quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Estrutura possivelmente artificial é encontrada no continente Antártico !

Continente Antártico - estrutura artificial
Novamente o continente Antártico entra na pauta da discussão
, com a descoberta de uma estrutura que pode ter sido construída por uma civilização do passado distante:
E se, no passado distante, quando a Terra era muito diferente do que é hoje, uma civilização antiga se desenvolveu na Antártica, criando fascinantes estruturas, monumentos e templos? Encontraríamos evidências de sua existência hoje?
Curiosamente, há um número de mapas da antiguidade que mostram partes da Antártica como sendo livres de gelo. Um dos mapas mais controversos foi feito em 1513, pelo Almirante turco Piri Reis, o qual desenhou um mapa que criou um debate que se estende por mais de 500 anos. O mapa mostra a Antártica, continente este que oficialmente só foi descoberto entre 1818 e 1820. Mas como isto seria possível?
Tem se tornado crença popular que civilizações antigas por todo o globo eram na verdade muito mais avançadas do que os pesquisadores de ‘tendência predominante’ dizem. Numerosos mapas descobertos no passado são claras indicações de que a história contada hoje pelos estudiosos está incompleta, e há vários elos perdidos em nossa história. Estes ‘elos perdidos’ estão sendo ‘montados’ por estes incríveis mapas, os quais provam que a raça humana habitou o nosso planeta há muito mais tempo do que esses estudiosos acreditam. Talvez esses mapas antigos, em combinação com imagens modernas de satélite do nosso planeta, sejam evidências de que a civilização poderia ter se desenvolvido nos lugares mais inóspitos da Terra, num passado distante.
De acordo com os numerosos indicadores, tais estruturas já foram identificadas em anos recentes. Imagens de satélite do continente Antártico revelou várias ‘estruturas’ que estão espalhadas pelo continente gelado.
Embora muitas delas possam ser explicadas como sendo formações geológicas naturais, algumas dessas descobertas questionam tudo que sabemos sobre a Antártica.
Se essas estruturas são ou não feitas pelo homem, e são evidências de civilizações perdidas que habitavam a Antártica, é difícil de dizer, e improváveis, de acordo com estudiosos de ‘tendência predominante’. Contudo, há várias descobertas que apontam em outra direção, sugerindo que precisamos olhar à essas coisas a partir de uma perspectiva diferente.
Em 2012, uma imagem de satélite da Antártica mostrou uma estranha formação oval em um dos lugares mais remotos do planeta. Estando a milhares de quilômetros de nossa sociedade, a estranha estrutura de formato oval levanta vários questionamentos entre os especialistas.
Com 120 metros de comprimento, os especialistas que analisaram a imagem perguntam se ela poderia ter sido o resultado da mãe natureza. O formato anormal da estrutura sugere que tenha sido feita pelo homem.
Observando a imagem, imediatamente notamos os anéis da estrutura, os quais lembra uma estrutura em ruínas, como se estivéssemos olhando para paredes que foram destruídas, ruínas em colapso que foram cobertas por neve e gelo. A imagem obtida em 2012 claramente lembra algo que pode ter facilmente sido projetado por alguém.
Mas projetado por quem? A estrutura está localizada no meio da Antártica, um dos lugares mais inóspitos do nosso planeta, um dos mais remotos e intocados da Terra.
Embora a estrutura possa ter sido feita pelo homem, especialistas consideraram uma explicação natural; uma bizarra formação de gelo criada pelas temperaturas baixas e ventos catabáticos. Eles acreditam que possam ser sastrugis – sulcos irregulares formados na neve da superfície por erosão do vento, ou seja, dunas de gelo e neve.
Contudo, sastrugis correm paralelos à direção do vento e não tendem a ter estruturas com formatos ovalados.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/05/estrutura-possivelmente-artificial-e-encontrada-no-continente-antartico/


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Jipe-sonda Curiosity "acerta na lotaria" da procura por vida extra-terrestre !

John Grotzinger, um geólogo do Instituto Califórnia de Tecnologia, falando na reunião anual da União Geofísica Americana em São Francisco, disse:
 
Cientistas acreditam que o jipe-sonda Curiosity, da NASA, coletou dados muito promissores na procura por vida em outras partes do Universo.
A máquina, que tem estado em Marte deste agosto de 2012, coletou amostras de uma cratera que mostra sinais convincentes de que aquele planeta pode ser o lar de vida, ou já foi uma vez.
Amostras de uma cratera de nome Gale mostra que há uma abundância de depósitos minerais, os quais fornecem evidência de que uma vez a água e as condições ambientais eram apropriadas para vida.
Vemos todas as propriedades colocadas, as quais realmente gostamos de associar com a habitabilidade.
Não há nada extremo aqui. Isto é tudo bom para a habitabilidade ao longo do tempo.
O jipe-sonda Curiosity está obtendo amostra a cada 25 metros ao longo da Cratera Gale – o ponto mais baixo de Marte, o qual levou os cientistas a acreditarem que uma vez houve um lago ali.
As camadas mais elevadas da cratera contêm grandes quantidades de hematita oxidada, o que sugere que lá havia sido um local ácido.
Contudo, de acordo com Grotzinger, a cratera é “ácida, mas nunca super ácida. É totalmente o tipo de ambiente onde os organismos acidófilos poderiam gostar”.
O jipe-sonda também identificou muitos minerais e boro, que na Terra é associado com a formação de RNA – um dos blocos essenciais para a construção da vida, junto com DNA e proteínas.

Grotzinger adicionou:

Estamos vendo uma complexidade química, a qual indica uma longa e interativa história com a água. Quanto mais complicado a química for, melhor ela é para a habitabilidade.
O boro, a hematita e a argila sublinham a mobilidade dos elementos e elétrons, e isto é bom para a vida

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/04/jipe-sonda-procura-por-vida-marte/


Hoje o Planeta Terra vai deslocar-se mais rapidamente !

perielio
Esquema do movimento de translação da Terra em redor do Sol

Às 14 horas e 18 minutos deste 4 janeiro de 2017, o planeta Terra vai estar no ponto mais próximo ao Sol que alcançará este ano. É o “periélio”: o planeta estará a apenas 147,1 milhões de quilómetros da sua estrela, menos cinco milhões de quilómetros do que quando está no ponto mais afastado – o “afélio”, alcançado a meio do verão no hemisfério norte. Em termos astronómicos, esta diferença é insignificante. E na prática só vai ter duas consequências: para quem está com os pés assentes na terra, o diâmetro aparente do Sol parecerá maior (porque estamos mais perto dele); além disso, a Terra vai por o pé no acelerador e alcançará a sua velocidade máxima na viagem em redor da estrela.
A Terra aproxima-se e afasta-se do Sol em certos momentos da sua translação porque o percurso do planeta não é perfeitamente redondo: é uma elipse. Isso influencia a duração das estações do ano. Quando o nosso planeta está no ponto mais próximo do Sol, a sua velocidade em redor dele aumenta: assim que se aproximar o mais possível da nossa estrela, vai passar a andar a 30,3 quilómetros por segundo (ou 110.700 km/h). É uma diferença de 2 quilómetros por segundo em relação à velocidade que tem quando está no ponto mais afastado do Sol, ou seja, na quarta-feira a Terra vai ter a mais 7.164 km/h do que no afélio.
É por isto que o inverno do hemisfério norte (e o verão do hemisfério sul) são as estações mais curtas. O nosso verão – de junho a setembro – tem mais cinco dias do que o nosso inverno – de dezembro a março. E, por consequência, o inverno do hemisfério sul tem mais cinco do dias do que o verão.
Quem se deu conta destas diferenças foi o astrónomo alemão Johannes Kepler. Depois de analisar os apontamentos deixados pelo seu mestre, Tycho Brahe, percebeu que o percurso da Terra em redor do Sol não podia ser circular, mas sim elíptico. Foi então que postulou que “os planetas descrevem trajetórias elípticas em redor do Sol, que ocupa um dos focos da elipse”.
Esta era a sua primeira lei. A segunda lei de Kepler falava então da velocidade: “Cada planeta move-se de tal maneira que a reta imaginária que o une ao centro do Sol (denominada rádio-vector) cobre áreas iguais em tempos iguais”. Isso significa que, quando está mais perto do Sol, tem de percorrer uma distância maior e portanto a sua velocidade aumenta. Quando está mais longe dele, tem de percorrer uma distância menor, logo a sua velocidade diminui. Claro que, quando fez estas observações, Kepler não sabia que força levava os astros a comportarem-se deste modo. Foi Newton quem o descobriu: a força que ordenava estes movimentos era a gravidade. E explicou-o através de uma lei: “A força de atração entre dois corpos separados por uma distância “r” é proporcional ao produto das suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância”.
Tudo isto pode causar estranheza porque seria de acreditar que, se estamos mais perto do Sol, então a estação deveria ser mais quente. Mas as coisas não funcionam assim por causa da inclinação da Terra. É que o nosso planeta não anda direito: está “deitado” para um dos lados numa inclinação de 23,5º em relação ao eixo. Essa inclinação da Terra determina também a inclinação com que os raios solares chegam à superfície terrestre. Quanto mais perpendiculares à Terra forem os raios, maior a quantidade de energia que dissipa quando chegam à atmosfera e, portanto, menor a quantidade de energia que chega ao chão. Como, na fase de periélio, o hemisfério norte está menos junto ao Sol, a energia transportada pelos raios é mais baixa cá em cima e mais alta no hemisfério sul. Por isso é que cá é inverno e lá é verão.

