quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Eclipse lunar total em 27 e 28 deste mês - Quarta Lua de Sangue

Nos Estados Unidos, no Canadá, na América Central e América do Sul, esta Eclipse Lunar Total terá início na noite de 27 de Setembro de 2015. Na Europa, Sudeste Asiático, África, no Ártico e no Oceano Pacífico, Atlântico e Índico, começa em 28 de Setembro de 2015. Durante cerca de 1 horas e 12 minutos, esta Lua de sangue será totalmente eclipsado.
Como Acontece:
 
A lua não tem luz própria, mas brilha porque sua superfície reflete os raios do Sol. Eclipses da Lua ocorrem quando o sol, a Terra e a lua estão alinhados de forma exata ou quase uma linha reta. 
O termo técnico para isso é syzygy, que vem da palavra grega para serem emparelhados. 
Por que razão   Eclipses Lunar Total acontecem? Durante um eclipse lunar total, o Sol, a Terra e a lua formam uma linha reta. 
A Terra bloqueia qualquer luz solar direta de chegar a Lua. O sol está por trás da Terra, assim a luz do Sol lança a sombra da terra sobre a Lua. 
Essa sombra cobre toda a Lua e faz com que tenha um eclipse lunar total. 

Fonte:http://www.timeanddate.com

Pesquisador britânico Graham Hancock diz que em breve acontecerá um grande impacto de um cometa com a Terra

Já começou a contagem regressiva para a chegada do suposto asteroide que terá impacto sobre a Terra em 28 de setembro e que fará o fim da vida no único planeta habitável no sistema solar. Várias profecias que os especialistas há muito tempo alertaram para a chegada deste cataclisma, como John Hagee e Mark Biltz, que afirmam que as quatro eclipses lunares consecutivas, que começou em abril de 2014, foram os sinais do fim dos tempos, tais nós o conhecemos, descrito na Bíblia em Atos 2:20 e Apocalipse 06:12.

Além disso, o Rev. Efraim Rodriguez, disse que recebeu uma mensagem de Deus, o aviso da chegada de um grande asteroide em setembro de 2015 e terá um impacto perto de Porto Rico, causando um grande terremoto e tsunami. Na verdade, Efraim até escreveu para  NASA para alertar sobre o evento terrível. Mas todos concordam que este terrível acontecimento poderia ocorrer a qualquer momento entre 21 e 28 de Setembro, embora alguns teóricos da conspiração acreditam que será 23 ou 24 de Setembro.

Obviamente, a histeria em torno da teoria do cataclismo em setembro forçou a NASA para liberar uma declaração para acalmar a população. O comunicado oficial publicado no site da agência espacial norte-americana e os principais meios de comunicação, disse que não há nenhuma evidência de que um asteroide ou outro objeto celeste está no caminho direto para a Terra. Paul Chodas, especialista em asteroides Jet Propulsion Laboratory da NASA, disse que não há um objeto conhecido para ter alguma chance credível do impacto com o nosso planeta ao longo do século seguinte, e que não há nenhuma base científica ou de provas, um asteroide ou outro objeto celeste de atingir a Terra naquele momento.

Escusado será dizer que muitas pessoas têm sido muito cético em relação a este evento apocalíptico, garantindo que ele é business as usual, fim do mundo que nunca vai acontecer. Mas quando tudo parecia permanecer em uma calma tensa até a chegada da data apocalíptica, um famoso pesquisador reabriu o debate para garantir que um cometa vai destruir a vida no nosso planeta nos próximos 20 anos.

Contagem regressiva

O conhecido pesquisador e escritor Graham Hancock, cuja obra escrita em 1995 magnum intitulada "Traços de deuses" vendeu mais de 3 milhões de cópias, disse que o impacto de um cometa na Terra vai levar a uma explosão poderosa que detonação de todas as armas nucleares do nosso planeta.

Segundo o The Inquisitr News, Hancock  acredita que há provas arqueológicas suficiente  sugerindo que várias civilizações avançadas no passado acreditavam que a chegada dos restos de um cometa vai destruir toda a vida na Terra. As histórias sobre a morte iminente não só foram escritos nos livros da Bíblia também foram passados ​​de geração em geração ao longo do tempo entre as diferentes comunidades, que tiveram o mesmo resultado: o desaparecimento de toda a vida na terra por um objeto do espaço anterior.
Hancock fez estas declarações polêmicas após o lançamento de seu novo livro "Magicians of the Gods (Mágicos dos deuses"), que investiga todas as provas por trás de sua profecia.
"Esses mágicos ou adivinhos deixou uma mensagem clara para nós, não foi uma metáfora, não uma mensagem espiritual, mas uma advertência direta e urgente", disse Hancock. "O que aconteceu antes pode acontecer novamente. O que destruiu o mundo pode nos destruir. "
Enquanto "profecia" Hancock pegou muitos de surpresa, o que ninguém esperava era que alguns cientistas discordaram com a sua teoria. De acordo com a Yahoo News, astrofísico Victor Clube e Bill Napier astrônomo também acreditam que um cometa gigante invisível está se dirigindo em direção ao nosso planeta. Este "assassino" não pode ser encontrado, quer pelas diferentes agências espaciais nem por astrônomos amadores, porque ele está escondido em uma nuvem de escombros cósmicos, conhecido pelos astrônomos como a corrente de meteoros Taurid.
Hancock disse em uma entrevista com a BBC que sua profecia não chamou a atenção de seus seguidores, como não há projetos de um futuro feliz para o nosso planeta. A comunidade científica sempre defendeu a teoria de que as primeiras civilizações começou há cerca de 5.000 anos atrás, mas Hancock sempre foi inflexível que a Terra testemunhou o início da civilização na Idade do Gelo. Segundo ele, um cataclisma semelhante vai acontecer em breve levou a vida na Terra há cerca de 12.800 anos atrás, quando um cometa atingiu o gelo na América do Norte, causando mudanças oceânicas que submersas completamente a superfície Terra nas décadas seguintes.
E para provar sua teoria, Hancock foi baseado em evidências arqueológicas recentes. Göbekli Tepe, um antigo santuário na Turquia, escavada pelo arqueólogo alemão Klaus Schmidt até sua morte, no ano passado, acha que poderia ser rastreada até o décimo milênio aC, o que significa que as primeiras civilizações nasceram muito antes assegurando a comunidade científica.
Como vimos, Hancock diz que os "deuses" do passado deixou uma mensagem para nós, e desta vez não precisa decifrar, como acontece com outras profecias. O que aconteceu antes pode acontecer novamente. Agora temos evidências científicas, mas pode ser tarde demais. Estamos prestes a enfrentar uma catástrofe mil vezes pior que a detonação de todas as armas nucleares do nosso planeta, uma colisão com os restos de um grande cometa o suficiente para acabar com toda a vida como a conhecemos.
Então, você está pronto para as novas espécies?
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Terremoto de 4,7 graus sacode a costa ocidental dos Estados Unidos - Aproximação do Big One ?

 Localidade de Lakerview

Um tremor de 4,7 graus sacudiu nesta segunda o estado norte americano de Oregon conforme informa o Serviço Geológico dos EUA.

