sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Cientistas dizem que El Niño pode ser o mais forte da História

O fenômeno meteorológico El Niño, que começou este ano, pode ser dos mais fortes dos últimos 65 anos, alertaram nesta quinta-feira (13) cientistas do governo americano.
A corrente do El Niño produz uma elevação nas temperaturas do Pacífico equatoriano e pode causar fortes chuvas em algumas partes do mundo e secas em outras. Também é uma das razões pelas quais a atual temporada de furacões do Atlântico tem sido pouco ativa, pois inibe a formação de tempestades tropicais.
O El Niño começou em março e se espera que dure por um ano. Autoridades na Austrália já disseram que será "forte" e "substancial".
A tendência continuará, disse Mike Halpert, diretor adjunto do centro de previsões climáticas da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em conferência com jornalistas por telefone.
"Prevemos que o El Niño atual pode ser dos mais fortes desde que começaram os registros em 1950", disse Halpert.
As temperaturas média da superfície do mar em uma zona chave do Pacífico equatorial "poderiam alcançar ou superar os 2 graus Celsius acima do normal, o que só foi registrado três vezes nos últimos 65 anos", destacou.
Estes níveis se observaram nas temporadas 1972-73, 1982-83 e 1997-98.
O sul dos Estados Unidos, da Califórnia até a Flórida, poderia experimentar níveis de precipitação acima do normal, assim como a costa leste americana, disse o especialista.
Enquanto a região dos Grandes Lagos, Havaí e Alasca registrarão maiores secas e temperaturas mais altas, destacou.
Embora as chuvas sejam bem-vindas na Califórnia, mergulhada em uma grave seca, Halpert disse que não serão suficientes para encher as represas do estado do oeste americano.
Há cinco anos o último El Niño trouxe vários desastres: provocou monções na Ásia, secas emAustrália, Filipinas e Equador, tempestades nos Estados Unidos, ondas de calor no Brasil e inundações no México.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/para-cientistas-el-nino-pode-ser-o-mais-forte-da-historia.html

Aumenta a probabilidade de El Niño durar até ao outono

Meteorologistas do governo norte-americano aumentaram nesta quinta-feira a probabilidade de que as condições do El Niño no Hemisfério Norte durem até o começo da primavera (outono no Brasil).
Agora as chances são de 85 por cento de que isso aconteça.
O Centro de Previsão do Clima, uma agência do Serviço Climático Nacional, previu no mês passado que havia 80 por cento de chance de que as condições durariam até o começo da primavera.
O CPC ainda disse que há uma chance maior que 90 por cento de que as condições do El Niño permaneçam ao longo do inverno no Hemisfério Norte (verão no Brasil).
A nova previsão aumenta marginalmente a chance de que o fenômeno El Niño, o aquecimento das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico, libere um período de condições climáticas extremas e potencialmente devastadoras ao redor do globo.
Ocorrências no passado causaram chuvas pesadas e inundações, atingindo safras de grãos na América do Sul e clima abrasador na Ásia e no Lesta da África.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/aumenta-a-chance-de-que-o-el-nino-dure-ate-o-outono.html

Após sequenciar genoma de polvos, cientistas dizem que animais são ‘alienígenas’

polvo
A humanidade passou anos procurando vida extraterrestre quando ela estava, na verdade, dentro de nosso planeta. Pelo menos é que acreditam alguns pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido. Para eles, os polvos são alienígenas — ou quase isso. As informações são do Metro UK.
Um trabalho da Universidade de Chicago conseguiu fazer a primeira sequência completa do genoma dos polvos, mostrando que eles são totalmente diferentes de quaisquer outros animais. Com nível de complexidade incrível, eles tem 33 mil genes codificadores de proteínas.
“O zoólogo britânico Martin Well disse certa vez que o polvo é um alienígena. Bem, nesse sentido, então, nosso trabalho descreveu o primeiro genoma sequenciado vindo de um alien. Eles são extremamente complexos mesmo”, brincou Clifton Ragsdale, pesquisador que comandou a pesquisa em Chicago.
Brincadeiras à parte, a pesquisa pode ser crucial para mostrar o porquê dos polvos serem tão diferentes dos outros animais — até mesmo dos moluscos. Com cérebro gigante, oito tentáculos e realizações de feitos como abrir potes de geleias, os polvos estão na lista dos animais que mais intrigam os cientistas atualmente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/08/14/apos-sequenciar-genoma-de-polvos-cientistas-dizem-que-animais-sao-alienigenas/

Cientistas estão a desenvolver escudo para proteger astronautas da radiação cósmica

Campos de força da vida real para proteger dos perigos do espaço.

Se a humanidade jamais vai sair dessa rocha que chamamos Terra, nós vamos ter que encontrar uma maneira de lidar com a radiação cósmica - as partículas de alta energia que apressam-se através do espaço aberto que foram encontrados para ser prejudicial quando não estamos protegidos pela atmosfera do nosso planeta.
Felizmente, os cientistas do CERN anunciou que está trabalhando em uma solução para este problema muito. Em colaboração com a Radiação Espacial Europeia Superconducting Escudo projeto (SR2S), o CERN está a desenvolver um escudo magnético supercondutor que pode proteger a nave e seus ocupantes de raios cósmicos durante as missões no espaço profundo.
O escudo irá redirecionar uma das descobertas feitas por físicos do CERN no ano passado, quando ele conseguiu uma corrente elétrica recorde usando diboreto de magnésio (MgB 2) para os seus cabos supercondutores. A equipe que trabalha no escudo irá usar o mesmo material para bobinas supercondutoras do ímã em uma nova configuração, projetado para gerar um campo que é forte o suficiente para parar espaço raios nocivos penetrem exteriores da nave espacial para prejudicar astronautas e equipamentos.
"No âmbito do projecto, vamos testar, nos próximos meses, uma ferida bobina de pista com uma fita supercondutora MgB2", disse Bernardo Bordini, coordenador da atividade CERN no projeto, em um comunicado . "A bobina protótipo foi concebido para quantificar a eficácia da tecnologia de blindagem magnética supercondutor."
Anúncios anteriores de SR2S têm sugerido que a questão da radiação cósmica pode ser resolvido dentro dos próximos três anos , com a tecnologia de campo magnético que permite seguros longa duração permanece no espaço, sem danos dos raios cósmicos. O objetivo do projeto SR2S é criar um campo magnético de 3.000 vezes mais forte do próprio campo magnético da Terra, com um diâmetro de 10 metros proteger astronautas dentro ou diretamente fora de uma nave espacial.
A tecnologia é praticamente essencial se queremos que os astronautas para passar com segurança qualquer quantidade significativa de tempo no espaço. Além de causar potencial declínio cognitivo , acredita-se que a exposição prolongada aos raios cósmicos podem aumentar a probabilidade de os astronautas em desenvolvimento vários tipos de cânceres .
"Esta situação é crítica. De acordo com nosso conhecimento atual apenas uma pequena fração dos astronautas ativos da NASA são adequados para permanecer na ISS para uma missão de um ano, independentemente do fato de que a exposição à radiação é duas vezes menos do que a exposição durante a viagem espaço profundo ", disse Roberto Battiston, coordenador do projeto de SR2S, em um comunicado de imprensa . "Os desafios de exploração próximas, viagem espacial profunda para Near Earth Asteroids e de longa duração estadia em Marte e na Lua, requerem uma maneira eficaz de proteger ativamente os astronautas."
 
