quinta-feira, 28 de julho de 2016

Descoberto dois Planetas muito semelhantes à Terra que podem albergar vida inteligente !

Recentemente foram descobertos dois planetas muito parecidos com a Terra, seu tamanho, sua temperatura e até mesmo sua localização torna um lugar perfeito para a vida que possa existir quem sabe vida inteligente? Estes planetas estão localizados na constelação de Aquário que vamos falar no vídeo abaixo, mostrando uma série de interpretações artísticas de como esses dois planetas seriam tão semelhantes ao nosso.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Hubble revela distorção do espaço-tempo prevista por Einstein !

Lente Gravitacional
A cena mostra o gigantesco aglomerado de galáxias Abell S1063, situado a mais de 4 bilhões de anos-luz, rodeado por diversas outras galáxias aparentemente distorcidas pela curvatura do espaço-tempo.

A distorção do espaço causada por objetos de grande massa foi prevista a mais de um século por Albert Einstein e pode ser vista claramente nesta imagem, registrada pelo telescópio espacial Hubble. A cena mostra o gigantesco aglomerado de galáxias Abell S1063, situado a mais de 4 bilhões de anos-luz. Ao redor do aglomerado, diversas outras galáxias também podem ser observadas, algumas delas distorcidas como as imagens vistas em um espelho de parque de diversões.
Essa distorção é conhecida como "distorção do espaço" e é causada pela gigantesca gravidade criada pela presença do aglomerado Abell S1063, que curva o espaço e consequentemente a luz vinda das galáxias vizinhas.
O interessante da cena é que muitas dessas galáxias estão na realidade atrás do aglomerado e só podem ser vistas graças à "distorção do espaço". Esse fenômeno cria uma ferramenta natural conhecida como "lente gravitacional", que curva a luz vinda das galáxias que estão atrás do aglomerado, o que permite que sejam observadas e estudadas pelos astrônomos.

Einstein e o eclipse de Sobral

A primeira vez que a curvatura do espaço-tempo foi observada na prática ocorreu durante o eclipse solar de 1919. Naquela ocasião, um grupo de astrônomos da Royal Astronomical Society de Londres veio até a cidade de Sobral, no Ceará, com o objetivo de medir o desvio da luz de uma estrela ao passar pela borda do disco solar. A ideia era comprovar ou refutar a teoria de Einstein.
Segundo Einstein, a luz da estrela deveria ser desviada em 1,75 segundos de arco, duas vezes maior que o previsto pela teoria de Newton.
No dia do eclipse, em 29 de maio, os cientistas fizeram sete boas imagens do fenômeno e em novembro do mesmo ano a Royal Astronomical Society anunciou que os resultados obtidos confirmavam o desvio da luz e consequentemente a teoria de Albert Einstein. 
Eclipse de Sobral
À esquerda, destaque do New York Times de 10 de novembro de 1919, onde se lê sobre o sucesso da confirmação da Teoria de Albert Einstein. À direita, ilustração do experimento do eclipse de Sobral, publicado pelo London News, em 22 de novembro de 1919.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Hubble_revela_distorcao_do_espaco-tempo_prevista_por_Einstein&posic=dat_20160722-102852.inc


Apolo11 regista o Sol e revela detalhes da cromosfera !

Cromosfera Solar
A cena mostra a cromosfera solar registrada no comprimento de onda do H-alpha, que permite enxergar detalhes do topo da atmosfera da estrela. Para fazer a composição foram capturados 500 fotogramas da superfície e 500 das proeminências. 

A cena foi registrada às 09h00, a partir do Observatório Solar Apolo 11, situado em Vila Mariana, São Paulo. Na imagem vemos diversas feições típicas da nossa estrela, entre elas filamentos e proeminências que saltam ao espaço.
Chama a atenção na imagem o filamento de plasma assemelhado a uma cicatriz, que parece rasgar a cromosfera solar.
Os filamentos são regiões muito densas, longas e finas localizadas acima da cromosfera. Elas são mais frias que o gás ao redor e são mantidas no lugar por intensos campos magnéticos. Por serem mais frios que as regiões vizinhas, os filamentos aparecem mais escuros. Neste caso, a feição pontilhada ocupa cerca de 300 mil km de extensão.
Quando estão na borda do Sol, do ponto de vista da Terra, os filamento parecem muito brilhantes, pois contrastam com o escuro do espaço. Nesta condição passam a ser chamado de proeminências e é isto que vemos ao redor da borda direita (oeste) do Sol.
As proeminências vistas são relativamente baixas, com aproximadamente 18 mil km de altura. São feições efêmeras, de curta duração, que não conseguem escapar da gravidade solar. Em poucas horas elas cairão na superfície, na forma de uma incandescente chuva de plasma a 10 mil graus.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Apolo11_registra_o_Sol_e_revela_detalhes_da_cromosfera&posic=dat_20160726-144716.inc

Forte terramoto abala região do Chile em local incerto !

Forte terremoto sacode na região do Chile, em local incerto
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 6.3 pontos de magnitude ocorrido Em território chileno, em local a ser determinado as 22h25 pelo horário de Brasília (26/07/2016). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 10 km de profundidade, sob as coordenadas 44.38S e 79.18W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 6.3 pontos de magnitude libera a mesma energia que 2 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 42270 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_na_regiao_do_Chile_em_local_incerto&posic=dat_20160726-230025.inc

Forte terramoto sacode o Chile a 66 km de Diego de Almagro !

Forte terremoto sacode Chile, a 66 km de Diego de Almagro
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 6.2 pontos de magnitude foi registrado no Chile, 66 km a oeste-noroeste de Diego de Almagro as 14h26 pelo horário de Brasília (25/07/2016). O violento abalo teve seu epicentro estimado a 68 km de profundidade, sob as coordenadas 26.10S e 70.64W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro. 

Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.

Um terremoto de 6.2 pontos de magnitude libera a mesma energia que a detonação de 1 bomba atômica similar a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 29925 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Chile_a_66_km_de_Diego_de_Almagro&posic=dat_20160725-145019.inc

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Conheça o novo fenómeno natural: O terramoto espacial !

Tempestade Solar
Utilizando dados de uma frota de cinco satélites científicos, pesquisadores da Nasa descobriram uma nova manifestação de clima espacial. O fenômeno é produzido pelo vento solar ao atingir a magnetosfera da Terra e por sua semelhança ao que ocorre no solo, foi batizado de "terremoto espacial".
De modo bem simplificado, um terremoto espacial (ou spacequake) é um forte tremor no campo magnético da Terra e que apesar de ser observado com mais intensidade na órbita do planeta, não é exclusivo do espaço já que seus efeitos podem se propagar por todo o caminho até a superfície.
"As reverberações magnéticas podem ser detectadas em todo o globo, da mesma forma que os sismômetros detectam um grande terremoto", disse Vassilis Angelopoulos, principal investigador dos dados dos satélites THEMIS e ligado à Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
terremoto espacial versus terremoto
No entender de Evgeny Panov, do Instituto de Pesquisas da Áustria, "essa analogia é excelente, pois a energia total contida em um spacequake pode até superar a energia contida em um terremoto de magnitude 5 ou 6". Os resultados do trabalho de Panov já haviam sido reportados em abril de 2010 na edição do periódico científico Geophysical Research Letters.
Em 2007, a equipe THEMIS descobriu o precursor dos spacequakes. A ação tem início na cauda magnética da Terra, que se estende como uma biruta à mercê dos intensos ventos solares de quase 2 milhões de km/h. Segundo o estudo, em algumas ocasiões essa cauda se estica tanto que em dado momento se rompe como um elástico. O resultado é que o plasma do vento solar armazenado na cauda é "estilingado" em direção à Terra.
Em mais de uma ocasião, os cinco satélites THEMIS estavam exatamente na linha de fogo quando os jatos de plasma foram arremessados e ajudaram os cientistas a compreender melhor o fenômeno.
"Agora entendemos o que aconteceu", disse o diretor do projeto THEMIS, David Sibeck, do Centro Espacial Goddard, da Nasa. "Os jatos de plasma disparam os spacequakes, é isso o que ocorre".

