terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

NASA agenda conferência de imprensa para anunciar “importante descoberta” !

NASADe acordo com a agência espacial, o evento apresentará novas descobertas sobre planetas que orbitam outras estrelas. Estes planetas são chamados de exoplanetas.
Embora ninguém esteja certo do que exatamente a agência espacial apresentará, muitos dizem que ela poderá revelar detalhes sobre exoplanetas capazes de abrigar a vida, ou talvez a descoberta de algum ‘clone’ da Terra.
O evento está agendado para amanhã, 22 de fevereiro, às 13h00, horário de Nova Iorque, no quartel general da agência, localizado na 300 E Street, SW, Washington, EUA.
A NASA também terá uma sessão de AMA (Ask Me Anything – Pergunte-me Qualquer Coisa) no Reddit, após a conferência de imprensa.

Os participantes da conferência serão: 

Thomas Zurbuchen, administradora associado do Diretorado de Missões de Ciência do Quartel General da NASA em Washington

Michael Gillon, astrônomo da Universidade de Liege, na Bélgica

Sean Carey, gerente do Centro Spitzer de Ciência da NASA, na Caltech/IPAC, Pasadena, California

Nikole Lewis, astrônoma do Instituto de Ciências de Telescópio Espacial em Baltimore

Sara Seager, professora de ciência planetária e física do MIT – Instituto Massachusetts de Tecnologia, em Cambridge
Para acessar a transmissão ao vivo do evento, ou atualizações do horário, visite: http://www.nasa.gov/nasatv

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/21/nasa-importante-descoberta/

NASA propõe redefinir a palavra planeta !

planeta, sistema solar, NASA
Na atual definição da palavra, para que um corpo celeste seja classificado como um ‘planeta’, ele deve estar em órbita ao redor de sua estrela mãe, deve ser massivo o suficiente para que sua própria gravidade o torne redondo, e deve ter “limpado sua vizinhança” de objetos pequenos com suas próprias órbitas.
Porém, agora os cientistas da NASA vieram com uma nova definição para a palavra ‘planeta’, a qual foca não somente nos seus atributos orbitais, mas também em suas propriedades físicas.
Se isto for estabelecido formalmente, significaria que o nosso sistema solar teria mais de 100 planetas, inclusive Plutão (que recentemente foi rebaixado) e até mesmo nossa própria Lua seria considerada um planeta.

Os cientistas escreveram:

Propomos a seguinte definição geofísica de um planeta para uso por educadores, cientistas, estudantes e o público. Um planeta é uma corpo com massa sub-estelar que nunca passou por fusão nuclear, e que tem gravidade suficiente para tomar uma forma esferoidal adequadamente descrita por uma elipsoide triaxial, independentemente de seus parâmetros orbitais.
Em outras palavras, para ser considerado um planeta, um corpo celeste precisa somente ser redondo e menor do que uma estrela.
Esta definição faz muito mais sentido, argumentam os pesquisadores, pois a definição existente não leva em consideração os planetas em órbitas de outras estrelas, ou mesmo aqueles que não têm uma estrela mãe.
Também, o requerimento de ‘limpeza da zona’ ao redor do corpo celeste é falho, porque o tamanho da zona deve ser definido e em muitas circunstâncias a limpeza desta área é impossível irrelevantemente do tamanho e das propriedades do corpo celeste em questão. Um objeto do tamanho da Terra dentro do Cinturão de Kuiper, por exemplo, nunca seria capaz de limpar suas imediações, embora seja claramente um planeta.

Para acesso ao texto completo da proposta (em inglês), clicar aqui.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/20/nasa-propoe-redefinir-palavra-planeta/


Matéria orgânica descoberta em Ceres, sugerindo que vida possa existir nesse planeta anão Destaque Matéria orgânica é descoberta em Ceres, sugerindo que possa existir vida nesse planeta anão !

Ceres - matéria orgânica
Os cientistas que estão procurando por vida além da Terra têm um novo alvo relativamente próximo de casa.
O planeta anão Ceres, que orbita o Cinturão de Asteroides Principal entre Marte e Júpiter, possui matéria orgânica em sua superfície, mostra um trabalho publicado na edição desta semana do Science.
A descoberta, feita pela sonda orbital Dawn da NASA, vem após descobertas anteriores de que Ceres, que tem 950 km de diâmetro, pode ter um oceano abaixo de sua superfície gelada.
O cientista planetário Michael Kuppers, do Centro Europeu de Astronomia Espacial em Madrid, disse para o site Seeker:

Há especulações sobre um oceano abaixo da superfície de Ceres, similar ao de Europa e Encélado. Eu acho que Ceres é um ótimo alvo para procurar por vida fora da Terra. Além da distância, o ambiente de radiação é mais benigno do que, por exemplo, Europa.

Europa, uma lua de Júpiter, e Encélado, de Saturno, são alvos primários na procura por vida além da Terra.
O cientista líder do Projeto Dawn, Christopher Russell, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, disse que a descoberta significa que Ceres deveria ser mais explorado, mas avisou que estas moléculas orgânicas estão “longe de serem vida microbiana”.

Russell escreveu num e-mail para o Seeker:

Ceres deve ser relativamente fácil de pousar e têm um ambiente benigno quando comparado com corpos celestes mais longe no sistema solar. Deveríamos levar um pequeno laboratório químico até Ceres e analisar seu solo o exosfera.

Os dados coletados pelo espectrômetro de imageamento perto de infravermelho mostrou que o material orgânico que se compara com compostos similares ao piche, tal como asfaltita, levou a pesquisadora Maria Cristina De Sanctis, do Instituto Nacional para Astrofísica em Roma, Itália, e seus colegas, escreverem o trabalho publicado no Science.
Uma análise seguinte mostrou que os orgânicos são nativos de Ceres, e mais provavelmente formados por atividades hidrotérmicas abaixo da superfície.

O periódico Science escreveu num resumo da pesquisa:

Estes compostos são improváveis de terem vindo de uma fonte exterior num impacto… porque o extremo calor do impacto teria destruído estes tipos de compostos.
A localização dos compostos orgânicos também lançam uma dúvida se eles vieram via impacto de cometa ou asteroide. Os cientistas descobriram os compostos em dois locais de Ceres, inclusive na borda de uma cratera.

Russell disse:

A explicação mais simples é a de que eles foram produzidos dentro de Ceres.
Olhando por um panorama mais amplo, a descoberta de matéria orgânica em Ceres, que orbita a quase três vezes a distância entre o Sol e a Terra, mostra que os blocos de construção da vida estavam presente desde o começo de nosso sistema solar há 4,6 bilhões de anos.

Russell ainda disse:

Se considerarmos Ceres como um típico planetésimo formado há aproximadamente 3 milhões de anos após o dia um do sistema solar, a descoberta indica que o material inicial no sistema solar continha os elementos essenciais… para vida.
Ceres pode ter sido capaz de levar esse processo somente até um determinado ponto. Talvez os corpos entre a Terra e Ceres em complexidade, tais como Europa e Marte, serão capazes de preencher a lacuna de nossa compreensão sobre o começo da vida.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/17/materia-organica-e-descoberta-em-ceres/


NASA pede ajuda da população para encontrar novos mundos !

A NASA está convidando o público para ajudar na procura por possíveis mundos ainda não descobertos nos confins de nosso sistema solar e no espaço interestelar vizinho. Um novo site, chamado Backyard Worlds: Planet 9, permite que todos participem da procura, através da visualização de breves ‘filmes’ feitos de imagens capturadas pela missão Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE). Os filmes realçam os objetos que se movem gradualmente pelo céu.

