A população de mamíferos, pássaros, peixes e répteis marinhos caiu quase pela metade (49%) desde 1970, de acordo com um relatório do World Wildlife Fund e da Zoological Society of London. O estudo afirma que algumas espécies que as pessoas costumam comer, como atum e cavala, estão diminuindo ainda mais - a queda na população dessas espécies foi de 74%. Os autores do estudo citam pesca excessiva e a mudança climática como algumas das principais razões. "A atividade humana prejudicou gravemente o oceano ao pescar espécies mais rapidamente do que elas se reproduzem e também destruindo seu habitats", diz Marco Lambertini, diretor da WWF International. População de pepinos-do-mar, vistos como itens luxuosos na Ásia, declinou Os pesquisadores também apontam para uma grande redução na população de pepinos-do-mar, uma comida bastante apreciada na Ásia. Em Galápagos, a queda foi de 98% e, no Mar Vermelho, de 94%, no últimos anos. O estudo destaca o desaparecimento de habitats como prados marinhos e manguezais, importantes para a alimentação e como "berçário" de muitas espécies. O relatório afirma que dióxido de carbono está sendo absorvido pelos oceanos, fazendo com que fiquem mais ácidos, prejudicando diversas espécies. Os autores analisaram mais de 1.200 espécies de criaturas marinhas nos últimos 45 anos.
Há vários meses, cada vez mais pessoas estão alertando sobre a posição anômala da Lua em diversas fases do calendário lunar.
Para esclarecer ao leitor sobre as fases da Lua, podemos consultar a seguinte tabela da Wikipedia:
Fase da Lua
Em Fevereiro de 2012 a fase lunar deveria ser a seguinte:
A fase de “Quarto Minguante” possui esta forma, repare que os países do
Sul visualizarão a parte direita da Lua iluminada(visível).
Para confirmar o calendário perpétuo de fases lunares para o hemisfério sul, temos o seguinte gráfico:
Calendário lunar Fevereiro de 2012
Mas o que está acontecendo com as fases da Lua que tanto está
surpreendendo os observadores? O problema são estas fotos, tiradas em
fevereiro deste ano(2012).
Quarto CRESCENTE em forma de “U”, foto do dia 27/02/2012
Outra imagem tirada desde Havana, Cuba, por Roberto Suarez em 25/02/2012, também em forma de “U”.
Júpiter, Vênus e a Lua, foto de Roberto Suarez em 25/02/2012
Ambas são fotos do Hemisfério Norte pelo que se supõe uma clara anomalia já que a crescente deveria ser vista como uma D.
Há três luas, ou três meses, que se observa a lua assim. Começa em
crescente em forma de “U” e não em “D”, como era habitual até agora, e
conforme passam os dias e aumenta a crescente, ou seja, a parte do disco
lunar visível iluminada, vai se colocando dia a dia em sua posição
“normal” (até agora) em “D” e até a lua cheia. Seria como, efetivamente,
se estivesse oscilando por causa de alguma “força desconhecida”. Na
fase minguante ocorre o mesmo, vai se colocando dia a dia em posição de
“U” invertida, até a lua nova.
E no equador? Pois nem uma nem outra, sempre possui forma de “U” ou de “U” invertida.
Quanto mais ao equador, a Lua se vê mais “horizontal”, e quanto mais em
direção aos pólos se vê mais “vertical”, embora obviamente girada em
direção diferente em cada um.
Mapa Mundi
O que está ocorrendo é que as fotos foram tiradas ao norte do equador, e
portanto, mostram a Lua como se fosse vista no próprio equador.
Com isto podemos começar a vislumbrar o que pode estar acontecendo. Algo
está diferente na órbita da Terra ou com a da Lua ou talvez com ambas.
Nutação (do
latím “nutare”, cabecear ou oscilar) é um movimento ligeiro irregular
no eixo de rotação de objetos simétricos que giram sobre seu eixo.
Exemplos comuns são os giroscópios e os planetas. Mais precisamente, uma
nutação pura é o movimento do eixo de rotação que mantêm o primeiro
ângulo de Euler (precessão) constante.
Para que entendamos melhor, o de precessão é o movimento de um pião PERPÉTUO e CONSTANTE, porém, isto não não é assim já que existe o movimento de nutação que faz com que seja irregular.
Quando um pião é jogado, a princípio o movimento é constante mas quando
perde força o movimento vai ficando irregular até que finalmente para!
E isto é o que mais ou menos pode estar acontendo com a Terra.
Em Astronomía se denomina obliquidade da eclíptica
(algumas vezes chamada também simplesmente obliquidade) à inclinação
que apresenta o eixo de rotação da Terra em relação ao plano da
eclíptica, e é a responsável pelas estações do ano.
A obliquidade em 2011 foi de 23° 26′ 16″ (23.4377º).1 . Em 1907 foi
exatamente de 23° 27′. Ou seja, está diminuindo atualmente na razão de
0.47″ por ano, devido ao movimento terrestre denominado nutação.
Variação da obliquidade da eclíptica
É possível que o movimento de precessão esteja cada vez mais afetado por uma nutação cada vez mais irregular. Por outro lado, surgiu há poucas semanas a notícia de que a sonda europeia Vênus Express detectou que a rotação de Vênus REDUZIU(10/02/2012)!
E se isto não está acontecendo somente com Vênus, mas também em todos ou quase todos os corpos planetários do sistema solar?
O astrônomo aficionado ALOEUSS, informou como mediante a OBSERVAÇÂO,
imprescindível para ser medianamente científico, detectou que a Lua
reduziu também seu ritmo de rotação. A Lua CHEIA têm agora duração de 4
dias ao invés de 3.
E isto está acontecendo há 3 meses e ninguém percebeu?
Em 29/09/2011 a equipe StarViewer já havia detectado a anomalia lunar, publicando um artigo extenso sobre o assunto.
Observadores de todo o mundo estão percebendo uma anomalia estranha nas
fases lunares e começam a acompanhar durante as noites. Devido ao nosso
ritmo de vida enclausurado e controlado pelo sistema, muitas pessoas
ainda não perceberam esta anomalia.
Somente os povos que usam as estrelas como GPS e acompanham a atividade
estelar sabe quando algo está errado, e nada melhor que os esquimós para
nos dizer o que está acontecendo, veja a declaração do povo Inuit:
Alguns cientistas também detectaram a anomalia lunar, acesse o documento da Cornell University (PDF) sobre o incremento da “excentricidade” da órbita Lunar.
Os verdadeiros cientistas são aqueles que desde a experiência empírica
contrastam e observam realmente “in situ” a realidade e a natureza. A
ciência claramente se constrói com evidências deste tipo, mais além dos
complexos papers e formulações teóricas.
A comunidade Inuit já chegou às suas conclusões: A Terra mudou seu eixo, as posições das estrelas, da Lua e do Sol mudaram.
