terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Humanos,e não mudança climática,destruíram a megafauna australiana !

Novas evidências envolvendo a antiga megafauna que uma vez percorreu a Austrália indicam que a causa primária de sua extinção, cerca de 45.000 anos atrás, foi provavelmente a ação de seres humanos, não a mudança climática.
O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Monash, em Victoria, na Austrália, e da Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA, usou informações de um núcleo de sedimentos perfurado no Oceano Índico ao largo da costa sudoeste do país, a fim de ajudar a reconstruir o clima passado e ecossistemas da região.
Não há evidência de mudança climática significativa durante a extinção dos enormes animais que viveram na região.

A extinção

O núcleo de sedimentos contém camadas cronológicas de material soprado pelo vento e lavado no oceano, incluindo poeira, pólen, cinzas e esporos de um fungo chamado Sporormiella que prosperou no esterco de mamíferos que comiam plantas.
Isso permitiu que os cientistas olhassem para trás no tempo, abrangendo o último ciclo glacial total da Terra.
Esporos fúngicos de esterco de mamíferos eram abundantes nas camadas de 150.000 anos atrás até cerca de 45.000 anos atrás, quando começaram a diminuir bastante.
“A abundância desses esporos é uma boa evidência de que havia um grande número de grandes mamíferos na paisagem australiana do sudoeste até cerca de 45.000 anos atrás”, disse Gifford Miller, da Universidade do Colorado, um dos autores do novo estudo. “Então, em uma janela de tempo que durou apenas alguns milhares de anos, a população de megafauna desmoronou”.

A megafauna

A coleção australiana de megafauna, cerca de 50.000 anos atrás, incluía cangurus de 450 kg, vombates de 2 toneladas, lagartos de 7 metros de comprimento, aves não voadoras de 180 kg, leões marsupiais de 130 kg e tartarugas do tamanho de carros.
Mais de 85% dos mamíferos, pássaros e répteis da Austrália que pesavam mais de 100 quilos foram extintos logo após a chegada dos primeiros seres humanos.
O núcleo de sedimentos oceânicos mostrou que o sudoeste é uma das poucas regiões no continente australiano que tinha densas florestas há 45.000 anos, e as possui até hoje, tornando-se um viveiro para a biodiversidade.
“É uma região com algumas das primeiras evidências de seres humanos no continente, e onde esperamos que muitos animais tenham vivido”, disse Miller. “Devido à densidade de árvores e arbustos, poderia ter sido um de seus últimos habitats cerca de 45.000 anos atrás. Não há evidência de mudança climática significativa durante essa época da extinção megafauna”.

Caça exagerada

Os cientistas vêm debatendo as causas das extinções da megafauna australiana há décadas.
Alguns afirmam que os animais não poderiam ter sobrevivido a mudanças no clima, incluindo uma há cerca de 70.000 anos, quando grande parte da paisagem do sudoeste da Austrália passou de um ambiente de floresta de eucaliptos para uma paisagem árida, com vegetação escassa.
Outros sugeriram que os animais foram caçados à extinção pelos primeiros imigrantes que colonizaram a maior parte do continente há 50 mil anos, ou ainda uma combinação de excesso de caça e mudança climática.
Miller afirma que a extinção pode ter sido causada por uma caça “exagerada imperceptível”. Um estudo realizado em 2006 por pesquisadores australianos indica que mesmo a caça de baixa intensidade da megafauna australiana – como a morte de um mamífero juvenil por pessoa por década – poderia ter resultado na extinção de uma espécie em apenas algumas centenas de anos.

Fonte: http://hypescience.com/humanos-e-nao-mudanca-climatica-destruiram-megafauna-australiana/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29



domingo, 22 de janeiro de 2017

Forte terremoto abala Papua Nova Guiné,a 40 km de Panguna !

Forte terremoto sacode Papua Nova Guiné, a 40 km de Panguna
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um intenso abalo sísmico que atingiu 7.9 pontos de magnitude foi registrado em Papua Nova Guiné, 40 km a oeste de Panguna as 02h30 pelo horário de Brasília (22/01/2017). O violento abalo teve seu epicentro localizado sob as coordenadas 6.26S e 155.11E, a 153 km de profundidade. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade do abalo, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 7.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 530 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 10 milhões toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20170122-025030.inc

sábado, 21 de janeiro de 2017

Descoberto outro exoplaneta potencialmente habitavel !

exoplaneta
Os astrônomos estão apontando suas miras para um exoplaneta localizado relativamente próximo de nosso sistema solar, e ele até mesmo pode ter as condições certas para suportar a vida, tal como a conhecemos. Especialistas da Universidade Estadual de São Francisco (EUA) observaram mundos alienígenas no sistema Wolf 1061, a somente 14 anos luz de distância da Terra.
O mundo alienígena em questão é chamado de Wolf 1061c e, de acordo com os astrônomos, ele fica bem dentro da zona habitável de sua estrela. Por sorte, o planeta está localizado relativamente perto, o que permitirá aos astrônomos conduzirem mais estudos.
Porém, o planeta está localizado na parte interior da zona habitável, o que poderia significar que ele está sujeito a temperaturas extremamente altas que podem ter ficado presas na atmosfera, criando um efeito estufa tóxico.

Os cientistas observaram que o sistema estelar é o lar de pelo menos três mundos conhecidos.

Para compreender melhor o sistema estelar e as condições do planeta Wolf 1061c, os especialistas mensuraram a estrela que ele orbita. O astrônomo Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, disse:

O sistema Wolf 1061 é importante, porque eles está tão próximo e nos dá outras oportunidades para continuarmos nossos estudos, a fim de vermos se ele realmente tem vida.
Os especialistas observam que mesmo dentro da zona habitável, aquele mundo deve estar localizado no ponto certo para que sustente a vida tal qual a conhecemos.
Se um mundo estiver localizado muito longe de sua estrela, ele pode ser muito frio e, consequentemente, ter sua água congelada.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/21/e-mais-outro-exoplaneta-com-potencial-para-vida-e-descoberto/


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Colisão entre estrelas vai poder ser observada a olho nú !

Colisao entre estrelas
KIC 9832227: O par de estrelas está tão próximo entre si que os objetos já compartilham da mesma atmosfera.

Um violento impacto entre estrelas deverá iluminar em breve o céu noturno e poderá ser visto por qualquer pessoa. Segundo especialistas, o choque será tão poderoso que produzirá um brilho maior que qualquer estrela do firmamento.
A visualização do choque ocorrerá daqui cinco anos, em 2022, e será causado pelo impacto e fusão da estrela binária KIC 9832227, localizada a uma distância de 1800 anos-luz da Terra.
Atualmente, esse sistema duplo tem um brilho muito fraco e só pode ser visto através de telescópio, mas crescerá cerca de 10 mil vezes após o impacto. No entender dos astrônomos, o clarão deverá permanecer visível por diversos dias, na constelação do Cisne.
Esse sistema híbrido já é velho conhecido dos pesquisadores e desde 2013 passou a chamar a atenção pela possibilidade de choque e fusão.
Segundo os estudos, o par estelar está tão próximo entre si que já compartilham da mesma atmosfera, situação muito parecida com V1309 Scorpii, cuja atmosfera também era combinada e girava cada vez mais rápido até sua explosão em 2008.

Consequências

O choque entre as duas massas de gás produzirá o que os astrônomos chamam de "nova vermelha", fenômeno caracterizado pela fusão de uma estrela binária. Aqui da Terra, a maior consequência será a formação de um ponto muito luminoso no céu, mais forte que qualquer outra estrela visível.
Como explicado, o choque está previsto para 2022 e enquanto não acontece a dupla de estrelas poderá ser observada ou pesquisada por qualquer astrônomo amador, que poderá medir a flutuação do brilho da estrela binária, cada dia maior e mais frequente. Experimente!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_colisao_entre_estrelas_podera_ser_vista_a_olho_nu&posic=dat_20170118-094259.inc

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Gigantesca anomalia atmosférica detectada em Vénus !

Uma animação da anomalia mostra sua posição estacionária a grande altitude. (Imagem: JAXA/Taguchi et. al., 2017)
 
Cientistas japoneses, utilizando a sonda Akatsuki, detectaram uma enorme anomalia em Vênus, em forma de arco na atmosfera superior. A anomalia, que tem 10.000 km de comprimento, não cedeu, apesar dos ventos de aproximadamente 360 km/h ao seu redor.
Os pesquisadores japoneses do Instituto de Ciências Espaciais e Astronômicas da Agência de Exploração Aeroespacial acreditam que o fenômeno foi causado por uma enorme onda gravitacional, a maior já registrada no sistema solar. Emanando das montanhas abaixo, o estranho fenômeno climático é forte o suficiente para se manter inabalado contra ventos ferozes, causando uma enorme estrutura no formado de arco na atmosfera superior, como uma cicatriz gigante.
Estacionada a 65 quilômetros acima da superfície de Vênus, a anomalia brilhante e quente se estende por 10.000 quilômetros no topo das nuvens de Vênus (quase o diâmetro de todo o planeta). Antes dessa observação, os cientistas observaram uma quantidade de características atmosféricas de pequena escala que se moveram mais rápido, ou mais lentamente do que os ventos prevalentes.
anomalia em Vênus
A estrutura foi observada por vários dias, entre 8 a 11 de setembro de 2015, e apesar dos altos ventos a anomalia permaneceu estacionária. (Imagem: JAXA/Taguchi et. al., 2017)

A gigantesca mancha, e seu desprezo pelos ventos ao seu redor, pegaram os cientistas da JAXA de surpresa. Várias semanas após as observações iniciais, o arco havia desaparecido, assim não se trata de uma característica permanente. Agora os cientistas estão esperando ansiosamente pelo próximo possível retorno.
Após descartarem possibilidades, tais como maré térmica, que são similares às marés oceânicas mas altamente improváveis devido a fato de Vênus não possuir uma lua), ou um erro de instrumento (a sonda Akatsuki está em perfeito funcionamento), os pesquisadores da JAXA concluíram que a anomalia provavelmente é causada por uma onda gravitacional.
O astrônomo Makoto Taguchi, da Universidade Rikkyo, que liderou as pesquisas, disse:
É uma oscilação de densidade, pressão, velocidade ou temperatura que se propaga numa atmosfera por um equilíbrio de flutuabilidade e forças da gravidade, como uma força restauradora.