Fonte: http://observador.pt/2017/01/03/aperte-o-cinto-a-terra-vai-ser-mais-rapida-na-quarta-feira/

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

NASA detecta misteriosas bolas de fogo de origem desconhecida !

nasa-detecta-bolas-de-fogo
O telescópico espacial Hubble, da NASA, detectou bolas com, aproximadamente, o tamanho de Marte, feitas de plasma, que poderiam ter sido disparadas por uma estrela que está morrendo a uma velocidade extremamente alta.
Detectada uma vez a cada 8,5 anos, desde os últimos 400 anos, esta é a primeira vez que os astrônomos conseguem vê-la em ação. Por esse motivo, eles agora acreditam que poderão saber mais sobre o fenômeno, de acordo com informações da Science Alert. O plasma, basicamente, é um gás superquente e ionizado, razão pela qual as explosões ocorrem. No entanto, o que é mais confuso para os astrônomos é que, em teoria, não é possível que as bolas de plasma possam estar vindo de uma estrela moribunda.
A estrela em questão, chamada V Hydrae, é uma gigante vermelha que está a 1.200 anos-luz de distância. Como está morrendo, já perdeu mais da metade de sua massa e agora, em seus momentos finais, está esgotando o resto de combustível nuclear com a queima – o que dificilmente seria a uma fonte provável para as bolas gigantes carregadas de gás quente. No entanto, os novos dados fornecidos por Hubble deram novas informações sobre o estranho fenômeno aos cientistas. Assim, eles verificaram que as bolas de plasma, na verdade, podem ajudar a explicar outro mistério espacial: as nebulosas planetárias.
Consideradas diferentes das regulares, as nebulosas planetárias são anéis giratórios feitos de gás brilhante que são expulsos por estrelas mortas ou à medida que morrem. Cada uma delas são únicas e até o momento ninguém ainda foi capaz de explicar como exatamente se formam. Agora, no entanto, os pesquisadores acreditam que as bolas de plasma desempenham um papel fundamental neste processo.
Segundo o pesquisador Raghvendra Sahai, do Jet Propulsion Laboratory da NASA, na Califórnia, “sabia-se que o objeto tinha uma saída de alta velocidade a partir de dados anteriores, mas esta é a primeira vez que estamos vendo esse processo em ação. Nós sugerimos que essas bolhas gasosas produzidas durante esta fase tardia de vida de uma estrela ajudariam na formação das estruturas vistas em nebulosas planetárias”.
Para chegar a essa conclusão a equipe apontou o telescópio para a V Hydrae por um período de 11 anos – entre 2002 e 2013. Isso permitiu que capturassem uma última erupção que ocorreu em 2011. Utilizando imagens de espectroscopia, eles conseguiram informações sobre velocidade, temperatura, localização e movimentação do plasma.
A temperatura foi definida para mais de 9.400° C, enquanto que um mapeamento de distribuição das bolas, com dados desde 1986, indicou que algumas delas já estavam a mais de 60 bilhões de quilômetros de distância da V Hydrae. À medida que o plasma esfria e se espalha para longe, o telescópio já não é mais capaz de detectá-las. Assim, com base nestas informações, a equipe da NASA modelou vários cenários para descobrir de onde exatamente as bolas estavam vindo. Eles descobriram que, o mais provável é que elas estivessem sendo lançadas por uma estrela companheira invisível de V Hydrae e a cada 8,5 anos.
O modelo sugeriu que, à medida que V Hrydrae morre e a estrela vizinha absorve sua energia, o material é instalado em torno dela como um disco de acreção que dispara bolas de plasma. Outra surpresa revelada pelo modelo é que as bolas de plasma não são disparadas no mesmo sentido a cada 8,5 anos. Na verdade, elas são mandadas de um lado para o outro, sugerindo que exista uma certa oscilação no disco de acreção. Por outro lado, essa oscilação significa que, por vezes, as bolas de plasma parecem estar saindo de V Hydrae e também explicaria o porquê de a estrela companheira desaparecer a cada 17 anos.
Segundo os cientistas, mais pesquisas serão necessárias para verificar a nova hipótese, publicada noThe Astrophysical Journal, e descobrir o destino final da estrela companheira. Eventualmente, V Hydrae se transformará em uma bela nebulosa planetária, e a NASA está monitorando de perto para ver o que acontecerá a partir daí.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/03/nasa-detecta-misteriosas-bolas-espaciais-de-fogo-de-origem-desconhecida/

Terramoto de 4.6 graus registado a 26 km de Nina Rodrigues !

Terremoto de 4.6 pontos é registrado a 26 km de Nina Rodrigues, MA
Um terremoto de 4.6 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a 26 km da cidade de Nina Rodrigues (MA), a menos de 1 km de profundidade. O abalo também foi sentido na capital São Luís e em Teresina, PI.

O evento ocorreu as 10h43 pelo horário de Brasília (09h43 horário local) e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 03.24S e 43.84W, a 26 km de Nina Rodrigues, 28 km de Presidente Vargas (MA) e 35 km da cidade de Vargem Grande (MA).

Fonte: http://www.apolo11.com/terremoto_brasil.php?posic=dat_20170103-120037.inc


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Aurora Boreal - Um novo e estranho som é registrado na Suécia !

Som das Auroras
Durante séculos, os observadores das auroras relataram terem ouvido diversos sons estranhos que pareciam acompanhar o fenômeno. Eram sibilos, crepitações e "claps" bastante altos. Agora, um novo som foi registrado e ampliou o leque sonoro provocado pelas luzes magnéticas.
O novo som foi registrado na noite de Natal pelo fotógrafo Oliver Wright, durante uma intensa tempestade geomagnética sobre a cidade de Abisko, na Suécia. O som era diferente daqueles já registrados anteriormente e lembrava facilmente o espocar de fogos de artifício.
O estranho som foi gravado com auxílio de um smarthphone e de acordo com Wright, pareciam provocar ruídos audíveis nas linhas de transmissão, similares às descargas elétricas.
Wright diz que os sons aumentavam e diminuíam em sincronia com as auroras observadas acima e quanto mais brilhantes eram as luzes, mais altos eram os sons. "Os sons ficavam mais altos quando me aproximava das linhas de força e mais fracos quando me afastava", disse o fotógrafo.
Wright já ouviu e gravou sons semelhantes, sempre quando estava perto de linhas de energia. "Lembro-me de uma explosão particularmente intensa durante a poderosa Tempestade do Dia de São Patrício, em março de 2015. Na ocasião, diversos amigos e espectadores também ouviram os sons".

Auroras produzem Sons?

O "som das auroras" é um tema bastante controverso e alguns pesquisadores insistem que eles existem apenas na imaginação do ouvinte, mas há cada vez mais provas de que eles são reais.
Os eventos sonoros associados às auroras mais comumente relatados são os sibilos e craqueados, muito parecidos com a estática em um rádio, possivelmente oriundos de campos elétricos que causam descargas e faiscamento nas extremidades pontiagudas de objetos.
Os claps (som de palmas) também são muito comuns e foram estudados durante 15 anos por um pesquisador finlandês, que publicou seus resultados em 2012. Segundo o cientista, uma camada de inversão de temperatura na atmosfera a cerca de 70 metros acima do solo poderia agir como região de separação de cargas positivas e negativas no ar durante tempestades geomagnéticas fortes. A separação abrupta faria o ar se deslocar de forma bastante peculiar, resultando em uma espécie de "aplauso".

Transdução Eletrofônica

Os sons que Wright registrou podem ser resultado de um fenômeno físico conhecido como "transdução eletrofônica", que é a conversão da energia eletromagnética em movimento mecânico. Durante a explosão de auroras no Natal, presenciadas pelo fotógrafo, campos magnéticos intensos estava em atividade em torno de Abisko.
Sabemos que campos magnéticos não regulados ou aleatórios podem fazer com que as correntes fluam nas linhas de força. Se forem correntes fortes e de baixa frequência podem literalmente sacudir objetos, produzindo vibrações acústicas no ar. Dessa forma, Wright pode ter gravado o som típico dessas linhas de energia balançando em resposta à mesma tempestade geomagnética que produzia as auroras.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Aurora_Boreal_um_novo_e_estranho_som_e_registrado_na_Suecia&posic=dat_20170102-104030.inc

A origem de Proxima Centauri pode significar que o seu exoplaneta abriga a vida !

