quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Sindrome Guillain-Barré cresce em pelo menos 6 estados !

Especialistas veem uma “forte evidência” de que o aumento de casos da síndrome de Guillain-Barré em algumas regiões tem relação com a chegada do zika vírus ao Brasil. A síndrome afeta o sistema nervoso e pode provocar fraqueza muscular e paralisia – geralmente temporária – dos membros. Até o momento, porém, o Ministério da Saúde não confirma a correlação. A pasta está estudando a situação e deve divulgar as conclusões sobre o assunto em breve.
Pelo menos seis estados observaram um aumento significativo de ocorrências da síndrome este ano.
Em Pernambuco, foram 130 casos de Guillain-Barré em 2015. No ano passado, tinham sido só 9. O Rio Grande do Norte teve um aumento de 23 para 33 casos de 2014 para 2015. No Piauí, houve 42 casos em 2015, contra 23 casos em 2014. Sergipe registou 28 casos este ano, número expressivo já que nos anos anteriores não há registro de nenhum caso. Maranhão teve 32 casos suspeitos; no ano passado, foram 10. Na Bahia, há 64 casos registrados em 2015. Apesar de não haver dados disponíveis sobre anos anteriores, o número mais do que dobrou em apenas 5 meses: em julho, havia 29 casos confirmados.
“Neste momento, temos que encarar que existe um indício forte de relação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré, mas para ter certeza absoluta precisamos de mais elementos e avaliar com mais profundidade os pacientes que desenvolveram a síndrome”, diz o médico Marcondes Cavalcante França Junior, coordenador do Departamento Científico de Neurogenética da Academia Brasileira de Neurologia (ABNeuro).
O zika vírus foi identificado pela primeira vez no Brasil em abril e sua relação com a microcefalia já foi confirmada pelo Ministério da Saúde.
O G1 contatou as secretarias de saúde de 24 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Com exceção dos seis estados já citados, os outros não constataram aumento significativo de Guillain-Barré ou não tinham dados disponíveis. A doença não é de notificação compulsória, ou seja, não é obrigatória a comunicação de casos individuais às autoridades sanitárias.
Saiba quais são os sintomas e tratamentos da síndrome de Guillain-Barré e entenda o que já se sabe sobre a possivel relação com o zika vírus.
Quais são os sintomas da síndrome de Guillain-Barré?
A síndrome de Guillain-Barré - que pode afetar pessoas de qualquer idade, especialmente adultos mais velhos - começa a se manifestar por formigamento nos pés e pernas. A sensação tem caráter ascendente, ou seja, vai subindo para os joelhos, coxas, mãos e braços.
O formigamento e a alteração da sensibilidade dos membros vêm acompanhado de fraqueza nos músculos e paralisia. Os sintomas podem atingir os músculos da face e da respiração, o que faz com que o paciente precise ser tratado em unidades de terapia intensiva (UTI).

Quais são as causas da doença?

A síndrome de Guillain-Barré ocorre, na maioria das vezes, algumas semanas após uma infecção por vírus ou bactéria. O que ocorre é que o organismo do paciente desenvolve uma reação imunológica para combater a infecção e destruir os vírus ou bactérias. Mas existem estruturas nos vírus e bactérias que são muito parecidas com a bainha de mielina, estrutura que reveste as células nervosas.
“O sistema de defesa, de uma hora para outra, passa a ter como alvo a capa que reveste o nervo, chamada mielina, que é um isolante elétrico que faz com que o impulso nervoso seja conduzido mais rápido. A bainha de mielina é acometida e o impulso elétrico passa a não ser mais conduzido”, explica o médico Tarso Adoni, membro da ABNeuro e neurologista do Hospital Sírio-Libanês. É por isso que a síndrome pode ser considerada uma doença autoimune.
Algumas infecções que já foram associadas ao desenvolvimento de Guillain-Barré são as infecções por citomegalovírus, vírus da gripe, da dengue, da hepatite, além de bactérias como aCampylobacter jejuni.
Há evidências de que o aumento de casos tenha relação com o zika vírus?
Considerando o aumento expressivo do número de casos de Guillain-Barré em regiões onde também se constatou a presença do zika vírus, especialistas consideram que existem fortes indícios de correlação. Até o momento, porém, o Ministério da Saúde não confirma a existência desse vínculo. A pasta está analisando a situação e deve divulgar resultados em breve.
Instituições como o Hospital da Restauração, no Recife (PE), que já atendeu um número excepcional de casos de Guillain-Barré este ano, também desenvolvem estudos para confirmar a possível correlação.
O médico Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), pondera que é mais difícil confirmar a correlação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré do que foi em relação à microcefalia. “Na maioria dos casos, a síndrome de Guillain-Barré ocorre após a conclusão da viremia. O vírus vai embora e depois vem o Guillain-Barré. Por isso seria mais difícil encontrar o vírus nesses pacientes.”

Como é o tratamento?

A doença pode regredir de maneira espontânea, mas existem dois tratamentos que aceleram a recuperação. Um deles é a plasmaférese, procedimento que lembra a hemodiálise, em que o sangue é filtrado para remover os anticorpos que estão lesando os nervos do paciente. O tratamento exige uma estrutura hospitalar complexa e uma equipe com experiência em hemoterapia.
O outro é a injeção de imunoglobulina humana, que faz com que os anticorpos deixem de atacar os próprios nervos. O tratamento de um único paciente com essa estratégia pode custar entre R$ 30 e 40 mil. Segundo o neurologista Marcondes Cavalcante França Junior, da ABNeuro, os dois tratamentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), porém nem todos os hospitais têm a estrutura necessária para aplicá-los.
Além disso, é importante que o paciente fique internado durante a doença porque, caso a paralisia afete os músculos respiratórios, ele precisa ser submetido à ventilação mecânica. Mesmo pacientes com sintomas mais leves devem ser internados, pois a doença pode evoluir rapidamente.

Há risco de o paciente ficar com sequelas?

A síndrome de Guillain-Barré é considerada uma doença de prognóstico favorável pelos médicos. Em 85% dos casos, há uma recuperação praticamente completa que pode levar de dois a quatro meses. Em 15% dos casos, pode haver sequelas, desde as mais leves, como fraqueza nos pés ou dormência, até as mais significativas, em que os pacientes podem perder a capacidade de andar.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/guillain-barre-cresce-em-ao-menos-6-estados.html

Aquecimento global:é um flagelo para as baleias !