Fluxo repetitivo de repercussão

De acordo com o cientista, os jatos se chocam contra o escudo magnético da Terra a 30 mil quilômetros acima do equador. O impacto desencadeia um processo de repercussão em que o plasma que entra salta para cima e para baixo no reverberante campo magnético. Esse processo foi chamado de "fluxo repetitivo de repercussão" e pode ser comparado a uma bola de tênis saltando para cima e para baixo sobre um piso acarpetado. "O primeiro salto é grande, seguido por uma série de saltos menores que diminuem à medida a energia é dissipada no tapete", explicou Sibeck.
"Há muito tempo já suspeitávamos de algo parecido, mas somente com os novos dados é que o processo se tornou realmente fantástico", disse o cientista. "A maior surpresa foi a descoberta de vórtices de plasma, gigantescos redemoinhos de gás magnetizado, tão grandes quanto à Terra - girando à beira do campo magnético trêmulo do planeta".
"Quando os jatos de plasma atinge a magnetosfera interior, vórtices em sentido oposto aparecem e desaparecem nas laterais dos jatos", explica Rumi Nakamura, coautor do estudo junto ao Instituto de Pesquisas da Áustria. "Acreditamos que esses vórtices podem gerar intensas correntes elétricas nas proximidades Terra".
Agindo em conjunto, vórtices e spacequakes podem ter efeitos perceptíveis na Terra. De acordo com o estudo, a cauda dos redemoinhos pode conduzir partículas carregadas em direção à atmosfera da Terra, provocando auroras e ondas de ionização que perturbam as comunicações de rádio e GPS. Ao atingir a superfície do campo magnético, podem induzir correntes elétricas no solo, com profundas consequências na rede de distribuição de energia elétrica.
Antes da descoberta dos jatos e spacequakes, um grupo de cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos, liderado pelo pesquisador Joachim Birn, haviam conduzido simulações relacionadas ao processo de rebote na magnetosfera e os resultados já haviam demonstrado a possibilidade da existência do fenômeno, agora comprovado. Além disso, as simulações sugeriam que o processo de rebote poderia ser visto a partir da superfície da Terra na forma de auroras e redemoinhos luminosos na alta atmosfera.
"O trabalho não está terminado e ainda temos muito a aprender, disse Sibeck. "Ainda não sabemos como os vórtices giram em torno da Terra e como eles interagem. Até que tamanho pode ter um vórtice? Qual a intensidade máxima de um spacequake?. Esse é um processo bastante complicado, mas agora tudo começa a se encaixar", completou.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Conheca_o_novo_fenomeno_natural:_o_terremoto_espacial&posic=dat_20100728-093317.inc





Forte terramoto sacode México, a 91 km de San Patricio !

Forte terremoto sacode México, a 91 km de San Patricio
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 6.2 pontos de magnitude foi registrado no México, 91 km ao sul-sudoeste de San Patricio as 07h51 pelo horário de Brasília (07/06/2016). O violento abalo teve seu epicentro estimado a 32 km de profundidade, sob as coordenadas 18.50N e 105.13W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.
Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.
Um terremoto de 6.2 pontos de magnitude libera a mesma energia que a detonação de 1 bomba atômica similar a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 29925 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Mexico_a_91_km_de_San_Patricio&posic=dat_20160607-082021.inc

Saturno o Senhor dos Anéis, entra em oposição !

Saturno e tempestades de auroras
Observar o planeta Saturno é uma das mais interessantes atividades de quem aprecia o firmamento noturno. Com seu magnífico conjunto de anéis, o planeta é simplesmente encantador. Aproveite, porque Saturno e seus anéis estão no céu!
Depois da Terra, Saturno é provavelmente o planeta mais famoso do Sistema Solar. Se não acredita, peça a qualquer criança para desenhar um planeta. Com quase certeza ela desenhará Saturno, repleto de anéis!
Atualmente, o gigante gasoso está a 1.34 bilhões de quilômetros da Terra e a caminho da oposição, que ocorrerá neste final de semana, a partir de 3 de junho. Isso significa que visto da Terra, Saturno ficará exatamente do lado oposto ao do Sol, 100% iluminado. Além disso, os famosos anéis estarão bem abertos quando vistos da Terra, o que abrilhantará ainda mais sua observação e estudo.

Os Anéis Sumiram!

Saturno completa uma volta ao redor do Sol a cada 30 anos e de tempos em tempos aponta a borda dos seus anéis para a Terra.
Isso acontece sempre a cada 14 e 15 anos e em setembro de 2009 o ângulo de visão era tão pequeno que a perspectiva transformou o disco anelar em uma simples linha escura cruzando a face do planeta. Naquela ocasião, vistos da Terra os anéis de Saturno simplesmente sumiram!

Os Anéis Voltaram!

Com o passar dos dias e dos anos, o ângulo de visão foi novamente aumentado e permitiu que os anéis se tornassem visíveis novamente.
Até 2017 os anéis de Saturno ficarão bem visíveis, mas aos poucos eles se inclinarão novamente até que em 2025 estarão outra vez escondidos do observador terrestre.
Anesi de Saturno fechando e abrindo
Vendo Saturno

Atualmente, o Senhor dos Anéis pode ser encontrado no quadrante leste, logo após o pôr do Sol, a partir das 18 horas, lembrando que o leste é o quadrante onde o Sol nasce.
Saturno está bastante brilhante, com magnitude de 0,4. No dia da oposição, 3 de junho, o diâmetro aparente de seu disco planetário será de 18.4 segundos de arco, mas se levarmos em consideração o seu conjunto de anéis, o tamanho angular sobe para 42.9 segundos. Visualmente, isso significa que em uma área do tamanho da Lua cheia caberiam 41 saturnos enfileirados.
No mesmo quadrante, acima dele, temos Marte. A estrela Antares completa o conjunto, na posição 14 horas de Saturno.

Vendo os Anéis de Saturno

Para ver os anéis de Saturno será necessário o uso de uma pequena luneta ou telescópio. Se você ainda não tem um, a hora de adquirir um instrumento astronômico é agora. O planeta ficará disponível por alguns meses e nada melhor que reunir os amigos e familiares para diversas sessões de observação planetária. Fica a dica.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Olhe_para_o_ceu_Saturno_o_Senhor_dos_Aneis_entra_em_oposicao!&posic=dat_20160602-074747.inc



Imagens revelam o que existe no lado oculto da Lua !