O epicentro do terremoto foi registrado a 69 km da localidade de Lakeview e a uma profundidade de 9,7 km.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/terremotos/terremoto-de-47-graus-sacode-a-costa-ocidental-dos-eua.html

Estudo mostra que Amásia será o próximo super-continente

Utilizando um modelo que usa a história geológica da Terra, cientistas estadunidenses concluíram que um novo supercontinente deverá se formar ao redor do círculo polar ártico, a partir da fusão entre os continentes americano e asiático. O estudo é uma alternativa às teorias tradicionais que explicam os ciclos supercontinentais. 
De acordo com Ross Mitchell, ligado à Universidade de Yale e principal autor do trabalho, o novo supercontinente - batizado de Amásia - deverá se formar em cerca de 120 milhões de anos, após a o bloco asiático deslizar por baixo da América em um processo conhecido como subducção. Segundo o estudo, publicado recentemente pela revista científica Nature, a América ficaria praticamente na mesma localidade, enquanto o Mar do caribe e o oceano ártico desapareceriam. 
Os modelos tradicionais mostram que áreas supercontinentes sucessivas se formam ou no mesmo local, por meio de um processo conhecido como "introversão" ou então em lados opostos do globo, através do processo de "extroversão". No entanto, a nova pesquisa mostra que a nova formação geológica não cabe em nenhum desses modelos. 
No estudo, a equipe de Mitchell apresenta uma posição alternativa para formação Amásia. Nela, o próximo supercontinente ficaria a 90 graus de longitude oeste de distância da Pangeia, último grande supercontinente do passado. Pangéia se localizava onde hoje está a África e se rompeu há 200 milhões de anos.

Posições supercontinentais

A teoria de Mitchell é alicerçada principalmente na análise do alinhamento dos elementos magnéticos em rochas antigas (paleomagnetismo), que revelou onde se localizavam os polos magnéticos do planeta durante períodos específicos da história da Terra. Isso permitiu que os pesquisadores de Yale reunissem informações importantes para calcular as posições de Pangéia e os dois supercontinentes anteriores, Rodínia e Nuna. 
Os cálculos mostram que tanto a Rodínia como Pangéia se formaram a cerca de 90 graus com relação aos respectivos supercontinentes antecessores. Com os resultados não se adequavam nem ao modelo da introversão nem ao modelo da extroversão, Mitchell e seus colegas propuseram um novo modelo, que batizaram de "ortoversão". 
"É importante destacar que essa versão não é apenas uma solução de meio termo. Ela apresenta um estilo específico de transição intermediária", disse Mitchell. 
"Agora que temos uma teoria dominante como supercontinentes tomaram forma, podemos especular como os ciclos supercontinentais vão acontecer no futuro e esse modelo mostra que o Oceano Ártico e o mar do Caribe vão fechar, fundindo as Américas e a Ásia praticamente no Polo Norte".

Modelo Elegante

Brendan Murphy, ligado ao Departamento de Ciências da Terra, da Universidade São Francisco Xavier, no Canadá disse que o novo estudo será de grande valor para a comunidade geológica. 
"É certamente um modelo bastante elegante e qualquer metodologia que forneça uma explicação unificada e plausível para uma série de acontecimentos enigmáticos nos impulsiona para frente. Acredito que isso deverá estimular a comunidade geomagnética e tectônica a sair a campo e testar o novo modelo. Mesmo que esteja errado, ao longo dos anos devemos aprender muito, mas para isso precisamos testar".

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Terra_Estudo_mostra_que_Amasia_sera_o_proximo_supercontinente&posic=dat_20120209-092010.inc

Forte terremoto sacode México,a 86 km de Topolobampo


Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 6.8 pontos de magnitude ocorrido o México, 86 km a sudoeste de Topolobampo as 05h14 pelo horário de Brasília (13/09/2015). 

O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 14 km de profundidade, sob as coordenadas 25.00N e 109.6W . 

O mapa acima mostra a localização do epicentro.Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 6.8 pontos de magnitude libera a mesma energia que 12 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 237720 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Mexico_a_86_km_de_Topolobampo&posic=dat_20150913-053021.inc

Impacto profundo - Cientista propõe método para desviar asteróide

As teorias para salvar a Terra de um possível impacto de um asteroide não são novas e vão desde a instalação de foguetes propulsores na própria rocha, que a tirariam da rota de colisão até à explosão atômica do asteroide, que o fragmentaria em mil pedaços. Até o presente momento, no entanto, não existe nenhuma tecnologia capaz de evitar uma grande colisão, mas os cientistas não dão o braço a torcer. 
Pensando nisso, um aluno de doutorado em engenharia aeroespacial da universidade da Carolina do Norte propôs, em 2009, uma maneira relativamente simples e eficaz de desviar asteroides e outros objetos em rota de colisão contra a Terra. Segundo a teoria bastaria prender ao asteroide uma longa corrente presa a uma âncora.

"Com esse simples método você muda o centro de massa do objeto alterando efetivamente sua órbita, que ao invés de se chocar com a Terra avançaria em outra direção", disse David French, autor do trabalho. A teoria ganhou a simpatia de outros pesquisadores e foi aceita para ser apresentada na Conferência Space 2009, promovida pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Espaço, que ocorrerá em setembro na Califórnia.

Atualmente estão identificados mais de 1000 objetos "potencialmente perigosos" e que representam algum tipo de risco contra a Terra. Apesar de nenhum deles estar em rota de colisão, não se pode prever futuras alterações de órbitas provocadas por atração gravitacional ou interações com o vento solar. Pequenas alterações em suas trajetórias podem fazê-los impactar contra a Terra.

Pensando nessa possibilidade, French e seu orientador Andre Mazzolen, professor de mecânica e engenharia aeroespacial, estudaram como um sistema "asteroide-corrente-âncora" poderia ter sua dinâmica alterada, reduzindo ou eliminando a chance de impacto.

"Não é fácil imaginar a escala do problema e as potenciais soluções", disse French. "A Terra vem sendo atingida por objetos desde há muito tempo e nós conhecemos bem os efeitos negativos disso. Há 65 milhões de anos um asteroide de grande tamanho atingiu a terra ao sul do Golfo do México e simplesmente varreu os dinossauros do mapa".

Em 1907, um pequeno fragmento, talvez originado de um cometa, praticamente acabou com uma área similar a Nova York. "Em outras palavras, a escala para nossa solução é difícil de ser avaliada", explicou French.

O pesquisador estima que o tamanho da corrente necessária para alterar o centro de massa pode variar entre mil quilômetros até mais de 100 mil km, (suficientes para dar duas voltas e meia ao redor da Terra). Apesar dessa variação ser bastante grande, French acredita que é a melhor ideia proposta para desviar um asteroide. 
Asteroide de Chelyabisnk
"Pesquisamos também outras possibilidades, mas sem condições reais de serem colocadas em prática, entre elas pintar um dos lados do asteroide de preto a fim de alterar o modo como a luz aquece sua superfície, alterando sua órbita ou prender o asteroide a outro objeto próximo, também mudando seu centro de massa. Também existe a chance de explodir o objeto com bombas nucleares, mas neste caso existem obstáculos políticos e técnicos quase intransponíveis, além de provocar uma chuva de fragmentos que poderia agravar ainda mais a situação".

Apesar de parecer simplista, a teoria da corrente-âncora ganha adeptos e poderá ser de fato uma opção real para desviar objetos em rota de colisão.

Todas as peripécias vistas em filmes, como bombas nucleares fragmentando os asteroides, são de fato ficção, já que a tecnologia necessária para isso não existe. As melhores estimativas mostram que atualmente seriam necessários pelo menos 20 anos, após a detecção de um asteroide em rota de colisão, para que uma tecnologia para desviá-lo ou destruí-lo fosse desenvolvida. 

