quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Pesquisadores encontram cristais ‘impossíveis’ em meteorito !

É como se o cristal tivesse sido fabricado artificialmente. O cristal apresenta uma simetria não encontrada naturalmente, chamada de simetria icosaédrica. O cristal veio do espaço. Especialistas dizem que ele apresenta características excepcionais de resistência.
Os investigadores encontraram um tipo fascinante e anormal de cristal, que acreditava-se ser impossível de existir, num pedaço de meteorito que caiu na Sibéria, Rússia.
O cristal tem uma estrutura anormal e repetitiva. Os especialistas acreditam que os assim chamados ‘quasicristais’ poderiam somente ter sido feitos artificialmente. Porém, a descoberta marca a terceira delas em materiais nos quais acredita-se terem sido formados naturalmente.
A pesquisa foi publicada na Scientific Reports. O objeto foi analisado por cientistas da Universidade de Florença, Caltech e Princeton.
Os cientistas encontraram a pequena amostra – somente alguns micrômetros de largura – após estudarem com um microscópio de elétrons o meteorito que caiu na Sibéria. Eles concluíram que o quasicristal apresenta um tipo de característica nunca antes encontrada, chamada de simetria icosaédrica.

O cristal oferece 60 pontos de simetria de rotação, composto de alumínio, cobre e ferro.
‘Quasicristais’ é a abreviatura para cristais quasi-periódicos. Eles desafiam as regras simétricas que definem cristais – eles são ordenados, mas não periódicos.

Paul Steinhardt, da Universidade de Princeton disse:

O que é encorajador, é que já encontramos três diferentes tipos de quasicristais no mesmo meteorito, e este novo tem uma composição química que nunca foi vista em um quasicristal.
Patricia Thiel, uma química e especialista em ciência de materiais da Universidade Estadual de Iowa (EUA), disse:
Se você quer cobrir o piso de seu banheiro, seus ladrilhos podem ser retângulos ou triângulos ou quadrados ou hexágonos. Qualquer outra forma simples não funcionará, porque deixará uma fresta. Num quasicristal, imagine que os átomos são os pontos dos objetos que você está usado.
Os primeiros quasicristais que ocorrem naturalmente foram descobertos no início dos anos 2.000, após um especialista ter tentado fabricá-los por anos.
Como detalhado na Princeton.edu, os quasicristais são minerais sólidos que parecem bem normais por fora e suas estruturas internas os tornam fascinantes para os cientistas. Ao invés de repetir regularmente os agrupamentos de átomos, como é visto na maioria dos cristais, os quasicristais contêm uma distribuição atômica sutil e intricada, envolvendo dois ou mais grupos que se repetem. Como resultado, átomos de quasicristais podem ser distribuídos em formas que não são comumente encontradas em cristais, tais como um formato icosaédrico de 20 lados, com a simetria de uma bola de futebol.

O Dr. Bindi, que liderou o estudo, disse:

Os quasicristais são uma forma peculiar de sólidos, na qual os átomos são colocados em estruturas não periódicas. Até poucos anos atrás, pensava-se que estes compostos poderiam somente ser artificiais.
Especialistas da Caltech descobriram no início deste ano um mecanismo de como os quasicristais se formam no espaço. O Professor Paul Asimow acredita que a “impossível” estrutura pode estar sendo criada através de um ciclo de compressão, calor, descompressão e resfriamento.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/15/pesquisadores-encontram-cristais-impossiveis-em-meteorito/


Jipe-sonda descobre que Marte pode estar coberto de matéria orgânica !

Uma nova análise do rover Curiosity, da NASA, mostrou que o planeta vermelho provavelmente está repleto de orgânicos.
“Estou convencida de que substâncias orgânicas estão por todo Marte”, disse Jennifer Eigenbrode, biogeoquímica e geóloga do Goddard Space Flight Center da NASA.

Orgânicos

Curiosity aterrissou em Marte há quatro anos para explorar uma montanha de sedimentos no centro de uma cratera de 150 km de largura.
O veículo rapidamente realizou o objetivo principal de sua missão, que era determinar se Marte já teve os ingredientes químicos e ambientes adequados para apoiar a vida microbiana.
Com a forte evidência de que o planeta realmente foi habitável em algum momento de seu passado – e ainda pode ser hoje -, os cientistas começaram a usar o rover para aprender mais sobre possíveis nichos para a vida marciana.
Uma parte fundamental da pesquisa se concentrou em orgânicos, uma busca que levou à surpreendente descoberta de que a matéria orgânica pode ser amplamente distribuída em Marte.

Habitando Marte

Os cientistas não sabem a origem dos orgânicos, nem como o material conseguiu sobreviver no ambiente radioativo de Marte. Ele foi encontrado em amostras perfuradas de rochas, analisadas quimicamente.
Seja de origem biológica ou geológica, uma rica oferta de substâncias orgânicas tem implicações não só na busca de formas de vida antigas, mas também no apoio a futuros empreendimentos em Marte, como a agricultura.
“Essa matéria orgânica poderia ser realmente importante. A porta está aberta a um potencial de habitabilidade expandido”, afirmou Eigenbrode.

Mais notícias boas

Em uma pesquisa relacionada, o geólogo do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, John Grotzinger, disse que Curiosity encontrou vários exemplos de minerais ígneos primários sendo alterados.
“O que isso está nos dizendo é que aquela bacia sedimentar é um reator químico, que esses minerais ígneos primários estão sendo convertidos sob diferentes circunstâncias químicas em diferentes minerais”, afirmou. “Não temos certeza do que isso significa, mas é muito interessante para a habitabilidade”.
A equipe do Curiosity também fez progressos na localização de possíveis tipos de rochas que poderiam preservar evidências de vidas passadas. A descoberta mais promissora, de acordo com Grotzinger, tem sido uma rocha rica em sílica que é quimicamente semelhante às primeiras rochas na Terra que continham células fósseis.
Conforme Curiosity escalou o Monte Sharp, também descobriu concentrações cada vez mais enriquecidas de boro dentro de fraturas de rocha. Na Terra, o boro está ligado à formação de ribose, um componente-chave do RNA.
“Ainda não encontramos minerais que contenham boro, por isso precisamos ser cautelosos com isso, mas é muito empolgante”, disse Grotzinger. [Seeker]

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/15/jipe-sonda-descobre-que-marte-pode-estar-coberto-de-materia-organica/


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Astrofisico afirma que Estrela de Belém era um alinhamento planetário !

Professor de Astrofísica investigou o assunto por mais de 10 anos
De acordo com o Novo Testamento, os magos saíram do Oriente para visitarem o rei que nascia após detectarem nos céus uma estrela de brilho raro. Conhecida como “Estrela de Belém”, ela apareceu no céu e indicou o local onde estava do recém-nascido Jesus.
Contudo, após mais de 10 anos de estudo, Grant Mathews, professor de Astrofísica Teórica e Cosmologia no Departamento de Física da Universidade de Notre Dame, acredita que o que foi descrito como uma estrela na verdade era um raro alinhamento planetário.
O professor não quer dizer com isso que a Bíblia esteja errada, apenas que a percepção do povo que descreveu o evento é diferente do que realmente acontecia no céu. A nova pesquisa divulgada por ele mostra como estiveram envolvidos o Sol, a Lua, os planetas Júpiter e Saturno, além da constelação de Áries.
Ele analisou registros históricos, bíblicos e astronômicos – que nada tem a ver com astrologia – para constatar que no ano 6. a.C. realmente houve uma rara formação planetária.
“Astrônomos, historiadores e teólogos ponderaram sobre a questão da chamada ‘Estrela de Natal’. Questionavam onde e quando ela apareceu; como realmente era e porque, entre os bilhões de estrelas no céu, qual teria brilhado intensamente naquele dia”, sublinha Mathews em nota. “Usamos a astrofísica moderna para tentar explicar um dos maiores eventos astronômicos da História”, justifica.
O fato dele ter conseguido demonstrar que isso ocorreu no ano seis a.C. apenas fortalece a narrativa bíblica, pois a data está dentro do período que os teólogos acreditam ter sido o nascimento de Jesus. A data é imprecisa por que o calendário adotado na Idade Média era baseado em uma perspectiva hoje considerada equivocada.
Durante esse alinhamento específico, explica Mathews, o Sol, a Lua, Júpiter e Saturno estavam na constelação de Áries. Naquele ano, o sol passou pela constelação por volta de 20 de março. Era o Equinócio vernal, data que marca o início da primavera no hemisfério norte, quando o dia e a noite têm a mesma duração.
Segundo antigas tradições do povo judeu, cada elemento do céu possui um simbolismo. Para os magos, a presença de Júpiter e da lua significavam o nascimento de um rei com um destino especial, o Messias. Saturno sobre Áries durante o Equinócio era o símbolo de vida.
O alinhamento ocorreu sobre Áries, símbolo da terra de Israel, por isso eles foram até sua capital, Jerusalém. “Os Magos teriam visto a luz no Leste e reconhecido que isso simbolizava um nascimento real na Judeia”, sublinha Matthews, que está trabalhando em um livro onde esmiuçará todos esses anos de estudo sobre o assunto.
De acordo com o astrônomo, que fez diversas simulações, esse alinhamento é um evento extremamente raro e só poderia ser visto novamente em milhares de anos. Mesmo se ocorresse, o equinócio vernal não estaria em Áries. Segundo seus cálculos, que chegam a 500 mil anos no futuro, o pesquisador confirma que nenhum alinhamento como o da Estrela de Belém poderia ser encontrado, o que faz dele um evento único.
Outros astrônomos e estudiosos já propuseram teorias sobre o fenômeno no passado. Afirmaram que seria um cometa, a junção do brilho de dois planetas, um meteoro ou a passagem da lua em frente de Júpiter. A maioria desses explicações não estavam de acordo com a percepção do antigo Oriente Médio, onde, por exemplo, o cometa era um símbolo de mau agouro, mais associado com a morte de um rei do que com o nascimento de um.
Conforme o astrofísico cristão Jason Lisle, que já escreveu sobre o assunto no site criacionista Answers in Genesis: “É perfeitamente aceitável que Deus tenha usado um fenômeno celestial para anunciar o nascimento de Cristo, afinal ‘Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos (Salmos 19:1).” Com informações Christian Headlines

