sábado, 2 de abril de 2016

SETI - Vai iniciar nova fase de buscas por vida extraterrestre !

O Allen Telescope Array, do Instituto SETI, no norte da Califórnia, procura por sinais que poderiam ter sido gerados por vida alienígena inteligente. Crédito: Instituto SETI
O Allen Telescope Array, do Instituto SETI, no norte da Califórnia, procura por sinais que poderiam ter sido gerados por vida alienígena inteligente. Crédito: Instituto SETI
 
Vai começar a mais nova fase de buscas por sinais de vida inteligente no universo. O Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI, na sigla em inglês) anunciou esta semana que deverá retomar as buscas por sinais de rádio deliberadamente produzidos por civilizações em nossa galáxia, e não é pegadinha de 1º de abril!
O projeto SETI, em si, foi idealizado na década de 1960 por Frank Drake que propôs que civilizações avançadas, tanto quanto a nossa pelo menos, fariam uso de ondas de rádio cotidianamente. Seja para a transmissão de programas de TV, seja para comunicações entre colônias espalhadas pela Via Láctea. Quem sabe, até mesmo usadas também em tentativas de estabelecer comunicação com outras civilizações.
O projeto SETI já passou por várias fases e iniciativas, a mais famosa foi quando, diante de uma quantidade enorme de dados, pediu ajuda para cidadãos comuns os processarem em casa. No projeto SETI em casa, o interessado pode baixar um pacotão que inclui o programa de processamento e um bloco de dados obtidos pelas antenas do projeto. Quando o computador fica ocioso, o programa entra em funcionamento e passa a processar os dados brutos. Funciona como um descanso de tela. Se algo suspeito for encontrado, uma mensagem é automaticamente enviada ao instituto e a partir daí os cientistas envolvidos fazem uma análise mais cuidadosa do mesmo pacote de dados.
O projeto passou por muitos maus momentos. Depois de um financiamento inicial das agências de pesquisa norte americanas, o SETI ficou sem dinheiro. Na década de 1990, empresários que ficaram bilionários com empresas de computação e internet passaram a patrocinar a iniciativa e o projeto ganhou novo fôlego, com a compra de antenas para formar a sua própria rede, equipamentos de processamento e a criação de um instituto propriamente dito. A instituição agora conta com pesquisadores em vários ramos da ciência, como astronomia, astrofísica, astrobiologia e ainda atua no campo da educação e divulgação científica, produzindo e distribuindo material didático.
Com recursos particulares vindo de empresas como HP, Google e Microsoft, o instituto SETI passou comandar as iniciativas de busca por sinais de vida inteligente. Sempre que algum exoplaneta com potencial de abrigar vida é descoberto, o instituto aponta suas antenas na sua direção para tentar captar algum sinal de rádio escapando para o espaço. Assim como temos aí mais de 50 anos de transmissões de televisão escapando para o espaço, mais tempo ainda de rádio, uma civilização que tenha atingido o mesmo nível de sofisticação tecnológica também deve estar fazendo o mesmo.
O projeto, nessa concepção, tem grandes chances de fracasso infelizmente. Além de não haver nenhum sinal suspeito a ser investigado, é impossível olhar para todas as direções da galáxia, mesmo que seja ao longo dos anos. Várias décadas seriam necessárias para completar essa varredura e seria preciso que na hora exata da observação, o planeta teria que estar emitindo ondas de rádio e na frequência “certa”, a frequência da escuta aqui na Terra. Por isso os recursos públicos cessaram.
Mas com recursos particulares e, vez ou outra, doações de milionários empolgados aliados a uma estratégia inteligente, as chances ficam mais promissoras.
A nova fase do SETI visa agora observar 20 mil anãs vermelhas próximas do Sol ao longo dos próximos 2 anos. As anãs vermelhas se constituem na maioria das estrelas do universo, são menores e mais frias que o Sol. São também mais longevas, o tempo de vida de uma anã vermelha excede a idade atual do universo, ou seja, a primeira anã vermelha que surgiu desde o Big Bang ainda está brilhando. Em 15 bilhões de anos, uma civilização pode começar, se desenvolver até o nosso patamar tecnológico e sumir do mapa umas 3 vezes, o que melhora muito as chances de encontrar alguém.
Mesmo com tudo isso a favor, as anãs vermelhas sempre foram desprezadas em projetos de busca sistemática do SETI. Em outros tempos, a preferência recaía por estrelas do tipo do Sol e a mudança de paradigma se deu por causa dos avanços nas pesquisas decorrentes da enxurrada de dados obtida pelo satélite Kepler, principalmente. Por exemplo, a zona habitável de uma anã vermelha (aquela região do espaço ao redor de uma estrela em que a radiação consegue manter a água em estado líquido) é menor do que a zona habitável do Sol. Mais próxima da estrela, o planeta sincroniza o seu movimento de tal modo que sempre vai mostrar a mesma face, deixando um lado com dia eterno e outro com noite eterna. Até recentemente, acreditava-se que com essa configuração, o planeta viveria extremos de temperatura: muito alta na face iluminada e muito baixa na face escura e isso é péssimo para o desenvolvimento de vida. Só que simulações têm mostrado que a atmosfera e os oceanos do planeta conseguiriam distribuir o calor pelo planeta através da circulação de ventos, amenizando a condições climáticas, principalmente perto da região de transição claro/escuro.
Segundo as estatísticas obtidas com o satélite Kepler, é bem possível que 50% das anãs vermelhas possuam pelo menos um planeta, o que deixa um potencial de 10 mil para serem “escutados” neste programa. Isso nesta primeira lista, pois o total de anãs vermelhas próximas catalogadas chega a 70 mil!
Apesar do ceticismo de boa parte da comunidade astronômica, o projeto deve durar os dois anos planejados com o SETI usando seu conjunto de 42 antenas de rádio localizadas no estado da Califórnia. Além desse conjunto, outros radiotelescópios podem se juntar a essa campanha, como o Arecibo. Mas não tem outro jeito, o negócio é esperar e torcer!

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/04/02/seti-vai-comecar-nova-fase-de-buscas-por-vida-extraterrestre/


O Triângulo Mortal - Será que ciência resolveu o mistério do Triângulo das Bermudas ?

O Triângulo das Bermudas esta nas manchetes esta semana, graças a um trabalho da Arctic University, onde pesquisadores da Noruega mostram bolhas de metano oceânica que podem causar "enormes erupções," bolsas de ar grandes o suficiente para engolir navios. As bolhas gigantes observados e explicados pela equipe norueguesa foram no Mar de Barents, que está longe de Hamilton, mas um fenômeno similar poderia  resultar em desaparecimentos misteriosos. A pesquisa postula como provável uma teoria como qualquer outra para o desaparecimento dos barcos no Mar dos Sargaços.
 
Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

terça-feira, 29 de março de 2016

Asteroide de grandes dimensões atingiu o planeta júpiter !

Impacto em Jupiter
Um forte impacto, similar ao choque de um cometa, foi observado recentemente por astrônomos amadores e até agora ninguém sabe exatamente o que aconteceu. O choque foi registrado em vídeo e mostra um enorme clarão na atmosfera jupteriana.

O impacto ocorreu às 00:18 UTC do dia 17 de março de 2016 (21h18 BRT) e foi registrado pelo astrônomo amador Gerrit Kernbauer, de Mödling, na Áustria, mas só foi comunicado ontem, dia 27, após uma análise das imagens registradas. 
Após a notícia, diversos astrofotógrafos passaram a procurar em imagens de arquivos pelo suposto impacto, também confirmado pelo astrônomo amador John McKeon, que fez um vídeo do choque.

A cena mostra quando uma gigantesca bola de fogo explode no limbo jupteriano, provavelmente devido à penetração de um objeto na alta atmosfera gasosa do planeta. O evento lembra o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9, que em 1994 atingiu Júpiter após ter se fragmentado.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Video_asteroide_de_grandes_dimensoes_atinge_o_planeta_jupiter&posic=dat_20160328-194034.inc

 

segunda-feira, 28 de março de 2016

Tempestade solar dispara auroras de raios-x sobre o planeta Júpiter !

Aurora em Jupiter
Pela primeira vez, cientistas registraram o impacto de uma tempestade solar contra o planeta Júpiter e os resultados mostram que o fenômeno é centenas de vezes mais energético que na Terra. 
Aqui na Terra, o impacto das partículas carregadas vindas do Sol ionizam os átomos de oxigênio e nitrogênio presentes na alta atmosfera, produzindo um espetáculo de luzes verdes e vermelhas que parecem dançar nos céus das localidades extremas do planeta.
Em Júpiter acontece a mesma coisa, mas os processos que levam à ionização dos átomos ainda não são bem compreendidos e os estudos estão apenas começando.

Tempestade Solar
 
Utilizando dados do observatório espacial Chandra, especializado em detecções no comprimento de onda dos raios-x, uma equipe de pesquisadores conseguiu registrar pela primeira vez o momento exato em que o gigante gasoso é bombardeado pelas partículas de uma tempestade solar.
O impacto da tormenta foi monitorado durante duas observações de 11 horas, em outubro de 2011 e as primeiras análises mostraram que a magnetosfera de Júpiter se retraiu mais de 2 milhões de quilômetros durante a tempestade.
Além disso, o estudo sugere que a interação entre as partículas solares e a magnetosfera jupteriana dispara a produção de raios-x no interior das auroras em formação, um fenômeno que não é observado na Terra.

Pulsos rápidos
 
Durante o impacto das partículas, os pesquisadores também notaram a existência de um curioso "hot spot" de raios-x no interior das auroras, que rotacionava junto com o planeta e emitia pulsos a cada 26 minutos, como um farol planetário.
Em 2000, um "hot Spot" similar já havia sido observado junto às auroras, mas que piscava mais lentamente, emitindo um pulso a cada 45 minutos. 
Aurora nos polos de Jupiter
Briga de forças

"Ao que tudo indica, há uma constante e gigantesca briga de forças entre o vento solar e a magnetosfera de Júpiter e nós precisamos entender como funciona essa interação", disse William Dunn, líder do estudo junto ao Laboratório de Ciências Espaciais da University College London.
No entender do pesquisador, o estudo do movimento das auroras permitirá aprender mais sobre a região do espaço controlada pelo intenso campo magnético de Júpiter e como ele é influenciado pelo Sol.
"A compreensão dessa relação é importante para o estudo de incontáveis objetos magnéticos existentes em nossa galáxia, incluindo os exoplanetas, estrelas de nêutrons e anãs marrons", explicou o cientista.

