequências para milhões de pessoas.
Hugh Lewis é conferencista sênior em engenharia aeroespacial na Universidade de Southampton, na Inglaterra. É também membro da delegação da Agência Espacial do Reino Unido no Comitê Interagência de Coordenação de Detritos Espaciais e integrante da delegação britânica para o Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Sideral.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/perigo-em-orbita-o-avanco-do-problema-do-lixo-espacial1439134316.html

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Fenda pode mudar para sempre o formato da Terra

Podemos não notar diariamente, mas a Terra está em constante transformação. Umas menores e outras bem significativas. Como a que pode, segundo especialistas, acontecer em breve na África — continente, que pode ganhar um novo oceano.
Uma fenda de cerca de 56 quilômetros se abriu no deserto da Etiópia e geólogos acreditam que lá pode surgir um novo oceano. Aberta após a erupção de um vulcão subterrâneo, a rachadura gigante divide especialistas até o momento.
Alguns geólogos consideram que a fenda é jovem demais para se estipular que ela poderá causar um efeito de tamanha magnitude. Outro grupo, porém, cita as placas tectônicas da África e da Arábia, que fica no deserto de Afar, vêm se separando ao longo dos últimos 30 milhões de anos para basear a teoria.
A questão, no final das contas, é que dificilmente esse novo oceano seria presenciado em breve. Os especialistas que defendem a tese afirmam que a nova formação aconteceria apenas em 10 milhões de anos, dividindo a África em dois continentes.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/fenda-pode-mudar-o-formato-da-terra-para-sempre1438890367.html

Anel no espaço é o maior objeto do universo

Os cientistas  encontraram a maior COISA no universo - um vasto e misterioso "ANEL", cinco bilhões de anos-luz de diâmetro.
É tão grande que os investigadores não têm ideia de por que ele exista - e contradiz todos os modelos atuais do universo.
O vasto, misterioso objeto é uma reminiscência dos anéis de Halo na ciência hit série de jogos de ficção.
O anel de nove vastas, explosões cataclísmicas é cerca de sete bilhões de anos-luz da Terra e abrange uma área de céu mais de 70 vezes o diâmetro da Lua cheia.
Cada uma das explosões de raios gama (GRBs) libera tanta energia em poucos segundos como o Sol vai fazer durante sua vida útil de 10 bilhões de anos.
GRBs, os eventos mais luminosos do universo, são pensados ​​para ser o resultado de estrelas massivas em colapso em buracos negros.
Ele desafia as teorias atuais sobre a composição do universo, que define um limite teórico de 1,2 bilhões de anos-luz para as maiores estruturas.
Professor Lajos Balazs, do Observatório Konkoly em Budapeste, Hungria, que liderou as observações, disse: "Se estivermos certos, esta estrutura contradiz os modelos atuais do universo. Foi uma grande surpresa para encontrar algo tão grande - e nós ainda não entendemos muito bem como ele veio a existir em tudo ".
A equipe agora quer estabelecer se os processos conhecidos de formação de galáxias e estrutura de grande escala poderia ter levado à criação do anel. Se esta condição não for o caso, os astrônomos vão ter de rever radicalmente as suas teorias sobre a evolução do universo.
A pesquisa é publicada no jornal Monthly Notices da Royal Astronomical Society.
 
Fonte:http://metro.co.uk

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Forte terremoto de magnitude 5.7 abala Chiapas - México

Un fuerte terremoto de magnitud 6,3 sacude Chiapas, México
O Serviço Sismológico Nacional de México registrou um importante tremor sísmico a uns 16 quilômetros da cidade de Tonalá, no estado sulista de Chiapas.

O organismo especificou que o movimento telúrico se produziu a uma profundidade de aproximadamente 100 quilômetros. As autoridades ativaram a monitoração em todo estado para abordar os danos que podem ter sido produzido e recomendam manter a calma ante possíveis réplicas.l Servicio Geológico de EE.UU. determinou que o sismo teve uma magnitude de 5,7. Inicialmente os sismólogos mexicanos estimaram a magnitude do tremor em 6,3 graus, porém minutos depois realizaram o ajuste.

Os leitores de RT através de Twitter qualificam a sacudida inicial de "muy fuerte" e asseguram que durou bastante.

Fonte: http://actualidad.rt.com

Furacão - As intrigantes cores da Grande Mancha Vermelha de Júpiter

Grande Mancha Vermelha
Aqui na Terra, os maiores furacões raramente atingem 2 mil quilômetros de diâmetro, mas em Júpiter as coisas são bem diferentes. Lá, uma grande e antiga tempestade tem duas vezes o tamanho da Terra e suas cores ainda intrigam os pesquisadores.
Batizada de Grande Mancha Vermelha, ou GMV, a tormenta é a mais importante feição do planeta. É uma espécie de redemoinho de gás que gira descontroladamente há pelo menos 150 anos e produzem ventos que ultrapassam 600 km/h.
Desde que o Homem começou a olhar para Júpiter através de telescópios, por volta de 1600, já havia a notícia da existência de uma grande mancha espiral em sua superfície, embora não esteja claro se era a mesma tormenta.
Atualmente, os cientistas sabem que a GMV está lá, firme e forte, mas os mecanismos que geram essa tempestade e suas cores avermelhadas ainda não são perfeitamente conhecidos.

Turbilhão de cores

Compreender a GMV não é fácil e a culpa é das próprias características de Júpiter.
O planeta é mil vezes maior do que a Terra e é composto principalmente de gás. Em seu interior, um oceano de hidrogênio líquido envolve o núcleo enquanto sua a atmosfera é composta principalmente de hidrogênio e hélio. 
Detalhes da Grande Mancha Vermelha
Isso significa que - diferentemente da Terra - em Júpiter não há qualquer porção de terra firme que possa enfraquecer as tempestades. Além disso, as nuvens de Júpiter obstruem a observação clara de sua atmosfera inferior.
Entretanto, enquanto alguns estudos tentam conhecer essa atmosfera mais baixa, a observação da GMV só pode ser feita por telescópios ou sondas que enxergam a feição a partir de cima da atmosfera.
Alguns trabalhos sugerem que as nuvens da alta atmosfera jupteriana consistem de amônia, hydrosulfido de amônia e de água, mas os cientistas não sabem exatamente como (ou se) estes produtos químicos reagem para formar as cores como as da Grande Mancha Vermelha, principalmente porque estes compostos representam apenas uma pequena parte da atmosfera.
"Isso é o que torna tão difícil descobrir exatamente o que cria as cores que vemos", disse a pesquisadora Amy Simon, especialista em atmosferas planetárias junto Goddard Space Flight Center, da NASA.
Junto a Amy, os cientistas Mark Loeffler e Reggie Hudson vêm realizando estudos de laboratório para investigar se os raios cósmicos, um tipo de radiação de alta energia que atinge nuvens de Júpiter, podem alterar quimicamente o hydrosulfido de amônia para produzir novos compostos que poderiam explicar a cor das nuvens.
O experimento consiste em aquecer sulfeto de hidrogênio e amônia juntos e em seguida bombardea-los com partículas carregadas semelhantes aos raios cósmicos que impactam nuvens de Júpiter, com o objetivo de identificar as novas substâncias formadas quando o hydrosulfido de amônia é irradiado.
"Recentemente nós finalizamos a identificação desses novos produtos e agora estamos tentando correlacionar o que já descobrimos com as cores observadas em Júpiter", disse Loeffler.