Fonte: http://portugalmisterioso.blogspot.pt/


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Poderoso ciclone tropical Vardah atinge a costa leste da Índia !

Ciclone Tropical Vardah
Ciclone Tropical Vardah, visto pelo satélite Terra em 11 de dezembro de 2016.

Uma semana depois de provocar chuvas intensas e matar 14 pessoas no sul da Tailândia, o ciclone tropical Vardah atinge com força total a costa leste da Índia. Mais de sete mil pessoas já foram evacuadas.

A imagem vista neste artigo foi registrada no domingo, 11 de dezembro de 2016 e retrata o ciclone tropical Vardah agindo sobre o golfo de Bengala, antes de tocar o continente asiático na altura de Chennai, na Índia. O golfo de Bengala é o maior golfo do mundo, localizado na parte nordeste do oceano Índico.

A cena foi captada através do instrumento MODIS, a bordo do satélite de sensoriamento remoto Terra, da Nasa e revela um o gigantesco sistema ciclônico Vardah atuando ao norte do Sri Lanka e oeste da Índia, com ventos sustentados de 140 km/h e rajadas de até 170 km/h.

Ventos muito intensos já afetam o sul do estado de Andhra Pradesh e a parte setentrional de Tamil Nadu, onde cerca de 7400 pessoas já foram evacuadas.

Em 1999, um ciclone similar a Vardah deixou 10 mil mortos na região de Orissa.

Fonte: http://www.apolo11.com/temporada_de_furacoes.php?titulo=Poderoso_ciclone_tropical_Vardah_atinge_a_costa_leste_da_India&posic=dat_20161212-102327.inc

 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Cientistas confirmam que os dias estão cada vez mais longos !

Persitancia da Memoria, de Salvador Dali
Utilizando modelos gravitacionais e observações de eclipses ao longo dos séculos, os pesquisadores concluíram que a Terra está girando mais devagar do que estimado anteriormente, mas nada tão significativo a ponto de causar preocupação.
O estudo foi feito por cientistas britânicos e publicado na Proceedings of the Royal Society e mostrou que a Terra está girando 1,8 milissegundo mais devagar a cada século, mais lento que os 2,3 milissegundos estimado em estudos anteriores.
Com os novos valores, levará cerca de 3,3 milhões de anos para ganharmos um minuto.
"Este é um processo muito lento", disse Leslie Morrison, ligado Observatório Real de Greenwich e um dos autores do trabalho.
Segundo o pesquisador, essas estimativas são aproximadas, já que as forças geofísicas que atuam sobre a rotação da Terra não são necessariamente constantes após um longo período de tempo.
Para chegar a esse valor, Morrison e sua equipe usaram modelos gravitacionais de movimento de translação da Terra ao redor do Sol e também da translação da Lua ao redor da Terra. Os resultados revelaram o tempo dos eclipses solares e lunares ao longo dos séculos.
A partir desses dados, a equipe calculou onde na Terra os eclipses teriam sido visíveis e compararam isso com observações de eclipses registradas pelos antigos babilônios, chineses, gregos, árabes e europeus medievais.
Um desses documentos são tábuas babilônicas gravadas na escrita cuneiforme, conservadas no Museu Britânico e decodificadas por especialistas de várias partes do mundo.
"Nós obtivemos registros fantásticos de historiadores e tradutores de textos antigos", explicou Morrison.
O estudo revelou discrepâncias bastante significativas entre onde os eclipses deveriam ter sido observados e onde de fato eles foram vistos.
A discrepância obtida é uma medida de como a rotação da Terra está variando desde 720 A.C, quando as civilizações antigas começaram a guardar os registros sobre os eclipses.

Consequências

Embora a variação encontrada não seja tão grande do ponto de vista da percepção humana, na realidade é impossível percebê-la, ela não pode ser descartada.
Se confirmada em estudos futuros, a variação anual de 18 microssegundos deverá ser levada em consideração nos cálculos feitos por GPS, colaborando na melhoria da precisão posicional de objetos, tarefa que será cada vez mais exigida nos próximos anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Cientistas_confirmam_os_dias_estao_cada_vez_mais_longos&posic=dat_20161208-092709.inc

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ponto luminoso muito forte chama a atenção no céu nocturno !

Planeta Venus
O planeta Vênus pode ser encontrado no quadrante oeste, mesmo com o céu ainda claro, nos primeiros dias de dezembro de 2016


Nos últimos dias, um interessante objeto luminoso está claramente visível no céu noturno, mas pode ser observado mesmo com o firmamento ainda claro, próximo ao entardecer. O que seria essa luz que chama tanto a atenção e brilha tão forte quanto um farol celeste?

Antes que os mais afoitos digam que se trata de uma nova estrela ou então de alguma coisa inexplicável, informamos que esse ponto super luminoso existe desde a formação do Sistema Solar e não é nem um pouco desconhecido. Trata-se do planeta Vênus, que está em seu período de máxima elongação oriental.

Quando isso acontece, a distância angular entre Vênus e o Sol é muito grande e faz com que que o planeta nasça e se ponha depois do Sol, permitindo que seja observado com muita facilidade nos finais de tarde.

Atualmente, Vênus está a 141 milhões de km da Terra e com 70% do seu disco visível. Se observado através de um pequeno telescópio ou luneta, se parecerá como uma mini lua crescente.

Se você ainda não viu Vênus reluzindo tanto, esse é o momento. É só olhar pra cima no final da tarde. Aquele ponto super luminoso é Vênus, no espaço há 4.5 bihões de anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Ponto_luminoso_muito_forte_chama_a_atencao_no_ceu_noturno&posic=dat_20161207-092214.inc

Vida extraterrestre pode existir nas nuvens de estrelas ‘anãs marrom’ !

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À medida que procuramos por vida extraterrestre, questões sobre onde ela poderia viver e como ela é são importantes nessa procura. Agora os cientistas propõem um possível novo lugar para procurar.
Anãs marrom são corpos celestes, algo entre planetas e estrelas, com tamanho que poderiam ser duas vezes maiores do que Júpiter. Um novo estudo propõem que poderia existir vida alienígena nas camadas superiores das atmosferas de anãs marrom, cujas temperaturas e pressões são similares às da Terra.
O que os pesquisadores da Universidade de Edinburgo, na Escócia, pensam ser possível, está relacionada à natureza das anãs marrom, que foram descobertas em 2011. Estas ‘estrelas fracassadas’ escuras são basicamente como estrelas normais, mas sem a massa para entrar em ignição. Isto cria as condições de temperatura em suas atmosferas que poderiam ser consideradas habitáveis para a vida, aumentadas também pela presença de ingredientes chave, como o carbono, o hidrogênio e o oxigênio.
“Você não precisa necessariamente ter um planeta terrestre com uma superfície”, disse o líder do estudo, Jack Yates, um cientista planetário da Universidade de Edinburgo, para a revista Science.
Antes de você ficar muito empolgado, esta vida é provavelmente microbiana, já que esse tipo de organismo é mais provável de sobreviver na atmosfera que é pela maior parte hidrogênio. Os cientistas admitem algum potencial de que criaturas mais pesadas possam existir lá também, dependendo de ventos favoráveis.
Para chegarem à esta hipótese, os cientistas se basearam no trabalho de Carl Sagan, o qual propôs em 1976 que poderiam existir ecossistemas energizados pela luz solar, os quais evoluiriam na atmosfera superior de Júpiter. Os pesquisadores também consideraram a descoberta em 2013 de uma anã marrom, a WISE 0855-0714, que parece ter nuvens de água.
Aproximadamente uma dúzia de anãs frias foram encontradas até agora, devendo haver aproximadamente 10 dentro da distância de 30 anos-luz da Terra, de acordo com cálculos. Elas também serão estudadas pelo Telescópio Espacial James Webb, que entrará em operação em 2018, e será especialmente sensível às anãs marrons.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/07/vida-extraterrestre-pode-existir-nas-nuvens-de-estrelas-anas-marrom/

5 mistérios sobre a Lua que a ciência não pode explicar !