O pesquisador líder Marc Kuchner, um astrofísico do Centro de Vôo Espacial Goddard da NASA, em Greenbelt, Maryland – EUA, disse:

Há somente um pouco mais do que quatro anos-luz entre Netuno e Proxima Centauri, a estrela mais próxima, e muito deste território é inexplorado. Devido ao fato de haver pouca luz solar, até mesmo objetos grandes nessa região quase não brilham na luz visível. Olhando em infravermelho, o WISE pode ter captado objetos que de outra forma não veríamos.
O WISE fez uma varredura de todo céu entre 2010 e 2011, produzindo a procura mais abrangente em comprimentos de onda infravermelhas médias que atualmente estão disponíveis. Com o término de sua missão primária, o WISE foi desligado em 2011. Ele foi reativado em 2013 e dado uma nova missão, ajudando os esforços da NASA de identificar objetos potencialmente perigosos próximos da Terra, os quais são asteroides e cometas em órbitas que os trazem dentro da vizinhança da órbita da Terra.
O novo site usa os dados da procura por objetos desconhecidos dentro e fora de nosso sistema solar. Em 2016, os astrônomos da Caltech, em Pasadena na Califórnia, mostraram que vários objetos distantes no sistema solar possuem características orbitais, as quais indicam que eles foram afetados pela gravidade de um planeta ainda não detectado que os pesquisadores apelidaram de Planeta Nove. Se o Planeta Nove – também conhecido como Planeta X – existe e é tão brilhante quanto alguns predizem, ele poderia parecer nos dados do WISE.
A pesquisa também pode descobrir objetos mais distantes, tais como anãs marrom, algumas vezes chamadas de estrelas que fracassaram, no espaço interestelar próximo…
No site disponibilizado as pessoas ao redor do mundo podem passar por milhões de ‘flipbooks‘, os quais são animações breves mostrando como pequenas áreas do céu mudou ao longo dos anos. Os objetos em movimento marcados pelos participantes serão priorizados pela equipe científica para mais observações por astrônomos profissionais. Os participantes receberão o crédito pelas descobertas por quaisquer publicações científicas resultantes do projeto…

Para mais informações sobre o Backyard Worlds: Planet 9, visite:

http://backyardworlds.org

Para mais informações sobre a missão WISE da NASA, visite:

http://www.nasa.gov/wise

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/17/nasa-pede-ajuda-da-populacao-para-encontrar-novos-mundos/

Astrónoma brasileira disponibiliza livro gratuito sobre astronomia

astronomia
A astrônoma Lilia Irmeli, professora aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Observatório do Valongo), disponibilizou ao Projeto Ciencianautas o livro “À luz das Estrelas”, de forma gratuita.
O livro “À Luz Das Estrelas” é sobre estrelas – como nascem, vivem e morrem. E, especialmente, como fabricam os elementos químicos que – muito tempo depois – vão se aglutinar para formar estruturas, como as pedras, árvores e nós mesmos.
Mas este não é apenas um livro sobre estrelas. Ele começa com um passeio pela Astronomia, pelos elementos químicos, e logo mergulha na evolução do Universo, desde o Big Bang até a formação da nossa Galáxia e de outras galáxias, nebulosas e do Sistema Solar. Fala dos modelos “pensados” do Universo, aqueles que foram propostos basicamente a partir da imaginação fértil de seus autores, como Wright e Kant, sem o auxílio dos instrumentos que seriam desenvolvidos depois.
Na segunda parte, mais detalhada, o livro introduz conceitos básicos, como a contração gravitacional, responsável pela existência das estrelas, a natureza da luz, os espectros e as propriedades físicas das estrelas. Para isso, discute a teoria quântica e suas aplicações na interpretação da luz das estrelas, concluindo com os processos básicos da Astrofísica Nuclear, que estão na origem da energia das estrelas e da sua composição química.
As duas últimas partes aproveitam os conceitos introduzidos nas seções iniciais e contêm o núcleo da estrutura e da evolução das estrelas. Os ciclos de queima nuclear são então descritos de maneira mais detalhada, e o leitor pode compreender como são formados os principais elementos químicos na nucleossíntese estelar quiescente e explosiva. O uso do diagrama HR torna bastante simples a compreensão das trajetórias evolutivas, particularmente após a sequência principal. As principais possibilidades de remanescentes estelares são mencionadas na parte final, incluindo as anãs brancas, as estrelas de nêutrons e os buracos negros. Escrito em uma linguagem objetiva, o livro pode ser usado por leitores sem qualquer formação em Física ou Matemática. Para os mais corajosos, há uma série de anexos com desenvolvimentos mais detalhados de alguns dos temas tratados. – Giovane Santana

Para baixar o livro, acessar o site ciencianatuas.com, clicando aqui.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/16/livro-gratuito-sobre-astronomia/


Grupo de astrónomos fazem da pesquisa por exoplanetas um esforço em grupo !

Uma equipe internacional de astrônomos liberaram a maior compilação de observações de detecção de exoplanetas já feita usando uma nova técnica chamada de método de velocidade radial. Eles demonstraram como estas observações podem ser usadas para encontrar planetas, através da detecção de mais de 100 exoplanetas em potencial, inclusive um orbitando a quarta estrela mais próxima do nosso sistema solar, que está a aproximadamente 8,1 anos-luz da Terra. O trabalho está publicado no The Astronomical Journal.
O método de velocidade radial é uma das técnicas de mais sucesso para encontrar e confirmar a existência de planetas fora do nosso sistema solar. Ela aproveita o fato de que além de um planeta ser influenciado pela gravidade da estrela que orbita, a própria gravidade do planeta também afeta a estrela. Os Astrônomos são capazes e usar ferramentas sofisticadas para detectar as pequenas variações que o planeta induz enquanto sua gravidade puxa a estrela.
A enorme montanha de dados liberada ao público neste trabalho foi coletada como parte de um programa de duas décadas que usa um espectrômetro chamado HIRES, montado no telescópio Keck-I de 10 metros do Observatório W. M. Keck, no topo da montanha Mauna Kea, no Havaí. A compilação inclui quase 61.000 mensurações individuais feitas de mais de 1.600 estrelas. Ao tornar os dados públicos, a equipe está oferecendo um acesso sem precedentes para uma das melhores pesquisas de exoplanetas no mundo.

Steve Vogt, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, o qual construiu o instrumento, disse:

HIRES não foi especificamente otimizado para fazer este tipo de trabalho de detetive à procura de exoplanetas, mas acabou sendo o instrumento mestre do campo. Estou muito feliz em contribuir à ciência que está fundamentalmente mudando como vemos a nós mesmos no Universo.
Agora que a pesquisa entra em sua terceira década, os membros da equipe decidiram que está na hora de fazer uma limpeza. Com tantos dados em mãos e uma quantidade limitada de tempo, eles reconheceram que mais exoplanetas seriam encontrados se compartilhassem seu catálogo com a comunidade.

Mas a equipe não está somente dando a chave a todos de seu ‘descobridor de exoplanetas’; eles também estão se auto ajudando. Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire liderou a sofisticada análise estatística do grande jogo de dados para encontrar sinais periódicos dos planetas mais prováveis.

Tuomi explicou:

Fomos muito conservadores neste trabalho sobre o que conta como candidato a exoplaneta e o que não conta, e mesmo com nossos critérios restritivos descobrimos 100 novos prováveis candidatos a exoplanetas. 

Já está mais do que provado que há incontáveis mundos lá fora que podem abrigar a vida tal como a conhecemos, sem contar com os outros mundos que podem estar abrigando a vida que sobrevive em ambientes nocivos a nós.
O Universo teve tempo suficiente, mesmo muito antes de nós aparecermos neste planeta, para criar e evoluir vida inteligente. Sabendo o que sabemos hoje sobre o Universo, quem pensar que tudo isto foi feito somente para nós humanos é porque realmente não compreendeu a dimensão de toda esta coisa.