Fonte:http://www.sciencealert.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Em oito meses já consumimos o que a Terra produz num ano

PIYAL ADHIKARY/EPA
A organização ambientalista calcula que, se as emissões globais de CO2 não diminuírem, em 2030 a data será 28 de junho
 
Esta quinta-feira marca a data em que a humanidade consumiu todos os recursos naturais que o planeta é capaz de renovar num ano.
O "dia da sobrecarga da Terra" é assinalado este ano a 13 de agosto, quatro dias antes do que no ano passado, segundo os cálculos da organização ambientalista Global Footprint Network (GFN), que alerta, citada pela agência France Presse (AFP), para o aumento constante e "insustentável" do ritmo do consumo de recursos naturais pela humanidade.
Em 1970, o "dia da sobrecarga" foi marcado a 23 de dezembro, e desde então a data não parou de ser assinalada mais cedo: 03 de novembro em 1980, 13 de outubro em 1990, 04 de outubro em 2000, 03 de setembro em 2005 e 28 de agosto em 2010.
Este ano, "foram precisos menos de oito meses para a humanidade consumir todos os recursos naturais renováveis que a Terra pode produzir num ano", uma clara indicação de que "o processo de esgotamento dos recursos naturais está a acelerar", segundo a GFN.
A data representa, para Pierre Cannet, responsável da energia e do clima do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) de França, "o ritmo incrível e insustentável do desenvolvimento mundial".
"Estamos à beira de um precipício", declarou à AFP, calculando que até 2030 a humanidade arrisque "chegar ao sobre consumo em junho".
Segundo a Global Footprint Network, precisaríamos de 1,6 planetas para saciar o consumo de recursos atual.
A organização ambientalista calcula que, se as emissões globais de CO2 não diminuírem, em 2030 a data será 28 de junho.
Pelo contrário, "se reduzirmos as emissões de CO2 em 30%" do seu nível atual, o "dia da sobrecarga da Terra" deverá recuar até 16 de setembro.
"Reduzir as emissões de carbono contribuirá não só para abrandar o aquecimento global", mas também de "reduzir a pegada ecológica a uma escala global", sublinha a organização.
 
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4728912&page=-1

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Nave Rosetta regista poderoso outburst no cometa 67P

Na medida em que se aproxima do periélio, o cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko cresce em atividade. Volátil, seu corpo aquece e sublima diante da força do Sol, que transforma em gás o material congelado desde sua formação.
67P leva cerca de 6,44 anos para completar uma volta ao redor do Sol e nesta quinta-feira, 13 de agosto atingirá o periélio, instante em que sua distância até o astro-rei será mínima, de cerca de 186 milhões de km.
O período em torno do periélio é cientificamente importante, uma vez que a intensidade da luz solar aumenta e as partes do cometa imersas em anos de escuridão são inundadas pela luz solar.
Quando isso acontece, muitas partes geladas do objeto se aquecem e devido ao frio do espaço passam imediatamente ao estado gasoso. Este processo é conhecido como sublimação.
Embora a atividade dos cometas atinja o ápice nas semanas seguintes ao periélio, assim como os dias mais quentes do verão geralmente vêm depois dos dias mais longos, explosões súbitas e imprevisíveis - chamadas outbursts - podem ocorrer a qualquer momento, como pode ser visto nesta imagem registrada pela missão europeia Rosetta.
Situado em uma localização privilegiada, a 186 km de distância, a nave Rosetta registrou uma fantástica ejeção de material proveniente do seu núcleo e que lançou ao espaço uma grande coluna de partículas sopradas a mais de 36 mil km/h.
A sequencia de imagens foi feita pelo instrumento OSIRIS e ocorreu na região conhecida como Anuket, ao lado do pescoço do cometa. A detecção foi registrada às 13h24 UTC, mas não foram observadas quaisquer evidências nas cenas registradas 18 minutos antes ou depois.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Nave_Rosetta_registra_poderoso_outburst_no_cometa_67P&posic=dat_20150812-085849.inc

Cientistas afirmam que a teoria quântica prova que depois da morte consciência se move para outro universo

Um livro intitulado " Biocentrismo: Como a vida ea consciência são as chaves para a compreensão da natureza do Universo "mexeu com a Internet, porque continha uma noção de que a vida não termina quando o corpo morre, e ele pode durar para sempre . O autor desta publicação, cientista Dr. Robert Lanza, que foi eleita a terceira mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível.

Além do tempo e espaço

 Lanza é um especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company. Antes que ele foi conhecido por sua extensa pesquisa que tratou com células-tronco, ele também era famoso por várias experiências bem sucedidas sobre a clonagem de espécies ameaçadas de animais.
Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com a física, a mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a nova teoria do biocentrismo, que o professor tem pregado desde então. Biocentrismo ensina que a vida ea consciência são fundamentais para o universo. É a consciência que cria o universo material, não o contrário.
Lanza aponta para a estrutura do próprio universo, e que as leis, forças, e constantes do universo parecem ser para a vida aperfeiçoá-lo, o que implica inteligência existia antes importa. Ele também afirma que o espaço eo tempo não são objetos ou coisas, mas sim ferramentas de nosso entendimento animal. Lanza diz que levamos espaço e do tempo em torno de nós ", como tartarugas com conchas." O que significa que quando o shell sai (espaço e tempo), nós ainda existem.
A teoria implica que a morte de consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento, porque as pessoas se identificam com seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai perecer, mais cedo ou mais tarde, pensando sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera consciência, então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma maneira que uma caixa de cabo recebe sinais de satélite, então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade, a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ele é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior da mesma. Em outras palavras, é não-local, no mesmo sentido que os objectos são quântica não local.
Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente. Em um universo, o corpo pode ser morto. E em outro ela continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo. Isto significa que uma pessoa morta, enquanto viaja através do mesmo túnel acaba não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante ele ou ela uma vez habitada, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente. É quase como um efeito cósmico vida após a morte boneca russa.

Vários mundos
Esta teoria-incutir esperança, mas extremamente controverso por Lanza tem muitos adeptos inconscientes, e não apenas meros mortais que querem viver para sempre, mas também alguns cientistas de renome. Estes são os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com a existência de mundos paralelos e que sugerem a possibilidade de universos múltiplos.  Multiverse  (multi-universo) é um conceito científico chamado, o que eles defendem. Eles acreditam que não existem leis físicas que proibiria a existência de mundos paralelos.
O primeiro foi um escritor de ficção científica HG Wells que proclamou em 1895 em sua história " The Door in the Wall " . E depois de 62 anos, essa idéia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente, postula que, em determinado momento, o universo se divide em inúmeros casos semelhantes. E no momento seguinte, esses universos "recém-nascidos" dividir de forma semelhante. Em alguns desses mundos que podem estar presentes: lendo este artigo em um universo, ou assistindo TV em outro.
O fator desencadeante para estes multiplyingworlds é nossas ações, explicou Everett. Se fizermos algumas escolhas, de imediato, um universo se divide em dois, com diferentes versões de resultados.
Na década de 1980, Andrei Linde, cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria dos universos múltiplos. Ele agora é um professor da Universidade de Stanford. Linde explicou: espaço consiste em muitas esferas de insuflar, que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores, e assim por diante até o infinito. No universo, eles são espaçados. Eles não estão cientes da existência um do outro. Mas eles representam partes de um mesmo universo físico.
O fato de que nosso universo não está sozinho é apoiada por dados recebidos do telescópio espacial Planck. Usando os dados, os cientistas criaram o mapa mais preciso do fundo em microondas, a chamada radiação cósmica de fundo relíquia, que se manteve desde o início do nosso universo. Eles também descobriram que o universo tem um monte de recantos escuros representados por alguns buracos e lacunas extensas.
Físico teórico Laura Mersini-Houghton do Norte Carolina University com seus colegas argumentam: as anomalias do fundo de microondas existir devido ao fato de que nosso universo é influenciado por outros universos existentes nas proximidades. E buracos e falhas são um resultado direto de ataques contra nós por universos vizinhos.
 