Conclusão:
Apesar de ser um fenômeno anômalo, esta não é a primeira vez que
acontece e tudo indica que se produz cíclicamente, as possíveis causas e
teorías do porquê se produz esta mudança da eliptica da Terra e o
deslocamento dos polos magnéticos, nos indica que existe “algo” que está
provocando todas estas mudanças,
Comentário do blog:
Infelizmente não apareceu nenhum astrônomo nos comentários para
esclarecer o fenômeno, mas não têm problema. Continuei as pesquisas e
posto aqui o que pude descobrir.
De fato, esse fenômeno não é “comum” para as pessoas que não costumam
olhar para o céu e acompanhar as fases lunares, acontece apenas uma ou
duas vezes por ano e em civilizações antigas era chamado de “Lua
Molhada” ou “Lua Seca” devido à sua forma iluminada na parte de baixo.
Aqui está a explicação:
Um observador atento certamente notará que durante um período de meses, a
crescente da Lua, de fato, parece estar iluminada na “base” da Lua ao
invés de ao lado dela. Então, o que está acontecendo de diferente com a
Lua? É tudo resultado da órbita da Lua ao redor da Terra, e da órbita da
Terra em torno do sol. E exatamente quando você vê a Lua em forma de
‘U’ (iluminada na parte inferior) em vez de um “C”(iluminada ao lado)
depende da latitude de onde você estiver. Mas a explicação é a mesma,
independentemente da localização onde se visualiza.
Nós vemos a Lua no céu à noite, porque ele está refletindo a luz do sol.
A Lua não gera qualquer luz própria. Assim, a parte iluminada da Lua
aponta sempre para o sol. Agora, como você pode ver no diagrama, como a
Terra viaja ao redor do Sol, a inclinação da Terra sobre seu eixo, por
vezes, aponta o hemisfério norte em direção ao Sol e às vezes aponta o
hemisfério sul para o sol. É por isso que nós temos estações aqui na
Terra. Mas isso também muda a trajetória aparente da Lua no céu à noite
quando você está na Terra olhando para ela. Às vezes ela viaja em um
ângulo em direção ao horizonte e às vezes ele viaja em linha reta em
direção ao horizonte. Quando a Lua crescente viaja em linha reta em
direção ao horizonte, você vai ter uma lua em forma de ‘U’. Muitos
descrevem esta como quando os ‘chifres’ da Lua apontam para cima. Isso
pode acontecer uma vez ou duas vezes por ano, mas dependendo da latitude
do local.
Esta alteração no aspecto da Lua tem sido observado para um tempo muito
longo. E muitas definições conflitantes foram dadas a estas aparições
lunares.
Alguns astrônomos antigos falaram da lua crescente, quando em baixo
parece ser iluminada como a “lua molhada”. Eles pensaram que parecia uma
bacia que poderia encher com a chuva e a neve do inverno. Na astrologia
havaiana, Kaelo as regras de Água ao Portador de 20 de janeiro – 18 de
fevereiro. De acordo com o Calendário havaiano, Kaelo é o mês “Dripping
Wet Moon”. No entanto, muitas outras culturas definiram a Lua, quando
iluminada em baixo como a “lua seca”, já que nessa configuração, a Lua
está “segurando a água”.
Enquanto o inverno passa para a primavera e o verão, a forma crescente
lentamente se desloca para o sul e começa a “ficar em seu fim”. Para
alguns antigos, isso representou a Lua assumindo uma posição em que ela
vai perder sua água e resultam em grandes chuvas de verão. O resultado
foi a criação de uma “lua seca”. Por outro lado, outras culturas dizem
que tal lua é uma “lua molhada” porque permite derramar água.
Não é só na mídia alternativa e nas centenas de subliminares ALERTANDO PARA DIA 23 de SETEMBRO. Até a Rede Globo anunciando esse suposto meteoro??? As advertências subliminares apontam o dia 23 e o Mês de setembro, mas ninguém sabe qual o ano, que esse suposto evento será orquestrado. Seria 2015? Fantástico de 13/09/2015 - Saiba como escapar se um meteoro cair perto de você na Terra - G1
Nos Estados Unidos, no Canadá, na América Central e América do Sul, esta
Eclipse Lunar Total terá início na noite de 27 de Setembro de 2015. Na
Europa, Sudeste
Asiático, África, no Ártico e no Oceano Pacífico, Atlântico e Índico,
começa em
28 de Setembro de 2015. Durante cerca de 1 horas e 12 minutos, esta Lua
de sangue será totalmente eclipsado.
Como Acontece:
A lua não tem luz própria, mas brilha porque sua superfície reflete os
raios do Sol. Eclipses da Lua ocorrem quando o sol, a Terra e a lua
estão alinhados de forma exata ou quase uma linha reta.
O termo técnico
para isso é syzygy, que vem da palavra grega para serem emparelhados.
Por que razão Eclipses Lunar Total acontecem? Durante um eclipse lunar
total, o Sol, a Terra e a lua formam uma linha reta.
A Terra bloqueia
qualquer luz solar direta de chegar a Lua. O sol está por trás da Terra,
assim a luz do Sol lança a sombra da terra sobre a Lua.
Essa sombra
cobre toda a Lua e faz com que tenha um eclipse lunar total.
Já começou a contagem regressiva para a chegada do suposto asteroide que terá impacto sobre a Terra em 28 de setembro e
que fará o fim da vida no único planeta habitável no sistema solar.
Várias profecias que os especialistas há muito tempo alertaram para a
chegada deste cataclisma, como John Hagee e Mark Biltz, que afirmam que
as quatro eclipses lunares consecutivas, que começou em abril de 2014,
foram os sinais do fim dos tempos, tais nós o conhecemos, descrito na
Bíblia em Atos 2:20 e Apocalipse 06:12.
Além disso, o Rev. Efraim Rodriguez, disse que recebeu uma mensagem de
Deus, o aviso da chegada de um grande asteroide em setembro de 2015 e
terá um impacto perto de Porto Rico, causando um grande terremoto e
tsunami. Na verdade, Efraim até escreveu para NASA para alertar sobre o
evento terrível. Mas todos concordam que este terrível acontecimento
poderia ocorrer a qualquer momento entre 21 e 28 de Setembro, embora
alguns teóricos da conspiração acreditam que será 23 ou 24 de Setembro.
Obviamente, a histeria em torno da teoria do cataclismo em setembro
forçou a NASA para liberar uma declaração para acalmar a população. O
comunicado oficial publicado no site da agência espacial norte-americana
e os principais meios de comunicação, disse que não há nenhuma
evidência de que um asteroide ou outro objeto celeste está no caminho
direto para a Terra. Paul Chodas, especialista em asteroides Jet
Propulsion Laboratory da NASA, disse que não há um objeto conhecido para
ter alguma chance credível do impacto com o nosso planeta ao longo do
século seguinte, e que não há nenhuma base científica ou de provas, um
asteroide ou outro objeto celeste de atingir a Terra naquele momento.