Na Terra, ondas de gravidade produzem ondas nos oceanos e fluxos de ar sobre as montanhas.

Os pesquisadores escreveram:

Dado o formato e a enorme velocidade [dos ventos ao redor] relativa ao super-rotação de fundo, a única interpretação razoável do formato de arco estacionário é a de que ele é induzido por um bolsão de ondas atmosféricas de gravidade. O presente estudo mostra evidência direta da existência de ondas gravitacionais estacionárias, e ainda mostra que tais ondas gravitacionais estacionárias podem ter uma grande escala – talvez a maior já observada no sistema solar.
Isto posto, a equipe de Taguchi não está inteiramente segura se as ondas gravitacionais produzidas pelas cadeias de montanhas venusianas são capazes de se espalharem para cima, até o topo das nuvens, sem uma ajuda adicional. Eles especulam que os ventos na atmosfera profunda pode ser mais variável em espaço e tempo do que anteriormente se presumia, aumentando a habilidade das ondas gravitacionais de se propagaram para a porção superior da atmosfera de Vênus.
Vênus, como podemos ver, é um lugar surpreendentemente complicado e anormal.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/17/anomalia-em-venus/




Satélites fixos observado a cruzar a nebulosa de Orion !

Satelites cruzando a nebulosa de Orion
Quando um satélite é colocado a 42 mil km de altitude acima do equador, seu período orbital se iguala ao tempo de rotação da Terra e isso faz com que pareça estar parado no céu. Mas quando visto contra o fundo estrelado seu movimento é facilmente perceptível.
Esse tipo de satélite é conhecido como geossíncrono e por orbitar sobre o mesmo ponto da Terra permite inúmeros tipos de aplicações, entre eles a captura de imagens meteorológicas ou repetidores de comunicação, tanto para uso comercial como militar.
Sua concepção e emprego foram previstos pelo futurista Arthur C. Clarke em 1940, muito antes da Era Espacial.
Por se localizarem em grandes altitudes, recebem a luz do Sol mesmo durante o período noturno e isso permite que sejam observados durante a noite através de pequenas lunetas ou telescópios.


Este vídeo, feito pelo astrofotógrafo James DeYoung, mostra diversos satélites desse tipo, que cruzam o caminho da bela nebulosa de Orion M42.
Neste vídeo, embora os satélites pareçam se movimentar, na realidade estão fixos em relação ao observador. Quem se move é o telescópio, que está acompanhando o movimento das estrelas e da nebulosa.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Video_Amador_registra_satelites_fixos_cruzando_a_nebulosa_de_Orion&posic=dat_20170116-103304.inc





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Telescópio gigante no Chile irá procurar por planetas habitávies em Alpha Centauri !

Telescópio Muito Grande - Very Large Telescope - VLT
O Very Large Telescope – VLT (Telescópio Muito Grande) do Observatório Europeu do Sul – ESO, será modificado para permitir que ele procure mais efetivamente por planetas potencialmente habitáveis em Alpha Centauri, o sistema estelar mais próximo da Terra.
A administração do telescópio assinou um acordo com a Breakthrough Starshot, um empreendimento que almeja lançar milhares de pequenas espaçonaves até aquele sistema estelar, e enviar fotos de volta.
A Starshot, que é financiada pelo bilionário da Internet Yuri Milner e o físico Stephen Hawking, fornecerá o recurso financeiro para permitir que o equipamento do telescópio seja adaptado para melhor detectar planetas ‘apagados’.
A adaptação terá o efeito de reduzir a luz estelar que encobre planetas relativamente apagados, melhorando as chances de encontrá-los.
O interesse na exploração do vizinho mais próximo do Sol tem aumentado desde que os cientistas anunciaram no ano passado que haviam descoberto evidências de um planeta do tamanho da Terra orbitando Proxima Centauri, uma estrela no sistema Alpha Centauri.
Telescópios maiores planejados para a década de 2020 – tal como o próprio Extremely Large Telescope do ESO, atualmente sendo construído no Chile – deverá fornecer aos pesquisadores mais informações sobre o número e a natureza dos exoplanetas.
A ESO é uma organização de astronomia intergovernamental, apoiada por 16 países na Europa e América do Sul, tendo como anfitrião o Chile.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/16/telescopio-gigante-no-chile-ira-procurar-por-planetas-habitavies-em-alpha-centauri/


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Falha geológica provoca terremoto de 4.6 pontos no Maranhão !

Terremoto no maranhao - Falha Geologica no local
Um terremoto de 4.6 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a 26 km da cidade de Nina Rodrigues (MA), a menos de 1 km de profundidade. O abalo também foi sentido na capital São Luís e em Teresina, PI.

O evento ocorreu as 10h43 pelo horário de Brasília (09h43 horário local) e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 03.24S e 43.84W, a 26 km de Nina Rodrigues, 28 km de Presidente Vargas (MA) e 35 km da cidade de Vargem Grande (MA).

Ao que tudo indica, o tremor ocorreu devido à acomodação natural de terreno próximo a uma grande falha geológica que praticamente corta a região próxima ao epicentro.
Terremoto de 4.6 pontos é registrado a 26 km de Nina Rodrigues, MA

Fonte: http://www.apolo11.com/terremoto_brasil.php?titulo=Falha_geologica_provoca_terremoto_de_4.6_pontos_no_Maranhao&posic=dat_20170103-120037.inc

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Considere a evidência de que vida inteligente existe além da Terra !

Estamos sós no Universo? Se uma pessoa visualizar o Universo todo, seria quase impossível não acreditar na probabilidade da existência de vida, e possivelmente vida inteligente, em outros lugares. Se não estamos sós, teria a Terra sido visitada por extraterrestres? Por que não? Não é isto que estamos fazendo quando visitamos a Lua e planejamos uma viagem até Marte e além?
Imagine a tecnologia dos alienígenas, se eles fossem centenas, talvez milhares de anos à nossa frente. Acredite ou não, há evidência plausível de visitações alienígenas à Terra que vão de milhares de anos até o presente.
Evidências que indicam a possível visitação alienígena têm sido encontradas por arqueólogos que estudam as civilizações antigas. Tais evidências incluem relatos escritos, hieróglifos, estranhas pinturas, crenças religiosas com base nos ‘deuses do céu’, estátuas, pirâmides e outras estruturas construídas com blocos de rocha pesando 50 toneladas ou mais.
Estas civilizações existiram por todo o mundo, com virtualmente nenhuma evidência para indicar que eles tinham o conhecimento e as ferramentas e maquinários necessários para construir tais estruturas. Uma pessoa então imagina que alienígenas ajudaram na evolução da raça humana.
Referências à história antiga e aos objetos voadores não identificados (OVNIs) podem ser encontradas a partir de muitas fontes, tais como a série de TV intitulada “Alienígenas do Passado”, o site da MUFON – com mais de 70.000 casos de OVNIs, livros, relatos de arqueólogos, etc.
Hoje, como no passado, os avistamentos de OVNIs continuam. Obviamente, a vasta maioria dos avistamentos não são credíveis; porém, outros permanece inexplicados. Muitos avistamentos têm sido feitos por pessoas familiarizadas/treinadas dentro da área de tecnologia de voo, tais como pilotos, astronautas, militares, etc. Muitas pessoas acreditam que nosso governo e outros já sabem da existência de alienígenas, com base em evidências que dizem ter sido originária de acidentes de OVNIs.
Se a evidência for validada de que alienígenas estão visitando a Terra, isto mudaria o status quo da existência humana. O caos mundial poderia ocorrer, refletido do medo e do efeito que isto teria nas crenças religiosas. Esta é a razão principal porque os governos têm mantido em segredo as evidências sobre o assunto.
Já que a viagem espacial evoluiu da ficção científica para a realidade, podemos agora considerar as muitas fontes de dados para ganhar uma perspectiva da possibilidade de que não estamos sós.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/12/considere-evidencia-de-que-vida-inteligente-existe-alem-da-terra/


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A procura por vida extraterrestre poderá ser acelerada com novo método !