Lado oculto da Lua
Recentemente, uma impressionante animação feita pela NASA mostrou a Lua de uma perspectiva bastante diferente. A cena revelava a face oculta do nosso satélite e imediatamente gerou uma série de dúvidas. Afinal, o que existe na face oculta da Lua? 
Ao olharmos para a Lua, sempre vemos as mesmas crateras, mares e montanhas e devido às características orbitais do sistema Terra-Lua, seu outro lado nunca está visível. Isso é um fato, mas não se pode dizer que este lado não seja conhecido.

Luna 3

A primeira vez que o lado oculto da Lua foi visitado ocorreu em 7 de Outubro de 1959, quando a sonda soviética LUNA 3 passou a apenas 64 mil km de altitude da superfície oculta. Durante a aproximação, a nave fez 29 fotos em papel fotográfico, que foram reveladas dentro de um pequeno laboratório dentro da própria nave.
As fotos foram transmitidas à Terra 11 dias depois, através de transmissão analógica similar ao fac-símile (fax).
Depois da Luna 3, diversas sondas observaram a face oculta do nosso satélite, o que ajudou a compor os modernos mapas lunares usados atualmente.

O que tem na face oculta da Lua?

A primeira diferença mais destacada entre as faces visível e oculta da Lua é com relação aos mares, que se encontram quase exclusivamente na face visível, cobrindo cerca 31% da superfície. Na face oculta eles não chegam nem a 2% da superfície.
Ainda não se tem certeza sobre o motivo de tanta diferença, mas se acredita que seja devido à concentração de elementos produtores de calor na face visível, fato observado em mapas geoquímicos obtidos através de espectrômetros de raios gama. De acordo com especialistas, isso poderia ter provocado o aquecimento, fusão parcial, subida à superfície e consequente erupção do manto inferior.
A face oculta tem menos crateras também, o que colabora para uma altitude média 1.9 km superior à face visível.
Dentre as poucas feições que se destacam temos o Mar de Moscou, com 277 km e diâmetro e a cratera de impacto Jackson, com 71 km de diâmetro e que lembra muito a cratera Tycho, no lado visível.
Vale lembrar que embora a face oculta não seja visível, ela não é escura como muitos pensam. A face oculta recebe a luz solar da mesma forma que a face visível, uma vez a cada dia lunar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Imagens_revelam_o_que_existe_no_lado_oculto_da_Lua&posic=dat_20150807-094303.inc


quarta-feira, 1 de junho de 2016

O apêndice não é inútil - Cientistas finalmente descobrem a função dele !

Vivem nos dizendo que o apêndice não serve para nada.
Acha mesmo que Deus (ou, se você não acredita n'Ele, o poder de criação da natureza) ia criar algo no nosso corpo que não servisse para nada?
É de certa forma um ato de prepotência de quem decidiu criar esta história de que o apêndice não serve para nada.
E, quem nela acredita, dá uma demonstração de, no mínimo, inocência, com todo o respeito.
Ou será preguiça de pensar?
É claro que tudo no nosso corpo tem uma função.
Se desconhecem, é porque ainda não se sabe de tudo.

Veja o caso do apêndice.

Finalmente parece que descobriram a utilidade dele.
E é algo muito importante.
Microbiólogos australianos e franceses concluíram que o órgão é fundamental no papel de povoar o sistema digestivo com bactérias que colaboram com nosso sistema imunológico, nos defendendo de infecções.
E tudo isso se deve a células de defesa, os linfócitos, que existem em grande quantidade no apêndice.
Essas células são verdadeiros soldados do sistema imunológico.
Elas protegem nosso corpo de ameaças como vírus e bactérias.
A inflamação no apêndice ocorre justamente por uma queda desses células, ocasionando uma falha que acarreta a inflamação, conhecida como apendicite, que precisa ser tratada imediatamente.
"O que nós descobrimos é que os linfócitos inatos do apêndice podem propagar bactérias 'boas' no microbioma - a comunidade de bactérias no corpo", disse Gabrielle Belz, do Instituto Walter and Eliza Hall de Pesquisa Médica, de Melbourne, na Austrália.
Um microbioma equilibrado é fundamental para a saúde de todo o organismo, especialmente para ajudar o corpo a se recuperar de ameaças bacterianas, como intoxicações alimentares.
O apêncice, portanto, funciona como um de depósito de boas bactérias que são fornecidas para todo o sistema digestivo e importantes para melhorar nossas defesas.
O resumo de tudo isso é o seguinte: o apêndice é muito importante para a nossa imunidade e a saúde do aparelho digestivo.
E, de inútil, ele não tem nada.

Fonte: http://a-nova-realidade.blogspot.pt/

terça-feira, 31 de maio de 2016

Stephen Hawking diz que buracos negros podem ser passagens para outra dimensão !

Normalmente caracterizados como turbilhões inescapáveis de destruição, os buracos negros vêm intrigando cientistas – e cineastas – há muitos anos. Ao longo do tempo, a noção de que esse fenômeno espacial pudesse servir como uma porta de entrada para outras dimensões sempre foi vista como algo fantasioso. Agora, no entanto, ninguém menos do que o renomado Stephen Hawking afirma que isso é perfeitamente possível.
Durante uma palestra recente no KTH Royal Institute of Technology, em Estocolmo, o cientista apresentou uma nova teoria por meio da qual consegue não somente resolver problemas que empacavam hipóteses anteriores há mais de 40 anos, mas também reforçam a possibilidade acima. Antes de partirmos para explicar a novidade, no entanto, é preciso entender um pouco mais sobre o assunto.

Desfazendo o nó
 
Quando uma estrela gigante vermelha entra em supernova e deixa para trás um núcleo com uma massa considerável, esse material remanescente pode entrar em colapso e dar origem àquilo que chamamos de buraco negro. Com uma enorme força gravitacional, o fenômeno passa então a atrair objetos físicos que se aproximem demais – e é nesse ponto em que os cientistas começam a ter problemas.
Segundo os cientistas defensores da teoria da relatividade geral, as informações que determinam o estado físico de tudo o que cai em um buraco negro são simplesmente obliterados por sua imensa gravidade. Por outro lado, os seguidores da mecânica quântica argumentam que esses dados permanecem intactos. Esse conflito entre hipóteses já dura mais de quatro décadas e recebeu o nome de “Paradoxo da Informação”.
Com a nova teoria de Hawking, no entanto, surge uma terceira opção que pode colocar um fim à discussão. Segundo ele, na realidade a informação não chega até a parte interna do buraco negro, mas sim fica armazenada na sua região de fronteira – conhecida como “horizonte de eventos” ou “ponto de não-retorno”. Assim, os dados sobre as partículas sugadas ficariam na superfície, assumindo a forma de hologramas, imagens residuais 2D dos objetos 3D originais.