A chance de sermos os únicos seres conscientes no Universo é praticamente impossível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/14/equipe-de-astronomos-faz-da-cacada-por-exoplanetas-um-esforco-em-grupo/


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Cometa verde aproxima-se da Terra e poderá ser visto de madrugada !

Cometa 45p Honda
No próximo sábado, dia 11, o cometa 45P/Honda chegará muito próximo da Terra e se as condições do local de observação permitirem poderá ser visto com um simples binóculo antes de o Sol nascer.
Chamado oficialmente 45P/Honda–Mrkos–Pajdušáková, o objeto foi visto pela primeira vez por Minoru Honda, em 3 de dezembro de 1948. Completa uma volta em torno do Sol a cada 5.25 anos e sua última aproximação do astro rei foi em 31 de dezembro de 2016, quando passou a cerca de 75 milhões de km da estrela.
Eventualmente, o corpo celeste se aproxima muito da Terra e em 15 de agosto de 2011 chegou apenas 8.9 milhões de km de distância. Agora, 45P/Honda está de volta. E se aproximando.
Neste momento, o núcleo do cometa está a cerca de 14 milhões de km do nosso planeta e deverá atingir o ponto de máxima aproximação em 11 de fevereiro, quando chegará a 12.43 milhões de km da Terra. 
Carta Celeste 45 P Honda
As últimas fotos, feitas em sua maioria por astrônomos amadores, mostram que 45p/Honda é um objeto pequeno e esverdeado. Essa cor é devido à presença de carbono diatômico que é ejetado ao espaço e que ao ser bombardeado por energia ultravioleta emitida pelo Sol se ioniza e emite luz neste comprimento de onda.
As melhores estimativas indicam que o brilho de 45P/Honda deverá aumentar ainda mais devido à aproximação com o Sol e poderá atingir a magnitude 6.0, no limiar de percepção da visão humana. No entanto, isso não significa que basta olhar para o céu e ver o cometa. É preciso saber para onde olhar, além de ter também um pouco de habilidade para distinguir o objeto entre tantas estrelas.
No dia 11 de fevereiro, dia da maior aproximação, 45p/Honda poderá ser encontrado bem baixo no quadrante leste a partir das 04h00 e ficará disponível por cerca de 90 minutos, até que os primeiros raios de Sol ofusquem o objeto.
Visto através de um binóculo de boa qualidade, 45p/Honda se parecerá a um pequeno pontinho verde dotado de uma longa cauda.
Se você é madrugador e gosta de olhar para o céu, esta é uma excelente chance de contemplar um cometa com os próprios olhos. Mas não espere muito.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Cometa_verde_se_aproxima_da_Terra_e_podera_ser_visto_na_madrugada&posic=dat_20170207-111419.inc




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Efectuado primeiro teste de observação do multiverso !

Multiverso
A teoria de que o nosso Universo está contido dentro de uma bolha, e que uma alternativa de múltiplos universos existe, com cada universo dentro de sua própria bolha – tornando tudo um multiverso – está, pela primeira vez, sendo testada por físicos.
Dois trabalhos de pesquisa publicados no Physical Review Letters e Physical Review D são os primeiros a detalhar como procurar por assinaturas de outros universos. Os físicos agora estão procurando por padrões similares a discos na radiação cósmica de microondas de fundo (sigla CMB em inglês) – que é uma radiação de calor deixada pelo Big Bang – a qual poderia fornecer evidências de colisões entre outros universos e o nosso.
Muitas teorias modernas de física fundamental predizem que o nosso Universo está contido numa bolha. Além da nossa bolha, este ‘multiverso’ também deverá conter outras bolhas, cada uma podendo conter um universo. Em outras ‘bolhas de universo’ as constantes fundamentais, e até mesmo as leis básicas da natureza, poderão ser diferentes
Até agora, ninguém havia sido capaz de encontrar uma forma de procurar eficientemente por sinais de colisões de bolhas de universos – e com isto provas da existência do multiverso – na radiação CMB. Além disso, os físicos precisavam ser capazes de testar se quaisquer padrões que detectassem eram mesmo o resultado de colisões, ou somente padrões aleatórios nos dados repletos de ruídos.
Uma equipe de cosmologistas da University College London (ECL), Imperial College London e Instituto Perimeter para Física Teórica agora resolveu este problema. A Dra. Hiranya Peiris, co-autora da pesquisa do Departamento de Física e Astronomia da UCL, disse:
É um problema computacional e estatístico muito difícil. Procurar por todos os possíveis raios de impressão de colisão no céu. Mas foi isto que aguçou a minha curiosidade.
A equipe executou simulações do que o céu pareceria com e sem as colisões cósmicas e desenvolveu um algoritmo inovador para determinar o que se encaixaria melhor com a enorme quantidade de dados da Sonda Anisotrópica de Microondas Wilkinson (sigla WMAP em inglês). Eles ajustaram o primeiro limite observacional superior em quantas assinaturas de colisão de bolha poderiam haver no céu CMB.
Stephen Feeney, um aluno PhD da UCL, que criou o poderoso algoritmo de computador para procurar por sinais de assinatura de colisão entre “universos bolha”, e co-autor dos trabalhos de pesquisa, disse:

O trabalho representa uma oportunidade para testar uma teoria que é verdadeiramente alucinante: De que existimos dentro de uma vasto multiverso, onde outros universos estão constantemente sendo criados.
Um dos muitos dilemas que os físicos enfrentam é que humanos não são muito bons em ‘catar’ padrões nos dados que possam ser somente coincidências. Porém o algoritmo da equipe é muito mais difícil de enganar, impondo regras muito restritas sobre se os dados se encaixam num padrão, ou se o padrão ocorreu somente por acaso.

O Dr. Daniel Mortlock, co-autor do Departamento de Física do Imperial College London, disse:

É tão fácil interpretar erroneamente padrões interessantes em dados aleatórios, assim tomamos muito cuidado para avaliar o quão provável seria para as possíveis assinaturas de colisão de bolhas que encontramos poderem ter surgido por acaso.
Os autores realçam o fato de que estes primeiros resultados não são conclusivos o suficiente, nem para descartar os multiverso, nem para definitivamente detectar a impressão de uma colisão de bolha. Porém, a WMAP não dará a última palavra: Novos dados atualmente vindos do satélite Planck da Agência Espacial Europeia deverão ajudar a resolver o quebra-cabeças.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/05/efetuado-primeiro-teste-de-observacao-do-multiverso/


Sismo com magnitude 3,1 sentido no Faial - Açores !

Um sismo com magnitude 3,1 na escala de Richter foi hoje sentido na ilha do Faial, nos Açores, informou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros.

Segundo a Proteção Civil, que cita o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores, o sismo foi registado às 08:45 locais (mais uma hora em Lisboa) e teve epicentro no mar, a cerca de 38 quilómetros a oeste/noroeste do Capelo, no Faial.

"De acordo com a informação disponível até ao momento, o sismo foi sentido com intensidade máxima II/III na escala de Mercalli Modificada no Capelo e no Castelo Branco, concelho da Horta", adianta a Proteção Civil.

O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores continua a acompanhar o evoluir da situação.

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores recomenda à população que tome medidas de autoproteção, como manter a calma e contar com a ocorrência de possíveis réplicas.

Não acender fósforos nem isqueiros devido a eventuais fugas de gás, ter cuidado com vidros partidos ou cabos de eletricidade, e a limpeza urgente de produtos inflamáveis que tenham sido derramados são outros dos conselhos da Proteção Civil em caso de sismo.

