quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Como a ciência usará a inteligência artificial para encontrar os extraterrestres !

Inteligência artificial procurando por extraterrestres
Para encontrar mundos habitáveis num mar de dados espaciais, precisamos de computadores que possam pensar rápido.
Astrônomos descobriram os primeiros planetas fora do nosso sistema solar no início da década de 1990. Desde então, os cientistas já catalogaram 3.400 desses exoplanetas. Agora eles querem determinar quais deles podem ser lares para a vida extraterrestre. Mas algumas vezes os pesquisadores passam dias, ou mesmo semanas, analisando um único exoplaneta.
Novos instrumentos, como o Telescópio Espacial James Webb, que será lançado em 2018, logo estará enviando para nós tantas informações que os cientistas não serão capazes de processá-las manualmente. Este acúmulo de dados reduzirá a velocidade, ou mesmo impedirá novas descobertas. É por isso que os pesquisadores da Universidade College London criaram o RobERt, uma inteligência artificial que pode fazer a varredura de dados do espaço profundo, procurando por sinais de planetas habitáveis, muito mais rapidamente do que os humanos poderiam.
Veja como: Os planetas refletem uma pequena fração da luz das estrelas próximas deles. À medida que a luz passa através da atmosfera, seus vários gases, ou são absorvidos, ou deixam a luz passar sob certos comprimentos de onda. Os cientistas na Terra podem usar esses espectros para determinar do que é feita a atmosfera de um planeta e, por sua vez, se ele pode abrigar a vida extraterrestre, ou possivelmente exploradores humanos no futuro.

RobERt – abreviatura para Robotic Exoplanet Recognition – pode analisar o espectro de um exoplaneta em segundos. Sua inteligência base vem de uma rede neural de ‘crença-aprofundada’ (sigla DBN em inglês), que trabalha de forma similar a como pensamos que um cérebro humano o faz: Ela filtra os dados através de camadas múltiplas de ‘neurônios’ de silicone, cada uma refinando os resultados cada vez mais, até que o sistema chegue naquilo que ele pensa ser a resposta certa – no caso do RobERt, quais gases estão presentes num dado espectro.
Como os cérebros humanos, DBNs aprendem por tentativa e erro. Assim, para treinar RobERt, os pesquisadores da UCL o mostraram mais de 85.000 espectros simulados. No final, RobERt acertou a mistura de gases em 99,7% das vezes, mesmo quando os pesquisadores intencionalmente o desafiaram com dados incompletos ou com jogos de dados com ruídos, diz Ingo Waldmann, pesquisador líder da equipe UCL.
A análise de dados rápida do RobERt poderia também trazer os cientistas mais próximos da compreensão de como os sistemas solares – inclusive o nosso – se formaram.
“Estamos bem no começo de compreendermos a formação dos planetas”, diz Waldmann. “A única forma que podemos fazer isto é através da observação de muitos exemplos em outros sistemas solares.” RobERt adicionará às nossas listas de sistemas conhecidos, servindo como um tipo de astrônomo teórico num pacote – uma ferramenta que a equipe da UCL pode exportar para agências espaciais, a fim de compararem suas observações de outros planetas contra a experiência acruada de RobERt. “Então talvez, se tivermos sorte, encontraremos um pequeno planeta habitável”, diz Waldmann. “Teremos que ter sorte, mas isto acontecerá.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/26/inteligencia-artificial-encontrar-extraterrestres/

Nuvem misteriosa aparece sobre pequena cidade na Inglaterra !

Lobulos em Nuvens
Imagem de James Tromans, publicada no site "Cloud Appreciation Society". Crédito: cloudappreciationsociety.org

No início de novembro, uma formação peculiar de nuvens apareceu sobre uma pequena cidade da Inglaterra. A nuvem lembra um circulo adornado e foi comparada aos crop-circles, que vez por outra aparecem nas plantações em todo o mundo.
A cena foi registrada no céu da cidade de Hampton Lucy, em Warwickshire, Reino Unido, pelo fotógrafo James Tromans, que a publicou no site "Cloud Appreciation Society".
 O anel, na realidade uma curva em forma de "U", parece consistir de uma série de lóbulos regulares, mantidos suspensos por uma camada de nuvem que os sustentam, logo acima.

Explicação da Nuvem

Como a região da formação é muito próxima ao aeroporto de Coventry, existe grande chance desse efeito ter sido criado de alguma forma por uma aeronave.
À medida que os aviões voam através de nuvens formadas por gotas de água "super-resfriadas", pode acontecer delas congelarem e caírem, deixando para trás uma abertura conhecida como trilha de dissipação ou "distrail". Essas formações são vistas normalmente em linhas retas, quando os aviões ascendem ou descem através da nuvem. Entretanto, elas também podem aparecer em formas circulares, quando uma das aeronaves está voando em um padrão à espera do pouso. 
Lobulos em Nuvens
Detalhe de Lóbulos formados após a formação de contrail. Crédito: cloudappreciationsociety.org.

O formato dos lóbulos, perfeitamente visível na imagem, é causado pela interação entre os dois vórtices produzidos pelas asas.
Como estes redemoinhos giram em sentidos opostos na esteira de uma aeronave, os dois fluxos turbulentos interagem e se combinam para formar um padrão periódico de correntes descendentes turbulentas, que na condição certa aparecem como lóbulos pendurados abaixo da trilha de condensação. Exatamente como na foto.

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Nuvem_misteriosa_aparece_sobre_pequena_cidade_na_Inglaterra&posic=dat_20161128-102438.inc


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Teremos um forte terramoto até o final do ano ?!

Estatisticas sismicas de 1979 a 2016
Estatísticas sísmicas até novembro de 2016

Todos os anos, com raras exceções, a Terra produz um intenso terremoto acima de oito magnitudes. Este ano esse evento ainda não aconteceu, o que faz aumentar a possibilidade de termos um grande evento antes de 2017.
A última vez que a Terra sentiu um abalo maior ou igual a oito foi em 16 de setembro de 2015, quando um grande tremor de 8.3 magnitudes foi registrado na costa de Illapel, no Chile.
Com exceção do ano de 2002 e 2008, neste século a Terra foi acometida por 21 terremotos iguais ou superiores a 8.0, entre eles o poderoso megaterremoto de Sumatra em 2004, de 9.1 magnitudes, o sismo de 8.8 magnitudes em Bio-Bio, no Chile, em 2010 e o mais recente e espetacular tremor de 9.0 em Honshu, no Japão, que provocou o terrível acidente nuclear de Fukushima.
Todos esses abalos ocorreram no chamado "Anel de Fogo" e produziram ondas gigantes, chamadas tsunamis.

Previsão versus Estatísticas

Prever terremotos e sua possível localização ainda não é possível, mas a observação de valores ao longo do tempo pode revelar pressões tectônicas em crescimento e que "estatisticamente" podem ser liberadas. É o caso de 2016, em que até o mês de novembro não ocorreu nenhum evento significativo igual ou maior que 8.0 magnitudes.
Considerando que em todos os anos acontece ao menos 1 evento desse porte, é de se esperar que um forte tremor ocorra até antes do final do ano em alguma região próxima ao anel de fogo, que compreende boa parte do planeta.
É importante destacar que essa informação não é e nem pretende ser uma previsão de terremoto, mas uma avaliação baseada em dados observados desde 1900 e que constata a ausência de qualquer tremor significativo em um período de quatorze meses e que estatisticamente deveremos ter ao menos um evento até o final do ano, como observado nos últimos 116 anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Teremos_um_forte_terremoto_ate_o_final_do_ano_&posic=dat_20161125-110751.inc

Esfera gigante aparece em foto de satélites da NASA, mas ainda não é certo sobre se será mesmo um fenómeno misterioso...!

objeto-gigante-proximo-do-sol
Imagens fascinantes de um esfera gigante em nosso sistema solar que foram capturadas por satélites da NASA imediatamente chamaram a atenção de pesquisadores. A informação foi colocada por Pamela Johnson, do México, que compartilhou as imagens no Facebook.
A foto mostra uma enorme esfera que apareceu “do nada” em 15 de novembro passado, surpreendendo a todos que estavam assistindo a TVOne.
As imagens são dos satélites STEREO SECCHI da NASA, de acordo com Pamela Johnson.