A explicação científica para a alma
Assim,  há abundância de lugares ou outros universos onde a nossa alma pudessem migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo-biocentrismo. Mas será que a alma existe? Existe alguma teoria científica da consciência que poderia acomodar tal afirmação? Segundo o Dr. Stuart Hameroff, uma experiência de quase-morte acontece quando a informação quântica que habita o sistema nervoso deixa o corpo e se dissipa no universo. Ao contrário do que contas materialistas de consciência, Dr. Hameroff oferece uma explicação alternativa de consciência que pode, talvez, apelar para a mente científica racional e intuições pessoais.
Consciência reside, de acordo com Stuart e físico britânico Sir Roger Penrose, nos microtúbulos das células cerebrais, que são os sítios primários de processamento quântico. Após a morte, esta informação é liberado de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele. Eles argumentaram que a nossa experiência de consciência é o resultado de efeitos da gravidade quântica nesses microtúbulos, uma teoria que eles batizaram redução objetiva orquestrada (Orch-OR).
 
A consciência é uma propriedade como o espaço e o tempo
 
A consciência, ou, pelo menos, proto-consciência é teorizado por eles para ser uma propriedade fundamental do universo, presente até mesmo no primeiro momento do universo durante o Big Bang. "Em um desses esquemas experiência consciente proto-é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com a atividade do cérebro."
Nossas almas são de fato construído a partir do próprio tecido do universo - e pode ter existido desde o início dos tempos. Nossos cérebros são apenas receptores e amplificadores para o proto-consciência que é intrínseco ao tecido do espaço-tempo. Então, há realmente uma parte de sua consciência que é imaterial e vai viver após a morte de seu corpo físico?
Dr Hameroff disse à Science Channel Através do documentário Wormhole: "Vamos dizer que o coração pára de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos perdem seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, ele só distribui e se dissipa ao universo como um todo ". Robert Lanza gostaria de acrescentar aqui que não só existem no universo, ele existe, talvez, em outro universo.
Se o paciente é ressuscitado, reviveu, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos eo paciente diz: "Eu tive uma experiência de quase morte" 
Ele acrescenta: "Se eles não estão revividos, e o paciente morre, é possível que esta informação quântica pode existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como uma alma."
Esta conta de consciência quântica explica coisas como experiências de quase-morte, projeção astral, experiências fora do corpo, e até mesmo  a reencarnação  sem a necessidade de recorrer a ideologia religiosa. A energia de sua consciência potencialmente é reciclado de volta em um corpo diferente em algum momento, e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade, e, possivelmente, em outro universo.
 
Fonte: http://www.spiritscienceandmetaphysics.com/scientists-claim-that-quantum-theory-proves-consciousness-moves-to-another-universe-at-death/

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Universo está a morrer lentamente - Energia radiada por galáxias é menor

Fotografia © NASA/JPL-Caltech
 
Energia gerada numa enorme zona do Universo próximo da Via Láctea é "cerca de metade da produzida há dois mil milhões de anos"
O Universo está a morrer lentamente, porque a energia produzida pelas galáxias é menor, em todos os comprimentos de onda de radiação, especifica um estudo hoje divulgado pelo Observatório Europeu do Sul (OES). Uma equipa internacional de astrónomos analisou perto de 200 mil galáxias e mediu a energia gerada numa enorme zona do Universo próximo da Via Láctea, onde se localiza a Terra.
Em comunicado, o OES, organização da qual Portugal faz parte, refere que o grupo confirmou que a energia gerada nesta zona, no Universo de hoje, é "cerca de metade da produzida há dois mil milhões de anos" e descobriu que "este desvanecimento ocorre em todos os comprimentos de onda" da radiação de luz, "desde o ultravioleta ao infravermelho longínquo", ambos invisíveis aos olhos.
O trabalho foi feito no âmbito do projeto Galaxy And Mass Assembly (GAMA), "o maior rastreio alguma vez realizado em múltiplos comprimentos de onda". "Usámos tantos telescópios terrestres e espaciais quantos os que nos foram possível [usar], para medir a produção de energia de cerca de 200.000 galáxias ao longo do maior intervalo de comprimentos de onda possível", afirmou Simon Driver, do Centro Internacional para a Investigação em Radioastronomia, na Austrália, que lidera a equipa do GAMA.
O Observatório Europeu do Sul assinala que o "declínio lento" do Universo "é conhecido desde o final da década de 1990", mas ressalva que a investigação, agora divulgada, "mostra que este processo está a acontecer em todos os comprimentos de onda, desde o ultravioleta ao infravermelho, representando assim a estimativa mais completa de produção de energia no Universo próximo".
Em 2004, um estudo determinou que o Universo podia ainda durar mais 30 mil milhões de anos do que se pensava, com base nas imagens de 42 supernovas (explosões de estrelas) captadas pelo telescópio espacial Hubble.
Há cerca de três anos, uma outra equipa internacional de astrónomos, liderada pelo português David Sobral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, concluiu que estão a formar-se 30 vezes menos estrelas do que há 11 mil milhões de anos.
O Universo tem quase 14 mil milhões de anos. Grande parte da sua energia - a das galáxias, das estrelas, dos buracos negros e a chamada energia escura, que continua a ser um mistério para os físicos, mas que representa mais de 70 por cento da composição do Universo - foi criada na sequência do Big Bang, uma espécie de explosão de partículas.
"Estamos numa época em que se formam poucas estrelas, e vão formar-se cada vez menos à medida que os anos passam. Mesmo que esperássemos um tempo infinito, o Universo nunca vai formar mais do que cinco por cento das estrelas que existem hoje", explicou David Sobral anteriormente à Lusa, acrescentando que a maioria das estrelas que existem, e vão existir, foi gerada no passado.
Segundo David Sobral, por o Universo estar em expansão acelerada, e ser cada vez mais difícil formar novas estrelas, é que ele pode estar a morrer, embora lentamente, porque, afinal de contas, "as estrelas vivem mesmo muito tempo".
O astrónomo Simon Driver adianta, citado no comunicado do OES, que "energia adicional está a ser constantemente criada pelas estrelas" à medida que estas fundem, por fusão nuclear, elementos químicos como o hidrogénio e o hélio.
A nova energia gerada, salienta, "é absorvida pela poeira à medida que viaja pela sua galáxia hospedeira, ou escapa para o espaço intergaláctico e viaja até atingir alguma coisa, como por exemplo outra estrela, um planeta ou, muito ocasionalmente, um espelho de telescópio".
A equipa de Driver vai apresentar hoje os resultados da sua investigação na XXIX Assembleia Geral da União Astronómica Internacional, em Honolulu, Havai, nos Estados Unidos. Para o seu trabalho, os astrónomos socorreram-se dos telescópios terrestres Vista e VST, do Observatório Europeu do Sul, no Chile, e espaciais GALEX e WISE, da agência espacial norte-americana NASA, e Herschel, da agência espacial europeia ESA.
O grupo pretende dar continuidade ao estudo, "mapeando a produção de energia ao longo de toda a história do Universo", com o auxílio daquele que é visto como o maior e o mais potente radiotelescópio do mundo, o Square Kilometre Array, que será construído na Austrália e na África do Sul, com participação portuguesa, da Universidade de Évora e do Instituto de Telecomunicações.
 