Fonte: http://www.msn.com/pt-pt/noticias/nacional/sismo-com-magnitude-31-sentido-na-ilha-do-faial/ar-AAmFcOf?li=BBoPWjC&ocid=wispr


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Cientistas descobriram planeta gémeo da Terra com água e metano na atmosfera !

planeta gêmeo da Terra
O mundo alienígena recém encontrado, GJ 1132b, vai muda todo o jogo. De acordo com astrônomos, o GJ 1132b é extremamente promissor, já que ele tem metano e água em sua atmosfera.
Os cientistas que estão procurando por exoplanetas que possam abrigar a vida encontraram dois novos planetas na zona de conforto de suas estrelas, os quais levantaram a esperança de não somente encontrar vida alienígena, mas também finalmente se deparar com um planeta como a Terra. Até mesmo ar foi detectado em um desses planetas.
Wolf 1061C – localizado a 14 anos luz da Terra – e GJ 1132b, que está a aproximadamente 39 anos luz, têm rapidamente se tornado dois exoplanetas favoritos para os astrônomos que estão ansiosos para descobrir vida alienígena, e até possivelmente um clone da Terra.
Ambos destes mundos distantes estão localizados na zona de conforto de suas estrelas, onde não é tão quente, nem tão frio, permitindo assim que exista água no estado líquido em suas superfícies.
Wolf 1061c é um de três exoplanetas orbitando uma estrela anã vermelha Classe-M. A parte prometedora é que este planeta está localizado bem no centro da zona habitável. Porém, os cientistas alertam que ele é quatro vezes maior do que a Terra, o que significa que provável sua gravidade tenha criado um efeito estufa similar ao do nosso vizinho Vênus.
Por outro lado, GJ 1132b é um planeta que muda o jogo. Na verdade, alguns estão se referindo a ele como ‘clone da Terra’. Ele tem um diâmetro 50% maior do que o da Terra e orbita sua estrela na parte mais morna da zona de conforto. Dado o seu tamanho, é provável que ele tenha as condições necessárias para manter uma atmosfera estável.
De acordo com um estudo recentemente publicado no Astrophysics Journal, os cientistas o Observatório Europeu do Sul, no Chile, o GJ1132b é extremamente promissor, já que ele tem metano e água em sua atmosfera.
O astrofísico John Southworth, autor líder to trabalho, disse para o Scientific American:
Mostramos que um planeta com a massa da Terra é capaz de sustentar uma atmosfera espessa. Este é um passo na direção de investigar se um planeta pode abrigar a vida.

A descoberta de água em um planeta é desconcertante, encontrar metano é ainda mais.

Na Terra, 90% de todo o metano na atmosfera é produzido por organismos vivos, conhecidos como metanógenos – organismos que não precisam de oxigênio e dependem de hidrogênio para sobreviverem.

O pesquisador Julien de Wit adicionou:


Detectar a atmosfera de planetas do tamanho da Terra ao redor de anãs-M é um passo essencial na procura por exoplanetas habitáveis. A preocupação, porém, é que eles nem sempre podem ser capazes de sustentar uma atmosfera, devido à história potencial de forte atividade de suas estrelas.

Encontrar um com uma atmosfera nos daria esperança.

No futuro próximo, telescópios maiores nos permitirão capturar imagens de resolução maior da luz que passa através da atmosfera do planeta, o que nos ajudará a detectar sua composição, com mais precisão.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/03/planeta-gemeo-da-terra/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Cientistas concluem que formas de vida complexas possam ter existido na Terra antes de nós !

De acordo com os cientistas, não somos a primeira forma de vida complexa no planeta Terra. Na verdade outra forma de vida complexa uma vez existiu, mas desapareceu em algum ponto da longa história da Terra. Então, após um período, formas de vida complexas reapareceram.
Estudiosos de tendência predominante concordam que, dado o nosso atual conhecimento da história da Terra, a vida complexa apareceu em nosso planeta há aproximadamente 1,75 milhões de anos.
Um estudo concluído pelos cientistas da Universidade de Washington (UW) conta uma história diferente, sugerindo que por volta de um bilhão de anos antes a vida existiu, vida complexa desenvolvida nos oceanos da Terra.
Um recente trabalho publicado no Proceeding of the National Academy of Sciences – no qual o autor Michael Kipp, um estudante de doutorado da UW em Ciências do espaço e da Terra participou – explorou rações isotópicas de selênio localizadas em rochas sedimentares, a fim de mensurar a presença de oxigênio na atmosfera do nosso planeta entre 2 e 2,5 bilhões de anos atrás.
Usando o selênio como ferramenta, os especialistas mensuraram os níveis de oxigênio na Terra até 2,5 bilhões de anos atrás. Os resultados são fascinantes e mostram que havia oxigênio mais do que suficiente para células de vida complexa desenvolverem em nosso planeta.
O Professor Roger Buick da Universidade de Washington, co-autor do estudo, disse:
Há evidência fóssil de células complexas que vão até talvez 1¾ bilhões de anos, mas o fóssil mais velho não é necessariamente o mais velho que já viveu – porque as chances de ficar preservado como fóssil são muito baixas.
Esta pesquisa mostra que havia oxigênio suficiente no meio-ambiente para permitir que as células complexas evoluíssem, e para se tornarem importantes ecologicamente, antes que houvesse evidência fóssil.
Contudo, o Professor Buick alerta para não precipitarmos nossas conclusões.
Isso não significa que elas fizeram isso – mas sim que poderiam ter feito.
Embora este não tenha sido o primeiro estudo que explorou a quantidade de oxigênio que estava presenta na Terra no passado, ele demonstra como o selênio havia sido alterado pela presença de grandes quantidades de oxigênio, e como ele pode ter afetado o aparecimento e possível desaparecimento de vida complexa na Terra.
Em estudos anteriores os cientistas concluíram que o oxigênio apareceu em nosso planeta gradualmente através da história da Terra, e ele aumentou até um nível que permitiu a existência de formas de vida complexa.
“Mas agora parece que houve um período de um quarto de bilhão de anos aproximadamente onde o nível de oxigênio era alto, e então baixou novamente”, explicou Buick. Esta duração é importante.

O autor líder do trabalho, Michael Kipp, disse:

Embora antes e depois talvez houve ambientes transitórios que poderiam ter ocasionalmente suportado estes organismos, para que eles evoluíssem e fossem uma parte substancial do ecossistema, você precisa que o oxigênio persista por um longo tempo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/01/formas-de-vida-complexas-podem-ter-ter-existido-na-terra-antes-de-nos/

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Novo estudo revela evidência substancial de um Universo holográfico !

Um croqui da linha do tempo do Universo holográfico. O tempo corre da esquerda para a direita. A extrema esquerda denota a fase holográfica e a imagem é borrada porque o espaço e tempo ainda não estão bem definidos. No final desta fase (denotado pela elipse preta flutuante) o Universo entra uma fase geométrica, a qual pode agora ser descrita pelas equações de Einstein. O fundo cósmico de micro-ondas foi emitido aproximadamente 375.000 anos mais tarde. Os padrões impressos nisto carregam a informação sobre o Universo em seus primórdios e semeiam o desenvolvimento de estruturas das estrelas e galáxias no Universo mais recente (extrema direita). Crédito: Paul McFadden

Um estudo feito por cientistas do Reino Unido, Canadá e Itália forneceu aquilo que os pesquisadores acreditam ser a primeira evidência observacional de que estamos num Universo holográfico.
Físicos teóricos e astrofísicos que estão investigando irregularidades no fundo cósmico de micro-ondas (que é a pós-luminescência do Big Bang), descobriram evidência substancial que apoia uma explicação holográfica para o Universo – na verdade, tanta evidência quanto há para a explicação destas irregularidades usando a teoria da inflação cósmica.
Os pesquisadores da Universidade de Southampton (Reino Unido), da Universidade de Waterloo (Canadá), do Instituto Perimeter (Canadá), INFN, do Lecce (Itália) e da Universidade de Salento (Itália) publicaram a descoberta no periódico Physics Review Letters.
Um Universo holográfico, ideia esta que foi sugerida na década de 1990, é onde todas as informações que constituem nossa ‘realidade’ 3D (mais o tempo) está contida numa superfície 2D em suas bordas.