À medida que avançamos em direção ao futuro, os métodos que utilizamos para encontrar vida em outros planetas continuarão a mudar. Após a descoberta e a subsequente pesquisa do ‘novo planeta’ Proxima b (o qual orbita a estrela mais próxima do nosso Sol”, os cientistas acreditam que as condições em Proxima b possam ser adequadas para a vida extraterrestre. Contudo, eles não podem confirmar a existência de tais condições até 2030, quando a tecnologia utilizada nos telescópios possa estar mais avançada para confirmarem esta hipótese.
Agora, Matteo Brogi, da Universidade do Colorado nos EUA, descreveu um método que pode cortar este tempo de espera em 10 anos, permitindo-nos descobrir mais sobre Proxima b já em 2020. De acordo com o site Space.com, o método de Bragi combina duas técnicas já comuns, usadas para examinar estrelas e exoplanetas: “imageamento direto” e espectroscopia de alta-resolução. Esta primeira é uma técnica que os astrônomos usam para localizar um planeta e a estrela que ele orbita. Ao ‘diminuirem’ a luz da estrela, o planeta entra em foco – basicamente, é mais fácil vê-lo graças à redução do brilho.
Então, uma vez que o planeta é localizado, Brogi e seus colegas propõem usar o método Doppler para separar ainda mais a luz do planeta da luz de sua estrela, o suficiente para que a espectroscopia de alta-resolução possa ajudar aos cientistas na Terra a determinarem a composição do planeta, sem a interferência da luz vinda da estrela, o que de outra forma deixaria a espectroscopia de alta-resolução inútil para almejar especificamente planetas.
As técnicas combinadas ainda estão sendo aprimoradas e, é claro, sendo isto uma ciência, ela requer mais testes e refinamentos. Mas se eles puderem aprimorar a técnica, isto poderia economizar tempo na procura por vida em outros planetas.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/11/procura-por-vida-extraterrestre-podera-ser-acelerada-com-novo-metodo/

Esfera encontrada na superfície de Marte e contrasta com seus arredores !

Se há vida hoje em Marte, ela poderia estar brincando conosco, de acordo com teóricos da conspiração, que alegam ter encontrado uma “bola de gude” no solo marciano.
Uma foto feita pelo jipe-sonda Curiosity, tirada em primeiro de janeiro, mostra uma pequena esfera escura entre a terra avermelhada e rochas escarpadas do solo marciano.
Alguns sugeriram que seja uma “bola de gude”, porém uma explicação mais provável é a de que seja um exemplar de esférulas marcianas, as quais os cientistas acham que foram formadas quando vulcões cuspiram rochas incandescentes para o ar.

O que são Esférulas Marcianas?

Também conhecidas como blueberries, devido ao seu tom azulado dado aos objetos em imagens de cor falsa, as esférulas foram descobertas no solo marciano pelo jipe-sonda Opportunity em 2004.
Uma teoria é a de que essas esferas foram formadas quando rochas incandescentes foram jogadas para o ar por um vulcão, ou pelo impacto de um meteoro.
Outros sugerem que elas se formaram quando a água do solo fluía através das rochas porosas, criando reações químicas que causaram com que os minerais ferrosos se precipitassem em camadas de esferas.
Uma foto em preto e branco, tirada em 20 de dezembro de 2016, mostra a mesma esfera no mesmo lugar, embora a poeira marciana parece ter coberto as rochas ao redor desde então.
O Dr. Hap McSween, membro da equipe de ciências da Universidade do Tennessee, em Knowville, diz que “vários processos geológicos podem gerar formações redondas”.
A ‘bola de gude’ é a mais recente, numa série de descobertas de objetos estranhos em Marte pelos teóricos da conspiração.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/11/esfera-e-encontrada-na-superficie-de-marte-e-ela-contrasta-com-seus-arredores/

Pesquisador independente regista sprites gigantes no céu !

Sprites capturados pela minha estação da BRAMON (GZT2/RS) ontem (10 de janeiro de 2017 pela madrugada)

Apesar dos sprites (ou gigantic jets) terem sido vistos algumas vezes no século passado, os cientistas atmosféricos só reconheceram sua existência após 1989, quando foram fotografados pelas câmeras a bordo dos ônibus espaciais.

Atualmente, devido à grande quantidade de câmeras de alta sensibilidade e maior interesse em sua observação, o registro dos sprites tem ocorrido com maior frequência, mas ainda os cientistas ainda não conseguiram decifrar como eles se formam.

Devido a altura em que ocorrem, os sprites são um verdadeiro fenômeno meteorológico espacial.

Eles se desenvolvem a cerca de 80 km e altitude e crescem em todos os sentidos, inicialmente para baixo e em seguida para cima.

O processo tem início quando um poderoso raio descarrega a energia do topo das nuvens próximas à superfície da Terra em direção à ionosfera, resultando no sprite (faísca, em inglês). O fenômeno é extremamente rápido e não leva mais de 20 milissegundos.

Fonte: http://www.painelglobal.com.br/talk/destaque.php?id=dat_20170111-024658.inc


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Antártida - Plataforma de gelo deve romper-se totalmente durante este ano !

Plataforma de gelo Larsen C
Foto feita por um avião de pesquisa DC-8 da NASA mostra parte da ruptura da plataforma Larsen-C, como vista em novembro de 2016.

A gigantesca rachadura na plataforma de gelo Larsen C voltou a crescer em dezembro e caso se desprenda da área continental teremos um bloco de gelo maior que a cidade de Brasília solto no mar.
 A plataforma Larsen C é a maior plataforma de gelo no norte da Antártida e começou a se partir há cerca de um ano. Em julho de 2016 a cicatriz já tinha cerca de 130 km e nos últimos meses abriu mais 28 km. De acordo com os últimos estudos, apenas 12 km de gelo mantêm a plataforma presa ao continente e é quase certo que poderá se desprender em 2017.
De acordo com os pesquisadores, a enorme cicatriz mede 91 metros de largura por 500 metros de profundidade. Quando se romper, aproximadamente 12% da plataforma se desprenderão, lançando ao mar um bloco de gelo de 6 mil km quadrados, do tamanho de Brasília, que ficará totalmente à deriva.
Imagem
Imagem de satélite mostra plataforma de gelo Larsen C, na Antártida. A linha vermelha mostra o tamanho da fratura até março de 2016, enquanto a linha amarela mostra o avanço da rachadura entre março e agosto de 2016

De acordo com um comunicado do Projeto MIDAS, do British Antarctic Survey, a modelagem por computador sugere que o gelo restante já está bastante instável e que Larsen C deve seguir o exemplo de seu vizinho Larsen B, que se desintegrou em 2002 após se manter estável por 12 mil anos. Outro bloco da plataforma, a Larsen A, se desintegrou em Janeiro de 1995.
É importante lembrar que a Antártida não é um continente constituído de gelo, mas por terra recoberta de água congelada. Plataformas de gelo, como Larsen C, são as porções do continente onde a camada de gelo está suspensa sobre o oceano e não sobre a terra.

Fonte: http://www.apolo11.com/mudancas_climaticas.php?titulo=Antartida_plataforma_de_gelo_deve_se_romper_totalmente_em_2017&posic=dat_20170110-091835.inc

Forte terramoto abala Filipinas,a 199 km de Tabiauan !

Forte terremoto sacode Filipinas, a 199 km de Tabiauan
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um intenso abalo sísmico que atingiu 6.9 pontos de magnitude foi registrado nas Filipinas, 199 km ao sul-sudeste de Tabiauan as 04h13 pelo horário de Brasília (10/01/2017). O violento abalo teve seu epicentro localizado sob as coordenadas 4.42N e 122.71E, a 622 km de profundidade. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade do abalo, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Filipinas_a_199_km_de_Tabiauan&posic=dat_20170110-043029.inc

domingo, 8 de janeiro de 2017

Colisão de estrelas poderá ser vista da Terra !

Como a explosão provavelmente se parecerá através de um telescópio

Se esta previsão estiver correta, então pela primeira vez na história os pais serão capazes de apontar para um a área escura no céu e dizer: “Olhem, crianças, há uma estrela se escondendo ali, e logo ela irá ascender”.
O Reitor Dean Matt, da Faculdade Calvin, mencionou sobre a descoberta de um de seus professores numa liberação de imprensa. Vindo logo para uma região do céu próxima a você… duas estrelas que fazem parte de um sistema binário irão colidir entre si e criar uma nova estrela que irá ser claramente visível da Terra, sem um telescópio. A previsão foi feita pelo astrônomo da Faculdade Calvin, Larry Molnar, numa recente reunião no Texas, da Sociedade Americana de Astronomia. Ele está prevendo que as duas estrelas do sistema binário KIC 9832227 ficarão próximas o suficiente para explodirem em 2022, de forma tão espetacular que poderia se tornar a luz mais brilhante no céu.
“Previsão” é um termo usado de forma imprecisa aqui, pois a colisão já teria ocorrido. KIC 9832227 está a 1.800 anos-luz de distância, o que significa que isto ocorreu há 1765 anos e a luz dela chegará aqui em 2022. Contudo, sua situação de binário não era conhecida até 2013, quando Larry Molnar notou que esta dupla, da qual pensava-se ser uma única estrela pulsante, estava pulsando de forma anormal. Molnar deu a seu aluno Daniel Van Noorde, seu assistente de pesquisa, o crédito pelo momento “Eureca!”.
Ele notou como a cor da estrela correlacionava com o brilho e determinou que definitivamente se tratava de um binário. De fato, ele descobriu um binário de contato, no qual as duas estrelas compartilham da mesma atmosfera, como dois amendoins compartilhando a mesma casca.4
Uma renderização artística de outro sistema binário de contato – VFTS 352