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Com o diâmetro de aproximadamente 3.476 quilômetros, a Lua tem um quarto do tamanho da Terra, todas as outras luas no sistema solar orbitam ao redor da linha do equador de seus planetas, nossa Lua não, e há rochas lunares que contêm metais processados, tais como latão, mica, e urânio 236 e Neptunio 237.
Colocado de forma simples, a Lua é um dos objetos mais misteriosos do nosso sistema solar. Ela é considerada um corpo celeste ‘estranho’ devido às suas numerosas qualidades, as quais os cientistas são incapazes de explicar, e devido ao fato de que ela é um astro único no sistema solar, incomparável com qualquer outra lua até hoje encontrada.
De fato, a Lua é tão única que o Dr. Robert Jastrow, o primeiro presidente da Comissão de Exploração Lunar da NASA a chamou de “Pedra de Rosetta dos Planetas”.
Para se ter uma ideia de quão estranha a Lua é, somente temos que ler uma citação por Robin Brett, cientista da NASA, o qual declarou:
Parece ser mais fácil explicar a não existência da Lua, do que a sua existência.
Mas o que torna a Lua tão estranha?
Ela é grande. Na verdade, é enorme. Com um diâmetro de 3.476 quilômetros, exceto por Caronte, lua de Plutão, ela tem a maior proporção conhecida comparando uma lua e seu planeta, entre os numerosos objetos do nosso sistema solar.
Nosso satélite natural tem uma órbita estranha tão única, que os cientistas não foram capazes de descobrir outra igual no sistema solar. Acontece que todas as outras luas do nosso sistema solar orbitam ao redor do equador de seus planetas. Nossa Lua não o faz, e orbita a Terra numa inclinação de cinco graus. A Lua tem altitude, velocidade e trajeto precisos, permitindo-a ‘funcionar’ de forma apropriada em relação à Terra. Colocado de forma simples, a Lua não deveria estar onde está.
A Lua é quase uma Terra. A composição de nosso satélite natural é similar à da Terra, diferentemente de outras luas, que são claramente diferentes de seus planetas.
Se os detalhes acima não chamaram sua atenção, então há mais.
Há algumas rochas lunares que contêm metais processados, tais como o latão, a mica e Urânio 236, e Neptunio 237. Estes elementos nunca foram encontrados de forma natural. O Urânio 236 é um lixo nuclear radioativo que é encontrado em descartes nucleares e urânio reprocessado. Ainda mais interessante, o Neptunium 37 é um elemento metálico radioativo e um sub-produto de reatores nucleares e da produção de Plutônio.
Estas misteriosas características lunares levaram a Mikhail Vasin e Alexander Shcerbakov, da Academia Soviética de Ciências, escreverem um artigo na década de 1970 sobre a Lua, chamado “Seria a Lua uma Criação da Inteligência Alienígena?”
Além disso, o Dr. Harold Urey, vencedor do Prêmio Nobel de Química, disse que estava “terrivelmente intrigado pelas rochas que os astronautas encontraram na Lua, e seu conteúdo de Titânio. As amostras eram inimagináveis e magníficas…”
Em outras palavras, nossa Lua não compartilha quaisquer características com outras luas encontradas em nosso Sistema Solar. Se isso não for estranho o suficiente, considere que a partir de qualquer ponto na superfície do nosso planeta, uma única face da Lua é visível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/07/5-misterios-sobre-a-lua-que-a-ciencia-nao-pode-explicar/

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O espectacular e misterioso aquecimento da coroa solar !

Coroa solar vista durante eclipse total
Que a superfície do Sol é uma fornalha ninguém duvida. O problema é que, estranhamente, quanto mais longe dela em direção ao espaço, mais a temperatura aumenta, podendo chegar a mais de 20 milhões de graus. Até hoje, ninguém sabe ao certo porque isso acontece.
Como se sabe, a temperatura da superfície visível do Sol - chamada fotosfera - é de aproximadamente 5.5 mil graus Celsius. É nessa região que se desenvolvem as chamadas manchas solares, que algumas vezes explodem e lançam ao espaço bilhões de toneladas de gás incandescente. Nesta forma o gás é chamado plasma.
Até cerca de 500 km acima da superfície a temperatura baixa ligeiramente até atingir 4500 graus, mas a partir daí a temperatura começa a aumentar. Acima dessa região temos a cromosfera, com 2 mil km de espessura e cuja temperatura pode chegar até 20 mil graus em seu topo. E seguida vem a Coroa Solar.
A coroa solar, também chamada de "corona solar", é aquela região que conseguimos ver quando presenciamos um eclipse total do Sol. Ela se estende além da órbita de Mercúrio e sua temperatura média é de 2 milhões de graus, mas pode chegar a mais de 20 milhões de graus em suas camadas mais quentes. É na corona que os ventos solares se formam.

Mistério da Coroa Solar

Até hoje, não se sabe por que a temperatura da coroa solar é tão mais alta que a superfície da estrela e segundo o astrofísico Bart De Pontieu, ligado ao Lockheed Martin Solar & Astrophysics Laboratory, “o problema envolve uma enorme variedade de processos físicos muito complexos, que dificultam as medidas diretas ou a solução em modelos teóricos".
Entretanto, a maioria dos pesquisadores concorda que a coroa é provavelmente aquecida por diversas maneiras diferentes. Por exemplo, ondas de plasma vindas da superfície Sol podem subir até a coroa e explodir, depositando ali sua energia. Ao mesmo tempo, "bombas de calor" poderiam se formar naquela região, quando campos magnéticos se entrecruzam e realinham, explodindo como pequenos flares solares.
No entanto, uma das grandes questões é saber se a coroa é aquecida em todos os lugares de uma só vez ou o calor é entregue em eventos discretos, tipo mini bombas.

Novos Estudos

Recentemente, novos dados fornecidos pelo satélite de observação solar IRIS, da NASA, revelaram evidências de eventos explosivos discretos, que de acordo com Paola Testa, do Centro Harvard-Smithonian para Astrofísica, é compatível com modelos desenvolvidos na Universidade de Oslo. Nestes modelos, o campo magnético solar interage na coroa e cria ali as mini bombas de calor responsáveis em parte pelo aquecimento.
Entretanto, Testa enfatiza que outros mecanismos de aquecimento também devem estar envolvidos e que novas observações poderiam ajudar a descobrir o quanto do aquecimento da coroa vem de eventos discretos de aquecimento.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=O_espetacular_e_misterioso_aquecimento_da_coroa_solar&posic=dat_20161205-092150.inc

domingo, 4 de dezembro de 2016

Telescópio muito mais poderoso do que o Hubble está quase pronto para ser lançado !

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Após 20 longos anos, a construção do Telescópio Espacial James Webb (sigla JWST) finalizou. Este empolgante feito na exploração espacial foi batizado em homenagem a James E. Webb, o segundo administrador da NASA.

O JWST é considerado o sucessor do Hubble e ajudará os cientistas a aprenderem muito mais sobre o Universo. Com uma área de coleta de imagens sete vezes maior que a do Hubble e a habilidade de coletar melhor a luz infravermelha, o JWST será capaz de enxergar objetos mais longe e com maior detalhes. 

Ser capaz de focar na luz infravermelha é uma grande parte das habilidades do telescópio. A Terra emite grandes quantidades de luz infravermelha e até mesmo o Hubble emite sua própria assinatura. Isto faz com que a habilidade do telescópio de captar luz infravermelha de outras fontes no cosmos seja comprometida. O JWST ira solucionar este problema, após ser enviado mais longe da Terra e operar à uma temperatura próxima do zero absoluto. Além disso, o telescópio orbitará a Terra numa região chamada Ponto Lagrange 2, que manterá a Terra e o Sol no mesmo lado do telescópio o tempo todo. Isto permitirá que os escudos de calor protejam o telescópio de qualquer calor vindo da Terra e do Sol. Também, a órbita manterá o telescópio fora da sombra da Terra, assim seu conjunto solar terá uma visada direta do Sol.