Renderização artística de Proxima Centauri e seu exoplaneta Proxima Centauri b
Após décadas de incerteza, astrônomos podem ter encontrado forte evidências de que a estrela Proxima Centauri realmente está “amarrada gravitacionalmente” à Alpha Centauri. Isto é interessante por muitas razões, primariamente porque agora eles estão quase certos de que o sistema Alpha Centauri é um sistema estelar triplo, com duas estrelas (Alpha Centauri A e b) orbitando mais próximas uma da outra, e uma irmã excêntrica (Próxima Centauri) com uma órbita muito mais ampla.
Mas com a recente descoberta de um pequeno exoplaneta rochoso em órbita de Proxima Centauri, esta nova descoberta aumenta as esperanças de que este pequeno mundo possa ser habitável para a vida tal qual a conhecemos.
Proxima Centauri está localizada a aproximadamente 4,25 anos luz de distância, o que a faz a estrela mais próxima da Terra, além do nosso Sol. O planeta em questão, chamado de Proxima b, tem aproximadamente a mesma massa da Terra e orbita dentro da zona habitável da estrela – a região ao redor de uma estrela onde não é tão quente, nem tão frio, para que a água exista no estado líquido em sua superfície. A descoberta de qualquer planeta dentro da zona habitável de uma estrela – irrelevantemente do tamanho ou luminosidade da estrela – sempre é empolgante pois, se há água no estado líquido, a vida pode ser possível. E a descoberta de um mundo potencialmente habitável fora de nosso sistema solar é um incrível golpe de sorte.
Embora saibamos que Proxima b está lá, só podemos adivinhar sua composição e não temos ideia se ele possui água, ou não. Mas novas evidências sugerindo que Proxima Centauri é de fato uma irmã longínqua de Alpha Centauri pode nos ajudar a fazer esta descoberta.
Proxima Centauri foi descoberta há somente um século e, desde então, os astrônomos têm tentado compreender seu movimento no céu, uma tarefa que se torna muito complicada quando se considera o quão apagada ela é. Estrelas anãs vermelhas são muitas vezes menores e produzem somente uma fração da luz do nosso Sol. Mas usando o instrumento High Accuracy Radial velocity Planet Searcher – HARPS, do Observatório La Silla, no Chile, os astrônomos, pela primeira vez, conseguiram mensurações precisas da velocidade radial dessa estrela apagada, uma métrica chave se quisermos compreender sua relação com Alpha Centauri.
O instrumento HARPS é extremamente sensível à oscilação das estrelas quando pequenos exoplanetas orbitam ao seu redor, os puxando gravitacionalmente. Na verdade, foi o instrumento HARPS que descobriu a minúscula oscilação da Proxima Centauri, revelando a presença do planeta Proxima b. Mas desta vez, o HARPS foi capaz de deduzir a velocidade na qual a pequena estrela se distancia de nós e a comparou com a velocidade radial de Alpha Centauri. Ambas as velocidades radiais se combinam, o que significa que, em toda probabilidade, Proxima Centauri possui uma órbita ao redor de Alpha Centauri. Assim, elas provavelmente estão atadas gravitacionalmente.
Embora esta seja uma descoberta significante, a questão se todas as três estrelas estão em órbita uma da outra tem intrigado os astrônomos, desde que Proxima Centauri foi primeiramente encontrada – isto poderia revelar uma informação interessante sobre a natureza do próprio Proxima b.
Se a Proxima Centauri e as Alpha Centuri A e B estiverem conectadas gravitacionalmente, isto nos dá um pista de que o grupo foi formado pela mesma nebulosa há bilhões de anos. Assim, todas têm a mesma idade. Ao longo do tempo o trio evoluiu e Proxima Centauri, por alguma razão, foi jogada para longe do binário Alpha Centauri.
Numa pesquisa publicada no periódico Astronomy & Astrophysics, os pesquisadores especulam que antes da Proxima Centauri ser ejetada e enviada na órbita solitária que está hoje, um planeta se formou longe da estrela e então migrou para uma órbita mais baixa. Quando ocupava tal órbita distante (e fria), ele provavelmente teria sido um mundo gelado e aquele gelo poderia ter sido água. E agora o Proxima b está orbitando uma localização muito habitável para a água existir no estado líquido em sua superfície, então talvez ele possua água hoje em dia.
Embora ainda seja cedo para fazer tal declaração sobre o conteúdo de água de um planeta que não podemos ver diretamente, é interessante pensar que Proxima b possa ter sido formado com uma abundância de água em forma de gelo e é difícil não ficar empolgado com as renderizações artísticas de oceanos alienígenas sob um sol vermelho.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/02/a-origem-de-proxima-centauri-pode-significar-que-seu-exoplaneta-abriga-a-vida/


domingo, 1 de janeiro de 2017

Estrela está em rota de colisão com nosso sistema solar !

Em 1,35 milhões de anos, uma estrela vai passar tão perto do nosso Sistema Solar que potencialmente enviará um enxame de cometas na nossa direção. E um novo estudo publicado em Astronomy & Astrophysics afirmou que esta estrela pode chegar ainda mais perto do que pensávamos.
A estrela, chamada Gliese 710, tem cerca de metade do tamanho do nosso Sol, e está atualmente a 64 anos-luz da Terra. Mas ela está se dirigindo para nós, e em sua aproximação mais próxima estará a apenas 77 dias-luz de distância, ou 13.365 Unidades Astronômicas (1 UA é a distância da Terra até o Sol). De acordo com o estudo, dos astrônomos Filip Berski e Piotr A. Dybczyński, da Universidade Adam Mickiewicz na Polónia, isto é cinco vezes mais perto do que o estimado anteriormente.
Os novos cálculos foram feitos usando o observatório espacial Gaia da Agência Espacial Européia (ESA), que atualmente mapeia cada estrela na Via Láctea.

Chuva de cometas

A distância pode parecer grande, mas está dentro de uma concha de cometas que circunda o nosso Sistema Solar, chamada de Nuvem de Oort, que se estende entre 5.000 e 200.000 UA. É provável, portanto, que esta estrela perturbará esses cometas, possivelmente enviando alguns no nosso caminho.
“Gliese 710 vai desencadear uma chuva de cometas observável com uma densidade média de aproximadamente dez cometas por ano, com duração de três a quatro milhões de anos”, escreveram os pesquisadores em seu trabalho. “Segundo nossos cálculos, podemos esperar que esta estrela tenha a maior influência sobre os objetos da nuvem de Oort nos próximos dez milhões de anos, e mesmo nos últimos vários milhões de anos não houve nenhum objeto tão importante perto do Sol”.
O impacto que este evento terá sobre o Sistema Solar não está claro. Caso ainda existam seres-humanos, eles poderão notar alguns cometas, embora Júpiter normalmente faça um bom trabalho ao evitar que eles cheguem perto de nós.
Esta não é a única estrela que virá tão perto, porém – o site Gizmodo observa que há até 14 outras que poderiam chegar dentro de 3 anos-luz da Terra nos próximos milhões de anos.

Fonte: http://hypescience.com/estrela-colisao-sistema-solar/

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Vida alienígena poderá alimentar-se de raios cósmicos !

vida alienígena
Desulforudis audaxviator prospera usando a radiação do urânio como energia nas profundezas da minha de ouro que elas chamam de lar.
NASA

Um micróbio bizarro, encontrado nas profundezas de um mina de ouro na África do Sul, poderá fornecer um modelo de como a vida poderia sobreviver em ambientes aparentemente inabitáveis através do Cosmos. Conhecido como Desulforudis audaxviator, a bactéria com formato de bastão vive a 2,8 quilômetros abaixo da superfície, num habitat desprovido das coisas que fornecem energia para a maioria da vida na Terra – luz, oxigênio e carbono. Ao invés disso, esse ‘bicho da mina de ouro’ obtêm sua energia a partir do urânio radioativo nas profundezas da mina. Agora os cientistas predizem que a vida em outros lugares do Universo também poderiam se alimentar de radiação, especialmente da que ‘chove’ do espaço.

Dimitra Atri, um astrobiólogo e físico computacional que trabalha para o Instituto Espacial Blue Marble, em Seattle, Washington, disse:

Quem pode dizer se a vida em outros mundos não faz a mesma coisa?

Essencialmente, toda a vida na superfície da Terra obtêm suas necessidades energéticas através de dois processos. Plantas, algumas bactérias e certos organismos coletam a energia da luz solar, através de um processo chamado fotossíntese. Nesse processo, eles usam a energia da luz para converter a água e o dióxido de carbono em moléculas energéticas mais complexas chamadas hidrocarbonetos, assim armazenando a energia para ser usada mais tarde, através da quebra de moléculas através de um processo chamado oxidação. De forma alternativa, os animais e outros organismos simplesmente se alimentam das plantas, outros animais, etc., para roubar a energia já armazenada nas coisas vivas.
O D. audaxviator segue um outro trajeto: Ele tira sua energia da radioatividade do urânio na rocha da mina. A radiação do núcleo do urânio em decomposição libera moléculas de água e enxofre, produzindo fragmentos moleculares, tais como o sulfato e peróxido de hidrogênio que estão excitados com energia interna. Então o micróbio absorve essas moléculas, suga suas energias, e a cuspe de volta. A maior parte da energia produzida deste processo energiza a reprodução da bactéria e os processos internos, mas uma porção dela vai para reparar os danos feitos pela radiação.
Atri acha que uma forma de vida extraterrestre poderia facilmente fazer uso de um sistema similar. A radiação pode não vir de materiais radioativos no próprio planeta, mas ao invés disso dos raios cósmicos galácticos (RCG) – partículas de alta energia que viajam pelo Universo após serem expulsas por uma supernova. Elas estão em todos os lugares, até mesmo na Terra, mas os escudos do campo magnético do nosso planeta e a atmosfera nos protegem da maioria dos RCGs.
As superfícies de outros planetas como Marte são muito mais susceptíveis aos raios cósmicos, devido à fina atmosfera e, no caso de Marte, pela falta de um campo magnético. Atri argumenta que os RCGs poderiam alcançar a superfície do planeta vermelho com energia suficiente deixada para alimentar um pequeno organismo. Este poderia ser o caso em qualquer mundo com uma atmosfera fina: Plutão, a Lua da Terra, as luas de Júpiter, a lua Encelado de Saturno e, teoricamente, inúmeros outros fora do nosso sistema solar. Porém, ele cita que, devido o fato dos RCGs não entregarem tanta energia quanto o Sol, a vida energizada por eles seria muito pequena, e simples, bem como a D. audaxviator.
Para calcular como isto poderia funcionar, Atri executou algumas simulações usando os dados existentes sobre os RCGs, para ver quanta energia eles forneceriam em alguns desses mundos. Os números foram claros: A pequena e constante chuva de raios cósmicos forneceria energia suficiente para alimentar um organismo simples em todos os planetas que ele simulou, exceto a Terra, reporta Atri no Journal of the Royal Society Interface. Ele diz:

Não pode ser descartado que vida assim possa existir.