Auroras Gigantes
 
Segundo o trabalho, durante um bombardeio solar as auroras jupterianas se tornam oito vezes mais brilhantes que as normais e cobrem região planetária muito mais extensa. Além disso, as luzes são centenas de vezes mais brilhantes que as observadas na Terra, o que torna nossas maravilhosas auroras polares simples fagulhas em noites de São João.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Tempestade_solar_dispara_auroras_de_raios-x_no_planeta_Jupiter&posic=dat_20160328-084918.inc


quinta-feira, 24 de março de 2016

Descoberto Planeta com a órbita mais excêntrica já vista !

Crédito: NASA
A renderização de um artista mostra o planeta em questão, que é o mais excêntrico já descoberto, passando próximo de sua estrela.  O Professor Assistente de Física e Astronomia da SF State, Stephen Kane, é o autor principal do estudo que detalha a órbita altamente irregular do planeta:  Crédito NASA
 
A seguinte descoberta foi publicada no site The Astrophysical Journal:
Astrônomos observaram um planeta extra-solar a aproximadamente 117 anos-luz da Terra, o qual apresenta a órbita mais excêntrica já vista.
Uma equipe liderada pelo astrônomo Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco (SF State), detectou um sinal de luz refletido de um planeta conhecido como HD 20782 – um “clarão” de luz estelar refletindo da atmosfera do planeta excêntrico, à medida que ele fazia sua órbita mais próxima de sua estrela.
“A luz refletida poderia dizer aos pesquisadores mais sobre como a atmosfera de um planeta como o HD 20782 reage quando passa a maior parte de seu tempo longe de sua estrela, e então tem uma aproximação onde ele é aquecido de forma rápida pela estrela”, disse Kane uma liberação de imprensa.
Embora os planetas em nosso sistema solar tenham órbitas quase que circulares, os astrônomos descobriram vários planetas exosolares com órbitas altamente elípticas ou excêntricas, e observações anteriores do HD 20782 sugeriram que o planeta pode ter uma órbita extremamente excêntrica.
O HD 20782 possui a órbita mais excêntrica conhecida, medida à uma excentricidade de .96. Isto significa que ele se move numa elipse quase que achatada, viajando um longo caminho, longe de sua estrela, e então fazendo uma volta rápida e furiosa ao redor de sua estrela em sua aproximação mais próxima.
“Ao ponto mais longínquo de sua órbita, o planeta é separado de sua estrela por 2,5 vezes a distância entre o Sol e a Terra. Em sua maior aproximação, ele chega a até 0,06 da mesma distância entre a Terra e o Sol – muito mais próximo que Mercúrio comparado ao nosso Sol”, disse Kane. 
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Este gráfico mostra a órbita do planeta HD 20782, relativa aos planetas internos de nosso sistema solar.

“Ele possui por volta da massa de Júpiter, mas está indo ao redor de sua estrela como um cometa.”
A atmosfera do planeta [HD 20782] não tem chance de reagir”, disse Kane. “O período que ele demora para ir ao redor da estrela é tão rápido que não há tempo para remover todo o material gelado que constitui a atmosfera tão refletiva.”
Os astrônomos não podem determinar a exata constituição da atmosfera do HD 20782 ainda, mas esta observação mais recente sugere que ele poderia ter uma atmosfera similar a Júpiter, com cobertura de nuvens altamente refletivas.
“Quando vemos um planeta como este, que está numa órbita excêntrica, pode realmente ser difícil tentar explicar como ele ficou desse jeito”, explicou Kane. “É como olhar para a cena de um crime, como aquelas pessoas que examinam padrões de sangue espirrado nas paredes. Você sabe que algo ruim aconteceu, mas precisa descobrir o que foi que causou isso.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/03/24/e-encontrado-planeta-com-a-orbita-mais-excentrica-ja-vista/

quarta-feira, 23 de março de 2016

SETI deveria considerar buracos negros como alvos em potencial para a procura de extraterrestres !

Parabólicas
Ao contrário da visão da Disney, entrar num buraco negro não o tornará Satã 2.0, reinando sobre legiões de condenados. Ao invés disso, o interior de um buraco negro é realmente escuro e insignificante. Todavia, ele não é o destino, mas a jornada. TopTrending publicou um ótimo vídeo (em inglês) no YouTube, ilustrando os efeitos bizarro de uma aproximação dessa singularidade.
Como o vídeo ilustra, o maior fenômeno experimentado é a dilatação do tempo quando uma pessoas se aproxima do ‘ponto de não retorno’, chamado de ‘horizonte de evento’. Aqueles do lado de fora verão a nave descer vagarosamente, até que ela para, ficando presa como uma mosca em âmbar. Aqueles viajantes estarão efetivamente fora da linha do tempo subjetiva do Universo. Para cada um de seus minutos, décadas, séculos ou milênios se passaram do lado de fora. Este fenômeno tem implicações para a procura por vida extraterrestre.
“Onde estão todos?” é a questão central do Paradoxo de Fermi. Quando apontamos nossos olhos e ouvidos em direção ao céu, nos deparamos com um silêncio profundo. Por meio século a humanidade tem feito varreduras do céu, à procura de sinais que afirmem não estarmos sós no Universo. A banda de rádio que possui a maior promessa de detecção de vida similar à nossa fica entre 1420 e 1666 megahertz. Também conhecido como o ‘buraco d’água’, estas frequência correspondem com os comprimentos de onda de radicais hidroxila (OH, 18cm) e hidrogênio (H, 21cm), constituindo H2O, também conhecido como água. Esta parte do espectro de rádio é relativamente silenciosa, tornando-a perfeita para escutar a vida extraterrestre, considerando a menção inspiradora de Bernard Oliver: “Onde encontraremos nossos vizinhos? No buraco d’água, onde as espécies sempre se reúnem”.
De forma frustrante, esta banda e outras têm estado muito quietas. De acordo com dados do observatório Kepler poderia haver até 40 bilhões de mundos habitáveis em nossa galáxia. Em 2012, Thomas Hair e Andrew Hedman modelaram a expansão de civilizações interestelares, concluindo que uma civilização viajando a 1/4 de 1% da velocidade da luz, poderia colonizar a galáxia em 50 milhões de anos. Com base nesses dados, os céus deveriam estar fervilhando com conversas.
Já que a viagem mais rápida do que a velocidade da luz não é uma possibilidade teórica, as civilizações estão enroscadas com naves mais lentas do que a luz. À medida que eles pulam entre sistemas estelares, esses seres seriam mais prováveis de encontrar mundos vazios, ou planetas cheios de primitivos, ao invés de colegas que conseguem viajar até o espaço. Ao invés de desperdiçarem tempo e recursos valiosos caçando uma outra civilização, uma espécie poderia esperar pelos resto do Universo e se reunir dentro de um buraco negro.
A procura por vida extraterrestre ao redor de um buraco negro levanta muitas questões. Onde procurarmos? Procurarmos por o que?
Em 2014, o Nuclear Spectroscopic Telescope Array (NuSTAR) da NASA e o observatório Swift podem ter observado um pista. Buracos negros são cercados de coronas, constituídas de partículas energética que se movem à uma fração da velocidade da luz, e emitem raios-X. O NuStar e o Swift observaram a corona do supermassivo buraco negro Markarian 355 entrar em colapso, antes de ser expelida, emitindo uma labareda de raio-X. Há a possibilidade de que um evento como este seja intencionado a ser um farol para atrair a curiosidade de outros para darem uma olhada mais próxima a esses esconderijos alienígenas em potencial 
Se este for o caso, desculpando-se do Dr. Oliver, “Onde encontraremos nossos vizinhos? Num buraco negro, onde espécies irão se reunir num futuro longínquo.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/03/19/seti-deveria-considerar-os-buracos-negros-como-alvos-em-potencial/

NASA afirma que vida alienígena pode existir no nosso sistema solar !

Europa, lua de Júpiter.
Será que chegou a hora do desacobertamento? De acordo com alegações de importantes cientistas da NASA, a vida alienígena pode existir em nosso sistema solar, e dentro de uma década encontraremos evidência.
Milhões de pessoas ao redor do mundo estão convencidas de que não somos os únicos organismos no Universo. Muitos acreditam que em algum lugar lá fora, nos vastos confins do cosmos, outros organismos vivos habitam os planetas.
A última declaração da NASA, porém, coloca esta possibilidade de vida alienígena dentro do nosso sistema solar como sendo extremamente provável. De acordo com declaração do Dr. Kevin Hand, um astrobiólogo do laboratório de Propulsão à Jato da NASA, a procura por vida alienígena poderia ser frutífera na próxima missão planejada para Europa, uma das luas de Júpiter, o que poderia levantar evidências que provariam não estarmos sós no Universo.
“A questão se a vida existe além da Terra é uma das mais profundas e não resolvida da humanidade.” – Dr. Kevin Hand
Durante um evento na Royal Institution, o Dr. Hand delineou que a nossa compreensão dos oceanos da Terra nos tem levado por um longo caminho, ensinando-nos como os oceanos alienígenas em outros planetas ou luas poderiam provar serem ambientes potencialmente habitáveis, dentro de nosso sistema solar, sendo a melhor alternativa a lua Europa de Júpiter.
Numa entrevista ao Express, o Dr. Hand disse: “Podemos ser capazes de descobrir se há sinais de materiais orgânicos, ou possível vida em Europa. Imagens mostram que poderia existir vida em Europa”.
Pesquisas anteriores têm levado os cientistas a acreditarem que Europa possui um oceano líquido, com 100 km de profundidade, e isto poderia ser um esconderijo perfeito para formas de vida em nosso sistema solar.
Hoje, muitos astrônomos firmemente concordam que a lua gelada de Júpiter é um dos locais mais promissores dentro de nosso sistema solar, onde poderíamos encontrar traços de vida.
Embora alguns considerem estas alegações muito ousadas, elas são baseadas em testes reais e evidências encontradas na Terra, onde cientistas têm descoberto que a vida pode prosperar até mesmo nas partes mais profundas de nossos oceanos, onde micro-organismos sobrevivem, apesar da falta de alimento e luz. Os misteriosos organismos, chamados anfípodas, usam a energia e as químicas do fundo dos oceanos para sobreviverem.
Isto levou os cientistas a acreditarem que em outros locais de nosso sistema solar, sob circunstâncias similares, a vida alienígena pode prosperar.
“Estes organismos utilizam químicos e energia do fundo do oceano, e isto é o que pensamos que poderia estar acontecendo em Europa”, disse o Dr. Hand. “Isto é alimentado sem a luz solar, sob uma pressão incrível e uma profunda escuridão, e estes são, quase indiscutivelmente, os ambientes mais extremos que a vida se encontra, não somente vivendo; é um ecossistema que prospera. Este tipo de ambiente é o que pensamos que pode ser similar ao de Europa. Minha equipe está estudando micróbios, pois pensamos que estes podem ser o mesmo tipo que poderia ser encontrado em Europa.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/03/18/nasa-vida-alienigena-pode-existir-em-nosso-sistema-solar/ 

quinta-feira, 17 de março de 2016

O mistério de Ceres aprofunda-se - Luzes mudam de intensidade aleatoriamente !