O resultado final é que os cientistas serão capazes de estudar planetas que estão se formando e analisar a atmosfera de exoplanetas, ajudando assim pela procura por vida e nossa compreensão do Universo.

Originalmente, era para o telescópio ter sido lançado em 2014, a um custo de 5 bilhões de dólares. Após alguns atrasos, o telescópio agora teve o custo de 8,7 bilhões de dólares e está agendado para ser lançado em 2018, à bordo do foguete Ariane 5 ECA. Este veículo de lançamento é a contribuição europeia para com este projeto.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/03/telescopio-muito-mais-poderoso-do-que-o-hubble-esta-quase-pronto-para-ser-lancado/

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Astronauta chines diz ter escutado “batidas estranhas no espaço !

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Astronauta chinês relatou algo estranho que ocorreu durante um voo espacial, levantando suspeitas pela comunidade OVNI de atividade alienígena. Yang Liwei, o primeiro astronauta da China, revelou numa entrevista recente ter escutado uma misteriosa ‘batida’ – como um martelo batendo num balde de lata, durante seu voo espacial em 2003.
O astronauta disse que ficou intrigado com o som que apareceu repentinamente, sem razão, reportou a agência de notícias Xinhua. “Uma situação não-casual que me deparei no espaço foi uma batida que aparecia de tempos em tempos”, disse Yang.
Ele ainda disse que “não vinha de fora, nem de dentro da nave espacial, mas soava como se alguém estivesse batendo no corpo da nave, bem como se bate num balde de metal com um martelo”.
Também foi reportado que o astronauta, que é general de divisão hoje, criou coragem e foi inspecionar a escotilha. Porém, ele não encontrou nada que possivelmente pudesse estar gerando o som.
O mais chocante é que não foi somente Yang que escutou o som. Astronautas das missões espaciais Shenzhou 6 e a Shenzhou 7 também escutaram o som, mas até mesmo eles falharam de encontrar uma explicação.
“Antes de entrar no espaço, eu disse a eles que o som é um fenômeno normal, assim não precisam se preocupar”, disse o Yang.
Yang não desistiu de encontrar a fonte do ruído e perguntou aos técnicos sobre o misterioso som uma vez que retornou à Terra. Ele até mesmo tentou explicar o som com instrumentos, porém disse que não pôde recriar ou escutar um som similar novamente.
Yang Liwei, que nasceu em 1965, foi a primeira pessoa enviada ao espaço pelo programa espacial chinês, em 2003.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/01/astronauta-chines-diz-ter-escutado-batidas-estranhas-no-espaco/

Nikola Tesla e os números 3, 6 e 9 - A chave secreta para a energia livre ?

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Embora muitas pessoas conectem Tesla com a eletricidade, a verdade é que as invenções dele iam muito além. De fato, ele fez descobertas inovadoras, tais como a comunicação sem fio, turbinas, helicópteros (embora foi Da Vinci o primeiro a ter a ideia), luzes fluorescente e de neon, torpedos e o raio-X entre outras. Quando morreu, Tesla tinha quase 700 patentes mundiais.
Além de suas inúmeras invenções e projetos futurísticos, Nikola Tesla também foi conhecido por sua excentricidade, tal como usar quartos de hotel cujos números fossem divisíveis por 3, limpar pratos com 18 guardanapos, ou andar ao redor de uma quadra 3 vezes antes de entrar num prédio, mas ninguém sabe exatamente a razão por detrás dos misteriosos comportamentos de Tesla.
Curiosamente, em numerosas ocasiões Tesla descreveu ter visto intensos clarões de luz, os quais eram seguidos por momentos de intensa criatividade e clareza.
Tesla era capaz de imaginar e ver uma invenção em sua mente durante um “momento de clareza”, quase com detalhe holográfico. Ele alegava que podia até mesmo ‘girar’ estas visões, desmontando-as peça a peça, e sabia exatamente como ele iria contruir essas invenções com base em suas experiências visionárias.
Além das várias outras equisitices, Nikola Tesla tinha calculado os pontos nodais ao redor do planeta – e eles provavelmente estavam ligados aos números 3, 6 e 9 – e Tesla alegava que estes números eram de extrema importância. Ele compreendia um fato fundamental, desconhecido de muitos, que é a linguagem universal da matemática; uma ciência descoberta pelo homem, não inventada por ele.
Tesla levou em consideração os padrões numéricos que ocorrem no Universo, tais como na formação de uma estrela, o desenvolvimento embriônico das células, e muitos outros que alguns chamam de “Plano de Deus” ou “Projeto de Deus”.
Há um sistema fundamental pelo qual a natureza parece reagir: “As Forças do Sistema Binário”, onde o padrão começa do um e continua dobrando os números.
Assim, células e embriões são desenvolvidas, por exemplo, seguindo os seguinte padrão: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, etc.
Marko Rodin descobriu que dentro da assim chamada Matemática de Vértice (a ciência da anatomia do toro) está um padrão repetitivo: 1, 2, 4, 8, 7, 5, 1, 2, 4, 8, 7, 5, 1, 2, 4, e assim por diante, até o infinito.
Aqui, os números 3, 6 e 9 não existem e, de acordo com Rodin, isto é devido ao fato de que estes números representam um vetor da terceira e quarta dimensões, que é chamado de “campo de fluxo”.
Este campo é uma energia dimensional mais alta, a qual tem uma influência no circuito de energia dos outros seis números. Indo mais longe, Randy Powell, um aluno de Marko Rodin, diz que esta é a chave secreta da energia livre, que Tesla investigou até os últimos dias de sua vida.
Porém, se olharmos até mesmo além de Tesla, notaremos que independentemente da cultura, observamos que o número 3 tem sempre estado presente e é de extrema importância.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/02/nikola-tesla-e-os-numeros-3-6-e-9-chave-secreta-para-energia-livre/

O Instituto SETI pede ajuda para encontrar extraterrestres !

radio-telescopio-estercavel
Em anos recentes se tornou claro que planetas são comuns ao redor de estrelas em nossa Galáxia e que a soma de possíveis lares para a vida chegam aos bilhões. O número de civilizações que habitam a nossa Galáxia ainda é desconhecido, mas graças ao SETI@home qualquer pessoa pode procurar por essas civilizações usando seus computadores em casa ou com seus telefones celulares.  Mas o SETI@home ainda precisa de sua ajuda.
Tem sido um ano empolgante para o SETI@home. Além da nossa continuada procura por emissões de rádio por extraterrestres no rádio telescópio Arecibo, em Porto Rico, começamos a analisar os dados coletados pelo projeto Breakthrough Listen com o telescópio Green Bank, o maior radio telescópio completamente esterçável do mundo. Breakthrough Listen logo irá começar a coletar dados do rádio telescópio Parkes, o maior rádio telescópio esterçável do Hemisfério Sul, e o SETI@home poderá analisar estes dados.
Para fazer isto, o SETI@home precisa de duas coisas. Primeiro, precisamos de você, de seus amigos e familiares. A enchente atual de dados requer mais poder de processamento do que os voluntários do SETI@home atualmente fornecem. Por favor espalhe a informação sobre o SETI@home.  Segundo, o SETI@home precisa de financiamento para obter equipamento e desenvolver o software necessário para dar conta desta nova fonte de dados. O SETI@home só obteve um terço dos US$450.000 em financiamento que necessita para o ano vindouro. Se o SETI@home não conseguir alcançar esta meta financeira, a expansão para novos telescópios poderá não ser possível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/02/o-instituto-seti-pede-ajuda-para-encontrar-ets/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Como a ciência usará a inteligência artificial para encontrar os extraterrestres !

Inteligência artificial procurando por extraterrestres
Para encontrar mundos habitáveis num mar de dados espaciais, precisamos de computadores que possam pensar rápido.
Astrônomos descobriram os primeiros planetas fora do nosso sistema solar no início da década de 1990. Desde então, os cientistas já catalogaram 3.400 desses exoplanetas. Agora eles querem determinar quais deles podem ser lares para a vida extraterrestre. Mas algumas vezes os pesquisadores passam dias, ou mesmo semanas, analisando um único exoplaneta.
Novos instrumentos, como o Telescópio Espacial James Webb, que será lançado em 2018, logo estará enviando para nós tantas informações que os cientistas não serão capazes de processá-las manualmente. Este acúmulo de dados reduzirá a velocidade, ou mesmo impedirá novas descobertas. É por isso que os pesquisadores da Universidade College London criaram o RobERt, uma inteligência artificial que pode fazer a varredura de dados do espaço profundo, procurando por sinais de planetas habitáveis, muito mais rapidamente do que os humanos poderiam.
Veja como: Os planetas refletem uma pequena fração da luz das estrelas próximas deles. À medida que a luz passa através da atmosfera, seus vários gases, ou são absorvidos, ou deixam a luz passar sob certos comprimentos de onda. Os cientistas na Terra podem usar esses espectros para determinar do que é feita a atmosfera de um planeta e, por sua vez, se ele pode abrigar a vida extraterrestre, ou possivelmente exploradores humanos no futuro.