Magras e com parasitas, cansadas por êxodos mais longos para se reproduzir e com ciclos migratórios alterados pelo aumento da temperatura das águas: as baleias, animal fundamental para o ecossistema marinho, também sofrem o impacto do aquecimento global.
"Dá para ver os ossos, doentes, com parasitas, e isso é uma coisa que a gente não via antes", disse à AFP a bióloga equatoriana Cristina Castro, enquanto observa o éden desses mamíferos, os maiores do mundo, em frente a Puerto López, 295 km ao sudoeste de Quito.
Neste ponto do trópico, as baleias chegam da Antártida para ter suas crias.
Os rituais de acasalamento são repetidos em outras áreas costeiras da América Latina, como em Cabo Blanco, no Peru, ou em Bahía Málaga, na Colômbia, e também em Puerto Pirâmides, no Atlântico argentino. Em todos esses lugares, é possível sentir o impacto da mudança do clima.
Com águas mais quentes, diminuem as fontes de alimentação, o que as torna menos propensas a se reproduzir. A maior temperatura do oceano também as confunde, modificando a duração e o alcance de suas migrações.
"Quando a alimentação das baleias na zona antártica é afetada, mudam seus ciclos de migração. Antes, elas chegavam aqui em julho e, agora, chegam em maio", aponta Castro, que há 18 anos estuda as baleias jubarte (Megaptera novaeangliae).
Além disso, já não chegam somente até a linha equatorial como antes, mas avançam inclusive até a Costa Rica, explica a especialista, que estima entre 8.000 e 10.000 a população de jubartes nas áreas de reprodução do Pacífico.
Diretora de pesquisa da ONG norte-americana Pacific Whale Foundation (PWF) no Equador, Cristina Castro também menciona mudanças no Atlântico.
"Detectamos migrações de mais de 10.000 km ao passar da península Antártica até áreas de alimentação do Brasil e possivelmente da África", relata.
Menos krill, menos baleiasA acidificação dos oceanos pelo aumento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera também afeta as baleias, porque reduz o plâncton com o qual se alimentam.
"As fêmeas dão à luz apenas quando as condições para alimentar suas crias são favoráveis", aponta o cientista norte-americano Roger Payne, que dedicou 45 anos à observação desses animais na Patagônia argentina.
"Nada é tão importante quanto a ameaça que esse efeito traz", alerta em conversa com a AFP este zoólogo, famoso por descobrir o canto das baleias jubarte.
Da Península de Valdés, onde trabalha com Payne, o argentino Mariano Sironi afirma que "tudo está ligado": quando falta o krill, crustáceo fundamental na dieta das baleias, a procriação diminui nos santuários de cetáceos a milhares de quilômetros de distância.
"Quando há menos krill, registramos um número menor de crias, ou, às vezes, também é possível que afete o nível de sobrevivência das crias que nascem", explica este especialista na espécie franca-austral (Eubalaena australis).
As baleias devem ingerir várias toneladas de krill por dia para ganhar peso e, então, conseguir encarar suas travessias e ter reservas de energia suficientes para a gestação.
"Uma mãe mal alimentada gera um leite de pior qualidade, e isso também se traduz em novas baleias pior alimentadas", anota Florencia Vilches, coordenadora do Programa de Adoção da Baleia Franca-Austral em Península Valdés.
El Niño, ameaça crescenteAs baleias e suas crias saltitam em Puerto López, em um assombroso espetáculo convertido em atração turística sobre o qual os riscos do El Niño, um fenômeno meteorológico agravado pelo aquecimento global, parecem distantes.
Segundo os especialistas, é muito provável que tais efeitos "devastadores" do El Niño sejam sentidos pelas espécies marinhas das Ilhas Galápagos, localizadas a 1.000 km da costa do Equador.
O El Niño, resultante da interação entre o oceano e a atmosfera nas zonas oriental e central do Pacífico equatorial, já provocou o desaparecimento de 90% das iguanas marinhas, de 50% dos lobos marinhos, de 75% dos pinguins e de quase todas as crias menores de três anos das focas de Galápagos.
"Infelizmente, espera-se que os efeitos globais do aquecimento global se reflitam em grande medida nos causados pelo El Niño" com seus eventos de 1982-83 e 1997-98, dois dos três mais fortes desde 1950, alertou em relatório recente o Parque Nacional Galápagos.
Este parque protegido conta com uma reserva marinha de 138.000 km2, onde podem ser vistas baleias jubarte, orcas (Orcinus orca), baleias-piloto (Globicephala), de Bryde (Balaenoptera brydei) e azuis (Balaenoptera musculus).
A população destas últimas gera, sem dúvida, muita preocupação.
"Não há sinais de aumento", diz à AFP a presidente do Centro de Conservação Cetácea do Chile, Bárbara Galletti, após 15 anos de monitoramento desse mamífero.
O aquecimento global atinge em particular as baleias, que paradoxalmente parecem ter a chave para contê-lo, já que suas fezes colaboram para o crescimento da maioria das plantas que absorvem CO2.
A grande quantidade de ferro no excremento das baleias, que ajuda no crescimento de algas microscópicas, é fundamental para o equilíbrio do ecossistema marinho.
"Esse aspecto mantém o resto do oceano vivo", destaca Payne, explicando como as baleias buscam o alimento nas profundezas do mar, mas comem e defecam na superfície, permitindo a circulação de nutrientes. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/aquecimento-global-um-flagelo-para-as-baleias.html

Estrela Betelgeuse poderá colidir com gigantesca muralha cósmica !

Estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescopio espacial
Estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial. Herschel. Os arcos à esquerda são parte do material ejetado pela estrela, moldado pela interação entre a onda de choque e o meio interestelar. O pálido material à esquerda é a poeira que deve colidir com a estrela, em evento previsto para os próximos 5 mil anos. 


Parece que tudo pode acontecer com Betelgeuse, a enorme estrela vermelha localizada em um dos vértices da constelação de Órion. De acordo estudos recentes, a estrela poderá se chocar com uma enorme parede de fragmentos que nem os pesquisadores sabem ao certo de onde vem.
Uma imagem registrada pelo Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia, revelou que a velha estrela está localizada muito próxima de uma verdadeira barreira espacial, que segundo algumas teorias é o resultado do material ejetado durante a fase anterior da evolução da própria estrela.
No entanto, as cenas registradas pelo telescópio Herschel revelam que a muralha pode ser um objeto independente ligado ao campo magnético da galáxia ou então ser a borda de uma nuvem interestelar que está sendo iluminada por Betelgeuse.
Discussões teóricas à parte, os pesquisadores sustentam que se essa verdadeira muralha for de fato um objeto independente, estaria então em rota de colisão com as camadas externas já ejetadas pela estrela, contato que aconteceria em aproximadamente 5 mil anos.
No entender dos cientistas, o choque direto entre a estrela e a massa de partículas acontecerá 12.500 anos mais tarde.
Betelgeuse é uma estrela do tipo supergigante vermelha. Tem cerca de mil vezes o tamanho do nosso Sol e é 100 mil vezes mais brilhante. Para atingir esse estágio, a estrela já derramou no espaço grande parte do seu material, criando um enorme arco ao seu redor. É esse arco que deverá ser o primeiro a se chocar contra a muralha.
Os astrônomos preveem que Betelgeuse deverá passar por uma explosão do tipo supernova nos próximos 1000 anos, quando deverá brilhar pelo menos 10 mil vezes mais, com magnitude equivalente ao da Lua crescente. Outros astrônomos dizem que isso não deverá acontecer tão cedo.
Em ambos os casos, parece que a explosão cataclísmica de Betelgeuse acontecerá bem antes da colisão prevista. Sendo assim, se prepare. Quem viver verá!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Estrela_Betelgeuse_pode_colidir_com_gigantesca_muralha_cosmica&posic=dat_20130123-103548.inc

 

Violento terramoto atinge Indonésia a 106 km de Amahai !

Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 6.9 pontos de magnitude foi registrado na Indonésia, 106 km a sudeste de Amahai as 08h21 pelo horário de Brasília (09/12/2015). 
O violento abalo teve seu epicentro estimado a 33 km de profundidade, sob as coordenadas 4.11S e 129.47E. 
O mapa mostra a localização do epicentro.
Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. 
Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.
Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Indonesia_a_106_km_de_Amahai&posic=dat_20151209-085017.inc

Astronauta britânico fala sobre a vida extra-terrestre !

Major Tim Peake e ETDe acordo com o astronauta britânico, Major Tim Peake, a vida existe em outros lugares do Universo. O Major Peake está confiante que não somos a única espécie inteligente no Universo. Peake se une à longa lista de astronautas e autoridades governamentais os quais alegam que a vida alienígena existe.
“Há uma grande chance de que logo descobriremos que houve – ou há – vida em nosso sistema solar”, disse o astronauta de 43 anos para o Mirror Online. “Eu ficaria muito surpreso se não houvesse vida em outros lugares no Universo.”
Embora Peake acredite em vida alienígena, ele não espera ver ‘homenzinhos verdes’ aparecendo numa cratera de Marte. Porém, numa declaração surpreendente, ele disse: “Formas de vida unicelulares podem ser encontradas em Marte.”
Peake não só acredita que a vida pode ser encontrada em Marte hoje, mas ele também declara que é muito provável que organismos extraterrestres poderiam ser encontrados nas luas de Saturno ou Júpiter, alguns dos quais podem se esconder nos vastos oceanos de água.
Ele declarou: “Seja lá onde for que houver água, há a possibilidade de vida.”
As declarações de Peake não são surpreendentes. Antes dele vários astronautas se manifestaram sobre a vida alienígena e o fenômeno dos OVNIs.
Uma das mais incríveis declarações sobre a vida alienígena foi feita pelo sexto homem a caminhar na superfície lunar, Edgar Mitchell, o qual alega que os alienígenas vieram para a Terra a fim de evitar uma guerra nuclear entre os Estados Unidos e a Rússia.
Edgar Mitchell tem falado sobre o fato de equipes militares terem visto objetos voadores misteriosos sobre as bases de mísseis ao redor do mundo, até mesmo sobre White Sands, onde a primeira bomba atômica do mundo foi detonada em 1945.
“White Sands foi a área de testes para armamentos atômicos – era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Eles queriam saber sobre nossas capacidades militares. Minha própria experiência, falando com pessoas, deixou claro que os ETs estavam tentando evitar a guerra e ajudar-nos a criar a paz na Terra. Tenho falado com muitos oficiais da Força Aérea, os quais trabalharam nestes silos durante a Guerra Fria. Eles me disseram que os OVNIs eram frequentemente vistos acima e muitas vezes desativaram seus mísseis. Outros oficiais de bases na costa do Pacífico me disseram que seus testes de mísseis eram frequentemente derrubados por naves alienígenas. Houve muita atividade naqueles dias.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/12/09/astronauta-britanico-fala-sobre-a-vida-extraterrestre/

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Satélite vai medir CO2 na superfície da Terra