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4723940&page=-1

Flashes brilhantes booms sonoros e enxames de terremotos na Austrália

Algo está errado em Queensland e os australianos querem saber o que poderia ser a causa e que eles deveriam estar preocupados. O que está errado são flashes brilhantes misteriosas e booms altos inexplicáveis ​​na cidade de Bundaberg e uma série repentina de oito sismos atingindo até magnitude 5,7 em uma área concentrada de Queensland. O que está fazendo com que os flashes, lanças e terremotos? Ninguém sabe ao certo. Devem estar preocupado? A resposta a essa pergunta é sempre: "Sim!"
Os flashes brilhantes sobre Bundaberg ocorreu no dia 04 de agosto. Uma testemunha relatou que sua casa tremeu logo depois que ela ouviu um estrondo alto em cerca de 8:30. Ela descreveu-o como um "baque maçante" e foi para fora, onde ela viu um "grande incêndio" vindo da direção de Bundaberg. Outra testemunha viu um "clarão de luz" no céu do norte às 10:30, mas não ouvi nenhum booms. Polícia e bombeiros Autoridades locais não relataram incêndios ou ruídos estranhos. Algumas tochas queimadas foram encontrados nas proximidades, mas eles não poderiam ter causado o boom-agitando casa. Um porta-voz emAlloway Observatório disse que não havia nenhuma atividade de meteoros conhecida naquela noite e que é muito cedo para o meados de agosto de meteoros Perseidas chuveiro. Então, o que fez com que os flashes e lanças?
Bundaberg e Fraser Island em Queensland

Eles poderiam estar relacionados com o enxame de terremotos ? A concentração da actividade sísmica começou em 30 de julho em uma área 120 km (75 milhas) a leste de Fraser Island. O primeiro terremoto atingiu a 09:41 e registou uma magnitude de 5,3. Havia oito terremotos em menos de três dias, com o maior sendo uma magnitude 5.7 (equivalente a 15 bombas atômicas), na tarde de 01 de agosto. Isso é perto de recorde 6.0 terremoto de 1918 de Queensland.
Localização das chapas da Austrália e do Pacífico

Sismólogo Dr. Andrea Thom culpa os terremotos na colisão entre as placas da Austrália e do Pacífico e avisa provavelmente haverá mais. Estes terremotos costeiros podem causar tsunamis se que eles atinjam uma magnitude de 6.5. Isso, mais o fato de que enxames de terremotos são extremamente raros em Queensland é um motivo de séria preocupação.
Será que vai haver mais luzes misteriosas, booms inexplicáveis ​​e enxames raros de terremotos em Queensland? Alguém já verificou as margens de baleias encalhadas ou regaleco morto ?

Fonte: http://planetxnews.com/2015/08/08/bright-flashes-loud-booms-and-earthquake-swarms-in-australia/

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Chuva de Estrelas visível em Portugal

"Chuva de Estrelas" vis�vel em Portugal
Foto Rui Coutinho/ Arquivo Global Imagens
Chuva de meteoros é um fenómeno que se repete todos os anos
 
A chuva de meteoros das Perseidas poderá ser vista em Portugal, na noite de quarta-feira, e os portugueses são aconselhados a procurar um espaço sem luzes para observar o fenómeno, que se repete todos os anos.
"Visível, anualmente, a partir de meados de julho, entre os dias 17 julho e 24 de agosto", a chuva de meteoros, este ano, tem o seu pico a 13 de agosto, entre as 7.30 horas e as 10.00 horas, com cerca de 100 meteoros ou "estrelas cadentes" por hora, refere uma informação disponível no sítio na internet do Observatório Astronómico de Lisboa.
Embora, "infelizmente, não seja possível observar o seu máximo em Portugal", já que o fenómeno vai ocorrer durante o dia, a observação "será ainda bastante favorável durante a noite de 12 para 13 de agosto, a partir das 23.00 horas, quando a constelação de Perseu aparecer acima do horizonte, a nordeste, e durante a madrugada de quinta-feira", explica a entidade.
O Observatório Astronómico de Santana, nos Açores, anunciou que vai permitir, na noite de quarta-feira, acompanhar a chuva de meteoros das Perseidas e abrirá as portas a todos aqueles que queiram observar o fenómeno num espaço que reúne as condições apropriadas para esta atividade.
A lua também ajuda à observação da chuva de meteoros, acrescenta o observatório de Lisboa, já que "estará na fase de Lua Nova", na sexta-feira.
Os admiradores destes fenómenos no céu não vão necessitar da ajuda de qualquer material específico para a observação e são aconselhados pelos especialistas a ir para o campo, para uma área sem a influência das luzes das cidades.
"Se o céu se apresentar límpido, teremos uma maravilhosa visão do céu, ver-se-á Saturno (mesmo na constelação de Balança) e as maravilhosas constelações de verão já aparecerão em todo seu esplendor: Lira, Cisne, Águia, Escorpião", esclarece o observatório de Lisboa, lembrando que a chuva de meteoros não tem a mesma intensidade todos os anos, nem é vista da mesma maneira em todos os locais da Terra.
As Perseidas são uma "chuva de estrelas" resultante da passagem da Terra, na sua órbita à volta do Sol, perto dos detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle.
Todos os anos, por esta altura, a Terra cruza a órbita do cometa, atravessando zonas onde permanecem esses detritos. A última passagem do cometa junto à órbita da Terra ocorreu em 1992.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/interior.aspx?content_id=4723556&page=2

Cientistas não confirmam planeta rochoso em Alpha Centauro

Alpha Centauro BB
Em 2012, uma equipe de astrônomos europeus anunciou a existência de um novo planeta a apenas 4.3 anos-luz da Terra, mas até agora não foram encontradas evidências concretas da sua existência. Afinal, o que está acontecendo em Alpha Centauro?
Vista a olho nu, a estrela Alpha da constelação do Centauro é apenas um ponto brilhante no céu, mas observada através de telescópio, mesmo de pequeno porte, é possível observar mais uma estrela próxima. Juntas, formam um sistema estelar binário onde Alpha Centauro A e Alpha Centauro B orbitam uma ao redor da outra a cada 80 anos.
No entanto, se observarmos através de telescópios poderosos veremos que esse sistema possui ainda mais uma estrela - Alpha Centauro C - que leva cerca de 1 milhão de anos para orbitar as outras duas.
Em 2012, após cinco anos de pesquisa, uma equipe de cientistas ligados a diversas instituições europeias, em especial ao Observatório de Genebra, anunciou a possibilidade de que um planeta poderia estar orbitando a estrela Alpha Centauro B.
A afirmação estava baseada nas medições de velocidade radial da estrela, uma técnica usada pelos astrofísicos que analisa a forma como a força gravitacional de um planeta faz oscilar a estrela a ele qual orbita. Em outras palavras, estudando o "puxão" que o planeta dá em sua estrela.
Naquela ocasião, os astrônomos fizeram 495 observações e concluíram que as oscilações observadas em Alpha Centauro B estavam sendo provocadas por um planeta rochoso, batizado de Alpha Centauro Bb.
O problema é que as medições feitas na ocasião não eram conclusivas e diversos institutos passaram a observar a luz emitida por Alpha Centauro B, na esperança de que a passagem do suposto planeta na frente do disco estelar fizesse diminuir a quantidade de fótons captados pelos instrumentos, o que confirmaria a presença de um objeto em sua orbita.
Durante 2013 e 2014, a equipe do cientista Brice-Oliver Demory, da Universidade de Cambridge, observou sistematicamente a estrela Alpha Centauro B e o resultado não foi nada animador.
Segundo Demory, os dados coletados em 2013 mostraram possíveis sinais de um trânsito planetário, mas pareceu durar mais tempo do que o esperado. Além disso, a validade estatística do sinal desapareceu quando combinado com os dados de 2014. Para Demory, isso não significa que Bb não esteja lá, mas que possa ser impossível de vê-lo da Terra.
"Isso nos deixa com um quebra-cabeça a ser resolvido, pois não temos certeza sobre o que causou o possível trânsito registrado em 2013", explicou Demory, que também descartou a hipótese de interferência óptica provocada por Alpha Centauro A.
No entender dos pesquisadores, a única explicação que resta é que há de fato um planeta no sistema, provavelmente similar à Terra e com um ano não superior a 20,4 dias, mas que ainda não foi possível de ser observado ou detectado de forma inequívoca, uma espécie de planeta-x, mas de outro Sistema Solar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?tit=Cientistas_nao_confirmam_planeta_rochoso_em_Alpha_Centauro&posic=dat_20150330-104452.inc          

Afinal o que existe no lado oculto da Lua ?