Escusado será dizer que muitas pessoas têm sido muito cético em relação a
este evento apocalíptico, garantindo que ele é business as usual, fim
do mundo que nunca vai acontecer. Mas quando tudo parecia permanecer em
uma calma tensa até a chegada da data apocalíptica, um famoso
pesquisador reabriu o debate para garantir que um cometa vai destruir a
vida no nosso planeta nos próximos 20 anos.
Contagem regressiva
O conhecido pesquisador e escritor Graham Hancock, cuja obra escrita em 1995 magnum intitulada "Traços de deuses"
vendeu mais de 3 milhões de cópias, disse que o impacto de um cometa na
Terra vai levar a uma explosão poderosa que detonação de todas as armas
nucleares do nosso planeta.
Segundo o The Inquisitr News, Hancock acredita que há provas
arqueológicas suficiente sugerindo que várias civilizações avançadas no
passado acreditavam que a chegada dos restos de um cometa vai destruir
toda a vida na Terra. As histórias sobre a morte iminente não só foram
escritos nos livros da Bíblia também foram passados de geração em
geração ao longo do tempo entre as diferentes comunidades, que tiveram o
mesmo resultado: o desaparecimento de toda a vida na terra por um
objeto do espaço anterior.
Hancock fez estas declarações polêmicas após o lançamento de seu novo
livro "Magicians of the Gods (Mágicos dos deuses"), que investiga todas
as provas por trás de sua profecia.
"Esses mágicos ou adivinhos deixou uma mensagem clara para nós, não foi
uma metáfora, não uma mensagem espiritual, mas uma advertência direta e
urgente", disse Hancock. "O que aconteceu antes pode acontecer
novamente. O que destruiu o mundo pode nos destruir. "
Enquanto "profecia" Hancock pegou muitos de surpresa, o que ninguém
esperava era que alguns cientistas discordaram com a sua teoria. De
acordo com a Yahoo News, astrofísico Victor Clube e Bill Napier
astrônomo também acreditam que um cometa gigante invisível está se
dirigindo em direção ao nosso planeta. Este "assassino" não pode ser
encontrado, quer pelas diferentes agências espaciais nem por astrônomos
amadores, porque ele está escondido em uma nuvem de escombros cósmicos,
conhecido pelos astrônomos como a corrente de meteoros Taurid.
Hancock disse em uma entrevista com a BBC que sua profecia não chamou a
atenção de seus seguidores, como não há projetos de um futuro feliz para
o nosso planeta. A comunidade científica sempre defendeu a teoria de
que as primeiras civilizações começou há cerca de 5.000 anos atrás, mas
Hancock sempre foi inflexível que a Terra testemunhou o início da
civilização na Idade do Gelo. Segundo ele, um cataclisma semelhante vai
acontecer em breve levou a vida na Terra há cerca de 12.800 anos atrás,
quando um cometa atingiu o gelo na América do Norte, causando mudanças
oceânicas que submersas completamente a superfície Terra nas décadas
seguintes.
E para provar sua teoria, Hancock foi baseado em evidências
arqueológicas recentes. Göbekli Tepe, um antigo santuário na Turquia,
escavada pelo arqueólogo alemão Klaus Schmidt até sua morte, no ano
passado, acha que poderia ser rastreada até o décimo milênio aC, o que
significa que as primeiras civilizações nasceram muito antes assegurando
a comunidade científica.
Como vimos, Hancock diz que os "deuses" do passado deixou uma mensagem
para nós, e desta vez não precisa decifrar, como acontece com outras
profecias. O que aconteceu antes pode acontecer novamente. Agora temos
evidências científicas, mas pode ser tarde demais. Estamos prestes a
enfrentar uma catástrofe mil vezes pior que a detonação de todas as
armas nucleares do nosso planeta, uma colisão com os restos de um grande
cometa o suficiente para acabar com toda a vida como a conhecemos.
Utilizando um modelo que usa a história geológica da Terra, cientistas estadunidenses concluíram que um novo supercontinente deverá se formar ao redor do círculo polar ártico, a partir da fusão entre os continentes americano e asiático. O estudo é uma alternativa às teorias tradicionais que explicam os ciclos supercontinentais.
De acordo com Ross Mitchell, ligado à Universidade de Yale e principal autor do trabalho, o novo supercontinente - batizado de Amásia - deverá se formar em cerca de 120 milhões de anos, após a o bloco asiático deslizar por baixo da América em um processo conhecido como subducção. Segundo o estudo, publicado recentemente pela revista científica Nature, a América ficaria praticamente na mesma localidade, enquanto o Mar do caribe e o oceano ártico desapareceriam.
Os modelos tradicionais mostram que áreas supercontinentes sucessivas se formam ou no mesmo local, por meio de um processo conhecido como "introversão" ou então em lados opostos do globo, através do processo de "extroversão". No entanto, a nova pesquisa mostra que a nova formação geológica não cabe em nenhum desses modelos.
No estudo, a equipe de Mitchell apresenta uma posição alternativa para formação Amásia. Nela, o próximo supercontinente ficaria a 90 graus de longitude oeste de distância da Pangeia, último grande supercontinente do passado. Pangéia se localizava onde hoje está a África e se rompeu há 200 milhões de anos.
Posições supercontinentais
A teoria de Mitchell é alicerçada principalmente na análise do alinhamento dos elementos magnéticos em rochas antigas (paleomagnetismo), que revelou onde se localizavam os polos magnéticos do planeta durante períodos específicos da história da Terra. Isso permitiu que os pesquisadores de Yale reunissem informações importantes para calcular as posições de Pangéia e os dois supercontinentes anteriores, Rodínia e Nuna.
Os cálculos mostram que tanto a Rodínia como Pangéia se formaram a cerca de 90 graus com relação aos respectivos supercontinentes antecessores. Com os resultados não se adequavam nem ao modelo da introversão nem ao modelo da extroversão, Mitchell e seus colegas propuseram um novo modelo, que batizaram de "ortoversão".
"É importante destacar que essa versão não é apenas uma solução de meio termo. Ela apresenta um estilo específico de transição intermediária", disse Mitchell.
"Agora que temos uma teoria dominante como supercontinentes tomaram forma, podemos especular como os ciclos supercontinentais vão acontecer no futuro e esse modelo mostra que o Oceano Ártico e o mar do Caribe vão fechar, fundindo as Américas e a Ásia praticamente no Polo Norte".
Modelo Elegante
Brendan Murphy, ligado ao Departamento de Ciências da Terra, da Universidade São Francisco Xavier, no Canadá disse que o novo estudo será de grande valor para a comunidade geológica.
"É certamente um modelo bastante elegante e qualquer metodologia que forneça uma explicação unificada e plausível para uma série de acontecimentos enigmáticos nos impulsiona para frente. Acredito que isso deverá estimular a comunidade geomagnética e tectônica a sair a campo e testar o novo modelo. Mesmo que esteja errado, ao longo dos anos devemos aprender muito, mas para isso precisamos testar".