Consequências

Compreender a Grande Mancha Vermelha pode ajudar os cientistas a entender melhor o sistema climático da Terra e também melhorar o entendimento sobre os planetas além do nosso sistema solar.
"Se você só olhar somente para a luz refletida de um planeta extrassolar, você não vai ser capaz de dizer com 100% de certeza do que ele é feito, mas se olharmos para o maior número possível de casos diferentes em nosso próprio sistema solar poderemos aplicar esse conhecimento para descobrir a composição desses mundos extrassolares", disse Amy Simon.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Furacao_as_intrigantes_cores_da_Grande_Mancha_Vermelha_de_Jupiter&posic=dat_20150805-102021.inc

Astronauta captura imagem espectacular de alinhamento planetário no espaço

Crédito da foto: A arte abstrata ou instantâneo astral? Scott Kelly / Twitter.
 
Estes três pontos de luz e de cor oscilante em meio a escuridão pode parecer ser a arte abstrata, mas eles são realmente corpos planetários bastante familiares.
Esta imagem postada no Twitter no mês passado pelo comandante Scott Kelly a bordo da Estação Espacial Internacional mostra a Terra, a Lua, Vênus e Júpiter em perto de alinhamento de curva para o ponto mais brilhante.
Scott Kelly faz parte de da NASA Mission One-Year , um projeto de pesquisa para estudar os efeitos mentais e físicos do voo espacial de longa duração. A partir de março deste ano, as diferenças que um ano no espaço tem sobre o corpo em comparação com um ano na Terra serão examinados entre Kelly e seu irmão gêmeo idêntico, Mark , através da realização de vários experimentos fisiológicos sobre os irmãos.
 
Fonte:http://www.iflscience.com

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A medida do Universo

O que um neutrino, árvores, catedrais da Europa, o Alaska, o Sistema Solar e a nossa galáxia têm em comum? Muita coisa. A começar que essas e muitas outras coisas são mencionadas no livro “A Medida do Universo” (The Measure of the Universe), editado no Brasil pela “Livraria Francisco Alves Editora S.A.”. Obra-prima que explica com relações e comparações o quão pequenos e grandes nós somos. Mostra como pode existir um universo (de verdade) numa simples célula e como nossa própria galáxia de mais de 200 bilhões de estrelas, é um grão de areia no Universo.
Nesse livro você aprende de tudo, porque para explicar as distâncias, por exemplo, Asimov compara diversos “objetos” desde animais até estrelas e galáxias. Vai do menor elemento conhecido até o maior, explicando o porque de tudo o que é comparado. Uma obra esplendorosa que numa primeira olhada parece um livro de matemática, com suas distâncias e tamanhos, mas que quando você se aprofunda, vê que é um livro que aborda muitos assuntos, como história, biologia, astronomia, física, química, por exemplo, e até um pouquinho de matemática.
 
Os tópicos envolvidos se desenvolvem para tamanhos menores e maiores que o ser humano:
 
A Escada de Comprimento.
A Escada de Área.
A Escada de Volume.
A Escada de Massa.
A Escada de Densidade.
A Escada de Pressão.
A Escada de Tempo.
A Escada de Velocidade.
A Escada de Temperatura.
 
O livro tem 371 páginas e só é encontrado no Brasil em sebos. Repetindo a dica que já passei em outro artigo, procure por “sebos” no Google que você vai achar vários sebos on-line com muitos livros de Asimov à venda.
 
 Fonte:https://isaacasimov.wordpress.com

Fotos mostram Estação Espacial a passar em frente à Lua

Foto mostra Estação Espacial Internacional (pequena mancha escura no centro) a passar em frente à Lua
Montagem com 9 frames mostra o movimento de Estação Espacial Internacional em frente à Lua
As imagens foram captadas no domingo
Seis astronautas estão a bordo da estação espacial

Fonte: http://www.jn.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=4715260

Estranha formação em Marte levanta debate entre internautas

Superfície de Marte
Uma foto divulgada pela Nasa da superfície de Marte levantou intenso debate nas redes sociais durante o fim de semana. Ela mostra uma formação rochosa, mas em um dos cantos ela aparenta ter uma caverna, e com uma espécie de animal na entrada. Veja o detalhe:
Para os internautas, trata-se de uma imensa “aranha marciana”, uma espécie de caranguejo ou um “monstro espaguete”, mas o astrônomo Seth Shostak, diretor do SETI Research, encerrou as especulações: é uma formação natural bastante comum em Marte.

“Aqueles que me mandam essas imagens estão sempre empolgados, dizendo terem encontrado algo que não seria esperado na superfície oxidada e poeirenta do planeta vermelho”, disse o astrônomo, em e-mail para o Huffington Post, destacando ver formações semelhantes ao menos uma vez por semana. “Normalmente é uma espécie animal, mas, de vez em quando, eles apontam objetos ainda mais estranhos, como peças de automóveis. Talvez eles pensem que existam carros em Marte”.

Segundo Shostak, esses debates acontecem por causa do fenômeno de pareidolia, uma habilidade do cérebro de buscar significados para objetos aleatórios. Como enxergar animais em nuvens.
“Reconhecer um caranguejo em uma paisagem com rochas moldadas pela erosão não é mais surpreendente, nem mais significante, que ver um rosto piscando em um ponto e vírgula seguido por um parêntese :)”, disse o pesquisador.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/08/04/estranha-formacao-em-marte-levanta-debate-entre-internautas/

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O que aconteceria se a Terra parasse de girar ?