Isso estimulou Molnar e sua equipe a fazerem mensurações diferentes das mudanças na frequência do pulso e, ao longo do tempo, determinaram que as estrelas estão numa rota de colisão com seus períodos orbitais reduzidos para 11 horas e caindo rapidamente. Nesse passo, o tempo estimado do impacto está previsto ou para 2022, ou 2023.
Provável localização da explosão, na constelação do Cisne

As previsões de Molnar sobre a visibilidade da espetacular explosão vista da Terra vêm das observações feitas em 2008, do sistema binário de contato V1309 Scorpii, que gerou uma Nova Vermelha. Ele vê a luz da KIC 9832227 se tornar aumentadamente visível ao longo de um período de seis meses na constelação Cisne. Em seu pico, ela será 10.000 vezes mais brilhante do que é agora, de acordo com Molnar.
Você não precisará de um telescópio para me dizer se eu estava errado ou certo. Quando isto ocorrer, se ocorrer, não iremos deixar de ver.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/08/colisao-de-estrelas-podera-ser-vista-da-terra/

sábado, 7 de janeiro de 2017

Plano contra “Asteroide do Apocalipse” revelado em chocante declaração da Casa Branca !

Preparem-se, pois a Casa Branca está preocupada com asteroides e cometas que possam colidir com a Terra, e fez uma surpreendente ‘declaração sobre um plano para o apocalipse’. As autoridades governamentais dos EUA estão trabalhando para aperfeiçoar um plano de emergência, projetado para evitar o risco de um apocalipse causado por um cometa ou asteroide. A declaração foi feita logo após a NASA ter avistado um cometa que irá passar próximo da Terra em fevereiro.
A Terra é frequentemente impactada por pequenos asteroides, os quais são tão pequenos que tendem a queimar e serem consumidos ao entrarem na atmosfera terrestre, não sendo notados pelas pessoas. Contudo, têm havido eventos devastadores, como o impacto de Chelyabinsk, na Rússia em 2013, e o de Tunguska, também na Rússia em 1908, o qual destruiu por volta de 2000 quilômetros quadrados de terra.
O documento foi escrito pelo Grupo de Trabalho Inter-Agência para a Detecção e Mitigação de Impactos de Objetos Próximos à Terra / Em Direção à Terra, de sigla em inglês DAMIEN.
Os especialistas temem que possa haver “pouco tempo de aviso”
Recentemente, a Casa Branca revelou sua Estratégia para a Preparação [contra] Objetos Próximos à Terra, de sigla NEO em inglês (Near Earth Objects), a qual almeja fornecer uma solução contra asteroides e cometas que poderiam impactar o nosso planeta no futuro.
A ideia é a de aguçar os nossos sistemas de alerta e investir em sondas espaciais futuristas que poderiam nos ajudar a prevenir uma colisão com estes corpos celestes.
O primeiro e mais importante passo é o de melhorar nossos métodos de detecção, dessa forma os cientistas podem alertar os especialistas em defesa sobre objetos próximos da Terra que sejam potencialmente apocalípticos.
Além disso, os especialistas dizem que precisamos trabalhar na criação de sondas espaciais com inteligência artificial e carregá-las com lasers e sensores de alta tecnologia.
Para prevenir que uma rocha espacial colida com a Terra, os especialistas planejam lançar poderosos foguetes, para interceptarem essas rochas e calcularem seus tamanhos e pesos aproximados, que são dois dos detalhes mais cruciais sobre objetos em rota de colisão com a Terra.
Após o equipamento agregar os dados, os especialistas em defesa poderão projetar um plano de ação.
A declaração veio logo após a NASA ter avistado um cometa que voará próximo da Terra em fevereiro

Um especialista escreveu no documento:

A interrupção de um NEO pode ser necessária se houver pouco tempo de alerta, ou se o objeto for muito grande. As tecnologias necessárias para desviar um NEO para longe da Terra podem ser usadas, mas para interromper ou desviar um objeto grande, pesquisa e desenvolvimento de soluções de alta energia são necessárias.
Após avistar um asteroide com o potencial de colisão com a Terra, o próximo passo é o de alertar a população. O documento sugere que os Estados Unidos reaja de forma similar a um alerta de furação e declare uma emergência nacional por todos os estados.
Mas e se você não estiver nos EUA? O plano de detecção irá funcionar?
Embora o programa permitirá aos especialistas detectarem ao redor do globo as rochas vindas em nossa direção, ainda não está claro se os EUA investirá e preparará a tecnologia avançada para proteger o resto do planeta.

O documento de estratégia relaciona sete metas: 

Melhorar as habilidades de rastreamento e classificação do país quanto aos NEOs
Descobrir como mover ou explodir um NEO ameaçador
Melhorar nossos modelos e previsões
Elaborar procedimentos emergenciais, caso um NEO não possa ser desviado
Criar sistemas de alarme e estratégias de recuperação
Incluir outros países em nosso planejamento
Organizar protocolos e limiares para auxiliarem nas rápidas tomadas de decisão

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/07/plano-contra-asteroide-do-apocalipse-e-revelado/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Objecto não identificado pelos cientistas vindo em direção à Terra !

Um objeto não identificado passará ‘próximo’ da Terra no próximo mês, e os especialistas não têm a mínima ideia do que seja. Os astrônomos dizem que o objeto misterioso é extremamente escuro e sem reflexo. Além disso, os cientistas declararam que ele é de origem desconhecida.
Dado a ele o nome de 2016 WF9, o objeto foi encontrado recentemente, em 27 de novembro de 2016, pelo projeto NEOWISE da NASA, que ‘caça’ asteroides e cometas.

O que os especialistas do NEOWISE sabem é que ele poderia ter até um quilômetro em diâmetro.

Os astrônomos esperam que o 2016 WF9 faça sua aproximação máxima da terra em 25 de fevereiro, quando passará a 51 milhões de quilômetros. Até agora, o enigmático objeto já criou muita confusão entre os especialistas da NASA. Eles não conseguem identificar o que o objeto realmente seja.

Seria um asteroide? Um cometa? Então, o que sabemos sobre esse objeto?

Bem, há uma norma geral quando se trata de identificar objetos espaciais. Asteroides geralmente são rochas e mais metálicos por natureza, enquanto cometas contêm gelo.
O objeto de nome 2016 WF9 parece ser extremamente escuro e sem reflexos, um sinal de que poderia ser um cometa. Porém, ele não tem outras características típicas de cometas, tais como poeira e gás.
O que é mais bizarro ainda é o fato de que isto significa que a origem deste objeto é desconhecida.
James “Gerbs” Bauer, investigador do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, disse o seguinte sobre o objeto:

Este objeto ilustra que a fronteira entre asteroides e cometas é obscura; talvez ao longo do tempo este objeto tenha perdido a maioria dos [componentes] voláteis que perduram sobre, ou logo abaixo de sua superfície.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/06/objeto-nao-identificado-pelos-cientistas-vem-em-direcao-terra/


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Estrutura possivelmente artificial é encontrada no continente Antártico !

Continente Antártico - estrutura artificial
Novamente o continente Antártico entra na pauta da discussão
, com a descoberta de uma estrutura que pode ter sido construída por uma civilização do passado distante:
E se, no passado distante, quando a Terra era muito diferente do que é hoje, uma civilização antiga se desenvolveu na Antártica, criando fascinantes estruturas, monumentos e templos? Encontraríamos evidências de sua existência hoje?
Curiosamente, há um número de mapas da antiguidade que mostram partes da Antártica como sendo livres de gelo. Um dos mapas mais controversos foi feito em 1513, pelo Almirante turco Piri Reis, o qual desenhou um mapa que criou um debate que se estende por mais de 500 anos. O mapa mostra a Antártica, continente este que oficialmente só foi descoberto entre 1818 e 1820. Mas como isto seria possível?
Tem se tornado crença popular que civilizações antigas por todo o globo eram na verdade muito mais avançadas do que os pesquisadores de ‘tendência predominante’ dizem. Numerosos mapas descobertos no passado são claras indicações de que a história contada hoje pelos estudiosos está incompleta, e há vários elos perdidos em nossa história. Estes ‘elos perdidos’ estão sendo ‘montados’ por estes incríveis mapas, os quais provam que a raça humana habitou o nosso planeta há muito mais tempo do que esses estudiosos acreditam. Talvez esses mapas antigos, em combinação com imagens modernas de satélite do nosso planeta, sejam evidências de que a civilização poderia ter se desenvolvido nos lugares mais inóspitos da Terra, num passado distante.
De acordo com os numerosos indicadores, tais estruturas já foram identificadas em anos recentes. Imagens de satélite do continente Antártico revelou várias ‘estruturas’ que estão espalhadas pelo continente gelado.
Embora muitas delas possam ser explicadas como sendo formações geológicas naturais, algumas dessas descobertas questionam tudo que sabemos sobre a Antártica.
Se essas estruturas são ou não feitas pelo homem, e são evidências de civilizações perdidas que habitavam a Antártica, é difícil de dizer, e improváveis, de acordo com estudiosos de ‘tendência predominante’. Contudo, há várias descobertas que apontam em outra direção, sugerindo que precisamos olhar à essas coisas a partir de uma perspectiva diferente.
Em 2012, uma imagem de satélite da Antártica mostrou uma estranha formação oval em um dos lugares mais remotos do planeta. Estando a milhares de quilômetros de nossa sociedade, a estranha estrutura de formato oval levanta vários questionamentos entre os especialistas.
Com 120 metros de comprimento, os especialistas que analisaram a imagem perguntam se ela poderia ter sido o resultado da mãe natureza. O formato anormal da estrutura sugere que tenha sido feita pelo homem.
Observando a imagem, imediatamente notamos os anéis da estrutura, os quais lembra uma estrutura em ruínas, como se estivéssemos olhando para paredes que foram destruídas, ruínas em colapso que foram cobertas por neve e gelo. A imagem obtida em 2012 claramente lembra algo que pode ter facilmente sido projetado por alguém.
Mas projetado por quem? A estrutura está localizada no meio da Antártica, um dos lugares mais inóspitos do nosso planeta, um dos mais remotos e intocados da Terra.
Embora a estrutura possa ter sido feita pelo homem, especialistas consideraram uma explicação natural; uma bizarra formação de gelo criada pelas temperaturas baixas e ventos catabáticos. Eles acreditam que possam ser sastrugis – sulcos irregulares formados na neve da superfície por erosão do vento, ou seja, dunas de gelo e neve.
Contudo, sastrugis correm paralelos à direção do vento e não tendem a ter estruturas com formatos ovalados.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/05/estrutura-possivelmente-artificial-e-encontrada-no-continente-antartico/