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 6.8 pontos de magnitude ocorrido o México, 86 km a sudoeste de Topolobampo as 05h14 pelo horário de Brasília (13/09/2015).
O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 14 km de profundidade, sob as coordenadas 25.00N e 109.6W .
O mapa acima mostra a localização do epicentro.Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.
Um terremoto de 6.8 pontos de magnitude libera a mesma energia que 12 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 237720 toneladas de TNT.
As teorias para salvar a Terra de um possível impacto de um asteroide não são novas e vão desde a instalação de foguetes propulsores na própria rocha, que a tirariam da rota de colisão até à explosão atômica do asteroide, que o fragmentaria em mil pedaços. Até o presente momento, no entanto, não existe nenhuma tecnologia capaz de evitar uma grande colisão, mas os cientistas não dão o braço a torcer.
Pensando nisso, um aluno de doutorado em engenharia aeroespacial da universidade da Carolina do Norte propôs, em 2009, uma maneira relativamente simples e eficaz de desviar asteroides e outros objetos em rota de colisão contra a Terra. Segundo a teoria bastaria prender ao asteroide uma longa corrente presa a uma âncora.
"Com esse simples método você muda o centro de massa do objeto alterando efetivamente sua órbita, que ao invés de se chocar com a Terra avançaria em outra direção", disse David French, autor do trabalho. A teoria ganhou a simpatia de outros pesquisadores e foi aceita para ser apresentada na Conferência Space 2009, promovida pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Espaço, que ocorrerá em setembro na Califórnia.
Atualmente estão identificados mais de 1000 objetos "potencialmente perigosos" e que representam algum tipo de risco contra a Terra. Apesar de nenhum deles estar em rota de colisão, não se pode prever futuras alterações de órbitas provocadas por atração gravitacional ou interações com o vento solar. Pequenas alterações em suas trajetórias podem fazê-los impactar contra a Terra.
Pensando nessa possibilidade, French e seu orientador Andre Mazzolen, professor de mecânica e engenharia aeroespacial, estudaram como um sistema "asteroide-corrente-âncora" poderia ter sua dinâmica alterada, reduzindo ou eliminando a chance de impacto.
"Não é fácil imaginar a escala do problema e as potenciais soluções", disse French. "A Terra vem sendo atingida por objetos desde há muito tempo e nós conhecemos bem os efeitos negativos disso. Há 65 milhões de anos um asteroide de grande tamanho atingiu a terra ao sul do Golfo do México e simplesmente varreu os dinossauros do mapa".
Em 1907, um pequeno fragmento, talvez originado de um cometa, praticamente acabou com uma área similar a Nova York. "Em outras palavras, a escala para nossa solução é difícil de ser avaliada", explicou French.
O pesquisador estima que o tamanho da corrente necessária para alterar o centro de massa pode variar entre mil quilômetros até mais de 100 mil km, (suficientes para dar duas voltas e meia ao redor da Terra). Apesar dessa variação ser bastante grande, French acredita que é a melhor ideia proposta para desviar um asteroide.
"Pesquisamos também outras possibilidades, mas sem condições reais de serem colocadas em prática, entre elas pintar um dos lados do asteroide de preto a fim de alterar o modo como a luz aquece sua superfície, alterando sua órbita ou prender o asteroide a outro objeto próximo, também mudando seu centro de massa. Também existe a chance de explodir o objeto com bombas nucleares, mas neste caso existem obstáculos políticos e técnicos quase intransponíveis, além de provocar uma chuva de fragmentos que poderia agravar ainda mais a situação".
Apesar de parecer simplista, a teoria da corrente-âncora ganha adeptos e poderá ser de fato uma opção real para desviar objetos em rota de colisão.
Todas as peripécias vistas em filmes, como bombas nucleares fragmentando os asteroides, são de fato ficção, já que a tecnologia necessária para isso não existe. As melhores estimativas mostram que atualmente seriam necessários pelo menos 20 anos, após a detecção de um asteroide em rota de colisão, para que uma tecnologia para desviá-lo ou destruí-lo fosse desenvolvida.
O mais perigoso
Ao que tudo indica, o asteroide mais perigoso com maiores chances tem de impactar diretamente com a Terra é o objeto batizado de 1950 DA.
Segundo dados do JPL, as chances de colisão são da ordem de 1 em 300 e deverá acontecer no ano de 2880. Esse objeto, um esferoide assimétrico, tem um diâmetro de 1.1 km e gira ao redor do próprio eixo em 2.1 horas, o mais rápido movimento rotacional observado em um asteroide desse tamanho.
Após analisar por volta de 100.000 galáxias, especialistas no assunto registraram 50 galáxias que possuem altos níveis de radiação, o que sugere o fato de seres inteligentes estarem por detrás disso.
Cientistas dizem ter encontrado 50 galáxias que demonstram claros sinais de civilizações avançadas.
Estas declarações são baseadas no fato de terem registrado emissões anormalmente altas de níveis de radiação, o que sugere que alguém esteja usando a ‘energia das estrelas’, liberando assim grandes quantidades de calor durante este processo. O estudo que chegou à esta surpreendente conclusão foi conduzido pelo Dr. Jason Wright, do Centro para Exoplanetas e Mundos Habitáveis, da Universidade da Pennsylvania, e foi publicado recentemente no Astrophysical Journal.
“A ideia por detrás de nossa pesquisa é que se uma galáxia inteira tenha sido colonizada por uma civilização avançada, a energia produzida pela tecnologia para o usufruto daquela meta seria detectável no espectro infravermelho”, disse o Dr. Wright.
“Encontramos aproximadamente 50 galáxias que possuem níveis anormalmente altos de radiação infravermelha média”, disse Roger Griffith, um pesquisador da Penn State e autor líder do trabalho. “Nossos estudos subsequentes dessas galáxias podem revelar se a origem da suas radiações é o resultado de processos astronômicos naturais, ou se isto poderia indicar a presença de uma civilização altamente avançada.”
Uma imagem de cor falsa da emissão infravermelha média da Grande Galáxia de Andrômeda, obtida pelo telescópio espacial WISE, da NASA.
A teoria de que a vida alienígena existe em outros lugares do cosmos e que ela seria detectável graças às suas emissões infravermelhas médias foi proposta pelo físico teórico Freeman Dyson, na década de 1960. A caça por estes tipos de sinais era impossível até que telescópios espaciais como o Wise foram lançados, tornando possível para os pesquisadores ‘caçarem’ alienígenas de forma mais precisa.
O astrofísico russo, Nikolai Kardashev, classificou o grau de evolução tecnológica de uma civilização, baseado em como (ou melhor de onde) esta civilização extrairia a energia necessária para sobreviver: Civilizações Tipo I, II e III.