Dia e noite, inverno e verão. As diferenças entre as estações e períodos do dia são possíveis graças a dois movimentos dos quais ouvimos falar lá nos tempos de escola: rotação e translação. Você pode não se lembrar com muitos detalhes, mas eles são essenciais para que a vida na Terra seja garantida.
(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)
 
Mas será que eles são tão importantes assim? O Tecmundo traz a resposta neste artigo, criado para mostrar tudo o que aconteceria com o planeta caso algum dia os movimentos fossem simplesmente interrompidos. Você está preparado para saber das catástrofes? Então pegue seus casacos, suas roupas de banho e seus capacetes. Não entendeu? Isso já vai mudar.
 
Desaceleração do planeta
 
Caso a Terra parasse de girar, provavelmente o processo seria realizado de maneira gradativa. Por essa razão, demoraria um pouco até que percebêssemos a desaceleração. Os primeiros sintomas a serem percebidos seriam os prolongamentos de dias e noites. De pouco em pouco, os períodos de luz e escuridão começariam a ser cada vez maiores, até que o planeta parasse totalmente.
 
Quando isso acontecesse, os dias e noites não seriam mais controlados pelo movimento de rotação da Terra (o que faz o planeta girar sobre seu próprio eixo), mas sim pelo da translação (movimentação orbital, em torno do Sol). Isso significaria que dias e noites teriam cerca de 6 meses cada, de forma parecida com o que atualmente ocorre nos polos.
 
Em caso de uma freada brusca
 
Havendo uma paralisação mais brusca, em que a Terra realmente parasse de uma hora para outra, os danos causados ao planeta não seriam apenas percebidos em longo prazo. Como a velocidade de rotação é de cerca de 900 km/h, uma “freada” faria com que o planeta inteiro fosse jogado para frente.
Imagine um carro percorrendo uma linha reta a 60 km/h e parando de repente. Os passageiros seriam jogados para frente, não é mesmo? O mesmo aconteceria com a Terra, mas em vez de apenas as pessoas serem lançadas, prédios e outras construções seriam derrubados, causando destruição por todos os lugares.
(Fonte da imagem: Reprodução/Gabriel - Flickr)
 
Da mesma maneira que acontece com os terremotos, a destruição gerada por esse tipo de desastre iria muito além dos desabamentos. Ondas gigantes, incêndios e seus respectivos efeitos colaterais poderiam ser vistos em escala global.
 
Dias e noites polares
 
Como já dissemos, os dias e noites seriam controlados pelas voltas da Terra em torno do Sol, fazendo com que só anoitecesse uma vez por ano. O mesmo aconteceria com as manhãs, que demorariam 12 meses para se repetirem. Com cada período durando seis meses, você já deve imaginar o que aconteceria com vegetações e animais.
 
Luz ou escuridão: escolha a sua morte
 
Os ecossistemas existentes nos continentes são muito diferentes dos presentes nos polos. Por essa razão, não seria possível garantir a sobrevivência das espécies que, hoje, habitam por aqui. Com seis meses de luz e seis meses de escuridão, o planeta Terra veria o fim de todas as espécies animais e vegetais (com raras exceções das fossas abissais), por excesso de calor ou de frio.
Você pode estar se perguntando: “Mas como existem animais nas regiões polares?”. A resposta é simples: angulação. Os raios solares incidem nos polos com muito menos potência do que os que atingem zonas tropicais, por exemplo. Imagine como seria passar 180 dias com o sol do meio-dia na cabeça. Muito pior do que o sol das seis da tarde, não?
(Fonte da imagem: Reprodução/Sibley Hunter - Flickr)
 
Queimadas constantes fariam com que as florestas fossem destruídas, assim como plantações e outros tipos de cultura vegetal. Com isso, a alimentação dos seres humanos e também a produção de rações seriam afetadas completamente. Nós não poderíamos comer vegetais (pela inexistência num primeiro momento) e nem animais (que também acabariam sucumbindo à fome).
Do outro lado do planeta, na escuridão, os problemas também seriam relacionados à alimentação. Sem luz, vegetais não poderiam se desenvolver e as consequências seriam as mesmas: animais desnutridos e humanos sem comida de nenhum tipo.
 
O fim da raça humana?
 
Alguém sobreviveria se a Terra parasse de girar? Segundo a NASA, as pessoas que vivem nos polos do planeta seriam “poupadas pelo apocalipse”, pois para elas os dias continuariam sendo iguais. Apenas seriam afetadas pela já explicada “freada brusca”, que poderia fazer com que as geleiras se desprendessem, por exemplo.
Para muitos, seria o Apocalipse. (O Apocalipse; Pintado por Matthias Gerung)
 
Com exceção das populações polares e seus respectivos animais, vegetais e algas, pouca vida sobraria no planeta. Aos poucos, a inanição seria responsável pelo aniquilamento da raça humana. E se muitas pessoas tentassem fugir para os polos, os ecossistemas seriam desequilibrados, o que causaria ainda mais problemas para o planeta.
 
Isso já está acontecendo
 
Há diversas teorias que apontam para a influência das marés na desaceleração da rotação da Terra. Segundo muitos físicos (como mostra o site do Instituto Newton de Ciências, dos EUA), a cada 100 anos a Terra perde velocidade suficiente para que os dias fiquem meio segundo mais longos.
Isso significa que, até os dias ficarem uma hora mais longos, será necessário que a Terra passe por mais 120 mil anos. Como você pode perceber, o processo está acontecendo de uma maneira muito lenta.
Lembre-se: todas as informações mostradas neste texto são baseadas em artigos científicos. Mesmo sabendo de todas as possíveis consequências, pesquisadores especializados afirmam também que uma parada repentina do planeta é praticamente impossível. 
 
Fonte: http://www.tecmundo.com.br

domingo, 2 de agosto de 2015

Registo solar mostra labaredas de 45 mil km de altura

Sol em h-alpha
Nesta cena, maravilhosas proeminências são vistas saltando do limbo da estrela, a maior delas, à esquerda, tem cerca de 45 mil km de altura. Em poucas horas a feição deverá desmoronar sobre a superfície solar na forma de uma escaldante chuva e plasma.

A cena foi registrada em 01 de agosto de 2015 às 09h30 BRT a partir do observatório Solar Apolo11, localizado em Vila Mariana, São Paulo.