Ela escreveu:

“Nosso Sol está enviando sua luz que está vindo da esquerda no quadro. Estes arquivos do satélite mostraram que o Sol começou a reagir à este objeto em 15 de novembro e há vários quadros faltando nos dias 15 e 16. Uau!”
As fotos da esfera foram publicadas num vídeo do YouTube. Metade dos leitores que lá comentaram estavam entusiasmados com a foto, enquanto a outra metade parecia cética.
Um comentarista escreveu: “Eu diria que é um planeta desgarrado, mas não o vemos se movendo e então ele desaparece.”
Porém, um comentarista cético disse: “Ok, se você me perguntar, a NASA nunca seria tão descuidada em permitir algo assim de alcançar o público. E parece que algo está projetando esta imagem no espaço, holográfica talvez ou o projeto blue beam.”
Embora Pamela Johnson tinha chama o objeto de ‘Esfera Azul’, a NASA explicou que não é nada disso. A agência espacial disse que “em ocasiões raras” o processador de imagem pode se tornar saturado, resultando em “imagens corrompidas”. Estas imagens são criadas a partir de um “grande número de exposições” agrupadas. Neste caso em particular, a imagem é somente o Sol, embora super exposto, declarou a NASA.
Veja o vídeo postado por Pamela (Para instruções de como ativar as legendas em português, embora estas não sejam precisas, clique aqui):

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/21/esfera-gigante-aparece-em-foto-de-satelites-da-nasa/


Astrónomos detectam ceano subterrâneo em Plutão !

plutao
Por algum tempo, parecia que Plutão estava fadado a ser esquecido, após sua categoria planetária ter sido retirada em 2005. Contudo, desde então Plutão tem sido o assunto de um número de descobertas surpreendentes, mostrando que realmente grandes coisas vêm em pequenos pacotes.
No início deste ano, os astrônomos publicaram dados dizendo que Plutão poderia ser capaz de ter um oceano líquido. Desde então, misteriosamente Plutão começou a emitir raios-X, sem qualquer explicação plausível que combinasse com os modelos atuais da ciência planetária. Embora essa questão ainda está inexplicável, a teoria do oceano pode ter sido provada, graças a dois estudos recentemente publicados no periódico Nature.
Ambos artigos são baseados em pesquisa da Sputnik Planitia, uma enorme bacia de impacto com 1.300 quilômetros de extensão na região Tombaugh Regio. A cratera, não contendo massa, normalmente causaria o planeta de se inclinar em direção às áreas mais massivas ao redor do equador. De acordo com uma das publicações, isto representa uma “anomalia gravitacional” que indica a existência de alguns dos mistérios escondidos na superfície de Plutão:
“A reorientação da Sputnik Planitia surgida a partir dos torques de maré e rotacionais podem explicar a localização atual da bacia, mas requer a característica de uma anomalia de gravidade positiva, apesar de sua topografia negativa.”
Sputnik Planitia, uma enorme cratera de impacto em Plutão.
Sputnik Planitia
, uma enorme cratera de impacto em Plutão.

Ao invés de Plutão se inclinar para longe da bacia, os astrônomos descobriram que o oposto ocorreu, indicando que algum tipo de massa misteriosa subterrânea mantém Plutão orientado desta maneira. Mais dados revelam a presença de rachaduras que indicam o estresse na superfície do planeta como resultado de uma re-inclinação em algum ponto do passado. De acordo com o segundo artigo publicado no Nature, estes dois fatores indicam a provável presença de um oceano líquido subterrâneo:
“A combinação desta reorientação, carga e expansão globais, devido ao congelamento de um possível oceano subterrâneo, gera estresses dentro da litosfera de planetas, resultando numa rede global de falhas de extensão que proximamente replicam as redes de falha observadas em Plutão.”
Por muito tempo presumiu-se que oceanos líquidos poderiam ser um ingrediente chave para a vida em mundos alienígenas, assim esta descoberta dá alguma esperança quanto a procura de vida no Universo. E a NASA já está trabalhando num submarino a ser enviado para estes locais.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/21/oceano-subterraneo-em-plutao-e-detectado-por-astronomos/

Enorme lago congelado descoberto abaixo da superfície de Marte !

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O ano de 2016 tem tido grandes avanços para a procura de H2O em Marte, com os astrônomos detectando evidência geológica de água que uma vez fluiu naquele planeta e encontrando várias estranhas crateras que indicam a presença de água, mas até agora a presença de água (de forma maciça) tem sido elusiva. Na verdade, de acordo com as estimativas atuais, a superfície marciana tem estado seca por milhões da anos (com algumas exceções).
Contudo, novos dados publicados pela Geophysical Research Letters mostra que pode haver um enorme lago congelado sob a superfície de Marte, fornecendo assim uma renovada esperança para a procura de água naquele planeta, como também vida.
De acordo com os dados, as pesquisas feitas pelo radar SHARAD (shallow radar, ou radar raso) na região Utopia Planitia em Marte são consistentes com regiões reflexivas similares na Terra, onde o gelo pode ser encontrado abaixo da superfície.
Os dados coletados pelo SHARAD (shallow radar, ou radar raso), abordo da Sonda Orbital Reconnaissance.
Os dados foram coletados pelo SHARAD (shallow radar, ou radar raso), abordo da Sonda Orbital Reconnaissance.

Numa liberação de imprensa da NASA, os cientistas dizem que a região é enorme e composta pela maior parte de gelo:
Análises dos dados de mais de 600 revoadas com o radar revelam um depósito mais extenso em área do que o estado do Novo México. O depósito abrange a espessura de 80 metros até 17 metros, com uma composição de 50 a 85 por cento de água congelada, misturada com poeira ou grandes partículas rochosas.
O gelo está coberto por uma camada do solo marciano abrangendo de 1 a 10 metros de espessura, tornando-o potencialmente acessível por um jipe-sonda não tripulado ou futuros colonos em Marte.
Joe Levy, um astrônomo da Universidade do Texas e co-autor deste novo estudo, diz que a descoberta dá aos cientistas esperança de que os futuros colonos de Marte poderão ser capazes um dia de colher o gelo, que é muito mais acessível do que o gelo encontrado nas regiões polares de Marte:
mars1-2
A flecha mostra onde o radar orbital que penetra o sol detectou depósitos na subsuperfície, ricos em água gelada.

“Os depósitos de gelo da Utopia Planitia não são somente um recurso explorável, eles também são um dos registros mais acessíveis de mudança climática em Marte. […] A amostragem e o uso deste gelo em missões futuras poderiam ajudar a manter os astronautas vivos, enquanto também os ajuda a desvendar os segredos das idades do gelo marcianas.
Dado o fato que Elon Musk e a SpaceX planejam colocar um milhão de colonos em Marte dentro dos próximos cinquenta anos, esta nova descoberta pode simplesmente ser a vantagem que as planejadas colônias em Marte necessitavam.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/25/enorme-lago-congelado-e-descoberto-abaixo-da-superficie-de-marte/

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cientistas afirmam que mundos paralelos existem e até mesmo interagem com o nosso mundo !