manchas luminosas de ceres
Quem não lembra das misteriosas luzes de Ceres, o planeta anão situado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, que até os dias de hoje ainda intriga os cientistas, os quais ainda não conseguiram uma explicação crível para o fenômeno?
O mistério sobre Ceres e suas enigmáticas luzes em sua superfície acaba de ficar ainda mais bizarro, pois cientistas detectaram que essas luzes aumentam e diminuem seu brilho aleatoriamente durante o dia.
O que estaria acontecendo por lá? Bem quando os pesquisadores finalmente acreditaram que tinham resolvido este mistério, novas observações mostram que as luzes enigmáticas presentes na superfície do planeta anão mudam de intensidade durante o dia, e de forma aleatória, fazendo com que os cientistas não sejam capazes de explicar o fenômeno.
De acordo com observações feitas pelo Observatório La Silla, no Chile, após terem sido estudadas as manchas brilhantes que causaram muitos debates entre astrônomos desde sua descoberta, a equipe notou uma série de mudanças que ocorrem à medida que Ceres gira. As manchas brilhantes parecem ficar mais fortes durante o dia e mostraram outras variações, as quais causaram confusão entre os astrônomos.
A primeira explicação apresentada pelos cientistas foi a de que o material presente na superfície do planeta anão causa com que as manchas anômalas evaporem à luz do Sol. Porém, esta teoria não foi amplamente aceita.
Ao tentarem explicar as misteriosas manchas brilhantes em Ceres, os cientistas apresentaram uma ampla gama de explicações, sugerindo que estas poderiam ser causadas por depósitos de sal, gelo e até mesmo luzes feitas por alienígenas.
As enigmáticas manchas de luz estão localizadas dentro de uma cratera batizada pelos cientistas de Occator.
Mas agora as famosas manchas se tornaram ainda mais bizarras, pois pesquisadores dizem que elas aumentam e diminuem seu brilho durante o dia, e o fazem em curiosos padrões aleatórios. Este fato causou até mesmo uma grande confusão entre os pesquisadores, os quais tentam desesperadamente explicar as curiosidades apresentadas em Ceres, o maior corpo celestial localizado no cinturão de asteroide entre Marte e Júpiter.
O enigmático planeta anão tem aproximadamente 950 quilômetros em diâmetro, e é o maior dos planetóides localizados na região.
Apesar de Ceres ser relativamente isolado, pesquisadores acreditam que o planeta anão seja ativo internamente. Ceres é rico em água, embora astrônomos não possam concluir se a água está diretamente relacionada, ou não, às enigmáticas manchas brilhantes.
O autor chefe do estudo, Paolo Molaro, disse: “Tão logo a sonda Dawn revelou as misteriosas manchas de luz na superfície de Ceres, eu imediatamente pensei nos possíveis efeitos mensuráveis da Terra.”
Ovniólogos ao redor do globo especularam – desde a descoberta das luzes em Ceres – que as anomalias definitivamente pareciam com algum tipo de base alienígena, e apontaram para imagens comparativas de como uma cidade na Terra parece do espaço, e como as misteriosas luzes em Ceres se parecem.
A sonda Dawn continuará a estudar o planeta anão e suas misteriosas manchas de luz.
A verdade é que ninguém foi capaz de explicar precisamente o que estas luzes são, o que as causa, e o porquê delas não estarem presentes em outros lugares. Mas, como podemos ver dos novos estudos, quanto mais os pesquisadores investigam sobre essas luzes, mais misteriosas elas parecem ficar.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/03/17/o-misterio-de-ceres-se-aprofunda-luzes-mudam-de-intensidade-aleatoriamente/

Astrónomos mencionam um misterioso objeto saindo de um buraco negro !

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Somente a frase “objeto saindo de um buraco negro” deveria ser causa de espanto, já que, até agora, objetos e até mesmo luz que entraram em buracos negros nunca conseguiram sair. Primeiro, os cientistas da NASA detectaram algo saindo de um buraco negro, e agora os astrônomos foram capazes de medir este enorme objeto a seis bilhões da anos luz de distância. Como eles conseguiram isto e seria esta uma mudança no jogo?
A NASA tem observado a área de Sagitário A*, da Via Láctea, por alguns anos, porque ela tem emitido labaredas. Enquanto usaram o telescópio Nuclear Spectroscopic Telescope Array (NuSTAR) e dois outros para observarem um buraco negro conhecido como Q2237+0305, ou a “Cruz de Einstein”, de repente e inacreditavelmente eles viram algo emitindo do centro do buraco negro, seguido por um gigantesco pulso ou labareda de energia de raio-X. Esta foi a primeira vez na história que cientistas foram capazes de ligar um ‘lançamento’ de uma corona para uma labareda.
Já que tudo isso era considerado impossível, foi necessário uma melhor análise. Esta é uma tarefa difícil, já que a Cruz de Einstein está a seis bilhões de anos luz de distância.
Pesquisadores espanhóis da Universidade de Granada (UGR) resolveram o problema através do uso do assim chamado efeito de microlente gravitacional, que ocorre quando a gravidade de objetos entre a Terra e o que está sendo observado dobra e amplia a luz, assim podendo ser visto. Quatro imagens da Cruz de Einstein foram obtidas, através do uso dos experimentos OGLE (Optical Gravitational Lensing Experiment) e do GLITP (Gravitational Lensing International Time Project). O que os pesquisadores viram saindo do buraco negro foi chocante.
Eles descobriram uma massa em formado de disco, com aproximadamente do tamanho de nosso sistema solar, orbitando ao redor do buraco negro em alta velocidade. O pesquisador Jorge Jiménez Vicente, autor do estudo que foi publicado no Astrophysical Journal, descreveu o quão importante isto é:
O avanço deste trabalho tem sido tanto, que fomos capazes de detectar uma estrutura na aresta interna de um disco tão pequeno, a tão grande distância, graças ao feito de microlente gravitacional. Isto seria equivalente a detectar uma moeda de Euro à uma distância de mais de 100.000 quilômetros.
Assim, a seis bilhões de anos luz de distância, eles observaram a corona de um buraco negro sendo ejetada, seguida por uma labareda, resultando num disco do tamanho de um sistema solar, orbitando o buraco negro.
Se isto não for mudar o jogo, talvez estejamos assistindo o jogo errado.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/03/16/astronomos-mensuram-um-misterioso-objeto-saindo-de-um-buraco-negro/

segunda-feira, 14 de março de 2016

Europa lançou sonda que pousará no Planeta Vermelho !

Foguete Proton lancando ExoMars
A Agência espacial europeia e a Rússia lançaram nesta segunda-feira a primeira fase da missão ExoMars, que deverá orbitar e pousar no Planeta Vermelho em outubro, uma tentativa de quebrar o domínio absoluto da Nasa nos últimos 20 anos. 
O lançamento da missão ExoMars, composta inicialmente de duas naves robóticas, ocorreu nesta manhã de 14 de março, às 06h31 BRT, a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, através de um poderoso foguete russo do tipo Proton-M. 
O objetivo da primeira fase é colocar em orbita de Marte o módulo TGO (Trace Gas Orbiter) e pousar na superfície marciana a nave Schiaparelli. A segunda fase será lançada em 2018 e levará até Marte uma perfuratriz de última geração. 
Se tudo der certo, TGO e Schiaparelli deverão se separar em 16 de outubro.

Sinais de Vida

TGO tem 3700 quilos e entrará em orbita em 19 de outubro de 2016. A nave permanecerá circulando o planeta a uma altura de 400 quilômetros e estudará a superfície e atmosfera marcianas através de quatro diferentes instrumentos. De acordo com o cronograma, TGO deverá operar durante cinco anos a partir de janeiro de 2017.
O principal objetivo da TGO será a busca por metano, mapeando as diferentes fontes que encontrar. Na Terra, a maior parte do metano é produzida por micróbios e outros organismos, então a presença do gás pode significar possível sinais de vida no Planeta Vermelho, embora outros processos geológicos também possam produzir metano.

A cereja do Bolo

Ao mesmo tempo em que a TGO entra em orbita de Marte, a nave robótica Schiaparelli iniciará sua descida na superfície, também prevista para o dia 19 de outubro. Se tudo funcionar como planejado, o pouso da nave será um momento histórico, uma vez que a ESA nunca operou uma nave na superfície de qualquer planeta. A Beagle 2, lançada em 2003, chegou a pousar em Marte, mas nunca enviou qualquer sinal à Terra.
Schiaparelli pesa 660 quilos e carrega diversos instrumentos científicos, entre eles uma estação meteorológica e um..., que coletarão dados da região do pouso, em Meridiani Planum.
Devido à pequena capacidade da bateria, Schiaparelli funcionará por apenas alguns dias. O propósito da missão é testar a tecnologia de entrada, descida e pouso, necessária para o pouso de uma nave-robô muito mais moderna, que será lançada futuramente.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=PartiuMarte_Europa_lanca_sonda_que_pousara_no_Planeta_Vermelho&posic=dat_20160314-100515.inc


sábado, 12 de março de 2016

Prestigiada Universidade da Califórnia abre curso para busca de inteligência extraterrestre !