Atri acha que Marte é o melhor candidato para abrigar a vida alimentada por RCGs. A composição do planeta é rochosa, como a da Terra, com muitos minerais, e ele poderia até mesmo ter alguma vida escondida. Atri diz:
É engraçado, porque quando você procura por planetas que contêm vida atualmente, procuramos por uma atmosfera muito espessa. Com estas formas de vida, estaríamos procurando pelo oposto.
Duncan Forgan, um astrobiólogo da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, que não esteve envolvido com o trabalho, concorda que Marte poderia estar abrigando formas de vida como o D. audaxviator, devido às suas temperaturas estáveis e constituição física, que são similares às da mina de ouro na África do Sul. Ele acha que em outros planetas que não recebem energia na forma de luz solar, mas ainda são bombardeados pelos RCGs – como planetas que vagueiam no espaço fora de qualquer sistema solar – as temperaturas seriam muito baixas e congelariam a vida. Ele também alerta que muitos raios cósmicos aniquilariam a vida:
Formas de vida como esta requerem um fluxo estável de energia dos raios cósmicos, mas não tanto que chegue a ser danoso. Elas poderiam não ser capazes de aguentar uma grande dose de radiação…
No futuro, Atri quer trazer o micróbio da mina de ouro para o laboratório e ver como ele responde aos níveis de radiação cósmica equivalentes aos de Marte, Europa, e outros corpos celestes. Esses dados dariam a ele mais pistas se este tipo de organismo poderia sobreviver além da Terra. Atri disse:
O Desulforudis audaxviator é a prova de que a vida pode prosperar usando quase qualquer fonte de energia disponível. Sempre penso sobre Jeff Goldblum no [filme] Parque Jurássico – “a vida encontra uma maneira”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/30/vida-alienigena-pode-se-alimentar-de-raios-cosmicos/


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Cientistas descobrem corrente de jacto no núcleo da Terra !

Jaot de Ferro no Nucleo da Terra
O fluxo de ferro se localiza a cerca de 3 mil km de profundidade, na região líquida do núcleo da Terra.
 
Estudo publicado pela revista Nature Geoscience revelou que abaixo da superfície da Terra existe uma espécie de rio de ferro, fluindo centenas de milhares de vezes mais rápido do que o movimento das placas tectônicas.
A descoberta foi a partir de dados coletados pela constelação de satélites Swarm, lançados em 2013 pela Agência Espacial Europeia, ESA, para estudar o campo magnético da Terra.
De acordo com os cientistas, o fluxo está a cerca de 3 mil km de profundidade, na parte do ferro líquido do núcleo da Terra, próximo e abaixo do polo norte.
Segundo o estudo, essa corrente interna está se movendo a cerca de 40 km por ano e embora seja um processo lento quando comparado às escalas de tempo humanas é milhares de vezes mais rápido que o deslocamento das placas tectônicas. Além disso, segundo os pesquisadores, o movimento do rio incandescente parece estar se invertendo.
A descoberta desse fluxo de ferro foi possível após a observação de um padrão muito peculiar nas linhas do campo magnético no hemisfério norte, mais precisamente abaixo do Alasca e da Sibéria. No entender do autor do estudo, cientista Phil Livermore, o movimento das linhas magnéticas dessas regiões é um indicativo bastante claro de que há um fluxo de ferro em movimento abaixo da Terra.
Os cientistas acreditam que esse jato de ferro flui ao longo do limite entre duas regiões diferentes no núcleo. Quando o material no núcleo líquido se move para este limite a partir de ambos os lados, o líquido convergente é espremido para o lado, formando o jato.

Fonte: http://www.apolo11.com/invencoes_descobertas.php?titulo=Cientistas_descobrem_corrente_de_jato_no_nucleo_da_Terra&posic=dat_20161229-104816.inc

Cientistas anunciam um plano ambicioso para contactar alienígenas !

contatar alienígenas
Após décadas de tentativas sem sucesso para contatar alienígenas no Universo, ou identificar mensagens em potencial vindas do espaço, um grupo de cientistas diz que está na hora de testar uma regra básica: enviar spams (enxurradas) de mensagens, para conseguir uma resposta de potenciais civilizações alienígenas avançadas.
A organização recentemente criada, chamada METI (Messaging of Extraterrestrial Inteligence), planeja fazer o esforço mais ambicioso já feito até agora para enviar poderosos sinais até estrelas vizinhas ao nosso sistema solar, com a intenção de contatar possíveis civilizações alienígenas.
Apesar das críticas dizendo que tal ideia não é o que precisamos agora, como a do famoso astrofísico Stephen Hawking, o qual alertou sobre o perigo de revelarmos nossa posição para uma civilização alienígena potencialmente perigosa, a recém criada organização já colocou isto em sua meta. Sua intenção é a de enviar poderosos sinais intencionais e repetitivos para a mesma estrela por meses, a fim de obter uma resposta de civilizações que possam estar habitando tal sistema estelar.
sto poderá ser o começo de um lindo relacionamento, disse Douglas Vakoch, presidente da METI e ex-diretor da Interstellar Message Composition na Search for Extraterrestrial Intelligence.

Seria Proxima b nosso melhor alvo?

O projeto almeja enviar palavras para começar uma conversação no final de 2018.
Para isso, o METI escolheu Proxima b, um planeta rochoso potencialmente habitável que está em órbita da Proxima Centauri, uma das estrelas mais próximas ao nosso Sol, localizada a 4,2 anos-luz de distância da Terra.
Depois, a METI almeja enviar mais sinais às estrelas distantes, localizadas a centenas e até mesmo milhares de anos-luz de distância da Terra.
A METI foi fundada em 2016 e planeja patrocinar várias palestras em 2017. Seus planos principais são os de coletar um milhão de dólares para manter uma equipe, e construir um poderoso transmissor em algum lugar da Terra.
Antes disso, a METI terá que calcular a melhor forma de dizer alô a um alienígena…

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/29/contatar-alienigenas/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ocorrência de forte sismo a nordeste de Tóquio !

Um sismo abalou esta quarta-feira o nordeste de Tóquio, anunciaram a agência nacional de meteorologia e o instituto de geofísica norte-americano USGS, que calculou a sua magnitude em 5,9 na escala de Richter.
Segundo a agência de meteorologia japonesa, não existe risco de tsunami na sequência do sismo ocorrido às 21.38 horas locais (12.38 horas em Portugal continental) e cujo epicentro se localiza a norte da prefeitura de Ibaraki.

A agência de meteorologia japonesa avaliou a magnitude do sismo em 6,3.

A televisão NHK interrompeu os seus programas para dar informações sobre o abalo que foi fortemente sentido na região situada entre Tóquio e a central nuclear de Fukushima.
A empresa que gere a central, afetada pelo tsunami de março de 2011, indicou estar a tentar ver se há novas anomalias.
Não foram assinalados problemas nas diversas instalações nucleares situadas em Tokai-mura, na prefeitura de Ibaraki, informou a Autoridade de Regulação Nuclear.

Os comboios foram parados para verificações.

O Japão situa-se na junção de quatro placas tectónicas e regista um número de terramotos relativamente violentos todos os anos.
Em março de 2011, um sismo de magnitude 9,0 seguido de maremoto causou cerca de 18.500 mortos e provocou uma catástrofe na central nuclear de Fukushima, obrigando à deslocação de dezenas de milhares de pessoas.

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/forte-sismo-a-nordeste-de-toquio-5575190.html

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A sequência de auto-destruição cosmológica !

Parece que o universo como o conhecemos tem uma sequência de autodestruição. Este “botão de desliga” existe dentro das próprias leis da física que governam o universo.
Para ser específico, é um campo quântico conhecido como “campo de Higgs”.

Campo de Higgs

Como o campo de Higgs pode desencadear essa sequência de autodestruição cosmológica?
Isso tem a ver com uma teoria sobre seu estado de vácuo.
Antes de explicar isso melhor, temos que falar de outras coisas. Tudo no universo segue dois princípios fundamentais – energia e estabilidade. Em resumo, tudo que existe possui energia e se move em direção ao seu estado mais estável ou fundamental. Quanto mais estável algo é, menos energia potencial possui, e vice-versa.
Isso vale mesmo em um nível quântico – essencialmente, as regras que as partículas devem obedecer no universo. Os campos quânticos querem estar em seu estado de energia mais estável, mais baixo, que é chamado de estado de vácuo (não confundir com o vácuo do espaço).

Falso vácuo

Em princípio, todos os campos quânticos já estão em seu estado de vácuo – todos exceto o responsável por dar massa a todas as partículas: o campo de Higgs.
Existe a possibilidade de que o campo de Higgs seja um “falso vácuo”.
Estar em um estado de falso vácuo significa que há uma quantidade incrível de energia potencial contida no campo de Higgs. Esta energia pode liberar-se com a faísca mais minúscula e mais aleatória.

E daí o que acontece?