Lado escuro da Lua
Recentemente, uma impressionante animação feita pela NASA mostrou a Lua de uma perspectiva bastante diferente. A cena revelava a face oculta do nosso satélite e imediatamente gerou uma série de dúvidas. Afinal, o que existe na face escura da Lua?
Ao olharmos para a Lua, sempre vemos as mesmas crateras, mares e montanhas e devido às características orbitais do sistema Terra-Lua, seu outro lado nunca está visível. Isso é um fato, mas não se pode dizer que este lado não seja conhecido. Luna 3
A primeira vez que o "lado escuro" da Lua foi visitado ocorreu em 7 de Outubro de 1959, quando a sonda soviética LUNA 3 passou a apenas 64 mil km de altitude da superfície oculta. Durante a aproximação, a nave fez 29 fotos em papel fotográfico, que foram reveladas dentro de um pequeno laboratório dentro da própria nave. As fotos foram transmitidas à Terra 11 dias depois, através de transmissão analógica similar ao fac-símile (fax). Depois da Luna 3, diversas sondas observaram a face oculta do nosso satélite, o que ajudou a compor os modernos mapas lunares usados atualmente.
O que tem na face oculta da Lua?A primeira diferença mais destacada entre as faces visível e oculta da Lua é com relação aos mares, que se encontram quase exclusivamente na face visível, cobrindo cerca 31% da superfície. Na face oculta eles não chegam nem a 2% da superfície.
Ainda não se tem certeza sobre o motivo de tanta diferença, mas se acredita que seja devido à concentração de elementos produtores de calor na face visível, fato observado em mapas geoquímicos obtidos através de espectrômetros de raios gama. De acordo com especialistas, isso poderia ter provocado o aquecimento, fusão parcial, subida à superfície e consequente erupção do manto inferior. A face oculta tem menos crateras também, o que colabora para uma altitude média 1.9 km superior à face visível. Dentre as poucas feições que se destacam temos o Mar de Moscou, com 277 km e diâmetro e a cratera de impacto Jackson, com 71 km de diâmetro e que lembra muito a cratera Tycho, no lado visível. Vale lembrar que embora a face oculta não seja visível, ela não é escura como muitos pensam. A face oculta recebe a luz solar da mesma forma que a face visível, uma vez a cada dia lunar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Conhecimento_afinal_o_que_existe_no_lado_oculto_da_Lua_&posic=dat_20150807-094303.inc

Forte terremoto sacode Ilhas Salomão a 172 km de Dadali

Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 6.9 pontos de magnitude ocorrido s Ilhas Salomão, 172 km a sudoeste de Dadali as 01h12 pelo horário de Brasília (10/08/2015). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 10 km de profundidade, sob as coordenadas 9.3S e 58.1E . O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.
Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.
Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Ilhas_Salomao_a_172_km_de_Dadali&posic=dat_20150810-013107.inc

Perigo em órbita - O acentuar do problema do lixo espacial.

Aumento na quantidade de detritos na órbita da Terra ameaça satélites e estações espaciais
Em 2014, a ISS (Estação Espacial Internacional) teve de mudar de lugar três vezes para escapar de pedaços letais de detritos espaciais, que também ameaçam satélites cruciais --e caros-- atualmente em órbita.
Mas, qual é o real tamanho do problema do lixo espacial, e o que podemos fazer a respeito?
Quarente e cinco anos atrás, Ernst Stuhlinger, então membro da diretoria de ciência no Centro de Voo Espacial Marshall, da Nasa (agência espacial americana), foi questionado por Mary Jucunda, uma freira baseada na Zâmbia, sobre por que gastar bilhões de dólares em voos espaciais enquanto muitas crianças passam fome na Terra.
A resposta de Stuhlinger é, ainda hoje, uma poderosa justificativa para os custos associados às pesquisas espaciais.
"Certamente não é por acaso que começamos a ver enormes tarefas esperando por nós em uma época na qual a jovem era espacial nos forneceu o primeiro bom olhar sobre nosso próprio planeta", afirmou.
"Felizmente a era especial não só mostra um espelho com o qual podemos ver nós mesmos, mas fornece também as tecnologias, o desafio, a motivação e até mesmo o otimismo para assumir essas tarefas com confiança."
Desde então, a evolução da infraestrutura espacial vem colaborando para combater problemas globais de saúde, fome, pobreza, educação, segurança elétrica, mudança climática e a reduzir riscos de desastres.
Sendo assim, não há dúvida de que a humanidade está usando o "espelho" de Stuhlinger para enfrentar muitos dos seus principais desafios.
Infelizmente, o ambiente espacial também tem sido afetado pelos efeitos de uma dependência cada vez maior de satélites e da antiga crença de que "o espaço é grande".
Os mais de 5.000 lançamentos desde o início da era espacial, cada um deles levando satélites para observação do planeta ou comunicações, por exemplo, fizeram a órbita terrestre se tornar cada vez mais congestionada e disputada.
Neste momento, a Rede de Vigilância Espacial dos EUA está mapeando dezenas de milhares de objetos maiores que uma bola de tênis orbitando sobre nós. A suspeita é de que existam 100 milhões de detritos com tamanho superior a um milímetro.
Como orbitam muito rápido (27 mil mph), cada um desses objetos tem potencial para danificar ou destruir os satélites dos quais tanto dependemos.

Conjunção vermelha

Provavelmente, os sintomas mais visíveis do problema do lixo espacial são as regulares manobras realizadas pela Estação Espacial Internacional para evitar colisões e o alarmante aumento no número de vezes em que seus ocupantes precisam buscar proteção porque um detrito foi detectado tarde demais para escapar dele.
Os sistemas da ISS responsáveis por recursos vitais aos astronautas são também sua principal vulnerabilidade em caso de impacto com o lixo espacial --um módulo pressurizado em um vácuo pode se comportar como um balão se furado.
A recente "conjunção vermelha" (quando um detrito chega tão perto que passa a ser uma ameaça para a estação espacial) envolvendo um fragmento de um satélite russo, em 17 de julho, foi outra demonstração do aumento dos riscos causados pelo lixo espacial.
Graças ao filme Gravidade, que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz a Sandra Bullock, podemos agora imaginar a apreensão que deve ser sentida pelos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional quando recebem um alerta de "conjunção vermelha".
Apesar dessas ocorrências, a estação orbita hoje em uma altitude na qual o número de detritos é relativamente pequeno.
Em altitudes maiores, a quantidade de lixo espacial cresce substancialmente, embora apenas naves robóticas estejam expostas por lá. Estão nessa condição, porém, alguns dos satélites mais importantes para entender nosso planeta.
Por causa desse congestionamento, cresce a possibilidade de o lixo espacial se tornar autossustentável. Isso porque mais detritos podem ser criados por colisões do que removidos pela queda natural, ou seja, ao serem arrastados pela atmosfera.
Já tivemos experiências assim: em fevereiro de 2009, dois satélites relativamente pequenos colidiram sobre a Sibéria, criando cerca de 2.000 novos fragmentos que puderam ser rastreados. Muitos deles orbitam até hoje e regularmente passam perto de outros satélites.
 