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Jipe-sonda Curiosity "acerta na lotaria" da procura por vida extra-terrestre !

John Grotzinger, um geólogo do Instituto Califórnia de Tecnologia, falando na reunião anual da União Geofísica Americana em São Francisco, disse:
 
Cientistas acreditam que o jipe-sonda Curiosity, da NASA, coletou dados muito promissores na procura por vida em outras partes do Universo.
A máquina, que tem estado em Marte deste agosto de 2012, coletou amostras de uma cratera que mostra sinais convincentes de que aquele planeta pode ser o lar de vida, ou já foi uma vez.
Amostras de uma cratera de nome Gale mostra que há uma abundância de depósitos minerais, os quais fornecem evidência de que uma vez a água e as condições ambientais eram apropriadas para vida.
Vemos todas as propriedades colocadas, as quais realmente gostamos de associar com a habitabilidade.
Não há nada extremo aqui. Isto é tudo bom para a habitabilidade ao longo do tempo.
O jipe-sonda Curiosity está obtendo amostra a cada 25 metros ao longo da Cratera Gale – o ponto mais baixo de Marte, o qual levou os cientistas a acreditarem que uma vez houve um lago ali.
As camadas mais elevadas da cratera contêm grandes quantidades de hematita oxidada, o que sugere que lá havia sido um local ácido.
Contudo, de acordo com Grotzinger, a cratera é “ácida, mas nunca super ácida. É totalmente o tipo de ambiente onde os organismos acidófilos poderiam gostar”.
O jipe-sonda também identificou muitos minerais e boro, que na Terra é associado com a formação de RNA – um dos blocos essenciais para a construção da vida, junto com DNA e proteínas.

Grotzinger adicionou:

Estamos vendo uma complexidade química, a qual indica uma longa e interativa história com a água. Quanto mais complicado a química for, melhor ela é para a habitabilidade.
O boro, a hematita e a argila sublinham a mobilidade dos elementos e elétrons, e isto é bom para a vida

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/04/jipe-sonda-procura-por-vida-marte/


Hoje o Planeta Terra vai deslocar-se mais rapidamente !

perielio
Esquema do movimento de translação da Terra em redor do Sol

Às 14 horas e 18 minutos deste 4 janeiro de 2017, o planeta Terra vai estar no ponto mais próximo ao Sol que alcançará este ano. É o “periélio”: o planeta estará a apenas 147,1 milhões de quilómetros da sua estrela, menos cinco milhões de quilómetros do que quando está no ponto mais afastado – o “afélio”, alcançado a meio do verão no hemisfério norte. Em termos astronómicos, esta diferença é insignificante. E na prática só vai ter duas consequências: para quem está com os pés assentes na terra, o diâmetro aparente do Sol parecerá maior (porque estamos mais perto dele); além disso, a Terra vai por o pé no acelerador e alcançará a sua velocidade máxima na viagem em redor da estrela.
A Terra aproxima-se e afasta-se do Sol em certos momentos da sua translação porque o percurso do planeta não é perfeitamente redondo: é uma elipse. Isso influencia a duração das estações do ano. Quando o nosso planeta está no ponto mais próximo do Sol, a sua velocidade em redor dele aumenta: assim que se aproximar o mais possível da nossa estrela, vai passar a andar a 30,3 quilómetros por segundo (ou 110.700 km/h). É uma diferença de 2 quilómetros por segundo em relação à velocidade que tem quando está no ponto mais afastado do Sol, ou seja, na quarta-feira a Terra vai ter a mais 7.164 km/h do que no afélio.
É por isto que o inverno do hemisfério norte (e o verão do hemisfério sul) são as estações mais curtas. O nosso verão – de junho a setembro – tem mais cinco dias do que o nosso inverno – de dezembro a março. E, por consequência, o inverno do hemisfério sul tem mais cinco do dias do que o verão.
Quem se deu conta destas diferenças foi o astrónomo alemão Johannes Kepler. Depois de analisar os apontamentos deixados pelo seu mestre, Tycho Brahe, percebeu que o percurso da Terra em redor do Sol não podia ser circular, mas sim elíptico. Foi então que postulou que “os planetas descrevem trajetórias elípticas em redor do Sol, que ocupa um dos focos da elipse”.
Esta era a sua primeira lei. A segunda lei de Kepler falava então da velocidade: “Cada planeta move-se de tal maneira que a reta imaginária que o une ao centro do Sol (denominada rádio-vector) cobre áreas iguais em tempos iguais”. Isso significa que, quando está mais perto do Sol, tem de percorrer uma distância maior e portanto a sua velocidade aumenta. Quando está mais longe dele, tem de percorrer uma distância menor, logo a sua velocidade diminui. Claro que, quando fez estas observações, Kepler não sabia que força levava os astros a comportarem-se deste modo. Foi Newton quem o descobriu: a força que ordenava estes movimentos era a gravidade. E explicou-o através de uma lei: “A força de atração entre dois corpos separados por uma distância “r” é proporcional ao produto das suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância”.
Tudo isto pode causar estranheza porque seria de acreditar que, se estamos mais perto do Sol, então a estação deveria ser mais quente. Mas as coisas não funcionam assim por causa da inclinação da Terra. É que o nosso planeta não anda direito: está “deitado” para um dos lados numa inclinação de 23,5º em relação ao eixo. Essa inclinação da Terra determina também a inclinação com que os raios solares chegam à superfície terrestre. Quanto mais perpendiculares à Terra forem os raios, maior a quantidade de energia que dissipa quando chegam à atmosfera e, portanto, menor a quantidade de energia que chega ao chão. Como, na fase de periélio, o hemisfério norte está menos junto ao Sol, a energia transportada pelos raios é mais baixa cá em cima e mais alta no hemisfério sul. Por isso é que cá é inverno e lá é verão.

Fonte: http://observador.pt/2017/01/03/aperte-o-cinto-a-terra-vai-ser-mais-rapida-na-quarta-feira/

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

NASA detecta misteriosas bolas de fogo de origem desconhecida !