De acordo com uma nova teoria, mundos paralelos são reais e até mesmo interagem com o nosso mundo. A existência da teoria mundo paralelo pode ajudar a explicar algumas das consequências bizarras inerentes à mecânica quântica .
Tão profunda que possa parecer, a teoria chamada hipótese "muitos mundos interagindo 'prova que, assim como o famoso físico Richard Feynman observou uma vez" Eu acho que posso dizer com segurança que ninguém entende a mecânica quântica. "Acredite ou não, tudo está conectado.
A teoria indica que mundo paralelo não apenas existe, mas eles são capazes de interagir com o nosso mundo em um nível quântico que por sua vez torna detectável.
Como relata RT , embora ainda especulativa esta teoria pode ajudar a explicar algumas das consequências bizarras inerentes à mecânica quântica .
"A ideia de universos paralelos na mecânica quântica tem sido em torno desde 1957," Wiseman disse em um comunicado.
"No bem conhecido" Muitos Mundos A interpretação, 'cada universo ramifica em um monte de novos universos cada vez que uma medição quântica é feita. Todas as possibilidades são, portanto, percebeu - em alguns universos do asteroide-matando dinossauro perdido na Terra. Em outros, a Austrália foi colonizada pelo Português ".
"Mas críticos questionam a realidade desses outros universos, uma vez que não influenciam o nosso universo em tudo", acrescentou. "Nesta nota, o nosso" Muitos Mundos Interagindo "abordagem é totalmente diferente, como o próprio nome indica."
Segundo relatos, Wiseman e seus colegas sugerem que há "uma força universal de repulsão entre os mundos 'próximas' (isto é, semelhantes), que tende a torná-los mais desiguais."
Eles sugerem que os efeitos quânticos pode ser explicado ao decompor esta força.
Em uma entrevista, mãe perguntou se a teoria sugere que os humanos algum dia poderiam ser capazes de interagir com outros universos para o que Wiseman respondeu: "Não é parte de nossa teoria. Mas a ideia de interações [humanos] com outros universos não é mais pura fantasia. "
físico teórico americano Richard Feynman observou certa vez: "Eu acho que posso dizer com segurança que ninguém entende a mecânica quântica." E o grupo MIW admite que sua teoria é um pouco lá fora.
"Qualquer explicação dos fenômenos quânticos vai ser estranho e a mecânica quântica padrão realmente não oferecem qualquer explicação em tudo - ele só faz previsões para experimentos de laboratório," Wiseman disse ao Huffington Post em um email. "Nossa nova explicação ... é que existem ordinário [não-quântico] mundos paralelos que interagem de uma maneira particular e sutil."
"Há alguns que são completamente felizes com as suas próprias interpretações de QM, e nós não somos susceptíveis de mudar as suas mentes," Wiseman disse em seu e-mail. "Mas eu acho que há muitas pessoas que não estão satisfeitas com qualquer uma das interpretações atuais e
quem sera provavelmente, mais interessado em nosso. Espero que alguns vão se interessar o suficiente para começar a trabalhar nele em breve, porque há tantas perguntas a responder. "
 
Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Está a chegar a maior Super-Lua jamais observada !!!


No próximo dia 14 de novembro, a Lua dará um espetáculo majestoso no céu. Devido a uma série de movimentos orbitais, nosso satélite parecerá maior e estará mais perto do nosso planeta como nunca esteve desde 1948. É a superlua de 2016!
superlua
O fenômeno acontece sempre que a Lua se torna cheia ao mesmo tempo em que atinge o perigeu, a menor distância da Terra. No próximo dia 14 a Lua entrará na fase cheia, ou seja, ficará 100% iluminada, exatamente as 11h52 BRST (Horário Brasileiro de Verão), somente duas horas e meia depois de ter atingido o perigeu.

Essa coincidência astronômica, tecnicamente chamada Lua de Perigeu, fará com que o astro aparente ser 14% maior e 30% mais brilhante que o normal.

Na maior parte do Brasil o fenômeno não poderá ser visto no momento exato em acontece, pois a Lua ainda não estará no céu. O astro só estará disponível próximo das 20h00, mas seu diâmetro e brilho maiores serão facilmente perceptíveis.

Como acontece a superlua

A Lua dá uma volta aparente na Terra a cada 29.5 dias e se tudo fosse perfeito, a superlua nunca existiria. Acontece que a orbita da Lua ao redor do nosso planeta não é um círculo perfeito, mas uma elipse, o que faz com que o astro se distancie ou se aproxime da Terra de modo irregular ao longo do ano.
Essa irregularidade do shape tem dois pontos máximos, chamados perigeu e apogeu lunar. Durante o apogeu, a distância média da Terra à Lua é de 405696 km, enquanto no perigeu essa distância média cai para 363104 km. Anomalias gravitacionais fazem com essas distâncias médias variem um pouco, produzindo perigeus e apogeus diferentes ao longo do ano, alguns deles bastante perceptíveis visualmente, principalmente quando a Lua está na fase cheia.

Durante a superlua de 14 de novembro, o perigeu da Lua será de apenas 356511,72 km. Essa será a menor distância entre a Terra e a Lua desde 26 de janeiro de 1948. A próxima superlua a bater esse recorde só acontecerá em 25 de novembro de 2034, com o perigeu a 356472 km.

Consequências da SuperLua

As superluas têm efeitos físicos aqui na Terra, uma vez que a maior aproximação produz marés mais fortes que as habituais. Essas marés são conhecidas marés de sizígia e podem produzir ondas muito fortes, principalmente quando combinadas com ondas de swell, produzidas por ventos em alto mar.

Terremotos

É certo que a atração gravitacional exercida pela Lua tem alguma influência nas camadas mais profundas da crosta e do manto e em alguns casos pode até provocar microssismos, mas não há evidências de que a superlua possa disparar terremotos de grande magnitude.

Atualmente, estuda-se a possibilidade das marés poderem provocar alguns tipos de sismos próximos à linha costeira, mas não existem estudos conclusivos a esse respeito e ainda são objeto de discussão por parte dos pesquisadores.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_a_maior_superlua_que_voce_ja_viu_esta_chegando!&posic=dat_20161107-095846.inc

Terramotos em Itália - Entenda porque eles acontecem !

Terremotos na ItaliaA região central da Itália é praticamente esmagada entre a placa Eurásia e o extremo da placa africana. Esse movimento deu origem aos montes Apeninos e um intrincado sistema de falhas responsável pelos tremores no centro da Itália.

Quase todos os terremotos que acontecem na Itália tem como causa o deslocamento de uma ou mais falhas rasas situadas nos montes Apeninos, uma enorme cordilheira que vai desde o Golfo de Taranto, no sul da Itália, até o limite sul da bacia do Pó, no norte do país.

Geologicamente, os Montes Apeninos são, em sua maior parte, uma espécie de cunha formada em consequência de um constante processo de subducção, no qual uma ou mais placas tectônicas desliza continuamente por debaixo da outra.

A tectônica dessa região é extremamente complexa e envolve principalmente a subducção da microplaca de Adria abaixo da placa Eurásia e da cadeia dos Apeninos no sentido leste a oeste, além da colisão continental entre as placas da Eurásia e de Nubia (África). Esse processo constrói o cinturão montanhoso alpino até o norte e a abertura da bacia do mar Tirreno ao oeste, que por sua vez também está relacionado à subducção da placa de Adria.