A síndrome de Kessler

A ocorrência de colisões autossustentáveis é algo que o filme Gravidade também mostrou. Apelidado de síndrome de Kessler em homenagem ao cientista Don Kessler, da Nasa, que identificou e descreveu o processo com Burton Cour-Palais em 1978, tal cenário é uma verdadeira --embora às vezes exagerada-- possibilidade.
O temor do crescimento incontrolável da quantidade de lixo espacial e a da perda de satélites-chave que permitem chamar a atenção para problemas da humanidade levaram cientistas a procurar maneiras de retirar esses detritos do espaço. Se conseguirmos remover os mais problemáticos, poderemos parar ou mesmo prevenir a síndrome de Kessler.
Essa não é uma tarefa fácil, já que requere novas tecnologias, potencialmente novas leis e --crucialmente-- investimento financeiro. A Agência Espacial Europeia (Esa) está assumindo a liderança desse processo com uma missão chamada "e.Deorbit", que tem o objetivo de tirar do espaço um grande satélite europeu.
A missão é ambiciosa: várias tecnologias têm sido desenvolvidas e avaliadas, incluindo uma solução baseada em uma espécie de arpão proposta por engenheiros britânicos da Airbus Defense and Space (divisão responsável por produtos destinados a serviços de defesa e aeroespaciais).
Não é algo sem riscos, mas um resultado bem-sucedido vai certamente mostrar ao mundo que há uma solução técnica para o problema do lixo espacial, mesmo que as questões políticas, legais e financeiras ainda não tenham sido resolvidas.
A missão e.Deorbit enfrentará obstáculos-chave em 2016: a revisão dos sistemas necessários e o encontro do Conselho Ministerial da Esa, onde a aprovação (e o financiamento) para prosseguir com a missão será debatido.

Pequenos satélites são o futuro?

No contexto do avanço do problema dos detritos está uma espécie de renovação. O que era um domínio principalmente de governos e agências espaciais, com seus grandes e multibilionários satélites, agora começa a ser alvo de uma indústria emergente que está revolucionando o uso do espaço.
Companhias pequenas e startups, em particular, estão mostrando que poucos recursos não necessariamente significam pequenas ambições. Um exemplo é Planet Labs, de San Francisco, nos EUA, que está usando "cubesats" --acrônimo que junta as palavras "cube" (cubo) e "satellite" (satélite)-- para redefinir o mercado de imagens da Terra.
Seus satélites Dove (pombo, em tradução livre do inglês) são menores que uma pasta de documentos e têm a capacidade de produzir imagens em alta resolução do planeta para múltiplos propósitos.
Com os planos de outras empresas, como SpaceX e OneWeb, de desenvolver uma grande constelação de pequenos satélites de baixo custo, há uma certa preocupação entre as agências espaciais sobre as consequências a longo prazo da onipresente e rápida comercialização do espaço.
O receio maior está, em particular, no abrupto crescimento do número de satélites na órbita a Terra, o que pode aumentar substancialmente a necessidade de manobras para evitar colisões e acelerar o início da síndrome de Kessler.

'Problema super-perverso'

Em 2014, Brian Weeden, consultor técnico da Secure World Foundation, descreveu o lixo espacial como um "problema superperverso".
Tais problemas, explicou, são particularmente desafiadores porque envolvem uma luta contra o tempo; não há uma autoridade central fornecendo orientação ou suporte, aqueles que estão tentando resolver a questão também são sua causa e as buscas por soluções são deixadas para as gerações futuras.
O primeiro e crítico passo no combate a "problemas superperversos" é expandir o grupo de pessoas que apoiam medidas de redução do risco. De fato, há sinais encorajadores de que os novos e velhos atores espaciais entendem a necessidade de mitigar os impactos negativos de suas atividades orbitais e limitar as consequências para os outros usuários.
Muitas companhias, incluindo a Planet Labs e a OnWeb, têm afirmado publicamente seu compromisso em enfrentar o problema do lixo espacial. No entanto, muito trabalho ainda é necessário para entender inteiramente a questão, desenvolver tecnologias (como o e.Deorbit), remover barreiras legais e políticas e aumentar a consciência. A síndrome de Kessler ainda é uma ameaça presente.
A era especial têm permitido soluções para alguns dos principais desafios da humanidade, como Ernst Stuhlinger descreveu em sua carta para a irmã Mary Jucunda. Também tem segurado um espelho e nos mostrado que o desrespeito contínuo com o ambiente espacial certamente irá afetar nossa habilidade em entregar essas soluções, com potenciais consequências para milhões de pessoas.
Hugh Lewis é conferencista sênior em engenharia aeroespacial na Universidade de Southampton, na Inglaterra. É também membro da delegação da Agência Espacial do Reino Unido no Comitê Interagência de Coordenação de Detritos Espaciais e integrante da delegação britânica para o Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Sideral.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/perigo-em-orbita-o-avanco-do-problema-do-lixo-espacial1439134316.html

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Fenda pode mudar para sempre o formato da Terra

Podemos não notar diariamente, mas a Terra está em constante transformação. Umas menores e outras bem significativas. Como a que pode, segundo especialistas, acontecer em breve na África — continente, que pode ganhar um novo oceano.
Uma fenda de cerca de 56 quilômetros se abriu no deserto da Etiópia e geólogos acreditam que lá pode surgir um novo oceano. Aberta após a erupção de um vulcão subterrâneo, a rachadura gigante divide especialistas até o momento.
Alguns geólogos consideram que a fenda é jovem demais para se estipular que ela poderá causar um efeito de tamanha magnitude. Outro grupo, porém, cita as placas tectônicas da África e da Arábia, que fica no deserto de Afar, vêm se separando ao longo dos últimos 30 milhões de anos para basear a teoria.
A questão, no final das contas, é que dificilmente esse novo oceano seria presenciado em breve. Os especialistas que defendem a tese afirmam que a nova formação aconteceria apenas em 10 milhões de anos, dividindo a África em dois continentes.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/fenda-pode-mudar-o-formato-da-terra-para-sempre1438890367.html

Anel no espaço é o maior objeto do universo

Os cientistas  encontraram a maior COISA no universo - um vasto e misterioso "ANEL", cinco bilhões de anos-luz de diâmetro.
É tão grande que os investigadores não têm ideia de por que ele exista - e contradiz todos os modelos atuais do universo.
O vasto, misterioso objeto é uma reminiscência dos anéis de Halo na ciência hit série de jogos de ficção.
O anel de nove vastas, explosões cataclísmicas é cerca de sete bilhões de anos-luz da Terra e abrange uma área de céu mais de 70 vezes o diâmetro da Lua cheia.
Cada uma das explosões de raios gama (GRBs) libera tanta energia em poucos segundos como o Sol vai fazer durante sua vida útil de 10 bilhões de anos.
GRBs, os eventos mais luminosos do universo, são pensados ​​para ser o resultado de estrelas massivas em colapso em buracos negros.
Ele desafia as teorias atuais sobre a composição do universo, que define um limite teórico de 1,2 bilhões de anos-luz para as maiores estruturas.
Professor Lajos Balazs, do Observatório Konkoly em Budapeste, Hungria, que liderou as observações, disse: "Se estivermos certos, esta estrutura contradiz os modelos atuais do universo. Foi uma grande surpresa para encontrar algo tão grande - e nós ainda não entendemos muito bem como ele veio a existir em tudo ".
A equipe agora quer estabelecer se os processos conhecidos de formação de galáxias e estrutura de grande escala poderia ter levado à criação do anel. Se esta condição não for o caso, os astrônomos vão ter de rever radicalmente as suas teorias sobre a evolução do universo.
A pesquisa é publicada no jornal Monthly Notices da Royal Astronomical Society.
 
Fonte:http://metro.co.uk

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Forte terremoto de magnitude 5.7 abala Chiapas - México

Un fuerte terremoto de magnitud 6,3 sacude Chiapas, México
O Serviço Sismológico Nacional de México registrou um importante tremor sísmico a uns 16 quilômetros da cidade de Tonalá, no estado sulista de Chiapas.

O organismo especificou que o movimento telúrico se produziu a uma profundidade de aproximadamente 100 quilômetros. As autoridades ativaram a monitoração em todo estado para abordar os danos que podem ter sido produzido e recomendam manter a calma ante possíveis réplicas.l Servicio Geológico de EE.UU. determinou que o sismo teve uma magnitude de 5,7. Inicialmente os sismólogos mexicanos estimaram a magnitude do tremor em 6,3 graus, porém minutos depois realizaram o ajuste.