RobERt – abreviatura para Robotic Exoplanet Recognition – pode analisar o espectro de um exoplaneta em segundos. Sua inteligência base vem de uma rede neural de ‘crença-aprofundada’ (sigla DBN em inglês), que trabalha de forma similar a como pensamos que um cérebro humano o faz: Ela filtra os dados através de camadas múltiplas de ‘neurônios’ de silicone, cada uma refinando os resultados cada vez mais, até que o sistema chegue naquilo que ele pensa ser a resposta certa – no caso do RobERt, quais gases estão presentes num dado espectro.
Como os cérebros humanos, DBNs aprendem por tentativa e erro. Assim, para treinar RobERt, os pesquisadores da UCL o mostraram mais de 85.000 espectros simulados. No final, RobERt acertou a mistura de gases em 99,7% das vezes, mesmo quando os pesquisadores intencionalmente o desafiaram com dados incompletos ou com jogos de dados com ruídos, diz Ingo Waldmann, pesquisador líder da equipe UCL.
A análise de dados rápida do RobERt poderia também trazer os cientistas mais próximos da compreensão de como os sistemas solares – inclusive o nosso – se formaram.
“Estamos bem no começo de compreendermos a formação dos planetas”, diz Waldmann. “A única forma que podemos fazer isto é através da observação de muitos exemplos em outros sistemas solares.” RobERt adicionará às nossas listas de sistemas conhecidos, servindo como um tipo de astrônomo teórico num pacote – uma ferramenta que a equipe da UCL pode exportar para agências espaciais, a fim de compararem suas observações de outros planetas contra a experiência acruada de RobERt. “Então talvez, se tivermos sorte, encontraremos um pequeno planeta habitável”, diz Waldmann. “Teremos que ter sorte, mas isto acontecerá.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/26/inteligencia-artificial-encontrar-extraterrestres/

Nuvem misteriosa aparece sobre pequena cidade na Inglaterra !

Lobulos em Nuvens
Imagem de James Tromans, publicada no site "Cloud Appreciation Society". Crédito: cloudappreciationsociety.org

No início de novembro, uma formação peculiar de nuvens apareceu sobre uma pequena cidade da Inglaterra. A nuvem lembra um circulo adornado e foi comparada aos crop-circles, que vez por outra aparecem nas plantações em todo o mundo.
A cena foi registrada no céu da cidade de Hampton Lucy, em Warwickshire, Reino Unido, pelo fotógrafo James Tromans, que a publicou no site "Cloud Appreciation Society".
 O anel, na realidade uma curva em forma de "U", parece consistir de uma série de lóbulos regulares, mantidos suspensos por uma camada de nuvem que os sustentam, logo acima.

Explicação da Nuvem

Como a região da formação é muito próxima ao aeroporto de Coventry, existe grande chance desse efeito ter sido criado de alguma forma por uma aeronave.
À medida que os aviões voam através de nuvens formadas por gotas de água "super-resfriadas", pode acontecer delas congelarem e caírem, deixando para trás uma abertura conhecida como trilha de dissipação ou "distrail". Essas formações são vistas normalmente em linhas retas, quando os aviões ascendem ou descem através da nuvem. Entretanto, elas também podem aparecer em formas circulares, quando uma das aeronaves está voando em um padrão à espera do pouso. 
Lobulos em Nuvens
Detalhe de Lóbulos formados após a formação de contrail. Crédito: cloudappreciationsociety.org.

O formato dos lóbulos, perfeitamente visível na imagem, é causado pela interação entre os dois vórtices produzidos pelas asas.
Como estes redemoinhos giram em sentidos opostos na esteira de uma aeronave, os dois fluxos turbulentos interagem e se combinam para formar um padrão periódico de correntes descendentes turbulentas, que na condição certa aparecem como lóbulos pendurados abaixo da trilha de condensação. Exatamente como na foto.

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Nuvem_misteriosa_aparece_sobre_pequena_cidade_na_Inglaterra&posic=dat_20161128-102438.inc


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Teremos um forte terramoto até o final do ano ?!

Estatisticas sismicas de 1979 a 2016
Estatísticas sísmicas até novembro de 2016

Todos os anos, com raras exceções, a Terra produz um intenso terremoto acima de oito magnitudes. Este ano esse evento ainda não aconteceu, o que faz aumentar a possibilidade de termos um grande evento antes de 2017.
A última vez que a Terra sentiu um abalo maior ou igual a oito foi em 16 de setembro de 2015, quando um grande tremor de 8.3 magnitudes foi registrado na costa de Illapel, no Chile.
Com exceção do ano de 2002 e 2008, neste século a Terra foi acometida por 21 terremotos iguais ou superiores a 8.0, entre eles o poderoso megaterremoto de Sumatra em 2004, de 9.1 magnitudes, o sismo de 8.8 magnitudes em Bio-Bio, no Chile, em 2010 e o mais recente e espetacular tremor de 9.0 em Honshu, no Japão, que provocou o terrível acidente nuclear de Fukushima.
Todos esses abalos ocorreram no chamado "Anel de Fogo" e produziram ondas gigantes, chamadas tsunamis.

Previsão versus Estatísticas

Prever terremotos e sua possível localização ainda não é possível, mas a observação de valores ao longo do tempo pode revelar pressões tectônicas em crescimento e que "estatisticamente" podem ser liberadas. É o caso de 2016, em que até o mês de novembro não ocorreu nenhum evento significativo igual ou maior que 8.0 magnitudes.
Considerando que em todos os anos acontece ao menos 1 evento desse porte, é de se esperar que um forte tremor ocorra até antes do final do ano em alguma região próxima ao anel de fogo, que compreende boa parte do planeta.
É importante destacar que essa informação não é e nem pretende ser uma previsão de terremoto, mas uma avaliação baseada em dados observados desde 1900 e que constata a ausência de qualquer tremor significativo em um período de quatorze meses e que estatisticamente deveremos ter ao menos um evento até o final do ano, como observado nos últimos 116 anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Teremos_um_forte_terremoto_ate_o_final_do_ano_&posic=dat_20161125-110751.inc

Esfera gigante aparece em foto de satélites da NASA, mas ainda não é certo sobre se será mesmo um fenómeno misterioso...!

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Imagens fascinantes de um esfera gigante em nosso sistema solar que foram capturadas por satélites da NASA imediatamente chamaram a atenção de pesquisadores. A informação foi colocada por Pamela Johnson, do México, que compartilhou as imagens no Facebook.
A foto mostra uma enorme esfera que apareceu “do nada” em 15 de novembro passado, surpreendendo a todos que estavam assistindo a TVOne.
As imagens são dos satélites STEREO SECCHI da NASA, de acordo com Pamela Johnson.

Ela escreveu:

“Nosso Sol está enviando sua luz que está vindo da esquerda no quadro. Estes arquivos do satélite mostraram que o Sol começou a reagir à este objeto em 15 de novembro e há vários quadros faltando nos dias 15 e 16. Uau!”
As fotos da esfera foram publicadas num vídeo do YouTube. Metade dos leitores que lá comentaram estavam entusiasmados com a foto, enquanto a outra metade parecia cética.
Um comentarista escreveu: “Eu diria que é um planeta desgarrado, mas não o vemos se movendo e então ele desaparece.”
Porém, um comentarista cético disse: “Ok, se você me perguntar, a NASA nunca seria tão descuidada em permitir algo assim de alcançar o público. E parece que algo está projetando esta imagem no espaço, holográfica talvez ou o projeto blue beam.”
Embora Pamela Johnson tinha chama o objeto de ‘Esfera Azul’, a NASA explicou que não é nada disso. A agência espacial disse que “em ocasiões raras” o processador de imagem pode se tornar saturado, resultando em “imagens corrompidas”. Estas imagens são criadas a partir de um “grande número de exposições” agrupadas. Neste caso em particular, a imagem é somente o Sol, embora super exposto, declarou a NASA.
Veja o vídeo postado por Pamela (Para instruções de como ativar as legendas em português, embora estas não sejam precisas, clique aqui):

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/21/esfera-gigante-aparece-em-foto-de-satelites-da-nasa/


Astrónomos detectam ceano subterrâneo em Plutão !