Tipo I
Nível tecnológico próximo do nível presentemente obtido na Terra, com o consumo de energia a ≈4×1019 erg/sec (4 × 1012 watts). [1] Guillermo A. Lemarchand declarou isto como sendo “Um nível próximo da civilização terrestre contemporânea, com uma capacidade de energia equivalente à insolação solar na Terra, entre 1016 e 1017 watts.”
Tipo II
Uma civilização capaz de coletar a energia irradiada de sua própria estrela (por exemplo, o estágio da construção com sucesso da esfera Dyson), com o consumo de energia a ≈4×1033 erg/sec. [1] Lemarchand declarou isto como “uma civilização capaz de utilizar e canalizar toda a radiação produzida por sua estrela. A utilização de energia então é comparável à luminosidade do nosso Sol, que é de aproximadamente 4×1033 erg/sec (4×1026 watts).”
Tipo III
Uma civilização em posse da energia na escala de sua própria galáxia, com o consumo energético a ≈4×1044 erg/sec. Lemarchand declarou esta como sendo uma “civilização com acesso à uma energia comparável à luminosidade de toda a Via Láctea, de aproximadamente 4×1044 erg/sec (4×1037 watts).”
“A ideia por detrás de nossa pesquisa é a de que, se uma galáxia inteira foi colonizada por uma civilização espacial avançada, a energia produzida pela tecnologia dessa civilização seria detectável em ondas infravermelhas médias – exatamente a radiação que o satélite WISE foi projetado para detectar em outros processos astronômicos”, disse o Dr. Wright, professor assistente de astronomia e astrofísica, que concebeu e iniciou a pesquisa.
“Se uma civilização exploradora do espaço usa grandes quantidades de energia das estrelas de sua galáxia para energizar computadores, voo espacial, comunicações, ou algo que nem podemos ainda imaginar, a termodinâmica fundamental nos diz que esta energia deve ser irradiada como calor no comprimento de ondas infravermelhas médias. Esta mesma física básica faz com que seu computador irradie calor enquanto está ligado.”
“À medida que olhamos mais cuidadosamente para a luz vinda destas galáxias“, disse o Dr. Wright, “devemos ser capazes de apurar nossa sensitividade quanto a tecnologia alienígena para níveis muito mais baixos, e melhor distinguir entre o calor resultante de fontes astronômicas naturais e o calor produzido por tecnologias avançadas. Este estudo piloto é somente o começo.”
Conforme relatado por vários jornais, um abismo gigante é fotografado em
uma geleira alpina, não no território nacional italiano, mas em uma
área dos Alpes suíços. A geleira envolvida seria a de Vale do Herens, os
Alpes da Suíça a algumas dezenas de quilômetros na fronteira do Valle
d'Aosta.
As imagens aéreas são "sem piedade": na base da geleira houve um enorme
estrondo e criou um abismo enorme centenas de metros de profundidade,
embora estudos e pesquisas em profundidade será realizado em detalhes
nos próximos dias.
A geleira onde houve o maxi-buraco seria Ferpecle e a foto do buraco foi feita hoje pelo geólogo Gerard Stampfli, todos, em seguida, publicado no site Le Nouvelliste. É um abismo que se formou quase certamente devido ao clima quente e as temperaturas elevadas que prejudicaram todos os glaciares neste verão, considerando que apenas há uma semana na área foram alcançados 30 graus.
Caos climático: O climatologista alerta para a presença de um Godzilla El Nino que afetam o Clima Global.
O sistema solar está viajando através dos céus muito tempestuoso do que
pensávamos, e pode até estar prestes a saltar para uma enorme nuvem de
gás que fora deslizando através de pelo menos 45.000 anos.
Essa é a
implicação de um inquérito multi-década do vento interestelar
esbofeteando o sistema solar, o que revelou uma mudança inesperada na
direção do vento.
A borda do sistema solar é aproximadamente definida pelo heliosfera, uma
bolha magnética gigante soprada por partículas carregadas que fluem a
partir do sol.
Esta bolha protege a Terra muito do vento interestelar,
por isso uma mudança de direção dos ventos terá pouco efeito aqui no
chão.
Mas a mudança faz-nos dizer algo surpreendente sobre o nosso meio
galácticos.
A nuvem é tão grande e difusa, que se presumia ser
relativamente calma, e que o vento soprava na mesma direção durante
milhões de anos.
O fato de que o vento está mudando sobre a extensão de
meras décadas significa que o interior do a nuvem é tanto
excepcionalmente turbulento, ou que o sistema solar é de apenas 1000
anos ou mais longe de impor o seu caminho para fora. "Enquanto houve
indícios de que algo estava mudando no meio do sol, quando finalmente
colocar todo o histórico dados em conjunto tornou-se claro que se pode
fazer uma forte declaração científica que essa mudança realmente ocorreu
", diz Frisch de astro.uchicago.edu.
O que significa a mudança ainda está em debate. Nós poderíamos estar se
aproximando da borda da nuvem, ou poderíamos ainda estar no meio dela,
empurrando o nosso caminho através de uma tempestade interestelar.
Há um novo cometa "suicida" detectado nas lentes do telescópio espacial SOHO e que em breve se espatifará contra o Sol.
No momento o objeto está com aproxidamente 5.5 magnitudes e deverá brilhar ainda mais antes de atingir o periélio, provavelmente nas próximas 30 horas.
É mais um fragmento do cometa Krause que ruma contra o Sol. Será que teremos ejeção de massa coronal quando o fragmento se desintegrar?
Cientistas descobriram que o DNA possui a habilidade de se interligar, mesmo à distância. De acordo com a ciência que conhecemos hoje, isto nunca deveria ser possível.
Uma pesquisa publicada pelo Journal of Physical Chemistry B da ACS,mostra que, sem dúvida alguma, um filamento duplo intacto de DNA possui a habilidade inexplicável de reconhecer similaridades em outro filamento de DNA à distância, podendo assim os dois filamentos interligar-se sem um toque físico. Imagine isto com sendo pessoas com interesses mútuos, tais como gostos, hobbies, carreiras, etc., se agruparem, sem consciência disso, ou esforço despendido.
O reconhecimento pelo DNA de outra sequência química similar deixa os cientistas perdidos. Anteriormente os cientistas acreditavam que outras moléculas, sinais químicos, ou certas proteínas deveriam estar presentes para isto acontecer; mas em experimentos recentes nenhum desses fatores estava presente quando o fenômeno ocorreu. Ninguém sabe, ou mesmo possui a menor ideia, de como os filamentos de DNA estão se comunicando entre si, mas estes eventos ‘telepáticos’ estão causando muita comoção e uma sensação de medo e espanto em alguns círculos científicos.
De acordo com os autores do artigo, Geoff S. Baldwin, Sergey Leikin, John M. Seddon, e Alexi A. Kornyshev e seus colegas:
“De forma espetacular, as forças responsáveis pelo reconhecimento da sequência podem se estender por mais de um nanômetro de água separando as superfícies do DNA vizinho mais próximo."