Clima: França quer lançar em 2020 satélite para medir CO2 na Terra

A França quer lançar em 2020 um satélite para medir a repartição de CO2 na superfície da Terra, anunciou, esta terça-feira, a ministra do Ambiente francesa, Ségolène Royal, no âmbito da Cimeira do Clima (COP21), em Paris.
Um outro projeto para a construção de outro satélite, franco-alemão desta vez, foi também anunciado, sendo que esse será responsável por medir com uma precisão sem precedentes as concentrações de metano na atmosfera.
O dióxido de carbono (CO2) é o principal gás com efeito de estufa produzido pelas atividades humanas.
O metano, produzido pela decomposição da matéria orgânica, é o segundo mais importante gás com efeito de estufa, mas a sua contribuição para o aquecimento global é 25 vezes maior do que a do dióxido de carbono, ou seja, uma unidade de metano equivale a 25 unidades de CO2.
O satélite francês, que faz parte do projeto MicroCarb do Centro Nacional de Estudos Espaciais francês (CNES), será inicialmente financiado em 25 milhões de euros pelo Governo francês, sendo que o custo total ascende a 175 milhões de euros.
Já o projeto franco-alemão é denominado Merlin e o satélite será fabricado pela Airbus, estando previsto uma despesa de 250 milhões de euros.
MicroCarb e Merlin serão os "vigias do clima", mas não irão "fazer de polícias", disse hoje o presidente do CNES, Jean-Yves Le Gall, em conferência de imprensa, considerando que não cabe aos cientistas monitorizar se os países estão a cumprir ou não com os compromissos de redução de gases com efeito de estufa.
A COP21, que decorre até sexta-feira em Paris, reúne representantes de 195 países que tentarão alcançar um acordo vinculativo sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa que permita limitar, até 2100, o aquecimento da temperatura média global da atmosfera a dois graus centígrados acima dos valores registados antes da revolução industrial.
Ainda quanto a medidas para evitar o sobreaquecimento da Terra, o presidente do México, Enrique Peña Nieto, anunciou que vai investir 23.000 milhões de dólares (21,1 mil milhões de euros) em seis refinarias nos próximos três anos, para as tornar mais eficientes e reduzir as emissões de gases poluentes.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4920997&page=-1
 

Portugal entre os dez melhores países no ensino científico !

Um quarto dos estudantes portugueses é licenciado na área da ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Portugal está entre os 10 melhores países mundiais ao nível do ensino científico.

A conclusão é de um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) divulgado no final da semana passada.

A OCDE avaliou os cursos nesta área em 40 dos países mais desenvolvidos e reúne dados até 2012. Portugal ocupa a décima posição, com 25% dos seus estudantes licenciados na área de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4920535  

Virus Zika - Mosquito mutante de Bill Gates declarado ameaça !

Em 2011, mosquitos Aedes Aegypti, geneticamente modificados foram soltos em algumas cidades brasileiras. Era o começo do Projeto Aedes Transgênico aqui no Brasil. A promessa era de que os mosquitos transgênicos machos copulariam com as fêmeas selvagens e as crias morreriam ainda no estágio larval, sem chegar a idade adulta. Seria maravilhoso se fosse tudo assim, mas não foi bem isso que aconteceu.
É muito provável que ovos do Aedes Aegypti, geneticamente modificados, tenham sido expostos à tetraciclina, antibiótico que mantém as larvas até a idade adulta, ganhado o mundo já como um novo mosquito, de carga genética diferente do Aedes Aegypt original. O resultado disso você já sabe: em vez de neutralizar a potencialidade nociva do mosquito transmissor da dengue, essa mutação genética no inseto, trouxe novas doenças para os brasileiros: A Zika e a febre chikungunya. O Zika vírus, entretanto, com consequências devastadoras para as grávidas: a microcefalia em bebês de mães diagnosticadas com a doença, durante a gestação. Os casos não param de aumentar.
Milhões de mosquitos geneticamente modificados foram liberados na cidade brasileira de Piracicaba, no âmbito de uma campanha para reduzir a propagação da dengue no país.
Se trata de machos que carregam o gene mutante passando para as larvas e as matando antes que elas atinjam a idade reprodutiva, de acordo com o jornal PLoS Neglected Tropical Diseases “.
A tecnologia para combater este tipo de doença foi desenvolvida pela empresa de biotecnologia britânica Oxitec (financiada pelo bilionário eugenista globalista Bill Gates), que tem uma licença para executar tais experimentos no Brasil.
Além disso, a empresa está aguardando a autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos americana para realizar testes semelhantes na Flórida.
Os cientistas descobriram que desde abril de 2015, quando o teste começou em Piracicaba, a área de concentração máxima das transportadoras de dengue Aedes aegypti, 50% da nova geração desses mosquitos foram fecundos por machos transgênicos.

MosquitoTransgênico – Zika e Microcefalia – Qual a Relação?

29/07/2014

Brasil inaugura primeira fábrica de mosquitos da dengue transgênicos

Empresa Oxitec produz inseto capaz de reduzir transmissão da doença.

Unidade em Campinas gera até 2 milhões de mosquitos por semana.
Mosquito Aedes aegypti macho fabricado pela Oxitec, unidade criada em Campinas, interior de São Paulo (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Mosquito Aedes aegypti macho fabricado pela Oxitec, unidade criada em Campinas, interior de São Paulo Foto: Eduardo Carvalho/G1) 

A empresa britânica Oxitec inaugurou, nesta terça-feira (29), a primeira fábrica de mosquitos Aedes aegypti transgênicos do Brasil, uma tecnologia que, se aprovada, pode ajudar no combate da dengue no país.
A unidade, instalada em Campinas, tem capacidade de produzir 500 mil insetos por semana. No ápice de produção, esse número pode saltar para 2 milhões de machos a cada sete dias.
A tecnologia foi desenvolvida em 2002, no Reino Unido. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma microinjeção de DNA com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.
Os machos, quando liberados na natureza, procriam com as fêmeas –responsáveis pela incubação e transmissão do vírus da dengue. Elas vão gerar descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, reduzindo a população total.
Testes iniciados em 2011 na cidade de Juazeiro, na Bahia, mostraram redução acima de 80% na população selvagem. Alguns experimentos apontaram resultados de 93% de redução do Aedes aegypti que vive na natureza. O uso dos insetos da Oxitec no Brasil foi feito em parceria com a organização Moscamed.
Fábrica em Campinas tem capacidade de produzir 500 mil mosquitos da dengue transgênicos por semana (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Fábrica pode produzir 500 mil mosquitos por semana (Foto: Eduardo Carvalho/G1) Como funciona

A ideia da Oxitec é ser contratada pelo poder público para fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue.
A contratação depende da aprovação da Agência de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que ainda estuda autorizar a comercialização deste tipo de serviço. Caso isto ocorra, o Brasil poderá ser o primeiro país a aprovar o uso de Aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.
No entanto, testes podem ser realizados em algumas cidades, como Piracicaba e Campinas, ambas no interior paulista.
Segundo Glenn Slade, diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, uma cidade de 50 mil habitantes terá de desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano para aplicar os serviços, e R$ 1 milhão pelos anos seguintes, para manutenção dos insetos. Ele afirma ainda que novas unidades devem ser construídas no Brasil.
O processo de liberação é dividido em três fases. Em um plano simulado para um município de 10 mil habitantes, na primeira fase, chamada de supressão, são liberados 2,5 milhões de insetos por semana (250 para cada habitante). Na consolidação, o total de lançamentos cai para um milhão por semana. As duas primeiras etapas duram de quatro a seis meses, cada uma delas. Na terceira e última fase, a de manutenção, são liberados 500 mil mosquitos machos por semana.
De acordo com o Ministério da Saúde, entre 1º de janeiro e 5 de julho deste ano, o país registrou 659.051 casos de dengue, total que é 52,5% menor que o do ano passado (1.388.776 notificações). A quantidade de mortes também diminuiu. Foram 249 óbitos entre 1º janeiro e 5 de julho deste ano contra 541 no mesmo período do ano passado.
Mosquito da dengue transgênico é macho, e se reproduz com fêmeas na natureza, gerando mosquitos que morrem antes da vida adulta (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Mosquito da dengue transgênico é macho, e se reproduz com fêmeas na natureza, gerando mosquitos que morrem antes da vida adulta Foto: Eduardo Carvalho/G1) 

02/12/2015

Zika Vírus é declarado ameaça mundial e pacientes devem ser isolados, diz OMS
Ninguém estava levando à sério até o presente momento.

A situação é gravíssima.