Imagine essa enorme onda de energia expandindo-se à velocidade da luz pelo universo.
Esta deterioração do vácuo consumiria tudo em seu caminho. Claro, há uma chance de que a tal “onda” não nos alcance, devido ao fato de que o universo está se expandindo.
Mas, se isso acontecer, ela alteraria profundamente o modelo padrão da física e a química do universo como a conhecemos, tornando a vida praticamente impossível.
Moral da história: seria a morte instantânea numa escala cosmológica. A boa notícia é que os falsos vácuos ainda são em grande parte teóricos. Portanto, não há nada com que se preocupar (por enquanto).

Vídeo

O vídeo abaixo traz mais informações sobre essa hipótese sombria. Você pode acionar a legenda em português usando os controles no canto inferior direito:

Fonte: http://hypescience.com/sequencia-de-autodestruicao-cosmologica/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

domingo, 25 de dezembro de 2016

Forte terremoto abala o Chile a 77 km de Puerto Quellon !

Forte terremoto sacode Chile, a 77 km de Puerto Quellon
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 7.7 pontos de magnitude ocorrido no Chile, 77 km a oeste-sudoeste de Puerto Quellon as 12h22 pelo horário de Brasília (25/12/2016). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 14 km de profundidade, sob as coordenadas 43.31S e 74.53W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 7.7 pontos de magnitude libera a mesma energia que 266 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 5322195 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20161225-124025.inc

sábado, 24 de dezembro de 2016

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Estrela misteriosa é encontrada com algo bloqueando sua luz !

Megaestrutura alienígena pode estar captando energia de estrela misteriosa
Lembra que no ano passado os astrônomos reportaram sobre uma estrela misteriosa? A estrela, oficialmente chamada de KIC 8462852, mostra características estranhas, com seu brilho diminuindo ao longo das últimas décadas. Até mais interessante é o fato que há mais de 100 anos, os astrônomos já observavam esse estranho comportamento da estrela. Mas…

Agora foi descoberta uma outra estrela igualmente intrigante!

Os cientistas escreveram em seu trabalho:

Encontramos eventos transitórios similares à diminuição de brilho através do trânsito [planetário] dentro da fotometria da série de tempo K2 da estrela jovem RIK-210, na associação OB de Escorpião Superior. Estes eventos de diminuição de brilho são variáveis em profundidade, duração e morfologia.
Dado o fato de que fenômenos naturais não são a explicação lógica pela diminuição do brilho desta estrela, cientistas dizem que uma estrela que diminui seu brilho aleatoriamente pode estar mostrando sinais de civilizações alienígenas avançadas que conseguiram construir enormes estruturas ao redor da mesma, bloqueando parte de sua luz quando passando na frente dela.
Acredita-se que a estrela em questão – RIK-210 – tenha aproximadamente 10 milhões de anos e seja tão massiva quanto o nosso Sol. Os pesquisadores dizem que, devido o tamanho da estrela, é muito improvável que tenha planetas a orbitando.
A estrela misteriosa está localizada a 472 anos-luz da Terra
Os cientistas chegaram à conclusão de que as densas formações próximas das estrelas RIK-210 e KIC 8462852 parecem ser similares à uma “Esfera de Dyson“, que são megaestruturas que hipoteticamente capturam a energia, as quais poderiam ter sido construída por alienígenas.
A ideia de que Esferas de Dyson existem no Universo tem sido debatida desde a década de 1960, quando cientistas pensaram que tais estruturas poderiam ser uma solução em potencial para os problemas de energia encarados por civilizações extremamente antigas.
Misteriosamente, até agora, os especialistas não encontraram uma única explicação natural plausível para este tipo de diminuição de brilho de estrelas, para colocar um fim no mistério por detrás desse comportamento estranho.
Ben Montet, um astrônomo da Caltech e co-autor da pesquisa desta estrela, disse ao Gizmodo:
Despendemos um longo tempo tentando convencer a nós mesmo que isto não era real. Simplesmente não fomos capazes. Nenhum dos fenômenos considerados podem por si mesmos explicar as observações.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/22/outra-estrela-misteriosa-e-encontrada-com-algo-bloqueando-sua-luz/


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Solstício de Dezembro marca o início do verão no hemisfério Sul !

As estacoes do Ano
Apesar de imperceptível, exatamente às 08h44 desta quarta-feira, os raios solares atingiram o hemisfério Sul da Terra mais diretamente do que nos outros dias do ano. Esse fenômeno é chamado de solstício de dezembro, mas é popularmente conhecido por marcar o início do verão no hemisfério austral.
O solstício é causado por dois fatores astronômicos e naturais: a translação da Terra ao redor do Sol e a inclinação do eixo terrestre. Ao contrário do que muitos pensam, as estações do ano nada tem nada a ver com a aproximação maior ou menor entre a Terra e o Sol.

Entenda o solstício
 
Para dar uma volta ao redor do Sol, a Terra leva 365 dias e mais seis horas. Durante essa viagem, a inclinação do eixo não muda e sempre parece apontar para a mesma posição no espaço. Essa inclinação, que é de 23.5 graus, faz com que os hemisférios norte e sul recebam a incidência de raios solares de forma diferente durante o ano.
Durante o solstício de verão (lado esquerdo do gráfico), a inclinação do eixo faz com que a região que está abaixo da linha do equador seja mais atingida pelos raios do Sol. Por outro lado, o hemisfério norte do planeta estará sendo menos favorecido, com menor incidência solar. Ou seja, enquanto nós comemoramos a chegada do verão, os habitantes do hemisfério norte comemoram o início do inverno.
Pelo gráfico é possível ver que a situação se inverte no mês de junho, quando temos o solstício de inverno, que marca o início da temporada da estação fria abaixo do equador e o início do verão no hemisfério norte.

Astronomia: O céu de Verão
 
O verão nos oferece as festas de final de ano e as férias escolares e olhar para o céu nos momentos de lazer é praticamente obrigatório. 
O ceu do Verao
Céu do Solstício de Dezembro. À medida em que os dias passam, as principais constelações do verão ficam mais altas no céu.

Para quem se afasta da cidade, não será difícil reconhecer a constelação de Órion, a mais famosa constelação de verão, com suas Três Marias enfileiradas. Próximas à Órion podem ser vistas as estrelas Sirius e Canopus, as duas estrelas mais brilhantes do céu. E para quem dorme tarde, a constelação do Cruzeiro do Sul é a atração da madrugada.
As festas anunciadas pela chegada do verão em nosso hemisfério e pelo inverno no hemisfério norte estão ligadas a um evento astronômico que tem suscitado dúvidas e instigado o interesse de muitas gerações: a Estrela de Belém, símbolo do Natal, que remete à época de nascimento de Jesus Cristo, o personagem histórico que deu nome à era que vivemos.
Muitas hipóteses buscam identificar o fenômeno celeste relacionado à Estrela de Belém, a maioria dando como provável a passagem de um cometa, mas até agora não se chegou a uma conclusão.

Meteorologia: O tempo no verão brasileiro 

Durante o verão, os dias são mais longos e as noites mais curtas que o habitual.
Na maior parte do Brasil o verão é conhecido como estação das chuvas e é marcado pela passagem frequente de frentes frias. Nos finais de tarde as pancadas de chuva são comuns e geralmente acompanhadas por trovoadas e rajadas fortes de vento nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Devido às fortes chuvas desta estação, os grandes centros urbanos sofrem muito com os frequentes alagamentos e deslizamentos de terra.
Devido à maior incidência de raios solares, é possível aplicar o conhecido “Horário de Verão”, quando os relógios são adiantados em 1 hora alguns estados da federação.
O verão que acaba de começar vai até o dia 20 de março às 02h30, quando começa oficialmente o Equinócio de Outono, ou simplesmente outono. Até lá teremos mais horas de Sol incidindo com maior intensidade, portanto nunca é demais lembrar que devemos fazer uso intensivo do protetor solar, mesmo quando em áreas de sombra. 
O verão é lindo e maravilhoso, mas não esqueça: use o filtro solar!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Solsticio_de_Dezembro_marca_o_inicio_do_verao_no_hemisferio_Sul&posic=dat_20161221-092941.inc


 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Vida alienígena pode existir no oceano abaixo da superfície de Ceres !