Passagem só de ida
 
O cientista ainda explica que essa informação, no entanto, não fica presa permanentemente por conta da atração gravitacional do fenômeno, mas pode escapar de volta para o espaço graças à “radiação Hawking”. Segundo esse conceito, alguns fótons podem ser ocasionalmente ejetados de um buraco negro devido a flutuações quânticas aleatórias.
Nesse momento, os fótons emitidos acabariam carregando consigo as informações “armazenadas” no horizonte de evento, mas acabaria “corrompendo” os dados. “A informação sobre as partículas entrantes é devolvida, mas em uma forma caótica e inútil. Isso soluciona o Paradoxo da Informação. Para todos os propósitos práticos, os dados acabam perdidos”, pontua o pesquisador.
Outra opção de escapatória que Hawking diz ser possível, no entanto, é a passagem desse material para uma dimensão diferente. “A existência de histórias alternativas com buracos negros sugere que isso é uma possibilidade. O buraco teria que ser grande e, se estivesse em rotação, poderia ser uma porta para um Universo diferente. Mas você não conseguiria mais voltar para o nosso”, concluiu o cientista.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Portais (Stargates) - Pura ficção ? Ou realmente existiram ou ainda existem ?

Será que realmente existiram os famosos STARGATES? Ou ainda existem? Em um dos vídeos podemos ver um Ovni abrindo um Stargate ou seja um portal dimensional mais conhecido no mundo da Ufologia como Buraco de Minhoca, uma espécie de portal em que eles conseguem cortar o tempo e o espaço e viajar milhares de anos luz em pouquíssimo tempo.Assista estes incríveis vídeos e tire suas conclusões.
 
Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

Cientistas de Stanford observam Homem que viaja fora do corpo’até ao Espaço Sideral !

ingoswann - ToNoCosmos
Cientistas de Stanford alegaram recentemente que observaram uma “viagem fora do corpo” de um homem para o espaço.
Ele foi capaz de visualizar com precisão e descrever um anel em torno de Júpiter, um anel que os cientistas não tinham ideia que existia até que a sonda Pioneer passar por Júpiter, diz o site Cosmic Scientist.
Alguma vez você já ouviu falar sobre um conceito chamado de visão remota? É um conceito que tem sido definida de várias formas nos últimos anos. Alguns podem se referir a ele como a capacidade de algumas pessoas para descrever locais remotos geograficamente localizadas até várias centenas de quilômetros de distância de seu local físico original.
Embora o conceito tenha sido comprovado, a comunidade científica dominante não entende como alcançar tal feito. Há várias décadas atrás nave espacial Pioneer 10 da NASA foi lançada para o espaço, e, pela primeira vez, a humanidade foi capaz de testemunhar a primeira nave espacial feita pelo homem voar diretamente através do cinturão de asteroides e viajar para o maior planeta do nosso sistema solar, Júpiter.
ingo swann - ToNoCosmos
Curiosamente, antes que isso acontecesse, a Agência Central de Inteligência e da Agência de Segurança Nacional, em conjunto com a Universidade de Stanford,  estavam envolvidos em um projeto conhecido como “Visualização Remota”. Este é o lugar onde a história fica extremamente interessante. Segundo os pesquisadores, um dos principais participantes da pesquisa nunca antes visto, era um homem chamado Ingo Swann, que foi capaz de visualizar com precisão e descrever um anel em torno de Júpiter, um anel que os cientistas não tinham idéia que existia. A coisa fascinante sobre o caso é que ele indicou o lugar certo antes do voo rasante da sonda Pioneer 10 identificar os anéis ao redor do gigante de gás. A descoberta e os resultados da visão remota em Júpiter foram publicados pela Universidade de Stanford , antes da descoberta dos anéis. 
O experimento Júpiter não era para ser oficial. Foi embrulhado em protocolos muito rigorosos. Mas os dados brutos de visualização remota teve que ser gravado de alguma forma para que pudesse ser estabelecido que existia antes de que os veículos da NASA chegassem ao planeta. 
Harold Puthoff Ph.D. pela Universidade de Stanford e os principais cientistas do Instituto de Pesquisa de Stanford, que fizeram parte do Programa Stargate afirmou em um artigo publicado na Exploração Revista Científica: “Para determinar se era necessário ter um indivíduo” farol “no local de destino, Swann sugeriu a realização de um experimento para ver remotamente o planeta Júpiter antes da próxima sonda da NASA, a Pioneer 10 chegasse lá. Nossos colegas na astronomia ficaram bastante impressionados quando o sobrevoo revelou que um anel inesperado de fato existia”. Harold Puthoff, Ph.D., da Universidade de Stanford acrescentou: “Replicação bem-sucedida desse tipo de visão remota em laboratórios independentes apresentou uma evidência científica considerável para a realidade do fenômeno.
Dando uma olhada no livro de Ingo Swann, ele descreve os muitos fenômenos que não foram documentados na literatura citada, nos vários estudos publicados após o projeto de sucesso da visão remota .
“Eu achei torres, máquinas, luzes, edifícios, humanóides ocupados no trabalho em algo que eu não conseguia descobrir (na parte de trás da lua) “. 
O fato de que este projeto foi documentado por diversos pesquisadores e agências governamentais nos faz imaginar o que mais está lá fora? Quantos mais pesquisas similares estão sendo conduzidas enquanto você lia isso? É notável a pensar sobre as capacidades potenciais humanas, mas é frustrante para pensar sobre a riqueza de informações que está sendo mantida secreta da sociedade.
Abaixo o vídeo em que Ingo Swann, o homem com poderes sensitivos e que pode prever o futuro,  fala sobre o que aconteceu.

Fonte: http://tonocosmos.com.br/cientistas-stanford-observam-homem-viaja-fora-do-corpo-espaco

Forte terramoto de 7,2 graus atinge Geórgia do Sul e Sandwich do Sul !

De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 7.2 pontos de magnitude foi registrado na Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, 58 km a norte-nordeste de Visokoi Island, as 06h46, pelo horário brasileiro (28/05/2016). O forte tremor ocorreu a 72 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 56.20S e 26.89W, indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.
Apesar da grande intensidade, sismos que ocorrem nessa profundidade tem a maior parte de sua energia dissipada antes de chegar à superfície. Mesmo assim, quando acontecem no oceano podem provocar a formação e alertas de tsunamis.
Um terremoto de 7.2 pontos de magnitude libera a mesma energia que 47 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 946425 toneladas de TNT.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

terça-feira, 24 de maio de 2016

Homem vê e conversa com Deus enquanto médicos scaneam seu cérebro !

 Homem teve crise epilética e supostamente conversou com Deus durante exame médico

Notícias que envolvem ciência e religião são sempre muito curiosas e polêmicas. Na semana passada, pesquisadores israelenses divulgaram um caso insólito: um paciente em estado grave de epilepsia relatou ter visto e conversado com uma figura que ele identificou como sendo Deus. E o melhor de tudo é que o homem estava conectado a um scanner cerebral, então os médicos puderam monitorar as regiões ativas no momento do suposto contato.
Além disso, apesar de o homem ser judeu, ele não se considerava uma pessoa muito religiosa. Até então, ele nunca havia tido nenhuma experiência inexplicável, tornando a história ainda mais surreal. O homem, de 46 anos, sofre de epilepsia de lobo temporal direito a vida inteira, o que causa alucinações que podem durar de alguns segundos ou até vários minutos.
Seu tratamento inclui medicações anticonvulsivas, que evitam que as crises neurais se espalhem para outras áreas do seu cérebro. “Enquanto estava deitado na cama, o paciente congelou de forma abrupta e olhou para o teto por alguns minutos, afirmando mais tarde que ele sentiu que Deus estava se aproximando dele”, relatou um dos médicos.
Homem teve crise epilética e supostamente conversou com Deus durante exame médico

Psicose ou mistérios da fé? 

