terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

OMS estabelece Unidade de Resposta Global contra Zika !

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu uma Unidade de Resposta Global para coordenar as ações de combate à epidemia do zika vírus e sua associação com o aumento repentino de casos de microcefalia e outras disfunções neurológicas em bebês recém-nascidos.
O anúncio foi feito nesta terça-feira em entrevista coletiva Antony Costello, especialista em microcefalia da OMS, que explicou que todos os departamentos envolvidos se reuniram na manhã de hoje para começar a trabalhar imediatamente.
A OMS declarou ontem que os dois grupos de casos de microcefalia e outras desordens neurológicas detectadas no Brasil e na Polinésia Francesa e sua possível relação com o zika vírus são uma emergência de sáude de alcance internacional.
Costello explicou que criaram rapidamente esta unidade "após as lições aprendidas durante a crise do ebola".
A OMS só estabeleceu uma emergência sanitária de alcance internacional em três ocasiões anteriores: pólio, gripe H1N1, e ebola, mas foi muito criticada por ter demorado meses a anunciá-la para esta última doença, que matou mais de 11 mil pessoas na África Ocidental.
Costello voltou a destacar hoje o fato de que a emergência foi declarada pelos casos de microcefalia e outras más-formações e não pelo vírus de zika por si só, já que se trata de uma doença assintomática em 75% dos casos e no restante com efeitos muito leves.
"Não podemos ignorar que houve um aumento repentino de microcefalia. Quatro mil casos suspeitos são muitos para uma enfermidade que normalmente se dá em 1 a cada 3 mil nascimentos".
E o que a OMS teme é a associação. "Achamos que a associação (entre o vírus e as más-formações) é culpada até que se prove inocente", sentenciou o especialista.
"Sabemos que as infecções virais podem causar microcefalia, e é por isso que temos suspeitas", acrescentou.
Até agora está comprovado que se uma gestante tiver rubeóla, toxoplasmose, citomegalovírus, algumas herpes, ou contato com toxinas e metais pesados, ou em algumas condições genéticas, seu feto pode desenvolver microcefalia.
No Brasil antes deste surto, havia uma média de 160 casos por ano.
Mas Costello também lembrou que há pouquíssimos casos em que se pôde comprovar a relação direta: segundo as estimativas da OMS, só foram detectados 12 bebês com microcefalia de mães comprovamente infectadas pelo zika.
O Brasil está investigando 4.200 casos de bebês suspeitos de sofrer microcefalia, mas só em 270 se confirmou que realmente as crianças têm essa má-formação.
O problema está essencialmente no diagnóstico, pois o vírus só está ativo no corpo por cinco dias e é indetectável depois desse prazo, o que torna muito difícil determinar se a mulher esteve exposta ou não à infecção.
"A mulher pode estar ou ter sido exposta ao vírus há meses e não temos como sabê-lo", admitiu.
É por isso que tanto Costello como a diretora geral da OMS, Margaret Chan, insistiram na importância crucial de desenvolver um teste de diagnóstico que possa determinar com certeza e em um período de tempo mais longo a presença do zika.
Costello não quis responder sobre a leis de interrupção da gravidez e se a OMS pretende fazer alguma recomendação a respeito, mas lembrou que na maioria dos casos só se pode estabelecer a enfermidade depois de o bebê nascer, porque é muito difícil de determiná-la mesmo com o uso de ultrassonografias de alta geração. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/oms-estabelece-unidade-de-resposta-global-contra-zika.html

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Organização Mundial de Saúde decidirá se Zika será declarada emergência global !

Especialistas independentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) começaram a deliberar nesta segunda-feira se há necessidade de declarar uma emergência global por conta do Zika vírus, relacionado à má-formação cerebral de bebês no Brasil.

A medida apressaria a ação internacional e prioridades de pesquisa após críticas de uma resposta hesitante até o momento.

O órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) informou na semana passada que o Zika vírus está se "espalhando de forma explosiva" e pode infectar até 4 milhões de pessoas nas Américas.

A OMS foi criticada por agir lentamente à epidemia do Ebola na África, que matou mais de 10 mil pessoas, e prometeu melhorar a resposta em futuras crises globais de saúde.

Os 12 membros do comitê, que são especialistas em epidemiologia, saúde pública e doenças infecciosas nas Américas, Europa, Ásia e África, discutiram a questão em uma teleconferência. 

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/oms-vai-decidir-se-zika-sera-declarada-emergencia-global.html

Terramoto de magnitude 7 atinge península de Kamchatka !

Um terremoto de magnitude 7 na escala Richter sacudiu a península de Kamchatka, no leste da Rússia, informou nesta sexta-feira o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês).

O USGS, que monitora a atividade sísmica no mundo, detalhou que o epicentro do tremor foi localizado a 95 quilômetros ao norte da cidade de Yelizovo e a 110 quilômetros ao norte de Petropavlovsk-Kamchatskiy, às 3h25 GMT de sábado (1h25 de Brasília).

O arco de Kuril-Kamtchatka, onde se encontram as placas tectônicas Pacífica e Euroasiática, se estende por aproximadamente 2.100 quilômetros de Hokkaido, no Japão, pelas ilhas Curilas e pela costa do Pacífico da península de Kamchatka, e termina em sua intersecção com o arco das ilhas Aleutas (Alasca), ao sul das ilhas Comandante, na Rússia. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/terremotos/terremoto-de-magnitude-7-sacode-peninsula-de-kamchatka.html

Vulcão Momotombo registra nova explosão com gases e lava !

O vulcão Momotombo, situado no Círculo de Fogo do Pacífico, registrou neste sábado uma explosão com gases, cinzas e material incandescente.

A atividade no Momotombo, de 1.297 metros de altura e que fica no extremo norte do Lago Manágua, também conhecido como Xolotlán, aconteceu às 3h45 (horário local, 7h45 em Brasília), segundo o Instituto Nicaraguense de Estudos Territoriais (Ineter).

Após essa explosão, catalogada como de pouca intensidade, o Momotombo voltou ao seu estado de relativa calma, conforme o órgão oficial. De acordo com moradores da região, várias explosões aconteceram antes da saída da lava.

Em 1º de dezembro, o Momotombo registrou a maior erupção de sua história depois de ficar 110 anos praticamente adormecido. As autoridades mantêm vigilância no noroeste e sudeste da Nicarágua, área de influência dos vulcões. 

 Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/vulcao-momotombo-registra-nova-explosao-com-gases-e-lava.html

Últimos verões Europeus foram os mais quentes em dois mil anos !

Um estudo divulgado nesta sexta-feira pela revista científica britânica "Environmental Research Letters" sustenta que os últimos 30 verões na Europa foram os mais quentes em mais de 2 mil anos.
Especialistas de 13 países, incluído o Reino Unido, usaram informações obtidas dos anéis de árvores e de registros históricos para reconstruir as temperaturas estivais desta região há 2.100 anos atrás.
Os dados mostram uma variação natural das temperaturas maior do que se pensava, o que sugere que os modelos climáticos atuais podem ter subestimado a frequência e intensidade das ondas de calor futuras.
"Os modelos modernos não reconstroem o que foi a mudança climática no passado, pois subestimaram a variabilidade natural do clima", garantiu Danny McCarroll, da Universidade de Swansea.
Depois dos verões calorosos da época romana, vieram as condições estivais mais frescas entre os séculos IV e VII, seguidas por um período medieval mais quente e pela Pequena Idade de Gelo, que aconteceu do século XIV ao XIX.
De acordo com o estudo, a Europa experimentou um aumento de 1,3 grau centígrado entre os verões de 1986 e 2015.
Apesar de ser certo que a temperatura média europeia no século XX foi similar à dos séculos I, II, VIII e X, o aumento de ondas de calor em 2003, 2010 e 2015, sempre segundo o estudo, trouxe temperaturas "insualmente altas", sem provas de que algum outro período dos dois últimos milênios tenha sido tão quente.
Para explicar as altas temperaturas das três últimas décadas, os pesquisadores apontam para o papel da atividade humana.
"Sempre soubemos que as temperaturas oscilaram durante muitos séculos, mas queríamos comprovar se o clima quente experimentado nos últimos anos era incomum visto em uma escala de tempo mais longa", explicou o professor Neil Roberts, da Universidade de Plymouth. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/ultimos-veroes-europeus-foram-os-mais-quentes-em-2-mil-anos.html

Teoria afirma que a Terra actual resultou da colisão entre dois planetas !

