segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Efectuado primeiro teste de observação do multiverso !

Multiverso
A teoria de que o nosso Universo está contido dentro de uma bolha, e que uma alternativa de múltiplos universos existe, com cada universo dentro de sua própria bolha – tornando tudo um multiverso – está, pela primeira vez, sendo testada por físicos.
Dois trabalhos de pesquisa publicados no Physical Review Letters e Physical Review D são os primeiros a detalhar como procurar por assinaturas de outros universos. Os físicos agora estão procurando por padrões similares a discos na radiação cósmica de microondas de fundo (sigla CMB em inglês) – que é uma radiação de calor deixada pelo Big Bang – a qual poderia fornecer evidências de colisões entre outros universos e o nosso.
Muitas teorias modernas de física fundamental predizem que o nosso Universo está contido numa bolha. Além da nossa bolha, este ‘multiverso’ também deverá conter outras bolhas, cada uma podendo conter um universo. Em outras ‘bolhas de universo’ as constantes fundamentais, e até mesmo as leis básicas da natureza, poderão ser diferentes
Até agora, ninguém havia sido capaz de encontrar uma forma de procurar eficientemente por sinais de colisões de bolhas de universos – e com isto provas da existência do multiverso – na radiação CMB. Além disso, os físicos precisavam ser capazes de testar se quaisquer padrões que detectassem eram mesmo o resultado de colisões, ou somente padrões aleatórios nos dados repletos de ruídos.
Uma equipe de cosmologistas da University College London (ECL), Imperial College London e Instituto Perimeter para Física Teórica agora resolveu este problema. A Dra. Hiranya Peiris, co-autora da pesquisa do Departamento de Física e Astronomia da UCL, disse:
É um problema computacional e estatístico muito difícil. Procurar por todos os possíveis raios de impressão de colisão no céu. Mas foi isto que aguçou a minha curiosidade.
A equipe executou simulações do que o céu pareceria com e sem as colisões cósmicas e desenvolveu um algoritmo inovador para determinar o que se encaixaria melhor com a enorme quantidade de dados da Sonda Anisotrópica de Microondas Wilkinson (sigla WMAP em inglês). Eles ajustaram o primeiro limite observacional superior em quantas assinaturas de colisão de bolha poderiam haver no céu CMB.
Stephen Feeney, um aluno PhD da UCL, que criou o poderoso algoritmo de computador para procurar por sinais de assinatura de colisão entre “universos bolha”, e co-autor dos trabalhos de pesquisa, disse:

O trabalho representa uma oportunidade para testar uma teoria que é verdadeiramente alucinante: De que existimos dentro de uma vasto multiverso, onde outros universos estão constantemente sendo criados.
Um dos muitos dilemas que os físicos enfrentam é que humanos não são muito bons em ‘catar’ padrões nos dados que possam ser somente coincidências. Porém o algoritmo da equipe é muito mais difícil de enganar, impondo regras muito restritas sobre se os dados se encaixam num padrão, ou se o padrão ocorreu somente por acaso.

O Dr. Daniel Mortlock, co-autor do Departamento de Física do Imperial College London, disse:

É tão fácil interpretar erroneamente padrões interessantes em dados aleatórios, assim tomamos muito cuidado para avaliar o quão provável seria para as possíveis assinaturas de colisão de bolhas que encontramos poderem ter surgido por acaso.
Os autores realçam o fato de que estes primeiros resultados não são conclusivos o suficiente, nem para descartar os multiverso, nem para definitivamente detectar a impressão de uma colisão de bolha. Porém, a WMAP não dará a última palavra: Novos dados atualmente vindos do satélite Planck da Agência Espacial Europeia deverão ajudar a resolver o quebra-cabeças.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/05/efetuado-primeiro-teste-de-observacao-do-multiverso/


Sismo com magnitude 3,1 sentido no Faial - Açores !

Um sismo com magnitude 3,1 na escala de Richter foi hoje sentido na ilha do Faial, nos Açores, informou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros.

Segundo a Proteção Civil, que cita o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores, o sismo foi registado às 08:45 locais (mais uma hora em Lisboa) e teve epicentro no mar, a cerca de 38 quilómetros a oeste/noroeste do Capelo, no Faial.

"De acordo com a informação disponível até ao momento, o sismo foi sentido com intensidade máxima II/III na escala de Mercalli Modificada no Capelo e no Castelo Branco, concelho da Horta", adianta a Proteção Civil.

O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores continua a acompanhar o evoluir da situação.

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores recomenda à população que tome medidas de autoproteção, como manter a calma e contar com a ocorrência de possíveis réplicas.

Não acender fósforos nem isqueiros devido a eventuais fugas de gás, ter cuidado com vidros partidos ou cabos de eletricidade, e a limpeza urgente de produtos inflamáveis que tenham sido derramados são outros dos conselhos da Proteção Civil em caso de sismo.

Fonte: http://www.msn.com/pt-pt/noticias/nacional/sismo-com-magnitude-31-sentido-na-ilha-do-faial/ar-AAmFcOf?li=BBoPWjC&ocid=wispr


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Cientistas descobriram planeta gémeo da Terra com água e metano na atmosfera !

planeta gêmeo da Terra
O mundo alienígena recém encontrado, GJ 1132b, vai muda todo o jogo. De acordo com astrônomos, o GJ 1132b é extremamente promissor, já que ele tem metano e água em sua atmosfera.
Os cientistas que estão procurando por exoplanetas que possam abrigar a vida encontraram dois novos planetas na zona de conforto de suas estrelas, os quais levantaram a esperança de não somente encontrar vida alienígena, mas também finalmente se deparar com um planeta como a Terra. Até mesmo ar foi detectado em um desses planetas.
Wolf 1061C – localizado a 14 anos luz da Terra – e GJ 1132b, que está a aproximadamente 39 anos luz, têm rapidamente se tornado dois exoplanetas favoritos para os astrônomos que estão ansiosos para descobrir vida alienígena, e até possivelmente um clone da Terra.
Ambos destes mundos distantes estão localizados na zona de conforto de suas estrelas, onde não é tão quente, nem tão frio, permitindo assim que exista água no estado líquido em suas superfícies.
Wolf 1061c é um de três exoplanetas orbitando uma estrela anã vermelha Classe-M. A parte prometedora é que este planeta está localizado bem no centro da zona habitável. Porém, os cientistas alertam que ele é quatro vezes maior do que a Terra, o que significa que provável sua gravidade tenha criado um efeito estufa similar ao do nosso vizinho Vênus.
Por outro lado, GJ 1132b é um planeta que muda o jogo. Na verdade, alguns estão se referindo a ele como ‘clone da Terra’. Ele tem um diâmetro 50% maior do que o da Terra e orbita sua estrela na parte mais morna da zona de conforto. Dado o seu tamanho, é provável que ele tenha as condições necessárias para manter uma atmosfera estável.
De acordo com um estudo recentemente publicado no Astrophysics Journal, os cientistas o Observatório Europeu do Sul, no Chile, o GJ1132b é extremamente promissor, já que ele tem metano e água em sua atmosfera.
O astrofísico John Southworth, autor líder to trabalho, disse para o Scientific American:
Mostramos que um planeta com a massa da Terra é capaz de sustentar uma atmosfera espessa. Este é um passo na direção de investigar se um planeta pode abrigar a vida.

A descoberta de água em um planeta é desconcertante, encontrar metano é ainda mais.

Na Terra, 90% de todo o metano na atmosfera é produzido por organismos vivos, conhecidos como metanógenos – organismos que não precisam de oxigênio e dependem de hidrogênio para sobreviverem.

O pesquisador Julien de Wit adicionou:


Detectar a atmosfera de planetas do tamanho da Terra ao redor de anãs-M é um passo essencial na procura por exoplanetas habitáveis. A preocupação, porém, é que eles nem sempre podem ser capazes de sustentar uma atmosfera, devido à história potencial de forte atividade de suas estrelas.

Encontrar um com uma atmosfera nos daria esperança.

No futuro próximo, telescópios maiores nos permitirão capturar imagens de resolução maior da luz que passa através da atmosfera do planeta, o que nos ajudará a detectar sua composição, com mais precisão.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/03/planeta-gemeo-da-terra/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Cientistas concluem que formas de vida complexas possam ter existido na Terra antes de nós !