O mais perigoso

Ao que tudo indica, o asteroide mais perigoso com maiores chances tem de impactar diretamente com a Terra é o objeto batizado de 1950 DA.

Segundo dados do JPL, as chances de colisão são da ordem de 1 em 300 e deverá acontecer no ano de 2880. Esse objeto, um esferoide assimétrico, tem um diâmetro de 1.1 km e gira ao redor do próprio eixo em 2.1 horas, o mais rápido movimento rotacional observado em um asteroide desse tamanho.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?posic=dat_20090417-092448.inc

Detectadas possíveis evidências de civilizações avançadas em 50 galáxias

Após analisar por volta de 100.000 galáxias, especialistas no assunto registraram 50 galáxias que possuem altos níveis de radiação, o que sugere o fato de seres inteligentes estarem por detrás disso.
Cientistas dizem ter encontrado 50 galáxias que demonstram claros sinais de civilizações avançadas. 

Estas declarações são baseadas no fato de terem registrado emissões anormalmente altas de níveis de radiação, o que sugere que alguém esteja usando a ‘energia das estrelas’, liberando assim grandes quantidades de calor durante este processo. O estudo que chegou à esta surpreendente conclusão foi conduzido pelo Dr. Jason Wright, do Centro para Exoplanetas e Mundos Habitáveis, da Universidade da Pennsylvania, e foi publicado recentemente no Astrophysical Journal.

“A ideia por detrás de nossa pesquisa é que se uma galáxia inteira tenha sido colonizada por uma civilização avançada, a energia produzida pela tecnologia para o usufruto daquela meta seria detectável no espectro infravermelho”, disse o Dr. Wright.

“Encontramos aproximadamente 50 galáxias que possuem níveis anormalmente altos de radiação infravermelha média”, disse Roger Griffith, um pesquisador da Penn State e autor líder do trabalho. “Nossos estudos subsequentes dessas galáxias podem revelar se a origem da suas radiações é o resultado de processos astronômicos naturais, ou se isto poderia indicar a presença de uma civilização altamente avançada.”
Uma imagem de cor falsa da emissão infravermelha média da Grande Galáxia de Andrômeda, obtida pelo telescópio espacial WISE, da NASA.
Uma imagem de cor falsa da emissão infravermelha média da Grande Galáxia de Andrômeda, obtida pelo telescópio espacial WISE, da NASA.

A teoria de que a vida alienígena existe em outros lugares do cosmos e que ela seria detectável graças às suas emissões infravermelhas médias foi proposta pelo físico teórico Freeman Dyson, na década de 1960. A caça por estes tipos de sinais era impossível até que telescópios espaciais como o Wise foram lançados, tornando possível para os pesquisadores ‘caçarem’ alienígenas de forma mais precisa.

O astrofísico russo, Nikolai Kardashev, classificou o grau de evolução tecnológica de uma civilização, baseado em como (ou melhor de onde) esta civilização extrairia a energia necessária para sobreviver: Civilizações Tipo I, II e III.

Tipo I

Nível tecnológico próximo do nível presentemente obtido na Terra, com o consumo de energia a ≈4×1019 erg/sec (4 × 1012 watts). [1] Guillermo A. Lemarchand declarou isto como sendo “Um nível próximo da civilização terrestre contemporânea, com uma capacidade de energia equivalente à insolação solar na Terra, entre 1016 e 1017 watts.”

Tipo II

Uma civilização capaz de coletar a energia irradiada de sua própria estrela (por exemplo, o estágio da construção com sucesso da esfera Dyson), com o consumo de energia a ≈4×1033 erg/sec. [1] Lemarchand declarou isto como “uma civilização capaz de utilizar e canalizar toda a radiação produzida por sua estrela. A utilização de energia então é comparável à luminosidade do nosso Sol, que é de aproximadamente 4×1033 erg/sec (4×1026 watts).”

Tipo III

Uma civilização em posse da energia na escala de sua própria galáxia, com o consumo energético a ≈4×1044 erg/sec. Lemarchand declarou esta como sendo uma “civilização com acesso à uma energia comparável à luminosidade de toda a Via Láctea, de aproximadamente 4×1044 erg/sec (4×1037 watts).”

“A ideia por detrás de nossa pesquisa é a de que, se uma galáxia inteira foi colonizada por uma civilização espacial avançada, a energia produzida pela tecnologia dessa civilização seria detectável em ondas infravermelhas médias – exatamente a radiação que o satélite WISE foi projetado para detectar em outros processos astronômicos”, disse o Dr. Wright, professor assistente de astronomia e astrofísica, que concebeu e iniciou a pesquisa.

“Se uma civilização exploradora do espaço usa grandes quantidades de energia das estrelas de sua galáxia para energizar computadores, voo espacial, comunicações, ou algo que nem podemos ainda imaginar, a termodinâmica fundamental nos diz que esta energia deve ser irradiada como calor no comprimento de ondas infravermelhas médias. Esta mesma física básica faz com que seu computador irradie calor enquanto está ligado.”

“À medida que olhamos mais cuidadosamente para a luz vinda destas galáxias“, disse o Dr. Wright, “devemos ser capazes de apurar nossa sensitividade quanto a tecnologia alienígena para níveis muito mais baixos, e melhor distinguir entre o calor resultante de fontes astronômicas naturais e o calor produzido por tecnologias avançadas. Este estudo piloto é somente o começo.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/09/13/detectadas-possiveis-evidencias-de-civilizacoes-avancadas-em-50-galaxias/

Alterações climáticas nos Alpes suíços - Super-aquecimento abre grande buraco na camada polar

Conforme relatado por vários jornais, um abismo gigante é fotografado em uma geleira alpina, não no território nacional italiano, mas em uma área dos Alpes suíços. A geleira envolvida seria a de Vale do Herens, os Alpes da Suíça a algumas dezenas de quilômetros na fronteira do Valle d'Aosta.
As imagens aéreas são "sem piedade": na base da geleira houve um enorme estrondo e criou um abismo enorme centenas de metros de profundidade, embora estudos e pesquisas em profundidade será realizado em detalhes nos próximos dias.
A geleira onde houve o maxi-buraco seria Ferpecle e a foto do buraco foi feita hoje pelo geólogo Gerard Stampfli, todos, em seguida, publicado no site Le Nouvelliste. É um abismo que se formou quase certamente devido ao clima quente e as temperaturas elevadas que prejudicaram todos os glaciares neste verão, considerando que apenas há uma semana na área foram alcançados 30 graus.
Caos climático: O climatologista alerta para a presença de um Godzilla El Nino que afetam o Clima Global.

Fonte:http://www.segnidalcielo.it

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sistema Solar movendo-se para uma perigosa nuvem de energia interestelar

O sistema solar está viajando através dos céus muito tempestuoso do que pensávamos, e pode até estar prestes a saltar para uma enorme nuvem de gás que fora deslizando através de pelo menos 45.000 anos. 
Essa é a implicação de um inquérito multi-década do vento interestelar esbofeteando o sistema solar, o que revelou uma mudança inesperada na direção do vento.
A borda do sistema solar é aproximadamente definida pelo heliosfera, uma bolha magnética gigante soprada por partículas carregadas que fluem a partir do sol. 
Esta bolha protege a Terra muito do vento interestelar, por isso uma mudança de direção dos ventos terá pouco efeito aqui no chão. 
Mas a mudança faz-nos dizer algo surpreendente sobre o nosso meio galácticos. 
A nuvem é tão grande e difusa, que se presumia ser relativamente calma, e que o vento soprava na mesma direção durante milhões de anos. 
O fato de que o vento está mudando sobre a extensão de meras décadas significa que o interior do a nuvem é tanto excepcionalmente turbulento, ou que o sistema solar é de apenas 1000 anos ou mais longe de impor o seu caminho para fora. "Enquanto houve indícios de que algo estava mudando no meio do sol, quando finalmente colocar todo o histórico dados em conjunto tornou-se claro que se pode fazer uma forte declaração científica que essa mudança realmente ocorreu ", diz Frisch de astro.uchicago.edu. 
O que significa a mudança ainda está em debate. Nós poderíamos estar se aproximando da borda da nuvem, ou poderíamos ainda estar no meio dela, empurrando o nosso caminho através de uma tempestade interestelar.
 