Planeta Theia
Acredita-se que Theia tenha colidido com a Terra 100 milhões de anos após a formação do Sistema Solar

Um novo estudo afirma que o violento impacto do hipotético planeta Theia contra a Terra há 4.5 bilhões foi tão intenso que fundiu as duas massas em um único objeto. A parte ejetada resultou em uma bolha de magma que posteriormente deu origem à Lua. Acredita-se que Theia tenha colidido com a Terra 100 milhões de anos após a formação do Sistema Solar
O novo estudo corrobora a "teoria do impacto" que deu origem à Lua, mas a falta de grandes fragmentos de Theia em qualquer parte do Sistema Solar, aliado ao fato de que a composição química da Lua e da Terra são praticamente as mesmas, fortalecem a teoria da fusão.
A "Hipótese de Theia" não é nova. Ela foi proposta na década de 1970 pelos teóricos Edward Belbruno e Richard Gott, da universidade de Princeton e começa com a popular teoria de impacto para provar a origem da Lua.
De início se pensou que a Lua era uma parte de Theia, mas a análise química das rochas trazidas pelas missões Apollo acabou com essa ideia. 
Rocha Lunar
Rocha Lunar trazida pela missão Apollo 17

Muitos astrônomos sustentam que nos anos iniciais da formação do Sistema Solar, um protoplaneta do tamanho de Marte tenha se chocado com a Terra. O material resultante da colisão, uma mistura de ambos os corpos, foi arremessado para fora da órbita da Terra e se aglutinado, dando origem ao nosso satélite. Esse cenário explica muitos aspectos da geologia lunar, incluindo o tamanho e densidade do núcleo e a composição isotópica das rochas.

Estudo recente

Após comparar novamente sete amostras de rochas trazidas pelas missões Apollo 12, 15 e 17, com rochas vulcânicas do manto terrestre, o pesquisador Edward Young, ligado à Universidade da Califórnia, constatou que todos os isótopos de oxigênio encontrados nas amostras vindas da Lua
são exatamente os mesmos que existem na Terra e concluiu que o impacto foi tão forte que os magmas incandescentes dos dois objetos, que estavam em formação, se mesclaram.
"Praticamente todo o material de Theia se misturou na Terra e na Lua, com alguns remanescentes dispersados no caminho. Isso explica porque não encontramos até agora qualquer vestígio de Theia e porque as assinaturas químicas dos materiais são iguais", concluiu Young.
No entender do pesquisador, na ocasião do impacto Theia era um protoplaneta, estava em formação, e se tivesse sobrevivido ao impacto, estaria orbitando Sistema Solar.

Isótopos

Mais de 99.9% do oxigênio da Terra é formado por isótopos O-16, assim chamados por conterem 8 prótons e 8 neutros. Além disso, existem quantidades pequenas de isótopos mais pesados de O-17, que contem um nêutron extra, e O-18 que tem dois nêutrons extras.
Em 2014, outra equipe de cientistas alemães publicou na revista Science que a Lua tinha sua uma relação única de isótopos, o que colocaria em xeque o trabalho de Young, mas o pesquisador disse que são estudos diferentes e não estão relacionados.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Teoria_afirma_que_a_Terra_atual_e_a_mistura_de_dois_planetas&posic=dat_20160201-112132.inc

sábado, 30 de janeiro de 2016

Podemos estar a viver no passado de um universo paralelo !

Big Bang
Entre muitas teorias, alguns cientistas sugerem que o Big Bang não marcou o início do Universo e que talvez estejamos vivendo no passado de um universo paralelo.
Para tentar resolver o maior mistério de todos, dois grupos separados de cientistas proeminentes estão criando modelos que são capazes de examinar as condições iniciais no Universo, que poderiam ter criado aquilo que chamamos de ‘flecha do tempo’. De forma interessante, ambos os grupos parecem mostrar o tempo se movendo em direções diferentes, uma descoberta que é contraditória, de acordo com muitos pesquisadores.
Os cientistas acreditam que quando o Big Bang criou o nosso Universo, ele também criou um segundo ‘universo espelho’, onde o tempo na verdade se move em direção oposta. Olhando para ele a partir de nossa perspectiva, o tempo no universo paralelo se move para trás. Porém, qualquer um dentro do universo paralelo teria a percepção do tempo em nosso Universo como se este estivesse se movendo para trás.
O primeiro modelo que foi publicado há mais de um ano no Physical Review Letters, nos diz que uma das implicações mais básicas propostas na teoria da gravidade de Newton cria as condições necessárias para o tempo, tal como o conhecemos, se mover em uma certa direção.
De acordo com Julian Barbour da Universidade de Oxford, Tim Koslowski da Universidade de New Brunswick e Flavio Mercati do Instituto Perimeter para Física Teórica, para quaisquer sistema de partículas confinadas – um auto contido universo como o que vivemos, por exemplo – a gravidade cria um ponto quando a distância entre partículas é reduzido a um mínimo. Mas, quando as partículas se expandem para fora, isto ocorre em direções temporais diferentes.
Segundo o site quartz.com, Barbour e seus colegas criaram um modelo de ponto de partícula do Universo 1.000 vezes simplificado, mostrando esta expansão dupla, com a gravidade criando estruturas em ambas as direções. De acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, os sistemas assim convergem e expandem por necessidade, explica Flavio Mercati.

O ponto Janus

Pesquisadores afirmam que o momento antes da ‘expansão’ é referido como o “Ponto Janus”.
Numa entrevista com o site quartz.com, Barbour explica:
“O tempo não é algo que pré-existe. A direção e fluxo do tempo temos que deduzir do que está acontecendo no Universo. Quando olhamos para ele desta forma, é natural dizer que o tempo começa naquele ponto central e flui em direções opostas.”
Para simplificar as explicações, Barbour compara o assim chamado Ponto Janus ao momento que um rio se divide em dois e flui em direções opostas.
“É a coisa mais simples”, ele diz. “Você começa naquele Ponto Janus central, onde o movimento é caótico – é como a noção grega do caos primordial – mas então em ambas as direções você vê esta estrutura se formando. Se a teoria for correta, então há outro universo no outro lado do Big Bang, no qual a direção da experiência do tempo é oposta à nossa.”
Embora a teoria acima mencionada não seja aceita por todos os pesquisadores, ela criou empolgação na comunidade científica, o que levou a mais cientistas explorarem a teoria.
Agora, um novo estudo, reportado pelo site popular New Scientist, mostra que dois outros pesquisadores, – Sean Carroll do Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, e Alan Guth do Instituto Massachusetts de Tecnologia – vieram com um modelo similar, que demonstra o tempo se movendo em direções opostas, em ‘universos paralelos’.
Embora seu estudo ainda não tenha sido publicado, os dois pesquisadores concordam que sua teoria é ainda mais simplificada do que a proposta por Barbour e sua equipe, já que ela não depende da gravidade ou de partículas confinadas em outro sistema. De acordo com relatos, o estudo proposto por Carroll e Gugh é baseado no conceito de entropia por si só, e não inclui qualquer outra pré-condição, o que significa que ele se aplica às partículas em ‘espaço infinito’, ao invés de sistemas auto-contidos como nos estudos anteriores.
“Chamamos isto de flecha do tempo de duas pontas“, disse Guth para o New Scientist. “Devido ao fato das leis da física não serem variáveis, vemos exatamente a mesma coisa em ambas as direções.”
Contudo, a teoria está longe de ser aceita na comunidade científica. De acordo com o New Scientist, há estágios iniciais num modelo onde a direção da entropia cresce e assim a flecha do tempo não é claramente definida, e difícil de ser contabilizada.
Barbour adicionou que o trabalho está sendo baseado em tudo que conhecemos sobre a física clássica.
Uma vez que as perguntas de física quântica foram introduzidas, todas as apostas serão lançadas. Ele adicionou:
“Ao invés de termos dois fluxos emanando de um rio, poderia ser mais parecido com uma fonte, onde você tem muitos pares de nascentes. Ou somente uma enorme gama de nascentes fluindo para fora de uma fonte, em diferentes direções.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/01/30/podemos-estar-vivendo-no-passado-de-um-universo-paralelo/

Experièncias detectam aumento de raios cósmicos na atmosfera !