Se você achou isso estranho, precisa saber o que aconteceu depois... De acordo com os médicos, durante o transe, o homem começou a entoar cânticos religiosos e, olhando fixamente para o seu solidéu (aquele chapéu usado pelos judeus), gritou: “E você é Adonai, o Senhor!”. Adonai é a maneira como os judeus se referem a Deus.
Depois do relato, os médicos foram analisar o que a varredura cerebral apontou durante o suposto encontro do homem com Deus. Curiosamente, houve um aumento da atividade no córtex pré-frontal esquerdo – no lado oposto de onde se originam suas crises epiléticas. Segundo os especialistas, o homem teve uma experiência PP, que pode surgir durante uma convulsão e causa alucinações visuais e/ou auditivas, delírios, paranoia e até agressões.
A PP é conhecida como “psicose pós-ictal”, sendo bastante grave, mas rara de ser observada. Isso deixou a equipe médica intrigada, já que o paciente nunca tinha demonstrado algo do gênero e teve a ocorrência justamente em frente aos especialistas. O fato de ela ter trazido “alucinações” com Deus deixa tudo ainda mais misterioso, e os médicos não souberam determinar o motivo para isso acontecer com uma pessoa que não praticava a religião.

Atividade cerebral do paciente durante seu suposto encontro com Deus


Fonte: http://portugalmisterioso.blogspot.pt/

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Sonda New Horizons detecta algo estranho na superfície de Plutão !

Estranha formacao plutoniana
Estranha formação plutoniana registrada pela sonda New Horizons
 
Recentemente, uma foto divulgada pela Nasa causou bastante confusão ao revelar um estranho objeto na superfície de Plutão. Alguns chegaram a especular sobre alguma nova forma de vida, mas parece que as coisas não são tão espetaculares assim.
Depois que a sonda New Horizons chegou bem perto de Plutão, diversas novas feições foram reveladas. Algumas delas são tão intrigantes que podem ser necessários muitos anos de estudo para se chegar a alguma conclusão.
Esta foto, tomada pela sonda interplanetária New Horizons pode ser um desses casos.
A cena mostra uma estranha formação, muito parecida com uma lesma terrestre, deslizando e deixando suas marcas em algum ponto do distante planeta anão. 
Localizacao da estranha formacao plutoniana
O círculo mostra a localização da estranha formação.
 
De acordo com especialistas, essa estranha feição não é nada mais que uma gigantesca rocha formada por gelo sujo, que parece estar de pé por estar flutuando sobre um grande e denso rio de nitrogênio líquido.
Embora a hipótese apresentada parecesse satisfatória para os cientistas espaciais, muita gente não acreditou na resposta.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Sonda_New_Horizons_observa_algo_estranho_na_superficie_de_Plutao&posic=dat_20160523-102801.inc



 

domingo, 22 de maio de 2016

Estudo Brasileiro refere que Planetas podem ter cauda e semear vida !

De acordo com os pesquisadores brasileiros, alguns planetas distantes sofrem forte erosão em sua atmosfera devido à proximidade da estrela mãe e lançam ao espaço um rastro de gás e poeira igual ao dos cometas. 
Planeta Osiris com Cauda
O estudo foi feito pela astrônoma Heloísa Boechat-Roberty e seu aluno de doutorado Rafael Pinotti, ligados ao Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e publicado recentemente na revista científica Planetary and Space Science.
De acordo com o estudo, nos últimos 13 anos foram descobertos treze planetas com dimensões similares a Júpiter, mas que se encontram muito mais próximos de suas estrelas. A pouca distância faz com que a radiação, em especial a ultravioleta, eroda a atmosfera do planeta, fazendo com que o gás seja ejetado em direção ao espaço.
Os cientistas chegaram a esta conclusão após simular a dinâmica do planeta Osíris, um gigante gasoso que orbita a estrela HD 209458, situada a 154 anos-luz do Sistema Solar, na direção da constelação de Pégaso.
Osiris foi descoberto em dezembro de 1999 e sua cauda foi registrada pela primeira vez em 2003, quando os pesquisadores constataram que o vazamento de gás de sua atmosfera chegava a 10 mil toneladas por segundo, a uma velocidade de até 460 mil quilômetros por hora.
Heloisa e Pinotti imaginavam que as partículas lançadas no espaço podiam interagir e gerar moléculas estáveis. Outros astrônomos já haviam confirmado a presença de diferentes moléculas na atmosfera de Osíris, mas pensava-se que seriam destruídas à medida que fossem arrastadas para a cauda planetária.

Água

A maioria dos estudos feitos até agora estavam concentrados na temperatura, velocidade e densidades do gás da cauda de Osiris, mas após uma série de simulações de reações química que poderia acontecer na atmosfera do planeta a dupla de pesquisadores descobriu que, caso uma fração do hidrogênio molecular da atmosfera de Osíris sobreviva aos efeitos da radiação, as moléculas de água poderiam se formar em sua cauda.

Semeando Planetas

Ainda é cedo para se afirmar, mas segundo Pinotti existe a possibilidade de que moléculas de água, ou até mesmo moléculas orgânicas simples, sobrevivam e façam uma pequena viagem interplanetária pela cauda. "Essas moléculas poderiam semear a atmosfera de um planeta mais exterior, que estivesse na zona habitável da estrela", disse o pesquisador.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Planetas_podem_ter_cauda_e_semear_vida_afirma_estudo_brasileiro&posic=dat_20160511-112339.inc

Vénus penetra no campo de visão do telescópio SOHO !

O planeta iniciou a travessia na frente do coronógrafo em 8 de maio e deverá termina-la em 15 de julho. As raias de luz que partem do disco venusiano são chamadas de "blooming" e são provocadas pelo espalhamento da grande quantidade de fótons em pixels adjacentes do sensor de imagem. 
Transito de Venus na frente do telescopio SOHO
O próximo trânsito de forte intensidade que poderá ser observado através do telescópio SOHO será o do planeta Mercúrio, entre os dias 30 de junho e 13 de julho.

Para ver o trânsito de Vénus clique aqui: http://www.apolo11.com/atividade_solar.php

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Fantastico!_Venus_penetra_no_campo_de_visao_do_telescopio_SOHO&posic=dat_20160514-102409.inc

Raro e incrível flash verde no topo do Sol !