A imagem foi capturada com telescópio especial, capaz de filtrar apenas o comprimento de onda H-alpha, emitido no topo da cromosfera da estrela.

Para o registro foram capturados 300 frames da superfície solar e outros 100 frames para as proeminências da borda. Depois de capturados os frames são empilhados separadamente para aumentar os detalhes de cada região. Em seguida são sobrepostos, formando uma única cena.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Registro_solar_mostra_labaredas_de_45_mil_km_de_altura&posic=dat_20150801-114749.inc          

Protocolo de Paris será maior acordo climático do mundo

Há pouco mais de 100 dias para o início da 21ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21), que ocorrerá entre 30 de novembro e 11 de dezembro próximo, em Paris, na França, a perspectiva é de assinatura do maior acordo climático do mundo.
O Protocolo de Paris vai substituir o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em fevereiro de 2005. Mas ao contrário do acordo anterior, que tinha metas específicas para um grupo de menos de 40 países desenvolvidos, o Protocolo de Paris será um acordo global que envolverá mais de 190 países que fazem parte da Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU).
Para o coordenador do Observatório do Clima, rede de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais que atuam na agenda climática brasileira, André Ferretti, a realidade do mundo mudou bastante de lá para cá.
“Muitos países que naquela época tinham um papel bem menor nas emissões globais assumiram posições de mais emissões – como a China – e a economia dos países emergentes evoluiu na economia global em relação ao que ocorria nos anos de 1990. Isso por si só já exige novas formas de tratar da questão”, disse.
O novo acordo será uma espécie de guia de desenvolvimento para o futuro. Ferretti explicou que, por mais que se trate o protocolo como uma discussão ambiental, ele é, na verdade, uma discussão de desenvolvimento, já que vai estabelecer parâmetros para os países signatários seguirem durante as próximas décadas, “até a metade do século, pelo menos”.
O intuito é estabilizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), “para que, ao final do século, não ultrapasse aquecimento superior a 2 graus Celsius (°C) em relação ao que havia no período pré-industrial”.
O coordenador do Observatório do Clima disse que a temperatura da Terra já subiu cerca de 0,8% desde a revolução industrial até hoje. “Estamos falando de um máximo de 1,2 graus. Acima disso, as consequências poderiam ser desastrosas para a humanidade”.
Cientistas alertam que nem a espécie humana, nem muitas espécies de animais e plantas passaram por uma temperatura média tão alta. “Então, os riscos são muito maiores”.
Por essa razão, Ferretti afirmou que os países precisam entrar em um acordo. Eles devem apontar medidas domésticas que pretendem colocar em prática para um horizonte de curto prazo, entre 2025 e 2030 e, depois, para um horizonte mais longo, até 2050.
A ONU estabeleceu o prazo até 1º de outubro para que os países apresentem suas propostas de redução das emissões de GEE, que constituem a principal causa do aquecimento global. Poucos países encaminharam suas propostas até agora, entre eles estão Noruega, Gabão, Suíça, México e Estados Unidos.
O Brasil, segundo Ferretti, está atrasado no envio de suas metas porque, embora o prazo final seja o início de outubro, havia uma solicitação formal do secretariado da Convenção do Clima para que as propostas fossem enviadas até o final de março, para facilitar a evolução das negociações, uma vez que as propostas terão de ser traduzidas para as seis línguas oficiais da ONU (inglês, francês, espanhol, árabe, chinês e russo).
Além disso, o esforço de cada país pode ser apresentado em bases distintas umas das outras e ele terá de ser colocado em uma mesma base, para ver o que a população global pretende fazer. “Se o Brasil e outros países deixarem para outubro, corre-se o risco de se chegar no dia 30 de novembro com esses números [de emissões] ainda não muito claros”.
Na avaliação do Observatório do Clima, o Brasil – que esteve sempre na liderança nas negociações internacionais de clima, desde a assinatura da Convenção do Clima, em 1992, no Rio de Janeiro, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92) – “nos últimos anos se acomodou”.
O governo brasileiro conseguiu reduzir o desmatamento na Amazônia, principal fonte de emissões no país, após 2004, mas a partir daí “ficou em uma situação muito confortável”. Ferretti lembrou, porém, que o Brasil continua emitindo gases de efeito estufa por desmatamento na Amazônia, no Cerrado, na Caatinga e em outros biomas.
A última estimativa feita pela Rede Observatório do Clima, com base em dados de 2013, mostra que a mudança de uso da terra equivale a 34,6% das emissões brasileiras; energia, 30,2%; agropecuária, 26,6%; indústria, 5,5%; e resíduos, 3,1%.
“A gente vê que agropecuária, energia e mudança de uso da terra, juntas, representam mais de 90% das emissões. Infelizmente, o Brasil, nessa última década, aumentou suas emissões em todos os setores avaliados. Só conseguiu reduzir na mudança do uso da terra. E mesmo aí, nós aumentamos um pouco, de novo, nos dois últimos anos”, alertou.
Para o ambientalista, o Brasil está na contramão dos investimentos em fontes limpas de energia. Enquanto países como China e Coreia estão investindo muito em fontes renováveis, como solar e eólica (dos ventos), o Brasil, de acordo com o Plano de Expansão Decenal de Energia 2014/2023, prevê investir em torno de 71% dos investimentos projetados de R$ 1,263 trilhão em combustíveis fósseis e apenas 9,2% em fontes renováveis.
Todas essas questões serão debatidas no 8º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (Cbuc), que ocorrerá no período de 21 a 25 de setembro próximo, em Curitiba (PR).
Está programado um simpósio com participação de especialistas internacionais, para discutir o tema da adaptação às mudanças climáticas, de forma a reduzir os impactos delas para a sociedade em geral.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/protocolo-de-paris-sera-maior-acordo-climatico-do-mundo1438487620.html

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Descoberto o "irmão gémeo" da Terra

Cientistas da NASA revelaram, esta quinta-feira, que descobriram um planeta semelhante à Terra, a 1400 anos-luz de distância.
O Kepler 452b é maior do que a Terra (tem um raio 60% maior e terá cinco vezes mais massa), mas orbita em redor de uma estrela semelhante ao Sol, criando condições ideias de temperatura para existência de água líquida. Encontra-se na chamada "zona habitável" da sua estrela.