Prestigiosa Universidade da Califórnia em Los Angeles abriu recentemente para estudantes e graduados o curso "Searching for Extraterrestrial Intelligence: Teoria e Aplicações", que irá ajudar a próxima geração de cientistas há desenvolver habilidades em programação de computadores, telecomunicações e processamento de sinais possivelmente de origem artificial.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

lutão tem água em grande quantidade e isso aumenta a esperança de descobrirmos vida extraterrestre !

Água em Plutão
Recentemente a NASA liberou uma declaração dizendo que o gelo de água é abundante no planeta anão Plutão, levantando alegações de que o planetóide poderia, de fato, ser o lar de vidas alienígenas misteriosas.
O gelo de água é assim chamado para diferenciá-lo de outros gelos, tais como metano, nitrogênio e monóxido de carbono, que também estão presentes em Plutão.
Há pouco tempo a NASA descobriu que Plutão possui gelo e uma atmosfera azul muito similar à da Terra, alegando que o planeta anão estava, de fato, vivo.
“O gelo de água em Plutão é basicamente a laje. É como encontrar depósitos de granito na Terra”, disse David Grinspoon, um astrobiólogo e cientista sênior do Instituto Planetário Ciência, numa entrevista ao Mic. “Isto está mais do que nos contando uma coisa específica – está nos dando uma grande ferramenta de diagnóstico. Haverá muitos Ph.D.s escrevendo [sobre isto].”
Porém, Grinspoon prosseguiu dizendo que isto não significa que Plutão possa sustentar a vida, adicionando que ele tem sido “tentado” por esta ideia.
“Ele está ativo. Ele é fresco. Há fontes de atividade, e possivelmente fontes de calor, as quais não compreendemos. E você combina isso com a presença de água, e você tem que ir… espere um minuto, quais são os requerimentos para a vida?”, disse ele.
Cientistas, tais como Alan Stern, principal investigador da sonda New Horizons, disse: “Quem iria esperar um céu azul no Cinturão de Kuiper? É lindo.”
Céus azuis e gelo de água em Plutão são a prova principal de que temos muito pouco conhecimento de todas as belezas de nosso sistema solar. Quem sabe o que está esperando por nós além da órbita de Plutão e suas luas?
Contudo, novos estudos indicam que o gelo é ainda mais abundante em Plutão do que os cientistas anteriormente estimaram. De acordo com novos relatórios, o gelo em Plutão cobre muito do espaço da sua superfície rochosa. A descoberta foi interpretada por muitos como sendo importante na procura por formas de vida extraterrestre em nosso sistema solar.
Quando você olha para a vida alienígena no cosmos, olhamos em direção a lugares que contêm água, porque a água é um componente chave na vida, tal qual a conhecemos. Embora a temperatura da superfície de Plutão seja extremamente baixa, -240ºC, isto não significa que não exista vida em tais locais extremos. Na Terra, pesquisadores encontraram micróbios sobrevivendo nos locais mais extremos do planeta, nas regiões mais frias da Antártica.

Olhando para Plutão, um porta-voz da NASA disse:

“O novo mapa mostra gelo de água exposto, sendo consideravelmente mais difundido pela superfície de Plutão do que anteriormente sabíamos – uma importante descoberta.”
As novas imagens enviadas pela sonda New Horizons são incríveis.
“Neste exemplo em particular, é mais uma pista do que está ocorrendo em Plutão, e mais informações para nos ajudar a revelar o mistério daquilo que é um planeta realmente complexo, anormal e estranho”, disse David Grinspoon. “Não posso evitar em chamar Plutão de planeta”, adicionou rindo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/03/11/plutao-tem-muita-agua-e-aumenta-a-esperanca-de-descobrirmos-vida-extraterrestre/

sexta-feira, 11 de março de 2016

Cientistas vão perfurar local do impacto que matou os dinossauros !

cratera de Chicxulub
Há 66 milhões de anos, uma rocha vinda do espaço atingiu a Terra na região do Golfo do México, abrindo uma enorme cratera de 180 km de diâmetro. O impacto teria sido a causa da extinção dos dinossauros e de grande parte da vida na Terra.
Até hoje, não existe consenso entre os pesquisadores se a colisão do asteroide tenha sido de fato a causa da extinção em massa, embora a maior parte da comunidade científica acredite que isso aconteceu devido a algum evento de proporções gigantescas ocorrido entre 68 e 64 milhões de anos atrás.
Entretanto, a presença da cratera de Chicxulub na região do golfo do México reforça a teoria da extinção devido ao impacto, uma vez que as dimensões da feição são compatíveis com um evento extremamente poderoso, com capacidade de aniquilação total da vida que existia naquela época.
Para tentar entender um pouco mais sobre o que aconteceu naquele período, um grupo de pesquisadores da Universidade do Texas planeja uma sondagem inédita e nos próximos dias deverá começar a perfurar o centro do local do que restou da cratera. O objetivo é extrair núcleos de rochas extremamente antigos e que de acordo os cientistas deverão contribuir para entender como a vida evoluiu após o fulminante impacto.

Os trabalhos

Até o final de março, um navio especialmente equipado vai navegar a partir do porto mexicano de Progreso até um ponto situado a 30 km da costa. Lá, a 17 metros de profundidade, o barco vai introduzir três postes com a finalidade de criar uma plataforma estável.
Até o início de abril, a equipe pretende perfurar através dos 500 metros de calcário que estão sendo depositados no fundo do mar desde a época do impacto e em seguida irão extrair amostras a cada 3 metros de profundidade.
O trabalho deverá durar dois meses até a perfuração atingir um quilômetro. Durante este período os pesquisadores irão catalogar as mudanças observadas nos tipos de rocha e estudar os microfósseis, além de fazerem coletas de amostras de DNA. Se as condições permitirem, as perfurações poderão atingir até 1500 metros.

Cratera Chicxulub

A cratera Chicxulub é uma feição de impacto soterrada debaixo da Península do Yucatã, no México. Tem cerca de 180 km de diâmetro e foi criada há 66.038 milhões de anos por um objeto com cerca de 10 km de diâmetro.
Estima-se que o impacto tenha liberado energia equivalente a 96 teratoneladas de TNT, cerca de dois milhões de vezes mais potente que a Tsar Bomba, o mais poderoso artefato nuclear já construído.
A cratera foi descoberta no final da década de 1970, quando o geofísico Glen Penfield procurava petróleo na região do golfo do México. As provas do impacto, no entanto, vieram alguns anos depois, com a detecção de quartzo de impacto, anomalias gravitacionais e tectitos das áreas circundantes.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Cientistas_vao_perfurar_local_do_impacto_que_matou_os_dinossauros&posic=dat_20160309-110345.inc

Imagens revelam o que existe no lado oculto da Lua !

Lado oculto da Lua
Recentemente, uma impressionante animação feita pela NASA mostrou a Lua de uma perspectiva bastante diferente. A cena revelava a face oculta do nosso satélite e imediatamente gerou uma série de dúvidas. Afinal, o que existe na face oculta da Lua? 
Ao olharmos para a Lua, sempre vemos as mesmas crateras, mares e montanhas e devido às características orbitais do sistema Terra-Lua, seu outro lado nunca está visível. Isso é um fato, mas não se pode dizer que este lado não seja conhecido.

Luna 3
A primeira vez que o lado oculto da Lua foi visitado ocorreu em 7 de Outubro de 1959, quando a sonda soviética LUNA 3 passou a apenas 64 mil km de altitude da superfície oculta. Durante a aproximação, a nave fez 29 fotos em papel fotográfico, que foram reveladas dentro de um pequeno laboratório dentro da própria nave.
As fotos foram transmitidas à Terra 11 dias depois, através de transmissão analógica similar ao fac-símile (fax).
Depois da Luna 3, diversas sondas observaram a face oculta do nosso satélite, o que ajudou a compor os modernos mapas lunares usados atualmente.

O que tem na face oculta da Lua?

A primeira diferença mais destacada entre as faces visível e oculta da Lua é com relação aos mares, que se encontram quase exclusivamente na face visível, cobrindo cerca 31% da superfície. Na face oculta eles não chegam nem a 2% da superfície.
Ainda não se tem certeza sobre o motivo de tanta diferença, mas se acredita que seja devido à concentração de elementos produtores de calor na face visível, fato observado em mapas geoquímicos obtidos através de espectrômetros de raios gama. De acordo com especialistas, isso poderia ter provocado o aquecimento, fusão parcial, subida à superfície e consequente erupção do manto inferior.
A face oculta tem menos crateras também, o que colabora para uma altitude média 1.9 km superior à face visível.
Dentre as poucas feições que se destacam temos o Mar de Moscou, com 277 km e diâmetro e a cratera de impacto Jackson, com 71 km de diâmetro e que lembra muito a cratera Tycho, no lado visível.
Vale lembrar que embora a face oculta não seja visível, ela não é escura como muitos pensam. A face oculta recebe a luz solar da mesma forma que a face visível, uma vez a cada dia lunar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Conhecimento_afinal_o_que_existe_no_lado_oculto_da_Lua_&posic=dat_20150807-094303.inc


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Nível do mar subiu mais em cem anos do que em três milênios !

O nível dos oceanos subiu mais rapidamente ao longo do século XX do que nos três últimos milênios, devido às alterações climáticas, indica um estudo publicado na segunda-feira.
Entre 1900 e 2000, os oceanos e os mares do planeta subiram cerca de 14 centímetros, por causa do degelo, principalmente no Ártico, revelaram os autores de estudos publicados na revista científica norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Os climatólogos estimaram que, sem a elevação da temperatura do planeta observada desde o início da era industrial, a subida do nível dos oceanos teria correspondido a menos da metade observada nos últimos cem anos.
O século passado “foi excepcional em comparação com os últimos três milênios e a elevação no nível dos oceanos acelerou nos últimos 20 anos”, disse Robert Kopp, professor do departamento de Ciências da Terra da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, Estados Unidos.
Segundo este estudo, feito a partir de uma nova abordagem estatística concebida pela Universidade de Harvard, em Massachusetts, nos Estados Unidos, o nível dos oceanos baixou cerca de oito centímetros entre o ano 1000 e 1400, período marcado por um arrefecimento planetário de 0,2 graus Celsius (°C).
Atualmente, a temperatura mundial média está um grau acima do que a do final do século 19.
Para determinar a evolução do nível dos oceanos durante os últimos três mil anos, os cientistas compilaram novos dados geológicos que indicam a elevação do nível das águas, como os pântanos e os recifes de corais, os sítios arqueológicos, além de dados referentes a marés em 60 pontos do globo nos últimos 300 anos.
Estas estimativas detalham a variação do nível dos oceanos durante os últimos 30 séculos, permitindo fazer projeções mais exatas, explicou Andrew Kemp, professor de Ciências Oceânicas e da Terra da Universidade Tufts, em Massachusetts.
Os investigadores também calculam que o nível dos oceanos pode aumentar “muito provavelmente" de 51 centímetros para 1,3 metro durante este século "caso o mundo continue a ser tão dependente de energias fósseis”.
Em 12 de dezembro, 195 países aprovaram o acordo de Paris, que prevê conter a elevação das temperaturas em dois graus acima da era pré-industrial.
Se os compromissos conduzirem a uma eliminação gradual do uso carvão e dos hidrocarbonetos, o aumento do nível dos oceanos talvez não vá além de 24 a 60 centímetros, segundo o estudo.
“Estes novos dados sobre o nível dos oceanos confirmam uma vez mais como este período moderno de aquecimento não é habitual, porque se deve às nossas emissões de gases de efeito de estufa”, sublinhou Stefan Rahmstorf, professor de Oceanografia no Instituto Potsdam de investigação sobre o impacto do clima, na Alemanha. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/nivel-do-mar-subiu-mais-em-cem-anos-que-em-tres-milenios.html

Terramoto de 3.8 registado a 2 km de São Caetano !