De acordo com os cientistas, não somos a primeira forma de vida complexa no planeta Terra. Na verdade outra forma de vida complexa uma vez existiu, mas desapareceu em algum ponto da longa história da Terra. Então, após um período, formas de vida complexas reapareceram.
Estudiosos de tendência predominante concordam que, dado o nosso atual conhecimento da história da Terra, a vida complexa apareceu em nosso planeta há aproximadamente 1,75 milhões de anos.
Um estudo concluído pelos cientistas da Universidade de Washington (UW) conta uma história diferente, sugerindo que por volta de um bilhão de anos antes a vida existiu, vida complexa desenvolvida nos oceanos da Terra.
Um recente trabalho publicado no Proceeding of the National Academy of Sciences – no qual o autor Michael Kipp, um estudante de doutorado da UW em Ciências do espaço e da Terra participou – explorou rações isotópicas de selênio localizadas em rochas sedimentares, a fim de mensurar a presença de oxigênio na atmosfera do nosso planeta entre 2 e 2,5 bilhões de anos atrás.
Usando o selênio como ferramenta, os especialistas mensuraram os níveis de oxigênio na Terra até 2,5 bilhões de anos atrás. Os resultados são fascinantes e mostram que havia oxigênio mais do que suficiente para células de vida complexa desenvolverem em nosso planeta.
O Professor Roger Buick da Universidade de Washington, co-autor do estudo, disse:
Há evidência fóssil de células complexas que vão até talvez 1¾ bilhões de anos, mas o fóssil mais velho não é necessariamente o mais velho que já viveu – porque as chances de ficar preservado como fóssil são muito baixas.
Esta pesquisa mostra que havia oxigênio suficiente no meio-ambiente para permitir que as células complexas evoluíssem, e para se tornarem importantes ecologicamente, antes que houvesse evidência fóssil.
Contudo, o Professor Buick alerta para não precipitarmos nossas conclusões.
Isso não significa que elas fizeram isso – mas sim que poderiam ter feito.
Embora este não tenha sido o primeiro estudo que explorou a quantidade de oxigênio que estava presenta na Terra no passado, ele demonstra como o selênio havia sido alterado pela presença de grandes quantidades de oxigênio, e como ele pode ter afetado o aparecimento e possível desaparecimento de vida complexa na Terra.
Em estudos anteriores os cientistas concluíram que o oxigênio apareceu em nosso planeta gradualmente através da história da Terra, e ele aumentou até um nível que permitiu a existência de formas de vida complexa.
“Mas agora parece que houve um período de um quarto de bilhão de anos aproximadamente onde o nível de oxigênio era alto, e então baixou novamente”, explicou Buick. Esta duração é importante.

O autor líder do trabalho, Michael Kipp, disse:

Embora antes e depois talvez houve ambientes transitórios que poderiam ter ocasionalmente suportado estes organismos, para que eles evoluíssem e fossem uma parte substancial do ecossistema, você precisa que o oxigênio persista por um longo tempo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/01/formas-de-vida-complexas-podem-ter-ter-existido-na-terra-antes-de-nos/

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Novo estudo revela evidência substancial de um Universo holográfico !

Um croqui da linha do tempo do Universo holográfico. O tempo corre da esquerda para a direita. A extrema esquerda denota a fase holográfica e a imagem é borrada porque o espaço e tempo ainda não estão bem definidos. No final desta fase (denotado pela elipse preta flutuante) o Universo entra uma fase geométrica, a qual pode agora ser descrita pelas equações de Einstein. O fundo cósmico de micro-ondas foi emitido aproximadamente 375.000 anos mais tarde. Os padrões impressos nisto carregam a informação sobre o Universo em seus primórdios e semeiam o desenvolvimento de estruturas das estrelas e galáxias no Universo mais recente (extrema direita). Crédito: Paul McFadden

Um estudo feito por cientistas do Reino Unido, Canadá e Itália forneceu aquilo que os pesquisadores acreditam ser a primeira evidência observacional de que estamos num Universo holográfico.
Físicos teóricos e astrofísicos que estão investigando irregularidades no fundo cósmico de micro-ondas (que é a pós-luminescência do Big Bang), descobriram evidência substancial que apoia uma explicação holográfica para o Universo – na verdade, tanta evidência quanto há para a explicação destas irregularidades usando a teoria da inflação cósmica.
Os pesquisadores da Universidade de Southampton (Reino Unido), da Universidade de Waterloo (Canadá), do Instituto Perimeter (Canadá), INFN, do Lecce (Itália) e da Universidade de Salento (Itália) publicaram a descoberta no periódico Physics Review Letters.
Um Universo holográfico, ideia esta que foi sugerida na década de 1990, é onde todas as informações que constituem nossa ‘realidade’ 3D (mais o tempo) está contida numa superfície 2D em suas bordas.

O Professor Kostas Skenderis, de Ciências Matemáticas da Universidade de Southampton explica:

Imagine que tudo aquilo que você vê, sente e escuta em três dimensões (bem como sua percepção de tempo), de fato emana de um campo bidimensional achatado.
A ideia é similar à de hologramas ordinários, onde uma imagem tridimensional é codificada numa superfície bidimensional, tal como o holograma em um cartão de crédito. Contudo, desta vez, todo o Universo está codificado.
Embora este não seja um exemplo com propriedades holográficas, isto poderia ser pensado como assistir um filme em 3D no cinema. Vemos as imagens que tem altura, largura e profundidade – quando de fato tudo isto se origina numa tela em 2D. A diferença em nosso Universo 3D é que podemos tocar os objetos e a ‘projeção’ é ‘real’ a partir de nossa perspectiva.
Em décadas recentes, avanços nos telescópios e equipamentos de sensoriamento têm permitido aos cientistas detectarem uma vasta quantidade de dados escondidos no ‘ruído branco’ ou micro-ondas (parcialmente responsável pelos pontos pretos e brancos que você vê numa TV não sintonizada), deixados do momento em que o Universo foi criado. Usando esta informação, a equipe foi capaz de fazer comparações mais complexas entre as redes de características no campo da teoria quântica e nos dados.
Eles descobriram que algumas das teorias quânticas mais simples podiam explicar quase todas as observações cosmológicas do Universo jovem.

O Professor Skenderis comentou:

A holografia é um enorme salto à frente na forma com que pensamos sobre a estrutura e a criação do Universo. A teoria geral da relatividade, de Einstein, explica muito bem quase tudo em grande escala no Universo, mas começa a desatar quando examina as origens e mecanismos a nível quântico.
Os cientistas têm trabalhado por décadas para combinar a teoria da gravidade, de Einstein, e a teoria quântica. Alguns acreditam que o conceito de um Universo holográfico tem o potencial de conciliar as duas. Espero que nossas pesquisas nos leve um passo adiante em direção a isto.
Os cientistas agora esperam que seus estudos abram a porta para avançar nossa compreensão do Universo jovem e explicar como o espaço e o tempo emergiram.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/01/evidencia-de-universo-holografico/




Conheça a relação de missões espacias até 2036 !

missões espaciais
Parece que, como nunca antes, a exploração espacial está aumentando numa taxa incrível, e a humanidade verá missões as quais trarão descobertas que provavelmente mudarão a forma com que olhamos o nosso planeta, sistema solar, e todo o Universo.
Desde a primeira missão para Marte, até a criação de uma nação espacial, as próximas décadas trarão tudo isto.
Abaixo, uma relação de futuras missões que estão sendo planejadas por diferentes agências espaciais até 2036:

2017

  1. O Lightsail 2 da Sociedade Planetária será lançado em março, mostrando tecnologia relacionada a sistemas de velas solares.
  2. Asgardia (empresa privada) lançará seu satélite não tripulado e planeja começar a pesquisa para criar uma nação com base no espaço.
  3. A SpaceX planeja lançar o Veículo Crew Dragon (não tripulado) em órbita da Terra, no mês de novembro.
  4. A Rússia lançará ao espaço um Módulo de Laboratório de Multipropósito, o qual está destinado à Estação Espacial Internacional; a missão está agendada para dezembro.
  5. Novamente em dezembro, a NASA irá lançar um Satélite de Levantamento de Trânsito de Exoplanetas, a fim de procurar por planetas distantes.
  6. No mesmo mês, o Chang’e 5, o XPRIZE Lunar da Google, o Space IL e o Moon Express estão agendados para ir até a Lua; somente o Chang’e 5 trará de volta amostras do nosso satélite natural.