Fonte:ufosightingshotspot

domingo, 30 de agosto de 2015

ATENÇÃO - Cometa suicida detectado pelo telescópio espacial SOHO

Há um novo cometa "suicida" detectado nas lentes do telescópio espacial SOHO e que em breve se espatifará contra o Sol.
No momento o objeto está com aproxidamente 5.5 magnitudes e deverá brilhar ainda mais antes de atingir o periélio, provavelmente nas próximas 30 horas.
É mais um fragmento do cometa Krause que ruma contra o Sol. Será que teremos ejeção de massa coronal quando o fragmento se desintegrar?
Acompanhe o impacto Clicando aqui 

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Atencao_Cometa_suicida_detectado_pelo_telescopio_espacial_SOHO&posic=dat_20150827-145001.inc

DNA possui capacidades telepáticas

telepatia
Cientistas descobriram que o DNA possui a habilidade de se interligar, mesmo à distância. De acordo com a ciência que conhecemos hoje, isto nunca deveria ser possível.
Uma pesquisa publicada pelo Journal of Physical Chemistry B da ACS,mostra que, sem dúvida alguma, um filamento duplo intacto de DNA possui a habilidade inexplicável de reconhecer similaridades em outro filamento de DNA à distância, podendo assim os dois filamentos interligar-se sem um toque físico. Imagine isto com sendo pessoas com interesses mútuos, tais como gostos, hobbies, carreiras, etc., se agruparem, sem consciência disso, ou esforço despendido.
DNA telepático
O reconhecimento pelo DNA de outra sequência química similar deixa os cientistas perdidos. Anteriormente os cientistas acreditavam que outras moléculas, sinais químicos, ou certas proteínas deveriam estar presentes para isto acontecer; mas em experimentos recentes nenhum desses fatores estava presente quando o fenômeno ocorreu. Ninguém sabe, ou mesmo possui a menor ideia, de como os filamentos de DNA estão se comunicando entre si, mas estes eventos ‘telepáticos’ estão causando muita comoção e uma sensação de medo e espanto em alguns círculos científicos.
De acordo com os autores do artigo, Geoff S. Baldwin, Sergey Leikin, John M. Seddon, e Alexi A. Kornyshev e seus colegas:
“De forma espetacular, as forças responsáveis pelo reconhecimento da sequência podem se estender por mais de um nanômetro de água separando as superfícies do DNA vizinho mais próximo."
Consciência Universal
As implicações desta comunicação inexplicável entre filamentos duplos de DNA são enormes. Cientificamente, este efeito de reconhecimento poderia ajudar a aumentar a precisão e eficiência da recombinação dos genes semelhantes. Este é o processo responsável pelo reparo, evolução e diversidade genética do DNA. Esta nova descoberta poderia mudar a forma com que cientistas procuram por maneiras de evitar erros de recombinação, que são fatores de câncer, envelhecimento e outras questões de saúde.
Metafisicamente, isto não daria ainda mais respaldo ao fato de haver uma consciência Universal ?

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/08/29/dna-possui-capacidades-telepaticas/

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Cuba provocará chuva artificial para combater a seca

Cuba anunciou que utilizará um método artificial de provocar chuva, para aliviar os drásticos efeitos da seca, a mais forte desde 1901.

"A 'semeadura de nuvens', como tambén é conhecida a técnica aplicada em outras ocasiões em Cuba para provocar o aumento das precipitações, será realizada de forma aérea", disse Argelio Fernández, especialista do Instituto Nacional de Recursos Hidráulicos (INRH), citado pelo jornal oficial Granma.

A técnica consiste em "bombardear" as nuvens com iodeto de prata, um químico que facilita o processo, segundo Fernández.

O processo começará em 15 de setembro na bacia do rio Cauto, o maior do país.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/cuba-provocara-chuva-artificial-para-combater-a-seca.html

Estudo afirma que a Terra está a cada dia mais leve

Terra mais Leve
Mesmo recebendo cerca de 40 mil toneladas de partículas espaciais todos os anos, o planeta Terra não está ficando mais pesado. Ao contrário, está perdendo massa em um ritmo muito mais acelerado, ficando muito mais leve todos os dias.
Diariamente, em média 110 toneladas de materiais vindos do espaço penetram a atmosfera da Terra e se juntam à massa que forma o planeta. São asteroides, cometas, meteoros ou partículas vindas de muito longe, que anualmente somam mais de 40 mil toneladas.
Além desses detritos espaciais, a Nasa também estima um incremento de 160 toneladas anualmente devido à elevação da temperatura global. Isso é explicado pelas leis da termodinâmica, pois se adicionarmos energia a um sistema, sua massa também aumenta.
Apesar de serem números bastante expressivos, principalmente se considerarmos os bilhões de anos que isso acontece, nosso planeta não ganha peso. Ao contrário, fica mais leve.
De acordo com um estudo feito pelo pesquisador Chris Smith, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, embora entrem cerca de 40 mil toneladas todos os anos, nosso planeta perde 95 mil toneladas, mais que o dobro do que entra.

Perdendo Nada

É importante destacar que embora ocorram retiradas sistemáticas de minérios e petróleo do subsolo, esse material não deixa a Terra, pois de alguma forma é transformado em algo que será usado ou consumido aqui mesmo, gerando resíduos que aqui também permanecerão. Em outras palavras, o Homem não tem papel nessa perda de peso.

Perdendo Pouco

Segundo Smith, parte da perda da massa ocorre no centro da Terra, onde há bilhões de anos o núcleo queima combustível nuclear por decaimento radioativo. Assim, quanto menos energia, menos massa (novamente, a lei da termodinâmica em ação). No entanto essa perda é muito pequena, de aproximadamente 16 toneladas ao ano, praticamente nada perto das 40 mil toneladas que entram.

Perdendo Muito

O grosso da perda de peso da Terra ocorre bem acima das nossas cabeças, lá na alta atmosfera. De acordo com o estudo, anualmente escapam da Terra 95 mil toneladas de hidrogênio e 1600 toneladas de hélio, que por serem muito leves não são retidos pela gravidade e se dissipam no espaço.
Resumindo, o resultado é uma perda de massa de cerca de 50 mil toneladas todos os anos, principalmente dos gases.

Consequências

Embora a perda de hidrogênio seja extraordinariamente grande - 95 mil toneladas por ano - a quantidade do gás presente na Terra é tão grande que levaria trilhões de anos para o esgotamento.
O Hélio é outra história. Ele representa apenas 0,00052% do volume da nossa atmosfera. É obtido principalmente através de um processo chamado de destilação fracionada e devido à sua utilidade está se tornando cada vez mais escasso em nossa atmosfera.
Para Robert Richardson, ligado à Universidade de Cornell e ganhador do Premio Nobel de Física "a situação da reserva de hélio atmosférico é tão preocupante que cada balão de festa preenchido com o gás deveria ser acompanhado de uma etiqueta de 100 dólares".