Os leitores de RT através de Twitter qualificam a sacudida inicial de "muy fuerte" e asseguram que durou bastante.

Fonte: http://actualidad.rt.com

Furacão - As intrigantes cores da Grande Mancha Vermelha de Júpiter

Grande Mancha Vermelha
Aqui na Terra, os maiores furacões raramente atingem 2 mil quilômetros de diâmetro, mas em Júpiter as coisas são bem diferentes. Lá, uma grande e antiga tempestade tem duas vezes o tamanho da Terra e suas cores ainda intrigam os pesquisadores.
Batizada de Grande Mancha Vermelha, ou GMV, a tormenta é a mais importante feição do planeta. É uma espécie de redemoinho de gás que gira descontroladamente há pelo menos 150 anos e produzem ventos que ultrapassam 600 km/h.
Desde que o Homem começou a olhar para Júpiter através de telescópios, por volta de 1600, já havia a notícia da existência de uma grande mancha espiral em sua superfície, embora não esteja claro se era a mesma tormenta.
Atualmente, os cientistas sabem que a GMV está lá, firme e forte, mas os mecanismos que geram essa tempestade e suas cores avermelhadas ainda não são perfeitamente conhecidos.

Turbilhão de cores

Compreender a GMV não é fácil e a culpa é das próprias características de Júpiter.
O planeta é mil vezes maior do que a Terra e é composto principalmente de gás. Em seu interior, um oceano de hidrogênio líquido envolve o núcleo enquanto sua a atmosfera é composta principalmente de hidrogênio e hélio. 
Detalhes da Grande Mancha Vermelha
Isso significa que - diferentemente da Terra - em Júpiter não há qualquer porção de terra firme que possa enfraquecer as tempestades. Além disso, as nuvens de Júpiter obstruem a observação clara de sua atmosfera inferior.
Entretanto, enquanto alguns estudos tentam conhecer essa atmosfera mais baixa, a observação da GMV só pode ser feita por telescópios ou sondas que enxergam a feição a partir de cima da atmosfera.
Alguns trabalhos sugerem que as nuvens da alta atmosfera jupteriana consistem de amônia, hydrosulfido de amônia e de água, mas os cientistas não sabem exatamente como (ou se) estes produtos químicos reagem para formar as cores como as da Grande Mancha Vermelha, principalmente porque estes compostos representam apenas uma pequena parte da atmosfera.
"Isso é o que torna tão difícil descobrir exatamente o que cria as cores que vemos", disse a pesquisadora Amy Simon, especialista em atmosferas planetárias junto Goddard Space Flight Center, da NASA.
Junto a Amy, os cientistas Mark Loeffler e Reggie Hudson vêm realizando estudos de laboratório para investigar se os raios cósmicos, um tipo de radiação de alta energia que atinge nuvens de Júpiter, podem alterar quimicamente o hydrosulfido de amônia para produzir novos compostos que poderiam explicar a cor das nuvens.
O experimento consiste em aquecer sulfeto de hidrogênio e amônia juntos e em seguida bombardea-los com partículas carregadas semelhantes aos raios cósmicos que impactam nuvens de Júpiter, com o objetivo de identificar as novas substâncias formadas quando o hydrosulfido de amônia é irradiado.
"Recentemente nós finalizamos a identificação desses novos produtos e agora estamos tentando correlacionar o que já descobrimos com as cores observadas em Júpiter", disse Loeffler.

Consequências

Compreender a Grande Mancha Vermelha pode ajudar os cientistas a entender melhor o sistema climático da Terra e também melhorar o entendimento sobre os planetas além do nosso sistema solar.
"Se você só olhar somente para a luz refletida de um planeta extrassolar, você não vai ser capaz de dizer com 100% de certeza do que ele é feito, mas se olharmos para o maior número possível de casos diferentes em nosso próprio sistema solar poderemos aplicar esse conhecimento para descobrir a composição desses mundos extrassolares", disse Amy Simon.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Furacao_as_intrigantes_cores_da_Grande_Mancha_Vermelha_de_Jupiter&posic=dat_20150805-102021.inc

Astronauta captura imagem espectacular de alinhamento planetário no espaço

Crédito da foto: A arte abstrata ou instantâneo astral? Scott Kelly / Twitter.
 
Estes três pontos de luz e de cor oscilante em meio a escuridão pode parecer ser a arte abstrata, mas eles são realmente corpos planetários bastante familiares.
Esta imagem postada no Twitter no mês passado pelo comandante Scott Kelly a bordo da Estação Espacial Internacional mostra a Terra, a Lua, Vênus e Júpiter em perto de alinhamento de curva para o ponto mais brilhante.
Scott Kelly faz parte de da NASA Mission One-Year , um projeto de pesquisa para estudar os efeitos mentais e físicos do voo espacial de longa duração. A partir de março deste ano, as diferenças que um ano no espaço tem sobre o corpo em comparação com um ano na Terra serão examinados entre Kelly e seu irmão gêmeo idêntico, Mark , através da realização de vários experimentos fisiológicos sobre os irmãos.
 
Fonte:http://www.iflscience.com

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A medida do Universo

O que um neutrino, árvores, catedrais da Europa, o Alaska, o Sistema Solar e a nossa galáxia têm em comum? Muita coisa. A começar que essas e muitas outras coisas são mencionadas no livro “A Medida do Universo” (The Measure of the Universe), editado no Brasil pela “Livraria Francisco Alves Editora S.A.”. Obra-prima que explica com relações e comparações o quão pequenos e grandes nós somos. Mostra como pode existir um universo (de verdade) numa simples célula e como nossa própria galáxia de mais de 200 bilhões de estrelas, é um grão de areia no Universo.
Nesse livro você aprende de tudo, porque para explicar as distâncias, por exemplo, Asimov compara diversos “objetos” desde animais até estrelas e galáxias. Vai do menor elemento conhecido até o maior, explicando o porque de tudo o que é comparado. Uma obra esplendorosa que numa primeira olhada parece um livro de matemática, com suas distâncias e tamanhos, mas que quando você se aprofunda, vê que é um livro que aborda muitos assuntos, como história, biologia, astronomia, física, química, por exemplo, e até um pouquinho de matemática.
 
Os tópicos envolvidos se desenvolvem para tamanhos menores e maiores que o ser humano:
 
A Escada de Comprimento.
A Escada de Área.
A Escada de Volume.
A Escada de Massa.
A Escada de Densidade.
A Escada de Pressão.
A Escada de Tempo.
A Escada de Velocidade.
A Escada de Temperatura.
 
O livro tem 371 páginas e só é encontrado no Brasil em sebos. Repetindo a dica que já passei em outro artigo, procure por “sebos” no Google que você vai achar vários sebos on-line com muitos livros de Asimov à venda.
 
 Fonte:https://isaacasimov.wordpress.com

Fotos mostram Estação Espacial a passar em frente à Lua

Foto mostra Estação Espacial Internacional (pequena mancha escura no centro) a passar em frente à Lua
Montagem com 9 frames mostra o movimento de Estação Espacial Internacional em frente à Lua
As imagens foram captadas no domingo
Seis astronautas estão a bordo da estação espacial

Fonte: http://www.jn.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=4715260

Estranha formação em Marte levanta debate entre internautas

Superfície de Marte
Uma foto divulgada pela Nasa da superfície de Marte levantou intenso debate nas redes sociais durante o fim de semana. Ela mostra uma formação rochosa, mas em um dos cantos ela aparenta ter uma caverna, e com uma espécie de animal na entrada. Veja o detalhe:
Para os internautas, trata-se de uma imensa “aranha marciana”, uma espécie de caranguejo ou um “monstro espaguete”, mas o astrônomo Seth Shostak, diretor do SETI Research, encerrou as especulações: é uma formação natural bastante comum em Marte.