nasa-detecta-bolas-de-fogo
O telescópico espacial Hubble, da NASA, detectou bolas com, aproximadamente, o tamanho de Marte, feitas de plasma, que poderiam ter sido disparadas por uma estrela que está morrendo a uma velocidade extremamente alta.
Detectada uma vez a cada 8,5 anos, desde os últimos 400 anos, esta é a primeira vez que os astrônomos conseguem vê-la em ação. Por esse motivo, eles agora acreditam que poderão saber mais sobre o fenômeno, de acordo com informações da Science Alert. O plasma, basicamente, é um gás superquente e ionizado, razão pela qual as explosões ocorrem. No entanto, o que é mais confuso para os astrônomos é que, em teoria, não é possível que as bolas de plasma possam estar vindo de uma estrela moribunda.
A estrela em questão, chamada V Hydrae, é uma gigante vermelha que está a 1.200 anos-luz de distância. Como está morrendo, já perdeu mais da metade de sua massa e agora, em seus momentos finais, está esgotando o resto de combustível nuclear com a queima – o que dificilmente seria a uma fonte provável para as bolas gigantes carregadas de gás quente. No entanto, os novos dados fornecidos por Hubble deram novas informações sobre o estranho fenômeno aos cientistas. Assim, eles verificaram que as bolas de plasma, na verdade, podem ajudar a explicar outro mistério espacial: as nebulosas planetárias.
Consideradas diferentes das regulares, as nebulosas planetárias são anéis giratórios feitos de gás brilhante que são expulsos por estrelas mortas ou à medida que morrem. Cada uma delas são únicas e até o momento ninguém ainda foi capaz de explicar como exatamente se formam. Agora, no entanto, os pesquisadores acreditam que as bolas de plasma desempenham um papel fundamental neste processo.
Segundo o pesquisador Raghvendra Sahai, do Jet Propulsion Laboratory da NASA, na Califórnia, “sabia-se que o objeto tinha uma saída de alta velocidade a partir de dados anteriores, mas esta é a primeira vez que estamos vendo esse processo em ação. Nós sugerimos que essas bolhas gasosas produzidas durante esta fase tardia de vida de uma estrela ajudariam na formação das estruturas vistas em nebulosas planetárias”.
Para chegar a essa conclusão a equipe apontou o telescópio para a V Hydrae por um período de 11 anos – entre 2002 e 2013. Isso permitiu que capturassem uma última erupção que ocorreu em 2011. Utilizando imagens de espectroscopia, eles conseguiram informações sobre velocidade, temperatura, localização e movimentação do plasma.
A temperatura foi definida para mais de 9.400° C, enquanto que um mapeamento de distribuição das bolas, com dados desde 1986, indicou que algumas delas já estavam a mais de 60 bilhões de quilômetros de distância da V Hydrae. À medida que o plasma esfria e se espalha para longe, o telescópio já não é mais capaz de detectá-las. Assim, com base nestas informações, a equipe da NASA modelou vários cenários para descobrir de onde exatamente as bolas estavam vindo. Eles descobriram que, o mais provável é que elas estivessem sendo lançadas por uma estrela companheira invisível de V Hydrae e a cada 8,5 anos.
O modelo sugeriu que, à medida que V Hrydrae morre e a estrela vizinha absorve sua energia, o material é instalado em torno dela como um disco de acreção que dispara bolas de plasma. Outra surpresa revelada pelo modelo é que as bolas de plasma não são disparadas no mesmo sentido a cada 8,5 anos. Na verdade, elas são mandadas de um lado para o outro, sugerindo que exista uma certa oscilação no disco de acreção. Por outro lado, essa oscilação significa que, por vezes, as bolas de plasma parecem estar saindo de V Hydrae e também explicaria o porquê de a estrela companheira desaparecer a cada 17 anos.
Segundo os cientistas, mais pesquisas serão necessárias para verificar a nova hipótese, publicada noThe Astrophysical Journal, e descobrir o destino final da estrela companheira. Eventualmente, V Hydrae se transformará em uma bela nebulosa planetária, e a NASA está monitorando de perto para ver o que acontecerá a partir daí.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/03/nasa-detecta-misteriosas-bolas-espaciais-de-fogo-de-origem-desconhecida/

Terramoto de 4.6 graus registado a 26 km de Nina Rodrigues !

Terremoto de 4.6 pontos é registrado a 26 km de Nina Rodrigues, MA
Um terremoto de 4.6 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a 26 km da cidade de Nina Rodrigues (MA), a menos de 1 km de profundidade. O abalo também foi sentido na capital São Luís e em Teresina, PI.

O evento ocorreu as 10h43 pelo horário de Brasília (09h43 horário local) e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 03.24S e 43.84W, a 26 km de Nina Rodrigues, 28 km de Presidente Vargas (MA) e 35 km da cidade de Vargem Grande (MA).

Fonte: http://www.apolo11.com/terremoto_brasil.php?posic=dat_20170103-120037.inc


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Aurora Boreal - Um novo e estranho som é registrado na Suécia !

Som das Auroras
Durante séculos, os observadores das auroras relataram terem ouvido diversos sons estranhos que pareciam acompanhar o fenômeno. Eram sibilos, crepitações e "claps" bastante altos. Agora, um novo som foi registrado e ampliou o leque sonoro provocado pelas luzes magnéticas.
O novo som foi registrado na noite de Natal pelo fotógrafo Oliver Wright, durante uma intensa tempestade geomagnética sobre a cidade de Abisko, na Suécia. O som era diferente daqueles já registrados anteriormente e lembrava facilmente o espocar de fogos de artifício.
O estranho som foi gravado com auxílio de um smarthphone e de acordo com Wright, pareciam provocar ruídos audíveis nas linhas de transmissão, similares às descargas elétricas.
Wright diz que os sons aumentavam e diminuíam em sincronia com as auroras observadas acima e quanto mais brilhantes eram as luzes, mais altos eram os sons. "Os sons ficavam mais altos quando me aproximava das linhas de força e mais fracos quando me afastava", disse o fotógrafo.
Wright já ouviu e gravou sons semelhantes, sempre quando estava perto de linhas de energia. "Lembro-me de uma explosão particularmente intensa durante a poderosa Tempestade do Dia de São Patrício, em março de 2015. Na ocasião, diversos amigos e espectadores também ouviram os sons".

Auroras produzem Sons?

O "som das auroras" é um tema bastante controverso e alguns pesquisadores insistem que eles existem apenas na imaginação do ouvinte, mas há cada vez mais provas de que eles são reais.
Os eventos sonoros associados às auroras mais comumente relatados são os sibilos e craqueados, muito parecidos com a estática em um rádio, possivelmente oriundos de campos elétricos que causam descargas e faiscamento nas extremidades pontiagudas de objetos.
Os claps (som de palmas) também são muito comuns e foram estudados durante 15 anos por um pesquisador finlandês, que publicou seus resultados em 2012. Segundo o cientista, uma camada de inversão de temperatura na atmosfera a cerca de 70 metros acima do solo poderia agir como região de separação de cargas positivas e negativas no ar durante tempestades geomagnéticas fortes. A separação abrupta faria o ar se deslocar de forma bastante peculiar, resultando em uma espécie de "aplauso".

Transdução Eletrofônica

Os sons que Wright registrou podem ser resultado de um fenômeno físico conhecido como "transdução eletrofônica", que é a conversão da energia eletromagnética em movimento mecânico. Durante a explosão de auroras no Natal, presenciadas pelo fotógrafo, campos magnéticos intensos estava em atividade em torno de Abisko.
Sabemos que campos magnéticos não regulados ou aleatórios podem fazer com que as correntes fluam nas linhas de força. Se forem correntes fortes e de baixa frequência podem literalmente sacudir objetos, produzindo vibrações acústicas no ar. Dessa forma, Wright pode ter gravado o som típico dessas linhas de energia balançando em resposta à mesma tempestade geomagnética que produzia as auroras.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Aurora_Boreal_um_novo_e_estranho_som_e_registrado_na_Suecia&posic=dat_20170102-104030.inc

A origem de Proxima Centauri pode significar que o seu exoplaneta abriga a vida !

Renderização artística de Proxima Centauri e seu exoplaneta Proxima Centauri b
Após décadas de incerteza, astrônomos podem ter encontrado forte evidências de que a estrela Proxima Centauri realmente está “amarrada gravitacionalmente” à Alpha Centauri. Isto é interessante por muitas razões, primariamente porque agora eles estão quase certos de que o sistema Alpha Centauri é um sistema estelar triplo, com duas estrelas (Alpha Centauri A e b) orbitando mais próximas uma da outra, e uma irmã excêntrica (Próxima Centauri) com uma órbita muito mais ampla.
Mas com a recente descoberta de um pequeno exoplaneta rochoso em órbita de Proxima Centauri, esta nova descoberta aumenta as esperanças de que este pequeno mundo possa ser habitável para a vida tal qual a conhecemos.
Proxima Centauri está localizada a aproximadamente 4,25 anos luz de distância, o que a faz a estrela mais próxima da Terra, além do nosso Sol. O planeta em questão, chamado de Proxima b, tem aproximadamente a mesma massa da Terra e orbita dentro da zona habitável da estrela – a região ao redor de uma estrela onde não é tão quente, nem tão frio, para que a água exista no estado líquido em sua superfície. A descoberta de qualquer planeta dentro da zona habitável de uma estrela – irrelevantemente do tamanho ou luminosidade da estrela – sempre é empolgante pois, se há água no estado líquido, a vida pode ser possível. E a descoberta de um mundo potencialmente habitável fora de nosso sistema solar é um incrível golpe de sorte.
Embora saibamos que Proxima b está lá, só podemos adivinhar sua composição e não temos ideia se ele possui água, ou não. Mas novas evidências sugerindo que Proxima Centauri é de fato uma irmã longínqua de Alpha Centauri pode nos ajudar a fazer esta descoberta.
Proxima Centauri foi descoberta há somente um século e, desde então, os astrônomos têm tentado compreender seu movimento no céu, uma tarefa que se torna muito complicada quando se considera o quão apagada ela é. Estrelas anãs vermelhas são muitas vezes menores e produzem somente uma fração da luz do nosso Sol. Mas usando o instrumento High Accuracy Radial velocity Planet Searcher – HARPS, do Observatório La Silla, no Chile, os astrônomos, pela primeira vez, conseguiram mensurações precisas da velocidade radial dessa estrela apagada, uma métrica chave se quisermos compreender sua relação com Alpha Centauri.
O instrumento HARPS é extremamente sensível à oscilação das estrelas quando pequenos exoplanetas orbitam ao seu redor, os puxando gravitacionalmente. Na verdade, foi o instrumento HARPS que descobriu a minúscula oscilação da Proxima Centauri, revelando a presença do planeta Proxima b. Mas desta vez, o HARPS foi capaz de deduzir a velocidade na qual a pequena estrela se distancia de nós e a comparou com a velocidade radial de Alpha Centauri. Ambas as velocidades radiais se combinam, o que significa que, em toda probabilidade, Proxima Centauri possui uma órbita ao redor de Alpha Centauri. Assim, elas provavelmente estão atadas gravitacionalmente.
Embora esta seja uma descoberta significante, a questão se todas as três estrelas estão em órbita uma da outra tem intrigado os astrônomos, desde que Proxima Centauri foi primeiramente encontrada – isto poderia revelar uma informação interessante sobre a natureza do próprio Proxima b.
Se a Proxima Centauri e as Alpha Centuri A e B estiverem conectadas gravitacionalmente, isto nos dá um pista de que o grupo foi formado pela mesma nebulosa há bilhões de anos. Assim, todas têm a mesma idade. Ao longo do tempo o trio evoluiu e Proxima Centauri, por alguma razão, foi jogada para longe do binário Alpha Centauri.
Numa pesquisa publicada no periódico Astronomy & Astrophysics, os pesquisadores especulam que antes da Proxima Centauri ser ejetada e enviada na órbita solitária que está hoje, um planeta se formou longe da estrela e então migrou para uma órbita mais baixa. Quando ocupava tal órbita distante (e fria), ele provavelmente teria sido um mundo gelado e aquele gelo poderia ter sido água. E agora o Proxima b está orbitando uma localização muito habitável para a água existir no estado líquido em sua superfície, então talvez ele possua água hoje em dia.
Embora ainda seja cedo para fazer tal declaração sobre o conteúdo de água de um planeta que não podemos ver diretamente, é interessante pensar que Proxima b possa ter sido formado com uma abundância de água em forma de gelo e é difícil não ficar empolgado com as renderizações artísticas de oceanos alienígenas sob um sol vermelho.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/02/a-origem-de-proxima-centauri-pode-significar-que-seu-exoplaneta-abriga-a-vida/