O Zika Vírus que entrou no Brasil com a Copa do Mundo, já causou mais de 2 mil infecções em crianças, gerando a Microcefalia e está piorando a cada dia que passa, em face da imanência, a falta de ação do governo.
O exército brasileiro já foi citado em outros momentos pelo governo como força para isolar a população infectada, inclusive bloqueando cidades se preciso.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu alerta mundial, nesta terça-feira (1º), para que seus mais de 140 países-membros reforcem a vigilância para o eventual crescimento de infecções provocadas pelo zika vírus. Também sugeriu o isolamento dos pacientes.
O Brasil já planeja protocolo específico para gestantes. O comunicado da OMS cita diretamente o aumento de nascimentos de bebês com má-formação e de casos da síndrome Guillain-Barré identificados no Brasil. O documento pela primeira vez reconhece a ligação entre o vírus e o crescimento de casos dessas doenças.
Ainda se sugere que países fiquem alertas para a necessidade de se ampliar o atendimento de serviços neurológicos e de cuidados específicos a recém-nascidos – algo já imaginado pelos estados nordestinos. Com 11 páginas, o documento da Organização Mundial da Saúde usa o avanço de casos de microcefalia no Brasil – já são 1.248 – e o registro de três mortes por zika (duas de adultos e uma de recém-nascido) como um dos fatores que levaram o organismo a atualizar as recomendações de vigilância.
O documento recomenda que aqueles países que não têm casos autóctones de zika reforcem os sistemas de vigilância para identificação rápida de eventuais infecções.
“Baseado na experiência do Brasil e da Colômbia, autoridades sanitárias devem ficar alertas para casos de manchas vermelhas e febre de causa desconhecida”, diz o texto.
O comunicado faz ainda recomendações para países onde já há registros de casos autóctones (transmitidos na própria cidade ou país) de zika. Autoridades sanitárias devem acompanhar tendências de uma eventual dispersão do vírus para outras regiões, ficar atentas a complicações neurológicas e aumento de doenças autoimunes em pacientes de todas as idades.
O documento também recomenda a vigilância reforçada no aparecimento de má-formação em bebês. No texto, a OMS sugere que pacientes infectados pelo vírus permaneçam em casa, sob proteção de telas com repelentes – uma estratégia para tentar combater a dispersão do vírus. Isso porque o Aedes aegypti pode também se contaminar pelo vírus se picar uma pessoa que já está com a doença. Especificamente o órgão mundial recomenda que gestantes procurem se proteger contra o vírus.
A OMS também fez um apelo para que países com a presença do Aedes aegypti reduzam os criadouros.
 
Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/zika-virus-mosquito-mutante-de-bill-gates-e-declarado-ameaca.html

Cinco mudanças ambientais já em curso no Brasil e seus impactos !

Problemas na geração de energia, inundações e até proliferação de mosquitos que transmitem doenças.
Enquanto a discussão sobre os impactos da mudança climática no mundo entram em sua segunda e última semana em Paris, a BBC Brasil conversou com especialistas para saber os potenciais impactos do aquecimento global e de mudanças ambientais no Brasil.
Apesar das incertezas na área e de as avaliações envolverem diferentes fatores, o grupo afirma que já é possível identificar "sérios problemas" em ao menos cinco áreas: agricultura, temperaturas, Amazônia, nível do mar, e nos setores hídrico e energético.
"São ao menos 5 milhões de pessoas morando próximo à costa e em periferias. Com o clima mais quente, haverá mais doenças, e as ondas de calor afetarão mais as áreas urbanas", diz o climatologista Carlos Nobre, também presidente da Capes (que coordena os programas de pós-graduação no país) e membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU).
Saiba mais sobre as cinco áreas de preocupação para os especialistas:

1) Crise hídrica e energética

Seca expõe ruínas de Remanso (BA), cidade inundada para criar reserva de Sobradinho

A seca que tem afetado profundamente o abastecimento de água da cidade de São Paulo pode ser um prenúncio dos graves problemas a serem enfrentados no futuro pelo Brasil com o desequilíbrio do sistema de chuvas no país.
O país, que já sofre com problemas no setor, pode ficar ainda mais vulnerável, afirma Roberto Schaeffer, professor de planejamento energético da COPPE/UFRJ, chefe da seção de energia elétrica do relatório "Brasil 2040" (relatório sobre mudanças climáticas de autoria da extinta Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência) e membro do IPCC.
"O nosso estudo mostrou que, dada a grande dependência brasileira da eletricidade gerada por hidrelétricas e dados que os cenários climáticos futuros para o Brasil apontam uma tendência de maiores secas no Norte e no Nordeste do país e mais chuvas no Sul, estamos muito vulneráveis", avalia o especialista.
Ele ressalta a necessidade de mais fontes alternativas, como usinas térmicas (a gás, carvão ou bagaço de cana, algumas bastante poluentes), além da produção de energia solar e eólica.
Questionado sobre o tema, o Ministério de Minas e Energia (MME) disse à BBC Brasil que o governo vem investindo em fontes alternativas de energia e tem como meta reduzir para 66% a participação de hidrelétricas no sistema até 2030. Para o período 2015-2018, o governo diz já ter contratada a implantação de 557 usinas de diversas fontes, com capacidade instalada de 40 mil MW, dos quais 80% são energias renováveis. 

2) Amazônia

Imagens aéreas feitas pela Nasa sobre Rondônia mostram desmatamento da floresta amazônica

"A floresta funciona como um banco de gás carbônico. É uma das formas com as quais ela ajuda a regular o clima", explica Paulo Brando, pesquisador do Instituto Ambiental da Amazônia (Ipam), entidade independente criada há 20 anos. Já há indícios da perda do estoque de gás carbônico (CO2) absorvido pela floresta devido às secas de 2005 e 2010.
"Só em 2010, com os impactos de menos chuvas na região, estima-se que 2 bilhões de toneladas tenham sido perdidos nesta 'poupança', que tem no total entre 100 e 120 bilhões de toneladas de CO2", diz.
A quantia perdida equivale ao total de emissões de gás carbônico dos Estados Unidos em um ano, e já teria tido um impacto sobre o ciclo de carbono do planeta.
Segundo o especialista, a associação entre o desmatamento, as temperaturas mais altas e menos chuvas faz com que a floresta torne-se cada vez mais vulnerável, com maior mortalidade de árvores e risco de incêndios florestais, além do impacto sobre a regulação do clima e a estocagem de CO2.
"Conforme você reduz o desmatamento, diminui-se a intensidade dessa combinação de fatores, e empurra-se esse processo para mais tarde. Mas já há indicações de que a floresta esteja mudando seu comportamento, tanto no ritmo de morte e crescimento da vegetação quanto na composição das espécies, além das funções básicas da floresta", avalia.

3) Agricultura

A agricultura brasileira, tida como um dos setores mais avançados na adaptação às mudanças climáticas, deve ser uma das mais afetadas por perdas futuras devido ao clima.
Segundo Renato de Aragão Rodrigues, biólogo com doutorado em geoquímica pela UFF que ajuda a coordenar o trabalho de 400 pesquisadores da Embrapa focados em mudanças climáticas, há um esforço para tentar diminuir os impactos.
"Já temos o café sombreado, pois com a elevação das temperaturas precisamos combinar o plantio com outra cultura, que faça sombra. Temos ações de melhoramento genético, que não significa necessariamente tornar o cultivo transgênico, e outras linhas de pesquisa", explica.
Em alguns Estados, como Mato Grosso, já se sente o impacto da mudança das chuvas.
"Produtores dizem que tradicionalmente em meados de setembro já começava a chover por lá. E neste ano atrasou muito. Nos últimos três anos eles só têm conseguido plantar no início de novembro. Isso atrasa todo o ciclo do cerrado brasileiro, intercalando soja, milho e a braquiária (capim) para os animais", explica.
"Não sabemos se (isso se deve) a uma variação normal ou às mudanças do clima, mas o fato é que já temos uma série de problemas hoje, que demandam adaptações", diz Rodrigues.

4) Nível do mar 

Segundo os dados do IPCC, da ONU, o nível do mar já se elevou em 20 cm em média, em todo o planeta. Naturalmente, o dado é válido também para o Brasil.
Para a geóloga Célia Regina Souza, doutora em geologia sedimentar pela USP e pesquisadora do Instituto Geológico da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, entre os principais efeitos no Brasil estão a erosão de praias, ressacas cada vez mais frequentes e mais intensas, ondas mais altas e inundações costeiras.
"Além disso, em áreas como a Baixada Santista, no Estado de São Paulo, e a Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, o efeito é que a água dos rios tende a não conseguir escoar para o mar, e este represamento será cada vez mais frequente, elevando o número de inundações", explica.
Entre as áreas mais vulneráveis da costa brasileira estariam o Estado de Santa Catarina, a região de Santos e Guarujá, em São Paulo, o Estado do Rio de Janeiro e Recife.
Ela cita a necessidade de o governo estudar a implementação das medidas de adaptação, como a "engorda artificial" (expansão da faixa de areia) de praias, a realocação das populações em situação de risco e a fortificação (reforçando a costa estruturalmente).