Flash verde no Sol
Que nossa estrela é capaz de produzir gigantescas erupções de plasma ou lançar toneladas de partículas em direção à Terra, todo mundo sabe. Mas tem muito mais. Ela também pode criar espetáculos muito rápidos e de beleza ímpar, como o incrível flash verde raramente observado.
Embora rara, muitas pessoas já presenciaram essa luz verde, mas por ser muito rápida é praticamente impossível de ser confirmada por outros observadores locais. Se você já viu essa luz e tinha dúvidas se era real ou não, fique tranquilo. Você é um tremendo sortudo!
O fenômeno do flash verde acontece em situações muito peculiares, por isso é tão difícil de ser observado. Ele ocorre no limbo solar ou lunar, tanto na alvorada como no ocaso, mas é mais pronunciado durante o pôr do Sol ou nascer da Lua.
O efeito é visível somente em locais que tenham o horizonte muito baixo e distante, sem nuvens e com correntes ascendentes de ar que possam produzir efeitos de miragem. Em outras palavras, é preciso estar no local certo, na hora certa!
O flash dura apenas alguns segundos, mas o suficiente para ser registrado pelo olho humano ou eternizado por câmeras fotográficas.

Como Acontece

Da mesma forma que um gigantesco prisma, a atmosfera da Terra também refrata a luz e faz com que os raios de luz provenientes da Lua ou do Sol sejam curvados levemente para baixo.
Diagrama mostra como acontece um flash verde no Sol
Isso significa que imagem que vemos durante o poente ou nascente não está chegando até nós diretamente. Ela está sendo refratada pela atmosfera, que curva os raios luminosos do astro que já se pôs alguns minutos antes e está abaixo do horizonte.
Nesse processo, os comprimentos de onda mais curtos da luz são curvados mais fortemente que os mais longos, o que faz com que a porção de luz verde do espectro pareça estar vindo de uma posição mais alta que as componentes vermelha ou laranja, produzindo uma imagem ligeiramente desalinhada, com o verde mais pronunciado acima do disco lunar ou solar. 
O flash verde acontece exatamente quando a porção verde do espectro luminoso atinge os nossos olhos, resultando em uma coloração muito rápida com menos de dois segundos e que parece surgir no limbo superior do Sol ou da Lua.
A imagem apresentada mostra o exato momento em que isso acontece e foi registrada pelo astrofotógrafo Daniel Lopez, durante pôr do sol visível a partir do Observatório Roque de Los Muchachos, nas Ilhas Canárias, Espanha. Um show de imagem!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Fantastico_O_raro_e_incrivel_flash_verde_no_topo_do_Sol&posic=dat_20140606-102708.inc





Fortes terramotos atingem novamente o Equador !

Fortes terremotos voltaram a sacudir nesta quarta-feira a costa oeste do equador, a poucos quilômetros do epicentro do tremor de 16 de abril. Juntos, os abalos de hoje representam liberação de energia equivalente a 406 mil toneladas de TNT.

Forte terremoto atinge Equador, a 28 km de Muisne
O primeiro evento ocorreu as 04h57 pelo Horário de Brasília e atingiu 6.7 pontos de magnitude. O segundo tremor ocorreu às 13h46 e foi calculado em 6.8 magnitudes. Ambos ocorreram a 32 quilômetros de profundidade, a cerca de 24 quilômetros da cidade de Rosa Zarate e foram registrados pelo sismógrafo do Apolo11/Painel Global, instalados na cidade de São Paulo.
Em 16 de abril de 2016, a mesma localidade costeira foi abalada por um terremoto de 7.8 magnitudes, que provocou alerta de tsunamis e deixou centenas de mortos nas cidades vizinhas.
Simograma de terremoto no Equador 
Simogramas dos terremotos no Equador registrados em São Paulo
Estatística Sísmica

Desde 1979, foram registrados 2875 tremores em um raio de 700 km ao redor do epicentro. Em torno de 100 km foram observados 103 eventos. O sismo mais próximo foi registrado a 7 km, em 21/12/1998 e atingiu 4.1 magnitudes.
O mais significativo ocorreu em Equador, a 29 km de Muisne no dia 16/04/2016, a 34 km de distância do evento atual e atingiu 7.8 magnitudes.

Sismicidade

Os dois terremotos desta quarta-feira e também o evento de 16 de abril de 2016 ocorreram em decorrência das forças de compressão criadas pelos movimentos entre a placa tectônica de Nazca e a placa tectônica da América do Sul. Os estudos mostram que na localidade do epicentro a placa de Nazca mergulha lentamente abaixo da sul-americana na velocidade de 16 mm ao ano.
Esse afundamento constante cria pressões extremamente intensas na região de contato, até que em dado momento a rocha atinge seu ponto de ruptura e parte da placa mergulhante desaba abaixo da outra, erguendo-a. Esse processo é conhecido como subducção.
Essa dinâmica de forças ocorre há milhares de anos e é a responsável pelo levantamento de toda a cordilheira dos Andes e causadora do maior terremoto já registrado, ocorrido no sul do Chile em 1960 e que atingiu 9.5 magnitudes.uu8

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=A_Terra_treme_fortes_terremotos_atingem_novamente_o_Equador&posic=dat_20160518-155536.inc

A sonda New Horizons descobriu um "Objecto Misterioso" que se move no Cinturão de Kuiper !

O cinturão de Kuiper a área que fica além da órbita de Plutão, é composto de trilhões de objetos, lixo espacial que muitas vezes vêm da formação do sistema solar. A fim de alcançar o Cinturão de Kuiper, a sonda New Horizons, tem viajado por dez anos passando de 3 bilhões de milhas para chegar a Plutão. Tendo sondado o planeta anão gelado e suas luas, a sonda ajustou suas vistas em um objetivo diferente, ou seja, de cabeça para o Cinturão de Kuiper, a área onde ele poderia esconder qualquer vestígio da passagem de planetas, como Planeta X.
Recentemente, a NASA divulgou uma imagem que foi gravada pela sonda New Horizons e diz respeito a um objeto misterioso viajar no cinturão de Kuiper. O objeto espacial denominada 1994JR1, acredita-se ser um objeto do Cinturão de Kuiper, que orbita em torno de nossa estrela, mas a uma distância de 3 bilhões de milhas.
Em  07-08 abril a partir de uma distância de cerca de 69 milhões milhas (111 milhões de km), a New Horizons tem documentado e observado 1.994 JR1 duas vezes, tomando imagens do objeto com alta resolução do sistema óptico Long Range Reconnaissance Imager (Lorri).
"As observações contêm uma série de resultados importantes", disse Simon Porter, um membro da equipa científica New Horizons da Southwest Research Institute (SwRI) em Boulder, Colorado. Combinando as observações anteriores de novembro 2015 e abril de 2016, que nos permite localizar a posição JR1 dentro de 1000 km (cerca de 600 milhas), muito melhor do que qualquer pequeno objeto no cinturão de Kuiper (KBO) "- acrescentou Simon Porter.
Vários anos atrás os cientistas propuseram que este objeto enigmático era na verdade um quase-satélite de Plutão. Os cientistas que fazem parte da equipe que administra a missão New Horizons, na esperança de dissipar assim que esta teoria e encontrar se alguma coisa, algo que Possam dizer o contrário.
Ainda de acordo com os membros da equipe de New Horizons, graças às observações feitas no mês de abril de 2016, foram capazes de determinar o período de rotação do objeto misterioso, notando mudanças de luz refletida de sua superfície, o que lhes permitiu concluir que este gira sobre si mesmo, em um período de, pelo menos, (uma vez) a cada 5,4 horas.
"Isso é relativamente rápido para um KBO" - disse o membro da equipa científica John Spencer - "Isso tudo é parte da diversão de explorar novos lugares e ver as coisas nunca vistas antes."
De acordo com Spencer, essas observações são uma boa prática para um possível primeiro andar, que abrange cerca de 20 e vários objetos no cinturão de Kuiper, que pode ser estudado nos próximos anos, embora, naturalmente, a NASA aprovou uma missão prolongada da New Horizons.
Imagens tomadas por New Horizons e aproximadamente 1994 JR1. objeto localizado na região do Cinturão de Kuiper.
A nave espacial fez história quando ele explorou a nano Plutone planeta 14 de julho de 2015, registrar observações próximos do planeta anão e suas luas da família gigante. Fotografias nunca antes vistas, que especificamente diz respeito a um planeta e a superfície de gelo.
Atualmente, a New Horizons está no seu caminho para o Cinturão de Kuiper a ponto de fazer um voo rasante de um objeto de KBO chamado 2014 MU69. A sonda da NASA em seguida programada para alcançar o objeto para o mês de janeiro de 2019. Em seguida, a NASA irá decidir se vai prolongar a missão de viajar a New Horizons, caça de planetas misteriosos, o que poderia esconder na periferia o sistema solar e além.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Transito de Mercúrio: Planeta passará â frente do Disco Solar - Evento bem raro !