“Aqueles que me mandam essas imagens estão sempre empolgados, dizendo terem encontrado algo que não seria esperado na superfície oxidada e poeirenta do planeta vermelho”, disse o astrônomo, em e-mail para o Huffington Post, destacando ver formações semelhantes ao menos uma vez por semana. “Normalmente é uma espécie animal, mas, de vez em quando, eles apontam objetos ainda mais estranhos, como peças de automóveis. Talvez eles pensem que existam carros em Marte”.

Segundo Shostak, esses debates acontecem por causa do fenômeno de pareidolia, uma habilidade do cérebro de buscar significados para objetos aleatórios. Como enxergar animais em nuvens.
“Reconhecer um caranguejo em uma paisagem com rochas moldadas pela erosão não é mais surpreendente, nem mais significante, que ver um rosto piscando em um ponto e vírgula seguido por um parêntese :)”, disse o pesquisador.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/08/04/estranha-formacao-em-marte-levanta-debate-entre-internautas/

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O que aconteceria se a Terra parasse de girar ?

Dia e noite, inverno e verão. As diferenças entre as estações e períodos do dia são possíveis graças a dois movimentos dos quais ouvimos falar lá nos tempos de escola: rotação e translação. Você pode não se lembrar com muitos detalhes, mas eles são essenciais para que a vida na Terra seja garantida.
(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)
 
Mas será que eles são tão importantes assim? O Tecmundo traz a resposta neste artigo, criado para mostrar tudo o que aconteceria com o planeta caso algum dia os movimentos fossem simplesmente interrompidos. Você está preparado para saber das catástrofes? Então pegue seus casacos, suas roupas de banho e seus capacetes. Não entendeu? Isso já vai mudar.
 
Desaceleração do planeta
 
Caso a Terra parasse de girar, provavelmente o processo seria realizado de maneira gradativa. Por essa razão, demoraria um pouco até que percebêssemos a desaceleração. Os primeiros sintomas a serem percebidos seriam os prolongamentos de dias e noites. De pouco em pouco, os períodos de luz e escuridão começariam a ser cada vez maiores, até que o planeta parasse totalmente.
 
Quando isso acontecesse, os dias e noites não seriam mais controlados pelo movimento de rotação da Terra (o que faz o planeta girar sobre seu próprio eixo), mas sim pelo da translação (movimentação orbital, em torno do Sol). Isso significaria que dias e noites teriam cerca de 6 meses cada, de forma parecida com o que atualmente ocorre nos polos.
 
Em caso de uma freada brusca
 
Havendo uma paralisação mais brusca, em que a Terra realmente parasse de uma hora para outra, os danos causados ao planeta não seriam apenas percebidos em longo prazo. Como a velocidade de rotação é de cerca de 900 km/h, uma “freada” faria com que o planeta inteiro fosse jogado para frente.
Imagine um carro percorrendo uma linha reta a 60 km/h e parando de repente. Os passageiros seriam jogados para frente, não é mesmo? O mesmo aconteceria com a Terra, mas em vez de apenas as pessoas serem lançadas, prédios e outras construções seriam derrubados, causando destruição por todos os lugares.
(Fonte da imagem: Reprodução/Gabriel - Flickr)
 
Da mesma maneira que acontece com os terremotos, a destruição gerada por esse tipo de desastre iria muito além dos desabamentos. Ondas gigantes, incêndios e seus respectivos efeitos colaterais poderiam ser vistos em escala global.
 
Dias e noites polares
 
Como já dissemos, os dias e noites seriam controlados pelas voltas da Terra em torno do Sol, fazendo com que só anoitecesse uma vez por ano. O mesmo aconteceria com as manhãs, que demorariam 12 meses para se repetirem. Com cada período durando seis meses, você já deve imaginar o que aconteceria com vegetações e animais.
 
Luz ou escuridão: escolha a sua morte
 
Os ecossistemas existentes nos continentes são muito diferentes dos presentes nos polos. Por essa razão, não seria possível garantir a sobrevivência das espécies que, hoje, habitam por aqui. Com seis meses de luz e seis meses de escuridão, o planeta Terra veria o fim de todas as espécies animais e vegetais (com raras exceções das fossas abissais), por excesso de calor ou de frio.
Você pode estar se perguntando: “Mas como existem animais nas regiões polares?”. A resposta é simples: angulação. Os raios solares incidem nos polos com muito menos potência do que os que atingem zonas tropicais, por exemplo. Imagine como seria passar 180 dias com o sol do meio-dia na cabeça. Muito pior do que o sol das seis da tarde, não?
(Fonte da imagem: Reprodução/Sibley Hunter - Flickr)
 
Queimadas constantes fariam com que as florestas fossem destruídas, assim como plantações e outros tipos de cultura vegetal. Com isso, a alimentação dos seres humanos e também a produção de rações seriam afetadas completamente. Nós não poderíamos comer vegetais (pela inexistência num primeiro momento) e nem animais (que também acabariam sucumbindo à fome).
Do outro lado do planeta, na escuridão, os problemas também seriam relacionados à alimentação. Sem luz, vegetais não poderiam se desenvolver e as consequências seriam as mesmas: animais desnutridos e humanos sem comida de nenhum tipo.
 
O fim da raça humana?
 
Alguém sobreviveria se a Terra parasse de girar? Segundo a NASA, as pessoas que vivem nos polos do planeta seriam “poupadas pelo apocalipse”, pois para elas os dias continuariam sendo iguais. Apenas seriam afetadas pela já explicada “freada brusca”, que poderia fazer com que as geleiras se desprendessem, por exemplo.
Para muitos, seria o Apocalipse. (O Apocalipse; Pintado por Matthias Gerung)
 
Com exceção das populações polares e seus respectivos animais, vegetais e algas, pouca vida sobraria no planeta. Aos poucos, a inanição seria responsável pelo aniquilamento da raça humana. E se muitas pessoas tentassem fugir para os polos, os ecossistemas seriam desequilibrados, o que causaria ainda mais problemas para o planeta.
 
Isso já está acontecendo
 
Há diversas teorias que apontam para a influência das marés na desaceleração da rotação da Terra. Segundo muitos físicos (como mostra o site do Instituto Newton de Ciências, dos EUA), a cada 100 anos a Terra perde velocidade suficiente para que os dias fiquem meio segundo mais longos.
Isso significa que, até os dias ficarem uma hora mais longos, será necessário que a Terra passe por mais 120 mil anos. Como você pode perceber, o processo está acontecendo de uma maneira muito lenta.
Lembre-se: todas as informações mostradas neste texto são baseadas em artigos científicos. Mesmo sabendo de todas as possíveis consequências, pesquisadores especializados afirmam também que uma parada repentina do planeta é praticamente impossível. 
 
Fonte: http://www.tecmundo.com.br

domingo, 2 de agosto de 2015

Registo solar mostra labaredas de 45 mil km de altura

Sol em h-alpha
Nesta cena, maravilhosas proeminências são vistas saltando do limbo da estrela, a maior delas, à esquerda, tem cerca de 45 mil km de altura. Em poucas horas a feição deverá desmoronar sobre a superfície solar na forma de uma escaldante chuva e plasma.

A cena foi registrada em 01 de agosto de 2015 às 09h30 BRT a partir do observatório Solar Apolo11, localizado em Vila Mariana, São Paulo.

A imagem foi capturada com telescópio especial, capaz de filtrar apenas o comprimento de onda H-alpha, emitido no topo da cromosfera da estrela.

Para o registro foram capturados 300 frames da superfície solar e outros 100 frames para as proeminências da borda. Depois de capturados os frames são empilhados separadamente para aumentar os detalhes de cada região. Em seguida são sobrepostos, formando uma única cena.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Registro_solar_mostra_labaredas_de_45_mil_km_de_altura&posic=dat_20150801-114749.inc          

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...