5) Temperaturas

Carlos Nobre, membro do IPCC, diz que, segundo a ONU, a temperatura do planeta como um todo já se elevou em 0,8ºC por causa do aquecimento global - valor que pode ser ainda maior dependendo do local.
Ele cita temperaturas recordes no Brasil recentemente, como os 36,4ºC registrados em outubro em Brasília, a mais alta em 54 anos.
"Nas áreas urbanas, como São Paulo, podemos somar mais 2,5ºC a 3,5ºC por conta dos efeitos da urbanização. Na zona norte do Rio de Janeiro podemos falar em mais 2ºC a 2,5ºC, além dos 0,8ºC. Onde tínhamos Mata Atlântica, podemos somar mais 0,5ºC devido à mudança do perfil de vegetação", avalia.
Entre os principais impactos destas alterações, segundo Nobre, estão as ondas de calor, que devem se tornar mais frequentes e afetar sobretudo os mais idosos. Além disso, o clima mais quente deve favorecer a proliferação de vetores de doenças, como mosquitos.
"Outro impacto deve ser a intensificação dos efeitos das secas. Uma seca ocorre por falta de chuva, independentemente da temperatura. A questão é que, se você tem uma seca associada a altas temperaturas, seus impactos são intensificados", diz.
"Mesmo que consigamos não passar dos 2ºC no aumento da temperatura do planeta, como se pretende com as conferências da ONU, já teremos impactos muito graves sobre o clima. Estima-se que mesmo que todas as emissões fossem interrompidas hoje, em 100 anos chegaríamos a um aumento de 1,3ºC ou 1,4ºC na temperatura do planeta", diz.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/cinco-mudancas-ambientais-ja-em-curso-no-brasil-e-seus-impactos.html

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Violento terramoto atinge Tajiquistão a 109 km de Murghob !

Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 7.2 pontos de magnitude foi registrado no Tajiquistão, 109 km a oeste de Murghob as 05h50 pelo horário de Brasília (07/12/2015). 

O violento abalo teve seu epicentro estimado a 28 km de profundidade, sob as coordenadas 38.26N e 72.71E. 

O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. 
Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.

Um terremoto de 7.2 pontos de magnitude libera a mesma energia que 47 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 946425 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Tajiquistao_a_109_km_de_Murghob&posic=dat_20151207-062018.inc

sábado, 5 de dezembro de 2015

Forte terramoto atinge sudeste da dorsal do oceano Índico !

De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 7.1 magnitudes foi registrado sudeste da dorsal do oceano Índico, as 20h24, pelo horário brasileiro (04/12/2015).

O forte tremor ocorreu a 10 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 47.74S e 85.18E, indicadas pelo mapa abaixo.

Ainda não há informações sobre vítimas.Devido a forte magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu, este tremor tem potencial significativo de destruição e pode causar sérios danos em construções e até vítimas fatais caso tenha ocorrido próximo a locais populosos.

Um terremoto de 7.1 pontos de magnitude libera a mesma energia que 34 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 670020 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_atinge_sudeste_da_dorsal_do_oceano_Indico&posic=dat_20151204-205018.inc

Rússia planeia construir uma base tripulada permanente na Lua

GettyA Agência espacial da Rússia está planejando construir uma base lunar tripulada - lançamento de módulos para o espaço em seis foguetes separados.
Rússia planeja lançar uma sonda lunar em 2024, que irá explorar possíveis locais - antes de pousar um homem na Lua em 2030.
A construção da Luna 25 lander já começou, a agência oficial de notícias estatal Tass informou.
Uma vez que os componentes estão no lugar, a montagem da base lunar vai continuar mais de dez anos.
Moscou já havia dito que prevê a base ser permanente.
No ano passado, o vice-premier Dmitry Rogozin disse: "Estamos chegando à lua para sempre. '
Em um artigo no jornal do governo Rossiiskaya Gazeta escreveu ele, '' A lua não é um ponto intermediário na corrida. Ot é um, mesmo uma meta auto-suficiente em separado.
"Não seria racional para fazer algumas dez ou 20 vôos para a lua, e, em seguida, gire-o para cima e voar para a Marte ou alguns asteróides.
'Este processo tem início, mas não tem nenhum efeito. Estamos a chegar à Lua para sempre. '

Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/search?updated-max=2015-12-05T12:38:00-02:00&max-results=25

Vulcão Etna tem erupção mais forte dos últimos 20 anos !

O vulcão Etna entrou em erupção na noite desta quinta-feira (03) e provocou diversos problemas para os moradores de Messina e Reggio Calábria.
Segundo o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), o "evento desta noite está entre os mais violentos do Etna nos últimos 20 anos".
De acordo com o relatório emitido pela unidade de Catânia do INGV, o ápice do evento ocorreu entre 1h20 e 2h10 (hora local) da madrugada desta sexta-feira (04), horas após o início da erupção, quando formou-se um rio de lava de mais de um quilômetro e a nuvem de material incandescente chegou a três quilômetros de altura acima do vulcão.
Após as imagens espetaculares, um gigantesca nuvem escura cobriu todos os territórios da região e os moradores temem uma chuva de areia vulcânica.
As autoridades emitiram alertas para os motoristas, especialmente os motociclistas, redobrarem a atenção nas estradas por elas estarem muito escorregadias por causa dessa areia preta.
Os aeroportos de Catânia (Fontanarossa) e Reggio Calábria (Dello Stretto) chegaram a ficar fechados por algumas horas por causa da nuvem expelida pela montanha.
Porém, as atividades já foram retomadas em ambos os locais.

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/etna-tem-erupcao-mais-forte-dos-ultimos-20-anos.html

Dez factores aos quais se deve a mudança climática global

A gradual alteração do clima no planeta é um dos maiores desafios do mundo atual, e que terá grande impacto sobre as gerações futuras. Entenda melhor a problemática, suas causas humanas e como contribuir para combatê-la.

1- Não ponha a culpa na meteorologia

"Clima" se refere às condições meteorológicas típicas de uma determinada região. Quem fala de "mudança climática", portanto, está se referindo às alterações nos padrões do planeta. Alternativamente, fala-se também de "aquecimento global", em referência ao aumento da temperatura média da Terra.
No entanto, a mudança climática propriamente dita vai além do aquecimento, incluindo eventos meteorológicos extremos, como tempestades mais frequentes e violentas, assim como secas mais longas e inclementes, ou até mesmo extremos de frio.

2- O fator humano

As condições climáticas estão em transformação constante, também devido a fatores naturais, como a distância da Terra em relação ao Sol ou atividade vulcânica. Nas últimas décadas, porém, a ciência passou a observar como o fator humano tem afetado o clima.
O consenso entre os cientistas é que a emissão de gases causadores do efeito estufa, subprodutos da ação humana, está atualmente fazendo clima se alterar. Ou seja, o tráfego de automóveis e aviões, a agricultura, desmatamento e outras atividades têm contribuído para a elevação da temperatura terrestre, resultando em instabilidade meteorológica.

3- Quente e abafado

Diversas atividades humanas resultam na emissão de dióxido de carbono (CO2) e outros gases-estufa, os quais agem como uma manta de isolamento térmico sobre o globo terrestre. Esse efeito estufa tem elevado as temperaturas, resultando em alterações da meteorologia, derretimento das calotas polares e aumento do nível do mar.

4- Migração de espécies

Os animais são afetados de diversas maneiras. Em certos ecossistemas, as condições atmosféricas alteradas perturbam o crescimento das plantas nativas, ou resultam num ambiente menos adequado à fauna local. Por outro lado, o tempo mais quente pode favorecer certas espécies, permitindo-lhes migrar para regiões de onde até então não eram típicas. Tais espécies invasivas podem prejudicar a flora e fauna nativas.
Por exemplo: pragas vegetais mataram milhões de hectares de árvores no oeste dos Estados Unidos. No Oceano Atlântico, o aumento da temperatura das águas está favorecendo a alastramento de espécies tropicais, como o venenoso peixe-leão.

5- Vítimas humanas do clima


Mais do que nunca, os humanos também estão sendo atingidos pela mudança do clima global. Habitantes de ilhas pouco elevadas, como as de Kiribati, no Oceano Pacífico, estão sendo desalojados pelo acréscimo do nível do mar, que também vai erodindo a terra.
Condições meteorológicas mais severas igualmente afetam países como as Filipinas e as Bahamas, os quais vêm enfrentando intempéries mais severas que o usual. Alguns cientistas atribuem essas condições à mudança do clima. A Organização das Nações Unidas calcula que centenas de milhares de pessoas morreram em consequência de catástrofes meteorológicas nos últimos 20 anos.

6- Insegurança e guerra


Políticos e acadêmicos tendem, cada vez mais, a também encarar a mudança do clima como uma ameaça à segurança. As novas condições meteorológicas também estão levando à carência de água e alimentos, agravando os problemas em regiões já instáveis, como certas partes da África ou o Oriente Médio.

7- Causas claras

Segundo o Banco Mundial, mais de 80% do CO2 lançado na atmosfera provém da queima de combustíveis fósseis, sendo quase a metade oriunda do setor energético. A China é o país que mais emite gases-estufa, seguida pelos Estados Unidos e o bloco da União Europeia.

8- Solução global

Líderes de mais de 190 países se encontram de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, em Paris, para a 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP21), com o objetivo de fechar um novo acordo global ser implementado a partir de 2020, em substituição ao malfadado Protocolo do Kyoto.

A finalidade da cúpula é que os países definam metas de emissões, a fim de assegurar que a temperatura média terrestre não se eleve mais de 2ºC em relação à época pré-industrial.

9- Limitar a mudança

A meta dos 2ºC é um limite internacionalmente aceito. Embora não vá reverter o impacto das mudanças climáticas já em curso, especialistas acreditam que ela prevenirá os efeitos mais drásticos. As temperaturas globais já se elevaram 0,85% e, segundo a ONU, seguirão subindo cerca de 0,5%, mesmo que as emissões fossem sustadas imediatamente.