Toda essa movimentação simultânea e complexa criou ao longo do tempo uma série de falhas geológicas rasas que dominam uma vasta região circundante da Itália e do Mediterrâneo central e são responsáveis pelos mais diferentes tipos de terremotos que ocorrem no país.

O terremoto de magnitude 6.6 observado ao norte de Norcia em 30 de outubro de 2016 é um típico evento de grande intensidade que ocorreu ao longo uma falha geológica rasa que corta parte do centro da Itália. Historicamente, os tremores fortes que ocorrem nesta região são seguidos de diversas réplicas que chegam a durar meses.

O maior evento que já foi registrado por instrumentos nesta região ocorreu em 13 de janeiro de 1915 e atingiu 6.7 magnitudes. O evento teve o epicentro situado a 100 km do terremoto de 30 de outubro de 2016 e ceifou a vida de mais de 32 mil pessoas.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Terremotos_na_Italia_entenda_porque_eles_acontecem&posic=dat_20161103-092640.inc




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia diz que Planeta 9 pode ser o causador da Inclinação do Sol e de todo sistema solar !

Planeta 9 pode ser culpado pela inclinação do sol (e de todo sistema solar): estudo
O Planeta 9 é um planeta teorizado, mas ainda não descoberto, que estaria na borda do nosso sistema solar.
Ele foi previsto pela pesquisa de Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, em janeiro deste ano.

Planeta 9, um novo membro do sistema solar?

Agora, um novo estudo liderado por Elizabeth Bailey, também do Instituto de Tecnologia da Califórnia, afirma que o planeta parece ser responsável pela inclinação incomum do sol.
Alinhamento
Segundo a pesquisa, o planeta grande e distante pode adicionar uma oscilação ao sistema solar, dando a aparência de que o sol está ligeiramente inclinado.
“Como o Planeta 9 é tão grande e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem escolha a não ser torcer lentamente para fora do alinhamento”, disse Bailey ao portal Science Daily.

Faz sentido

Todos os planetas do nosso sistema orbitam numa superfície plana em relação ao sol, mais ou menos dentro de alguns graus um do outro.
Esse plano, no entanto, gira a uma inclinação de seis graus em relação ao sol, dando a impressão de que o próprio sol está inclinado.
Até agora, ninguém tinha encontrado uma explicação convincente para tal efeito. A descoberta de Brown e Batygin das evidências de um nono planeta, cerca de 10 vezes maior que a Terra e com uma órbita cerca de 20 vezes mais distante do sol do que a de Netuno, muda tudo.
O Planeta 9 parece estar cerca de 30 graus fora do plano orbital dos outros planetas, influenciando a órbita de uma grande população de objetos no Cinturão de Kuiper, que é como Brown e Batygin começaram a suspeitar que um planeta existia lá em primeiro lugar.
“Ele continua a surpreender-nos. Cada vez que olhamos com cuidado, achamos que o Planeta 9 explica algo sobre o sistema solar que tinha sido por muito tempo um mistério”, Batygin afirmou ao Science Daily.

Momento angular

O momento angular do Planeta 9 tem um impacto desproporcional sobre o sistema solar com base em sua localização e tamanho. O momento angular de um planeta é igual à massa de um objeto multiplicada pela sua distância do sol, e corresponde a força que o planeta exerce sobre o giro do sistema global.
Como os outros planetas do sistema solar todos existem ao longo de uma superfície plana, o seu momento angular trabalha para manter tudo girando suavemente.
A órbita incomum do Planeta 9, no entanto, acrescenta uma oscilação a esse sistema. Matematicamente, dado o tamanho e distância hipotéticos do planeta, uma inclinação de seis graus se encaixa perfeitamente.
A próxima pergunta seria, então, como o Planeta 9 ganhou essa órbita incomum. Batygin sugere que o planeta pode ter sido ejetado das redondezas dos gigantes de gás por Júpiter, ou talvez tenha sido influenciado pela força gravitacional de outros corpos estelares no passado do sistema solar.

Por enquanto, Brown e Batygin continuam a vasculhar o céu a procura de sinais do Planeta 9 ao longo do caminho que eles previram em janeiro. Essa busca pode levar três anos ou mais. [ScienceDaily]
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Existe um oceano numa das luas de Saturno, e possivelmente vida também !

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As sessenta e duas luas de Saturno continuam a ser um baú de mistérios tesouros cósmicos. No início deste ano, astrônomos da NASA descobriram desfiladeiros profundos em Titã, o quais fluem hidrocarbonetos líquidos, comparáveis à geografia da Terra. A mesma lua também mostrou misteriosas nuvens de gelo, as quais apareciam repentinamente, implicando condições atmosféricas muito mais próximas às da Terra do que se pensava anteriormente.
Agora, novos dados coletados pelo Observatório Real da Bélgica mostram que a lua Dione de Saturno contém algo surpreendente: um oceano líquido.
A conclusão foi alcançada após astrônomos analisarem os dados gravitacionais e geológicos, os quais mostraram anomalias que não combinavam com o pensamento atual sobre a composição de Dione, a décima quinta maior lua em nosso sistema solar. De acordo com a pesquisa publicada no Geophysical Research Letters, os astrônomos acreditam que estas anomalias poderiam somente ser explicadas por um oceano profundo abaixo da superfície de Dione:
Foto da lua Dione, tirada pela sonda Cassini da NASA
Foto da lua Dione, tirada pela sonda Cassini da NASA

“Sua gravidade e seu formato podem ser explicados em termos de uma espessa crosta isostática por sobre um oceano global de 99 ± 23 km de profundidade, assim fornecendo a primeira evidência clara de um oceano atual dentro de Dione.”
Acredita-se que o oceano de Dione esteja bem abaixo de sua superfície composta de gelo e o silicato rochoso. Acredita-se ainda que outra das luas de Saturno, Encelado, tenha um oceano subterrâneo similar.
dione-corte
Dione pode ter uma crosta gelada, um oceano no meio e um núcleo rochoso.

O que é mais empolgante do que a descoberta to oceano de Dione é o fato de que ele esteja dentro de uma camada de rocha, criando condições, as quais acredita-se terem sido responsáveis pela proliferação da vida.
Attilio Rivoldini, co-autor da pesquisa publicada, acredita que a descoberta poderia ser inovadora na procura por vida fora da Terra:
“O contato entre o oceano e o núcleo rochoso é crucial. Interações entre a rocha e a água fornecem os nutrientes e a fonte de energia, ambos ingredientes essenciais para a vida.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/10/12/ha-um-oceano-numa-das-luas-de-saturno-e-possivelmente-vida-tambem/

Veja como era Marte quando tinha água !

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Obama quer enviar astronautas para Marte até 2030, e Elon Musk tem planos para a humanidade se tornar uma raça interplanetária… A colonização de Marte, em particular, está realmente em alta nas notícias.
Talvez a raça humana tenha começado originalmente em Marte, mas teve que abandonar aquele planeta após algum evento cataclísmico há milhares de anos, deixando para trás esta paisagem árida, com toda sua superfície rachada.
Mas há pessoas, como o engenheiro de software Kevin gill, que criaram imagens muito legais para nos dar uma ideia do que Marte poderia ter sido quando tinha oceanos e uma atmosfera similar à da Terra.
Gill criou um mapa digital daquele planeta, usando dados das sondas Mars Reconnaissance Orbiter e da Mars Orbiter Laser Altimeter da NASA. Então, ele usou um programa de edição de imagens para criar oceanos e flora, delineando o terreno de Marte:
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marte-com-agua3
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Gill criou um mapa digital daquele planeta, usando dados das sondas Mars Reconnaissance Orbiter e da Mars Orbiter Laser Altimeter da NASA. Então, ele usou um programa de edição de imagens para criar oceanos e flora, delineando o terreno de Marte:
O próprio Gill admitiu não ser um perito em ecologia ou astronomia, mas mesmo assim as imagens são muito lindas de serem apreciadas.
Contudo, a inclusão de uma biosfera, hidrosfera e atmosfera mostram exatamente o porquê deveríamos ir até lá.
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As maravilhosas cores verde e azul que vemos em Marte também devem nos lembrar que há muito trabalho para ser feito na conservação da Terra.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/10/17/veja-como-marte-era-quando-tinha-agua/


O Universo tem 10 vezes mais galáxias do que se pensava !