domingo, 1 de janeiro de 2017

Estrela está em rota de colisão com nosso sistema solar !

Em 1,35 milhões de anos, uma estrela vai passar tão perto do nosso Sistema Solar que potencialmente enviará um enxame de cometas na nossa direção. E um novo estudo publicado em Astronomy & Astrophysics afirmou que esta estrela pode chegar ainda mais perto do que pensávamos.
A estrela, chamada Gliese 710, tem cerca de metade do tamanho do nosso Sol, e está atualmente a 64 anos-luz da Terra. Mas ela está se dirigindo para nós, e em sua aproximação mais próxima estará a apenas 77 dias-luz de distância, ou 13.365 Unidades Astronômicas (1 UA é a distância da Terra até o Sol). De acordo com o estudo, dos astrônomos Filip Berski e Piotr A. Dybczyński, da Universidade Adam Mickiewicz na Polónia, isto é cinco vezes mais perto do que o estimado anteriormente.
Os novos cálculos foram feitos usando o observatório espacial Gaia da Agência Espacial Européia (ESA), que atualmente mapeia cada estrela na Via Láctea.

Chuva de cometas

A distância pode parecer grande, mas está dentro de uma concha de cometas que circunda o nosso Sistema Solar, chamada de Nuvem de Oort, que se estende entre 5.000 e 200.000 UA. É provável, portanto, que esta estrela perturbará esses cometas, possivelmente enviando alguns no nosso caminho.
“Gliese 710 vai desencadear uma chuva de cometas observável com uma densidade média de aproximadamente dez cometas por ano, com duração de três a quatro milhões de anos”, escreveram os pesquisadores em seu trabalho. “Segundo nossos cálculos, podemos esperar que esta estrela tenha a maior influência sobre os objetos da nuvem de Oort nos próximos dez milhões de anos, e mesmo nos últimos vários milhões de anos não houve nenhum objeto tão importante perto do Sol”.
O impacto que este evento terá sobre o Sistema Solar não está claro. Caso ainda existam seres-humanos, eles poderão notar alguns cometas, embora Júpiter normalmente faça um bom trabalho ao evitar que eles cheguem perto de nós.
Esta não é a única estrela que virá tão perto, porém – o site Gizmodo observa que há até 14 outras que poderiam chegar dentro de 3 anos-luz da Terra nos próximos milhões de anos.

Fonte: http://hypescience.com/estrela-colisao-sistema-solar/

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Vida alienígena poderá alimentar-se de raios cósmicos !

vida alienígena
Desulforudis audaxviator prospera usando a radiação do urânio como energia nas profundezas da minha de ouro que elas chamam de lar.
NASA

Um micróbio bizarro, encontrado nas profundezas de um mina de ouro na África do Sul, poderá fornecer um modelo de como a vida poderia sobreviver em ambientes aparentemente inabitáveis através do Cosmos. Conhecido como Desulforudis audaxviator, a bactéria com formato de bastão vive a 2,8 quilômetros abaixo da superfície, num habitat desprovido das coisas que fornecem energia para a maioria da vida na Terra – luz, oxigênio e carbono. Ao invés disso, esse ‘bicho da mina de ouro’ obtêm sua energia a partir do urânio radioativo nas profundezas da mina. Agora os cientistas predizem que a vida em outros lugares do Universo também poderiam se alimentar de radiação, especialmente da que ‘chove’ do espaço.

Dimitra Atri, um astrobiólogo e físico computacional que trabalha para o Instituto Espacial Blue Marble, em Seattle, Washington, disse:

Quem pode dizer se a vida em outros mundos não faz a mesma coisa?

Essencialmente, toda a vida na superfície da Terra obtêm suas necessidades energéticas através de dois processos. Plantas, algumas bactérias e certos organismos coletam a energia da luz solar, através de um processo chamado fotossíntese. Nesse processo, eles usam a energia da luz para converter a água e o dióxido de carbono em moléculas energéticas mais complexas chamadas hidrocarbonetos, assim armazenando a energia para ser usada mais tarde, através da quebra de moléculas através de um processo chamado oxidação. De forma alternativa, os animais e outros organismos simplesmente se alimentam das plantas, outros animais, etc., para roubar a energia já armazenada nas coisas vivas.
O D. audaxviator segue um outro trajeto: Ele tira sua energia da radioatividade do urânio na rocha da mina. A radiação do núcleo do urânio em decomposição libera moléculas de água e enxofre, produzindo fragmentos moleculares, tais como o sulfato e peróxido de hidrogênio que estão excitados com energia interna. Então o micróbio absorve essas moléculas, suga suas energias, e a cuspe de volta. A maior parte da energia produzida deste processo energiza a reprodução da bactéria e os processos internos, mas uma porção dela vai para reparar os danos feitos pela radiação.
Atri acha que uma forma de vida extraterrestre poderia facilmente fazer uso de um sistema similar. A radiação pode não vir de materiais radioativos no próprio planeta, mas ao invés disso dos raios cósmicos galácticos (RCG) – partículas de alta energia que viajam pelo Universo após serem expulsas por uma supernova. Elas estão em todos os lugares, até mesmo na Terra, mas os escudos do campo magnético do nosso planeta e a atmosfera nos protegem da maioria dos RCGs.
As superfícies de outros planetas como Marte são muito mais susceptíveis aos raios cósmicos, devido à fina atmosfera e, no caso de Marte, pela falta de um campo magnético. Atri argumenta que os RCGs poderiam alcançar a superfície do planeta vermelho com energia suficiente deixada para alimentar um pequeno organismo. Este poderia ser o caso em qualquer mundo com uma atmosfera fina: Plutão, a Lua da Terra, as luas de Júpiter, a lua Encelado de Saturno e, teoricamente, inúmeros outros fora do nosso sistema solar. Porém, ele cita que, devido o fato dos RCGs não entregarem tanta energia quanto o Sol, a vida energizada por eles seria muito pequena, e simples, bem como a D. audaxviator.
Para calcular como isto poderia funcionar, Atri executou algumas simulações usando os dados existentes sobre os RCGs, para ver quanta energia eles forneceriam em alguns desses mundos. Os números foram claros: A pequena e constante chuva de raios cósmicos forneceria energia suficiente para alimentar um organismo simples em todos os planetas que ele simulou, exceto a Terra, reporta Atri no Journal of the Royal Society Interface. Ele diz:

Não pode ser descartado que vida assim possa existir.

Atri acha que Marte é o melhor candidato para abrigar a vida alimentada por RCGs. A composição do planeta é rochosa, como a da Terra, com muitos minerais, e ele poderia até mesmo ter alguma vida escondida. Atri diz:
É engraçado, porque quando você procura por planetas que contêm vida atualmente, procuramos por uma atmosfera muito espessa. Com estas formas de vida, estaríamos procurando pelo oposto.
Duncan Forgan, um astrobiólogo da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, que não esteve envolvido com o trabalho, concorda que Marte poderia estar abrigando formas de vida como o D. audaxviator, devido às suas temperaturas estáveis e constituição física, que são similares às da mina de ouro na África do Sul. Ele acha que em outros planetas que não recebem energia na forma de luz solar, mas ainda são bombardeados pelos RCGs – como planetas que vagueiam no espaço fora de qualquer sistema solar – as temperaturas seriam muito baixas e congelariam a vida. Ele também alerta que muitos raios cósmicos aniquilariam a vida:
Formas de vida como esta requerem um fluxo estável de energia dos raios cósmicos, mas não tanto que chegue a ser danoso. Elas poderiam não ser capazes de aguentar uma grande dose de radiação…
No futuro, Atri quer trazer o micróbio da mina de ouro para o laboratório e ver como ele responde aos níveis de radiação cósmica equivalentes aos de Marte, Europa, e outros corpos celestes. Esses dados dariam a ele mais pistas se este tipo de organismo poderia sobreviver além da Terra. Atri disse:
O Desulforudis audaxviator é a prova de que a vida pode prosperar usando quase qualquer fonte de energia disponível. Sempre penso sobre Jeff Goldblum no [filme] Parque Jurássico – “a vida encontra uma maneira”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/30/vida-alienigena-pode-se-alimentar-de-raios-cosmicos/


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Cientistas descobrem corrente de jacto no núcleo da Terra !