10- De grão em grão...

Para um simples cidadão, é grande a sensação de impotência diante de um dos maiores desafios atuais da humanidade. Contudo, todo esforço é válido. Deslocar-se de bicicleta, em vez de usar o carro, ajuda a cortar as emissões de CO2 - assim como desligar as luzes e o condicionador de ar ou a calefação, quando não se está em casa. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/dez-fatos-sobre-a-mudanca-climatica-global.html

Vulcão Momotombo entra em erupção após 110 anos na Nicarágua !


O Instituto Nicaraguense de Estudos Territoriais (Ineter) pediu nesta quarta-feira que a população se afaste pelo menos seis quilômetros do vulcão Momotombo, que entrou em erupção ontem após 110 anos de inatividade e está expulsando cinzas, gases e material incandescente a cada quatro segundos.
"O vulcão Momotombo entrou em fase eruptiva depois de 110 anos de calma relativa", disse o vulcanólogo do Ineter José Armando Saballos, através da imprensa do governo.
A colunas de gases e cinzas atingiu uma altura de 8.000 metros. Alguns desses materiais chegaram até comunidades próximas do vulcão, disse o secretário-político do governo do departamento de León, Evertz Delgadillo. As autoridades não reportaram danos ou vítimas por causa da erupção.
O vulcão de Momotombo, de 1.297 metros de altura, está no extremo norte do lago de Manágua. Sua última grande erupção ocorreu em 1905. No raio de segurança de seis quilômetros recomendado pelo Ineter não há povoados, só algumas casas isoladas.
O Ineter, porém, informou que a atividade do vulcão pode aumentar. "Está crescendo o tremor sísmico, na cratera há explosões a cada quatro segundos, lava é lançada no ar, mas há também fluxo desde a profundidade e se derrama rumo ao norte do vulcão", informou o pesquisador do órgão, Wilfried Strauch.
O governo da Nicarágua não emitiu alertas porque "não há um alarme exagerado". Porém, destacou que está pronto caso haja a necessidade de uma evacuação, disse a primeira-dama e coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania, Rosario Murillo.
Strauch explicou que a mudança do comportamento do vulcão pode ser abrupta ou demorar dias. Por isso, pediu que a população esteja pronta caso seja necessário deixar suas casas.
A atividade do Momotombo pode ser observada desde quase qualquer ponto alto do noroeste da Nicarágua, especialmente em Manágua e León. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/vulcao-momotombo-entra-em-erupcao-apos-110-anos-na-nicaragua.html

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Grandes terramotos movimentam regiões a longa distância !

Além dos efeitos regionais provocados pelos terremotos de grande magnitude, um novo estudo mostra que tremores intensos também agem à longa distância e são capazes de movimentar porções da crosta terrestre situadas a milhares de quilômetros do local do epicentro. 
Deformação na crosta terrestre causada por terremotos
Análises posteriores ao megaterremoto de Sumatra em 2004 revelaram que não foi apenas o norte da ilha que sofreu deformações devido ao tremor. Medições feitas com GPS indicaram que toda a ilha também havia se deslocado por cerca de 36 metros, mas nenhum estudo demonstrou que localidades longínquas também podiam ter sido deslocadas.
Recentemente, um trabalho feito por cientistas da Universidade Nacional da Austrália revelou que a localização absoluta de marcos geodésicos calibrados por GPS mudou ligeiramente de posição em decorrência de diversos terremotos ocorridos nos últimos 12 anos.
De acordo com o trabalho publicado no periódico Journal of Geophysical Research, pequenas, mas importantes mudanças na posição das estações foram registradas desde o ano 2000.
Segundo o geofísico Paul Tregoning, autor do trabalho científico, foram estudados os 15 maiores terremotos que ocorreram entre 2000 e 2012 e ficou constatado que após esses eventos partes da crosta terrestre situadas a milhares de quilômetros da falha haviam se movido horizontalmente por até 3 milímetros, muito mais que a média de 0,4 milímetro ao ano.
Apesar de parecer pequeno e não fazer diferença para a maior parte da população, um deslocamento desse porte pode fazer muita diferença para os pesquisadores que precisam calcular a elevação do nível do mar ou a aferição das órbitas dos satélites.

Marcos Geodésicos

Existem diversos pontos estáveis em todo o mundo, geralmente localizado no interior dos continentes, chamados marcos geodésicos ou quadro de referência terrestre. Esses pontos permitem que um geólogo possa, por exemplo, medir a velocidade da placa tectônica do Pacífico em comparação com o marco geodésico situado acima América do Norte.
O estudo de Tregoning e seus colegas mostra que esses pontos estáveis foram deslocados pelos terremotos, o que irá introduzir erros nas medições feitas por GPS, pois se coordenadas dos pontos de referência estiverem erradas, o resultado calculado para a posição não refletirá a realidade.
Tregoning espera que a próxima atualização do International Terrestrial Reference Frame System, que coordena os marcos geodésicos, considere o efeito dos grandes terremotos sobre a movimentação dos pontos de referência por GPS, permitindo que os cientistas que precisam determinar a posições geográficas com grande precisão possam produzir resultados com menor margem de erro.

Fonte: http://www.apolo11.com/invencoes_descobertas.php?titulo=Estudo_grandes_terremotos_movimentam_regioes_a_longa_distancia&posic=dat_20130524-091058.inc

Passagem de bolas de fogo no céu são mais comuns do que se pensa !

Muitas vezes recebemos relatos de pessoas que viram estranhos objetos luminosos no céu. As descrições são sempre muito parecidas e retratam objetos semelhantes a meteoros cruzando o firmamento, mas com brilho muito mais intenso. Alguns, mais afeitos às teorias conspiratórias, logo se apressam em dizer que se trata da chegada de discos-voadores, mas que o fato será "abafado" para não criar pânico na população. Acredite se quiser, mas ainda tem gente que pensa assim!
Gigantesca bola de fogo cruza o céu de South Wales, na Inglaterra. A foto foi feita no dia 01 de outubro de 2003 pelo adolescente Jon Burnett, enquanto se divertia com seu skate. De acordo com o relato do jovem, a bola de fogo levou quatro minutos para cruzar o céu e segundo especialistas da Nasa, tinha o tamanho aproximado de um sofá. 

Teorias conspiratórias à parte, o fato é muitos desses objetos brilham tanto que podem ser vistos até mesmo de dia, principalmente nas primeiras horas da manhã ou antes do anoitecer. Ao contrário do se possa imaginar, não estamos falando dos satélites de órbita baixa, como a Estação Espacial ou o telescópio Hubble. Estamos falando das bolas de fogo ou meteoros de grande brilho, que cruzam o céu muito mais vezes do que você imagina!
No dia 25 de fevereiro de 2008, uma segunda-feira, Michele Kiefer, moradora da cidade de Ithaca, Nova York, levava seu cão para passear quando foi surpreendida por uma imensa bola de fogo cruzando o céu. "Se as estrelas pareciam como pontos no céu, a bola de fogo lembrava uma moeda", compara Kiefer. "Foi sensacional e realmente muito brilhante", disse John Cook, que viu o mesmo objeto a partir da cidade Endicott, também em Nova York. "Se alguém estivesse olhando o céu, não tinha como não ver. Era enorme!", completou.
Alguns dias antes, na distante Groenlândia, um pequeno asteróide se desintegrou acima da cidade de Thule. "No primeiro momento achei que fosse algum avião caindo", disse Sara Lyberth. "Parecia haver fogo e imediatamente chamei a polícia". Ao chegar ao local o policial Farda Olsen não perdeu tempo e registrou a imagem (foto abaixo) da trilha de fumaça deixada pelo objeto, ligeiramente desfeita pelo vento. 
Estatísticas

Diariamente, a Terra é constantemente bombardeada por pequenos asteróides e outros detritos espaciais, criando uma espécie de garoa de meteoros, alguns deles muito brilhantes.
De acordo com cálculos feitos pelo astrônomo Bill Cooke, ligado à Nasa, bolas de fogo tão brilhantes quanto o planeta Vênus ocorrem mais de 100 vezes ao dia. Outras, mais brilhantes ainda e comparadas ao brilho da Lua crescente cruzam o céu pelo menos uma vez a cada dez dias. Segundo o astrônomo, existem ainda bolas de fogo extremamente grandes e brilhantes, com magnitude visual que pode chegar a -13 e que acontecem a cada cinco meses. Apenas para lembrar, magnitude negativa de -13 equivale ao brilho da Lua Cheia!
No entanto, nem sempre essas enormes bolas de fogo são vistas. A maioria delas, cerca de 70%, cruzam o céu sobre áreas inabitadas ou sobre os oceanos. A metade ocorre durante o dia, praticamente imperceptíveis devido à presença do Sol. Outra grande parte também não é vista simplesmente porque ninguém está olhando o céu naquele momento.
Como você viu, uma grande bola de fogo não é tão difícil assim de se ver. Talvez o negócio seja fazer como a Michele: levar o cachorro pra passear e ficar olhando para cima. As chances de ver os grandes meteoros são bem maiores do que você pensava!