The image was taken by the Hubble Space Telescope and covers a portion of the southern field of the Great Observatories Origins Deep Survey (GOODS). This is a large galaxy census, a deep-sky study by several observatories to trace the formation and evolution of galaxies. Credit: NASA, ESA/Hubble
Imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble, mostrando uma minúscula porção do céu. Cada ponto brilhante que se vê é uma galáxia. Em cada galáxia, bilhões de estrelas, ou sóis. E só tem vida na Terra? (Foto crédito: NASA, ESA/Hubble)

Breve nota sobre uma notícia que está nas manchetes de astronomia de hoje:
Mais de um trilhão de galáxias estão se escondendo nas profundezas do espaço, descobriu um novo levantamento do Universo observável – 10 vezes mais galáxias do que pensavam existir.
Uma equipe de astrônomos internacionais usaram as imagens do espaço profundo e outros dados do Telescópio Espacial Hubble, para criarem um mapa 3D do Universo conhecido. Em particular, eles utilizaram as imagens de Campo Profundo do Hubble, as quais revelaram as galáxias mais distantes já vistas com um telescópio.
Então, os pesquisadores incorporaram novos modelos matemáticos para o cálculo de onde outras galáxias que não haviam sido captadas em imagens por um telescópio poderiam existir. O resultado dos cálculos é que o Universo tem, pelo menos, 10 vezes mais galáxias do que aquelas já conhecidas, mas estas galáxias desconhecidas provavelmente estão muito apagadas ou muito longe para serem vistas pelos telescópios de hoje.
Enquanto isto, alguns humanos ainda acham que somente há vida aqui neste planeta, e outros acham que a vida inteligente no Universo se auto-extinguiu.
A matemática não mente quanto a possibilidade de vida extraterrestre inteligente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/10/13/o-universo-tem-10-vezes-mais-galaxias-do-que-se-pensava/

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

NASA descobre pirâmides azuis nas crateras de Mercúrio !

Objetos extremamente invulgares foram fotografados na superfície de Mercúrio. Estes diferem da paisagem planeta para a sua forma e cor, para além do fato de que acaba por ser inexplicável sua posição nas crateras, o que requer a hipótese de que a estrutura pode ser o resultado da atividades de uma civilização extraterrestre.
As estruturas misteriosas têm atraído a atenção por sua cor azul brilhante que ninguém deve ver no planeta mais próximo do Sol. Em seguida, os pesquisadores têm chamado a atenção enfocando as sombras das estruturas que estão dentro das crateras e chegaram à conclusão de que eles têm uma forma piramidal e são claramente distinguíveis dos cantos nas bordas, o que é uma outra prova para a teoria origem artificial de objetos.
Neste momento, sabemos de vários avistamentos de pirâmides localizadas nas crateras vizinhas, mas a explicação científica para a origem destas estruturas foi fornecido por cientistas da NASA. Muitos ufólogos acreditam que este é outro sinal de que nosso sistema solar esta cada vez mais povoado por civilizações alienígenas.
 
Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

Prevê-se tempestade geomagnética nas próximas horas !

Buraco Coronal
Buraco coronal registrado pelo satélite SDO em 17 de outubro de 2016.

A presença de um gigantesco buraco coronal voltado em direção à Terra aumentou significativamente a velocidade do vento solar que está impactando nosso planeta. A previsão de clima espacial indica que nas próximas 24/48 horas teremos uma forte elevação do nível KP, que poderá chegar ao nível 7.
O buraco coronal visto nas imagens dos satélites SDO, da NASA, ocupa a grande parte da face solar. Neste momento a feição está voltada em direção à Terra e nas últimas horas arremessou bilhões de partículas carregadas que agora estão impactando a alta atmosfera do planeta.
De acordo com medições feitas em tempo real por sensores a bordo dos satélites, a velocidade do vento solar chegou a atingir 750 km/s na noite de domingo e pode aumentar ainda mais nas próximas horas e elevar fortemente o índice KP, que mede a instabilidade da ionosfera.
Segundo o Centro de Previsão de Clima Espacial, SWPC, dos EUA, essa instabilidade poderá chegar entre os níveis KP=6 e KP=7 e durar entre 24 e 48 horas, com as consequências mostradas na tabela abaixo. 
Tabela de Indice KP
Buraco Coronal

Um buraco coronal é uma região da coroa solar onde uma anomalia localizada no campo magnético da estrela permite que as partículas solares, anteriormente aprisionadas, escapem em alta velocidade em direção ao espaço.
Buracos coronais são comuns na face solar, mas quando a rotação da estrela os torna geoefetivos, ou seja, voltado para a Terra, as partículas são ejetadas em direção ao nosso planeta, causando as conhecidas tempestades geomagnéticas.
Os interessados podem acompanhar o desenvolvimento do evento e os efeitos associados em nossa página de monitoramento solar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Atencao_SWPC_preve_tempestade_geomagnetica_nas_proximas_horas&posic=dat_20161017-094736.inc

Corpo celeste batpizado como "Niku" localizado depois de Neptuno estudado por Astrónomos !

Corpo celeste batizado de "Niku" é estudado pos astrônomos; cientistas acreditam que objeto estaria girando em torno de planeta não descoberto
Nasa
Objeto foi batizado de "Niku" que, em chinês, significa "rebelde", porque corpo segue direção contrária da maioria

Niku significa "rebelde" em chinês. E, agora, é também o nome de mais um mistério a ser desvendado por astrônomos. Astronômos descobriram um corpo celeste localizado no sistema solar exterior depois de Netuno que se movimenta em uma órbita atípica, numa direção diferente da traçada por planetas ou asteroides que orbitam o Sol.
Segundo a revista New Scientist, o brilho do objeto é 160 mil vezes mais fraco que o de Netuno, o que significa que ele pode ter menos de 200 km de diâmetro. Mas o grande mistério é de sua órbita, na direção contrária da grande maioria dos objetos do sistema solar – inclusive da Terra. Além disso, orbita um plano que tem uma inclinação de 110º graus em relação ao sistema solar. Por isso, ganhou o nome de "Niku", rebelde.
"Espero que todo mundo tenha apertado os cintos de segurança, porque o sistema solar externo acaba de ficar muito mais estranho", tuitou a astrônoma Michele Bannister, da Queens University, em Londres.
De acordo com cientistas, sistemas planetários costumam ser planos, já que a nuvens de gás formadoras de estrelas criam um disco achatado de poeira e gás ao seu redor. As forças atuam para que todas as partículas ali girem na mesma direção.
Por isso, para qualquer coisa girar em outra direção ou ter uma inclinação diferente, ela tem que ter sido atingida por um outro objeto. Mas os cientistas ainda não sabem o que pode ter causado o fenômeno nesse caso.
"Sempre que há algo que não conseguimos explicar no sistema solar exterior, é muito interessante porque, de certa forma, está antecipando uma nova descoberta", disse à New Scientist Konstantin Batygin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos.
Uma hipótese que chegou a ser cogitada é a de que o objeto esteja sendo atraído pela mesma força gravitacional que age sobre um grupo de corpos celestes alinhados de forma pouco usual no Cinturão de Kuiper – área no limite extremo do sistema solar após Netuno. Esse grupo seria atraído por um planeta gigante que orbita o sol uma vez a cada 10 mil a 20 mil anos, o hipotético "Planeta Nove".
Mas Niku está perto demais do centro do sistema solar para fazer parte deste grupo. Também cogitou-se que poderia haver por ali um planeta anão, como Plutão, que ocasionasse esse efeito. Mas, até agora, nada foi descoberto.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Inexplicável fenómeno lunar indicia que algo estranho está a acontecer !