plutao
Por algum tempo, parecia que Plutão estava fadado a ser esquecido, após sua categoria planetária ter sido retirada em 2005. Contudo, desde então Plutão tem sido o assunto de um número de descobertas surpreendentes, mostrando que realmente grandes coisas vêm em pequenos pacotes.
No início deste ano, os astrônomos publicaram dados dizendo que Plutão poderia ser capaz de ter um oceano líquido. Desde então, misteriosamente Plutão começou a emitir raios-X, sem qualquer explicação plausível que combinasse com os modelos atuais da ciência planetária. Embora essa questão ainda está inexplicável, a teoria do oceano pode ter sido provada, graças a dois estudos recentemente publicados no periódico Nature.
Ambos artigos são baseados em pesquisa da Sputnik Planitia, uma enorme bacia de impacto com 1.300 quilômetros de extensão na região Tombaugh Regio. A cratera, não contendo massa, normalmente causaria o planeta de se inclinar em direção às áreas mais massivas ao redor do equador. De acordo com uma das publicações, isto representa uma “anomalia gravitacional” que indica a existência de alguns dos mistérios escondidos na superfície de Plutão:
“A reorientação da Sputnik Planitia surgida a partir dos torques de maré e rotacionais podem explicar a localização atual da bacia, mas requer a característica de uma anomalia de gravidade positiva, apesar de sua topografia negativa.”
Sputnik Planitia, uma enorme cratera de impacto em Plutão.
Sputnik Planitia
, uma enorme cratera de impacto em Plutão.

Ao invés de Plutão se inclinar para longe da bacia, os astrônomos descobriram que o oposto ocorreu, indicando que algum tipo de massa misteriosa subterrânea mantém Plutão orientado desta maneira. Mais dados revelam a presença de rachaduras que indicam o estresse na superfície do planeta como resultado de uma re-inclinação em algum ponto do passado. De acordo com o segundo artigo publicado no Nature, estes dois fatores indicam a provável presença de um oceano líquido subterrâneo:
“A combinação desta reorientação, carga e expansão globais, devido ao congelamento de um possível oceano subterrâneo, gera estresses dentro da litosfera de planetas, resultando numa rede global de falhas de extensão que proximamente replicam as redes de falha observadas em Plutão.”
Por muito tempo presumiu-se que oceanos líquidos poderiam ser um ingrediente chave para a vida em mundos alienígenas, assim esta descoberta dá alguma esperança quanto a procura de vida no Universo. E a NASA já está trabalhando num submarino a ser enviado para estes locais.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/21/oceano-subterraneo-em-plutao-e-detectado-por-astronomos/

Enorme lago congelado descoberto abaixo da superfície de Marte !

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O ano de 2016 tem tido grandes avanços para a procura de H2O em Marte, com os astrônomos detectando evidência geológica de água que uma vez fluiu naquele planeta e encontrando várias estranhas crateras que indicam a presença de água, mas até agora a presença de água (de forma maciça) tem sido elusiva. Na verdade, de acordo com as estimativas atuais, a superfície marciana tem estado seca por milhões da anos (com algumas exceções).
Contudo, novos dados publicados pela Geophysical Research Letters mostra que pode haver um enorme lago congelado sob a superfície de Marte, fornecendo assim uma renovada esperança para a procura de água naquele planeta, como também vida.
De acordo com os dados, as pesquisas feitas pelo radar SHARAD (shallow radar, ou radar raso) na região Utopia Planitia em Marte são consistentes com regiões reflexivas similares na Terra, onde o gelo pode ser encontrado abaixo da superfície.
Os dados coletados pelo SHARAD (shallow radar, ou radar raso), abordo da Sonda Orbital Reconnaissance.
Os dados foram coletados pelo SHARAD (shallow radar, ou radar raso), abordo da Sonda Orbital Reconnaissance.

Numa liberação de imprensa da NASA, os cientistas dizem que a região é enorme e composta pela maior parte de gelo:
Análises dos dados de mais de 600 revoadas com o radar revelam um depósito mais extenso em área do que o estado do Novo México. O depósito abrange a espessura de 80 metros até 17 metros, com uma composição de 50 a 85 por cento de água congelada, misturada com poeira ou grandes partículas rochosas.
O gelo está coberto por uma camada do solo marciano abrangendo de 1 a 10 metros de espessura, tornando-o potencialmente acessível por um jipe-sonda não tripulado ou futuros colonos em Marte.
Joe Levy, um astrônomo da Universidade do Texas e co-autor deste novo estudo, diz que a descoberta dá aos cientistas esperança de que os futuros colonos de Marte poderão ser capazes um dia de colher o gelo, que é muito mais acessível do que o gelo encontrado nas regiões polares de Marte:
mars1-2
A flecha mostra onde o radar orbital que penetra o sol detectou depósitos na subsuperfície, ricos em água gelada.

“Os depósitos de gelo da Utopia Planitia não são somente um recurso explorável, eles também são um dos registros mais acessíveis de mudança climática em Marte. […] A amostragem e o uso deste gelo em missões futuras poderiam ajudar a manter os astronautas vivos, enquanto também os ajuda a desvendar os segredos das idades do gelo marcianas.
Dado o fato que Elon Musk e a SpaceX planejam colocar um milhão de colonos em Marte dentro dos próximos cinquenta anos, esta nova descoberta pode simplesmente ser a vantagem que as planejadas colônias em Marte necessitavam.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/25/enorme-lago-congelado-e-descoberto-abaixo-da-superficie-de-marte/

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cientistas afirmam que mundos paralelos existem e até mesmo interagem com o nosso mundo !

De acordo com uma nova teoria, mundos paralelos são reais e até mesmo interagem com o nosso mundo. A existência da teoria mundo paralelo pode ajudar a explicar algumas das consequências bizarras inerentes à mecânica quântica .
Tão profunda que possa parecer, a teoria chamada hipótese "muitos mundos interagindo 'prova que, assim como o famoso físico Richard Feynman observou uma vez" Eu acho que posso dizer com segurança que ninguém entende a mecânica quântica. "Acredite ou não, tudo está conectado.
A teoria indica que mundo paralelo não apenas existe, mas eles são capazes de interagir com o nosso mundo em um nível quântico que por sua vez torna detectável.
Como relata RT , embora ainda especulativa esta teoria pode ajudar a explicar algumas das consequências bizarras inerentes à mecânica quântica .
"A ideia de universos paralelos na mecânica quântica tem sido em torno desde 1957," Wiseman disse em um comunicado.
"No bem conhecido" Muitos Mundos A interpretação, 'cada universo ramifica em um monte de novos universos cada vez que uma medição quântica é feita. Todas as possibilidades são, portanto, percebeu - em alguns universos do asteroide-matando dinossauro perdido na Terra. Em outros, a Austrália foi colonizada pelo Português ".
"Mas críticos questionam a realidade desses outros universos, uma vez que não influenciam o nosso universo em tudo", acrescentou. "Nesta nota, o nosso" Muitos Mundos Interagindo "abordagem é totalmente diferente, como o próprio nome indica."
Segundo relatos, Wiseman e seus colegas sugerem que há "uma força universal de repulsão entre os mundos 'próximas' (isto é, semelhantes), que tende a torná-los mais desiguais."
Eles sugerem que os efeitos quânticos pode ser explicado ao decompor esta força.
Em uma entrevista, mãe perguntou se a teoria sugere que os humanos algum dia poderiam ser capazes de interagir com outros universos para o que Wiseman respondeu: "Não é parte de nossa teoria. Mas a ideia de interações [humanos] com outros universos não é mais pura fantasia. "
físico teórico americano Richard Feynman observou certa vez: "Eu acho que posso dizer com segurança que ninguém entende a mecânica quântica." E o grupo MIW admite que sua teoria é um pouco lá fora.
"Qualquer explicação dos fenômenos quânticos vai ser estranho e a mecânica quântica padrão realmente não oferecem qualquer explicação em tudo - ele só faz previsões para experimentos de laboratório," Wiseman disse ao Huffington Post em um email. "Nossa nova explicação ... é que existem ordinário [não-quântico] mundos paralelos que interagem de uma maneira particular e sutil."
"Há alguns que são completamente felizes com as suas próprias interpretações de QM, e nós não somos susceptíveis de mudar as suas mentes," Wiseman disse em seu e-mail. "Mas eu acho que há muitas pessoas que não estão satisfeitas com qualquer uma das interpretações atuais e
quem sera provavelmente, mais interessado em nosso. Espero que alguns vão se interessar o suficiente para começar a trabalhar nele em breve, porque há tantas perguntas a responder. "
 
Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Está a chegar a maior Super-Lua jamais observada !!!