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Bolas_de_fogo_no_ceu_mais_comuns_do_que_voce_pensa!&posic=dat_20080227-100102.inc

Tudo pronto para lançamento do cargueiro espacial Cygnus !

Cargueiro Espacial Cygnus
Se tudo correr bem, a NASA lançará na noite desta quinta-feira o cargueiro espacial Cygnus, que se acoplará à Estação Espacial Internacional. Em 2014, uma tentativa de lançamento resultou na explosão do foguete Antares, ainda na base de lançamentos.
O lançamento será feito a partir de Cabo Canaveral, na Flórida e está marcado para as 20h55 pelo horário de Brasília. O evento será retransmitido ao vivo pelo Apolo11 a partir das 19h55 e poderá ser visto nesta página.
O cargueiro Cygnus será colocado em orbita por meio de um poderoso Atlas V e tem como principal objetivo entregar 3500 quilos de suprimentos e equipamentos científicos que serão usados durante as expedições 45 e 46 da Estação Espacial Internacional, ISS.
A nave-cargueiro foi fabricada pela empresa privada Orbital ATK e será a primeira missão Cygnus que utilizará um foguete do tipo Atlas V para entrar em orbita. Em 2014, uma tentativa de lançamento resultou na explosão do foguete Antares, quando o artefato ainda estava na base de lançamentos.

O lançamento

O primeiro estágio do Atlas V será acionado 20h55 pelo horário de Brasília, quando o poderoso motor RD-180 queimará por 255 segundos (04m15s).
Seis segundos depois ocorrerá a separação entre o primeiro e o segundo estágio, um foguete do tipo Centauro, alimentado por um propulsor do tipo RL 10C. Dez segundos após a separação o Centauro será acionado e queimará por 825 segundos (13m45s), colocando o Cygnus rumo à ISS. 

Chegada à Estação

O cargueiro Cygnus deverá chegar à Estação Espacial no sábado, 6 de dezembro, quando os astronautas Kjell Lindgren e Scott Kelly - a bordo do complexo orbital - controlarão o braço robótico Canadarm para capturar e atracar o cargueiro ao módulo Unity.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=AO_VIVO_Tudo_pronto_para_lancamento_do_cargueiro_espacial_Cygnus&posic=dat_20151203-084315.inc

 

NASA desenvolve nova tecnologia projetada para detectar vida extraterrestre

Laptop equipado para encontrar sinais de vida extraterrestre. Crédito: NASA
Uma nova tecnologia da NASA, que parece ter saído da série “Jornada nas Estrelas”, poderá ajudar os cientistas a detectarem vida em outros mundos.
O aparelho, apelidado de “laptop químico”, é um laboratório miniatura portátil que se assemelha aos tricorders da famosa série de TV, e é projetado para tornar a colheita de dados mais fácil e rápida do que antes.
O computador laptop, atualmente em desenvolvimento no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA – JPL, em Pasadena, Califórnia, é uma analisador químico, feito para detectar aminoácidos e ácidos graxos, muitas vezes chamados de “blocos construtores da vida”, em amostras de um terreno extraterrestre.
Os aminoácidos ligam entre si para formarem proteínas, as quais são vitais para quase todos os processos que ocorrem dentro de uma célula, e os ácidos graxos constituem um componente importante das membranas das células, assim os pesquisadores acreditam que encontrar ambos indicaria que a vida está agora, ou esteve uma vez presente.
Embora o equipamento tenha aproximadamente o tamanho de um notebook normal, o laptop químico não é como qualquer computador. Ele é muito mais grosso, a fim de proporcionar espaço dentro dele para os componentes de análise química. Mas talvez a maior diferença é que este aparelho não desliga quando fica molhado – na verdade ele precisa de líquido para funcionar.
Esta poderia ser “uma ferramenta especialmente útil para mundos gelados, tais como Enceladus [lua de Saturno] e Europa [lua de Júpiter]”, disse Jessica Creamer, pós-doutorado com base no JPL. “Tudo que você precisa fazer é derreter um pouco de gelo, e você poderá obter amostras e analisá-las diretamente.”
Para analisar as amostras, o aparelho usa uma tecnologia similar às máquinas de café expresso. Ele pega o líquido ou amostra de gelo, coloca num tubo com água no estado líquido, e aquece acima de 100 graus Celcius. Então, ele mistura a amostra com um corante fluorescente, o qual se liga aos ácidos aminos e graxos.
Pesquisadores estão tentando ver o comprimento das cadeias de carbono dos ácidos graxos, o que indicaria o tipo de organismos que são, ou eram. Mas eles também estão interessados na taxa de aminoácidos “canhotos” para “destros”.
As coisas vivas na Terra são feitas quase que exclusivamente de aminoácidos canhotos, mas os cientistas acreditam que seja possível que a vida em outros mundos seja feita de aminoácidos destros. A chave é que a vida criaria mais do tipo de aminoácido que ela é feita, levando à grande prevalência de um ou de outro.
“Se um teste encontrou uma mistura 50-50 de aminoácidos canhotos e destros, poderíamos concluir que a amostra provavelmente não era de origem biológica”, disse Creamer. “Mas se encontrássemos um excesso de um ou de outro, isso seria um ‘ticket de ouro’. Isso seria a melhor evidência até agora de que a vida existe em outros planetas.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/12/03/nasa-desenvolve-nova-tecnologia-projetada-para-detectar-vida-extraterrestre/

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Cientistas descobrem planeta em nosso sistema solar,além da órbita de Plutão !

Cientistas descobriram um novo planeta em nosso sistema solar, além da órbita de Plutão.
Os astrônomos teriam encontrado provas da existência do Planeta X? Parece que os "limites" do nosso Sistema Solar teria um começo um pouco mais misterioso.
É verdade que o nosso Sistema Solar detém várias surpresas que estamos lentamente começando a descobrir. Uma dessas surpresas é um novo planeta que acaba de ser revelado por um grupo de astrônomos do Instituto Carnegie em Washington. De acordo com os astrônomos, o objeto espaço apelidado V774104 é de fato um objeto que se acredita ser entre 500 e 1000 km de diâmetro localizado a três vezes mais longe do Sol do que Plutão.
Por uma questão de fato, é o corpo mais distante descoberto até o momento dentro do nosso sistema planetário.
Os pesquisadores vão precisar de um outro ano cheio de investigação a fim de determinar com precisão a órbita do novo planeta e suas características gerais, mas de acordo com os astrônomos que fizeram a descoberta, o objeto celestial poderiam ser incluídos em uma classe emergente de "objetos extremos" em nosso sistema solar com órbitas extremamente anômalas que tornam os astrônomos acreditam na existência oculta de outros planetas ainda maiores em tamanho.
"Nós não podemos explicar essas órbitas dos objetos do que sabemos sobre o sistema solar", diz Scott Sheppard, um astrônomo do Carnegie Institution for Science, em Washington, DC, que anunciou a descoberta aqui hoje em uma reunião da Astronomical americana Sociedade.
Como você está lendo este artigo, o novo garoto sobre o bloco, V774104 está orbitando o Sol a uma distância de cerca de 15,4 mil quilômetros, ou se preferir, cerca de 103 UA (unidades astronômicas). Isso significa que ele é o objeto mais distante da nossa estrela e faz você se perguntar quantos outros objetos similares estão lá fora.
Que tal planeta X aka Nibiru? Será que isso significa que não temos absolutamente nenhuma ideia do que está lá fora? Nos 'limites' do nosso Sistema Solar?
De acordo com os escritos de ScienceMag, dependendo de sua órbita, o novo planeta poderia ser incluído em dois diferentes "clubes planetários." Se V774104 órbita leva-lo em qualquer lugar perto do sol, em qualquer ponto que poderia ser incluído no grupo de mundos gelados relativamente comuns cujas órbitas são determinadas pela influência gravitacional de Netuno.
Por outro lado, se sua órbita não levá-lo em qualquer lugar perto o nosso Sol, seria juntar ao clube exclusivo planetária com dois outros objetos celestes: Sedna e 2012 VP113.
Há uma força lá fora, uma força de origem desconhecida de acordo com astrônomos
O que é talvez o aspecto mais interessante do objeto dentro da nuvem de Oort é a sua órbita excêntrica que não podem ser explicados pelas leis conhecidas dentro do sistema solar.
Na verdade, os astrônomos estão convencidos de que deve haver "algo mais" lá fora, algo que está perturbando as órbitas de todos os outros corpos celestes. Algo como um planeta gigante descoberto que "dorme" nas profundezas da nuvem de Oort ... um mundo que poderiam ter sido expulsos das partes internas de nossos sistema solar há bilhões de anos atrás ... Planeta X.
No entanto, existem outras teorias que poderiam lançar luz para os mistérios dos limites do nosso sistema solar. Os astrônomos acreditam que nessas distâncias, possíveis planetas (e suas órbitas) poderia ser afetada pela força gravitacional de outras estrelas próximas. E ainda há forças gravitacionais ainda ativa no sistema solar que poderia vir a partir do momento distante, quando o Sol formado, quando o "proto Sol" foi cercado por outros "berçários estelares" que poderiam ter fornecido as "cotoveladas gravitacionais necessárias" para determinar os movimentos que vemos hoje.No vídeo abaixo ative a legenda com tradução.
 