2018

  1. A Agência Espacial Europeia lançará o BepiColombo em abril, e será a primeira missão da Europa para o planeta Mercúrio.
  2. Em maio, a NASA planeja lançar a sonda InSight até Marte, permitindo aos cientistas estudarem a estrutura interna daquele planeta.
  3. Também em maio, a SpaceX lançará sua missão não tripulada até Marte.
  4. Em julho, a NASA pretende começar sua missão Solar Probe Plus, a qual permitirá aos cientistas observarem o Sol a partir de sua atmosfera superior.
  5. Em outubro, a NASA finalmente lançará seu Telescópio Espacial James Webb. Este telescópio substituirá o Telescópio Espacial Hubble.
  6. Novamente em outubro, a Agência Espacial Europeia planeja lançar o Solar Orbiter, auxiliando aos cientistas estudarem os polos do Sol, os ventos solares e sua heliosfera.

2019

  1. A Corporação Sierra Nevada pretende lançar uma nave especial conhecida como Dream Chaser. A nave foi projetada para fornecer carga pressurizada e não pressurizada à Estação Espacial Internacional. O lançamento está agendado para outubro.
  2. Também é possível que a Virgin Galactic possa começar a enviar seus clientes para o espaço.

2020

  1. Em julho de 2020, a NASA enviará seu jipe sonda ao planeta vermelho, assim dando o nome à missão de Mars 2020. A missão é projetada para investigar o passado de Marte.
  2. Também agendado para julho está o Exmoor da Europa, uma missão que permitirá aos cientistas também procurarem por vida passada ou presente em Marte.
  3. Julho também verá o lançamento da sonda orbital para Marte, dos Emirados Árabes, conhecida como Hope.
  4. Entre julho e agosto, a China planeja lançar sua primeira missão para Marte, para também examinar o planeta.
  5. A NASA, junto com a ESA (Agência Espacial Europeia) poderão lançar a Missão Impacto de Asteroide. Ela fornecerá informações sobre a possibilidade de mudar o curso de um asteroide, se a nave o atingir.

2021

  1. Em outubro, a NASA planeja enviar a nave Lucy aos asteroides Troianos de Júpiter.

2022

  1. A Agência Espacial Europeia pretende lançar uma nave para estudar as luas de Júpiter. Espera-se que a nave entre a órbita de Júpiter em 2033.
  2. A China planeja lançar seu primeiro módulo, o Tiangong-3, para a Estação Espacial Internacional.
  3. O ano de 2022 também testemunhará o lançamento da NASA para múltiplas missões de sobrevôos da lua Europa, os quais permitirão um exame próximo daquele corpo celeste.
  4. Em 2022, o Japão pretende lançar uma missão até Fobos, uma das luas de Marte.
  5. Desde seu anúncio em 2012, Mars One propôs enviar uma nave tripulada até Marte entre 2022 e 2032.

2023

  1. Outubro verá a NASA lançar a missão Psyche, que é projetada para estudar um asteroide rico em recursos chamado Psyche. Porém a sonda levará 7 anos para chegar até o asteroide.

2024

  1. A Space X lançará sua primeira missão tripulada até Marte, o início do Sistema de Transporte Interplanetário.
  2. A Agência Espacial Europeia enviará uma missão de retorno até Fobos, uma das luas de Marte.
  3. Esse ano (podendo variar) verá o fechamento da Estação Espacial Internacional, a qual será mais tarde tirada de órbita.
  4. A Agência Espacial Europeia planeja lançar um satélite com a missão de procurar por planetas além do nosso. Especificamente ela procurará por planetas que sejam similares à Terra. O nome da missão é Trânsitos Planetários & Oscilações de Estrelas.

2025

  1. A NASA planeja enviar uma missão à Terra, vinda de Marte, trazendo material daquele planeta.
  2. A NASA também lançará um telescópio que permitirá aos cientistas estudarem a energia escura e procurarem por planetas similares à Terra.

2026

  1. A NASA marcou 2026 como o ano que lançará sua Missão de Redirecionamento de Asteroides. Esta missão verá astronautas colocando uma asteroide em órbita lunar.

2028

  1. A Agência Espacial Europeia declarou que por volta de 2028 irá lançar um telescópio que delineará os gases quentes do espaço, e também estudará os buracos negros gigantes.

2030

  1. A NASA também disse que enviará pessoas em órbita de Marte, e elas também poderão pousar nas luas do planeta vermelho; embora estejam planejando uma missão tripulada para pousar em Marte em 2030.
  2. A China e a Rússia também anunciaram a possibilidade de enviarem pessoas para a Lua em meados da década de 2030.
  3. O programa especial russo também declarou que uma espaçonave poderá ser lançada para tocar a superfície de Mercúrio.

2036

  1. O ano de 2036 poderá testemunhar uma espaçonave partindo para a estrela mais próxima da Terra, a Proxima Centauri, por uma organização privada chamada de Breakthrough Initiatives.
Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/01/missoes-espaciais-ate-2036/

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Stephen Hawking: adverte de que se há vida em outros planetas é melhor não encontrá-la !

O físico está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo.
Em seu recente filme online, “Stephen Hawking’s Favourite Places” (Os Lugares Favoritos de Stephen Hawking, na tradução), o famoso físico teórico realiza uma viagem virtual pelo Universo, visitando – entre outros – o planeta Gliese 832c.
Localizado a 16 anos luz da Terra, trata-se, nada mais, nada menos, de um dos corpos celestes mais aptos para abrigar vida extraterrestre,  segundo os especialistas.
Hawking afirma que, conforme o passar dos anos, ele está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo. De acordo com suas considerações, o planeta Gliese 832c é um excelente candidato para iniciar a busca por vida extraterrestre. Na verdade, é um dos corpos celestes que o projeto apoiado por Hawking, “Breakthrough Listen”, espera rastrear com resultados positivos.
No entanto, apesar de sua convicção em encontrar vida inteligente fora da Terra, Hawking não tem um bom prognóstico no caso de isso ocorrer. Segundo ele, se há uma civilização que seja capaz não apenas de ouvir, mas também de responder nossas mensagens, é muito provável que eles sejam mais evoluídos, o que nos transformaria automaticamente na civilização mais vulnerável da relação. E, pelo menos dentro da experiência humana, esses encontros interculturais nunca se mostraram favoráveis para a parte menos evoluída. Basta lembrar, como costuma fazer Hawking, o encontro de Cristóvão Colombo com os nativos americanos.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/
 

Casa Branca define estratégia contra colisão de asteroide na Terra !

Imagem ilustrativa

A preocupação de que um asteroide caia na Terra e extermine a raça humana saiu das telas dos cinemas e virou assunto sério. A Casa Branca divulgou esta semana um documento detalhado com uma estratégia para se preparar caso um objeto esteja em rota de colisão contra nosso planeta. 
Muita gente ficou preocupada com a provável queda de um asteroide depois que uma auditoria da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) afirmou no fim do ano passado que, se um grande corpo fosse detectado em direção à Terra, não haveria nada que pudesse ser feito (só entrar em desespero).
Cientistas e políticos programaram um plano de ação, executando exercícios de preparação e lançando espaçonaves para coletar informações de asteroides e até mesmo elaborando planos de como destruir os objetos no espaço caso a situação fique crítica. Estimativas afirmam que existam cerca de 10 milhões de objetos com órbita próxima à Terra com diâmetro semelhante que não foram rastreados.
Outros gatilhos para a criação do plano foram casos como o de um asteroide que caiu na Rússia. Em 2013, o objeto de 20 metros de diâmetro caiu perto da cidade de Chelyabinsk, liberando energia de quase 500 quilotons de TNT – mais de 20 vezes que as primeiras bombas atômicas. 
O documento "National Near-Earth Object Preparedness Strategy", criado por um grupo de trabalho do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, tem sete metas:

Melhorar o rastreamento de objetos próximos da Terra e classificar suas habilidades;
Descobrir como mover ou explodir objetos ameaçadores;
Tornar os atuais modelos e previsões melhores;
Ter um plano de emergência caso o objeto não possa ser desviado;
Criar um sistema de alerta e estratégias de recuperação;
Incluir outros países nos planejamentos;
Criar um conjunto de protocolos e limiares para definirem decisões rápidas em momentos de crise;
Ainda está indefinido quando e como os Estados Unidos vão traduzir os planos em ações e o detalhamento de cada item. As providências provavelmente dependerão do financiamento que o presidente eleito, Donald Trump, destinará ao projeto.
Atualmente, as chances de um asteroide gigante atingir a Terra e acabar com as nossas vidas não são grandes. Mas podemos começar a torcer para que o novo presidente norte-americano esteja preocupado com a nossa possível extinção.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

China prepara missão de ida e volta à lua até ao final do ano !