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Estudo_afirma_que_a_Terra_esta_cada_dia_mais_leve&posic=dat_20150826-095222.inc

Stephen Hawking diz que buracos negros podem levar a outro universo

 
De acordo com Hawking, os buracos negros possuem, sim, uma saída
Supõe-se que seria uma viagem só de ida, mas em uma nova reviravolta nas explicações sobre o que ocorreria quando se "cai" em um buraco negro, o físico britânico Stephen Hawking afirmou que viajantes espaciais poderiam terminar em outro universo.
"Se cair em um buraco negro, não se renda", disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. "Há uma saída."
Hawking afirmou ainda que se o buraco fosse suficiente grande e estivesse girando, poderia ter uma passagem a um universo alternativo.
O famoso cientista considera que os objetos podem acabar armazenados sobre os limites de um buraco negro, região conhecida como horizonte de eventos. São as fronteiras do espaço a partir das quais supostamente nenhuma partícula pode sair, incluindo a luz.
Assegurando que essas estruturas não seriam um poço tão escuro como se pensa, Hawkins indicou que os humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um "holograma" na margem ou "cairiam em outro lugar".

Mistério prolongado

Os buracos negros são fenômenos cósmicos que se originam quando uma estrela colapsa. O restante de sua matéria fica limitado a uma pequena região, que logo dá lugar a um imenso campo gravitacional.
Stephen Hawking é o cientista mais reconhecido de nossos tempos
Por muito tempo se pensou que nada poderia escapar de sua gravidade, nem sequer a luz.
Em 1974, Hawking descreveu como os buracos negros emitiriam radiação, algo que com o tempo passou a ser conhecido como "radiação de Hawking", ideia com a qual muitos físicos concordam hoje em dia.
Ele, contudo, também apontou inicialmente que a radiação emitida por um buraco negro acabaria evaporando e todas as informações sobre cada partícula despareceriam para sempre.
Em 2004, Hawking surpreendeu o mundo com um novo estudo, denominado O Paradoxo da Informação em Buracos Negros, em que mudava sua própria versão: em vez de absorver tudo, os buracos negros permitem que certas radiações escapem.
Deste modo, um buraco negro deixaria de ser o poço infinito que destrói tudo o que cai nele, e sua fronteira não estaria tão definida como se pensava.

Viagem 'sem volta'

En 2012, enquanto buscavam esclarecer se a informação desaparece para sempre dentro de um buraco negro, John Polchinski e outros físicos já haviam descoberto que outro destino é possível.
Mas acrescentaram que o horizonte de eventos se converte em uma barreira antifogo gigante que incinera o que passar por ele.
À medida que fosse se aproximando do buraco, a diferença de gravidade entre seus pés e a cabeça aumentaria cada vez mais, e em algum momento você se partiria em dois. E logo essa força de maré, como se denomina essa atração, desgarraria cada célula, molécula e átomo de seu corpo.
Muitos físicos não gostaram dessa ideia. Segundo um dos princípios da relatividade de Einstein, uma pessoa que cruzasse o horizonte de eventos não deveria sentir nada diferente, apenas flutuaria no espaço.
A barreira antifogo, portanto, deixaria vulnerável o "princípio de equivalência", uma regra muito respeitada, daí a resistência dos físicos a descartá-la.
De toda maneira, para verificar o que ocorre em um buraco negro você provavelmente teria que viajar ao interior de um deles.
E o próprio Hawking não é candidato a essa jornada.
"(Após entrar em um buraco negro) Não poderia voltar ao nosso universo, de modo que, ainda que esteja interessado em viajar ao espaço, não vou tentar".

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/stephen-hawking-buracos-negros-podem-levar-a-outro-universo.html

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Cientista afirma que desenvolveu cérebro humano em laboratório

Cientistas americanos afirmam ter conseguido fazer crescer em um laboratório uma versão quase completa de um pequeno cérebro humano, algo que, alegam, pode representar um avanço crucial para o tratamento de doenças neurológicas.
Rene Anand, professor da Universidade Estadual de Ohio, afirma ter conseguido fazer crescer um cérebro com uma maturidade similar a de um feto de cinco semanas, informou a universidade.
"Não apenas se parece com um cérebro em desenvolvimento, seus diversos tipos de células expressam quase todos os genes como um cérebro", disse Anand.
Com o tamanho de uma ervilha, o cérebro inclui múltiplos tipos de células, todas as principais regiões do cérebro e uma medula espinhal, mas carece de sistema vascular, explicou a universidade.
Foi desenvolvido a partir de células de pele humana e, segundo os cientistas, é o cérebro de seu tipo mais completo conhecido até agora.
Anand apresentou seu trabalho na terça-feira (18) durante um evento militar sobre saúde na Flórida.
Em geral, os avanços científicos importantes são divulgados em publicações especializadas, após avaliações de comitês independentes.
Anand e um colega fundaram uma empresa em Ohio para comercializar o sistema de crescimento cerebral, segundo a universidade.
"O poder deste modelo de cérebro é um bom presságio para a saúde humana porque nos dá opções melhores e mais relevantes para testar e desenvolver tratamentos que em roedores", afirmou Anand em um comunicado.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/cientista-afirma-que-desenvolveu-cerebro-humano-em-laboratorio.html

Greenpeace exige interrupção de funcionamento de reactor nuclear próximo de um vulcão

Uma pequena erupção foi registrada na madrugada desta quarta-feira (19) na região sudoeste do Japão, anunciou a agência nacional de meteorologia e a organização ecológica Greenpeace exigiu que interrompam imediatamente as atividades de um reator nuclear próximo do local, que foi reativado na última sexta-feira.
Em 15 de agosto, o nível de alerta do vulcão Sakurajima, na prefeitura de Kagoshima, foi elevado a 4 (em uma escala de 1 a 5), por causa de um repentino aumento dos movimentos vulcânicos (1.023 no dia 15).
O vulcão fica próximo da cidade costeira de Kagoshima, de mais de 600 mil habitantes, e a mil quilômetros a sudoeste de Tóquio. A central nuclear de Sendai, cujo reator número 1 foi religado em 11 de agosto, também está próxima.
Sendai 1 é atualmente o único dos 48 reatores nucleares do Japão em funcionamento, depois de obter todas as autorizações técnica e políticas.
Mas o Greenpeace insiste há tempos no risco vulcânico da região, perigoso para uma instalação nuclear.
"Com este aumento da atividade vulcânica, o reator Sendai 1 deve ser desligado imediatamente", afirmou o Greenpeace, em e-mail enviado à agência France Presse.
"Como a central de Fukushima não foi protegida da catástrofe de 11 de março (de 2011), a de Sandi não está pronta para enfrentar um desastre vulcânico", acrescentou.
A companhia reguladora da central, a Kyushu Electric Power, afirmou que o funcionamento da usina não está ameaçado e que, em caso de erupção do Sakurajima, serão tomadas as medidas necessárias para proteger as instalações.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/greenpeace-exige-parada-de-reator-nuclear-proximo-a-vulcao.html

Cientistas descobrem lago seco em Marte e pretendem procurar indícios de vida

Cientistas descobrem lago seco em Marte e querem procurar indícios de vida
MarsTrek/NASA/Brian M. Hynek et al.

Um lago, que agora está seco em Marte, teve água há milhões de anos; se teve água, pode ter tido vida, acreditam cientistas.