O Professor Kostas Skenderis, de Ciências Matemáticas da Universidade de Southampton explica:

Imagine que tudo aquilo que você vê, sente e escuta em três dimensões (bem como sua percepção de tempo), de fato emana de um campo bidimensional achatado.
A ideia é similar à de hologramas ordinários, onde uma imagem tridimensional é codificada numa superfície bidimensional, tal como o holograma em um cartão de crédito. Contudo, desta vez, todo o Universo está codificado.
Embora este não seja um exemplo com propriedades holográficas, isto poderia ser pensado como assistir um filme em 3D no cinema. Vemos as imagens que tem altura, largura e profundidade – quando de fato tudo isto se origina numa tela em 2D. A diferença em nosso Universo 3D é que podemos tocar os objetos e a ‘projeção’ é ‘real’ a partir de nossa perspectiva.
Em décadas recentes, avanços nos telescópios e equipamentos de sensoriamento têm permitido aos cientistas detectarem uma vasta quantidade de dados escondidos no ‘ruído branco’ ou micro-ondas (parcialmente responsável pelos pontos pretos e brancos que você vê numa TV não sintonizada), deixados do momento em que o Universo foi criado. Usando esta informação, a equipe foi capaz de fazer comparações mais complexas entre as redes de características no campo da teoria quântica e nos dados.
Eles descobriram que algumas das teorias quânticas mais simples podiam explicar quase todas as observações cosmológicas do Universo jovem.

O Professor Skenderis comentou:

A holografia é um enorme salto à frente na forma com que pensamos sobre a estrutura e a criação do Universo. A teoria geral da relatividade, de Einstein, explica muito bem quase tudo em grande escala no Universo, mas começa a desatar quando examina as origens e mecanismos a nível quântico.
Os cientistas têm trabalhado por décadas para combinar a teoria da gravidade, de Einstein, e a teoria quântica. Alguns acreditam que o conceito de um Universo holográfico tem o potencial de conciliar as duas. Espero que nossas pesquisas nos leve um passo adiante em direção a isto.
Os cientistas agora esperam que seus estudos abram a porta para avançar nossa compreensão do Universo jovem e explicar como o espaço e o tempo emergiram.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/01/evidencia-de-universo-holografico/




Conheça a relação de missões espacias até 2036 !

missões espaciais
Parece que, como nunca antes, a exploração espacial está aumentando numa taxa incrível, e a humanidade verá missões as quais trarão descobertas que provavelmente mudarão a forma com que olhamos o nosso planeta, sistema solar, e todo o Universo.
Desde a primeira missão para Marte, até a criação de uma nação espacial, as próximas décadas trarão tudo isto.
Abaixo, uma relação de futuras missões que estão sendo planejadas por diferentes agências espaciais até 2036:

2017

  1. O Lightsail 2 da Sociedade Planetária será lançado em março, mostrando tecnologia relacionada a sistemas de velas solares.
  2. Asgardia (empresa privada) lançará seu satélite não tripulado e planeja começar a pesquisa para criar uma nação com base no espaço.
  3. A SpaceX planeja lançar o Veículo Crew Dragon (não tripulado) em órbita da Terra, no mês de novembro.
  4. A Rússia lançará ao espaço um Módulo de Laboratório de Multipropósito, o qual está destinado à Estação Espacial Internacional; a missão está agendada para dezembro.
  5. Novamente em dezembro, a NASA irá lançar um Satélite de Levantamento de Trânsito de Exoplanetas, a fim de procurar por planetas distantes.
  6. No mesmo mês, o Chang’e 5, o XPRIZE Lunar da Google, o Space IL e o Moon Express estão agendados para ir até a Lua; somente o Chang’e 5 trará de volta amostras do nosso satélite natural.

2018

  1. A Agência Espacial Europeia lançará o BepiColombo em abril, e será a primeira missão da Europa para o planeta Mercúrio.
  2. Em maio, a NASA planeja lançar a sonda InSight até Marte, permitindo aos cientistas estudarem a estrutura interna daquele planeta.
  3. Também em maio, a SpaceX lançará sua missão não tripulada até Marte.
  4. Em julho, a NASA pretende começar sua missão Solar Probe Plus, a qual permitirá aos cientistas observarem o Sol a partir de sua atmosfera superior.
  5. Em outubro, a NASA finalmente lançará seu Telescópio Espacial James Webb. Este telescópio substituirá o Telescópio Espacial Hubble.
  6. Novamente em outubro, a Agência Espacial Europeia planeja lançar o Solar Orbiter, auxiliando aos cientistas estudarem os polos do Sol, os ventos solares e sua heliosfera.

2019

  1. A Corporação Sierra Nevada pretende lançar uma nave especial conhecida como Dream Chaser. A nave foi projetada para fornecer carga pressurizada e não pressurizada à Estação Espacial Internacional. O lançamento está agendado para outubro.
  2. Também é possível que a Virgin Galactic possa começar a enviar seus clientes para o espaço.

2020

  1. Em julho de 2020, a NASA enviará seu jipe sonda ao planeta vermelho, assim dando o nome à missão de Mars 2020. A missão é projetada para investigar o passado de Marte.
  2. Também agendado para julho está o Exmoor da Europa, uma missão que permitirá aos cientistas também procurarem por vida passada ou presente em Marte.
  3. Julho também verá o lançamento da sonda orbital para Marte, dos Emirados Árabes, conhecida como Hope.
  4. Entre julho e agosto, a China planeja lançar sua primeira missão para Marte, para também examinar o planeta.
  5. A NASA, junto com a ESA (Agência Espacial Europeia) poderão lançar a Missão Impacto de Asteroide. Ela fornecerá informações sobre a possibilidade de mudar o curso de um asteroide, se a nave o atingir.

2021

  1. Em outubro, a NASA planeja enviar a nave Lucy aos asteroides Troianos de Júpiter.

2022

  1. A Agência Espacial Europeia pretende lançar uma nave para estudar as luas de Júpiter. Espera-se que a nave entre a órbita de Júpiter em 2033.
  2. A China planeja lançar seu primeiro módulo, o Tiangong-3, para a Estação Espacial Internacional.
  3. O ano de 2022 também testemunhará o lançamento da NASA para múltiplas missões de sobrevôos da lua Europa, os quais permitirão um exame próximo daquele corpo celeste.
  4. Em 2022, o Japão pretende lançar uma missão até Fobos, uma das luas de Marte.
  5. Desde seu anúncio em 2012, Mars One propôs enviar uma nave tripulada até Marte entre 2022 e 2032.

2023

  1. Outubro verá a NASA lançar a missão Psyche, que é projetada para estudar um asteroide rico em recursos chamado Psyche. Porém a sonda levará 7 anos para chegar até o asteroide.

2024

  1. A Space X lançará sua primeira missão tripulada até Marte, o início do Sistema de Transporte Interplanetário.
  2. A Agência Espacial Europeia enviará uma missão de retorno até Fobos, uma das luas de Marte.
  3. Esse ano (podendo variar) verá o fechamento da Estação Espacial Internacional, a qual será mais tarde tirada de órbita.
  4. A Agência Espacial Europeia planeja lançar um satélite com a missão de procurar por planetas além do nosso. Especificamente ela procurará por planetas que sejam similares à Terra. O nome da missão é Trânsitos Planetários & Oscilações de Estrelas.