Missao lunar Chang'e 5
Missão Chang'e 5: Concepção artística mostra os módulos de descida e subida em atividade na superfície na Lua.

Batizada de Chang'e 5, a missão tem como objetivo coletar e trazer 20 quilos de amostras lunares. A última vez que isso aconteceu foi em 1976, quando a missão soviética LUNA 24 fechou o ciclo de exploração.
O lançamento da Chang'e 5 está programado para o final de novembro de 2017. A espaçonave partirá no topo de um foguete Longa Marcha 5, a partir do Centro de Lançamentos de Wenchang, no sul da China.
A nave Chang'e 5 pesa cerca de 8 toneladas e é composta de quatro partes: orbitador, módulo de pouso, módulo de subida e módulo de retorno. De acordo com a agência espacial chinesa, toda a missão será automática.

Passo-a-passo

Após tocar a superfície, o módulo de pouso coletará amostras do regolito lunar e as colocará em um pequeno compartimento dentro do módulo de subida, que será disparado em direção ao conjunto orbitador-módulo de retorno, ao qual se acoplará.
Após algumas voltas em torno da Lua, o conjunto seguirá em direção à Terra. Durante a viagem, o orbitador se desacoplará do módulo de retorno, que reentrará sozinho na atmosfera da Terra. Em seguida os paraquedas se abrirão e o módulo de retorno descerá suavemente de paraquedas.

Missão Histórica

Se tudo der certo, a missão Chang'e 5 será a primeira missão a trazer amostras da Lua nos últimos 40 anos.
A antiga União Soviética executou três missões robóticas similares na década de 1970. A sonda LUNA 16 trouxe, em 1970, 101 gramas de material lunar após pousar no Mar da Fecundidade. Em 1972 foi a vez de a LUNA trazer 55 gramas de regolito das montanhas Apollonius e em 1976 a LUNA 24 trouxe 170 gramas do Mar das Crises.
A NASA foi a que mais trouxe material lunar. Entre 1969 e 1972, a agência estadunidense trouxe mais de 360 quilos de rochas, que foram distribuídas entre centenas de universidades em todo o mundo.
A agência espacial chinesa informou que pretende trazer cerca de 20 quilos de material, entre rochas lunares e amostras de solo. O material será coletado tanto na superfície como de até 2 metros abaixo do solo.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=China_prepara_missao_bate-volta_a_lua_ate_o_final_do_ano&posic=dat_20170130-100433.inc


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A visão mais detalhada do "Disco completo" da Terra !

A imagem acima é a mais detalhada do “disco completo” da Terra já feita. A visão sem precedentes, registrada no último 5 de janeiro, é quatro vezes mais minudenciada do que qualquer outra.
A fotografia é uma cortesia do satélite meteorológico da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), chamado de GOES-16.

GOES-16

GOES-16 foi lançado em 19 de novembro de 2016, e orbita cerca de 35.900 quilômetros acima da Terra, uma posição chamada de órbita geoestacionária.
Em comparação, a Estação Espacial Internacional orbita a Terra a cerca de 350 quilômetros.
Esta órbita permite que o satélite permaneça acima do mesmo ponto e monitore as mudanças na atmosfera, terra e oceano ao longo do tempo.
Segundo Louis Uccellini, diretor do Serviço Meteorológico Nacional da NOAA, a visão é muito mais do que uma imagem bonita: é o futuro das observações e previsões meteorológicas.

Informações mais precisas

O GOES-16 fornece imagens em mais comprimentos de onda de luz e com quatro vezes mais resolução do que qualquer outro satélite, as retransmitindo cinco vezes mais frequentemente.
Isso significa que temos uma visão totalmente nova do hemisfério ocidental a cada 15 minutos e uma nova visão dos sistemas climáticos (como furacões) a cada 30 segundos.
Essas observações mais recentes, rápidas e detalhadas nos alertam de perigos e revelam recursos que instrumentos anteriores poderiam ter perdido.
Uccellini afirma que a rápida atualização dessas imagens nos permitirá monitorar e prever a evolução desses sistemas com mais precisão. “Os meteorologistas poderão emitir avisos mais precisos, oportunos e confiáveis e fornecer melhores informações aos serviços de emergência”, disse.

A beleza da Terra

O satélite possui dois canais de luz visível e quatro canais de infravermelho próximo (luz que não é visível, mas às vezes podemos sentir como calor).
Ainda possui outros dez canais infravermelhos que podem destacar “diferenças na atmosfera como nuvens, vapor de água, fumaça, gelo e cinzas vulcânicas”, de acordo com a NOAA.
Confira outras imagens feitas pelo incrível GOES-16: [ScienceAlert]
O satélite usa a lua para ajudar a calibrar suas imagens
Esta é a América do Norte com clima chuvoso e nevado se movendo pelos Estados Unidos
Flórida, Caribe e parte da América Central
Península de Yucatán, na América Central
Poeira do deserto do Saara (à direita) soprando no Oceano Atlântico
Uma visão da América do Sul e, especificamente, da Argentina. Uma tempestade se forma no nordeste, e ondas de gravidade são visíveis no sudoeste
 
Fonte: http://hypescience.com/visao-mais-detalhada-do-disco-completo-da-terra-foi-lancada-e-e-incrivel/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29



5 previsões da IBM de como a vida será em 2022 !

A IBM é conhecida por fazer previsões ousadas sobre o futuro – e acaba de anunciar sua mais recente lista “5 em 5”, destacando as cinco inovações que acredita que terão o maior impacto em nossas vidas nos próximos cinco anos.
De acordo com a gigante da tecnologia, em pouco tempo, veremos grandes desenvolvimentos em inteligência artificial, telescópios ultrapoderosos, sensores inteligentes e dispositivos médicos, com benefícios que vão desde a saúde ao meio ambiente e a nossa compreensão do próprio universo.
Claro que prever o futuro não é uma coisa simples, mas os tipos de tecnologias abordados abaixo já estão em desenvolvimento por equipes de pesquisa em todo o mundo, de forma que é realmente apenas uma questão de tempo até se tornarem realidade – ou de precisamente cinco anos.

1. Graças à IA, o nosso discurso será uma janela para a nossa saúde mental

Você pode dizer muito sobre alguém com base em como ele fala. Por exemplo, se está entediado, perturbado, distraído ou triste.
Como seres humanos, nós evoluímos para pegar essas dicas, mas os avanços rápidos que estão sendo feitos em poder de processamento significam que a análise de fala pode se tornar uma ferramenta muito mais perspicaz.
A IBM prevê que, em cinco anos, “o que dizemos e escrevemos será usado como indicador de nossa saúde mental e bem-estar físico”.
Por exemplo, doenças mentais e condições como Parkinson poderão ser detectadas mais cedo usando apenas um aplicativo de celular, graças a cálculos de inteligência artificial (IA).
 Não é algo longe da realidade – sistemas experimentais já estão aparecendo. No ano passado, uma equipe da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, construiu um programa que foi capaz de detectar variações de padrões de fala normais e identificar sinais de depressão.

2. Visão de super-herói será possível com IA e novos dispositivos

De acordo com a IBM, poderosas e pequenas câmeras combinadas com o rápido processamento inteligente da IA significam que seremos capazes de ver mais do que nunca.
Além da luz visível, poderíamos enxergar imagens de micro-ondas, além de ondas milimétricas e infravermelhas através de dispositivos suficientemente pequenos para caber no seu bolso – pense nas capacidades visuais de algo como um scanner de segurança de aeroporto, em um dispositivo do tamanho do seu smartphone.
Usando esse tipo de tecnologia, poderíamos ver instantaneamente se um alimento é seguro para comer, ou dar a carros autônomos a capacidade de ver através de nevoeiro ou chuva muito mais facilmente.
Alguns dispositivos do tipo já estão disponíveis no mercado, como os óculos EnChroma que ajudam daltônicos a ver cores. Agora, eles são caros e experimentais, mas até 2022 podem se tornar comuns.