Depois de centenas de anos de observação detalhada e estudo, o nosso companheiro mais próximo no vasto universo a lua da Terra, continua a ser um enigma. Seis pousos na Lua e centenas de experimentos resultaram em mais perguntas sendo feitas do que respostas.
Densidade média da lua é 3,34 / cm3 gm (3,34 vezes um volume igual de água), enquanto que a da Terra é de 5,5. O que isto significa? Em 1962, o cientista da NASA Dr. Gordon MacDonald afirmou: ". Se os dados astronômicos são reduzidos, se verificar que os dados exigem que o interior da Lua é mais parecido com um buraco de uma esfera homogênea" Em 20 de novembro de 1969, o Apollo 12 tripulantes alijou o palco módulo de ascensão lunar causando panes na lua. O impacto da LM (cerca de 40 milhas do local de pouso da Apollo 12) criou um terremoto artificial com características surpreendentes - a lua reverberou como um sino por mais de uma hora, levando à conclusão de que a lua tem um invulgarmente luz - ou mesmo nenhum - núcleo. Este e fatos da lua mais estranhos no vídeo a seguir:

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

Avisos cósmicos - Chuva de estrelas e impacto de asteroide !


Fonte: http://jsomokovitz.blogspot.pt/

Planeta Terra não tem tanta quantidade de àgua que se supunha existir !

Quantidade de Agua na Terra
Embora os oceanos cubram cerca de 70% da superfície da Terra e pareçam abundantes e inesgotáveis, a quantidade de água na Terra não é tão grande quanto parece.
A imagem acima é um modelo matemático que mostra toda a reserva hídrica do planeta, acomodada dentro de uma pequena esfera de 1400 km de diâmetro. Toda a água da Terra está lá dentro, incluindo mares, rios, lagos, reservas subterrâneas e geleiras.
A imagem é um convite à reflexão, pois nem de longe podemos imaginar que a aparente vastidão de água disponível caiba em um espaço relativamente pequeno, responsável por sustentar a vida de toda a fauna e flora do planeta desde que as primeiras formas de vida surgiram, há pouco mais de 3.6 bilhões de anos, no período Arqueano.
Até hoje, os pesquisadores não são unânimes em afirmar como surgiu ou veio parar a água na Terra. Alguns sustentam que o precioso líquido está por aqui desde a formação do planeta e foi liberado aos poucos, durante as transformações ocorridas logo no início da formação do Sistema Solar. Outros cientistas acreditam que grande parte da água também tenha sido trazida de fora, por meio do choque de cometas e asteroides.

Futuro da Água

Independentemente de onde a água tenha vindo, as incertezas sobre o seu destino são muito grandes, principalmente no que diz respeito à enorme poluição produzida principalmente pelas indústrias e populações, capazes de contaminar as reservas e mananciais por períodos inimagináveis.
Naturalmente, não será por esse motivo que a água se esgotará do planeta, mas é um dos fatores, senão o mais importante, que faz com que a qualidade da água potável seja uma das principais preocupações dos gestores e governos.

Exemplo Marte

Além das causas antropogênicas, a dinâmica natural de muito longo prazo também preocupa.
Os estudos mostram que Marte já foi um planeta com rios e oceanos possivelmente caudalosos, mas que por algum motivo ainda não perfeitamente conhecido, desapareceram em algum momento do passado. Assim, o estudo sobre a geologia de Marte pode dar pistas significativas de como a Terra também poderá perder suas reservas hídricas daqui a milhões ou bilhões de anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Parece_mas_a_Terra_nao_tem_tanta_agua_assim!&posic=dat_20160912-102044.inc

Pesquisadores descobrem segundo maior meteorito do mundo !

Meteorito Gancedo, na Argentina
Momento em que o meteorito Gancedo é removido de sua cratera, criada há cerca de 4 mil anos.
 
A enorme rocha foi encontrada a 1100 km ao norte de Buenos Aires, capital da Argentina, e é o segundo maior meteorito já descoberto, perdendo apenas para o meteorito de Hoba, localizado na Namíbia, em 1920.
Meteorito Hoba
Turistas caminham ao redor do meteorito Hoba, na Namíbia

De acordo com a Associação Astronômica do Chaco, esse meteorito caiu perto da cidade de Gancedo, durante uma densa chuva de fragmentos metálicos ocorrida na região de Campo del Cielo, há cerca de 4 mil anos.

Segundo os pesquisadores, o meteorito de Gancedo, como passou a ser chamado, tem aproximadamente 30.8 toneladas, dois metros de diâmetro e é composto de 96,2% de ferro e 6,7% de Níquel.

O maior Meteorito

O maior meteorito que se tem notícia foi encontrado na Namíbia, em 1920.

Batizado de Hoba, a rocha metálica mede 2,7 x 2,7 x 0,9 m3 e pesa 60 toneladas e estima-se que tenha caído há 80 mil anos. Devido à sua grande massa, Hoba nunca foi removido do local do impacto, próximo de Grootfontein, na região de Otjozondjupa.

Hoba é o maior meteorito conhecido (em um único bloco) e também o mais maciço objeto de ferro de ocorrência natural que se conhece na superfície da Terra.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Pesquisadores_descobrem_segundo_maior_meteorito_do_mundo&posic=dat_20160914-102317.inc

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Entenda porque os terramotos não podem ser previstos !

Terremoto
Devido aos diversos terremotos que ocorreram nos últimos anos e a alguns abalos de pequena intensidade registrados no Nordeste brasileiro, as pessoas passaram a se perguntar por que esses sismos não foram previstos com alguns dias de antecedência, permitindo a possível evacuação das áreas de risco.
Sem dúvida, o alerta antecipado sobre um possível terremoto de grande magnitude evitaria, senão o prejuízo material, a perda de um grande número de vidas, que poderiam deixar calmamente suas residências e procurar um local aberto onde pudessem aguardar até o perigo passar. No entanto, esse tipo de alerta ainda é um sonho entre os sismologistas, profissionais que estudam os movimentos da Terra.

Placas tectônicas

Com exceção dos abalos que ocorrem devido ao acomodamento do solo, como os registrados no Brasil, a maior parte dos terremotos mundiais ocorre na junção das placas tectônicas, gigantescos retalhos sobre os quais os continentes, mares e cordilheiras estão assentados e que estão em constante movimento de flutuação sobre o magma incandescente abaixo delas. 
Placas tectônicas
As placas tectônicas são enormes blocos de rocha sobre oos quais continentes e oceanos estão assentados. Esses blocos estão à deriva, impulsionados pelas correntes e convecção geradas no centro da Terra. Para saber mais acesse: Núcleo da Terra: A usina de força que produz terremoto

À medida que se movimentam, as placas tectônicas produzem diversos tipos de esbarrões e escorregões entre si e são esses movimentos os responsáveis pela formação das cordilheiras, fossas oceânicas, atividade vulcânica, cordilheiras meso-oceânicas, terremotos e tsunamis.
Ao todo existem sete placas principais e um vasto número de placas secundárias, cada uma delas com movimento e dinâmicas próprias, com milhares de pontos que se tocam, deslizam e se afastam de maneira completamente caótica, sem que se saiba com clareza onde a tensão provocada pelo movimento está se acumulando ou diminuindo. São nessas regiões que ocorrem os terremotos, a liberação abrupta da energia acumulada ao longo do tempo.