No próximo dia 14 de novembro, a Lua dará um espetáculo majestoso no céu. Devido a uma série de movimentos orbitais, nosso satélite parecerá maior e estará mais perto do nosso planeta como nunca esteve desde 1948. É a superlua de 2016!
superlua
O fenômeno acontece sempre que a Lua se torna cheia ao mesmo tempo em que atinge o perigeu, a menor distância da Terra. No próximo dia 14 a Lua entrará na fase cheia, ou seja, ficará 100% iluminada, exatamente as 11h52 BRST (Horário Brasileiro de Verão), somente duas horas e meia depois de ter atingido o perigeu.

Essa coincidência astronômica, tecnicamente chamada Lua de Perigeu, fará com que o astro aparente ser 14% maior e 30% mais brilhante que o normal.

Na maior parte do Brasil o fenômeno não poderá ser visto no momento exato em acontece, pois a Lua ainda não estará no céu. O astro só estará disponível próximo das 20h00, mas seu diâmetro e brilho maiores serão facilmente perceptíveis.

Como acontece a superlua

A Lua dá uma volta aparente na Terra a cada 29.5 dias e se tudo fosse perfeito, a superlua nunca existiria. Acontece que a orbita da Lua ao redor do nosso planeta não é um círculo perfeito, mas uma elipse, o que faz com que o astro se distancie ou se aproxime da Terra de modo irregular ao longo do ano.
Essa irregularidade do shape tem dois pontos máximos, chamados perigeu e apogeu lunar. Durante o apogeu, a distância média da Terra à Lua é de 405696 km, enquanto no perigeu essa distância média cai para 363104 km. Anomalias gravitacionais fazem com essas distâncias médias variem um pouco, produzindo perigeus e apogeus diferentes ao longo do ano, alguns deles bastante perceptíveis visualmente, principalmente quando a Lua está na fase cheia.

Durante a superlua de 14 de novembro, o perigeu da Lua será de apenas 356511,72 km. Essa será a menor distância entre a Terra e a Lua desde 26 de janeiro de 1948. A próxima superlua a bater esse recorde só acontecerá em 25 de novembro de 2034, com o perigeu a 356472 km.

Consequências da SuperLua

As superluas têm efeitos físicos aqui na Terra, uma vez que a maior aproximação produz marés mais fortes que as habituais. Essas marés são conhecidas marés de sizígia e podem produzir ondas muito fortes, principalmente quando combinadas com ondas de swell, produzidas por ventos em alto mar.

Terremotos

É certo que a atração gravitacional exercida pela Lua tem alguma influência nas camadas mais profundas da crosta e do manto e em alguns casos pode até provocar microssismos, mas não há evidências de que a superlua possa disparar terremotos de grande magnitude.

Atualmente, estuda-se a possibilidade das marés poderem provocar alguns tipos de sismos próximos à linha costeira, mas não existem estudos conclusivos a esse respeito e ainda são objeto de discussão por parte dos pesquisadores.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_a_maior_superlua_que_voce_ja_viu_esta_chegando!&posic=dat_20161107-095846.inc

Terramotos em Itália - Entenda porque eles acontecem !

Terremotos na ItaliaA região central da Itália é praticamente esmagada entre a placa Eurásia e o extremo da placa africana. Esse movimento deu origem aos montes Apeninos e um intrincado sistema de falhas responsável pelos tremores no centro da Itália.

Quase todos os terremotos que acontecem na Itália tem como causa o deslocamento de uma ou mais falhas rasas situadas nos montes Apeninos, uma enorme cordilheira que vai desde o Golfo de Taranto, no sul da Itália, até o limite sul da bacia do Pó, no norte do país.

Geologicamente, os Montes Apeninos são, em sua maior parte, uma espécie de cunha formada em consequência de um constante processo de subducção, no qual uma ou mais placas tectônicas desliza continuamente por debaixo da outra.

A tectônica dessa região é extremamente complexa e envolve principalmente a subducção da microplaca de Adria abaixo da placa Eurásia e da cadeia dos Apeninos no sentido leste a oeste, além da colisão continental entre as placas da Eurásia e de Nubia (África). Esse processo constrói o cinturão montanhoso alpino até o norte e a abertura da bacia do mar Tirreno ao oeste, que por sua vez também está relacionado à subducção da placa de Adria.

Toda essa movimentação simultânea e complexa criou ao longo do tempo uma série de falhas geológicas rasas que dominam uma vasta região circundante da Itália e do Mediterrâneo central e são responsáveis pelos mais diferentes tipos de terremotos que ocorrem no país.

O terremoto de magnitude 6.6 observado ao norte de Norcia em 30 de outubro de 2016 é um típico evento de grande intensidade que ocorreu ao longo uma falha geológica rasa que corta parte do centro da Itália. Historicamente, os tremores fortes que ocorrem nesta região são seguidos de diversas réplicas que chegam a durar meses.

O maior evento que já foi registrado por instrumentos nesta região ocorreu em 13 de janeiro de 1915 e atingiu 6.7 magnitudes. O evento teve o epicentro situado a 100 km do terremoto de 30 de outubro de 2016 e ceifou a vida de mais de 32 mil pessoas.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Terremotos_na_Italia_entenda_porque_eles_acontecem&posic=dat_20161103-092640.inc




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia diz que Planeta 9 pode ser o causador da Inclinação do Sol e de todo sistema solar !

Planeta 9 pode ser culpado pela inclinação do sol (e de todo sistema solar): estudo
O Planeta 9 é um planeta teorizado, mas ainda não descoberto, que estaria na borda do nosso sistema solar.
Ele foi previsto pela pesquisa de Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, em janeiro deste ano.

Planeta 9, um novo membro do sistema solar?

Agora, um novo estudo liderado por Elizabeth Bailey, também do Instituto de Tecnologia da Califórnia, afirma que o planeta parece ser responsável pela inclinação incomum do sol.
Alinhamento
Segundo a pesquisa, o planeta grande e distante pode adicionar uma oscilação ao sistema solar, dando a aparência de que o sol está ligeiramente inclinado.
“Como o Planeta 9 é tão grande e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem escolha a não ser torcer lentamente para fora do alinhamento”, disse Bailey ao portal Science Daily.

Faz sentido

Todos os planetas do nosso sistema orbitam numa superfície plana em relação ao sol, mais ou menos dentro de alguns graus um do outro.
Esse plano, no entanto, gira a uma inclinação de seis graus em relação ao sol, dando a impressão de que o próprio sol está inclinado.
Até agora, ninguém tinha encontrado uma explicação convincente para tal efeito. A descoberta de Brown e Batygin das evidências de um nono planeta, cerca de 10 vezes maior que a Terra e com uma órbita cerca de 20 vezes mais distante do sol do que a de Netuno, muda tudo.
O Planeta 9 parece estar cerca de 30 graus fora do plano orbital dos outros planetas, influenciando a órbita de uma grande população de objetos no Cinturão de Kuiper, que é como Brown e Batygin começaram a suspeitar que um planeta existia lá em primeiro lugar.
“Ele continua a surpreender-nos. Cada vez que olhamos com cuidado, achamos que o Planeta 9 explica algo sobre o sistema solar que tinha sido por muito tempo um mistério”, Batygin afirmou ao Science Daily.

Momento angular

O momento angular do Planeta 9 tem um impacto desproporcional sobre o sistema solar com base em sua localização e tamanho. O momento angular de um planeta é igual à massa de um objeto multiplicada pela sua distância do sol, e corresponde a força que o planeta exerce sobre o giro do sistema global.
Como os outros planetas do sistema solar todos existem ao longo de uma superfície plana, o seu momento angular trabalha para manter tudo girando suavemente.
A órbita incomum do Planeta 9, no entanto, acrescenta uma oscilação a esse sistema. Matematicamente, dado o tamanho e distância hipotéticos do planeta, uma inclinação de seis graus se encaixa perfeitamente.
A próxima pergunta seria, então, como o Planeta 9 ganhou essa órbita incomum. Batygin sugere que o planeta pode ter sido ejetado das redondezas dos gigantes de gás por Júpiter, ou talvez tenha sido influenciado pela força gravitacional de outros corpos estelares no passado do sistema solar.

Por enquanto, Brown e Batygin continuam a vasculhar o céu a procura de sinais do Planeta 9 ao longo do caminho que eles previram em janeiro. Essa busca pode levar três anos ou mais. [ScienceDaily]
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Existe um oceano numa das luas de Saturno, e possivelmente vida também !