3. “Macroscópios” nos ajudarão a entender a complexidade da Terra em detalhes infinitos

A IBM prevê que os sistemas “macroscópicos” – como microscópios, mas na outra extremidade da escala – vão combinar “todos os dados complexos da Terra” para que possamos analisá-los a partir de novas perspectivas.
Não só esta tecnologia nos fornecerá mais dados de satélites, sensores inteligentes e estações meteorológicas, como também nos oferecerá maneiras muito melhores de organizar e classificar todas essas informações.
Esta tecnologia não se aplicaria apenas a processos naturais na Terra e no universo – todos os tipos de dispositivos poderiam ser estudados usando macroscópios para prever de tudo, desde as tendências de mudança climática até a melhor forma de distribuir alimentos para comunidades em todo o mundo.
De lâmpadas de controle remoto a alto-falantes inteligentes, muitos dispositivos já estão ficando mais complexos e conectados, então imagine o potencial de ser capaz de peneirar esses dados de uma forma mais organizada.

4. “Laboratórios em um chip” vão revolucionar a medicina

À medida que a tecnologia de computação se torna cada vez menor e mais poderosa, os benefícios médicos podem ser enormes. A IBM prevê dispositivos precisos que as pessoas podem ter em suas casas, a um custo baixo, para diagnosticar doenças mais cedo do que nunca.
Novos laboratórios médicos minúsculos servirão como detetives nanotecnológicos de saúde, rastreando pistas invisíveis em nossos fluidos corporais e nos informando imediatamente se precisamos ir ao médico.
Detectar doenças como câncer ou Parkinson em seus estágios iniciais pode fazer uma grande diferença no sucesso do tratamento, razão pela qual os cientistas estão trabalhando para melhorar a análise de nossas lágrimas, sangue, urina e suor.
Até 2022, seu rastreador de sono ou fitness pode retornar dados para um sistema de IA e, com essa informação, você poderia acessar aconselhamento detalhado sobre como melhorar sua saúde, além de alertar remotamente seu médico para qualquer sinal de doenças graves.

5. Sensores inteligentes detectarão poluição ambiental mais rapidamente do que nunca

A IBM prevê que a mistura de hardware inteligente e análise de IA também poderia ser usada para detectar a poluição ambiental quase que instantaneamente.
Assim como um rastreador inteligente poderia detectar os primeiros sinais de doença no corpo humano, sensores inteligentes embutidos no solo ou em drones poderiam detectar poluentes e emissões em tempo real, sem ter que levar amostras a um laboratório.
Um exemplo disto é o vazamento de metano – invisível a olho nu e estimado como o segundo maior contribuinte para o aquecimento global, atrás apenas do dióxido de carbono. Sensores inteligentes localizados ao longo de dutos, instalações e poços naturais poderiam nos avisar de vazamentos mais rápido do que nunca. Eles seriam detectados em questão de minutos em vez de semanas, reduzindo a poluição, o desperdício e a probabilidade de eventos catastróficos. 

Fonte: http://hypescience.com/como-vida-sera-em-2022-previsoes-da-ibm/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Gémeas nascem com tons de pele diferentes nos EUA !

Essas lindas gêmeas norte-americanas, Kalani e Jarani Dean, chamam atenção por onde passam por suas diferenças físicas. Jarani tem pele negra e olhos castanhos, e Kalani tem pele branca e olhos azuis.
Seus pais são Whitney Meyer e Tomas Dean, de 23 anos, que moram em Quincy, Illinois (EUA). Meyer tem compartilhado imagens da família em crescimento desde quando ficou sabendo que esperava dois bebês. Os pais chamam as filhas de “bebês milagre”, que vieram ao mundo para mostrar por que o racismo não deveria existir.
Meyer é caucasiana, e Dean é afrodescendente. Enquanto Kalani herdou os genes para cor da pele e dos olhos claros da mãe, Jarani herdou os genes de pele e de olhos escuros do pai. “Nesta família, não vemos cor. Amor é amor”, diz a mãe para a People.
Ela lembra que no dia no nascimento das filhas, em 23 de abril de 2016, o casal ficou totalmente surpreso ao ver a diferença na cor da pele das bebês. “Quando Kalani nasceu eu achei que ela tinha albinismo, porque ela era toda branca. Perguntei para os médicos, que disseram que não. Eu achei que a cor chegaria mais tarde, mas não aconteceu”, lembra ela. “É muito raro”.
Já Jarani nasceu com melanocitosis dérmica congênita, manchas azuladas na região as costas que costumam desaparecer nos primeiros anos de vida da criança. Essas marcas são mais comuns em bebês de pele escura.

1 em 500 gêmeos de casais de raças diferentes

Segundo o médico especialista em genética Jim Wilson afirmou à BBC, casais britânicos de raças diferentes que esperam gêmeos fraternos têm 1 chance em 500 que seus bebês nasçam com diferentes tons de pele.
Já a Médica Nancy Segal, diretora do Centro de Estudos de Gêmeos da Universidade do Estado da Califórnia, opina: “eu imagino que isso vai acontecer com mais frequência agora que temos mais relacionamentos de pessoas de raças diferentes”. 
Segal explica que a cor da pele é determinada por muitos genes diferentes. “Pode ser que uma criança herde alguns genes do pai e da mãe enquanto a outra criança herda o conjunto de genes de apenas um. Isso explica a diferença nos tons de pele. Gêmeos fraternos podem ser completamente diferentes um do outro”.
Além da diferença nas características externas, as bebês de 9 meses já mostram personalidades muito distintas. Segundo os pais, enquanto Kalani é cheia de energia e brincalhona, Jarani gosta mesmo é de ficar no colo. “Kalani engatinha para todos os lados e mexe em tudo, enquanto Jarani não quer ser colocada no chão”, diz a mãe.
As meninas adoram seu irmão mais velho, Talan, de 7 anos. “Ele é o melhor irmão mais velho. Ele não vê nenhuma diferença nas meninas, ele é totalmente cego para cor”, afirma a mãe das crianças. Talan é caucasiano e é filho de outro relacionamento de Meyer.
“As pessoas deste país deveriam aprender muita coisa com meu filho. Ele é tão inocente, ele não sabe nada sobre tensões raciais, porque para ele isso não importa, como não deveria importar para ninguém”, defende ela.

Pouco antes do nascimento das meninas, em julho de 2014, a família perdeu o filho de meio, Pravyn, de dois anos de idade, vítima de afogamento. Meyer diz que o nascimento das gêmeas trouxe muita alegria para a família, e agradece todo o apoio que tem recebido nas redes sociais.
“Aquece o meu coração a resposta que tenho tido em relação às minhas gêmeas. Isso devolve minha fé na humanidade em um momento em que este país realmente precisa disso”, conclui. 

Fonte: http://hypescience.com/gemeas-nascem-com-tons-de-pele-diferentes-nos-eua/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estas estrelas são tão estranhas que fazem buracos negros parecerem chatos !

Quando uma estrela gigante morre, ela entra em colapso e ou se transforma em buraco negro ou então em uma estrela de nêutrons supermassiva. Mas há outras possibilidades que ainda não foram comprovadas. Uma delas é um tipo teórico de estrelas tão interessante que fariam buracos negros parecerem chatos.