Foto do Sol feita no observatorio Apolo11
Foto do Sol feita pelo Observatório Apolo11, em São Paulo, em 10 de novembro de 2015. A baixa atividade da estrela é a provável causa do aumento dos raios cósmicos registrados na Terra.

Nos últimos anos, diversos monitores de nêutrons ao redor do mundo registraram um aumento significativo de partículas de alta energia que chegam à estratosfera, provavelmente em consequência do declínio da atividade solar.
Na realidade, os raios cósmicos não são raios, mas prótons de energia extremamente altas, originados fora do Sistema Solar, provavelmente disparados durante explosões supernovas de estrelas maciças. Quando chegam à Terra, essas partículas penetram na atmosfera superior e dependendo da energia, podem chegar à superfície.
Geralmente, os detectores de raios cósmicos são experimentos levados a grandes altitudes, normalmente nas regiões polares, já que o campo magnético da Terra conduz e concentra as partículas naquelas regiões, facilitando a detecção.
Recentemente, diversos detectores instalados não só nos polos, mas também em outras regiões globais, observaram uma tendência bastante significativa no aumento dessas partículas, levando estudantes e pesquisadores a questionar o motivo desse incremento.
O gráfico abaixo mostra a contagem de partículas feitas em 2015 em dois lugares diferentes da Terra: na Califórnia e no Círculo Polar Ártico.
Ambos os gráficos mostram que a quantidade de partículas que atingiram os detectores cresceu em concordância, revelando que durante as medições os instrumentos foram bombardeados por quantidades crescentes de partículas vindas do espaço.
Os raios cósmicos são bastante sensíveis à atividade solar e distúrbios significativos na estrela, como tempestades solares ou ejeções de massa coronal tendem a varrer as partículas, diminuindo as chances dos prótons atingirem a Terra.
Por outro lado, a baixa atividade solar age de forma contrária, permitindo que mais partículas alcancem o planeta, já que a proteção natural fica enfraquecida.
Ao que tudo indica, o crescimento observado pelos sensores é consequência direta da menor atividade solar, uma vez que o pico do Ciclo Solar 24 já passou e a tendência para os próximos anos é de queda na atividade, com alguns momentos mais intensos. Consequentemente, podemos esperar um aumento na incidência de raios cósmicos a atingir a Terra.

Riscos

Quanto maior a altitude em relação ao nível do mar, maior a quantidade de raios cósmicos a que estamos submetidos.
Os estudos revelam que uma pessoa que cruza os EUA de costa a costa, a bordo de um avião comercial, uma única vez, pode absorver a mesma radiação equivalente a 5 chapas de raios-x. 
Da mesma forma, os raios cósmicos podem afetar todos aqueles que vivem ou trabalham em grandes altitudes, como astronautas no espaço ou alpinistas e escaladores.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Experimentos_detectam_aumento_de_raios_cosmicos_na_atmosfera&posic=dat_20160129-094731.inc


Mosquitos geneticamente modificados juntam-se à luta para deter Virus Zika !

Eis o que aconteceu no Brasil, onde Oxitec tem estado na realização de experiências com enormes mosquitos geneticamente modificados.

O gráfico abaixo é de,  Zika Virus, Explicado em 6 gráficos e mapas:

zika_brazil
Também de 2012: Brazil Rolls Out GM Mosquito Farms: O Brasil abriu sua fazenda de mosquito pela primeira vez, em larga escala geneticamente modificado em um esforço para reduzir a incidência de dengue.
Os mosquitos são uma versão modificada geneticamente (GM) do Aedes aegypti, a espécie responsável pela transmissão do vírus do dengue para os seres humanos. A fazenda foi inaugurada na semana passada e é esperado para produzir milhões de insetos GM a cada mês.
Cientistas da Oxitec britânica desenvolveram um método de encurtar o tempo de vida dos mosquitos e reduzir a população de mosquitos por, essencialmente, esterilizá-los. Os mosquitos são projetados para precisar o antibiótico tetraciclina para desenvolver além da adolescência. Os mosquitos machos no laboratório é dado o antibiótico para atingir a idade adulta e, em seguida, colocados em liberdade para cruzar com fêmeas selvagens. As larvas, não consegui acessar tetraciclina, morrem antes de serem totalmente crescido. Depois de alguns dias, tanto a descendência e os machos libertados são mortos.
A principal preocupação, de Mier disse, era a incerteza ea falta de dados científicos sobre o potencial dos mosquitos transgênicos vai representar danos de longo prazo para o ecossistema de Key West e seus habitantes.
Ela e outros que se opõem a pesquisa também apontam o risco potencial de fêmeas sendo lançado junto com os machos, a possibilidade de que o gene irá mutação e quaisquer potenciais efeitos negativos imprevistos que possam ter sobre os insetos e animais selvagens da área.

Os pesquisadores, no entanto, dispensar essas preocupações.

De Mier e sua corte em Key West não são os únicos céticos. No início deste ano, Instituto Max Planck da Alemanha para a Biologia Evolutiva analisaram informações de ensaios da Oxitec na Malásia e em Grand Cayman, e acusou a companhia de ter uma falta de transparência. Suas descobertas sugerem "déficits na qualidade científica dos documentos regulatórios e uma ausência geral de descrições experimentais precisos disponíveis antes de lançamentos começar."
Em outras palavras, Oxitec tem vindo a produzir mosquitos geneticamente modificados, à escala industrial por anos no Brasil, o país que agora se encontra no ponto zero deste o  surto Zika. No que diz respeito aos ensaios da Oxitec na Malásia e Grand Cayman, Instituto Max Planck da Alemanha para a Biologia Evolutiva encontrado, "Déficits na qualidade científica dos documentos regulatórios e uma ausência geral de descrições experimentais precisos disponíveis antes de lançamentos começar."
Estes são coincidências fascinantes.E aqui está mais um: Bill Gates: GM Mosquito Julgamento Estirpes Ties em Projeto de Portões-Financiado:Oxitec recebeu US $ 5 milhões do programa Portões

A rápida disseminação do vírus Zika tem despertado o interesse de uma empresa britânica que desenvolveu um mosquito geneticamente modificado. Oxitec produziu uma linha de engenharia genética do mosquito Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue e chikungunya. Essas doenças tropicais têm se tornado comum na América Latina e agora estão aparecendo na Flórida.
As raças empresa e libertações para os mosquitos machos selvagens que não produzem descendentes viáveis. Quando as fêmeas acasalam com os machos transgênicos, eles põem ovos que eclodem mas as larvas morrem antes da idade adulta. Oxitec diz ensaios realizados no Brasil e em outros países ao longo da década passada mostram liberar mosquitos machos bioengenharia pode reduzir a população de Aedes aegypti selvagens em 90 por cento.

Fonte: http://www.cryptogon.com/?p=48110

Forte terramoto atinge a Rússia,a 92 km de Yelizovo !

De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 7.0 pontos de magnitude foi registrado a Rússia, 92 km a norte-nordeste de Yelizovo, as 01h25, pelo horário brasileiro (30/01/2016). O forte tremor ocorreu a 153 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 54.00N e 158.7E , indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.