Os cientistas da missão da Nasa que operam o telescópio Kepler acreditam que este é planeta mais parecido com a Terra alguma vez descoberto, revela a BBC. O Kepler 452b é o planeta em destaque de um lote de 500 objetos descobertos a orbitar em torno de estrelas para lá do sistema solar.

Ainda não é possível confirmar algumas das medições do planeta e garantir que é constituído de material rochoso e não de matéria gasosa. Se for constituído por matéria sólida, terá o dobro da nossa gravidade, acreditam os cientistas.

Sabe-se que o planeta terá mais seis mil milhões de anos do que a Terra, um tempo durante o qual nunca terá saído da órbita da sua estrela, o que os cientistas consideram ser um tempo suficiente para existência de vida - caso existam condições para tal na sua superfície.

Este novo planeta junta-se a muitos outros já descobertos pelo telescópio Kepler, mas será o mais parecido com o nosso no que respeita à distância de uma estrela e à sua órbita, tendo um ano a duração de 385 dias. A BBC refere, por exemplo, o Kepler-186f, anunciado em 2014, que é mais pequeno do que o planeta Terra, mas que orbita em redor de uma anã vermelha, mais fria do que o nosso sol.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4696501

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Cientistas afirmam que Terra passará por era glacial daqui a 15 Anos

A atividade do Sol está caindo e nós sentiremos isso na pele, literalmente. De acordo com a pesquisadora Valentina Zharkova, da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, em 15 anos nós entraremos em uma “mini era do gelo”. Os resultados do seu trabalho foram apresentados no Encontro Nacional de Astronomia, em Llandudno, no País de Gales, e publicados pela Sociedade Real de Astronômica.
A pesquisadora desenvolveu um modelo capaz de prever com maior precisão os ciclos solares, que deverão cair para menos da metade entre 2030 e 2040. Acredita-se que a atividade solar ocorre por um sistema turbinado de fluídos no interior da estrela. Zharkova e sua equipe descobriram ondas magnéticas que flutuam em duas camadas do Sol e, ao estudar os dados das ondas duplas, as previsões se tornaram muito mais precisas, em torno de 97%, de acordo com a pesquisadora.
Usando este método, ela e sua equipe descobriram que haverá muito menos atividade nos ciclos solares. Poderemos viver um período chamado de Mínimo de Maunder, como é conhecido o tempo em que as manchas solares são raras. O último ocorreu entre 1645 e 1715, quando foram registrados cerca de 50 manchas solares, quando o padrão são nada menos do que 40 mil. Esse período foi marcado por temperaturas brutais, com congelamento de rios na Europa e América do Norte.
As consequências devido ao diferente comportamento do Sol podem ser devastadoras e ir muito além de mudanças de temperatura. Assista ao vídeo abaixo e entenda como o Sol pode ser responsável até pela forma como observamos o mundo e as cores que conhecemos.
 
 
 
 
Fonte: http://www.seuhistory.com/noticias/terra-passara-por-era-glacial-em-15-anos-afirmam-cientistas
 
 

Físicos encontram novas partículas no Grande Colisor de Hádrons

Os físicos que trabalham no Grande Colisor de Hádrons descobriram uma nova classe de partículas que são compostas por cinco quarks, os pentaquarks. Seu estudo irá ajudar a compreender como prótons e nêutrons se aderem ao átomo.

Físicos que trabalham com o detector LHCb Grande Colisor de Hádrons encontraram novas e muito incomuns partículas que consistem em cinco quarks de uma só vez: os pentaquarks. A sua existência já tinha sido adiantada já na década de 1960, mas até agora não havia considerada comprovada.

De acordo com o estudo publicado na revista "Physical Review Letters", "o pentaquark não é apenas uma nova partícula". "Ela representa uma forma de adicionar quarks, ou seja, os blocos de construção de prótons e nêutrons comuns, em um padrão que nunca tinha sido visto em mais de 50 anos de pesquisas experimentais. O estudo de suas propriedades nos permitirá entender melhor como a matéria ordinária, prótons e nêutrons do que nós somos todos somos feitos, constituem "explicou o pesquisador Guy Wilkinson.

Os físicos têm conseguido 'capturar' dois pentaquarks ao mesmo tempo, que foram batizadas temporariamente 'PC (4450) ' e 'Pc (4380) ". Pela sua natureza, são quatro quarks 'normais', colado a um antiquark. Eles têm uma grande massa, cerca de 4,4.000-4,5.000 megaenvoltios, e um giro bastante incomum.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/fisicos-encontram-novas-particulas-no-grande-colisor-de-hadrons.html

Quatro sinais vindos de fora da Terra que os especialistas ainda não conseguiram explicar

A possível existência de vida extraterrestre e, ainda mais, o possível contato com ela, tem sido o assunto de especulação, raiva e ansiedade para a humanidade nos dias de hoje.
Enquanto isto, do espaço sideral, a ciência registrou múltiplos sinais, os quais são até agora inexplicáveis para os especialistas.  Estes sinais levaram a numerosas teorias e especulações.

4. Os sinais vindos do Aglomerado Perseus

Em junho de 2014, o observatório de Raio-X Chandra, da NASA, e o observatório XMM-Newton da Agência Espacial Europeia (ESA), registraram um sinal claramente inteligente vindo do Aglomerado Perseus, que é um grupo de galáxias localizado a 240 milhões de anos luz da Terra.

3. O Som Negro

 

Como resultado dos dados obtidos do estudo de um buraco negro, que está localizado no sistema estelar GRS 1915 +105, um pesquisador do MIT, Edward Morgan, foi capaz de recriar um dos sons mais misteriosos já resgistrados por humanos.
O modelo replicado é do maior buraco negro da Via Láctea, excendendo a sua massa do Sol, por aproximadamente 18 vezes.  Este misterioso buraco negro emite um som em B flat, à uma frequência de 1 milhão de vezes mais grave do que qualquer coisa percebida pelo ouvido humano.

2. Explosões Espaciais

 

Entre 2011 e 2012, o rádio telescópio Parkes, localizado em New South Wales, Austrália, executou varreduras de rotina do espaço e captou quatro misteriosas explosões de sinais de rádio.  Cada uma destas explosões durou um par de milisegundos, mas sua energia era extremamente alta.
Apesar dos pesquisadores especularem que estas explosões de rádio poderiam ter vindo das profundezas da Via Láctea, há outros cientistas acreditando que elas foram originárias de outro lugar, em uma galáxia mais longe de nós.  Os cientistas não têm a menor ideia do que causou estas explosões e o porquê delas terem sido tão poderosas.