Estrelas de nêutron

Para entender este tipo de estrela especial, é necessário falar algumas coisinhas sobre as estrelas de nêutron. Como o próprio nome sugere, elas são compostas em sua maioria por nêutrons, apesar de ter outros tipos de partículas também. Nossos modelos atuais sugerem que há uma camada externa de átomos comuns cercados por elétrons soltos, e mais para dentro há um núcleo de prótons e nêutrons. Ainda mais ao centro há uma mistura de nêutrons soltos, núcleo e elétrons livres. A composição do centro do centro, porém, ainda não foi determinada.
O ponto-chave é que a estrela de nêutron é formada quando a força da gravidade é grande o suficiente para esmagar o conteúdo equivalente de uma estrela inteira em uma esfera pequena, de apenas 32km de diâmetro. Com essa densidade tão absurda, a matéria assume uma nova forma, que é a matéria de nêutron que vemos em estrelas de nêutron. Se essa densidade é ainda mais intensa do que a estrela pode suportar, a estrela entra em colapso e forma o buraco negro.
Até aqui está simples, certo? Mas e se houverem outros tipos de estrelas compactas entre as estrelas de nêutron e os buracos negros? Afinal de contas, uma estrela compacta tem que ter pelo menos 10 vezes a massa do Sol para se tornar um buraco negro, e estrelas de nêutron que ficam nessa forma definitivamente têm entre 1.5 e 3 vezes a massa do Sol. Mas e as estrelas que têm massa entre 3 e 10 vezes a massa do Sol? É aqui que as coisas ficam estranhas.

Estrelas QuarK

O motivo pelo qual as estrelas de nêutron podem suportar tamanha força gravitacional é a propriedade quântica chamada pressão de degeneração. Basicamente, é aqui que a matéria alcança uma densidade tão alta que a única coisa que impede as partículas dos componentes de se separarem é que as leis da mecânica quântica impedem que elas ocupem o mesmo estado quântico. Já que nêutrons individuais são muito menores que átomos, é possível que eles sejam espremidos em uma estrela de nêutron do que seria se fossem átomos.
E se fosse alcançado um estado em que as estrelas de nêutron fossem ainda mais espremidas? Aí –pelo menos teoricamente –, os nêutrons poderiam começar a se quebrar em suas partes menores, os quarks. Nêutrons são compostos de um quark up e dois quark down. Alguns desses quarks podem se transformar nos irmãos mais pesados do quark, o quark strange, e a mistura resultante de quarks é conhecida como “matéria strange”.
Então, se essa estrela hipotética tiver apenas quarks dos tipos up e down, é uma estrela quark, mas se tiver quarks strange misturados também, é chamada de estrange quark.
Mas essas estrelas existem? Ainda não temos provas teóricas, mas há evidências empíricas para sua existência. Uma estrela de nêutron que se transformasse em uma estrela quark causaria uma violenta explosão no universo, algo como 10^47 joules de energia. Alguns pesquisadores acreditam que essas conversões estelares são responsáveis por algumas das mais intensas explosões de raio gama que já observamos. Se elas existissem, provavelmente seriam muito parecidas com a RX J1856.5-3754 e com a 3C58, que são fortes candidatas a serem estrelas quark.

Fonte: http://hypescience.com/essas-estrelas-sao-tao-estranhas-que-fazem-buracos-negros-parecerem-chatos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29


Rússia criou uma arma magnética que penetra em qualquer tipo de barreira !

Você já ouviu falar do canhão eletromagnético? Essa arma, conhecida em inglês como railgun, é a nova queridinha das iniciativas militares.
Países como Rússia e EUA têm concentrado esforços no desenvolvimento de protótipos. Agora, uma equipe de cientistas russos testou com êxito seu primeiro canhão eletromagnético.
Ele é tão poderoso que pode disparar projéteis a 3 quilômetros por segundo, rápido o suficiente para rasgar qualquer tipo de armadura que exista hoje.

Velocidades surpreendentes

Essa arma é uma grande promessa para a próxima geração de artilharia militar, mas a Rússia também quer aproveitá-la em outras aplicações – por exemplo, para levar carga para a Estação Espacial Internacional.
O canhão eletromagnético é revolucionário em termos do quanto pode acelerar um projétil.
Os testes conduzidos pela equipe russa demonstraram uma velocidade imensa, que é metade do que foguetes precisam para fugir da gravidade da Terra.

Rússia x EUA

Além da Rússia, os Estados Unidos também estão trabalhando em sua própria versão do canhão.
Suas avaliações, no entanto, usaram projéteis significativamente maiores. O próximo teste marítimo americano tentará disparar uma bala de 20 kg a velocidades hipersônicas (até 6.120 km/h), enquanto o projétil russo é mil vezes menor, mas alcança velocidades de 11.000 km/h.

Vídeo

No vídeo abaixo, o protótipo da arma russa é mostrado disparando um cilindro de plástico de 15 gramas – e criando um buraco em uma placa de alumínio grossa. 

Fonte: http://hypescience.com/russia-cria-arma-magnetica-que-penetra-em-qualquer-tipo-de-barreira/


Humanos,e não mudança climática,destruíram a megafauna australiana !

Novas evidências envolvendo a antiga megafauna que uma vez percorreu a Austrália indicam que a causa primária de sua extinção, cerca de 45.000 anos atrás, foi provavelmente a ação de seres humanos, não a mudança climática.
O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Monash, em Victoria, na Austrália, e da Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA, usou informações de um núcleo de sedimentos perfurado no Oceano Índico ao largo da costa sudoeste do país, a fim de ajudar a reconstruir o clima passado e ecossistemas da região.
Não há evidência de mudança climática significativa durante a extinção dos enormes animais que viveram na região.

A extinção

O núcleo de sedimentos contém camadas cronológicas de material soprado pelo vento e lavado no oceano, incluindo poeira, pólen, cinzas e esporos de um fungo chamado Sporormiella que prosperou no esterco de mamíferos que comiam plantas.
Isso permitiu que os cientistas olhassem para trás no tempo, abrangendo o último ciclo glacial total da Terra.
Esporos fúngicos de esterco de mamíferos eram abundantes nas camadas de 150.000 anos atrás até cerca de 45.000 anos atrás, quando começaram a diminuir bastante.
“A abundância desses esporos é uma boa evidência de que havia um grande número de grandes mamíferos na paisagem australiana do sudoeste até cerca de 45.000 anos atrás”, disse Gifford Miller, da Universidade do Colorado, um dos autores do novo estudo. “Então, em uma janela de tempo que durou apenas alguns milhares de anos, a população de megafauna desmoronou”.

A megafauna

A coleção australiana de megafauna, cerca de 50.000 anos atrás, incluía cangurus de 450 kg, vombates de 2 toneladas, lagartos de 7 metros de comprimento, aves não voadoras de 180 kg, leões marsupiais de 130 kg e tartarugas do tamanho de carros.
Mais de 85% dos mamíferos, pássaros e répteis da Austrália que pesavam mais de 100 quilos foram extintos logo após a chegada dos primeiros seres humanos.
O núcleo de sedimentos oceânicos mostrou que o sudoeste é uma das poucas regiões no continente australiano que tinha densas florestas há 45.000 anos, e as possui até hoje, tornando-se um viveiro para a biodiversidade.
“É uma região com algumas das primeiras evidências de seres humanos no continente, e onde esperamos que muitos animais tenham vivido”, disse Miller. “Devido à densidade de árvores e arbustos, poderia ter sido um de seus últimos habitats cerca de 45.000 anos atrás. Não há evidência de mudança climática significativa durante essa época da extinção megafauna”.

Caça exagerada

Os cientistas vêm debatendo as causas das extinções da megafauna australiana há décadas.
Alguns afirmam que os animais não poderiam ter sobrevivido a mudanças no clima, incluindo uma há cerca de 70.000 anos, quando grande parte da paisagem do sudoeste da Austrália passou de um ambiente de floresta de eucaliptos para uma paisagem árida, com vegetação escassa.
Outros sugeriram que os animais foram caçados à extinção pelos primeiros imigrantes que colonizaram a maior parte do continente há 50 mil anos, ou ainda uma combinação de excesso de caça e mudança climática.
Miller afirma que a extinção pode ter sido causada por uma caça “exagerada imperceptível”. Um estudo realizado em 2006 por pesquisadores australianos indica que mesmo a caça de baixa intensidade da megafauna australiana – como a morte de um mamífero juvenil por pessoa por década – poderia ter resultado na extinção de uma espécie em apenas algumas centenas de anos.

Fonte: http://hypescience.com/humanos-e-nao-mudanca-climatica-destruiram-megafauna-australiana/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29



domingo, 22 de janeiro de 2017

Forte terremoto abala Papua Nova Guiné,a 40 km de Panguna !