Na próxima segunda-feira, um evento bem raro vai tomar conta do céu. Neste dia, por mais de sete horas o planeta Mercúrio passará na frente do disco solar e poderá ser visto de quase todo o mundo.
Transito de Mercúrio.
Caminho que o planeta mercúrio fará na frente do disco solar no dia 9 de maio de 2016.

As passagens do planeta Mercúrio na frente do Sol são relativamente raras e ocorrem entre treze e quatorze vezes por século. A última vez que isso aconteceu foi em 8 de novembro de 2006 e a próxima vez será no dia 9 de maio.
O trânsito, como é corretamente chamado o evento, poderá ser visto de toda a América do Sul, leste da América do Norte e também na Europa Ocidental. Em todo o resto do mundo o trânsito será visto parcialmente, com exceção da Ásia Oriental e Austrália, que não verão o fenômeno.
O disco mercuriano penetrará na face solar às 08h12 pelo horário de Brasília (BRT) e durante sete horas e meia parecerá transitando na frente do astro rei. O ápice do evento será às 11h57 BRT, quando o planeta terá completado a metade do trajeto. O fim do trânsito está previsto para ocorrer às 15h42 BRT.

Vendo o Trânsito
 
Mercúrio é um planeta muito pequeno e no dia do trânsito estará a 83 milhões de quilômetros da Terra. Nesta distância, seu diâmetro aparente será de 12 segundos de arco, cerca de 150 vezes menor que o disco solar. Isso significa que Mercúrio será visto como um pontinho bem pequeno na frente do Sol.
Se você é jovem, sua acuidade visual permitirá ver o trânsito sem muitas dificuldades, mas se já tem um pouquinho mais de idade, a observação se tornará bem difícil. Neste caso será necessário usar um binóculo, luneta ou telescópio. Mas muita atenção nesta hora.
Observar o Sol sem proteção adequada poderá cega-lo permanentemente e isso não é brincadeira.
Para ver o trânsito ou observar manchas solares é preciso o emprego de óculos especial, capaz de atenuar em mais de 100 mil vezes o brilho da estrela. Fora do Brasil, estes óculos são facilmente encontrados, geralmente confeccionados em armação de papelão.

Máscara de Soldador
 
Na falta desses óculos especiais, pode-se usar uma máscara de soldador com filtro número 14, facilmente encontrada em lojas de ferragens e materiais de construção. Embora esses filtros tenham baixa qualidade óptica, permitem observar o Sol com segurança: basta colocar a máscara e olhar para a estrela.
Se você tiver habilidade poderá desmontar a máscara de soldador e retirar os filtros, adaptando-os na frente da luneta, telescópio ou binóculo, tomando o máximo de cuidado para não deixar aberta qualquer entrada de luz. Só faça isso se você tiver absoluta certeza do que está fazendo e de que tem as habilidades manuais necessárias. Na dúvida, peça auxílio a alguém experiente.

Ao vivo de São Paulo
 
O Apolo11 transmitirá o trânsito de Mercúrio ao vivo, diretamente do Observatório Solar Apolo11, a partir das 08h00. As imagens serão capturadas em tempo real no comprimento de onda H-alpha e transmitidas ao vivo em nosso Canal no Youtube. Durante a transmissão responderemos as dúvidas dos nossos usuários e também mostraremos imagens de outros observatórios.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/
 

Cientistas afirmam que tremores de terra na placa Craton são causados por novo magma das astenosfera !