Um terremoto de 3.8 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a 2 km da cidade de São Caetano, em Pernambuco, a menos de 1 km de profundidade.

O tremor, relativamente forte para os padrões brasileiros, foi detectado automaticamente pela Rede Sismográfica Brasileira, da Universidade de São Paulo e de acordo com o instituto ocorreu às 15h35 (hora local).

O hipocentro foi localizado abaixo das coordenadas 08.33S e 36.16W, a 2 km da cidade de São Caetano, 15 km de Tacaimbó, 19 km de Cachoeirinha e 20 km de Caruaru, todas as cidades no Estado de Pernambuco.

Lineamento Pernambuco

A região do tremor registra diversos eventos anuais, normalmente leves.

O motivo é uma feição geológica conhecida como "Lineamento Pernambuco", uma enorme falha de 700 km que corta o sertão pernambucano. Todas as cidades citadas, incluindo Caruaru, estão sobre essa falha, que chega a ter mais de 30 km de profundidade.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremoto_brasil.php?titulo=Terremoto_de_3.8_pontos_e_registrado_a_2_km_de_Sao_Caetano_PE&posic=dat_20160223-164020.inc

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Imagem do Sol mostra labaredas a mais de 100 mil quilómetros de altura !

Labaredas Solares
Espetacular imagem solar feita sábado pela manhã a partir do Observatório Solar Apolo11, no bairro de Vila Mariana, São Paulo. A cena foi registrada no comprimento de onda do h-alpha, que permite observar a cromosfera solar borbulhando a 10 mil graus.

O destaque da imagem fica por conta do mega salto de duas enormes proeminências a mais de 110 mil km de altura, vistas no oeste e sudoeste da estrela. (Sim, o leste solar fica à esquerda).

Como as feições não têm velocidade de escape suficiente para deixar os domínios da estrela, em algumas horas essa volumosa massa de hidrogênio deve retornar à superfície na forma de uma tórrida chuva de plasma.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Imagem_do_Sol_mostra_labaredas_a_mais_de_100_mil_km_de_altura&posic=dat_20160220-110000.inc

Existe na Via Láctea algum planeta semelhante à Terra ?

A pergunta é realmente difícil de ser respondida e apesar dos astrônomos já terem descobertos centenas de planetas extrassolares a dúvida principal é se existem outros planetas habitáveis, com atmosfera semelhante à nossa. 
Telescopio James Webb
Engenheiro da Ball Aerospace inspeciona os seis espelhos primários do telescópio James Webb, nas dependências do Instituto Marshall, da NASA.

Para tentar responder a essa e outras perguntas, cientistas das maiores universidades e centros de pesquisa de todo mundo estão de dedos cruzados à espera do lançamento do telescópio espacial James Webb, previsto para ir ao espaço em 2018. Devido ao seu grande espelho e localização privilegiada no espaço, o James Webb Space Telescope, JWST, oferecerá aos astrônomos uma real oportunidade de encontrar as respostas para questões que há séculos desafiam os cientistas.
Atualmente, diversas pesquisas estão sendo desenvolvidas com o objetivo de determinar a habilidade do JWST em determinar a composição da atmosfera de hipotéticos planetas similares à Terra durante um trânsito planetário, quando parte da luz da estrela principal é filtrada ao passar pela atmosfera do planeta.
Segundo Wesley Traub, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa e Lisa Kaltenegger, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, o JTWC poderá detectar certos gases biomarcadores, como ozônio e metano, apenas para planetas similares à Terra não muito distantes.
"Precisaremos ter muita sorte para decifrar a atmosfera dos planetas semelhantes à Terra durante o período de trânsito antes que possamos afirmar que ele é realmente similar à Terra, disse Kaltenegger. "Vamos precisar coletar dados de muitos trânsitos, talvez centenas, mesmo para estrelas tão próximas como 20 anos-luz. Sabemos que é difícil, mas caracterizar a atmosfera de planetas tão longínquos será um desafio bastante estimulante.", completou a pesquisadora.

Trânsito
 
Durante o trânsito o planeta extrassolar cruza a frente do disco estelar. Enquanto transita, os gases de sua atmosfera absorvem uma minúscula parte da luz da estrela, produzindo assinaturas específicas relacionadas a cada gás componente. Decompondo a luz captada em suas cores primárias, os cientistas podem identificar essas assinaturas. Essa técnica é chamada de espectroscopia e de acordo com os estudos de Kaltenegger e Traub, publicados na última semana pelo "The Astrophysical Journal", essas marcas poderão ser detectadas pelo JWST. 
Diagrama esquemático mostra a técnica do trânsito planetário, largamente empregada na descoberta de planetas extrassolares.

A técnica do trânsito é de fato um desafio. Se a Terra fosse do tamanho de uma bola de basquete sua atmosfera seria tão fina como uma folha de papel, tornando o sinal resultante da absorção da luz na atmosfera incrivelmente fraco. Para dificultar ainda mais, o método só funciona quando o planeta passa à frente da estrela, tornando o estudo possível somente durante poucas horas.

Alfa-Centauro
 
Inicialmente, Kaltenegger e Traub consideram apenas a detecção de planetas semelhantes à Terra que orbitem estrelas iguais ao nosso Sol. Para obter um sinal detectável proveniente de um único trânsito, a estrela e seu planeta deverão estar muito próximos da Terra e a única estrela semelhante próxima o suficiente é Alfa Centauro-A. No entanto, nenhum objeto extrassolar do tamanho da Terra foi detectado em sua órbita, mas só recentemente a tecnologia tornou capaz a detecção de objetos desse tamanho.
O estudo também considera os planetas orbitando estrelas anãs vermelhas. Essas estrelas, chamada de Tipo M, são extremamente abundantes na Via láctea, até mais comum que as amarelas do Tipo-G, iguais ao Sol. Elas também são menores e mais frias, o que segundo os pesquisadores pode tornar mais fácil as observações.
Um planeta semelhante à Terra que orbitasse uma estrela igual ao Sol produziria um trânsito de dez horas a cada ano. Para acumular 100 horas de observações seriam necessários 10 anos. No entanto, um objeto similar à Terra orbitando uma anã vermelha de tamanho médio produziria um trânsito de uma hora a cada 10 dias, o que permitiria acumular 100 horas de trânsito em menos de três anos. Além disso, segundo Kaltenegger, as anãs vermelhas próximas oferecem melhores possibilidades de detecção de biomarcadores.
Na melhor das hipóteses, Alfa Centauro-A poderia abrigar um planeta semelhante à Terra que ainda não foi detectado. Assim, os astrônomos precisariam de poucos trânsitos para decifrar a atmosfera do objeto e possivelmente confirmar a existência do primeiro planeta irmão gêmeo da Terra.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Existe_na_Via_Lactea_algum_planeta_semelhante_a_Terra_&posic=dat_20090323-085030.inc

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Sistema de Alerta de Emergência alertando para grande terramoto no Estado de Washington !

Mount Rainier é parte da Faixa da Cascadia e está localizado em uma zona de subducção, e experimenta cerca de 20 pequenos terremotos a cada ano. No entanto, no mês passado houve um pequeno aumento significativo, incluindo um enxame de terremotos diretamente sob o Mount Rainier. Rainier é o segundo mais ativo e mais alto vulcão da América do Norte nas Montanhas Cascádia, na sequência do Monte Saint Helens. A preocupação com o Monte Rainier, porém, é que ele se eleva acima de 3,3 milhões de pessoas e é muito perigoso e potencial de erupções. Monte Rainier é um estratovulcão e entrou em erupção uma metade de um milhão de anos atrás. Sua atividade mais recente foi na década de 1890. Cada erupção suplente de erupções de lava tranquila para grandes erupções e formando detritos. Lava e entulho solto construído para formar camadas e um cone de altura, cuja parte superior foi destruída altamente e provável devido a explosões, desabamentos, ou das geleiras que se formaram estrutura robusta da montanha. A cúpula de picos também desgastado ao longo dos anos, mas as erupções nos últimos 2.000 anos reconstruíram a forma de terras à sua altura atual de 14.410 pés hoje. Com o Monte Rainier e cientistas prevendo para entrar em erupção de novo, a sua localização, que é uma ameaça potencial para as zonas circundantes densamente povoadas faz com que este último terremoto sentido uma situação potencialmente desastrosa. Partilha isto!

Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Existem possibilidades que La Niña suceda ao El Niño !

Um centro de meteorologia dos Estados Unidos informou nesta quinta-feira que o fenômeno climático El Niño, que está em andamento, deve se dissipar no fim da primavera ou início do verão no Hemisfério Norte e possivelmente fará uma transição para o fenômeno La Niña no fim deste ano.

O Centro de Previsão do Clima do Serviço Meteorológico Nacional disse em sua previsão mensal que a maior parte dos modelos mostraram que o forte El Niño enfraqueceria nos próximos meses, com chances de que as condições de La Niña aumentem no outono.