Apesar da forte magnitude, a grande profundidade em que ocorreu a ruptura favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 7.0 pontos de magnitude libera a mesma energia que 24 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 474330 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_atinge_Russia_a_92_km_de_Yelizovo&posic=dat_20160130-014018.inc


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Alerta de mais neve para a Costa Leste dos Estados Unidos !

A costa leste dos Estados Unidos tenta voltar à normalidade após a tempestade Jonas do fim de semana passado, com a reabertura de aeroportos, estradas e do transporte público, mas com muitas escolas e o governo federal ainda fechados diante da ameaça de que volte a nevar esta noite.
As máquinas para remover a neve continuam percorrendo as principais ruas e avenidas da capital americana, onde o governo está fechado, mas as ruas secundárias seguem bloqueadas e a ameaça de novas precipitações ameaçam a Costa Leste.
Apesar de já ter passado mais de 48 horas desde que deixou de nevar, as acumulações persistem nas calçadas, onde atingiu recordes históricos de mais de 68 centímetros nas duas principais metrópoles afetadas, Nova York e Washington.
O Serviço Nacional de Meteorologia previu chuvas para esta tarde, que de noite poderiam tomar forma de neve devido às temperaturas abaixo de zero, mas não foram emitidos novos alertas de temporal.
Enquanto em Washington as escolas públicas só reabrem nesta quarta-feira, em Nova York as crianças foram para o colégio, apesar de que serviços como a coleta de lixo continuem suspensos.
No terceiro dia depois da passagem da tempestade Jonas, os voos atrasados com origem ou destino aos EUA chegam a 720, enquanto os cancelados são 678, segundo o portal especializado de acompanhamento de voos flightaware.com.
O gelo é agora o principal perigo já que, apesar de a maior parte da neve ter sido retirada das estradas, as temperaturas abaixo de zero provocaram uma camada gelada que pode provocar deslizamentos tanto de veículos como de transeuntes.
Com a cidade funcionando pela metade, surgiram contradições como os carros estacionados que continuam soterrados na neve estejam sendo multados pela Prefeitura de Washington, por estacionamento irregular, apesar de seus donos não poderem retirá-los.
A Prefeitura elaborou um mapa das ruas mais limpas de neve, através das quais os carros deveriam circular.
O transporte público tanto em Washington como em Nova York segue sofrendo atrasos e modificações, algumas linhas de ônibus foram suspensas e os trens expressos estão parados.
Em Washington o transporte também opera pela metade, com a reabertura de algumas linhas de metrô que têm parte de seu trajeto ao ar livre, fora da cidade, com o que o aeroporto Nacional Ronald Reagan, de voos internos, voltou a ter comunicação com o centro da capital.
O metrô esteve totalmente inoperante durante todo o fim de semana e começou a funcionar na segunda-feira, só nas estações subterrâneas do centro da cidade, e com uma frequência de 20 minutos entre uma e outra composição.
Por outro lado, a Prefeitura de Washington ativou um plano especial para abrigar os sem-teto devido ao frio.
Desde que começou a tempestade, 37 pessoas morreram como consequência do tempo ruim, devido a acidentes de trânsito, hipotermia, intoxicações com chaminés ou inclusive por ataques do coração enquanto tiravam neve com a pá. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/alerta-e-de-mais-neve-para-a-costa-leste-dos-eua.html

Alinhamento de cinco planetas já é visível da Terra !

Desde ontem, até o próximo dia 20 de fevereiro, será possível ver da Terra um raro fenômeno astronômico: o alinhamento de cinco planetas entre o horizonte e a Lua.

Pela primeira vez em 10 anos, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno poderão ser apreciados a olho nu, simultânea e alinhadamente.

Considerando o fato de a rotação solar de cada planeta ser diferente uma da outra, o alinhamento dos cinco planetas é um fenômeno relativamente raro para os amantes da astronomia.

De acordo com o astrônomo Alan Duffy, da Universidade Swinburne de Melbourne, na Austrália, os planetas que poderão ser distinguidos mais facilmente serão Vênus e Júpiter.

"O grande desafio será Mercúrio", disse ele, citado pela TeleSur, explicando que o planeta mais próximo ao Sol “só aparecerá muito tarde na madrugada” da Terra e muito colado ao horizonte, de modo que qualquer obstáculo poderá tapá-lo da visão terráquea.

O primeiro a dar as graças no céu, por outro lado, será Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. Devido ao seu brilho, ele será bastante fácil de ver, mesmo em áreas urbanas.

Em seguida, virá o Planeta Vermelho, Marte. Um pouco abaixo, aparecerá Saturno com seus anéis, seguido de perto por Vênus.

Astrônomos de ambos os hemisférios concordam que o melhor momento para ver os cinco astros alinhados será pouco antes do amanhecer. Duffy aconselha procurar um horizonte que seja o mais limpo possível, com o céu suficientemente escuro. Um cenário quase impossível nas grandes cidades, mas certamente digno de ser buscado. 

Fonte:http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/alinhamento-de-5-planetas-ja-esta-visivel-da-terra.html

Enorme buraco coronal explode com vento solar em direção a Terra !

Um grande buraco coronal tem rodado o seu caminho para uma posição a afetar a Terra. É uma região escura, onde o campo magnético do Sol é mais aberto e emite vento solar de alta velocidade.
Auroras podem estar em preparação para a Terra como resultado.
Uma corrente de vento solar que flui a partir deste buraco coronal é esperado para chegar à Terra em entre 26-27 de janeiro , com uma chance de 30% a 40% das menores tempestades geomagnéticas quando ela chegar.
 
Observadores do céu do Ártico deve estar alerta para auroras, no meio da semana.

PLASMA TORNADO: Em  24 de janeiro, uma pluma de plasma magnetizado enrolou perto do  membro sudeste do próprio sol sem torção e explodiu.
A boca do twister era grande o suficiente para engolir dois planetas Terra. Tão poderoso como a tempestade foi, no entanto, ele foi superado pela gravidade do sol. Detritos da explosão helicoidal caíram de volta à superfície estelar e não formaram uma CME.
Novas regiões de manchas solares 2489 e 2490 foram contados depois se transformando em vista fora do membro leste e parece ser uma ameaça para um isolado C-Flares. Sem ejeções de massa coronal que foram observados durante as últimas 24 hora dirigidos a Terra .

Fonte: http://beforeitsnews.com/space/2016/01/massive-coronal-hole-to-blast-earth-with-solar-wind-videos-2495886.html

Ásia sob onda de frio - Vortex Polar varre toda a Ásia oriental !

Pelo menos 57 pessoas morreram, a maioria hipotermia e doenças cardiovasculares, em Taiwan na sequência de uma queda brusca de temperatura no fim de semana Getty Images
 