Dificuldades

O maior objetivo dos sismologistas é tentar prever o ponto exato onde haverá a liberação de energia, mas devido à enorme quantidade de parâmetros envolvidos e a inexistência padrões e sinais claros sobre a atividade sísmica, essa previsão ainda não é possível e somente em casos extremamente raros as tentativas de previsão podem dar algum resultado, mesmo assim questionadas por muitos institutos.

Haiti

No caso do Haiti, por exemplo, os cientistas já haviam alertado que a região, situada exatamente na junção entre as placas tectônicas norte-americana e caribenha, estava acumulando grande tensão havia centenas de anos e que a energia poderia ser liberada a qualquer momento na forma de um poderoso terremoto. Essa constatação foi possível devido às medições nos movimentos das placas e potencial de energia acumulada, mas estava longe de se tornar uma previsão uma vez que era impossível dizer quando e em que ponto da junção ocorreria a ruptura e qualquer tentativa de prognóstico seria apenas um palpite.

Califórnia

O mesmo ocorre com a região da costa oeste da Califórnia, onde a placa do pacífico desliza contra a placa norte-americana, a chamada falha de San Andreas. Segundo os pesquisadores, em algum ponto dessa interface poderá ocorrer um sismo de grande magnitude a qualquer momento, mas não se sabe exatamente onde nem quando, uma vez que a junção tem aproximadamente 3 mil quilômetros de extensão e milhares de pontos de estresse mecânico.
A grande quantidade de cidades que se encontram sobre a falha, entre elas São Francisco e Los Angeles, fizeram com que os engenheiros desenvolvessem novas tecnologias de construção capazes de compensar os efeitos dos tremores, mas até hoje não foram testadas sob um intenso abalo de 7 graus como o que atingiu o Haiti.

Sistemas de Alerta

Diante à impossibilidade de prever quando e onde os terremotos acontecerão, mas conhecendo as características de propagação das ondas sísmicas, os cientistas partiram para o desenvolvimento de sistemas de alertas que possam avisar com antecedência a população das cidades. No Japão, por exemplo, os pesquisadores criaram um sistema de aviso de tremores capaz de avisar com 10 segundos de antecedência a chegadas das ondas. Apesar de parecer pouco tempo, 10 segundos de antecedência permitem que as populações deixem suas casas ou procurem abrigo em local seguro, onde possam se proteger ante a chegada do tremor inevitável.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Terremotos_Entenda_porque_os_abalos_nao_podem_ser_previstos&posic=dat_20100118-094642.inc

Astrónomos Russos captam potente sinal nteligente proveniente do espaço exterior !

Descoberta renova interesse na busca por vida inteligente extraterrestre. Sinal vem da direção de uma estrela similar ao Sol
Um grupo de astrônomos russos afirma ter identificado um potente sinal de rádio vindo do espaço, descoberta que renovou o interesse da comunidade científica na busca por vida alienígena inteligente.
No caso, o sinal foi detectado em 2015 por um poderoso radiotelescópio russo que rastreia o céu em busca de sinais de inteligência. Mas só agora, a descoberta veio a público quando Paul Gilster, por meio do seu site Centauri Dreams reportou o achado. Gilster dedica seu tempo analisando pesquisas científicas sobre a exploração do espaço profundo.
Gilster ressalta que o sinal encontrado poderia levar a pensar na transmissão de inteligência extraterrestre, mas alerta que também poderia ser uma decepcionante interferência de rádio ou até mesmo resultado de um fenômeno natural. De toda forma, diz ele, a descoberta é digna de um estudo mais aprofundado. 
O sinal em questão vem da direção de uma estrela similar ao Sol, a HD164595, que se encontra na constelação de Hércules. Com distância de cerca de 95 anos-luz da Terra, a estrela é conhecida por ter pelo menos um planeta orbitando em volta dela.
A equipe de astrônomos da Academia de Ciências da Rússia detalhou que é muito cedo para determinar a natureza e a origem do sinal.
Há ainda a possibilidade de que o sinal encontrado tenha origem nas frequências de rádio usadas pelos militares. O site Ars Technica ressalta essa relação ao entrevistar Nick Suntzeff, um astrônomo da Universidade do Texas. Segundo ele, se tal fonte fosse astronômica, “ela seria um tanto quanto estranha”. Para ele, não está fora de questão que se trate de algum tipo de comunicação feita entre estações no solo e satélites.
“Eu seguiria isso, se eu fosse os astrônomos, mas eu também não iria exagerar o fato de que isso pode ser um sinal de SETI, dada a possibilidade significativa de que poderia ser algo militar”, disse o especialista, referindo-se ao programa Search for Extraterrestrial Intelligence.
Em entrevista ao The Verge, Seth Shostak, diretor do SETI Research, adverte para as pessoas não criarem muitas expectativas em relação a descoberta. 
Há muitas explicações diferentes possíveis para o que causou a detecção, e até que um sinal seja captado novamente pelo mesmo ponto no céu, ninguém pode assumir que seja um planeta com vida alienígena. Sinais como este já foram captados algumas vezes antes, lembra Shostak. “Eu diria que é um sinal de mistério, mas os sinais de mistério não são novos”, disse Shostak ao The Verge. 

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Próxima Centauri B semelhante ao planeta Terra descoberto em nosso quintal cósmico !

Em 24 de agosto um recém confirmado exoplaneta chamado Proxima Centauri B parece ser o principal candidato para uma casa cósmica.
Nos últimos anos a busca de exoplanetas (planetas fora do nosso sistema solar) tem sido produtiva e emocionante. Desde o seu início oficial em 1988, descobrimos mais de 3.500 exoplanetas confirmados.
Mais especificamente, a pesquisa é para planetas como a Terra. Mais importante, nós procuramos planetas que orbitam dentro de uma determinada distância de sua estrela, conhecida como zona habitável . É nesta zona que específica um planeta pode suportar a presença de água no estado líquido. Quando esta é a água líquida, não é oxigênio e em que há oxigênio existe ou poderia ser vida.
A que distância esta a Proxima Centauri B?
Proxima Centauri, a estrela mais próxima da Terra
O novo exoplaneta emocionante foi confirmado que orbita a estrela Proxima Centauri, que é 4.42 anos-luz de distância. Em termos cósmicos, isso é certo em nosso próprio quintal, por assim dizer. Verdadeiramente, esta é uma estrela mais próxima do nosso sistema solar. Agora, em termos humanos, isto é cerca de 25 trilhões de milhas de distância, o que coloca problemas óbvios.
Infelizmente, mesmo viajando a 150.000 milhas por hora nos levariamos cerca de 18.000 anos para alcançar a estrela vizinha. Mas, como a tecnologia avança mais próximas décadas, os especialistas esperam desta vez diminuir muito.
O objetivo, como sempre foi, é encontrar maneiras de aumentar a nossa velocidade de viagem e métodos. Como a velocidade da luz é o limite de velocidade oficial do universo, o objetivo é viajar o mais próximo a esta velocidade possível. Se algum dia pudermos viajar a velocidades da luz, viajando para Proxima Centauri B seria uma viagem curta de 4 anos.
Poderia haver vida na Proxima Centauri B?