Os investigadores da Universidade do Colorado garantem ter identificado uma zona em Marte onde poderá haver indícios de vida microbiana: a bacia de uma lago.
 
Os cientistas partem do pressuposto de que se houve água há milhões de anos em Marte aumentam as probabilidades de ter existido algum tipo de vida.
 
Agora o desafio é encontrar esses potenciais micro-organismos vivos.
 
"Existia vida na Terra quando este lago em Marte estava ativo e, por analogia, poderemos afirmar que é possível que Marte também tenha tido vida microbiana", disse Brian Hynek, investigador da Universidade de Colorado, em Boulder.
 
Fonte: http://novosinsolitos.blogspot.pt/

Sonda Cassini em última tentativa para compreender Enigma de Dione

Cassini faz última tentativa para compreender "enigma" de Dione
Dione vista da Cassini em junho de 2015

A sonda Cassini faz hoje o último voo rasante sobre uma das luas de Saturno que mais intriga os cientistas, Dione.

A Cassini vai passar a menos de 474 quilómetros da superfície gelada de Dione, naquele que será o quinto e último voo rasante em busca de sinais de atividade geológica.

"Dione continua a ser um enigma, já que temos pistas de processos geológicos ativos, inclusivamente evidências de vulcões de gelo, mas nunca encontramos a arma fumegante", disse Bonnie Buratti, da equipa de cientistas no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), na Califórnia.
 
A Cassini segue de Dione para outras luas até o fim deste ano. Depois começará a preparar o seu fim, que acontecerá quando se lançar na atmosfera de Saturno (aponta-se para setembro de 2017).
 
A Cassini foi projetada para durar quatro anos, mas está há mais de 10 na órbita de Saturno.
 
Fonte: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4733256&tag=Ci%EAncia%20e%20Tecnologia

Primeira planta que deu flor era da Península Ibérica

Fotografia © David Dilcher
 
Nova análise de fósseis descobertos nos Pirenéus permitiu descobrir estruturas que tinham passado despercebidas
 
Tem 125 a 130 milhões de anos, é provavelmente uma das primeiras plantas com flor que existiu no planeta e existiu muito por cá, na Península Ibérica. A reinterpretação de um conjunto de fósseis descobertos aqui, na região dos Pirenéus, permitiu agora a um grupo de investigadores espanhóis, franceses, alemães e dos Estados Unidos descobrir o rasto a essa primeira e mítica planta floral. O estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
 
Designada Montsechia vidalii pelos botânicos, a planta era aquática e muito abundante, sobretudo, nos Pirenéus. Já se conheciam inúmeros fósseis da planta, muitos deles descobertos há cerca de cem anos, justamente, na parte ibérica daquela cadeia montanhosa, mas o seu alcance científico não estava bem avaliado. Por causa disso, era uma outra planta, a Archaefructus, oriunda da China a que até agora era considerada uma das primeiras plantas com flor.
 
O novo estudo, que foi coordenado por Bernard Gomez, da universidade francesa de Lyon e por David Dilcher, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, fez uma reanálise dos fósseis encontrados nos Pirenéus, com tecnologias avançadas de estereoscopia, microscopia de luz e microscopia eletrónica, e isso permitiu observar nos fósseis a presença de estruturas que só estão presentes em plantas que dão flor e que tinham passado despercebidas em anteriores estudos dos fósseis.

"A primeira flor é tecnicamente um mito, é como o primeiro ser humano, mas graças a este trabalho sabemos agora que a Montsechia é pelo menos contemporânea, se não mais antiga ainda que a Archaefructus", afirma David Dilcher, citado num comunicado da sua universidade.
 
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4734122

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Inesperada tempestade magnética atingiu a Terra

Os cientistas esperavam que a tempestade atingisse a Terra em 15 de agosto pela noite, mas a perturbação da magnetosfera de nosso planeta se adiantou e os dispositivos já estão registrando a chegada da tempestade.

"Podemos dizer que durante esta tempestade magnética é improvável ver uma bela aurora em Moscou. Ao mesmo tempo, há possibilidade de falhas na comunicação por causa da tempestade", disse um especialista em heliogeofísica citado pela TV Zvezda.

As pessoas sensíveis as mudanças climáticas podem sofrer de enxaqueca, dizem os cientistas. A atividade geomagnética também pode afetar pessoas que estão com sobrepeso e aqueles que sofrem de distonia vegetativa vascular.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/inesperada-tempestade-magnetica-atinge-a-terra.html

Terramoto de magnitude 5,7 abala o Yemen

Um terremoto de magnitude 5,7 abalou costa sul do Iêmen nesta segunda-feira, informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS,). O epicentro foi localizado a uma profundidade de 10 quilômetros.

O terremoto ocorreu às 16:16 GMT a cerca de 174 quilômetros a noroeste da cidade iemenita de Kilmia, informou o USGS.

Por enquanto, não há informações sobre possíveis danos causados pelo terremoto. Também não foi emitido alerta de tsunami.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/terremotos/terremoto-de-magnitud-57-sacode-o-yemen.html

Fotógrafo registra meteoro perseido sobre a Montanha Encantada

Chuva de Meteoros Perseida
Recentemente, a Terra foi literalmente apedrejada por milhares de fragmentos deixados no espaço pelo cometa Swift-Tuttle que ao penetrarem na atmosfera produziram uma intensa chuva de meteoros visível em várias partes do mundo.


Denominada Perseidas ou Perséiades, a chuva consiste de minúsculas partículas ejetadas pelo cometa durante a sua passagem ao redor do Sol e que uma vez por ano encontram a Terra pelo caminho. Esse encontro ocorre em meados de Julho, com o pico da atividade por volta do dia 12 de agosto.

A maior parte do material das Perseidas tem aproximadamente 1.000 anos, mas uma parte dos fragmentos foi deixada pelo cometa Swift-Tuttle na passagem de 1862.

As Perseidas podem ser observadas em quase todos os lugares do planeta, mas trajetória da órbita do cometa favorece muito mais os habitantes do hemisfério norte, que podem testemunhar mais de 60 meteoros por hora durante o ápice do evento e em lugares escuros.

A cena mostrada retrata um brilhante fragmento perseideo, registrado pelo fotógrafo Jared Tennant na noite de 12 de agosto de 2015.

A foto é um primor de qualidade e técnica e revela o traço do fragmento rasgando o céu do Parque Nacional da Montanha Encantada, no Estado do Texas, tendo em primeiro plano solitárias árvores emolduradas pelo céu salpicado de estrelas da Via láctea.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Fotografo_registra_meteoro_perseido_sobre_a_Montanha_Encantada&posic=dat_20150814-111327.inc

Bizarro fenómeno solar intriga internautas

fenômeno solar
Fenômeno solar (as pequenas esferas ao redor do disco solar são somente artefatos no sensor da câmera, causados pela intensidade da luminosidade do Sol).

Um vídeo recentemente publicado no YouTube mostra uma possível anomalia solar, que parece ser algum tipo de objeto esférico deixando o Sol e criando uma cavidade na borda do disco solar.
O vídeo foi publicado pelo canal UFOvni2012 e, de acordo com a pessoa que enviou o vídeo em 11 de agosto, ele foi obtido com uma câmera SONY FDR-AXP33 4K Ultra HD
Para se compreender o tamanho deste possível objeto, a seguinte foto mostra o planeta Vênus passando entre o Sol e a Terra.
venus sun
O vídeo acima faz lembrar outro de um possível OVNI, do qual lançaram uma hipótese de ser um OVNI reabastecendo no Sol, em 12 de março de 2012
http://in5d.com/sun-orb-refueling-ufo/
 
Fonte: http://ovnihoje.com/2015/08/16/bizarro-fenomeno-solar-intriga-internautas/

Empresa lança preservativo que promete acabar com o HIV

Foto: Divulgação)
 
Uma empresa de biotecnologia da Austrália "Starpharma" afirma ter criado o preservativo capaz de eliminar até 99,9% dos vírus HIV, herpes e até o papiloma vírus humano, o HPV.
 