Forte terremoto sacode Papua Nova Guiné, a 40 km de Panguna
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um intenso abalo sísmico que atingiu 7.9 pontos de magnitude foi registrado em Papua Nova Guiné, 40 km a oeste de Panguna as 02h30 pelo horário de Brasília (22/01/2017). O violento abalo teve seu epicentro localizado sob as coordenadas 6.26S e 155.11E, a 153 km de profundidade. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade do abalo, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 7.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 530 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 10 milhões toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20170122-025030.inc

sábado, 21 de janeiro de 2017

Descoberto outro exoplaneta potencialmente habitavel !

exoplaneta
Os astrônomos estão apontando suas miras para um exoplaneta localizado relativamente próximo de nosso sistema solar, e ele até mesmo pode ter as condições certas para suportar a vida, tal como a conhecemos. Especialistas da Universidade Estadual de São Francisco (EUA) observaram mundos alienígenas no sistema Wolf 1061, a somente 14 anos luz de distância da Terra.
O mundo alienígena em questão é chamado de Wolf 1061c e, de acordo com os astrônomos, ele fica bem dentro da zona habitável de sua estrela. Por sorte, o planeta está localizado relativamente perto, o que permitirá aos astrônomos conduzirem mais estudos.
Porém, o planeta está localizado na parte interior da zona habitável, o que poderia significar que ele está sujeito a temperaturas extremamente altas que podem ter ficado presas na atmosfera, criando um efeito estufa tóxico.

Os cientistas observaram que o sistema estelar é o lar de pelo menos três mundos conhecidos.

Para compreender melhor o sistema estelar e as condições do planeta Wolf 1061c, os especialistas mensuraram a estrela que ele orbita. O astrônomo Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, disse:

O sistema Wolf 1061 é importante, porque eles está tão próximo e nos dá outras oportunidades para continuarmos nossos estudos, a fim de vermos se ele realmente tem vida.
Os especialistas observam que mesmo dentro da zona habitável, aquele mundo deve estar localizado no ponto certo para que sustente a vida tal qual a conhecemos.
Se um mundo estiver localizado muito longe de sua estrela, ele pode ser muito frio e, consequentemente, ter sua água congelada.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/21/e-mais-outro-exoplaneta-com-potencial-para-vida-e-descoberto/


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Colisão entre estrelas vai poder ser observada a olho nú !

Colisao entre estrelas
KIC 9832227: O par de estrelas está tão próximo entre si que os objetos já compartilham da mesma atmosfera.

Um violento impacto entre estrelas deverá iluminar em breve o céu noturno e poderá ser visto por qualquer pessoa. Segundo especialistas, o choque será tão poderoso que produzirá um brilho maior que qualquer estrela do firmamento.
A visualização do choque ocorrerá daqui cinco anos, em 2022, e será causado pelo impacto e fusão da estrela binária KIC 9832227, localizada a uma distância de 1800 anos-luz da Terra.
Atualmente, esse sistema duplo tem um brilho muito fraco e só pode ser visto através de telescópio, mas crescerá cerca de 10 mil vezes após o impacto. No entender dos astrônomos, o clarão deverá permanecer visível por diversos dias, na constelação do Cisne.
Esse sistema híbrido já é velho conhecido dos pesquisadores e desde 2013 passou a chamar a atenção pela possibilidade de choque e fusão.
Segundo os estudos, o par estelar está tão próximo entre si que já compartilham da mesma atmosfera, situação muito parecida com V1309 Scorpii, cuja atmosfera também era combinada e girava cada vez mais rápido até sua explosão em 2008.

Consequências

O choque entre as duas massas de gás produzirá o que os astrônomos chamam de "nova vermelha", fenômeno caracterizado pela fusão de uma estrela binária. Aqui da Terra, a maior consequência será a formação de um ponto muito luminoso no céu, mais forte que qualquer outra estrela visível.
Como explicado, o choque está previsto para 2022 e enquanto não acontece a dupla de estrelas poderá ser observada ou pesquisada por qualquer astrônomo amador, que poderá medir a flutuação do brilho da estrela binária, cada dia maior e mais frequente. Experimente!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_colisao_entre_estrelas_podera_ser_vista_a_olho_nu&posic=dat_20170118-094259.inc

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Gigantesca anomalia atmosférica detectada em Vénus !

Uma animação da anomalia mostra sua posição estacionária a grande altitude. (Imagem: JAXA/Taguchi et. al., 2017)
 
Cientistas japoneses, utilizando a sonda Akatsuki, detectaram uma enorme anomalia em Vênus, em forma de arco na atmosfera superior. A anomalia, que tem 10.000 km de comprimento, não cedeu, apesar dos ventos de aproximadamente 360 km/h ao seu redor.
Os pesquisadores japoneses do Instituto de Ciências Espaciais e Astronômicas da Agência de Exploração Aeroespacial acreditam que o fenômeno foi causado por uma enorme onda gravitacional, a maior já registrada no sistema solar. Emanando das montanhas abaixo, o estranho fenômeno climático é forte o suficiente para se manter inabalado contra ventos ferozes, causando uma enorme estrutura no formado de arco na atmosfera superior, como uma cicatriz gigante.
Estacionada a 65 quilômetros acima da superfície de Vênus, a anomalia brilhante e quente se estende por 10.000 quilômetros no topo das nuvens de Vênus (quase o diâmetro de todo o planeta). Antes dessa observação, os cientistas observaram uma quantidade de características atmosféricas de pequena escala que se moveram mais rápido, ou mais lentamente do que os ventos prevalentes.
anomalia em Vênus
A estrutura foi observada por vários dias, entre 8 a 11 de setembro de 2015, e apesar dos altos ventos a anomalia permaneceu estacionária. (Imagem: JAXA/Taguchi et. al., 2017)

A gigantesca mancha, e seu desprezo pelos ventos ao seu redor, pegaram os cientistas da JAXA de surpresa. Várias semanas após as observações iniciais, o arco havia desaparecido, assim não se trata de uma característica permanente. Agora os cientistas estão esperando ansiosamente pelo próximo possível retorno.
Após descartarem possibilidades, tais como maré térmica, que são similares às marés oceânicas mas altamente improváveis devido a fato de Vênus não possuir uma lua), ou um erro de instrumento (a sonda Akatsuki está em perfeito funcionamento), os pesquisadores da JAXA concluíram que a anomalia provavelmente é causada por uma onda gravitacional.
O astrônomo Makoto Taguchi, da Universidade Rikkyo, que liderou as pesquisas, disse:
É uma oscilação de densidade, pressão, velocidade ou temperatura que se propaga numa atmosfera por um equilíbrio de flutuabilidade e forças da gravidade, como uma força restauradora.

Na Terra, ondas de gravidade produzem ondas nos oceanos e fluxos de ar sobre as montanhas.

Os pesquisadores escreveram:

Dado o formato e a enorme velocidade [dos ventos ao redor] relativa ao super-rotação de fundo, a única interpretação razoável do formato de arco estacionário é a de que ele é induzido por um bolsão de ondas atmosféricas de gravidade. O presente estudo mostra evidência direta da existência de ondas gravitacionais estacionárias, e ainda mostra que tais ondas gravitacionais estacionárias podem ter uma grande escala – talvez a maior já observada no sistema solar.
Isto posto, a equipe de Taguchi não está inteiramente segura se as ondas gravitacionais produzidas pelas cadeias de montanhas venusianas são capazes de se espalharem para cima, até o topo das nuvens, sem uma ajuda adicional. Eles especulam que os ventos na atmosfera profunda pode ser mais variável em espaço e tempo do que anteriormente se presumia, aumentando a habilidade das ondas gravitacionais de se propagaram para a porção superior da atmosfera de Vênus.
Vênus, como podemos ver, é um lugar surpreendentemente complicado e anormal.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/17/anomalia-em-venus/




Satélites fixos observado a cruzar a nebulosa de Orion !

Satelites cruzando a nebulosa de Orion
Quando um satélite é colocado a 42 mil km de altitude acima do equador, seu período orbital se iguala ao tempo de rotação da Terra e isso faz com que pareça estar parado no céu. Mas quando visto contra o fundo estrelado seu movimento é facilmente perceptível.
Esse tipo de satélite é conhecido como geossíncrono e por orbitar sobre o mesmo ponto da Terra permite inúmeros tipos de aplicações, entre eles a captura de imagens meteorológicas ou repetidores de comunicação, tanto para uso comercial como militar.
Sua concepção e emprego foram previstos pelo futurista Arthur C. Clarke em 1940, muito antes da Era Espacial.
Por se localizarem em grandes altitudes, recebem a luz do Sol mesmo durante o período noturno e isso permite que sejam observados durante a noite através de pequenas lunetas ou telescópios.