Confirmando que um planeta orbita na zona habitável é apenas um passo para determinar se ele pode abrigar vida. Por exemplo, Vênus esta dentro da nossa zona habitável e é um dos lugares mais letais em todo o nosso sistema solar. Como muitos planetas, Vênus provavelmente perdeu sua atmosfera na sua jovem vida devido aos materiais bombardeando duros do Sol.
Duas características principais são a chave para a habitabilidade do planeta: atmosfera e campo magnético. Ambos os itens protegem um planeta a partir de materiais de entrada mortais de estrelas e o resto do universo. Sem esses protetores, até mesmo planetas na zona habitável, como Proxima Centauri B pode ser baldios congelamento estéreis.
Parte da busca de um planeta irmão humano é massa. Como podemos ver nos grandes planetas como Júpiter , o excesso de massa cria ambientes totalmente inadequadas para a vida humana. Felizmente, Proxima Centauri B é pensado para ser em torno de 1,3 vezes o tamanho da Terra, que é um tamanho completamente aceitável (e emocionante) para um planeta.
Além disso, se Proxima Centauri B ainda tem o seu ambiente, a sua temperatura pode ser tão alta como 86º F no lado ensolarado, e tão baixa quanto -22º no lado sombreado. Estas são temperaturas absolutamente gerenciáveis ​​para as formas de vida humanas.
O que vem a seguir para a Proxima Centauri B?

Semelhante à maioria das descobertas astronômicas, o próximo passo é a investigação, pesquisa e mais pesquisa. Em vez de jorrar fora para visitar o planeta recém-descoberto, os astrônomos provavelmente vai empurrar telescópios para seus limites para investigar mais profundamente o mundo.
Independentemente disso, esta descoberta marca uma viragem na ciência. Este é um tiro de esperança e confiança de que a Terra como planetas que orbitam estrelas semelhantes em zonas habitáveis.
Além disso, encontrar um planeta que orbita a estrela mais próxima da Terra depois de anos de observações nos dizem que se continuarmos buscando estamos propensos a encontrar esses planetas em muitos lugares. Este tipo de impulso só vai continuar a aquecer a busca de exoplanetas habitáveis.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

O maior Telescópio do Mundo poderá captar extraterrestres !

Trabalhadores instalaram os últimos painéis do equipamento, deixando a máquina preparada para entrar em operação no mês de setembro deste ano
O maior telescópio do mundo já está pronto para funcionar e iniciar uma verdadeira caçada por seres extraterrestres. O governo chinês é o responsável pela construção do equipamento estimado em US$ 180.000.000.
Segundo o site Curiosidades, trabalhadores já instalaram os últimos dos 4.450 painéis do equipamento, deixando a máquina preparada para entrar em operação no mês de setembro.
Localizado na província de Guizhou, no sudoeste do país, o telescópio tem o tamanho de 30 campos de futebol e possui 500 metros de diâmetro. Ele representa um grande impacto científico sobre a astronomia. O projeto foi comandado por Nan Rendong, cientista-chefe da Academia de Ciências.
As obras de construção do telescópio começaram em 2011. Especialistas afirmam que este equipamento apresenta um potencial de 5 a 10 vezes maior do que os telescópios atuais para descobrir uma civilização alienígena.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

NASA encontra vulcão que expele água e sal no planeta anão Ceres !

Um vulcão de água gelada com metade do tamanho do Everest. Parece umaatração de parque aquático, mas é a nova arma do asteroide Ceres para ganhar alcançar a fama. A descoberta feita pela equipe de Ottaviano Ruesch, da NASA, foi publicada na Science. 

Descoberto no século 19, o irmão de Plutão foi inicialmente alçado ao título de provável décimo planeta do Sistema Solar, mas as definições de planeta anão foram atualizadas, e Ceres acabou rebaixado à mesma categoria do ex-nono planeta.

Para os parâmetros de sua vizinhança, porém, Ceres é bem nutrido: um terço de toda a massa do cinturão de asteroides que fica entre Marte e Júpiter corresponde a ele. Não bastasse o tamanho razoável, ele ainda prega peças nos observadores. Já foram registradas crateras que desapareceram de sua superfície sem deixar vestígios e inexplicáveis manchas brilhantes.

Sua nova carta na manga é o vulcão Ahuna Mons, que, em vez de lava, expele água e sal. Isso mesmo, uma ótima ideia para colocar um pouco de macarrão na mistura e improvisar um jantar cósmico. O nome do vulcão é criovulcão, ou vulcão gelado.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Descoberto dois Planetas muito semelhantes à Terra que podem albergar vida inteligente !

Recentemente foram descobertos dois planetas muito parecidos com a Terra, seu tamanho, sua temperatura e até mesmo sua localização torna um lugar perfeito para a vida que possa existir quem sabe vida inteligente? Estes planetas estão localizados na constelação de Aquário que vamos falar no vídeo abaixo, mostrando uma série de interpretações artísticas de como esses dois planetas seriam tão semelhantes ao nosso.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Hubble revela distorção do espaço-tempo prevista por Einstein !

Lente Gravitacional
A cena mostra o gigantesco aglomerado de galáxias Abell S1063, situado a mais de 4 bilhões de anos-luz, rodeado por diversas outras galáxias aparentemente distorcidas pela curvatura do espaço-tempo.

A distorção do espaço causada por objetos de grande massa foi prevista a mais de um século por Albert Einstein e pode ser vista claramente nesta imagem, registrada pelo telescópio espacial Hubble. A cena mostra o gigantesco aglomerado de galáxias Abell S1063, situado a mais de 4 bilhões de anos-luz. Ao redor do aglomerado, diversas outras galáxias também podem ser observadas, algumas delas distorcidas como as imagens vistas em um espelho de parque de diversões.
Essa distorção é conhecida como "distorção do espaço" e é causada pela gigantesca gravidade criada pela presença do aglomerado Abell S1063, que curva o espaço e consequentemente a luz vinda das galáxias vizinhas.
O interessante da cena é que muitas dessas galáxias estão na realidade atrás do aglomerado e só podem ser vistas graças à "distorção do espaço". Esse fenômeno cria uma ferramenta natural conhecida como "lente gravitacional", que curva a luz vinda das galáxias que estão atrás do aglomerado, o que permite que sejam observadas e estudadas pelos astrônomos.

Einstein e o eclipse de Sobral

A primeira vez que a curvatura do espaço-tempo foi observada na prática ocorreu durante o eclipse solar de 1919. Naquela ocasião, um grupo de astrônomos da Royal Astronomical Society de Londres veio até a cidade de Sobral, no Ceará, com o objetivo de medir o desvio da luz de uma estrela ao passar pela borda do disco solar. A ideia era comprovar ou refutar a teoria de Einstein.
Segundo Einstein, a luz da estrela deveria ser desviada em 1,75 segundos de arco, duas vezes maior que o previsto pela teoria de Newton.
No dia do eclipse, em 29 de maio, os cientistas fizeram sete boas imagens do fenômeno e em novembro do mesmo ano a Royal Astronomical Society anunciou que os resultados obtidos confirmavam o desvio da luz e consequentemente a teoria de Albert Einstein. 
Eclipse de Sobral
À esquerda, destaque do New York Times de 10 de novembro de 1919, onde se lê sobre o sucesso da confirmação da Teoria de Albert Einstein. À direita, ilustração do experimento do eclipse de Sobral, publicado pelo London News, em 22 de novembro de 1919.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Hubble_revela_distorcao_do_espaco-tempo_prevista_por_Einstein&posic=dat_20160722-102852.inc


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