Jaot de Ferro no Nucleo da Terra
O fluxo de ferro se localiza a cerca de 3 mil km de profundidade, na região líquida do núcleo da Terra.
 
Estudo publicado pela revista Nature Geoscience revelou que abaixo da superfície da Terra existe uma espécie de rio de ferro, fluindo centenas de milhares de vezes mais rápido do que o movimento das placas tectônicas.
A descoberta foi a partir de dados coletados pela constelação de satélites Swarm, lançados em 2013 pela Agência Espacial Europeia, ESA, para estudar o campo magnético da Terra.
De acordo com os cientistas, o fluxo está a cerca de 3 mil km de profundidade, na parte do ferro líquido do núcleo da Terra, próximo e abaixo do polo norte.
Segundo o estudo, essa corrente interna está se movendo a cerca de 40 km por ano e embora seja um processo lento quando comparado às escalas de tempo humanas é milhares de vezes mais rápido que o deslocamento das placas tectônicas. Além disso, segundo os pesquisadores, o movimento do rio incandescente parece estar se invertendo.
A descoberta desse fluxo de ferro foi possível após a observação de um padrão muito peculiar nas linhas do campo magnético no hemisfério norte, mais precisamente abaixo do Alasca e da Sibéria. No entender do autor do estudo, cientista Phil Livermore, o movimento das linhas magnéticas dessas regiões é um indicativo bastante claro de que há um fluxo de ferro em movimento abaixo da Terra.
Os cientistas acreditam que esse jato de ferro flui ao longo do limite entre duas regiões diferentes no núcleo. Quando o material no núcleo líquido se move para este limite a partir de ambos os lados, o líquido convergente é espremido para o lado, formando o jato.

Fonte: http://www.apolo11.com/invencoes_descobertas.php?titulo=Cientistas_descobrem_corrente_de_jato_no_nucleo_da_Terra&posic=dat_20161229-104816.inc

Cientistas anunciam um plano ambicioso para contactar alienígenas !

contatar alienígenas
Após décadas de tentativas sem sucesso para contatar alienígenas no Universo, ou identificar mensagens em potencial vindas do espaço, um grupo de cientistas diz que está na hora de testar uma regra básica: enviar spams (enxurradas) de mensagens, para conseguir uma resposta de potenciais civilizações alienígenas avançadas.
A organização recentemente criada, chamada METI (Messaging of Extraterrestrial Inteligence), planeja fazer o esforço mais ambicioso já feito até agora para enviar poderosos sinais até estrelas vizinhas ao nosso sistema solar, com a intenção de contatar possíveis civilizações alienígenas.
Apesar das críticas dizendo que tal ideia não é o que precisamos agora, como a do famoso astrofísico Stephen Hawking, o qual alertou sobre o perigo de revelarmos nossa posição para uma civilização alienígena potencialmente perigosa, a recém criada organização já colocou isto em sua meta. Sua intenção é a de enviar poderosos sinais intencionais e repetitivos para a mesma estrela por meses, a fim de obter uma resposta de civilizações que possam estar habitando tal sistema estelar.
sto poderá ser o começo de um lindo relacionamento, disse Douglas Vakoch, presidente da METI e ex-diretor da Interstellar Message Composition na Search for Extraterrestrial Intelligence.

Seria Proxima b nosso melhor alvo?

O projeto almeja enviar palavras para começar uma conversação no final de 2018.
Para isso, o METI escolheu Proxima b, um planeta rochoso potencialmente habitável que está em órbita da Proxima Centauri, uma das estrelas mais próximas ao nosso Sol, localizada a 4,2 anos-luz de distância da Terra.
Depois, a METI almeja enviar mais sinais às estrelas distantes, localizadas a centenas e até mesmo milhares de anos-luz de distância da Terra.
A METI foi fundada em 2016 e planeja patrocinar várias palestras em 2017. Seus planos principais são os de coletar um milhão de dólares para manter uma equipe, e construir um poderoso transmissor em algum lugar da Terra.
Antes disso, a METI terá que calcular a melhor forma de dizer alô a um alienígena…

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/29/contatar-alienigenas/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ocorrência de forte sismo a nordeste de Tóquio !

Um sismo abalou esta quarta-feira o nordeste de Tóquio, anunciaram a agência nacional de meteorologia e o instituto de geofísica norte-americano USGS, que calculou a sua magnitude em 5,9 na escala de Richter.
Segundo a agência de meteorologia japonesa, não existe risco de tsunami na sequência do sismo ocorrido às 21.38 horas locais (12.38 horas em Portugal continental) e cujo epicentro se localiza a norte da prefeitura de Ibaraki.

A agência de meteorologia japonesa avaliou a magnitude do sismo em 6,3.

A televisão NHK interrompeu os seus programas para dar informações sobre o abalo que foi fortemente sentido na região situada entre Tóquio e a central nuclear de Fukushima.
A empresa que gere a central, afetada pelo tsunami de março de 2011, indicou estar a tentar ver se há novas anomalias.
Não foram assinalados problemas nas diversas instalações nucleares situadas em Tokai-mura, na prefeitura de Ibaraki, informou a Autoridade de Regulação Nuclear.

Os comboios foram parados para verificações.

O Japão situa-se na junção de quatro placas tectónicas e regista um número de terramotos relativamente violentos todos os anos.
Em março de 2011, um sismo de magnitude 9,0 seguido de maremoto causou cerca de 18.500 mortos e provocou uma catástrofe na central nuclear de Fukushima, obrigando à deslocação de dezenas de milhares de pessoas.

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/forte-sismo-a-nordeste-de-toquio-5575190.html

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A sequência de auto-destruição cosmológica !

Parece que o universo como o conhecemos tem uma sequência de autodestruição. Este “botão de desliga” existe dentro das próprias leis da física que governam o universo.
Para ser específico, é um campo quântico conhecido como “campo de Higgs”.

Campo de Higgs

Como o campo de Higgs pode desencadear essa sequência de autodestruição cosmológica?
Isso tem a ver com uma teoria sobre seu estado de vácuo.
Antes de explicar isso melhor, temos que falar de outras coisas. Tudo no universo segue dois princípios fundamentais – energia e estabilidade. Em resumo, tudo que existe possui energia e se move em direção ao seu estado mais estável ou fundamental. Quanto mais estável algo é, menos energia potencial possui, e vice-versa.
Isso vale mesmo em um nível quântico – essencialmente, as regras que as partículas devem obedecer no universo. Os campos quânticos querem estar em seu estado de energia mais estável, mais baixo, que é chamado de estado de vácuo (não confundir com o vácuo do espaço).

Falso vácuo

Em princípio, todos os campos quânticos já estão em seu estado de vácuo – todos exceto o responsável por dar massa a todas as partículas: o campo de Higgs.
Existe a possibilidade de que o campo de Higgs seja um “falso vácuo”.
Estar em um estado de falso vácuo significa que há uma quantidade incrível de energia potencial contida no campo de Higgs. Esta energia pode liberar-se com a faísca mais minúscula e mais aleatória.

E daí o que acontece?

Imagine essa enorme onda de energia expandindo-se à velocidade da luz pelo universo.
Esta deterioração do vácuo consumiria tudo em seu caminho. Claro, há uma chance de que a tal “onda” não nos alcance, devido ao fato de que o universo está se expandindo.
Mas, se isso acontecer, ela alteraria profundamente o modelo padrão da física e a química do universo como a conhecemos, tornando a vida praticamente impossível.
Moral da história: seria a morte instantânea numa escala cosmológica. A boa notícia é que os falsos vácuos ainda são em grande parte teóricos. Portanto, não há nada com que se preocupar (por enquanto).

Vídeo

O vídeo abaixo traz mais informações sobre essa hipótese sombria. Você pode acionar a legenda em português usando os controles no canto inferior direito:

Fonte: http://hypescience.com/sequencia-de-autodestruicao-cosmologica/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

domingo, 25 de dezembro de 2016

Forte terremoto abala o Chile a 77 km de Puerto Quellon !

Forte terremoto sacode Chile, a 77 km de Puerto Quellon
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 7.7 pontos de magnitude ocorrido no Chile, 77 km a oeste-sudoeste de Puerto Quellon as 12h22 pelo horário de Brasília (25/12/2016). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 14 km de profundidade, sob as coordenadas 43.31S e 74.53W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 7.7 pontos de magnitude libera a mesma energia que 266 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 5322195 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20161225-124025.inc

sábado, 24 de dezembro de 2016

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