O La Niña se caracteriza por temperaturas anormalmente frias na parte equatorial do Oceano Pacífico e tende a ocorrer de maneira imprevisível a cada dois a sete anos. Fenômenos La Niña severos são conectados a enchentes e secas.

No Brasil, o La Niña tende a trazer seca no Rio Grande do Sul, importante produtor agrícola. Já o El Niño traz mais umidade para o Sul do Brasil, e tem beneficiado a atual safra de verão dessa região. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/eua-ve-chance-de-que-la-nina-suceda-el-nino.html

Catástrofes naturais provocaram 22.999 mortos no ano mais quente registado até à actualidade !

Estudo revela que 2015 teve do mais do que o dobro das secas intensas face à média das últimas duas décadas; China e Estados Unidos lideram nações com o maior número de desastres; África com muitas vítimas do fenómeno El Niño.
Um estudo das Nações Unidas revela que 22.773 pessoas morreram nos 346 principais desastres reportados em 2015. Entre as vítimas destacam-se mais de 8,8 mil mortos no terramoto de abril passado no Nepal.
A avaliação contém dados do Centro de Pesquisa de Epidemiologia dos Desastres, Cred, da Bélgica.

Média Anual

Pelo menos 50,5 milhões de pessoas foram afetadas por 32 secas intensas no período, segundo o Escritório da ONU para a Redução de Desastres, Unisdr. De acordo com o documento sobre o custo humano do ano mais quente já registado, a média anual nas últimas duas décadas foi de 15 eventos.
O estudo confirma que os desastres relacionados às intempéries e ao clima dominam as tendências das catástrofes que estão ligadas aos riscos naturais.

China e EUA

As estatísticas revelam ainda que o país mais atingido por desastres em 2015 foi a China com 26 eventos. Seguem-se os Estados Unidos com 22, a Índia com 19, as Filipinas com 15 e a Indonésia com 11.
O ano mais quente de que há registo foi marcado por ondas de calor que provocaram 7.346 mortos e 1,2 mil afetados pelas temperaturas extremas.

África

O chefe do Unisdr, Robert Glasser, disse que a análise de tendências revela que é crucial reduzir os gases de efeito de estufa e a adaptação às alterações climáticas nos países que procuram diminuir o risco de desastres agora e no futuro.
O representante do escritório citou 98,6 milhões de pessoas afetadas por desastres climáticos muitas vezes impulsionados pelo forte El Niño, presente em 92% dos eventos.
Um grande número de vítimas vive a situação provocada pelo fenómeno climático particularmente em África.

Tempestades

O aumento dos níveis do mar e as temperaturas da superfície oceânica estiveram por detrás de 37 ciclones e tufões na Ásia e no Pacífico. A nível global houve 90 tempestades que causaram 996 mortes e afetaram 10,6 milhões de pessoas.
O documento ressalta que no ano passado os terramotos e tsunamis afetaram mais de 7,2 milhões de pessoas e mataram outras 9.525.
As cheias provocaram 27,5 milhões de vítimas com 3.310 mortos. Já as chuvas fortes foram a causa de deslizamentos de terra que mataram 1,3 mil pessoas, tendo os fogos florestais tirado a vida a 66 pessoas e afetado a mais de 495 mil. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/desastres-mataram-mais-de-22-mil-no-ano-mais-quente-registrado.html

El Niño ameaça África Austral com insegurança alimentar !

O fenômeno El Niño causou na África Austral uma terrível seca que se espalhou e se intensificou desde o início do ano-safra 2015-2016 e levou ao aumento da insegurança alimentar, alertou a FAO nesta sexta-feira.

Este fenômeno climático, "um dos mais violentos El Niño dos últimos 50 anos (...) terá um impacto devastador sobre as culturas e segurança alimentar", advertiu a organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) em suas previsões realizadas com várias outras organizações internacionais.

Vastas áreas do Zimbabwe, Malawi, Zâmbia, África do Sul, Moçambique, Botswana e Madagascar sofreram com as piores secas em 35 anos, diz o relatório.

Consequentemente, grande parte da África Austral experimentou significativos atrasos no plantio e as más condições nas fases iniciais de crescimento e rebrota das pastagens.

As previsões sazonais são unânimes: a precipitação média mais baixa e temperaturas acima da média vão continuar em grande parte da região.

Com uma má colheita 2014-2015, uma início de colheita em condições de seca extrema e um risco de temperatura e aridez superior à média até meados de 2016, todas as indicações são de que as perdas serão significativas ao nível regional, segundo o relatório.

Desta forma, a África Austral prevê um declínio de 25% em relação aos já baixos níveis do ano passado da próxima safra de milho.

E enquanto o ano-safra 2014-2015, que já sofreu de um clima seco e quente, foi marcado por uma queda de 23% da produção de grãos regional.

Estas condições estão elevando os preços dos alimentos, fazendo com que a situação das famílias seja ainda mais incerta. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/fomes/el-nio-ameaca-africa-austral-com-inseguranca-alimentar.html

Terramoto de magnitude 6,5 atingiu a Indonésia !

Um terremoto de magnitude 6,5 atingiu o leste da Indonésia nesta sexta-feira (12), informa o Serviço de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS). 

Segundo o órgão, o epicentro do tremor foi registrado a 3 km da localidade de Andekantor e a 30.5 km de profundidade no Mar de Sawu. 

Até o momento não há relato de vítimas ou danos. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/terremotos/terremoto-de-magnitude-65-atinge-a-indonesia.html

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Marco histórico na ciência - Ondas gravitacionais de Einstein detectadas pela primeira vez !

O mundo científico viveu hoje um momento histórico com o anúncio da primeira deteção direta das ondas gravitacionais, teorizadas há 100 anos pelo físico alemão Albert Einstein.
A descoberta, hoje anunciada numa conferência de imprensa em Washington por investigadores da Fundação Nacional de Ciências dos EUA (entidade que financia o LIGO – Observatório de Interferometria Laser de Ondas Gravitacionais), é considerada como um dos maiores avanços na física que abre uma nova perspetiva sobre o universo e os seus mistérios.
As três perguntas essenciais sobre as ondas gravitacionais:

O que são ondas gravitacionais?

As ondas gravitacionais são pequenas ondulações provocadas no tecido do espaço-tempo que se propagam no universo à velocidade da luz. Albert Einstein previu as ondas gravitacionais na Teoria da Relatividade Geral, publicada em 1915.
Ao abrigo desta teoria, o espaço e o tempo estão entrelaçados em algo denominado como “espaço-tempo”, um conceito que acrescenta uma quarta dimensão ao nosso conceito de Universo. A física clássica descreve o espaço em três dimensões.
O físico alemão defendeu que a massa deforma o espaço-tempo através da sua força gravitacional. Uma analogia habitualmente utilizada é visualizar o espaço-tempo como um trampolim e a massa como uma bola de ‘bowling’ colocada sobre o trampolim.
Os objetos sobre a superfície do trampolim irão “cair” em direção ao centro — representando a gravidade.
Quanto maior a massa do objeto, maior é a onda e mais fácil para os cientistas a detetarem.
As ondas gravitacionais não interagem com a matéria e viajam pela Universo sem qualquer impedimento.
As ondas mais fortes são provocadas pelos processos mais cataclísmicos: a coalescência [fusão] de buracos negros, a explosão de estrelas ou o nascimento do próprio Universo há cerca de 13,8 mil milhões de anos.

Porque é tão importante detetar de forma direta estas ondas gravitacionais?

Este processo dá uma validação direta de uma das previsões de Einstein. É um marco histórico para a comunidade internacional de físicos.
Especificamente, a deteção “abre o caminho para uma nova astronomia, a astronomia gravitacional”, afirmou, em declarações à agência noticiosa francesa AFP, Benoît Mours, diretor de investigação do Centro Nacional de Investigação Científica (França) e um dos elementos envolvidos no processo hoje anunciado.
A par dos vários meios eletromagnéticos que permitem atualmente observar o Cosmo, os astrofísicos vão contar com uma nova ferramenta para observar os fenómenos violentos no Universo. A deteção das ondas gravitacionais vai permitir ver o que está a acontecer “no interior” durante a fusão de dois buracos negros, por exemplo, segundo explicou Benoît Mours.
“As nossas vidas não vão mudar amanhã de manhã” com a deteção das ondas gravitacionais, afirmou o investigador francês, frisando, no entanto, que os avanços tecnológicos realizados para alcançar a deteção de ondas poderão ter, em última instância, impacto na vida diária das pessoas.

Como decorreu ao longo dos anos o processo de investigação dedicado às ondas gravitacionais?

Antes do anúncio de hoje, as ondas gravitacionais só tinham sido detetadas indiretamente.
Einstein tinha consciência que seria muito difícil observar as ondas gravitacionais. Durante 50 anos, não existiu qualquer progresso nesta matéria. Só na década de 1950, um físico norte-americano, Joseph Weber, avançou para a construção de detetores, sendo considerado como um pioneiro na área.
Em 1974, a observação de um pulsar – uma estrela de neutrões que emite radiação eletromagnética intensa numa determinada direção, como um farol -, em órbita de outro astro, permitiu deduzir que as ondas gravitacionais existiam.
Os americanos Russell Hulse e Joseph Taylor seriam distinguidos com o prémio Nobel da Física em 1993 por esta descoberta.
Na década de 1990, os Estados Unidos decidem construir o LIGO (The Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory), um observatório ambicioso composto por dois mecanismos gigantes que utilizam como fonte de luz um laser infravermelho. Um deles está no Estado federal do Louisiana e o outro no Estado de Washington.
A França e a Itália avançaram com o detetor gravitacional VIRGO, localizado nas instalações do Observatório Gravitacional Europeu (EGO), perto da cidade italiana de Pisa.
Em 2007, as duas estruturas (LIGO E VIRGO) decidiram trabalhar em parceria, trocando dados em tempo real e analisando dados em conjunto.
Nos últimos anos, a estrutura do LIGO foi submetida a importantes modificações e permaneceu inativa.
O detetor avançado LIGO voltou a funcionar em setembro de 2015. E seria o responsável pela deteção direta, a 14 de setembro, da onda gravitacional GW150914.
O detetor VIRGO também sofreu o mesmo tipo de transformações, mas ainda não foi reiniciado. Deve começar a funcionar novamente ainda este ano, no outono.