As implicações desta comunicação inexplicável entre filamentos duplos de DNA são enormes. Cientificamente, este efeito de reconhecimento poderia ajudar a aumentar a precisão e eficiência da recombinação dos genes semelhantes. Este é o processo responsável pelo reparo, evolução e diversidade genética do DNA. Esta nova descoberta poderia mudar a forma com que cientistas procuram por maneiras de evitar erros de recombinação, que são fatores de câncer, envelhecimento e outras questões de saúde.
Metafisicamente, isto não daria ainda mais respaldo ao fato de haver uma consciência Universal ?
Cuba anunciou que utilizará um método artificial de provocar chuva, para aliviar os drásticos efeitos da seca, a mais forte desde 1901.
"A 'semeadura de nuvens', como tambén é conhecida a técnica aplicada em outras ocasiões em Cuba para provocar o aumento das precipitações, será realizada de forma aérea", disse Argelio Fernández, especialista do Instituto Nacional de Recursos Hidráulicos (INRH), citado pelo jornal oficial Granma.
A técnica consiste em "bombardear" as nuvens com iodeto de prata, um químico que facilita o processo, segundo Fernández.
O processo começará em 15 de setembro na bacia do rio Cauto, o maior do país.
Mesmo recebendo cerca de 40 mil toneladas de partículas espaciais todos os anos, o planeta Terra não está ficando mais pesado. Ao contrário, está perdendo massa em um ritmo muito mais acelerado, ficando muito mais leve todos os dias.
Diariamente, em média 110 toneladas de materiais vindos do espaço penetram a atmosfera da Terra e se juntam à massa que forma o planeta. São asteroides, cometas, meteoros ou partículas vindas de muito longe, que anualmente somam mais de 40 mil toneladas.
Além desses detritos espaciais, a Nasa também estima um incremento de 160 toneladas anualmente devido à elevação da temperatura global. Isso é explicado pelas leis da termodinâmica, pois se adicionarmos energia a um sistema, sua massa também aumenta.
Apesar de serem números bastante expressivos, principalmente se considerarmos os bilhões de anos que isso acontece, nosso planeta não ganha peso. Ao contrário, fica mais leve.
De acordo com um estudo feito pelo pesquisador Chris Smith, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, embora entrem cerca de 40 mil toneladas todos os anos, nosso planeta perde 95 mil toneladas, mais que o dobro do que entra.
Perdendo Nada
É importante destacar que embora ocorram retiradas sistemáticas de minérios e petróleo do subsolo, esse material não deixa a Terra, pois de alguma forma é transformado em algo que será usado ou consumido aqui mesmo, gerando resíduos que aqui também permanecerão. Em outras palavras, o Homem não tem papel nessa perda de peso.
Perdendo Pouco
Segundo Smith, parte da perda da massa ocorre no centro da Terra, onde há bilhões de anos o núcleo queima combustível nuclear por decaimento radioativo. Assim, quanto menos energia, menos massa (novamente, a lei da termodinâmica em ação). No entanto essa perda é muito pequena, de aproximadamente 16 toneladas ao ano, praticamente nada perto das 40 mil toneladas que entram.
Perdendo Muito
O grosso da perda de peso da Terra ocorre bem acima das nossas cabeças, lá na alta atmosfera. De acordo com o estudo, anualmente escapam da Terra 95 mil toneladas de hidrogênio e 1600 toneladas de hélio, que por serem muito leves não são retidos pela gravidade e se dissipam no espaço.
Resumindo, o resultado é uma perda de massa de cerca de 50 mil toneladas todos os anos, principalmente dos gases.
Consequências
Embora a perda de hidrogênio seja extraordinariamente grande - 95 mil toneladas por ano - a quantidade do gás presente na Terra é tão grande que levaria trilhões de anos para o esgotamento.
O Hélio é outra história. Ele representa apenas 0,00052% do volume da nossa atmosfera. É obtido principalmente através de um processo chamado de destilação fracionada e devido à sua utilidade está se tornando cada vez mais escasso em nossa atmosfera.
Para Robert Richardson, ligado à Universidade de Cornell e ganhador do Premio Nobel de Física "a situação da reserva de hélio atmosférico é tão preocupante que cada balão de festa preenchido com o gás deveria ser acompanhado de uma etiqueta de 100 dólares".
De acordo com Hawking, os buracos negros possuem, sim, uma saída Supõe-se que seria uma viagem só de ida, mas em uma nova reviravolta nas explicações sobre o que ocorreria quando se "cai" em um buraco negro, o físico britânico Stephen Hawking afirmou que viajantes espaciais poderiam terminar em outro universo. "Se cair em um buraco negro, não se renda", disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. "Há uma saída." Hawking afirmou ainda que se o buraco fosse suficiente grande e estivesse girando, poderia ter uma passagem a um universo alternativo. O famoso cientista considera que os objetos podem acabar armazenados sobre os limites de um buraco negro, região conhecida como horizonte de eventos. São as fronteiras do espaço a partir das quais supostamente nenhuma partícula pode sair, incluindo a luz. Assegurando que essas estruturas não seriam um poço tão escuro como se pensa, Hawkins indicou que os humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um "holograma" na margem ou "cairiam em outro lugar".
Mistério prolongado
Os buracos negros são fenômenos cósmicos que se originam quando uma estrela colapsa. O restante de sua matéria fica limitado a uma pequena região, que logo dá lugar a um imenso campo gravitacional. Stephen Hawking é o cientista mais reconhecido de nossos tempos Por muito tempo se pensou que nada poderia escapar de sua gravidade, nem sequer a luz. Em 1974, Hawking descreveu como os buracos negros emitiriam radiação, algo que com o tempo passou a ser conhecido como "radiação de Hawking", ideia com a qual muitos físicos concordam hoje em dia. Ele, contudo, também apontou inicialmente que a radiação emitida por um buraco negro acabaria evaporando e todas as informações sobre cada partícula despareceriam para sempre. Em 2004, Hawking surpreendeu o mundo com um novo estudo, denominado O Paradoxo da Informação em Buracos Negros, em que mudava sua própria versão: em vez de absorver tudo, os buracos negros permitem que certas radiações escapem. Deste modo, um buraco negro deixaria de ser o poço infinito que destrói tudo o que cai nele, e sua fronteira não estaria tão definida como se pensava.
Viagem 'sem volta'
En 2012, enquanto buscavam esclarecer se a informação desaparece para sempre dentro de um buraco negro, John Polchinski e outros físicos já haviam descoberto que outro destino é possível. Mas acrescentaram que o horizonte de eventos se converte em uma barreira antifogo gigante que incinera o que passar por ele. À medida que fosse se aproximando do buraco, a diferença de gravidade entre seus pés e a cabeça aumentaria cada vez mais, e em algum momento você se partiria em dois. E logo essa força de maré, como se denomina essa atração, desgarraria cada célula, molécula e átomo de seu corpo. Muitos físicos não gostaram dessa ideia. Segundo um dos princípios da relatividade de Einstein, uma pessoa que cruzasse o horizonte de eventos não deveria sentir nada diferente, apenas flutuaria no espaço. A barreira antifogo, portanto, deixaria vulnerável o "princípio de equivalência", uma regra muito respeitada, daí a resistência dos físicos a descartá-la. De toda maneira, para verificar o que ocorre em um buraco negro você provavelmente teria que viajar ao interior de um deles. E o próprio Hawking não é candidato a essa jornada. "(Após entrar em um buraco negro) Não poderia voltar ao nosso universo, de modo que, ainda que esteja interessado em viajar ao espaço, não vou tentar".