Mais de 60 pessoas morreram em uma banda de frio extremo espalhados por Ásia oriental, encalhe dezenas de milhares de turistas e trazendo algumas regiões as suas temperaturas mais baixas durante meio século.
Enquanto muita atenção internacional tem-se centrado sobre as fortes quedas de neve nos EUA a  leste, outra onda de frio se abateu sobre as Coréias, China, Hong Kong e Japão.
As temperaturas caíram em toda a Ásia no domingo devido a uma depressão profunda  trazendo para baixo o tempo frio do norte. Grandes cidades chinesas como Xangai e Pequim bateu -4 / -5, enquanto -18 foi registrado em Seul, na Coréia do Sul.
Taiwan viu alguns dos piores impactos, no entanto, porque a sua geografia subtropical significa a maioria das casas estão sem aquecimento central.
Autoridades da cidade em Taipei, disse na segunda-feira que as temperaturas tinha atingido uma baixa de 4C 16 anos, bem abaixo da média de cerca de 16C. O frio tinha causado problemas no coração, falta de ar, acidentes vasculares cerebrais e hipotermia e foi responsável pela morte de pelo menos 57 pessoas na área da mais ampla da cidade.
Até 3,5 polegadas de neve cobriu o pico mais alto da ilha, Jade Mountain. Autoridades alertaram as pessoas a manter-se fora do frio depois de um homem de 56 anos de idade, foi encontrado morto na rua.
Em Hong Kong, uma baixa de 3C foi registrado - a mais baixa temperatura lá em quase 60 anos. Notícias sobre "vórtice polar" da Ásia viu centenas visitar montanhas ao redor da cidade esperando a neve.
De acordo com o South China Morning Post, as montanhas acabaram cobertas de neve, mas não com os caminhantes despreparados. A polícia teria tido para bloquear estradas até as colinas porque muitas pessoas se recusaram a dar ouvidos às advertências, e alguns tiveram de ser resgatados por bombeiros.
"Viemos aqui para ver a neve", disse um jovem na notícia NOW TV. "Estamos um pouco desapontados e congelando."
Uma sexta  uma pessoa foi relatada  ter morrido na segunda-feira depois de fortes nevascas deixou cinco pessoas mortas no fim de semana em ocidental e central do Japão, incluindo uma mulher que caiu de um telhado ao remover a neve.
Kyodo News serviço e outros informou a mídia local uma mulher de 88 anos de idade da  prefeitura  de  Tottori  no Japão ocidental  morreu depois de um deslizamento de terra atingiu sua casa antes do amanhecer.
O serviço de trem bala foi adiada, enquanto houve cancelamentos de vôos em todo o país.
Na Coréia do Sul, mais de 500 vôos foram cancelados para a ilha de férias de renome internacional de Jeju, conhecida por seu clima ameno o ano todo e praias.
O mercúrio batia em  -6C no domingo, enquanto a neve pesada fecha o aeroporto inteiramente. Estima-se que 60.000 turistas ficaram presos lá no total, informou a BBC, embora as autoridades disseram esperar que a pista seria liberado para uso na segunda-feira à noite.
A maioria das partes da China continental experimentou seu tempo mais frio em décadas no fim de semana. A sul da cidade de Guangzhou, que tem um clima subtropical úmido, viu neve pela primeira vez desde 1967 no domingo, serviço meteorológico da cidade disse.
O frio levou a pelo menos quatro mortes - produtores de morangos que morreram de envenenamento por monóxido de carbono quando eles transformou-se o aquecimento em uma estufa de plástico, a Agência de Notícias Xinhua informou.
O Serviço Meteorológico Nacional prevê que as temperaturas no sul da China cairão outros 3-8 graus Celsius na segunda-feira.
 
Fonte: http://www.independent.co.uk

Saiba as experiencias realizadas pelo homem na Lua !

Logo após desembarcarem pela primeira vez na Lua, os astronautas da Apollo 11 coletaram diversas rochas e realizaram três importantes experimentos que ajudaram a compreender um pouco mais sobre a dinâmica do nosso satélite. Dos experimentos, um retornou à Terra com a Apollo 11, mas os outros dois ainda permanecem na Lua.
O primeiro experimento tinha a função de coletar as partículas do vento solar que atingem a superfície da Lua sem a influência da atmosfera. Chamado SWCE (Solar Wind Composition Experiment), o instrumento consistia de uma folha de alumínio de 1.4 x 0.3 metros apontada para o Sol, presa a uma espécie de mastro que lembrava uma bandeira.
Desenvolvido pela Universidade de Berna, na Suíça, o experimento foi fixado no solo lunar pelo astronauta Buzz Aldrin e permaneceu exposto ao vento solar por 77 minutos com o objetivo de capturar as partículas irradiadas pela estrela. Após o término do experimento Aldrin recolheu o equipamento e o embarcou de volta ao Módulo Lunar.
As partículas coletadas pelo SWCE permitiram à equipe do cientista Johannes Geiss, ligado à Fundação Nacional de Ciências, da Suíça, analisar a composição química das partículas e resolver algumas teorias sobre a origem do Sistema Solar, das atmosferas planetárias e dinâmica das partículas de alta energia emanadas pelo Sol.
O SWCE foi o único experimento não americano a ser embarcado junto ao Módulo Lunar e também foi o único a fazer parte de todas as missões Apollo.
Um dos feitos memoráveis de Geiss foi ter conseguido convencer a Nasa a desenrolar o experimento antes da bandeira americana, de modo a maximizar o tempo de exposição da folha de alumínio. Até hoje Geiss brinca com o fato, dizendo que a primeira bandeira a ser fincada na superfície da Lua não foi dos EUA e sim da Suíça.
Anos mais tarde Geiss comandou a missão Giotto de encontro ao cometa Halley em 1986 e foi o principal cientista da missão Ulysses, da Nasa e ESA na década de 1990.

Sismômetro Passivo

O segundo instrumento a ser instalado na superfície da Lua foi o sismômetro passivo chamado PSE (Passive seismometer Experiment), que tinha o objetivo de estudar a propagação das ondas sísmicas e fornecer mais detalhes ainda não conhecidos sobre a estrutura interna do nosso satélite. 
O instrumento também foi instalado por Buzz Aldrin, que levou um tempo considerável para nivelar o equipamento, que teimava em tombar devido ao peso dos painéis solares. Depois de instalado, o PSE funcionou durante três semanas e nesse período enviou aos geólogos na Terra as primeiras informações sobre a sismologia lunar.
Nas missões seguintes uma rede de equipamentos similares foi montada e até 1977 gerou importantes dados de deslocamento do solo, entre eles a localização precisa das fontes sísmicas e da energia gerada pelo impacto de meteoritos e atenuação na propagação das ondas devido a fraturas existentes na crosta lunar.

Refletor de Raios Laser
 
De todos os experimentos da missão Apollo 11, talvez o refletor de raios laser seja o mais conhecido pelo público.
Chamado LRRR (Laser Ranging Retroreflector), o experimento consiste em uma série de pequenos refletores formado por espelhos capazes de refletir um feixe de laser para a mesma direção de onde foi emitido. O feixe é normalmente disparado por observatórios, que captam o feixe e medem o ângulo e tempo de reflexão, possibilitando conhecer com precisão a distância entre a Terra e a Lua.
O LRRR é o único experimento da missão Apollo 11 que ainda está em uso. Até 1985 as principais pesquisas eram conduzidas pelo observatório McDonald, no Texas, através de um telescópio de 2.7 metros de abertura, mas outros institutos também passaram a usar o refletor lunar, entre eles alguns observatórios no Havaí, Califórnia, França, Austrália e Alemanha.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Apollo_11_conheca_os_experimentos_feitos_pelo_homem_na_Lua&posic=dat_20090724-102311.inc




 

Forte terramoto atinge Marrocos,a 62 km de Al Hoceima

Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 6.1 pontos de magnitude ocorrido em Marrocos, 62 km a norte-nordeste de Al Hoceima as 02h22 pelo horário de Brasília (25/01/2016). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 10 km de profundidade, sob as coordenadas 35.74N e 3.59W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 6.1 pontos de magnitude libera a mesma energia que a detonação de 1 bomba atômica similar a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 21180 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Marrocos_a_62_km_de_Al_Hoceima&posic=dat_20160125-025019.inc

De acordo com cientistas cada buraco negro pode conter outro universo !