A American Geophysical Union, eo Jornal de Geophysical Research imprimiu um novo estudo ON THE EDGE Cráton e a astenosfera .
Espere um segundo! Terremotos marcante ao longo de placa Cráton interior borda até a costa leste, estão relacionados com o movimento na Astenosfera?
Terremotos relacionada com a pressão de ressurgência de magma abaixo?
Onde é que ouvimos isso antes ?
As novas descobertas concluir que a "borda" interior do Cráton (placa) está quebrando fora na Astenosfera muito abaixo. New magma é então subindo abaixo da placa norte-americana, e empurrando para cima para preencher o vazio deixado das quebrados peças da placa.
Estas novas descobertas explicam a pressão ressurgência que foi deslocando as operações de fracking e vulcões adormecidos ao longo de todo o interior da placa - causando terremotos notáveis ​​como as transferências de pressão para cima, e em toda a placa para o Oriente.
Eu já falei sobre isso em comprimento, ambos os temas foram abordados em detalhes, mesmo recentemente : Cráton do interior que se deslocam de pressão ressurgência, eo Astenosfera causando a pressão de ressurgência, para começar.
Acima: 72 horas de Terremotos até 25 de novembro de 2015 mostra uma clara progressão de terremotos ao longo da borda da placa Cráton interior da costa oeste para a costa leste, vindo de baixo para cima a placa, e empurrando todo o caminho para o Sudeste dos EUA em as Carolinas do Noroeste do Pacífico perto de Estado de Washington.
Eu cobri o movimento Cráton E a astenosfera neste vídeo aqui desde o ano passado (apenas um dos muitos que eu fiz ao longo dos últimos 6 + anos sobre o tema.
O novo estudo confirma mandris da placa são quebrando abaixo, sendo substituído por novo magma ressurgência.
O magma ressurgência abaixo da placa também explica a rocha metamórfica formando na parte inferior de alguns poços profundos perfurados frack na costa oeste , e isso explica as plumas estalo fora de poços frack em épocas de instabilidade sísmica ao longo da borda do Cráton.
Isto explica também a transferência de tremores de terra através da borda do cratão agora que se provar existe ressurgência de magma substituindo rocha por baixo da placa.
Sabemos que a pressão de seguir a placa exerce pressão sobre a borda interior do Cráton acima, que em última análise, provoca o deslocamento + terremotos de espalhar ao longo da "borda" interior para o Oriente.
Acima: gráfico mostrando o Cráton "borda" interior ea direção do deslocamento que ocorre a partir de baixo, empurrando para o Oriente Sudeste, enquanto a pressão sobe para a superfície. A pressão ressurgência causa terremotos ao longo da borda interior da placa, nos pontos fracos na crosta. Muitos dos pontos fracos são operações de perfuração + bombeamento feitas pelo homem, bem como antigas câmaras vulcânicas extintas longas situado no interior da placa.Resumida, este estudo basicamente prova tudo o que eu lhe disse tudo para os últimos 6+ anos sobre o Cráton, eo Astenosferapressão ressurgência na placa.Amo como eles até mesmo ir tão longe como a mencionar a costa leste e vulcões do sudeste! Pigeon montanha na Geórgia não fazer sua lista curta embora.Cientistas descobrem causa provável para a recente sudeste terremotos dos Estados Unidos."O sudeste dos Estados Unidos devem, por todos os meios, seja relativamente calma em termos de actividade sísmica. Ele está localizado no interior da placa norte-americana, longe de limites de placas onde os terremotos geralmente ocorrem. Mas a área tem visto alguns eventos sísmicos notáveis ​​- mais recentemente, a de magnitude 5,8 terremoto de 2011 perto de Mineral, Virginia que sacudiu a capital da nação.Agora, os cientistas relatam em um novo estudo uma explicação provável para esta atividade incomum: pedaços do manto sob esta região foram periodicamente quebrando e afundando para baixo na Terra. Este afina e enfraquece a placa restante, tornando-o mais propenso a escorregar que provoca sismos. Os autores do estudo concluem este processo está em curso e susceptível de produzir mais terremotos no futuro."Nossa ideia apoia a ideia de que esta sismicidade continuará devido a tensões desequilibradas na placa", disse Berk Biryol, sismólogo da Universidade de North Carolina em Chapel Hill e principal autor do novo estudo. "Os [sísmicas] zonas que estão ativos continuarão a ser ativo durante algum tempo."O estudo foi publicado hoje no Journal of Geophysical Research - terra sólida, uma revista da American Geophysical Union.Comparado a terremotos perto de limites de placa, terremotos no meio de placas não são bem compreendidos e os perigos que representam são difíceis de quantificar. As novas descobertas podem ajudar os cientistas a entender melhor os perigos desses terremotos presentes, de acordo com os autores do estudo.
Placas antigas e terremotos
Placas tectônicas são compostas da crosta terrestre ea parte superior do manto. Abaixo disso é a astenosfera: a quente, correia transportadora viscosa de rocha sobre a qual as placas tectônicas montar.


Um mapa da placa norte-americana. As setas mostram direções de seu movimento através da Terra superfície. Crédito: Alataristarion via Wikimedia Commons.
Sismos ocorrem tipicamente nos limites das placas tectônicas, onde uma placa cai abaixo outro, empurra um outro para cima, ou nas quais as extremidades da placa de raspagem ao lado do outro. Terremotos ocorrem raramente no meio de placas, mas podem acontecer quando as falhas antigas ou fendas muito abaixo da Reativar superfície. Estas áreas são relativamente fraco em comparação com a placa circundante, e pode facilmente escorregar e causar um terremoto.Hoje, o sudeste dos Estados Unidos é mais de 1.700 quilômetros (1.056 milhas) da borda mais próxima da placa norte-americana, que cobre todo o norte da América, Groenlândia e partes da oceanos Atlântico e Ártico.Mas a região foi construída ao longo dos últimos bilhões de anos por períodos de acréscimo, quando o novo material é adicionado a uma placa, e rifting, quando as placas se separaram. Os autores do novo estudo suspeita de falhas antigas ou pedaços de placas antigos que se estendem profundamente no manto seguinte episódios de acreção e rifting poderia ser responsável por terremotos na área."Esta região não tem sido ativa por um longo tempo", disse Biryol."Ficamos intrigados por que estava acontecendo e como podemos vincular essas atividades para estruturas em partes mais profundas da Terra." A tomografia computadorizada da Terra


Para descobrir o que estava acontecendo abaixo da superfície, os pesquisadores criaram imagens em 3D da porção manto da placa norte-americana. Assim como imagem médicos órgãos internos, traçando os caminhos de raios-x através de órgãos humanos, sismólogos imagem do interior da Terra, traçando os caminhos de ondas sísmicas criadas por terremotos como eles se movem através do solo. Estas ondas viajam mais rápido através de mais frio, mais duras rochas, mais densos e mais lento através do mais quentes rochas, mais elásticas. Rochas esfriar e endurecer à medida que envelhecem, por isso, as ondas sísmicas mais rápido viajar, o mais velhos as rochasNo novo estudo, os pesquisadores usaram tremores causados ​​por terremotos mais de 3.500 quilômetros (2.200 milhas) de distância para criar um mapa 3D do manto subjacente os EUA leste do rio Mississipi e sul do rio Ohio.Os autores do estudo descobriram espessura da chapa no sudeste dos Estados Unidos a ser bastante desigual - eles viram áreas espessas de densa, rocha mais antiga que se estende áreas para baixo e finas de menos denso rock, mais jovem."Esta foi uma descoberta interessante, porque todos pensavam que esta é uma região estável, e esperamos que a espessura da placa regular," disse Biryol.No início, eles achavam que os grossos, rochas antigas poderiam ser restos de placas tectônicas antigos. Mas as formas e as localizações das regiões grossas e finas sugeriu uma explicação diferente: através riftiamento passado e acreção, zonas da placa norte-americana tornaram-se mais densa e foram puxadas para baixo para dentro do manto através da gravidade. Em certos momentos, as partes mais densas rompeu da placa e afundou-se a astenosfera quente abaixo. A astenosfera, sendo mais leve e flutuante, subiu para preencher o vazio criado por as peças que faltam do manto, eventualmente, arrefecimento a tornar-se a pedra fina, jovem nas imagens.

Os vulcões estavam activos no sudeste dos Estados Unidos Mole Hill, retratado aqui, é um monte de rocha vulcânica no Vale de Shenandoah, na Virgínia que se formou a partir de um vulcão ativo de 48 milhões de anos atrás (um evento relativamente recente, em escalas de tempo geológicas). Crédito: Jstuby via Wikimedia Commons.Os investigadores concluíram este processo é provável que o que faz com que sismos nesta região estável de outra forma: quando as peças do manto romper, a placa acima deles se torna mais fina e mais propenso a deslizar ao longo das linhas de falha antigos. Normalmente, quanto mais espessa a placa, mais forte ela é, e menos probabilidade de produzir terremotos.
De acordo com Biryol, pedaços do manto têm maior probabilidade sido rompimento da parte de baixo da placa, desde pelo menos 65 milhões de anos atrás. Porque os pesquisadores descobriram fragmentos de rochas duras em profundidades rasas, este processo ainda está em curso e é provável que continue no futuro, levando potencialmente a mais terremotos na região, disse ele. "
 Fonte: http://a-nova-realidade.blogspot.pt/ 

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