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As sessenta e duas luas de Saturno continuam a ser um baú de mistérios tesouros cósmicos. No início deste ano, astrônomos da NASA descobriram desfiladeiros profundos em Titã, o quais fluem hidrocarbonetos líquidos, comparáveis à geografia da Terra. A mesma lua também mostrou misteriosas nuvens de gelo, as quais apareciam repentinamente, implicando condições atmosféricas muito mais próximas às da Terra do que se pensava anteriormente.
Agora, novos dados coletados pelo Observatório Real da Bélgica mostram que a lua Dione de Saturno contém algo surpreendente: um oceano líquido.
A conclusão foi alcançada após astrônomos analisarem os dados gravitacionais e geológicos, os quais mostraram anomalias que não combinavam com o pensamento atual sobre a composição de Dione, a décima quinta maior lua em nosso sistema solar. De acordo com a pesquisa publicada no Geophysical Research Letters, os astrônomos acreditam que estas anomalias poderiam somente ser explicadas por um oceano profundo abaixo da superfície de Dione:
Foto da lua Dione, tirada pela sonda Cassini da NASA
Foto da lua Dione, tirada pela sonda Cassini da NASA

“Sua gravidade e seu formato podem ser explicados em termos de uma espessa crosta isostática por sobre um oceano global de 99 ± 23 km de profundidade, assim fornecendo a primeira evidência clara de um oceano atual dentro de Dione.”
Acredita-se que o oceano de Dione esteja bem abaixo de sua superfície composta de gelo e o silicato rochoso. Acredita-se ainda que outra das luas de Saturno, Encelado, tenha um oceano subterrâneo similar.
dione-corte
Dione pode ter uma crosta gelada, um oceano no meio e um núcleo rochoso.

O que é mais empolgante do que a descoberta to oceano de Dione é o fato de que ele esteja dentro de uma camada de rocha, criando condições, as quais acredita-se terem sido responsáveis pela proliferação da vida.
Attilio Rivoldini, co-autor da pesquisa publicada, acredita que a descoberta poderia ser inovadora na procura por vida fora da Terra:
“O contato entre o oceano e o núcleo rochoso é crucial. Interações entre a rocha e a água fornecem os nutrientes e a fonte de energia, ambos ingredientes essenciais para a vida.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/10/12/ha-um-oceano-numa-das-luas-de-saturno-e-possivelmente-vida-tambem/

Veja como era Marte quando tinha água !

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Obama quer enviar astronautas para Marte até 2030, e Elon Musk tem planos para a humanidade se tornar uma raça interplanetária… A colonização de Marte, em particular, está realmente em alta nas notícias.
Talvez a raça humana tenha começado originalmente em Marte, mas teve que abandonar aquele planeta após algum evento cataclísmico há milhares de anos, deixando para trás esta paisagem árida, com toda sua superfície rachada.
Mas há pessoas, como o engenheiro de software Kevin gill, que criaram imagens muito legais para nos dar uma ideia do que Marte poderia ter sido quando tinha oceanos e uma atmosfera similar à da Terra.
Gill criou um mapa digital daquele planeta, usando dados das sondas Mars Reconnaissance Orbiter e da Mars Orbiter Laser Altimeter da NASA. Então, ele usou um programa de edição de imagens para criar oceanos e flora, delineando o terreno de Marte:
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Gill criou um mapa digital daquele planeta, usando dados das sondas Mars Reconnaissance Orbiter e da Mars Orbiter Laser Altimeter da NASA. Então, ele usou um programa de edição de imagens para criar oceanos e flora, delineando o terreno de Marte:
O próprio Gill admitiu não ser um perito em ecologia ou astronomia, mas mesmo assim as imagens são muito lindas de serem apreciadas.
Contudo, a inclusão de uma biosfera, hidrosfera e atmosfera mostram exatamente o porquê deveríamos ir até lá.
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As maravilhosas cores verde e azul que vemos em Marte também devem nos lembrar que há muito trabalho para ser feito na conservação da Terra.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/10/17/veja-como-marte-era-quando-tinha-agua/


O Universo tem 10 vezes mais galáxias do que se pensava !

The image was taken by the Hubble Space Telescope and covers a portion of the southern field of the Great Observatories Origins Deep Survey (GOODS). This is a large galaxy census, a deep-sky study by several observatories to trace the formation and evolution of galaxies. Credit: NASA, ESA/Hubble
Imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble, mostrando uma minúscula porção do céu. Cada ponto brilhante que se vê é uma galáxia. Em cada galáxia, bilhões de estrelas, ou sóis. E só tem vida na Terra? (Foto crédito: NASA, ESA/Hubble)

Breve nota sobre uma notícia que está nas manchetes de astronomia de hoje:
Mais de um trilhão de galáxias estão se escondendo nas profundezas do espaço, descobriu um novo levantamento do Universo observável – 10 vezes mais galáxias do que pensavam existir.
Uma equipe de astrônomos internacionais usaram as imagens do espaço profundo e outros dados do Telescópio Espacial Hubble, para criarem um mapa 3D do Universo conhecido. Em particular, eles utilizaram as imagens de Campo Profundo do Hubble, as quais revelaram as galáxias mais distantes já vistas com um telescópio.
Então, os pesquisadores incorporaram novos modelos matemáticos para o cálculo de onde outras galáxias que não haviam sido captadas em imagens por um telescópio poderiam existir. O resultado dos cálculos é que o Universo tem, pelo menos, 10 vezes mais galáxias do que aquelas já conhecidas, mas estas galáxias desconhecidas provavelmente estão muito apagadas ou muito longe para serem vistas pelos telescópios de hoje.
Enquanto isto, alguns humanos ainda acham que somente há vida aqui neste planeta, e outros acham que a vida inteligente no Universo se auto-extinguiu.
A matemática não mente quanto a possibilidade de vida extraterrestre inteligente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/10/13/o-universo-tem-10-vezes-mais-galaxias-do-que-se-pensava/

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

NASA descobre pirâmides azuis nas crateras de Mercúrio !

Objetos extremamente invulgares foram fotografados na superfície de Mercúrio. Estes diferem da paisagem planeta para a sua forma e cor, para além do fato de que acaba por ser inexplicável sua posição nas crateras, o que requer a hipótese de que a estrutura pode ser o resultado da atividades de uma civilização extraterrestre.
As estruturas misteriosas têm atraído a atenção por sua cor azul brilhante que ninguém deve ver no planeta mais próximo do Sol. Em seguida, os pesquisadores têm chamado a atenção enfocando as sombras das estruturas que estão dentro das crateras e chegaram à conclusão de que eles têm uma forma piramidal e são claramente distinguíveis dos cantos nas bordas, o que é uma outra prova para a teoria origem artificial de objetos.
Neste momento, sabemos de vários avistamentos de pirâmides localizadas nas crateras vizinhas, mas a explicação científica para a origem destas estruturas foi fornecido por cientistas da NASA. Muitos ufólogos acreditam que este é outro sinal de que nosso sistema solar esta cada vez mais povoado por civilizações alienígenas.
 
Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

Prevê-se tempestade geomagnética nas próximas horas !

Buraco Coronal
Buraco coronal registrado pelo satélite SDO em 17 de outubro de 2016.

A presença de um gigantesco buraco coronal voltado em direção à Terra aumentou significativamente a velocidade do vento solar que está impactando nosso planeta. A previsão de clima espacial indica que nas próximas 24/48 horas teremos uma forte elevação do nível KP, que poderá chegar ao nível 7.
O buraco coronal visto nas imagens dos satélites SDO, da NASA, ocupa a grande parte da face solar. Neste momento a feição está voltada em direção à Terra e nas últimas horas arremessou bilhões de partículas carregadas que agora estão impactando a alta atmosfera do planeta.
De acordo com medições feitas em tempo real por sensores a bordo dos satélites, a velocidade do vento solar chegou a atingir 750 km/s na noite de domingo e pode aumentar ainda mais nas próximas horas e elevar fortemente o índice KP, que mede a instabilidade da ionosfera.
Segundo o Centro de Previsão de Clima Espacial, SWPC, dos EUA, essa instabilidade poderá chegar entre os níveis KP=6 e KP=7 e durar entre 24 e 48 horas, com as consequências mostradas na tabela abaixo. 
Tabela de Indice KP
Buraco Coronal

Um buraco coronal é uma região da coroa solar onde uma anomalia localizada no campo magnético da estrela permite que as partículas solares, anteriormente aprisionadas, escapem em alta velocidade em direção ao espaço.
Buracos coronais são comuns na face solar, mas quando a rotação da estrela os torna geoefetivos, ou seja, voltado para a Terra, as partículas são ejetadas em direção ao nosso planeta, causando as conhecidas tempestades geomagnéticas.
Os interessados podem acompanhar o desenvolvimento do evento e os efeitos associados em nossa página de monitoramento solar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Atencao_SWPC_preve_tempestade_geomagnetica_nas_proximas_horas&posic=dat_20161017-094736.inc

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