2025

  1. A NASA planeja enviar uma missão à Terra, vinda de Marte, trazendo material daquele planeta.
  2. A NASA também lançará um telescópio que permitirá aos cientistas estudarem a energia escura e procurarem por planetas similares à Terra.

2026

  1. A NASA marcou 2026 como o ano que lançará sua Missão de Redirecionamento de Asteroides. Esta missão verá astronautas colocando uma asteroide em órbita lunar.

2028

  1. A Agência Espacial Europeia declarou que por volta de 2028 irá lançar um telescópio que delineará os gases quentes do espaço, e também estudará os buracos negros gigantes.

2030

  1. A NASA também disse que enviará pessoas em órbita de Marte, e elas também poderão pousar nas luas do planeta vermelho; embora estejam planejando uma missão tripulada para pousar em Marte em 2030.
  2. A China e a Rússia também anunciaram a possibilidade de enviarem pessoas para a Lua em meados da década de 2030.
  3. O programa especial russo também declarou que uma espaçonave poderá ser lançada para tocar a superfície de Mercúrio.

2036

  1. O ano de 2036 poderá testemunhar uma espaçonave partindo para a estrela mais próxima da Terra, a Proxima Centauri, por uma organização privada chamada de Breakthrough Initiatives.
Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/01/missoes-espaciais-ate-2036/

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Stephen Hawking: adverte de que se há vida em outros planetas é melhor não encontrá-la !

O físico está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo.
Em seu recente filme online, “Stephen Hawking’s Favourite Places” (Os Lugares Favoritos de Stephen Hawking, na tradução), o famoso físico teórico realiza uma viagem virtual pelo Universo, visitando – entre outros – o planeta Gliese 832c.
Localizado a 16 anos luz da Terra, trata-se, nada mais, nada menos, de um dos corpos celestes mais aptos para abrigar vida extraterrestre,  segundo os especialistas.
Hawking afirma que, conforme o passar dos anos, ele está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo. De acordo com suas considerações, o planeta Gliese 832c é um excelente candidato para iniciar a busca por vida extraterrestre. Na verdade, é um dos corpos celestes que o projeto apoiado por Hawking, “Breakthrough Listen”, espera rastrear com resultados positivos.
No entanto, apesar de sua convicção em encontrar vida inteligente fora da Terra, Hawking não tem um bom prognóstico no caso de isso ocorrer. Segundo ele, se há uma civilização que seja capaz não apenas de ouvir, mas também de responder nossas mensagens, é muito provável que eles sejam mais evoluídos, o que nos transformaria automaticamente na civilização mais vulnerável da relação. E, pelo menos dentro da experiência humana, esses encontros interculturais nunca se mostraram favoráveis para a parte menos evoluída. Basta lembrar, como costuma fazer Hawking, o encontro de Cristóvão Colombo com os nativos americanos.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/
 

Casa Branca define estratégia contra colisão de asteroide na Terra !

Imagem ilustrativa

A preocupação de que um asteroide caia na Terra e extermine a raça humana saiu das telas dos cinemas e virou assunto sério. A Casa Branca divulgou esta semana um documento detalhado com uma estratégia para se preparar caso um objeto esteja em rota de colisão contra nosso planeta. 
Muita gente ficou preocupada com a provável queda de um asteroide depois que uma auditoria da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) afirmou no fim do ano passado que, se um grande corpo fosse detectado em direção à Terra, não haveria nada que pudesse ser feito (só entrar em desespero).
Cientistas e políticos programaram um plano de ação, executando exercícios de preparação e lançando espaçonaves para coletar informações de asteroides e até mesmo elaborando planos de como destruir os objetos no espaço caso a situação fique crítica. Estimativas afirmam que existam cerca de 10 milhões de objetos com órbita próxima à Terra com diâmetro semelhante que não foram rastreados.
Outros gatilhos para a criação do plano foram casos como o de um asteroide que caiu na Rússia. Em 2013, o objeto de 20 metros de diâmetro caiu perto da cidade de Chelyabinsk, liberando energia de quase 500 quilotons de TNT – mais de 20 vezes que as primeiras bombas atômicas. 
O documento "National Near-Earth Object Preparedness Strategy", criado por um grupo de trabalho do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, tem sete metas:

Melhorar o rastreamento de objetos próximos da Terra e classificar suas habilidades;
Descobrir como mover ou explodir objetos ameaçadores;
Tornar os atuais modelos e previsões melhores;
Ter um plano de emergência caso o objeto não possa ser desviado;
Criar um sistema de alerta e estratégias de recuperação;
Incluir outros países nos planejamentos;
Criar um conjunto de protocolos e limiares para definirem decisões rápidas em momentos de crise;
Ainda está indefinido quando e como os Estados Unidos vão traduzir os planos em ações e o detalhamento de cada item. As providências provavelmente dependerão do financiamento que o presidente eleito, Donald Trump, destinará ao projeto.
Atualmente, as chances de um asteroide gigante atingir a Terra e acabar com as nossas vidas não são grandes. Mas podemos começar a torcer para que o novo presidente norte-americano esteja preocupado com a nossa possível extinção.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

China prepara missão de ida e volta à lua até ao final do ano !

Missao lunar Chang'e 5
Missão Chang'e 5: Concepção artística mostra os módulos de descida e subida em atividade na superfície na Lua.

Batizada de Chang'e 5, a missão tem como objetivo coletar e trazer 20 quilos de amostras lunares. A última vez que isso aconteceu foi em 1976, quando a missão soviética LUNA 24 fechou o ciclo de exploração.
O lançamento da Chang'e 5 está programado para o final de novembro de 2017. A espaçonave partirá no topo de um foguete Longa Marcha 5, a partir do Centro de Lançamentos de Wenchang, no sul da China.
A nave Chang'e 5 pesa cerca de 8 toneladas e é composta de quatro partes: orbitador, módulo de pouso, módulo de subida e módulo de retorno. De acordo com a agência espacial chinesa, toda a missão será automática.

Passo-a-passo

Após tocar a superfície, o módulo de pouso coletará amostras do regolito lunar e as colocará em um pequeno compartimento dentro do módulo de subida, que será disparado em direção ao conjunto orbitador-módulo de retorno, ao qual se acoplará.
Após algumas voltas em torno da Lua, o conjunto seguirá em direção à Terra. Durante a viagem, o orbitador se desacoplará do módulo de retorno, que reentrará sozinho na atmosfera da Terra. Em seguida os paraquedas se abrirão e o módulo de retorno descerá suavemente de paraquedas.

Missão Histórica

Se tudo der certo, a missão Chang'e 5 será a primeira missão a trazer amostras da Lua nos últimos 40 anos.
A antiga União Soviética executou três missões robóticas similares na década de 1970. A sonda LUNA 16 trouxe, em 1970, 101 gramas de material lunar após pousar no Mar da Fecundidade. Em 1972 foi a vez de a LUNA trazer 55 gramas de regolito das montanhas Apollonius e em 1976 a LUNA 24 trouxe 170 gramas do Mar das Crises.
A NASA foi a que mais trouxe material lunar. Entre 1969 e 1972, a agência estadunidense trouxe mais de 360 quilos de rochas, que foram distribuídas entre centenas de universidades em todo o mundo.
A agência espacial chinesa informou que pretende trazer cerca de 20 quilos de material, entre rochas lunares e amostras de solo. O material será coletado tanto na superfície como de até 2 metros abaixo do solo.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=China_prepara_missao_bate-volta_a_lua_ate_o_final_do_ano&posic=dat_20170130-100433.inc


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A visão mais detalhada do "Disco completo" da Terra !