Pode haver vida alienígena nos oceanos abaixo da superfície
Um oceano no subsolo poderia abrigar formas de vida bizarras. Credito: Nature Video
 
De forma surpreendente, os pesquisadores concluíram que 10 por cento da superfície do planeta anão Ceres é feita de água congelada. O estudo detalhando a descoberta foi publicado no periódico Nature.
…é tecnicamente possível que ele (o oceano no subsolo) possa suportar a vida.
Água em forma de gelo foi confirmada nos polos do planeta anão Ceres. O gelo enterrado nas crateras das regiões mais escuras do planeta anão, onde o Sol nunca alcança, poderiam ser um sinal que aponta diretamente para a existência de um oceano abaixo da superfície e, assim, a possibilidade de que ele contenha uma forma de vida alienígena não descoberta.
Ceres, o maior objeto do cinturão de asteroides no sistema solar, é o terceiro corpo planetário além de Mercúrio e da Lua, onde o gelo foi detectado nas regiões polares.
Um oceano no subsolo poderia abrigar formas de vida bizarras. Credito: Nature Video
Embora a luz solar banhe parcialmente os polos do planeta anão, ele nunca fica quente o suficiente, mantendo a temperatura em sua superfície por volta de -150 ºC, agindo como uma verdadeira “armadilha gelada”.
Os especialistas sugerem que as “regiões negras” destas latitudes representam aproximadamente 2.129 quilômetros quadrados da superfície de Ceres.
Carol Raymond, cientista líder do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, disse via Reuters:
Ao encontramos corpos que eram ricos em água no passado distante, podemos descobrir pistas de onde a vida possa ter existido no início de sistema solar.
Recentemente, pesquisadores do Instituto Max Planck para a Pesquisa do Sistema Solar analisaram imagens de crateras na região do polo norte de Ceres, obtidas pela sonda Dawn da NASA, e identificaram locais de sombras perpétuas em pelo menos 634 crateras, das quais somente 10 tinham as “manchas brilhantes” refletindo altos níveis de luz solar.
Ao estudarem os comprimentos de onda de luz refletida destas áreas – por espectroscopia – os cientistas identificaram que as superfícies refletivas continham água gelada.
Embora a água esteja associada à vida na Terra, Thomas Platz, um dos principais investigadores, ainda está cético de que este poderia ser o caso com Ceres. Platz disse:
É bem frio nessas sombras permanentes – aproximadamente 60 Kelvin [menos 231 Celsius]. No presente momento não vejo como a vida pode se formar em tais lugares.
Ainda é incerto o quanto de gelo estas crateras de Ceres poderiam conter “porque é difícil mensurar as regiões nas sombras”, disse Platz. Ainda, “o depósito de gelo em pelo menos uma cratera parece ser bem espesso, talvez com metros de espessura”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/20/vida-alienigena-pode-existirem-ceres/

Grupo lança com sucesso protótipo da primeira missão lunar brasileira !

Sonda Gatarea
Sonda Garatéia I, lançada no dia 14 de Maio de 2016.

Este foi o segundo teste da missão Garatéa e teve como objetivo testar os componentes da primeira missão lunar brasileira, que será lançada em 2020. O teste foi feito com balão de grande altitude e levou à estratosfera equipamentos e colônias de microrganismos.
Batizada de Garatéa II, a sonda é o segundo lançamento feito pelo grupo Zenith, da Escola de Engenharia de São Carlos, SP, e serviu para testar partes das tecnologias que serão empregadas em 2020, quando a sonda Garatéa L for lançada em direção à Lua a bordo de um foguete do tipo PSLV.
Experimentos

A Garatéa II subiu acoplada a um balão científico e levou uma série de experimentos a um a altitude de até 30 km, onde a pressão atmosférica é um centésimo da encontrada ao nível do mar e a camada de ozônio praticamente já não existe e os raios ultravioletas quase não são mais bloqueados.
“É um ambiente muito parecido com o encontrado na superfície de Marte”, disse o coordenador do projeto, Fabio Rodrigues, coordenador da equipe científica, ligado ao Instituto de Química da Universidade de São Paulo.
O experimento embarcado expôs a condições extremas diversas colônias de microrganismos e moléculas de interesse biológico, na esperança de entender os efeitos sobre a vida e então verificar a viabilidade de atividade biológica em ambientes extraterrestres.

Inédito

O experimento biológico é inédito em todo o mundo e será embarcado na sonda Garatéa-L, que entrará na orbita da Lua em 2010.
Além das colônias de bactérias, a missão Garatéa-L também contará com um experimento que testará os efeitos do inóspito ambiente cislunar sobre o tecido humano e uma câmera que fará observações da região do polo Sul da Lua.

Fonte: http://www.apolo11.com/espaco_brasil.php?titulo=Sucesso!_Grupo_lanca_prototipo_da_primeira_missao_lunar_brasileira&posic=dat_20161220-090702.inc

Lixo espacial de origem desconhecida abre cratera na China !

Lixo espacial China
A pequena cratera, provavelmente causada por lixo espacial, ficou em chamas. 

Fragmentos de metal encontrados ao redor de uma pequena cratera em chamas, estão sendo investigados após um misterioso objeto ter caído do céu.
O estranho objeto atingiu o topo de uma montanha, causando um grande estrondo no remoto vilarejo de Zhangjiapan, na província Shaanxi, China.
Os moradores correram até o local para investigar e encontraram uma cratera em chamas e pedaços de metal ao seu redor, levando a especulação de que um OVNI ou lixo espacial feito pelo próprio homem caiu à Terra.
lixo espacial China
Algumas pessoas pensaram que se tratava de uma nave alienígena.

A cratera tinha somente 1 metro por 50 centímetros em tamanho.
Pedaços de metal, os quais a polícia acredita podem ter causado a cratera, foram encontrados em três locais longe da cratera.
Um desses pedaços eram um anel de metal grande, o qual tinha letras e números visíveis.
Há relatos de que o objeto atingiu também o teto de uma casa.
Lixo espacial China
O anel metálico tinha letras e números gravados nele, o que prova ser de origem mundana (a não ser é claro que os ETs adotaram nossa escrita

O incidente ocorreu em 12 de dezembro e os especialistas estão testando as peças de metal para tentar determinar sua origem.
Um vídeo feito por uma das testemunhas foi publicado no YouTube e nele nada pode ser visto dentro da cratera em chamas.
Um morador local chamado Sr. Zhang disse à HSW.cn que houve um ‘ruído grave’ no céu por volta das 13h00. Ele disse que após ter escutado o ruído viu algo caindo rapidamente em direção às montanhas. Ele ainda disse:
Ele fez um ruído alto quando atingiu o solo. Então começou a queimar. A grama seca ao redor rapidamente ficou em chamas.
As especulações online foram abundantes.
De qualquer forma, é certo que a origem do objeto é humana, pois um dos pedaços de metal encontrados tinha números e gravados.
Veja o vídeo da reportagem que foi ao ar na China:

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/18/lixo-espacial-china/






sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Existe um lugar melhor que Marte para a colonização espacial humana !

colonização espacial em Titã
Se você pensa em colonização espacial, você acaba sempre pensando em Marte. Há uma enorme presença da imprensa sugerindo que esse é melhor e inevitável lugar para a humanidade começar com sua exploração.
A tecnologia não é mais um problema tão grande e embora ainda não estejamos lá, os voos espaciais até Marte têm sido executados ‘no papel’.
Mas seria esta a melhor opção dentro do nosso sistema solar? Se você fizer uma varredura nas publicações liberadas por verdadeiros pesquisadores, desde o Scientific American até o Space.com, Marte de repente perde sua atratividade e até mesmo a Lua parece se tornar uma má ideia para se viver.
Ao invés disso, deveríamos olhar por algo que é mais apropriado para o nosso corpo e, ainda mais importante, nosso DNA. Tendemos a esquecer que trabalho maravilhoso nossa atmosfera faz em nos proteger do Sol e dos efeitos adversos que de outra forma invadiriam os nossos corpos, fritando nosso DNA além da possibilidade de reparo. O Scientific American até mesmo fala de “dano cerebral” como resultado de exposição aos raios cósmicos.
Para colocar em perspectiva a colonização e a importância da proteção fornecida por uma atmosfera, você só tem que perceber que humanos precisam literalmente cavar profundamente em Marte. Claro, Marte tem uma atmosfera, mas ela não é robusta, nem persistente o suficiente, e qualquer colono deveria estar vivendo a uns 2,7 metros abaixo da superfície para estar seguro.
Se você acha que uma colônia na Lua seria melhor por sua relativa proximidade à Terra, você ficaria surpreso em saber exatamente o oposto. Devido a quase inexistência de sua atmosfera, seria extremamente necessário a construção de instalações subterrâneas na Lua. O assentamento na Lua deveria ser mais profundo do que o de Marte, a aproximadamente 4 metros.
Mas há um lugar melhor lá fora e este é chamado de Titã. Além de seu nome legal e a possibilidade de ficar olhando os anéis de Saturno, Titã possui uma atmosfera que é cinquenta por cento mais espessa do que a nossa.
Titã, a maior lua de Saturno, possui paisagens similares às da Terra.
O Scientific American objetivamente concluiu que:
Faz muito frio em Titã, -180ºC, mas graças à sua espessa atmosfera, os moradores não precisariam de roupas pressurizadas – Somente roupas quentes e respiradores. A habitação poderia ser feita a partir do plástico produzido dos recursos ilimitados em sua superfície, e poderia consistir de cúpulas infladas com oxigênio e nitrogênio mornos. A facilidade de construção permitiria grandes espaços internos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/16/colonizacao-espacial/


Meteoros causados por asteroide são ofuscados pela lua cheia !

Super Lua e Chuva de Meteoros Geminidea
Chuva de meteoros Geminídea ofuscada pela última super lua de perigel de 2016. Crédito: Wang Letian.

Originada no misterioso asteroide 3200 Phaethon, a chuva de meteoros geminidas passou totalmente despercebida, ofuscada pelo forte brilho da última Lua cheia de perigeu do ano. Ainda assim rendeu belas imagens, feitas com técnicas de superexposição fotográfica.
Viajando relativamente devagar, a cerca de 35 quilômetros por segundo, os milhares de fragmentos de poeira do misterioso asteroide 3200 Phaethon produzem anualmente uma das mais belas chuvas de meteoros do firmamento. Com pico entre 13 e 14 de dezembro, os geminídeos, como são chamados os fragmentos, estão aumentando a cada ano e atualmente produzem cerca de 20 a 160 meteoros por hora.
A chuva de 2016 não foi diferente e milhares de grãos de poeira romperam a atmosfera da Terra, incandescendo a 334 km de altitude. Em condições normais, estes fragmentos produziriam persistentes rastos de fogo, mas a presença da Lua impediu a boa visibilidade do evento.