De acordo com informações do site R7, o preservativo se chama VivaGel e a contestação teria vindo após testes. Ainda segundo a publicação, o produto já recebeu recibo de Conformidade de Certificação de Avaliação do Australian Therapeutic Goods Administration - um certificado semelhante ao fornecido pelo Ministério da Saúde do Brasil - possibilitando a produção em massa.
 
Com isso, o preservativo, o primeiro já desenvolvido com essa função, deve estar disponível para compra nos próximos meses.
 
Os preservativos são lubrificados com VivaGel, um medicamento que contém 0,5% de astodrimer de sódio - projetada especificamente como um composto contra o HIV. Espera-se que o gel ajude a reduzir a transmissão do temido vírus da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de reduzir o risco de gravidez. (DOL com informações do Portal R7)
 
Fonte: http://blogbelem.blogspot.com.br/2015/08/empresa-lanca-preservativo-que-promete.html

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Planeta "irmão" de Júpiter descoberto a 100 anos luz de distância

Fotografia © Instituto Seti/ Danielle Futselaar e Franck Marchis

Um novo sistema instalado na Terra desenhado para captar imagens de planetas fora do sistema solar descobriu o seu primeiro astro.
O planeta foi chamado 51 Eridani b e foi descoberto pelo Gemini Planet Imager, o sistema montado no telescópio Gemini South no Chile. O Eridani b encontra-se a cerca de 100 anos luz do Sistema Solar. O exoplaneta tem uma massa duas vezes maior do que Júpiter mas de resto é muito semelhante ao nosso gigante vizinho. A sua atmosfera é rica em metano, um elemento também presente na atmosfera de Júpiter.
"Muitos dos astrónomos de exoplanetas tinham imagens de atmosferas que pareciam estrelas, este parece um planeta" disse Bruce Macintosh, co-autor do estudo sobre o novo planeta, citado pelo Mashable.
O Gemini Planet Imager capta imagens diretas dos exoplanetas, ao contrário do telescópio espacial Kepler, que procura sinais da existência de planetas através da redução da luninosidade da estrela que eles orbitam quando estes passam em frente a ela.
O Eridani b é na verdade mais novo que Júpiter e está mais afastado da sua estrela do que Júpiter está do Sol. No nosso Sistema Solar, este novo planeta orbitaria entre Saturno e Urano.
Também a estrela daquele sistema, 51 Eridani, é muito mais nova que o Sol: este tem 4,5 mil milhões de anos e a 51 Eridani tem apenas 20 milhões de anos.
Esta relativa juventude da 51 Eridani, já com um sistema planetário associado, vem contribuir para a discussão científica de como se formam os planetas.
Existem duas teorias dominantes sobre a formação de planetas: uma defende que os planetas têm maioritariamente um inicio "frio"; outra de que tiveram um inicio "quente".
Os planetas do Sistema Solar terão tido um ínicio "frio", ou seja, formaram-se através da junção de pequenas particulas, até que é criado um núcleo firme, que depois atrai gases para que seja formada uma atmosfera.
Por outro lado, os planetas podem ter um ínicio "quente", em que os materiais do disco solar - material solar que sobra da formação da estrela - em movimento rápido, se junta em aglomerados que criam de formam muito mais rápida os planetas.
Muitos dos exoplanetas descobertos até agora poderiam ter surgido através do processo "quente". No entanto, o 51 Eridani b "é o primeiro que está suficientemente frio e suficientemente perto de uma estrela para ter sido formado à 'maneira antiga'" disse Macintosh, ou seja, como aconteceu em órbita do Sol. O que leva este cientista a dizer que "todo este sistema planetário pode ser muito parecido com o nosso".

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4728998&page=-1

União Astronómica Internacional abre votação para nome de planetas

Fotografia © Printscreen

Pela primeira vez a União Astronómica Internacional vai permitir que, até 31 de agosto, o mundo escolha os noes de planetas e estrelas fora do Sistema Solar.
Começa hoje e acaba no dia 31 de agosto a votação para o nome de 15 estrelas e 32 planetas fora do Sistema Solar. No site da União Astronómica Internacional (UAI) é possível votar no nome dos vários astros, mas não é possível sugerir nomes.
Esta é a primeira vez que a UAI permite que pessoas de todo o mundo escolham nomes para planetas e estrelas. Alguns dos nomes escolhidos são bastante engraçados. Uma das hipóteses para a estrela PSR 1275+12, orbitada por três planetas, é "Rock'n'Roll Star" e os nomes dos planetas seriam "Rockie", "Andie" e "Rollie". Na descrição do nome pode ler-se "uma ritmada estrela dançante que tem Rockie, Andie e Rollie".
As votações terminam no dia 31 e cada pessoa pode votar apenas uma vez para cada planeta ou estrela. No site é possível ver todas as sugestões acompanhadas de uma pequena descrição sobre aquele nome.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4727056

Cientistas dizem que El Niño pode ser o mais forte da História

O fenômeno meteorológico El Niño, que começou este ano, pode ser dos mais fortes dos últimos 65 anos, alertaram nesta quinta-feira (13) cientistas do governo americano.
A corrente do El Niño produz uma elevação nas temperaturas do Pacífico equatoriano e pode causar fortes chuvas em algumas partes do mundo e secas em outras. Também é uma das razões pelas quais a atual temporada de furacões do Atlântico tem sido pouco ativa, pois inibe a formação de tempestades tropicais.
O El Niño começou em março e se espera que dure por um ano. Autoridades na Austrália já disseram que será "forte" e "substancial".
A tendência continuará, disse Mike Halpert, diretor adjunto do centro de previsões climáticas da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em conferência com jornalistas por telefone.
"Prevemos que o El Niño atual pode ser dos mais fortes desde que começaram os registros em 1950", disse Halpert.
As temperaturas média da superfície do mar em uma zona chave do Pacífico equatorial "poderiam alcançar ou superar os 2 graus Celsius acima do normal, o que só foi registrado três vezes nos últimos 65 anos", destacou.
Estes níveis se observaram nas temporadas 1972-73, 1982-83 e 1997-98.
O sul dos Estados Unidos, da Califórnia até a Flórida, poderia experimentar níveis de precipitação acima do normal, assim como a costa leste americana, disse o especialista.
Enquanto a região dos Grandes Lagos, Havaí e Alasca registrarão maiores secas e temperaturas mais altas, destacou.
Embora as chuvas sejam bem-vindas na Califórnia, mergulhada em uma grave seca, Halpert disse que não serão suficientes para encher as represas do estado do oeste americano.
Há cinco anos o último El Niño trouxe vários desastres: provocou monções na Ásia, secas emAustrália, Filipinas e Equador, tempestades nos Estados Unidos, ondas de calor no Brasil e inundações no México.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/para-cientistas-el-nino-pode-ser-o-mais-forte-da-historia.html