A imagem acima é a mais detalhada do “disco completo” da Terra já feita. A visão sem precedentes, registrada no último 5 de janeiro, é quatro vezes mais minudenciada do que qualquer outra.
A fotografia é uma cortesia do satélite meteorológico da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), chamado de GOES-16.

GOES-16

GOES-16 foi lançado em 19 de novembro de 2016, e orbita cerca de 35.900 quilômetros acima da Terra, uma posição chamada de órbita geoestacionária.
Em comparação, a Estação Espacial Internacional orbita a Terra a cerca de 350 quilômetros.
Esta órbita permite que o satélite permaneça acima do mesmo ponto e monitore as mudanças na atmosfera, terra e oceano ao longo do tempo.
Segundo Louis Uccellini, diretor do Serviço Meteorológico Nacional da NOAA, a visão é muito mais do que uma imagem bonita: é o futuro das observações e previsões meteorológicas.

Informações mais precisas

O GOES-16 fornece imagens em mais comprimentos de onda de luz e com quatro vezes mais resolução do que qualquer outro satélite, as retransmitindo cinco vezes mais frequentemente.
Isso significa que temos uma visão totalmente nova do hemisfério ocidental a cada 15 minutos e uma nova visão dos sistemas climáticos (como furacões) a cada 30 segundos.
Essas observações mais recentes, rápidas e detalhadas nos alertam de perigos e revelam recursos que instrumentos anteriores poderiam ter perdido.
Uccellini afirma que a rápida atualização dessas imagens nos permitirá monitorar e prever a evolução desses sistemas com mais precisão. “Os meteorologistas poderão emitir avisos mais precisos, oportunos e confiáveis e fornecer melhores informações aos serviços de emergência”, disse.

A beleza da Terra

O satélite possui dois canais de luz visível e quatro canais de infravermelho próximo (luz que não é visível, mas às vezes podemos sentir como calor).
Ainda possui outros dez canais infravermelhos que podem destacar “diferenças na atmosfera como nuvens, vapor de água, fumaça, gelo e cinzas vulcânicas”, de acordo com a NOAA.
Confira outras imagens feitas pelo incrível GOES-16: [ScienceAlert]
O satélite usa a lua para ajudar a calibrar suas imagens
Esta é a América do Norte com clima chuvoso e nevado se movendo pelos Estados Unidos
Flórida, Caribe e parte da América Central
Península de Yucatán, na América Central
Poeira do deserto do Saara (à direita) soprando no Oceano Atlântico
Uma visão da América do Sul e, especificamente, da Argentina. Uma tempestade se forma no nordeste, e ondas de gravidade são visíveis no sudoeste
 
Fonte: http://hypescience.com/visao-mais-detalhada-do-disco-completo-da-terra-foi-lancada-e-e-incrivel/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29



5 previsões da IBM de como a vida será em 2022 !

A IBM é conhecida por fazer previsões ousadas sobre o futuro – e acaba de anunciar sua mais recente lista “5 em 5”, destacando as cinco inovações que acredita que terão o maior impacto em nossas vidas nos próximos cinco anos.
De acordo com a gigante da tecnologia, em pouco tempo, veremos grandes desenvolvimentos em inteligência artificial, telescópios ultrapoderosos, sensores inteligentes e dispositivos médicos, com benefícios que vão desde a saúde ao meio ambiente e a nossa compreensão do próprio universo.
Claro que prever o futuro não é uma coisa simples, mas os tipos de tecnologias abordados abaixo já estão em desenvolvimento por equipes de pesquisa em todo o mundo, de forma que é realmente apenas uma questão de tempo até se tornarem realidade – ou de precisamente cinco anos.

1. Graças à IA, o nosso discurso será uma janela para a nossa saúde mental

Você pode dizer muito sobre alguém com base em como ele fala. Por exemplo, se está entediado, perturbado, distraído ou triste.
Como seres humanos, nós evoluímos para pegar essas dicas, mas os avanços rápidos que estão sendo feitos em poder de processamento significam que a análise de fala pode se tornar uma ferramenta muito mais perspicaz.
A IBM prevê que, em cinco anos, “o que dizemos e escrevemos será usado como indicador de nossa saúde mental e bem-estar físico”.
Por exemplo, doenças mentais e condições como Parkinson poderão ser detectadas mais cedo usando apenas um aplicativo de celular, graças a cálculos de inteligência artificial (IA).
 Não é algo longe da realidade – sistemas experimentais já estão aparecendo. No ano passado, uma equipe da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, construiu um programa que foi capaz de detectar variações de padrões de fala normais e identificar sinais de depressão.

2. Visão de super-herói será possível com IA e novos dispositivos

De acordo com a IBM, poderosas e pequenas câmeras combinadas com o rápido processamento inteligente da IA significam que seremos capazes de ver mais do que nunca.
Além da luz visível, poderíamos enxergar imagens de micro-ondas, além de ondas milimétricas e infravermelhas através de dispositivos suficientemente pequenos para caber no seu bolso – pense nas capacidades visuais de algo como um scanner de segurança de aeroporto, em um dispositivo do tamanho do seu smartphone.
Usando esse tipo de tecnologia, poderíamos ver instantaneamente se um alimento é seguro para comer, ou dar a carros autônomos a capacidade de ver através de nevoeiro ou chuva muito mais facilmente.
Alguns dispositivos do tipo já estão disponíveis no mercado, como os óculos EnChroma que ajudam daltônicos a ver cores. Agora, eles são caros e experimentais, mas até 2022 podem se tornar comuns.

3. “Macroscópios” nos ajudarão a entender a complexidade da Terra em detalhes infinitos

A IBM prevê que os sistemas “macroscópicos” – como microscópios, mas na outra extremidade da escala – vão combinar “todos os dados complexos da Terra” para que possamos analisá-los a partir de novas perspectivas.
Não só esta tecnologia nos fornecerá mais dados de satélites, sensores inteligentes e estações meteorológicas, como também nos oferecerá maneiras muito melhores de organizar e classificar todas essas informações.
Esta tecnologia não se aplicaria apenas a processos naturais na Terra e no universo – todos os tipos de dispositivos poderiam ser estudados usando macroscópios para prever de tudo, desde as tendências de mudança climática até a melhor forma de distribuir alimentos para comunidades em todo o mundo.
De lâmpadas de controle remoto a alto-falantes inteligentes, muitos dispositivos já estão ficando mais complexos e conectados, então imagine o potencial de ser capaz de peneirar esses dados de uma forma mais organizada.

4. “Laboratórios em um chip” vão revolucionar a medicina

À medida que a tecnologia de computação se torna cada vez menor e mais poderosa, os benefícios médicos podem ser enormes. A IBM prevê dispositivos precisos que as pessoas podem ter em suas casas, a um custo baixo, para diagnosticar doenças mais cedo do que nunca.
Novos laboratórios médicos minúsculos servirão como detetives nanotecnológicos de saúde, rastreando pistas invisíveis em nossos fluidos corporais e nos informando imediatamente se precisamos ir ao médico.
Detectar doenças como câncer ou Parkinson em seus estágios iniciais pode fazer uma grande diferença no sucesso do tratamento, razão pela qual os cientistas estão trabalhando para melhorar a análise de nossas lágrimas, sangue, urina e suor.
Até 2022, seu rastreador de sono ou fitness pode retornar dados para um sistema de IA e, com essa informação, você poderia acessar aconselhamento detalhado sobre como melhorar sua saúde, além de alertar remotamente seu médico para qualquer sinal de doenças graves.