1. O Sinal Wow!

 

Em 15 de agosto de 1977, exatamente às 10h16min (horário da costa leste dos EUA), o rádio telescópio Big Ear, em Ohio – EUA, detectou um sinal de origem desconhecida.  Este misterioso sinal durou 72 segundos, com uma intensidade 30 vezes maior do que o “ruído branco”, ou ruído de fundo do Universo.
Os astrônomos decidiram chamá-lo de sinal Wow! (Uau, em português), porque esta foi a única coisa que o Professor Jerry Ehman, que estava monitorando os computadores, conseguiu escrever no papel na hora que o sinal foi registrado.
O código alfanumérico “6EQUJ5″ descreve a variação de intensidade do sinal.  O sinal carregava consigo as marcas esperadas de origem não terrestre, fora do sistema solar.
Até hoje, este sinal permanece um dos mais misteriosos já recebido.  Muitos acreditam que o sinal Wow! originou de uma civilização extraterrestre em nossa vizinhança galáctica, na constelação de Sagitário, próximo do agrupamento de estrelas Chi Sagittarii.
Várias tentativas foram feitas por Ehamn, bem como outros astrônomos, para detectar e identificar o sinal novamente.  Esperava-se que o sinal aparecesse em intervalos de 3 minutos, mas isso não aconteceu.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/07/14/quatro-sinais-vindos-de-fora-da-terra-que-os-especialistas-ainda-nao-conseguiram-explicar/

Cientistas descobrem vestígios recentes de água em Marte

Mars crater plain A hora que todo mundo espera está chegando: após algumas pesquisas, um grupo de cientistas encontrou vestígios recentes de água em Marte. O estudo foi publicado pela revista Nature Communications.

A descoberta foi realizada através de uma câmera da Nasa e ocorreu em Istok, uma cratera de buracos com menos de um milhão de anos. Por conta do tempo em questão, a conclusão de que os rastros de água são “recentes”.

Os cientistas estudavam a disposição dos barrancos da cratera para compará-los com encostas terrestres e viram fluxos de detritos que teriam tido entre 20 a 60% de água, fenômeno que ocorre, por exemplo, no deserto do Atacama.

Após a importante descoberta, cientistas esperam agora para saber se o fluxo é uma regra ou exceção. A possibilidade de existir vida em Marte, indicam estudiosos, é diretamente proporcional à existência de água por lá.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/07/14/cientistas-descobrem-vestigios-recentes-de-agua-em-marte/

NASA mostrará ao vivo primeiras imagens de Plutão em alta resolução


Fonte: http://www.apolo11.com/

Plutão já não é um Planeta

Muitas pessoas não entendem por que Plutão deixou de ser um planeta. Plutão foi descoberto em 1930, mas deixou de ser um planeta em 2006, quando foi rebaixado a planeta-anão. Mas qual foi o motivo por trás dessa decisão? 


Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Astrónomos afirmam que descoberta de vida extraterrestre poderá acontecer a qualquer momento

seti encontrar vida extraterrestre

ET, telefone, Terra! Nós podemos estar à beira de responder uma das perguntas essenciais da humanidade: há vida extraterrestre? Mais do que isso: há vida extraterrestre inteligente?
Segundo alguns cientistas do projeto The Search for Extraterrestrial Intelligence – SETI (A busca por inteligência extraterrestre, em português), os próximos anos prometem ser aqueles em que vamos finalmente resolver a questão. “Podemos achar um sinal extraterrestre a qualquer momento. E a busca vai ficar melhor conforme a tecnologia avança. Nos próximos vinte anos, devemos ser capazes de olhar atentamente para cerca de um milhão de estrelas para detectar sinais de civilizações avançadas, e isso é um grande número, suficiente para ter uma chance razoável de encontrar inteligência no cosmos, se ela realmente está lá fora e tentando fazer contato”, afirma Douglas Vakoch, diretor de Composição de Mensagens Extraterrestres do SETI.
Além de mais investimento na área, os cientistas do projeto afirmam que o que falta para encontrarmos vida inteligente lá fora é justamente um maior alcance nas buscas. “Precisamos aumentar drasticamente a nossa cobertura do espaço”, aponta o engenheiro espacial Paul Shuch. “E faremos isso colocando online muito mais estações de observação, monitorando uma parcela mais ampla do espectro eletromagnético e coordenando mutuamente para fornecer uma verificação independente dos potenciais sinais de vida extraterrestre”.

Múltiplas possibilidades

Os cientistas do SETI são otimistas, salvo algumas exceções. A esperança é que, com o avanço da tecnologia e o aumento no campo de visão, o contato com vida fora da Terra aconteça nas próximas décadas. Vakoch explica que existem três maneiras de encontrarmos vida extraterrestre neste período de tempo.
“À medida que exploramos os planetas e luas do nosso sistema solar, podemos encontrar evidências de vida microbiana perto de casa. Por outro lado, conforme as nossas capacidades para a detecção de atmosferas de planetas em órbita de outras estrelas melhoram, podemos encontrar condições para a vida nesses mundos distantes. E como usamos radiotelescópios para procurar sinais de civilizações avançadas através do SETI, podemos encontrar os sinais reveladores de tecnologias alienígenas. Com empenho e financiamento suficiente, qualquer uma das três abordagens poderia ter sucesso em 2035”, prevê.
A NASA também estima que as próximas duas décadas serão importantes para o campo da descoberta de ETs, embora talvez não de forma tão dramática quanto os filmes de ficção científica nos fizeram acreditar. “Ninguém sabe quando vamos encontrar vida extraterrestre, obviamente. Mas com base na velocidade das nossas buscas no SETI, eu previ há cinco anos, em uma palestra e um artigo, que nós poderíamos encontrar um sinal que prove a existência de inteligência extraterrestre dentro de duas dezenas de anos. Mais recentemente, a NASA disse a mesma coisa, mas se referindo à ‘vida’, não ‘vida inteligente’. Eu suspeito que eles estão apostando mais fortemente em encontrar evidências de vida microbiana no sistema solar”, explica o astrônomo Seth Shostak, diretor do SETI. 