Fonte: http://www.msn.com/pt-pt/noticias/tecnologia/ondas-gravitacionais-de-einstein-o-que-precisa-saber/ar-BBpoXry?li=BBoPWjC&ocid=SK2MDHP

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

À procura de Ovnis !


Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCw5Jnkvh_KSJW5uMyA_evoQ

Combate ao Dengue - Mosquito transgênico implantado no Brasil !

O uso de mosquitos transgênicos pode mudar a forma como o Brasil vem combatendo o Aedes aegypti. Mas, apesar das taxas de sucesso alardeadas por autoridades e pela empresa que inventou o novo inseto, o mosquito OX513A, como foi batizado, é polêmico.
Produzida pela empresa britânica Oxitec, a variação genética do Aedes aegyptipoderá ser o primeiro inseto do tipo a ser comercializado no mundo, mais provavelmente, no Brasil, onde vem encontrando seu mais amplo campo de testes.
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou testes em 2011 e uso comercial em 2014, mas a falta de um parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trava a entrada do mosquito em um mercado que poderá representar milhões em receita para a Oxitec.
Um porta-voz da Anvisa disse à BBC Brasil que a agência já informou que "a empresa não poderá comercializar o produto até que conclua essa discussão sobre o enquadramento do mosquito transgênico (em uma categoria que possa ser fiscalizada de acordo com atribuições da agência)".
Diante do limbo regulatório, a Oxitec reparte com a prefeitura de Piracicaba os custos dos testes feitos com o mosquito em um bairro da cidade paulista. Piracicaba poderá se tornar a primeira cidade no país a receber a espécie em larga escala. A prefeitura decidiu ampliar os testes, liberando o OX513A também no centro da cidade, onde vivem 60 mil pessoas -- contra 5,5 mil no bairro onde o inseto vinha sendo testado anteriormente. 

Conflito

Segundo a prefeitura e a Oxitec, o Aedes aegypti modificado geneticamente tem apresentado altas taxas de performance nos testes, supostamente reduzindo em muito a ocorrência de dengue, mas os resultados são alvos de críticas por parte da comunidade científica que demonstra preocupação com a ampliação dos experimentos.
Esta semana, ativistas e cientistas de Piracicaba levaram à promotora de Justiça de Direitos Humanos e Saúde Pública na cidade, Maria Christina Marton Corrêa Seifarth de Freitas, representação em que, além de voltar a questionar o uso do mosquito, pedem acesso a dados oficiais e detalhados sobre os testes realizados no projeto da Prefeitura batizado de Aedes aegypti do Bem.
O grupo queria ainda que o Ministério Público de São Paulo barre a ampliação do projeto para o Centro. Mas, ao contrário dos ativistas, a promotora não vê conflito de interesses no fato de a Oxitec ter sido, segundo o grupo, a única a fornecer os dados que atestam a eficiência do OX513A.
"Não vejo conflito de interesse. Os dados da empresa podem ser acompanhados por qualquer cientista, como definido pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de abril de 2015", diz ela. "E, no bairro em que o transgênico foi testado, o número de casos confirmados de dengue passou de 133 em 2014 para 1 em 2015".
O TAC obrigava o município e a empresa a liberarem dados mensalmente sobre os testes em Piracicaba, o que vem sendo feito. Mas cientistas questionam a imparcialidade dos dados apresentados nos documentos liberados até agora e pedem dados oficiais, não gerados pela empresa.
"Queremos saber a eficácia antes de a prefeitura ampliar o programa. O mosquito é uma nova espécie. A transgenia está fazendo em laboratório o que a natureza levou milhares de anos para fazer. E o desenvolvimento é de uma empresa privada, que tem interesse em vender. Mas, se der errado, não tem volta", alerta Eloah Margoni, vice-presidente da Sociedade para a Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba, uma das signatárias da representação.
Os questionamentos sobre o mosquito transgênico -- testado na Malásia, no Panamá e nas Ilhas Cayman -- não se restringem ao Brasil. No ano passado, mais de 150 mil pessoas assinaram uma petição que tentava evitar os testes do OX513A na Flórida. Como no Brasil, também nos Estados Unidos a tecnologia ainda não tem aprovação para comercialização.
Em janeiro, a Federal Drugs Administration (FDA), o equivalente americano à Anvisa, informou que colocará o pedido da Oxitec para testes na Flórida sob consulta pública, antes de avaliar o impacto ambiental do uso do mosquito transgênico no local, o que, segundo a FDA, não tem data para ocorrer.
'Cobaia'
O mosquito transgênico é modificado geneticamente para, solto no meio ambiente, levar à redução drástica da população local do inseto. Depois de fecundar fêmeasAedes aegypti selvagens, a maior parte das suas crias morre -- no máximo 4% das larvas chegam à vida adulta. De acordo com a empresa que desenvolveu o inseto, ao se reduzir a população do mosquito, caem incidências das doenças transmitidas por ele, como dengue, chikungunya e zika.
Mas diversos cientistas, brasileiros e estrangeiros, afirmam que os estudos feitos pela Oxitec -- e aceitos pela CTNBio -- não são suficientes para garantir a eficiência no combate às doenças.
"A população não pode ser cobaia", critica o biólogo José Maria Ferraz, conselheiro da CTNBio à época em que o órgão inicialmente examinou o OX513A. "Não somos contra modificações genéticas. Somos contra a forma apressada como a liberação foi feita", diz ele, que também assinou a petição enviada ao Ministério Público em Piracicaba.
Dezoito conselheiros votaram na sessão de 10 de abril de 2014 da CTNBio que liberou o mosquito transgênico -- 16 a favor, um contra e uma abstenção.
Pesquisador convidado do Laboratório de Engenharia Ecológica da Unicamp, Ferraz diz que a liberação do uso comercial do OX513A pelo órgão foi "obscura" e, segundo ele, levou a metade dos 5 anos pelos quais normalmente pedidos como este tramitam.
"Foi um processo totalmente avesso à tradição da CTNBio. O uso do mosquito foi liberado antes de testes conclusivos, de campo e de estatística", diz ele, que não participou da votação final, porque seu mandato já estava encerrado.
Em nota emitida em fevereiro de 2015, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que congrega instituições de ensino e pesquisa, também questionou -- com base nos argumentos de Ferraz e outros cientistas -- a tramitação do processo na CTNBio, que classificou de "excepcional".
A Abrasco questiona o "fato de representantes do proponente da tecnologia (Oxitec) terem sido convidados a participar de reunião onde ela estaria sendo avaliada e, mais do que isso, a realizar exposição de mérito que poderia ser confundida com marketing institucional com possibilidade de induzir os membros da CTNBio à aprovação". 

Um voto

O conselheiro Antônio Inácio Andrioli, único voto contrário ao mosquito transgênico na Comissão, afirma que houve pressões e "lobby da empresa". "Na noite anterior recebemos um e-mail pedindo voto. E a pesquisa do mosquito transgênico envolveu a USP. Vários integrantes da CTNBio eram da USP, inclusive o presidente da comissão na época, que tinha ligações inclusive com a indústria farmacêutica", diz ele.
A CTNBio nega que tenha apressado o processo ou qualquer influência externa. Em nota enviada à BBC Brasil, afirma que "acusação não tem fundamento em fatos".
"As liberações planejadas foram conduzidas com autorização da CTNBio e os dados do processo foram deliberados dentro dos prazos regimentais. Não houve falhas no exame da matéria pela CTNBio e as manifestações da empresa durante a reunião da Comissão foram feitas a pedido da Coordenação da mesa com anuência dos membros presentes sobre a matéria específica objeto da deliberação", diz a nota.
"As pesquisas conduzidas pela equipe do Instituto de Ciências Biomédicas da USP foram examinadas e votadas como todos os processos da comissão, nenhuma questão ética foi apontada como relevante aos procedimentos executados. O pedido de liberação comercial do mosquito GM foi protocolado pela empresa Oxitec e não pela USP, assim não procede a acusação", diz a nota.
Presidente da CTNBio durante a tramitação do processo do OX513A, o professor da USP Flavio Finardi diz que o grupo que questiona "é sempre o mesmo, seja o mosquito transgênico ou uma vacina transgênica para uso veterinário".
"A pessoa (Andrioli) que fez o parecer contra o mosquito transgênico foi também a única que votou contra. Perdeu na democracia, mas também na ciência", diz Finardi, que votou pela liberação do OX513A.
Finardi foi substituído no comando da CTNBio por Edivaldo Domingues Velini, que assinou a liberação do OX513A. 

Temores

José Maria Ferraz e outros pesquisadores insistiram junto ao MP de São Paulo nos argumentos que já haviam apresentado à CTNBio, mencionados no parecer técnico 3964/2014, que liberou a aplicação do mosquito.
Alertam para a possibilidade de proliferação do mosquito OX513A, caso as larvas entre em contato com o antibiótico tetraciclina presente no meio ambiente, que "desliga" o dispositivo genético que impede os insetos de chegarem à vida adulta.
"O Brasil baniu a tetraciclina em ração animal em 2009", rebate Hadyn Parry, chefe-executivo da Oxitec. "A despeito da especulação da mídia devido à pressão de grupos, a presença da tetraciclina no meio ambiente é mínima e, quando ocorre, degrada rapidamente se exposta à luz do sol".
Mas o biólogo brasileiro chama a atenção para o fato de haver uso veterinário da tetraciclina, e também em humanos. "Antes de soltar o mosquito, teria sido importante avaliar a presença da tetraciclina e de antibióticos semelhantes no meio ambiente, principalmente no esgoto".
Sem o tal "desligamento", crias do mosquito genético poderiam chegar à idade adulta.
Em resposta, a Oxitec afirma que estudos em Jacobina, na Bahia, nas Ilhas Cayman e no Panamá não sugerem qualquer perda de eficácia (e percentual superior de sobrevivência) do OX513A. E que, se houvesse presença da tetraciclina, a empresa teria identificado em seus monitoramentos.

A empresa britânica menciona, ainda, estudo conduzido em 2013 por pesquisadores da Unicamp e do Imperial College London mostrando que os níveis de tetraciclina nos locais em que o mosquito seria liberado eram insuficientes para "desligar" o dispositivo genético que mata os insetos transgênicos antes da vida adulta.
De acordo com a Oxitec, as primeiras liberações do mosquito no meio ambiente foram feitas antes de tais estudos, em 2011 e 2012, em Juazeiro, Bahia, onde foram conduzidos testes de campo autorizados pela CTNBio. 