Buracos negros podem conter universos
E se os buracos negros de fato fossem passagens cósmicas que levam a diferentes universos e realidades alternativas? De acordo com um estudo publicado no periódico Physics Letters B, isto pode ser real.
Há uma forte possibilidade de que todo o buraco negro no Universo seja, de fato, um portal para outro universo. Por exemplo, nosso Universo pode estar localizado dentro de um buraco negro que, por sua vez, é parte de um universo muito maior; aquele universo poderia ser parte de outro, e assim por diante. Isto significa que todos os buracos negros encontrados no Universo até hoje, do menor até o maior, poderiam na realmente ser portais que levam para realidades alternativas.
A nova intrigante teoria propõem que um buraco negro possa ser utilizado como um túnel, ou em outras palavras, como um buraco de minhoca entre multiversos. Os pesquisadores propõem que a matéria atraída pelo buraco negro não entra em colapso num único ponto, como pensava-se anteriormente, mas sim sai pelo outro lado por um ‘buraco branco’.
A teoria apresentada no Periódico Physics Letters B, escrita pelo físico Nikodem Poplawski, apresenta novos modelos matemáticos do movimento espiral da matéria que cai dentro de um buraco negro.
De acordo com a equação de Poplawski, buracos de minhoca podem ser alternativas viáveis de ‘singularidades de espaço-tempo’, propostas pelo grande Albert Einstein, que de acordo com ele estão localizadas nos centros de buracos negros por todo o Universo.
Segundo a teoria proposta por Einstein, as singularidades não tomam espaço, e acredita-se serem infinitamente densas e infinitamente quentes. As ‘singularidades’ são criadas quando a matéria numa certa região se torna super densa, bem como acredita-se que ocorre nos centros ultra densos de um buraco negro. Este conceito tem sido indicado por numerosas linhas de ‘evidência’, todavia muitos cientistas ao redor do globo acham difícil de acreditar e muito menos aceitar.
Contudo, se a teoria proposta por Poplawski for correta, os cientistas não mais teriam que permanecer céticos. De acordo com as novas equações, a matéria absorvida por um dado buraco negro e consequentemente ‘destruída’, é na verdade expelida e finalmente servirá como bloco de construção para estrelas, galáxias, planetas, numa realidade totalmente diferente.
Poplawski está seguro que a aceitação de buracos negros como buracos de minhoca poderia explicar vários mistérios nas visões da cosmologia de hoje. Entre esses mistérios está o Big Bang. De acordo com cientistas, o Universo começou como uma singularidade, mas os pesquisadores não têm uma explicação satisfatória de como é possível para uma singularidade se formar no espaço.
O cientista diz que se o nosso Universo foi criado por um buraco branco, ao invés da proposta singularidade, “isto resolveria este problema das singularidades [do tipo] buracos negros e também da singularidade Big Bang.”
De forma interessante, segundo Poplawski, não somente sua teoria explica o Big Bang, mas também poderia explicar a segunda explosão mais poderosa do Universo após o Big Bang, as explosões de raios gama.
Acredita-se que as explosões de raios gama ocorrem nas extremidades do Universo conhecido e que sejam associadas diretamente com supernovas em galáxias distantes. Porém, sua verdadeira origem ainda permanece um mistério para os cientistas.
Poplawski diz que sua teoria também poderia explicar as explosões de raio gama. Ele propõe que essas explosões que estamos registrando sejam na verdade as descargas de outros universos. Segundo ele, a matéria poderia estar escapando para dentro do nosso Universo através de buracos negros super massivos – também conhecidos como portais para universos – no coração de outras galáxias.
Testando o que não se pode testar?
Mas como podemos testar a teoria proposta pelo Dr. Poplawski? Bem, há uma forma de ver se ele está correto. Alguns dos buracos negros encontrados em nosso Universos na verdade rotacionam e, se no nosso universo foi criado dentro de um buraco negro que gira de forma similiar, então o Universo no qual existimos deveria ter herdado a rotação dos objetos de origem.
“Se experimentos futuros revelarem que o nosso Universo pareça rodar numa direção preferencial, isto seria uma evidência indireta que apoiaria a teoria do buraco de minhoca”, disse Poplawski
O novo modelo proposto por Poplawki não é o primeiro a propor que outros universos existem dentro de buracos negros. Damien Easson, um físico teórico da Universidade do Estado do Arizona, teorizou sobre esta possibilidade em estudos anteriores.
“O que é novo aqui é uma solução real de buraco de minhoca na relatividade geral, que age como uma passagem de um buraco negro exterior para o novo universo interior”, disse Easson, que não esteve envolvido no novo estudo.
“Em nosso trabalho, somente especulamos que tal solução poderia existir, mas Poplawski encontrou uma solução real”, disse Easson.
Todavia, a ideia ainda é especulativa, disse Easson num e-mail para o National Geographic.
“A ideia é possível? Sim. O cenário é provável? Não tenho a mínima ideia. Mas certamente se trata de uma possibilidade interessante.”
Embora a teoria seja certamente interessante, e poderia se tornar um dia o roteiro perfeito para um filme de ficção científica, ela ainda não explica as origens do nosso Universo.
De acordo com Andreas Albrecht, um físico da Universidade da Califórnia, ela não explica como o ‘universo pai’ começou a sua existência, ou por que ele tem as características e propriedades que tem, que são as mesmas características e propriedades que o nosso Universo supostamente herdou.
“Realmente há alguns problemas que estamos tentando resolver, e não está claro que isto esteja oferecendo um caminho para a resolução”, ele disse.
Parece afinal que estas teorias revolucionárias propõem conceitos que são muito prováveis e improváveis ao mesmo tempo. A verdade é que com cada nova teoria proposta pelos pesquisadores que tentam descobrir como ‘tudo’ veio a existir, novas questões são levantadas, as quais alimentam o mistério ainda mais.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/01/28/cada-buraco-negro-pode-conter-outro-universo-de-acordo-com-cientistas/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Planeta-X - Crescem as evidências de novo planeta no Sistema Solar !

Planeta Nove
Há muito se especula sobre as anomalias orbitais observadas em alguns objetos no Cinturão de Kuiper. Agora, um novo estudo mostra que elas são causadas por um objeto muito grande, o que aumenta as chances de termos mais um grande planeta no Sistema Solar.
Os autores do estudo são Michael Brown e Konstantin Batygin, ligados ao Caltech, Instituto de Tecnologia da Califórnia, que há muito tempo se dedicam ao estudo dos distantes objetos transnetunianos, entre eles Sedna, Eris e Makemake, os dois últimos descobertos por Brown em 2005.
Segundo o estudo, o possível "Planeta Nove" teria 10 vezes a massa da Terra e orbitaria o Sol a cada 15 mil anos. Como sua orbita é bastante alongada, a aproximação máxima do Sol seria de cerca de 30.5 bilhões de km, ou seja, cerca de seis vezes mais longe que Plutão.

Evidências

As evidências da existência desse possível planeta começaram desde que os pesquisadores notaram um pequeno achatamento na orbita de alguns planetas-anões quando esses penetravam o cinturão de Kuiper, uma remota região do Sistema Solar localizada entre 30 UA e 50 UA do Sol (entre 5 bilhões e 7.5 bilhões de km).
As evidências eram tão grandes que muitos cientistas passaram a observar com mais atenção essa região do espaço e desde então diversos estudos foram publicados, entre eles o recente trabalho de Brown e Batygin. 
Grafico mostra a possível localização do Planeta Nove e o traçado de sua orbita. Seu ponto mais perto do Sol estaria a 30.5 bilhões de km, ou seja, cerca de seis vezes mais longe que Plutão.

Simulações

Como outros cientistas, a dupla de pesquisadores observou que o eixo maior da órbita de seis planetas anões dentro do Cinturão de Kuiper sempre apontava para a mesma região do espaço e que isso talvez não fosse apenas coincidência.
Para tirar as dúvidas, Brown e Batygin passaram a fazer diversas simulações e os achatamentos das orbitas simuladas somente se igualavam aos observados na prática quando um objeto com 10 massas terrestres era introduzido nos modelos, causando uma forte interação gravitacional.

Provável e Difícil de Achar

O trabalho de Brown e Batygin é extremamente sólido e alicerçado por dados observacionais difíceis de serem refutados, o que os leva à conclusão que de fato existe um novo planeta no Sistema Solar, mas que pelas características será um verdadeiro desafio de ser encontrado.
O "Planeta Nove", como está sendo chamado, embora seja bem maior que a Terra é muito escuro e se move muito devagar contra o fundo estelar. Além disso, ainda não se sabe exatamente em que ponto da sua orbita ele se encontra, o que dificulta o apontamento de telescópios.