Registro Fotográfico

Nesta cena podemos ver quatro desses fragmentos rompendo o céu acima das águas do reservatório de Miyun, a nordeste de Pequim, na China. Para obter o registro, o astrônomo amador Wang Letian fez diversos registros de longa exposição durante várias horas, sobrepondo apenas os registros dos meteoros para um resultado final.
Devido ao método fotográfico utilizado, uma segunda imagem da Lua aparece como um fantasma ao lado imagem real, fortemente carregada em brilho em consequência da superexposição fotográfica.
Ao fundo, acima no horizonte vemos a constelação de Orion, tão conhecida de nós brasileiros.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Meteoros_causados_por_asteroide_sao_ofuscados_pela_Lua_cheia&posic=dat_20161216-093444.inc

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Descobertos lagos ocultos na Antártida !

Um estudo publicado na revista "Nature Climate Change" revela a descoberta de um lago no interior de uma cratera de três quilómetros, na zona oriental da Antártida, uma das zonas mais frias do continente. Tudo indica que se esteja diante de mais um dos efeitos das alterações climáticas.

Segundo os investigadores da Universidade de Utrecht e Lovaina, debaixo da camada de gelo foi detetada uma fenda de um moinho glaciar, um fenómeno que apanhou de surpresa a equipa, uma vez que os moinhos glaciares não eram conhecidos na região. Será dessa brecha, concluíram, que a água derretida se dirigirá ao oceano.

E este não foi o único lago identificado na Antártida. A pesquisa conseguiu descobrir outros na zona mais a este. Em todos os casos, os achados são associados aos efeitos do aquecimento global.

O estudo considera que as alterações climáticas estão a provocar ventos fortes e persistentes em algumas zonas da Antártida e que estes são responsáveis pelo transporte de ar quente e seco, razão do arrastamento da neve, deixando depois os locais a descoberto.

Os cientistas temem que as camadas de gelo terrestre derretam. Se tal acontecer, o nível do mar sobe e as zonas costeiras podem ser engolidas.

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/lagos-ocultos-na-antartida-5553993.html

Meteorito cai no sul da espanha e faz a terra tremer !

Moradores e turistas do sul da Espanha sentiram a terra tremer depois que um meteorito caiu na noite de domingo.

O meteorito atingiu a região Costa Del Sol, no sul da Espanha, a uma velocidade de 72.000 quilômetros por hora.

Pessoas viram ele às 11h25 quando perceberam a luz que primeiro iluminou o céu e depois "fez a terra tremer" quando bateu no chão, assemelhando-se a um pequeno terremoto. O tremor, no entanto, pode ter ocorrido devido a um boom sônico.

Observatórios em Almeria, Toledo, Granada e Sevilha informaram sobre a luz do meteorito que começou a queimar-se, uma vez que atingiu a atmosfera.

A Terra também passou pela chuva de meteoros Geminid, que ocorre todos os anos em dezembro.


Fonte: http://www.painelglobal.com.br/talk/destaque.php?id=dat_20161214-213816.inc

Pesquisadores encontram cristais ‘impossíveis’ em meteorito !

É como se o cristal tivesse sido fabricado artificialmente. O cristal apresenta uma simetria não encontrada naturalmente, chamada de simetria icosaédrica. O cristal veio do espaço. Especialistas dizem que ele apresenta características excepcionais de resistência.
Os investigadores encontraram um tipo fascinante e anormal de cristal, que acreditava-se ser impossível de existir, num pedaço de meteorito que caiu na Sibéria, Rússia.
O cristal tem uma estrutura anormal e repetitiva. Os especialistas acreditam que os assim chamados ‘quasicristais’ poderiam somente ter sido feitos artificialmente. Porém, a descoberta marca a terceira delas em materiais nos quais acredita-se terem sido formados naturalmente.
A pesquisa foi publicada na Scientific Reports. O objeto foi analisado por cientistas da Universidade de Florença, Caltech e Princeton.
Os cientistas encontraram a pequena amostra – somente alguns micrômetros de largura – após estudarem com um microscópio de elétrons o meteorito que caiu na Sibéria. Eles concluíram que o quasicristal apresenta um tipo de característica nunca antes encontrada, chamada de simetria icosaédrica.

O cristal oferece 60 pontos de simetria de rotação, composto de alumínio, cobre e ferro.
‘Quasicristais’ é a abreviatura para cristais quasi-periódicos. Eles desafiam as regras simétricas que definem cristais – eles são ordenados, mas não periódicos.

Paul Steinhardt, da Universidade de Princeton disse:

O que é encorajador, é que já encontramos três diferentes tipos de quasicristais no mesmo meteorito, e este novo tem uma composição química que nunca foi vista em um quasicristal.
Patricia Thiel, uma química e especialista em ciência de materiais da Universidade Estadual de Iowa (EUA), disse:
Se você quer cobrir o piso de seu banheiro, seus ladrilhos podem ser retângulos ou triângulos ou quadrados ou hexágonos. Qualquer outra forma simples não funcionará, porque deixará uma fresta. Num quasicristal, imagine que os átomos são os pontos dos objetos que você está usado.
Os primeiros quasicristais que ocorrem naturalmente foram descobertos no início dos anos 2.000, após um especialista ter tentado fabricá-los por anos.
Como detalhado na Princeton.edu, os quasicristais são minerais sólidos que parecem bem normais por fora e suas estruturas internas os tornam fascinantes para os cientistas. Ao invés de repetir regularmente os agrupamentos de átomos, como é visto na maioria dos cristais, os quasicristais contêm uma distribuição atômica sutil e intricada, envolvendo dois ou mais grupos que se repetem. Como resultado, átomos de quasicristais podem ser distribuídos em formas que não são comumente encontradas em cristais, tais como um formato icosaédrico de 20 lados, com a simetria de uma bola de futebol.

O Dr. Bindi, que liderou o estudo, disse:

Os quasicristais são uma forma peculiar de sólidos, na qual os átomos são colocados em estruturas não periódicas. Até poucos anos atrás, pensava-se que estes compostos poderiam somente ser artificiais.
Especialistas da Caltech descobriram no início deste ano um mecanismo de como os quasicristais se formam no espaço. O Professor Paul Asimow acredita que a “impossível” estrutura pode estar sendo criada através de um ciclo de compressão, calor, descompressão e resfriamento.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/15/pesquisadores-encontram-cristais-impossiveis-em-meteorito/


Jipe-sonda descobre que Marte pode estar coberto de matéria orgânica !

Uma nova análise do rover Curiosity, da NASA, mostrou que o planeta vermelho provavelmente está repleto de orgânicos.
“Estou convencida de que substâncias orgânicas estão por todo Marte”, disse Jennifer Eigenbrode, biogeoquímica e geóloga do Goddard Space Flight Center da NASA.

Orgânicos

Curiosity aterrissou em Marte há quatro anos para explorar uma montanha de sedimentos no centro de uma cratera de 150 km de largura.
O veículo rapidamente realizou o objetivo principal de sua missão, que era determinar se Marte já teve os ingredientes químicos e ambientes adequados para apoiar a vida microbiana.
Com a forte evidência de que o planeta realmente foi habitável em algum momento de seu passado – e ainda pode ser hoje -, os cientistas começaram a usar o rover para aprender mais sobre possíveis nichos para a vida marciana.
Uma parte fundamental da pesquisa se concentrou em orgânicos, uma busca que levou à surpreendente descoberta de que a matéria orgânica pode ser amplamente distribuída em Marte.

Habitando Marte

Os cientistas não sabem a origem dos orgânicos, nem como o material conseguiu sobreviver no ambiente radioativo de Marte. Ele foi encontrado em amostras perfuradas de rochas, analisadas quimicamente.
Seja de origem biológica ou geológica, uma rica oferta de substâncias orgânicas tem implicações não só na busca de formas de vida antigas, mas também no apoio a futuros empreendimentos em Marte, como a agricultura.
“Essa matéria orgânica poderia ser realmente importante. A porta está aberta a um potencial de habitabilidade expandido”, afirmou Eigenbrode.

Mais notícias boas

Em uma pesquisa relacionada, o geólogo do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, John Grotzinger, disse que Curiosity encontrou vários exemplos de minerais ígneos primários sendo alterados.
“O que isso está nos dizendo é que aquela bacia sedimentar é um reator químico, que esses minerais ígneos primários estão sendo convertidos sob diferentes circunstâncias químicas em diferentes minerais”, afirmou. “Não temos certeza do que isso significa, mas é muito interessante para a habitabilidade”.
A equipe do Curiosity também fez progressos na localização de possíveis tipos de rochas que poderiam preservar evidências de vidas passadas. A descoberta mais promissora, de acordo com Grotzinger, tem sido uma rocha rica em sílica que é quimicamente semelhante às primeiras rochas na Terra que continham células fósseis.
Conforme Curiosity escalou o Monte Sharp, também descobriu concentrações cada vez mais enriquecidas de boro dentro de fraturas de rocha. Na Terra, o boro está ligado à formação de ribose, um componente-chave do RNA.
“Ainda não encontramos minerais que contenham boro, por isso precisamos ser cautelosos com isso, mas é muito empolgante”, disse Grotzinger. [Seeker]

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/15/jipe-sonda-descobre-que-marte-pode-estar-coberto-de-materia-organica/


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Astrofisico afirma que Estrela de Belém era um alinhamento planetário !