Efeito colateral

O maior temor dos cientistas críticos ao mosquito é uma espécie de efeito colateral da redução do Aedes aegypti selvagem. Cientistas temem isso que abra caminho para o mosquito Aedes albopictus, mais eficiente na transmissão de doenças como a chikungunya, malária e febre amarela.
"O albopictus já foi o principal fator de transmissão da dengue. E pode voltar. E a natureza ensina que não há vazio. Se um mosquito sai, entra outro", diz o ex-conselheiro da CTNBio Leonardo Melgarejo, professor do mestrado profissional em agroecossistemas da Universidade Federal de Santa Catarina.
"E, o que aconteceria? A empresa criaria um transgênico de outro mosquito para as prefeituras comprarem novamente, num ciclo sem fim?", questiona ele, que também se manifestou contra a liberação do inseto transgênico para comercialização durante seu mandato de conselheiro na CTNBio.
A Oxitec afirma não ter identificado entrada do albopictus no lugar do aegypti. "Isso foi estudado recentemente no Panamá e não houve evidências de substituição. Resultados obtidos em um estudo em andamento em Piracicaba, onde o Aedes albopictus está presente, mostram evidências insuficientes de que o Aedes aegyptiserá substituído", disse Hadyn Parry, chefe-executivo da Oxitec.
Ferraz diz que "o problema é justamente este, que a empresa está fazendo uma experiência que enriquece a base de dados deles".
"Fizeram testes no semiárido e agora vieram para a região de Mata Atlântica. O ônus da prova não pode ser invertido. A empresa tem que provar que não haverá problemas, e não dizer que não há evidência dos problemas", diz Ferraz.
Em meio ao debate, governos justificam a ampliação de seus programas de uso do inseto transgênico diante da emergência que a dengue e agora o zika impuseram. 

Alto desempenho


A secretaria de Saúde do Estado da Bahia e a Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba afirmam que, diante da urgência imposta pelos números alarmantes de dengue, aceitaram adotar em caráter experimental o uso do mosquito transgênico.
No município baiano de Jacobina, a ideia é estender os programas iniciais com o OX513A para mais bairros.
A superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde da Bahia, Ita de Cácia Aguiar, afirmou que a aplicação teste do inseto transgênico em dois bairros custou ao governo R$ 1,2 milhão.
Ela diz não "ter certeza sobre a eficácia do mosquito transgênico na redução da dengue". Mas houve redução do Aedes aegypti, ela garante. "Não temos notícias de adoecimentos graves em Jacobina".
Em Piracicaba, o uso do mosquito transgênico foi um "projeto de parceria em caráter de pesquisa, com custos compartilhados entre o município e a empresa (Oxitec). Nesse primeiro ano do projeto, que se encerra em 29 de fevereiro, foram investidos R$ 150 mil pelo município", informou a Secretaria Municipal de Saúde da cidade, em nota à BBC Brasil.
De acordo com a prefeitura, os resultados de testes apresentados no dia 19 de janeiro apresentam redução de 82% nas larvas selvagens do Aedes aegypti, "e mostram que a alternativa funciona e pode ser aplicada de forma mais ampla para tratar um importante problema de saúde pública, que se agrava com a chegada do zika vírus em nosso país".
Após examinar a petição de ativistas, a promotora Maria Christina Marton Corrêa Seifarth de Freitas afirmou que pedirá à Prefeitura de Piracicaba e à Oxitec que se manifestem. Mas Maria Cristina não dá muitas esperanças aos ativistas.
"Houve agravamento da situação de saúde pública", diz ela. "E, no bairro onde o mosquito transgênico foi aplicado, o número de casos confirmados da dengue caiu de 133, em 2014, para 1 em 2015", complementou, citando, segundo ela, dados da Prefeitura.
"A empresa está construindo o case dela, com estes testes em larga escala em Piracicaba", diz o ex-conselheiro da CTNBio Leonardo Melgarejo. "Não sabemos qual o impacto ecológico desse mosquito".
Já a Oxitec repele as desconfianças justamente com o fato de ter sido muito criticada: "Suspeito que nossa tecnologia tenha sido examinada em muito mais detalhe e rigor do que a maioria das outras", diz o chefe-executivo, Hadyn Parry.
Por ora, ao que tudo indica, o mosquito transgênico veio para ficar. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/pestes/em-limbo-regulatorio-mosquito-transgenico-avanca-no-brasil.html

NASA encontra montanhas flutuantes em Plutão !

A Nasa divulgou imagens de montanhas flutuantes na superfície de Plutão, aparentes formações de gelo suspensas sobre um oceano de nitrogênio congelado (Foto: Nasa)
A Nasa divulgou imagens de montanhas flutuantes na superfície de Plutão, aparentes formações de gelo suspensas sobre um oceano de nitrogênio congelado (Foto: Nasa)

Fotos de sonda da Nasa capturam imagens de colinas que podem ser fragmentos de água congelada de montanhas do entorno ‘flutuando’ sobre mar gelado de nitrogênio do planeta-anão.
No “coração” de Plutão, misteriosas colinas intrigam cientistas da Nasa (agência espacial americana).
No último dia 4, a agência divulgou imagens de montanhas flutuantes na superfície do planeta-anão, aparentes formações de gelo de quilômetros de extensão, suspensas sobre um oceano de nitrogênio congelado.
As imagens foram capturadas pela sonda New Horizons em sua missão histórica de 2015.
Para os pesquisadores da Nasa, trata-se de “outro exemplo da fascinante e abundante atividade geológica” de Plutão. A suspeita é que essas montanhas flutuantes misteriosas sejam fragmentos de água congelada que lembram os icebergs da Terra.
As colinas, localizadas na vasta planície de gelo batizada informalmente de Plano Sputnik, são como versões em miniatura das montanhas maiores e mais variadas da extremidade oeste dessa planície.
“Essas montanhas de água gelada flutuam em um mar de nitrogênio congelado e se movem da mesma forma como os blocos de gelo no oceano Ártico da Terra”, informou a Nasa em nota. Seriam como fragmentos de planaltos acidentados que se separaram e estão sendo levados pelos glaciares de nitrogênio até o Plano Sputnik.
Essas cadeias de colinas em movimento são formadas na trilha dos glaciares. Quando entram no terreno em formato de células da região central do Plano Sputnik, passam a ser influenciadas pelos movimentos convectivos (movimento ascendente ou descendente de matéria em um fluido) do nitrogênio congelado, e são empurradas para a extremidade das células.
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Para cientistas da Nasa, as colinas se movem como os icebergs do oceano Ártico, em exemplo da fascinante atividade geológica de Plutão (Foto: Nasa)

Hipótese da origem

Essas formações podem flutuar porque o gelo de nitrogênio é bem mais denso do que o gelo de água.
Esses blocos congelados se juntam formando cadeias montanhosas de até 20 quilômetros de extensão.
Acredita-se que o Plano Sputnik tenha se formado após um grande impacto na superfície de Plutão, que foi preenchido com uma mistura de água congelada, nitrogênio e amoníaco. Plutão surpreende cientistas a cada dia desde a revelação, após uma espera de nove anos, das imagens da New Horizons.
A geografia dinâmica e variada revelada pelas imagens está mudando a perspectiva sobre esse corpo celeste descoberto há 85 anos.
“Ficamos atordoados com o que vimos, e por toda a atividade nesses mundos (Plutão e suas luas). E ainda não temos ideia do que está acontecendo lá de fato”, afirmou Nigel Henbest, astrônomo da Universidade de Leicester, na Inglaterra.
Os dados da New Horizons podem ajudar a esclarecer mecanismos da formação de planetas e até da origem de elementos que geram vida.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/02/11/nasa-encontra-montanhas-flutuantes-em-plutao/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Uma das luas de Saturno intriga cientistas da NASA !

geiseres em lua de Saturno
Se há um planeta no Sistema Solar que todos conhecem por um detalhe em especial, esse é Saturno. E, é claro, o reconhecimento se dá por seus gigantes e exuberantes anéis. Mas eles não são a única coisa que intriga cientistas. 

Isso porque Saturno, que tem diversas luas, está deixam cientistas de cabelo em pé por conta de seu satélite Encélado. Tudo porque uma série de buracos foram encontrados na lua de Saturno.

As últimas imagens de alta resolução da Encélado mostram diversos buracos que surgiram sem explicação alguma. Eles ficam em uma cadeia montanhosa que atravessa grande parte de uma paisagem composta por crateras e planícies. 

Os buracos não são pequenos: possuem, segundo os especialistas que os flagraram, de 100 a 800 metros e estão ao norte da lua. Mas o que impressiona não é isso, já que crateras por lá existem aos montes. A composição dos buracos é que deixa os cientistas intrigados. 

Recentemente, a lua esteve na pauta da comunidade científica pela descoberta de um oceano por lá, em 2014. Para alguns especialistas, a presença dessa atividade hidrotermal pode ter relação com os buracos enormes e, por isso, poderia ser um indicativo de atividade que pode até revelar formas de vida no local. 

A Nasa, no entanto, não tem missões programadas para o local em breve.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/02/10/37363/

Vulcão Fuego amanhece expulsando lava e cinzas na Guatemala !

O vulcão Fuego, situado a 50 quilômetros ao oeste da capital guatemalteca, entre os departamentos de Escuintla, Sacatepéquez e Chimaltenango, amanheceu expulsando lava e cinzas nesta quarta-feira, informou o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia (Insivumeh).

De acordo com o órgão, o vulcão, de 3.763 metros de altura, continua a ter explosões com intensidades de moderada a forte. As atividades começaram ontem à noite e essa é a terceira vez que ele se ativa somente neste ano. A lava atingiu os 500 metros acima da cratera e a coluna de cinza os 4.800 metros, que se desloca nas direções noroeste e norte.

A erupção gerou fluxos de lava em direção a Trinidad, Las Lajas e Santa Teresa, alcançando entre 800 e 2 mil metros de extensão. As explosões também provocaram vibrações em casas a mais de 25 quilômetros do vulcão. O Insivumeh recomendou à Aeronáutica Civil adotar medidas de precaução com a navegação aérea.

No ano passado, o vulcão Fuego, um dos mais ativos da Guatemala, registrou 14 erupções. 

Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/vulcao-fuego-amanhece-expulsando-lava-e-cinzas-na-guatemala.html

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