Fonte:http://www.ewao.com

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Confira o gráfico que mostra mais de 500 Exoplanetas !

Este gráfico impressionante mostra a incrível variedade de mais de 500 exoplanetas que foram descobertos entre 1988 e Outubro de 2015 - embora haja alguma contenção ao redor da primeira descoberta de exoplanetas. 
O cartaz, muito bem trabalhado pelo artista gráfico e escritor eslovaco Martin Vargic, mostra cerca de um quarto dos exoplanetas até agora confirmada, todos meticulosamente pesquisados por sua temperatura e densidade. 
A visualização é baseada no raio e temperatura dos exoplanetas, embora outros fatores - também foram levados em consideração - como densidade, idade e metalicidade estelar. 
Da esquerda para a direita, os exoplanetas aumentam a temperatura, enquanto a de baixo para cima, os exoplanetas aumentam em densidade. 
Todas as classes conhecidas de exoplanetas são representados no gráfico, como super-Terras, Júpiteres quentes, quentes Netuno, mundos de água, gás ou planetas anões diamante superdensas. 
As visualizações foram feitas com a maior precisão possível (em termos de escala e cor), mas a sua verdadeira natureza pode sempre vir a ser errada, como podemos aprender sobre eles. 
Talvez o que é mais emocionante sobre exoplanetas é a possibilidade de abrigar vida. Desde que está na zona de "Goldilocks" em torno de suas estrelas hospedeiras - que não é nem muito quente nem muito fria para a água líquida na superfície - há uma chance de que a vida alienígena poderia formar, embora saibamos a habitabilidade de um planeta é um pouco mais complicada do que a presença ou ausência de água líquida. 
O que é mais louco para pensar sobre a possibilidade de que o universo apenas agora começou a criar exoplanetas. Estimativas recentes da NASA e telescópios espaciais Kepler sugerem 92% de planetas potencialmente habitáveis ​​no universo ainda estão por nascer. 
 
Fonte:http://www.disclose.tv

Mudança climática ampliou eventos climáticos extremos em 2014


As atividades humanas que contribuem para o aquecimento global, tais como as emissões de gases de efeito estufa amplificados um grande número de eventos climáticos extremos em 2014 - concluiu um relatório apresentado nesta quinta-feira pela Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA).
Os cientistas que analisaram 28 desses fenômenos no mundo no ano passado, em especial, citam os ciclones no Pacífico central, a seca na África Oriental, as ondas de calor na Austrália, na Ásia e na América do Sul, ou ainda as inundações nas Cevennes, no sul da França.
Mas eles não encontraram nenhuma influência do aquecimento global para oito desses "eventos climáticos", como as fortes tempestades de neve durante o inverno de 2013-14 na América do Norte que resultaram principalmente da variação natural do clima.
Um dos estudos contidos no presente relatório também constata que "o papel da mudança climática não está claro na seca do Oriente Médio em 2014".
Este é o quarto ano que a NOAA apresenta este relatório produzido por 32 grupos de cientistas em todo o mundo que analisaram o papel dos diferentes fatores que conduziram à formação destes fenômenos meteorológicos, incluindo o grau de variabilidade natural do clima e o papel da mudança climática induzida pelas atividades humanas.
"Para cada um dos últimos quatro anos, este relatório demonstrou que estes eventos climáticos, tais como ondas de calor extremas, estão muitas vezes ligados a um aumento dos gases de efeito estufa provenientes de atividades humanas. Mas outros fenômenos como algumas chuvas, estão, provavelmente, menos relacionados a essas atividades", explicou Thomas Karl, diretor do centro nacional de informações sobre o ambiente da NOAA.
Este ano, o relatório acrescentou análises de novos tipos de fenômenos, como incêndios florestais e o aumento da superfície de gelo no Oceano Antártico, assim como o uso do solo pode influenciar no impacto e na gravidade das precipitações.
Eles concluíram que, geralmente, a mudança climática induzida pelos seres humanos tem aumentado a probabilidade de incêndios florestais na Califórnia, sem estabelecer uma relação específica com os fogos em 2014.
"Compreender a nossa influência sobre os fenômenos climáticos devastadores e contribuir para os avanços da ciência vai nos ajudar a nos adaptarmos às mudanças climáticas", disse Stephanie Herring, cientista da NOAA que editou o relatório. Ele reconhece, contudo, que nesta fase a ciência encontra-se "dividida".
O documento, intitulado "Explicação de eventos climáticos extremos em 2014 na perspectiva climática", é publicado no Boletim da Sociedade Meteorológica Americana.

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/mudanca-climatica-ampliou-eventos-climaticos-extremos-em-2014.html

NASA divulga dados sobre a perda atmosférica de Marte

Marte perdendo sua atmosfera
Como prometido, a NASA anunciou hoje sua “descoberta científica chave” sobre o destino da atmosfera de Marte.
Embora Marte uma vez possa ter abrigado vida abundante, agora é um planeta frio e seco, e os cientistas disseram que as tormentas solares provavelmente aceleraram a perda de sua atmosfera. Eles acreditam que a atmosfera espessa e protetora, que permitia Marte ser um planeta quente e úmido há bilhões de anos, pode ter desaparecido muito antes em sua história do que se pensava.
O resumo da descoberta é que a lenta destruição da atmosfera de Marte foi causada por “enormes rebentos de rotações magnéticas“. A atmosfera uma vez amigável daquele planeta foi arrancada. Isso teria acontecido porque o campo magnético de Marte’desligou’. Os cientistas dizem que, embora Marte tivesse um campo magnético há 4,2 bilhões de anos, ele simplesmente desapareceu.
Os instrumentos abordo da sonda MAVEN, que está na órbita marciana há 1 ano, estão medindo os íons da atmosfera superior de Marte e estão acompanhando o vento solar, para ajudar a compreender o que influencia o escape dos gases para o espaço.
Pesquisador Bruce Jakosky - Fonte: AFP
Pesquisador Bruce Jakosky – Fonte: AFP

“As descobertas chave que podemos publicar esta semana são relacionadas a como o escape ocorre e quando ele ocorre hoje“, disse o pesquisador chefe, Bruce Jakosky, numa entrevista via web com a revista Science.
“O que descobrimos é que a taxa de perda atmosférica é relativamente baixa hoje, talvez somente uns 100 gramas por segundo globalmente, mas ao longo do tempo pode ser uma perda significativa“, ele disse.
“E achamos que isso seja a ponta do iceberg, assim por dizer; que a história antiga das taxas de perda eram muito maiores, e que este mecanismo pode contabilizar pela perda de uma atmosfera antiga que era muito espessa.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/11/05/nasa-divulga-dados-sobre-a-perda-atmosferica-de-marte/

NASA anunciará uma “descoberta científica chave” sobre a atmosfera de Marte

atmosfera marciana
Em setembro, a NASA nos provocou com uma “grande divulgação” a respeito de Marte, finalmente revelando evidência de água no estado líquido na superfície daquele planeta. Agora, a agência espacial está prometendo uma nova divulgação importante.
Amanhã, quinta-feira, 5 de novembro de 2015, a agência espacial promete revelar “descobertas científicas chave” sobre o destino do que restou da atmosfera de Marte, a maioria da qual foi perdida ao longo do tempo. Os dados vieram da sonda MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution), que atualmente está orbitando aquele planeta. No momento, a agência não está liberando maiores informações.
A divulgação ocorrerá às 14h00 EST (horário da costa leste dos EUA), no Auditório James Webb, quartel general da NASA, em Washington, D.C.
O evento será transmitido ao vivo pela NASA TV
Participarão da conferência Michael Meyer, cientista chefe para o Programa de Exploração de Marte na NASA; Bruce Jakosky, investigador chefe do MAVEN, da Universidade do Colorado; Jasper Halekas, do MAVEN Solar Wind Ion Analyzer, da Universidade de Iowa; Yaxye Dong, membro da equipe científica MAVEN; e Dave Brian, co-investigador do MAVEN.
Perguntas poderão ser enviadas durante o evento através do Twitter, via #AskNASA.
A sonda MAVEN foi lançada em 18 de novembro de 2013, e entrou na órbita de Marte em 22 de setembro de 2014. Sua meta tem sido a de estudar como aquele planeta perdeu a maioria de sua atmosfera durante os últimos bilhões de anos…

Fonte: http://ovnihoje.com/2015/11/04/nasa-anunciara-uma-descoberta-cientifica-chave-sobre-a-atmosfera-de-marte/

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