Fonte: http://hypescience.com/descoberta-vida-extraterrestre/

domingo, 12 de julho de 2015

Cientistas pesquisam DNA: Estudos poderão explicar funções medíunicas de telepatia, irradiação, cura e contacto interdimensional - Hipercomunicação do DNA

Quando cientistas começaram a desvendar o mundo da genética, compreenderam a utilidade de apenas 10% do nosso DNA.
O restante (90%) foi considerado “DNA LIXO”, ou seja: sem função alguma para o corpo humano.
Porém, este fato foi motivo de questionamentos, pois alguns cientistas não acreditaram que o corpo físico traria algum elemento que não tivesse alguma utilidade.
E foi assim que o biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas iniciaram pesquisas com equipamentos “de ponta”, com a finalidade de investigar os 90% do DNA não compreendido.
E os resultados apresentados são fantásticos, atingindo aspectos antes considerados “esotéricos” do nosso DNA.

Antes de continuar, ATENÇÃO:
Este é um breve resumo, em linguagem não científica, sem a pretensão de ser um tratado científico. Se você gosta de uma linguagem mais científica, de conhecer relatórios de pesquisas e de “ler para crer”, referências estão ao longo deste texto e ao final do mesmo.
Não deixe abrir os links e aventurar-se nas leituras. São interessantíssimas, vão muito além deste breve resumo.

Deseja debater e questionar a teoria e referidas pesquisas?
Clique aqui para contatar Dr. Pjotr ​​Garjajev, PhD

AS EVIDÊNCIAS DAS PESQUISAS

1. O DNA tem propriedade telepática? Hipercomunicação do DNA

A partir das últimas pesquisas, cientistas concluíram que o nosso DNA é receptor e transmissor de informações além tempo-espaço.
Segundo essas pesquisas, o nosso DNA gera padrões que atuam no vácuo, produzindo os chamados “buracos de minhoca” magnetizados. São “buracos de minhocas” microscópicos, semelhantes aos “buracos de minhocas” percebidos no Universo.
Estudos sobre “buracos de minhocas” (Pontes de Einstein-Rosen) estão sendo aprofundados com a intenção de comprovar que os mesmos funcionam como pontes ou túneis de conexões entre áreas totalmente diferentes no universo, através das quais a informação é transmitida fora do espaço e do tempo.
Para pesquisadores, o DNA atrai informação e as passa para as células, uma função que os cientistas consideram como a internet do corpo físico, porém mais avançada que a internet que entra em nossos computadores.
Em pesquisas realizadas no Departamento de Química do “Imperial College London” observou-se que há interações entre duas cadeias simples de DNA em sequências homólogas (similares) e estão investigando os possíveis mecanismos de reconhecimento e interações entre DNAs homólogos à distância.
Se esta e outras hipósteses similares forem comprovadas, significará que o DNA possui propriedades semelhantes ao que se poderia chamar de “telepatia interespacial e interdimensional”.
Em outras palavras, cientistas pesquisam a Hipercomunicação do DNA, partindo da ideia de que o DNA está aberto á diversos níveis de comunicação.
Pesquisas relacionadas à Hipercomunciação do DNA poderão explicar os mecanismos de fenômenos medíunicos como clarividência, cura á distância, intuição, telepatia, atos espontâneos de cura, auto cura e outros.
Na natureza, a hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos, organiznando fluxo de vida nos reinos dos insetos, por exemplo.

2. Reprogramação do DNA através da mente e das palavras

O grupo de Garjajev descobriu também que o DNA possui uma linguagem própria, contendo uma espécie de “sintaxe gramatical” própria, semelhante á gramática da linguagem humana, levando-os a investigar mais profundamente sobre a influência das palavras, da luz (laser) e do som sobre o DNA.
Estão verificando que o DNA responde bem a estas interferências, mostrando que o mesmo se altera diante de certas frequências, assumindo novos padrões.

Um “a parte”: Unindo ciência com a espiritualidade

Permita-me uma junção: estas foram descobertas impressionantes, pois nos lembra os ensinamentos (a nós, espiritualistas) dos hindus sobre os mantras, das afirmações positivas, dos Decretos da Grande Fraternidade Branca, do envio de Luz à distância e tantos outros.
Ensinamentos estes que nos dizem que ao qualificarmos postitivamente a nossa linguagem verbal, o nosso pensamento e as imagens geradas por nosso pensamento, o DNA (e todo o Ser) se reprogramará, aceitando uma nova ordem e uma nova regra, a partir da ideia que está sendo transmitida.
Uma indicação: vale a pena ler o livro: “As Chaves de Enoch“,  onde J.J. Hurtak explica de forma maravilhosa e completa essa união entre ciência e espiritualidade, abordando especialmente a interferência sonora sobre nossas moléculas.

Voltando aos cientistas

Os cientistas russos estão sendo capazes de reprogramar o DNA em organismos vivos, usando as frequências de ressonância de DNA corretas e estão obtendo resultados bastante positivos, especialmente na regeneração do DNA danificado!
Porém, essas pesqusias estão ainda em suas fases iniciais, mas já é possível vislumbrar grandes avanços para a saúde humana.
Utilizam a Luz Laser codificada para transmitir informações corretas ao DNA.

3. O DNA responde á interferências da Luz Laser

Continuando nessa linha de pesquisas, o pesquisador russo Dr. Vladimir Poponin, colocou o DNA em um tubo e enviou feixes de Luz Laser através dele. Quando o DNA foi removido do tubo, a Luz Laser continuou a espiralar no DNA e a irradiar, formando como que “pequenos chacras”.
O DNA mostrou-se agir como um cristal quando faz a refração da Luz, concluindo que o DNA mantém e irradia a Luz que recebe.
Esta descoberta está levando os cientistas a investigarem com maior profundidade a formação dos campos eletromagnéticos ao redor do DNA, o que possivelmente levará a uma maior compreensão sobre os campos eletromagnéticos ao redor das pessoas (aura), assim como também poderá levar ao entendimento das irradiações emitidas por curadores e sensitivos, partindo do pressuposto de que as mesmas acontecem segundo esse mesmo padrão observado no DNA: receber e irradiar, manter a Luz e assumir novos padrões.

Mais um “a parte” fora da ciência: Assuma o Comando do seu Ser!