Cientistas americanos afirmam ter conseguido fazer crescer em um laboratório uma versão quase completa de um pequeno cérebro humano, algo que, alegam, pode representar um avanço crucial para o tratamento de doenças neurológicas. Rene Anand, professor da Universidade Estadual de Ohio, afirma ter conseguido fazer crescer um cérebro com uma maturidade similar a de um feto de cinco semanas, informou a universidade. "Não apenas se parece com um cérebro em desenvolvimento, seus diversos tipos de células expressam quase todos os genes como um cérebro", disse Anand. Com o tamanho de uma ervilha, o cérebro inclui múltiplos tipos de células, todas as principais regiões do cérebro e uma medula espinhal, mas carece de sistema vascular, explicou a universidade. Foi desenvolvido a partir de células de pele humana e, segundo os cientistas, é o cérebro de seu tipo mais completo conhecido até agora. Anand apresentou seu trabalho na terça-feira (18) durante um evento militar sobre saúde na Flórida. Em geral, os avanços científicos importantes são divulgados em publicações especializadas, após avaliações de comitês independentes. Anand e um colega fundaram uma empresa em Ohio para comercializar o sistema de crescimento cerebral, segundo a universidade. "O poder deste modelo de cérebro é um bom presságio para a saúde humana porque nos dá opções melhores e mais relevantes para testar e desenvolver tratamentos que em roedores", afirmou Anand em um comunicado.
Uma pequena erupção foi registrada na madrugada desta quarta-feira (19) na região sudoeste do Japão, anunciou a agência nacional de meteorologia e a organização ecológica Greenpeace exigiu que interrompam imediatamente as atividades de um reator nuclear próximo do local, que foi reativado na última sexta-feira.
Em 15 de agosto, o nível de alerta do vulcão Sakurajima, na prefeitura de Kagoshima, foi elevado a 4 (em uma escala de 1 a 5), por causa de um repentino aumento dos movimentos vulcânicos (1.023 no dia 15).
O vulcão fica próximo da cidade costeira de Kagoshima, de mais de 600 mil habitantes, e a mil quilômetros a sudoeste de Tóquio. A central nuclear de Sendai, cujo reator número 1 foi religado em 11 de agosto, também está próxima.
Sendai 1 é atualmente o único dos 48 reatores nucleares do Japão em funcionamento, depois de obter todas as autorizações técnica e políticas.
Mas o Greenpeace insiste há tempos no risco vulcânico da região, perigoso para uma instalação nuclear.
"Com este aumento da atividade vulcânica, o reator Sendai 1 deve ser desligado imediatamente", afirmou o Greenpeace, em e-mail enviado à agência France Presse.
"Como a central de Fukushima não foi protegida da catástrofe de 11 de março (de 2011), a de Sandi não está pronta para enfrentar um desastre vulcânico", acrescentou.
A companhia reguladora da central, a Kyushu Electric Power, afirmou que o funcionamento da usina não está ameaçado e que, em caso de erupção do Sakurajima, serão tomadas as medidas necessárias para proteger as instalações.
Um lago, que agora está seco em Marte, teve água há milhões de anos; se teve água, pode ter tido vida, acreditam cientistas.
Os investigadores da Universidade do Colorado garantem ter identificado uma zona em Marte onde poderá haver indícios de vida microbiana: a bacia de uma lago.
Os cientistas partem do pressuposto de que se houve água há milhões de anos em Marte aumentam as probabilidades de ter existido algum tipo de vida.
Agora o desafio é encontrar esses potenciais micro-organismos vivos.
"Existia vida na Terra quando este lago em Marte estava ativo e, por analogia, poderemos afirmar que é possível que Marte também tenha tido vida microbiana", disse Brian Hynek, investigador da Universidade de Colorado, em Boulder.
A sonda Cassini faz hoje o último voo rasante sobre uma das luas de Saturno que mais intriga os cientistas, Dione.
A Cassini vai passar a menos de 474 quilómetros da superfície gelada de Dione, naquele que será o quinto e último voo rasante em busca de sinais de atividade geológica.
"Dione continua a ser um enigma, já que temos pistas de processos geológicos ativos, inclusivamente evidências de vulcões de gelo, mas nunca encontramos a arma fumegante", disse Bonnie Buratti, da equipa de cientistas no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), na Califórnia.
A Cassini segue de Dione para outras luas até o fim deste ano. Depois começará a preparar o seu fim, que acontecerá quando se lançar na atmosfera de Saturno (aponta-se para setembro de 2017).
A Cassini foi projetada para durar quatro anos, mas está há mais de 10 na órbita de Saturno.
Nova análise de fósseis descobertos nos Pirenéus permitiu descobrir estruturas que tinham passado despercebidas
Tem 125 a 130 milhões de anos, é provavelmente uma das primeiras plantas com flor que existiu no planeta e existiu muito por cá, na Península Ibérica. A reinterpretação de um conjunto de fósseis descobertos aqui, na região dos Pirenéus, permitiu agora a um grupo de investigadores espanhóis, franceses, alemães e dos Estados Unidos descobrir o rasto a essa primeira e mítica planta floral. O estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Designada Montsechia vidalii pelos botânicos, a planta era aquática e muito abundante, sobretudo, nos Pirenéus. Já se conheciam inúmeros fósseis da planta, muitos deles descobertos há cerca de cem anos, justamente, na parte ibérica daquela cadeia montanhosa, mas o seu alcance científico não estava bem avaliado. Por causa disso, era uma outra planta, a Archaefructus, oriunda da China a que até agora era considerada uma das primeiras plantas com flor.
O novo estudo, que foi coordenado por Bernard Gomez, da universidade francesa de Lyon e por David Dilcher, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, fez uma reanálise dos fósseis encontrados nos Pirenéus, com tecnologias avançadas de estereoscopia, microscopia de luz e microscopia eletrónica, e isso permitiu observar nos fósseis a presença de estruturas que só estão presentes em plantas que dão flor e que tinham passado despercebidas em anteriores estudos dos fósseis.
"A primeira flor é tecnicamente um mito, é como o primeiro ser humano, mas graças a este trabalho sabemos agora que a Montsechia é pelo menos contemporânea, se não mais antiga ainda que a Archaefructus", afirma David Dilcher, citado num comunicado da sua universidade.