Aumenta a probabilidade de El Niño durar até ao outono

Meteorologistas do governo norte-americano aumentaram nesta quinta-feira a probabilidade de que as condições do El Niño no Hemisfério Norte durem até o começo da primavera (outono no Brasil).
Agora as chances são de 85 por cento de que isso aconteça.
O Centro de Previsão do Clima, uma agência do Serviço Climático Nacional, previu no mês passado que havia 80 por cento de chance de que as condições durariam até o começo da primavera.
O CPC ainda disse que há uma chance maior que 90 por cento de que as condições do El Niño permaneçam ao longo do inverno no Hemisfério Norte (verão no Brasil).
A nova previsão aumenta marginalmente a chance de que o fenômeno El Niño, o aquecimento das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico, libere um período de condições climáticas extremas e potencialmente devastadoras ao redor do globo.
Ocorrências no passado causaram chuvas pesadas e inundações, atingindo safras de grãos na América do Sul e clima abrasador na Ásia e no Lesta da África.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/aumenta-a-chance-de-que-o-el-nino-dure-ate-o-outono.html

Após sequenciar genoma de polvos, cientistas dizem que animais são ‘alienígenas’

polvo
A humanidade passou anos procurando vida extraterrestre quando ela estava, na verdade, dentro de nosso planeta. Pelo menos é que acreditam alguns pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido. Para eles, os polvos são alienígenas — ou quase isso. As informações são do Metro UK.
Um trabalho da Universidade de Chicago conseguiu fazer a primeira sequência completa do genoma dos polvos, mostrando que eles são totalmente diferentes de quaisquer outros animais. Com nível de complexidade incrível, eles tem 33 mil genes codificadores de proteínas.
“O zoólogo britânico Martin Well disse certa vez que o polvo é um alienígena. Bem, nesse sentido, então, nosso trabalho descreveu o primeiro genoma sequenciado vindo de um alien. Eles são extremamente complexos mesmo”, brincou Clifton Ragsdale, pesquisador que comandou a pesquisa em Chicago.
Brincadeiras à parte, a pesquisa pode ser crucial para mostrar o porquê dos polvos serem tão diferentes dos outros animais — até mesmo dos moluscos. Com cérebro gigante, oito tentáculos e realizações de feitos como abrir potes de geleias, os polvos estão na lista dos animais que mais intrigam os cientistas atualmente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/08/14/apos-sequenciar-genoma-de-polvos-cientistas-dizem-que-animais-sao-alienigenas/

Cientistas estão a desenvolver escudo para proteger astronautas da radiação cósmica

Campos de força da vida real para proteger dos perigos do espaço.

Se a humanidade jamais vai sair dessa rocha que chamamos Terra, nós vamos ter que encontrar uma maneira de lidar com a radiação cósmica - as partículas de alta energia que apressam-se através do espaço aberto que foram encontrados para ser prejudicial quando não estamos protegidos pela atmosfera do nosso planeta.
Felizmente, os cientistas do CERN anunciou que está trabalhando em uma solução para este problema muito. Em colaboração com a Radiação Espacial Europeia Superconducting Escudo projeto (SR2S), o CERN está a desenvolver um escudo magnético supercondutor que pode proteger a nave e seus ocupantes de raios cósmicos durante as missões no espaço profundo.
O escudo irá redirecionar uma das descobertas feitas por físicos do CERN no ano passado, quando ele conseguiu uma corrente elétrica recorde usando diboreto de magnésio (MgB 2) para os seus cabos supercondutores. A equipe que trabalha no escudo irá usar o mesmo material para bobinas supercondutoras do ímã em uma nova configuração, projetado para gerar um campo que é forte o suficiente para parar espaço raios nocivos penetrem exteriores da nave espacial para prejudicar astronautas e equipamentos.
"No âmbito do projecto, vamos testar, nos próximos meses, uma ferida bobina de pista com uma fita supercondutora MgB2", disse Bernardo Bordini, coordenador da atividade CERN no projeto, em um comunicado . "A bobina protótipo foi concebido para quantificar a eficácia da tecnologia de blindagem magnética supercondutor."
Anúncios anteriores de SR2S têm sugerido que a questão da radiação cósmica pode ser resolvido dentro dos próximos três anos , com a tecnologia de campo magnético que permite seguros longa duração permanece no espaço, sem danos dos raios cósmicos. O objetivo do projeto SR2S é criar um campo magnético de 3.000 vezes mais forte do próprio campo magnético da Terra, com um diâmetro de 10 metros proteger astronautas dentro ou diretamente fora de uma nave espacial.
A tecnologia é praticamente essencial se queremos que os astronautas para passar com segurança qualquer quantidade significativa de tempo no espaço. Além de causar potencial declínio cognitivo , acredita-se que a exposição prolongada aos raios cósmicos podem aumentar a probabilidade de os astronautas em desenvolvimento vários tipos de cânceres .
"Esta situação é crítica. De acordo com nosso conhecimento atual apenas uma pequena fração dos astronautas ativos da NASA são adequados para permanecer na ISS para uma missão de um ano, independentemente do fato de que a exposição à radiação é duas vezes menos do que a exposição durante a viagem espaço profundo ", disse Roberto Battiston, coordenador do projeto de SR2S, em um comunicado de imprensa . "Os desafios de exploração próximas, viagem espacial profunda para Near Earth Asteroids e de longa duração estadia em Marte e na Lua, requerem uma maneira eficaz de proteger ativamente os astronautas."
 
Fonte:http://www.sciencealert.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Em oito meses já consumimos o que a Terra produz num ano

PIYAL ADHIKARY/EPA
A organização ambientalista calcula que, se as emissões globais de CO2 não diminuírem, em 2030 a data será 28 de junho
 
Esta quinta-feira marca a data em que a humanidade consumiu todos os recursos naturais que o planeta é capaz de renovar num ano.
O "dia da sobrecarga da Terra" é assinalado este ano a 13 de agosto, quatro dias antes do que no ano passado, segundo os cálculos da organização ambientalista Global Footprint Network (GFN), que alerta, citada pela agência France Presse (AFP), para o aumento constante e "insustentável" do ritmo do consumo de recursos naturais pela humanidade.
Em 1970, o "dia da sobrecarga" foi marcado a 23 de dezembro, e desde então a data não parou de ser assinalada mais cedo: 03 de novembro em 1980, 13 de outubro em 1990, 04 de outubro em 2000, 03 de setembro em 2005 e 28 de agosto em 2010.
Este ano, "foram precisos menos de oito meses para a humanidade consumir todos os recursos naturais renováveis que a Terra pode produzir num ano", uma clara indicação de que "o processo de esgotamento dos recursos naturais está a acelerar", segundo a GFN.
A data representa, para Pierre Cannet, responsável da energia e do clima do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) de França, "o ritmo incrível e insustentável do desenvolvimento mundial".
"Estamos à beira de um precipício", declarou à AFP, calculando que até 2030 a humanidade arrisque "chegar ao sobre consumo em junho".
Segundo a Global Footprint Network, precisaríamos de 1,6 planetas para saciar o consumo de recursos atual.
A organização ambientalista calcula que, se as emissões globais de CO2 não diminuírem, em 2030 a data será 28 de junho.
Pelo contrário, "se reduzirmos as emissões de CO2 em 30%" do seu nível atual, o "dia da sobrecarga da Terra" deverá recuar até 16 de setembro.
"Reduzir as emissões de carbono contribuirá não só para abrandar o aquecimento global", mas também de "reduzir a pegada ecológica a uma escala global", sublinha a organização.
 
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4728912&page=-1

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