Começa a Caçada

Ao que tudo indica, a "Caçada ao Planeta Nove" já começou, mas poucos terão chances de serem os seus descobridores, uma vez que a quantidade de telescópios terrestres capazes de detectar um objeto tão distante e tênue é muito pequena.
Atualmente, as esperanças da descoberta estão depositadas no grande telescópio japonês Subaru, de 8.2 metros, localizado no topo do Mauna Kea, no Havaí. Além do grande espelho, Subaru tem um dos maiores campos de visão entre os telescópios terrestres, o que permite varrer grandes porções do céu.
Para Brown, as dificuldades em observar o planeta reduz o leque de quem poderá descobri-lo. "Infelizmente, eu não sou dono do telescópio Subaru, mas estou muito ansioso para que outros astrônomos confirmem a existência do novo planeta". 
Se confirmada a presença do Planeta Nove, será o fim da caçada "desse" Planeta-X e o começo de uma nova etapa na pesquisa do Sistema Solar e quem sabe, novos "Planetas-X" virão!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Planeta-X_Crescem_as_evidencias_de_novo_planeta_no_Sistema_Solar&posic=dat_20160121-095935.inc


Astrónomos detectaram estruturas invisíveis gigantescas movendo-se a 50km por segundo no espaço !

 Shown is a still from an animation of the lensing effect produced by the structures. Keith Bannister (CSIRO)/Artem Tuntsov (Manly Astrophysics)
Foto extraída de uma animação do efeito de lente produzido pelas estruturas misteriosas. Keith Bannister (CSIRO)/Artem Tuntsov (Manly Astrophysics)

Os astrônomos descobriram estruturas invisíveis viajando pelo espaço interestelar na Via Láctea. Embora anteriormente os cientistas especularam que estas estruturas invisíveis existissem, o novo estudo, publicado no periódico Science, ajudará aos astrônomos na determinação de seus tamanhos e formatos de forma muito melhor.
De acordo com relatórios, estas coisas são gigantescas – aproximadamente do tamanho da órbita da Terra ao redor do Sol – e poderiam ser úteis para a explicação de onde a matéria perdida está no Universo. A detecção das estruturas ‘invisíveis’ foi feita graças aos pesquisadores do telescópio CSIRO, localizado no leste da Austrália. A descoberta destas estruturas gigantes poderiam ajudar os cientistas a explicar os mistérios a respeito de um quasar distante (uma massa de energia e luz), e o porquê dele parecer mais brilhante em rádio telescópios nas últimas três décadas.
Porém, os pesquisadores alertam que estes não são grandes objetos sólidos. Eles disseram que estas misteriosas estruturas parecem ser pedaços feitos possivelmente de algum tipo de nuvens de gás extremamente gelado, no gás fino existente entre estrelas. Os astrônomos descreveram o formato das estruturas invisíveis misteriosas como “macarrão”, com material do lado de fora e ocas no centro.
De onde vieram estas misteriosas estruturas, quais são seus tamanhos, propósito e qual é sua quantidade exata? Isto ainda é um grande mistério para os astrônomos.
Quais são as suas idades, ou quantas devem existir em nossa galáxia? “Neste ponto, é tudo adivinhação“, disse o Keith Bannister, do CSIRO, para o IFLScience. “Podem existir muitos milhares delas na galáxia.”
Os astrônomos estão certos de terem identificado a velocidade das estruturas. De acordo com estudos iniciais, as estruturas invisíveis estão viajando à uma velocidade de aproximadamente 50 km por segundo através do espaço interestelar. As estruturas até agora detectadas estão localizadas à uma distância de 3000 anos luz de nós, mil vezes mais longe do que a estrela mais próxima, Proxima Centauri.
Embora seja interessante saber que essas estruturas estejam lá, se movendo relativamente rápidas pelo espaço interestelar, a parte mais empolgante da descoberta é que, de acordo com os astrônomos, estas estruturas anteriormente não vistas poderiam contabilizar por uma grande fração da massa escondida da Via Láctea.
Bannister apontou que estas estruturas anômalas não têm nada a ver com a matéria escura.
“Embora exista numerosos enigmas ao redor destas estruturas invisíveis em forma de macarrão, as quais estão viajando a 50 km por segundo na Via Láctea, elas são reais e nossas observações constituem um grande passo em direção à determinação de seus tamanhos e formatos”, diz Bannister.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/01/23/astronomos-detectaram-estruturas-invisiveis-gigantescas-se-movendo-a-50km-por-segundo-no-espaco/

Misterioso objeto passará próximo da Terra em 2017 e os cientistas não sabem a sua origem !

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Um misterioso objeto, conhecido como 1991 VG, foi descoberto em novembro de 1991 pelo astrônomo James Scotti, da Universidade do Arizona.
Hoje, muitos teóricos da conspiração dizem que se trata de uma genuína ‘sonda alienígena’, que foi deliberadamente programada para passar próxima da Terra em 2017.
O objeto tem confundido os astrônomos desde que foi descoberto, principalmente devido à sua estranha rotação e longevidade no espaço. Algumas pessoas acham que ele seja uma seção do foguete da missão Apolo 12, mas de acordo com Scotti provavelmente é algo diferente:
Olhamos as possibilidades dele ter sido feito pelo homem. Há poucas espaçonaves e pedaços de foguetes possíveis que poderiam ser o 1991 VG. Mas quando olhamos em cada um, fomos capazes de eliminar todos eles.”
De acordo com outras pessoas, o estranho objeto também pode ser um foguete soviético secreto da era da Corrida Espacial. Se de fato os soviéticos tiveram foguetes igualmente poderosos como os dos EUA, é possível que eles lançaram um para chegarem até a Lua, mas acobertaram o fato porque as coisas poderia não ter ocorrido de forma correta.
Esta é a órbita do 1991 VG.  Scotti percebeu que este objeto tinha passado pela Terra mias uma vez em março de 1975.
Esta é a órbita do 1991 VG.  Scotti percebeu que este objeto tinha passado pela Terra mias uma vez em março de 1975.

Esta é a órbita do 1991 VG. Scotti percebeu que este objeto tinha passado pela Terra mias uma vez em março de 1975.
Quando o 1991 VG foi descoberto, ele tinha por volta de 10 metros em diâmetro, passando a 450.000 km da Terra. O objeto mostrou uma rápida taxa de rotação e seu brilho variava. Por todo aquele tempo, este tipo de comportamento nunca havia sido observado em qualquer asteroide de tamanho similar. A órbita do objeto também foi similar à órbita da Terra. Após agregar maiores informações sobre o 1991 VG, Scotti percebeu que o objeto tinha passado pela Terra em março de 1975. Novamente isto é algo que não é característico de asteroides. Eles tendem a não passar duas vezes pelo mesmo ponto.
Duncan Steel, um astrônomo da Universidade de Adelaide – Austrália, sugeriu que o objeto poderia ser uma “sonda alienígena observada na vizinhança de nosso planeta”. Ele somente mencionou esta teoria, para derrubá-la. Em mais entrevistas, ele tinha declarado não estar convencido que o 1991 VG tivesse uma origem extraterrestre.
Isto não parou os teóricos da conspiração a continuarem espalhando ideias de que o objeto seja de origem extraterrestre. Eles ainda citam o trabalho de Steel como sua fonte principal.
Quando voar próximo da Terra em 2017, ele somente será visto no hemisfério sul. Desde que Scotti descobriu o 1991 VG, astrônomos descobriram que asteroides abaixo de 100 metros possuem rotações notavelmente rápidas. Como resultado desta descoberta, Scotti diz que não podemos descartar a possibilidade de que o 1991 VG seja uma rocha natural. Ele declarou:
“Um possibilidade seria a de que ele seja a ejeção de um impacto lunar. Outra possibilidade é a de que a força Yarkovsky, causada pelas emissões térmicas de um objeto em rotação, sistematicamente teria empurrado o objeto por longos períodos. É um quebra-cabeças.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/01/25/um-misterioso-objeto-passara-proximo-a-terra-em-2017/