Professor de Astrofísica investigou o assunto por mais de 10 anos
De acordo com o Novo Testamento, os magos saíram do Oriente para visitarem o rei que nascia após detectarem nos céus uma estrela de brilho raro. Conhecida como “Estrela de Belém”, ela apareceu no céu e indicou o local onde estava do recém-nascido Jesus.
Contudo, após mais de 10 anos de estudo, Grant Mathews, professor de Astrofísica Teórica e Cosmologia no Departamento de Física da Universidade de Notre Dame, acredita que o que foi descrito como uma estrela na verdade era um raro alinhamento planetário.
O professor não quer dizer com isso que a Bíblia esteja errada, apenas que a percepção do povo que descreveu o evento é diferente do que realmente acontecia no céu. A nova pesquisa divulgada por ele mostra como estiveram envolvidos o Sol, a Lua, os planetas Júpiter e Saturno, além da constelação de Áries.
Ele analisou registros históricos, bíblicos e astronômicos – que nada tem a ver com astrologia – para constatar que no ano 6. a.C. realmente houve uma rara formação planetária.
“Astrônomos, historiadores e teólogos ponderaram sobre a questão da chamada ‘Estrela de Natal’. Questionavam onde e quando ela apareceu; como realmente era e porque, entre os bilhões de estrelas no céu, qual teria brilhado intensamente naquele dia”, sublinha Mathews em nota. “Usamos a astrofísica moderna para tentar explicar um dos maiores eventos astronômicos da História”, justifica.
O fato dele ter conseguido demonstrar que isso ocorreu no ano seis a.C. apenas fortalece a narrativa bíblica, pois a data está dentro do período que os teólogos acreditam ter sido o nascimento de Jesus. A data é imprecisa por que o calendário adotado na Idade Média era baseado em uma perspectiva hoje considerada equivocada.
Durante esse alinhamento específico, explica Mathews, o Sol, a Lua, Júpiter e Saturno estavam na constelação de Áries. Naquele ano, o sol passou pela constelação por volta de 20 de março. Era o Equinócio vernal, data que marca o início da primavera no hemisfério norte, quando o dia e a noite têm a mesma duração.
Segundo antigas tradições do povo judeu, cada elemento do céu possui um simbolismo. Para os magos, a presença de Júpiter e da lua significavam o nascimento de um rei com um destino especial, o Messias. Saturno sobre Áries durante o Equinócio era o símbolo de vida.
O alinhamento ocorreu sobre Áries, símbolo da terra de Israel, por isso eles foram até sua capital, Jerusalém. “Os Magos teriam visto a luz no Leste e reconhecido que isso simbolizava um nascimento real na Judeia”, sublinha Matthews, que está trabalhando em um livro onde esmiuçará todos esses anos de estudo sobre o assunto.
De acordo com o astrônomo, que fez diversas simulações, esse alinhamento é um evento extremamente raro e só poderia ser visto novamente em milhares de anos. Mesmo se ocorresse, o equinócio vernal não estaria em Áries. Segundo seus cálculos, que chegam a 500 mil anos no futuro, o pesquisador confirma que nenhum alinhamento como o da Estrela de Belém poderia ser encontrado, o que faz dele um evento único.
Outros astrônomos e estudiosos já propuseram teorias sobre o fenômeno no passado. Afirmaram que seria um cometa, a junção do brilho de dois planetas, um meteoro ou a passagem da lua em frente de Júpiter. A maioria desses explicações não estavam de acordo com a percepção do antigo Oriente Médio, onde, por exemplo, o cometa era um símbolo de mau agouro, mais associado com a morte de um rei do que com o nascimento de um.
Conforme o astrofísico cristão Jason Lisle, que já escreveu sobre o assunto no site criacionista Answers in Genesis: “É perfeitamente aceitável que Deus tenha usado um fenômeno celestial para anunciar o nascimento de Cristo, afinal ‘Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos (Salmos 19:1).” Com informações Christian Headlines

Fonte: http://portugalmisterioso.blogspot.pt/


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Poderoso ciclone tropical Vardah atinge a costa leste da Índia !

Ciclone Tropical Vardah
Ciclone Tropical Vardah, visto pelo satélite Terra em 11 de dezembro de 2016.

Uma semana depois de provocar chuvas intensas e matar 14 pessoas no sul da Tailândia, o ciclone tropical Vardah atinge com força total a costa leste da Índia. Mais de sete mil pessoas já foram evacuadas.

A imagem vista neste artigo foi registrada no domingo, 11 de dezembro de 2016 e retrata o ciclone tropical Vardah agindo sobre o golfo de Bengala, antes de tocar o continente asiático na altura de Chennai, na Índia. O golfo de Bengala é o maior golfo do mundo, localizado na parte nordeste do oceano Índico.

A cena foi captada através do instrumento MODIS, a bordo do satélite de sensoriamento remoto Terra, da Nasa e revela um o gigantesco sistema ciclônico Vardah atuando ao norte do Sri Lanka e oeste da Índia, com ventos sustentados de 140 km/h e rajadas de até 170 km/h.

Ventos muito intensos já afetam o sul do estado de Andhra Pradesh e a parte setentrional de Tamil Nadu, onde cerca de 7400 pessoas já foram evacuadas.

Em 1999, um ciclone similar a Vardah deixou 10 mil mortos na região de Orissa.

Fonte: http://www.apolo11.com/temporada_de_furacoes.php?titulo=Poderoso_ciclone_tropical_Vardah_atinge_a_costa_leste_da_India&posic=dat_20161212-102327.inc

 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Cientistas confirmam que os dias estão cada vez mais longos !

Persitancia da Memoria, de Salvador Dali
Utilizando modelos gravitacionais e observações de eclipses ao longo dos séculos, os pesquisadores concluíram que a Terra está girando mais devagar do que estimado anteriormente, mas nada tão significativo a ponto de causar preocupação.
O estudo foi feito por cientistas britânicos e publicado na Proceedings of the Royal Society e mostrou que a Terra está girando 1,8 milissegundo mais devagar a cada século, mais lento que os 2,3 milissegundos estimado em estudos anteriores.
Com os novos valores, levará cerca de 3,3 milhões de anos para ganharmos um minuto.
"Este é um processo muito lento", disse Leslie Morrison, ligado Observatório Real de Greenwich e um dos autores do trabalho.
Segundo o pesquisador, essas estimativas são aproximadas, já que as forças geofísicas que atuam sobre a rotação da Terra não são necessariamente constantes após um longo período de tempo.
Para chegar a esse valor, Morrison e sua equipe usaram modelos gravitacionais de movimento de translação da Terra ao redor do Sol e também da translação da Lua ao redor da Terra. Os resultados revelaram o tempo dos eclipses solares e lunares ao longo dos séculos.
A partir desses dados, a equipe calculou onde na Terra os eclipses teriam sido visíveis e compararam isso com observações de eclipses registradas pelos antigos babilônios, chineses, gregos, árabes e europeus medievais.
Um desses documentos são tábuas babilônicas gravadas na escrita cuneiforme, conservadas no Museu Britânico e decodificadas por especialistas de várias partes do mundo.
"Nós obtivemos registros fantásticos de historiadores e tradutores de textos antigos", explicou Morrison.
O estudo revelou discrepâncias bastante significativas entre onde os eclipses deveriam ter sido observados e onde de fato eles foram vistos.
A discrepância obtida é uma medida de como a rotação da Terra está variando desde 720 A.C, quando as civilizações antigas começaram a guardar os registros sobre os eclipses.

Consequências

Embora a variação encontrada não seja tão grande do ponto de vista da percepção humana, na realidade é impossível percebê-la, ela não pode ser descartada.
Se confirmada em estudos futuros, a variação anual de 18 microssegundos deverá ser levada em consideração nos cálculos feitos por GPS, colaborando na melhoria da precisão posicional de objetos, tarefa que será cada vez mais exigida nos próximos anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Cientistas_confirmam_os_dias_estao_cada_vez_mais_longos&posic=dat_20161208-092709.inc

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ponto luminoso muito forte chama a atenção no céu nocturno !

Planeta Venus
O planeta Vênus pode ser encontrado no quadrante oeste, mesmo com o céu ainda claro, nos primeiros dias de dezembro de 2016


Nos últimos dias, um interessante objeto luminoso está claramente visível no céu noturno, mas pode ser observado mesmo com o firmamento ainda claro, próximo ao entardecer. O que seria essa luz que chama tanto a atenção e brilha tão forte quanto um farol celeste?

Antes que os mais afoitos digam que se trata de uma nova estrela ou então de alguma coisa inexplicável, informamos que esse ponto super luminoso existe desde a formação do Sistema Solar e não é nem um pouco desconhecido. Trata-se do planeta Vênus, que está em seu período de máxima elongação oriental.

Quando isso acontece, a distância angular entre Vênus e o Sol é muito grande e faz com que que o planeta nasça e se ponha depois do Sol, permitindo que seja observado com muita facilidade nos finais de tarde.

Atualmente, Vênus está a 141 milhões de km da Terra e com 70% do seu disco visível. Se observado através de um pequeno telescópio ou luneta, se parecerá como uma mini lua crescente.

Se você ainda não viu Vênus reluzindo tanto, esse é o momento. É só olhar pra cima no final da tarde. Aquele ponto super luminoso é Vênus, no espaço há 4.5 bihões de anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Ponto_luminoso_muito_forte_chama_a_atencao_no_ceu_noturno&posic=dat_20161207-092214.inc

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