Os cientistas esperavam que a tempestade atingisse a Terra em 15 de agosto pela noite, mas a perturbação da magnetosfera de nosso planeta se adiantou e os dispositivos já estão registrando a chegada da tempestade.
"Podemos dizer que durante esta tempestade magnética é improvável ver uma bela aurora em Moscou. Ao mesmo tempo, há possibilidade de falhas na comunicação por causa da tempestade", disse um especialista em heliogeofísica citado pela TV Zvezda.
As pessoas sensíveis as mudanças climáticas podem sofrer de enxaqueca, dizem os cientistas. A atividade geomagnética também pode afetar pessoas que estão com sobrepeso e aqueles que sofrem de distonia vegetativa vascular.
Um terremoto de magnitude 5,7 abalou costa sul do Iêmen nesta segunda-feira, informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS,). O epicentro foi localizado a uma profundidade de 10 quilômetros.
O terremoto ocorreu às 16:16 GMT a cerca de 174 quilômetros a noroeste da cidade iemenita de Kilmia, informou o USGS.
Por enquanto, não há informações sobre possíveis danos causados pelo terremoto. Também não foi emitido alerta de tsunami.
Recentemente, a Terra foi literalmente apedrejada por milhares de fragmentos deixados no espaço pelo cometa Swift-Tuttle que ao penetrarem na atmosfera produziram uma intensa chuva de meteoros visível em várias partes do mundo.
Denominada Perseidas ou Perséiades, a chuva consiste de minúsculas partículas ejetadas pelo cometa durante a sua passagem ao redor do Sol e que uma vez por ano encontram a Terra pelo caminho. Esse encontro ocorre em meados de Julho, com o pico da atividade por volta do dia 12 de agosto.
A maior parte do material das Perseidas tem aproximadamente 1.000 anos, mas uma parte dos fragmentos foi deixada pelo cometa Swift-Tuttle na passagem de 1862.
As Perseidas podem ser observadas em quase todos os lugares do planeta, mas trajetória da órbita do cometa favorece muito mais os habitantes do hemisfério norte, que podem testemunhar mais de 60 meteoros por hora durante o ápice do evento e em lugares escuros.
A cena mostrada retrata um brilhante fragmento perseideo, registrado pelo fotógrafo Jared Tennant na noite de 12 de agosto de 2015.
A foto é um primor de qualidade e técnica e revela o traço do fragmento rasgando o céu do Parque Nacional da Montanha Encantada, no Estado do Texas, tendo em primeiro plano solitárias árvores emolduradas pelo céu salpicado de estrelas da Via láctea.
Fenômeno solar (as pequenas esferas ao redor do disco solar são somente artefatos no sensor da câmera, causados pela intensidade da luminosidade do Sol).
Um vídeo recentemente publicado no YouTube mostra uma possível anomalia solar, que parece ser algum tipo de objeto esférico deixando o Sol e criando uma cavidade na borda do disco solar.
O vídeo foi publicado pelo canal UFOvni2012 e, de acordo com a pessoa que enviou o vídeo em 11 de agosto, ele foi obtido com uma câmera SONY FDR-AXP33 4K Ultra HD
Para se compreender o tamanho deste possível objeto, a seguinte foto mostra o planeta Vênus passando entre o Sol e a Terra.
O vídeo acima faz lembrar outro de um possível OVNI, do qual lançaram uma hipótese de ser um OVNI reabastecendo no Sol, em 12 de março de 2012
Uma empresa de biotecnologia da Austrália "Starpharma" afirma ter criado o preservativo capaz de eliminar até 99,9% dos vírus HIV, herpes e até o papiloma vírus humano, o HPV.
De acordo com informações do site R7, o preservativo se chama VivaGel e a contestação teria vindo após testes. Ainda segundo a publicação, o produto já recebeu recibo de Conformidade de Certificação de Avaliação do Australian Therapeutic Goods Administration - um certificado semelhante ao fornecido pelo Ministério da Saúde do Brasil - possibilitando a produção em massa.
Com isso, o preservativo, o primeiro já desenvolvido com essa função, deve estar disponível para compra nos próximos meses.
Os preservativos são lubrificados com VivaGel, um medicamento que contém 0,5% de astodrimer de sódio - projetada especificamente como um composto contra o HIV. Espera-se que o gel ajude a reduzir a transmissão do temido vírus da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de reduzir o risco de gravidez. (DOL com informações do Portal R7)
Um novo sistema instalado na Terra desenhado para captar imagens de planetas fora do sistema solar descobriu o seu primeiro astro.
O planeta foi chamado 51 Eridani b e foi descoberto pelo Gemini Planet Imager, o sistema montado no telescópio Gemini South no Chile. O Eridani b encontra-se a cerca de 100 anos luz do Sistema Solar. O exoplaneta tem uma massa duas vezes maior do que Júpiter mas de resto é muito semelhante ao nosso gigante vizinho. A sua atmosfera é rica em metano, um elemento também presente na atmosfera de Júpiter.
"Muitos dos astrónomos de exoplanetas tinham imagens de atmosferas que pareciam estrelas, este parece um planeta" disse Bruce Macintosh, co-autor do estudo sobre o novo planeta, citado pelo Mashable.
O Gemini Planet Imager capta imagens diretas dos exoplanetas, ao contrário do telescópio espacial Kepler, que procura sinais da existência de planetas através da redução da luninosidade da estrela que eles orbitam quando estes passam em frente a ela.
O Eridani b é na verdade mais novo que Júpiter e está mais afastado da sua estrela do que Júpiter está do Sol. No nosso Sistema Solar, este novo planeta orbitaria entre Saturno e Urano.
Também a estrela daquele sistema, 51 Eridani, é muito mais nova que o Sol: este tem 4,5 mil milhões de anos e a 51 Eridani tem apenas 20 milhões de anos.
Esta relativa juventude da 51 Eridani, já com um sistema planetário associado, vem contribuir para a discussão científica de como se formam os planetas.
Existem duas teorias dominantes sobre a formação de planetas: uma defende que os planetas têm maioritariamente um inicio "frio"; outra de que tiveram um inicio "quente".
Os planetas do Sistema Solar terão tido um ínicio "frio", ou seja, formaram-se através da junção de pequenas particulas, até que é criado um núcleo firme, que depois atrai gases para que seja formada uma atmosfera.
Por outro lado, os planetas podem ter um ínicio "quente", em que os materiais do disco solar - material solar que sobra da formação da estrela - em movimento rápido, se junta em aglomerados que criam de formam muito mais rápida os planetas.
Muitos dos exoplanetas descobertos até agora poderiam ter surgido através do processo "quente". No entanto, o 51 Eridani b "é o primeiro que está suficientemente frio e suficientemente perto de uma estrela para ter sido formado à 'maneira antiga'" disse Macintosh, ou seja, como aconteceu em órbita do Sol. O que leva este cientista a dizer que "todo este sistema planetário pode ser muito parecido com o nosso".