Cientista diz ser possível manipular a gravidade com tecnologia atual - Prelúdio dos discos voadores ?

gravidade
Há somente um punhado de filmes de ficção científica que mostra como realmente seria se mover no espaço dentro de uma espaçonave. Na maioria dos filmes, eles usam um tipo de ‘gravidade artificial’ que nunca é completamente explicada. Agora, num novo trabalho aceito para publicação no Physical Review D poderá tornar a ficção científica em realidade.
O Professor André Füzfa, da Universite de Namur na Bélgica, acha que já temos a tecnologia para criar e manipular fracos campos gravitacionais artificiais. Trata-se de uma declaração ousada, mas com embasamento científico. Füzfa calculou que, através do uso de fortes ímãs, é possível criar uma pequena distorção no espaço-tempo.
Embora pequeno, o efeito dever ser forte o suficiente para ser detectável com os instrumentos atuais (mas seria ainda somente relevantes para partículas). O sonho de obtermos gravidade artificial numa espaçonave ainda não chegou, mas agora, o fato de sermos capazes de produzir campos gravitacionais faz com que o estudo da gravidade passe de ciência passiva para ativa.
Nossa habilidade de manipular forças fundamentais, especialmente o eletromagnetismo, tem tido um enorme impacto em nossa maneira de viver, assim aprender a criar pequenos campos gravitacionais poderia ter consequências duradouras para o nosso desenvolvimento tecnológico.
O ponto de partida teórico da pesquisa de Füzfa é o princípio da equivalência. O princípio declara que a força submetida a um observador no campo gravitacional (por exemplo: você aqui na Terra) é equivalente à força pela qual outro observador é submetido num campo de não-inércia (um astronauta numa espaçonave acelerada). Em termos simples, se você estivesse numa sala sem janelas, você não seria capaz de dizer se você estava num campo gravitacional ou se a sala estava acelerando na direção do teto.
O princípio da equivalência nos diz que cada massa e cada tipo de energia são afetados e geram gravidade, assim seria possível criar campos gravitacionais através do uso de intensos campos magnéticos. Desta forma, Füzfa desenvolveu cálculos detalhados que resolvem a equação da relatividade geral de Einstein ao redor de um poderoso eletroímã supercondutor, e a solução indica que o campo é pequeno, mas significante. Mais importante ainda, ele sugere que um teste experimental poderia ser feito com o uso de tecnologias atuais.
Embora o experimento seja possível, seria necessário uma quantia significativa de investimento. Os campos magnéticos precisam ser gerados ao longo de muitos dias, usando camada sobre camada de ímãs supercondutores, bem como sistemas laser sofisticados e sensíveis que possam detectar as pequenas variações da gravidade do experimento.
O trabalho publicado definitivamente irá desafiar as pessoas a darem outra olhada no relacionamento entre o eletromagnetismo e a gravidade. E embora possamos não estar perto de uma máquina gravitacional, podemos estar mais perto de pelo menos entendermos melhor a gravidade.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/01/24/cientista-diz-poder-manipular-a-gravidade-com-tecnologia-atual/

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Planetas alinhados podem ser vistos até ao nascer do Sol !

Carta celeste mostra o enfileiramento planetario visto em 20 de janeiro de 2016, antes do nascer do Sol.
Carta celeste mostra o enfileiramento planetário visto em 20 de janeiro de 2016, antes do nascer do Sol.

Vistos da Terra, todos os planetas parecem caminhar ao longo de uma linha imaginária, chamada eclíptica. No entanto, são raras as vezes que eles podem ser vistos ao mesmo tempo, formando uma longa fileira no céu noturno. E isso está acontecendo agora!
Até o final de fevereiro, Mercúrio, Vênus, Saturno, Marte e Júpiter estarão dando um verdadeiro show celeste e poderão ser observados ao mesmo tempo instantes antes do nascer do Sol.
A começar por Júpiter, os cinco planetas começarão a surgir no horizonte leste no final da noite e lentamente começarão a se erguer. Depois de Júpiter será a vez de Marte, que aparecerá lá pela 01h30, seguido de Saturno, que nascerá às 03h30. Na sequencia aparecerão o brilhante Vênus às 04h30 e Mercúrio, às 05h30.
Todos os objetos ficarão visíveis simultaneamente por alguns minutos, até que os primeiros raios de Sol comecem a ofuscar o espetáculo. 
Grafico do angulo de visao que um observador tem da Terra e que torna possivel ver cinco planetas ao mesmo tempo antes do Sol nascer.
Gráfico do ângulo de visão que um observador tem da Terra e que torna possível ver cinco planetas ao mesmo tempo antes do Sol nascer.

Devido aos planetas orbitarem ao redor do Sol quase no mesmo da Terra, um observador situado em nosso planeta sempre os verá seguirem a mesma linha, chamada eclíptica. Assim, o enfileiramento dos planetas, quando visto da Terra, é constante e eterno. O que varia é a posição que cada um ocupa dentro dessa linha, uma vez que as distâncias e velocidades de translação de cada objeto não são iguais.
Isso também faz com que a distância entre os objetos varie bastante. Em algumas épocas a distância aparente entre alguns planetas é tão pequena que parecem até se tocar, formando as conjunções planetárias.
Por falar nisso, no dia 27 de janeiro, quarta-feira, a presença da Lua próxima a Júpiter às 22h00 também formará uma espécie de conjunção. Neste dia, os dois astros ficarão separados por apenas 1 grau angular, o que no céu significa uma distância visual igual a dois discos lunares. Será imperdível!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Show_no_ceu_planetas_alinhados_podem_ser_vistos_ate_o_Sol_nascer&posic=dat_20160120-110203.inc



Organização Mundial de Saude continua a monitorar casos de zika em 18 países da América !

Apenas 25% das pessoas infectadas pelo vírus apresentam sintomas; porta-voz da agência nota que ainda não foi estabelecida ligação entre zika e casos de microcefalia no Brasil; segundo OMS, mais estudos são necessários.
A Organização Mundial da Saúde, OMS, continua monitorando de perto os casos de zika em pelo menos 18 países das Américas e em várias nações da África e do oeste do Pacífico.
O vírus é transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, da febre amarela e da chikungunya, encontrado em regiões subtropicais. Segundo a OMS, apenas 25% das pessoas com zika apresentam sinais, como dor de cabeça, dor muscular, febre e manchas pelo corpo.

Repouso

Nesta terça-feira, a agência da ONU informou que não há cura: os pacientes precisam de muito repouso, ingestão de líquidos e uso de medicamentos comuns para o controle da dor.
Em Genebra, o porta-voz da OMS afirmou que não se sabe o total de casos de zika nos países, já que o vírus estava fora do radar e por isso não era checado com frequência pelas autoridades de saúde.

Brasil

Christian Lindmeier destacou que "ao mesmo tempo, tem havido "um grande aumento dos casos de microcefalia no Brasil". Mas ele notou que ainda não foi estabelecida oficialmente uma ligação entre zika e microcefalia e a OMS defende a necessidade de mais estudos.
O porta-voz explicou que fatores genéticos, uso de drogas, de álcool e de produtos tóxicos podem contribuir para a microcefalia dos bebês, assim como catapora e rubéola durante a gravidez.

Proteção

Foram reportados 3,530 casos de microcefalia no Brasil desde o início de 2015 até a primeira semana deste ano. Pelo menos 46 bebês não sobreviveram, incluindo os casos de natimortos.
Até agora, a OMS contabilizou sete casos confirmados em laboratório de microcefalia onde a mãe ou o feto também tinham o vírus zika. A agência não está no momento fazendo nenhuma recomendação a grávidas que viajam ao Brasil.
Entretanto, a OMS ressalta que medidas de proteção à picada do mosquito continuam sendo importantes. Eliminar água parada, dormir com mosquiteiros, utilizar repelente são essenciais, já que ainda não existe nenhuma vacina contra o zika. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/oms-continua-monitorando-casos-de-zika-em-18-paises-da-america.html

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