Este vídeo, feito pelo astrofotógrafo James DeYoung, mostra diversos satélites desse tipo, que cruzam o caminho da bela nebulosa de Orion M42.
Neste vídeo, embora os satélites pareçam se movimentar, na realidade estão fixos em relação ao observador. Quem se move é o telescópio, que está acompanhando o movimento das estrelas e da nebulosa.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Video_Amador_registra_satelites_fixos_cruzando_a_nebulosa_de_Orion&posic=dat_20170116-103304.inc





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Telescópio gigante no Chile irá procurar por planetas habitávies em Alpha Centauri !

Telescópio Muito Grande - Very Large Telescope - VLT
O Very Large Telescope – VLT (Telescópio Muito Grande) do Observatório Europeu do Sul – ESO, será modificado para permitir que ele procure mais efetivamente por planetas potencialmente habitáveis em Alpha Centauri, o sistema estelar mais próximo da Terra.
A administração do telescópio assinou um acordo com a Breakthrough Starshot, um empreendimento que almeja lançar milhares de pequenas espaçonaves até aquele sistema estelar, e enviar fotos de volta.
A Starshot, que é financiada pelo bilionário da Internet Yuri Milner e o físico Stephen Hawking, fornecerá o recurso financeiro para permitir que o equipamento do telescópio seja adaptado para melhor detectar planetas ‘apagados’.
A adaptação terá o efeito de reduzir a luz estelar que encobre planetas relativamente apagados, melhorando as chances de encontrá-los.
O interesse na exploração do vizinho mais próximo do Sol tem aumentado desde que os cientistas anunciaram no ano passado que haviam descoberto evidências de um planeta do tamanho da Terra orbitando Proxima Centauri, uma estrela no sistema Alpha Centauri.
Telescópios maiores planejados para a década de 2020 – tal como o próprio Extremely Large Telescope do ESO, atualmente sendo construído no Chile – deverá fornecer aos pesquisadores mais informações sobre o número e a natureza dos exoplanetas.
A ESO é uma organização de astronomia intergovernamental, apoiada por 16 países na Europa e América do Sul, tendo como anfitrião o Chile.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/16/telescopio-gigante-no-chile-ira-procurar-por-planetas-habitavies-em-alpha-centauri/


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Falha geológica provoca terremoto de 4.6 pontos no Maranhão !

Terremoto no maranhao - Falha Geologica no local
Um terremoto de 4.6 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a 26 km da cidade de Nina Rodrigues (MA), a menos de 1 km de profundidade. O abalo também foi sentido na capital São Luís e em Teresina, PI.

O evento ocorreu as 10h43 pelo horário de Brasília (09h43 horário local) e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 03.24S e 43.84W, a 26 km de Nina Rodrigues, 28 km de Presidente Vargas (MA) e 35 km da cidade de Vargem Grande (MA).

Ao que tudo indica, o tremor ocorreu devido à acomodação natural de terreno próximo a uma grande falha geológica que praticamente corta a região próxima ao epicentro.
Terremoto de 4.6 pontos é registrado a 26 km de Nina Rodrigues, MA

Fonte: http://www.apolo11.com/terremoto_brasil.php?titulo=Falha_geologica_provoca_terremoto_de_4.6_pontos_no_Maranhao&posic=dat_20170103-120037.inc

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Considere a evidência de que vida inteligente existe além da Terra !

Estamos sós no Universo? Se uma pessoa visualizar o Universo todo, seria quase impossível não acreditar na probabilidade da existência de vida, e possivelmente vida inteligente, em outros lugares. Se não estamos sós, teria a Terra sido visitada por extraterrestres? Por que não? Não é isto que estamos fazendo quando visitamos a Lua e planejamos uma viagem até Marte e além?
Imagine a tecnologia dos alienígenas, se eles fossem centenas, talvez milhares de anos à nossa frente. Acredite ou não, há evidência plausível de visitações alienígenas à Terra que vão de milhares de anos até o presente.
Evidências que indicam a possível visitação alienígena têm sido encontradas por arqueólogos que estudam as civilizações antigas. Tais evidências incluem relatos escritos, hieróglifos, estranhas pinturas, crenças religiosas com base nos ‘deuses do céu’, estátuas, pirâmides e outras estruturas construídas com blocos de rocha pesando 50 toneladas ou mais.
Estas civilizações existiram por todo o mundo, com virtualmente nenhuma evidência para indicar que eles tinham o conhecimento e as ferramentas e maquinários necessários para construir tais estruturas. Uma pessoa então imagina que alienígenas ajudaram na evolução da raça humana.
Referências à história antiga e aos objetos voadores não identificados (OVNIs) podem ser encontradas a partir de muitas fontes, tais como a série de TV intitulada “Alienígenas do Passado”, o site da MUFON – com mais de 70.000 casos de OVNIs, livros, relatos de arqueólogos, etc.
Hoje, como no passado, os avistamentos de OVNIs continuam. Obviamente, a vasta maioria dos avistamentos não são credíveis; porém, outros permanece inexplicados. Muitos avistamentos têm sido feitos por pessoas familiarizadas/treinadas dentro da área de tecnologia de voo, tais como pilotos, astronautas, militares, etc. Muitas pessoas acreditam que nosso governo e outros já sabem da existência de alienígenas, com base em evidências que dizem ter sido originária de acidentes de OVNIs.
Se a evidência for validada de que alienígenas estão visitando a Terra, isto mudaria o status quo da existência humana. O caos mundial poderia ocorrer, refletido do medo e do efeito que isto teria nas crenças religiosas. Esta é a razão principal porque os governos têm mantido em segredo as evidências sobre o assunto.
Já que a viagem espacial evoluiu da ficção científica para a realidade, podemos agora considerar as muitas fontes de dados para ganhar uma perspectiva da possibilidade de que não estamos sós.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/12/considere-evidencia-de-que-vida-inteligente-existe-alem-da-terra/


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A procura por vida extraterrestre poderá ser acelerada com novo método !

À medida que avançamos em direção ao futuro, os métodos que utilizamos para encontrar vida em outros planetas continuarão a mudar. Após a descoberta e a subsequente pesquisa do ‘novo planeta’ Proxima b (o qual orbita a estrela mais próxima do nosso Sol”, os cientistas acreditam que as condições em Proxima b possam ser adequadas para a vida extraterrestre. Contudo, eles não podem confirmar a existência de tais condições até 2030, quando a tecnologia utilizada nos telescópios possa estar mais avançada para confirmarem esta hipótese.
Agora, Matteo Brogi, da Universidade do Colorado nos EUA, descreveu um método que pode cortar este tempo de espera em 10 anos, permitindo-nos descobrir mais sobre Proxima b já em 2020. De acordo com o site Space.com, o método de Bragi combina duas técnicas já comuns, usadas para examinar estrelas e exoplanetas: “imageamento direto” e espectroscopia de alta-resolução. Esta primeira é uma técnica que os astrônomos usam para localizar um planeta e a estrela que ele orbita. Ao ‘diminuirem’ a luz da estrela, o planeta entra em foco – basicamente, é mais fácil vê-lo graças à redução do brilho.
Então, uma vez que o planeta é localizado, Brogi e seus colegas propõem usar o método Doppler para separar ainda mais a luz do planeta da luz de sua estrela, o suficiente para que a espectroscopia de alta-resolução possa ajudar aos cientistas na Terra a determinarem a composição do planeta, sem a interferência da luz vinda da estrela, o que de outra forma deixaria a espectroscopia de alta-resolução inútil para almejar especificamente planetas.
As técnicas combinadas ainda estão sendo aprimoradas e, é claro, sendo isto uma ciência, ela requer mais testes e refinamentos. Mas se eles puderem aprimorar a técnica, isto poderia economizar tempo na procura por vida em outros planetas.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/11/procura-por-vida-extraterrestre-podera-ser-acelerada-com-novo-metodo/

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