Apesar de estarmos apenas começando, as pesquisas continuam – e se aprofundam, dia-a-dia. Vemos que muitos aspectos interessantes estão sendo desvendados. Os pesquisadores acreditam que ainda estão por descobrir muito mais.
Por enquanto, pelo sim, pelo não, as evidências científicas nos estimulam a continuarmos com as técnicas de afirmações positivas, cuidando dos nossos pensamentos e das imagens por geradas na mente, a fim de que as nossas transmissões sejam correspondentes a saúde, ao bem estar e a harmonia, enviadas não apenas ao DNA como também para todo o Ser!
Tenho certeza de que o nosso DNA agradece por suas informações positivas transmitidas a ele!
Que tal melhorar as suas transmissões verbais e mentais?
Comunique-se positivamente com seu corpo e reprograme seu DNA, enviando-lhes as frequências corretas!


Fonte: http://animamundhy.com.br/blog/cientistas-dna-funcoes-mediiunicas-telepatia-clarividencia-contato-interdimensional

Exaustão do sol poderá causar mini idade do gelo na Terra em 2030

A atividade solar em 2030 pode diminuir em até 60%, devido à combinação de vários fatores. Se confirmar as previsões, a Terra teria de enfrentar um mini idade gelo.
No âmbito da reunião da Royal Astronomical Society do Reino Unido realizada esta semana no País de Gales, o professora de matemática Valentina Zharkova introduziu um novo modelo que ajuda a prever com grande precisão as irregularidades dentro do período de atividade de onze ano do Sol, informa o "Science Daily".
"Nós encontramos componentes da onda magnética que aparecem em pares, proveniente de duas camadas diferentes no interior solar. Ambos têm uma frequência de cerca de 11 anos, embora esta frequência seja um pouco diferente e são compensados ​​no tempo. Durante o ciclo, ondas variam entre os hemisférios norte e sul do sol. A combinação de duas ondas juntas e comparando-os com os dados reais para o ciclo solar atual, descobrimos que as nossas previsões mostrou uma precisão de 97% ", disse Zharkova.
Segundo suas estimativas, a atividade solar será reduzida em 60% durante a década de 2030 e causar uma nova mini idade gelo, semelhante ao que se iniciou em 1645. Esse período de 30 anos é conhecido como o "Mínimo de Maunder", no qual manchas solares quase desaparecem da superfície da estrela. Durante esses 70 anos entre os séculos XVII e XVIII foram registrados no sol cerca de 50 pontos, quando o normal teria sido observado entre 40.000 e 50.000.
Naquele tempo, de acordo com registros históricos, o "frio amargo" congelou o rio Tâmisa, em Londres, e grande parte do planeta foi submetido a condições que não foram re-experimentadas desde então.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/exaustao-do-sol-pode-causar-mini-idade-do-gelo-na-terra-em2030.html

George Lucas afirma que a única hipótese de a Humanidade sobreviver será deixar a Terra

O criador da popular série (Star Wars), George Lucas, disse que a única maneira de garantir a sobrevivência da humanidade é através de uma viagem espacial, porque a Terra será destruída.

"Nossa única chance de sobreviver é descobrir como podemos sair deste planeta, porque ele será destruído", disse o famoso cineasta norte-americano em um programa de televisão do Canal Ciência.

Neste sentido, o pai de 'Star Wars', cujo sétimo episódio chega aos cinemas no final deste ano, se mostra contundente quando ele diz que o investimento em ciência é a única forma de garantir a sobrevivência da raça humana.

Recentemente, neste sentido, refletiu o famoso astrofísico Stephen Hawking, que alertou que a agressividade da raça humana "ameaça destruir a todos nós", e notou que a única chance de sobreviver é colonizar o espaço. Além disso, um estudo científico advertiu que, devido às alterações climáticas, o nosso planeta está entrando na sexto maior extinção em massa, você pode até mesmo acabar com a existência da humanidade.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/george-lucas-nossa-unica-chance-de-sobreviver-e-deixar-a-terra.html

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O maior e melhor espectáculo de fogos de artifício da galáxia vem dirigindo-se para a Terra

universo
Marque no seu calendário: em 2018, em um telescópio próximo à sua casa, você verá um dos mais impressionantes shows de fogos de artifício de toda a galáxia.
Dentro de quase quatro anos, o pulsar conhecido como J2032+4127 vai girar ao redor do MT91 213, uma estrela binária com 15 vezes a massa do Sol e 10.000  vezes mais brilhante que ele. Quando os dois corpos estelares se aproximarem, o pulsar com o tamanho de uma cidade vai mergulhar em um disco de gás e poeira provocando um show de luz cósmica que seria aprovado por Michael Bay.
J2032 é o núcleo destruído de uma estrela que explodiu há muito tempo. Pesando quase o dobro do nosso Sol e girando sete vezes por segundo, o pulsar produz um fluxo de raios gama de alta energia, que astrônomos identificaram pela primeira vez em 2009 usando o Telescópio Fermi.
Pulsares são relativamente comuns no cenário cósmico, mas o J2032 é especial, pois está preso gravitacionalmente a uma das maiores e mais brilhantes estrelas da nossa galáxia. O pulsar se aproxima do parceiro uma vez a cada 25 anos, e é isso o que poderá ser visto em 2018. As explosões de alta energia que ocorrem na sequência vão ajudar astrônomos a medirem a gravidade de MT91 213, além do seu campo magnético e vento estelar.
O melhor de tudo é que, a 5 mil anos luz de distância, nós seremos capazes de assistir aos fogos de artifício astronômicos, já que os telescópios ao redor do mundo capturam tudo de ondas de rádio a raios gama de alta energia. Para aumentar o interesse do público, a NASA liberou um trailer explicando exatamente o que podemos esperar.
Particularmente, eu amo fogos de artifício com uma dose saudável de astrofísica, então estou bastante ansiosa por esse momento.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/o-melhor-espetaculo-de-fogos-de-artificio-da-galaxia-esta-a-caminho-da-terra/

Foto de Marte enviada pelo jipe-sonda Curiosity levanta suspeitas de civilização extinta no Planeta Vermelho

O usuário do YouTube, Martian Archaeology, postou um vídeo sobre uma foto obtida pelo jipe-sonda Curiosity, da NASA, na qual ele alega mostrar estruturas que parecem artificiais. Ao fundo da foto, há formações similares a um antigo muro e valeta de drenagem descendo da montanha.

Prova da existência de uma civilização extinta em Marte?

Mas é claro, isto não é o que o se está afirmando.E muito menos a NASA, é claro.


Fonte: http://ovnihoje.com/2015/07/10/foto-de-marte-enviada-pelo-jipe-sonda-curiosity-levanta-suspeitas-de-civilizacao-extinta-no-planeta-vermelho/

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