5. Sensores inteligentes detectarão poluição ambiental mais rapidamente do que nunca

A IBM prevê que a mistura de hardware inteligente e análise de IA também poderia ser usada para detectar a poluição ambiental quase que instantaneamente.
Assim como um rastreador inteligente poderia detectar os primeiros sinais de doença no corpo humano, sensores inteligentes embutidos no solo ou em drones poderiam detectar poluentes e emissões em tempo real, sem ter que levar amostras a um laboratório.
Um exemplo disto é o vazamento de metano – invisível a olho nu e estimado como o segundo maior contribuinte para o aquecimento global, atrás apenas do dióxido de carbono. Sensores inteligentes localizados ao longo de dutos, instalações e poços naturais poderiam nos avisar de vazamentos mais rápido do que nunca. Eles seriam detectados em questão de minutos em vez de semanas, reduzindo a poluição, o desperdício e a probabilidade de eventos catastróficos. 

Fonte: http://hypescience.com/como-vida-sera-em-2022-previsoes-da-ibm/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Gémeas nascem com tons de pele diferentes nos EUA !

Essas lindas gêmeas norte-americanas, Kalani e Jarani Dean, chamam atenção por onde passam por suas diferenças físicas. Jarani tem pele negra e olhos castanhos, e Kalani tem pele branca e olhos azuis.
Seus pais são Whitney Meyer e Tomas Dean, de 23 anos, que moram em Quincy, Illinois (EUA). Meyer tem compartilhado imagens da família em crescimento desde quando ficou sabendo que esperava dois bebês. Os pais chamam as filhas de “bebês milagre”, que vieram ao mundo para mostrar por que o racismo não deveria existir.
Meyer é caucasiana, e Dean é afrodescendente. Enquanto Kalani herdou os genes para cor da pele e dos olhos claros da mãe, Jarani herdou os genes de pele e de olhos escuros do pai. “Nesta família, não vemos cor. Amor é amor”, diz a mãe para a People.
Ela lembra que no dia no nascimento das filhas, em 23 de abril de 2016, o casal ficou totalmente surpreso ao ver a diferença na cor da pele das bebês. “Quando Kalani nasceu eu achei que ela tinha albinismo, porque ela era toda branca. Perguntei para os médicos, que disseram que não. Eu achei que a cor chegaria mais tarde, mas não aconteceu”, lembra ela. “É muito raro”.
Já Jarani nasceu com melanocitosis dérmica congênita, manchas azuladas na região as costas que costumam desaparecer nos primeiros anos de vida da criança. Essas marcas são mais comuns em bebês de pele escura.

1 em 500 gêmeos de casais de raças diferentes

Segundo o médico especialista em genética Jim Wilson afirmou à BBC, casais britânicos de raças diferentes que esperam gêmeos fraternos têm 1 chance em 500 que seus bebês nasçam com diferentes tons de pele.
Já a Médica Nancy Segal, diretora do Centro de Estudos de Gêmeos da Universidade do Estado da Califórnia, opina: “eu imagino que isso vai acontecer com mais frequência agora que temos mais relacionamentos de pessoas de raças diferentes”. 
Segal explica que a cor da pele é determinada por muitos genes diferentes. “Pode ser que uma criança herde alguns genes do pai e da mãe enquanto a outra criança herda o conjunto de genes de apenas um. Isso explica a diferença nos tons de pele. Gêmeos fraternos podem ser completamente diferentes um do outro”.
Além da diferença nas características externas, as bebês de 9 meses já mostram personalidades muito distintas. Segundo os pais, enquanto Kalani é cheia de energia e brincalhona, Jarani gosta mesmo é de ficar no colo. “Kalani engatinha para todos os lados e mexe em tudo, enquanto Jarani não quer ser colocada no chão”, diz a mãe.
As meninas adoram seu irmão mais velho, Talan, de 7 anos. “Ele é o melhor irmão mais velho. Ele não vê nenhuma diferença nas meninas, ele é totalmente cego para cor”, afirma a mãe das crianças. Talan é caucasiano e é filho de outro relacionamento de Meyer.
“As pessoas deste país deveriam aprender muita coisa com meu filho. Ele é tão inocente, ele não sabe nada sobre tensões raciais, porque para ele isso não importa, como não deveria importar para ninguém”, defende ela.

Pouco antes do nascimento das meninas, em julho de 2014, a família perdeu o filho de meio, Pravyn, de dois anos de idade, vítima de afogamento. Meyer diz que o nascimento das gêmeas trouxe muita alegria para a família, e agradece todo o apoio que tem recebido nas redes sociais.
“Aquece o meu coração a resposta que tenho tido em relação às minhas gêmeas. Isso devolve minha fé na humanidade em um momento em que este país realmente precisa disso”, conclui. 

Fonte: http://hypescience.com/gemeas-nascem-com-tons-de-pele-diferentes-nos-eua/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estas estrelas são tão estranhas que fazem buracos negros parecerem chatos !

Quando uma estrela gigante morre, ela entra em colapso e ou se transforma em buraco negro ou então em uma estrela de nêutrons supermassiva. Mas há outras possibilidades que ainda não foram comprovadas. Uma delas é um tipo teórico de estrelas tão interessante que fariam buracos negros parecerem chatos.

Estrelas de nêutron

Para entender este tipo de estrela especial, é necessário falar algumas coisinhas sobre as estrelas de nêutron. Como o próprio nome sugere, elas são compostas em sua maioria por nêutrons, apesar de ter outros tipos de partículas também. Nossos modelos atuais sugerem que há uma camada externa de átomos comuns cercados por elétrons soltos, e mais para dentro há um núcleo de prótons e nêutrons. Ainda mais ao centro há uma mistura de nêutrons soltos, núcleo e elétrons livres. A composição do centro do centro, porém, ainda não foi determinada.
O ponto-chave é que a estrela de nêutron é formada quando a força da gravidade é grande o suficiente para esmagar o conteúdo equivalente de uma estrela inteira em uma esfera pequena, de apenas 32km de diâmetro. Com essa densidade tão absurda, a matéria assume uma nova forma, que é a matéria de nêutron que vemos em estrelas de nêutron. Se essa densidade é ainda mais intensa do que a estrela pode suportar, a estrela entra em colapso e forma o buraco negro.
Até aqui está simples, certo? Mas e se houverem outros tipos de estrelas compactas entre as estrelas de nêutron e os buracos negros? Afinal de contas, uma estrela compacta tem que ter pelo menos 10 vezes a massa do Sol para se tornar um buraco negro, e estrelas de nêutron que ficam nessa forma definitivamente têm entre 1.5 e 3 vezes a massa do Sol. Mas e as estrelas que têm massa entre 3 e 10 vezes a massa do Sol? É aqui que as coisas ficam estranhas.

Estrelas QuarK

O motivo pelo qual as estrelas de nêutron podem suportar tamanha força gravitacional é a propriedade quântica chamada pressão de degeneração. Basicamente, é aqui que a matéria alcança uma densidade tão alta que a única coisa que impede as partículas dos componentes de se separarem é que as leis da mecânica quântica impedem que elas ocupem o mesmo estado quântico. Já que nêutrons individuais são muito menores que átomos, é possível que eles sejam espremidos em uma estrela de nêutron do que seria se fossem átomos.
E se fosse alcançado um estado em que as estrelas de nêutron fossem ainda mais espremidas? Aí –pelo menos teoricamente –, os nêutrons poderiam começar a se quebrar em suas partes menores, os quarks. Nêutrons são compostos de um quark up e dois quark down. Alguns desses quarks podem se transformar nos irmãos mais pesados do quark, o quark strange, e a mistura resultante de quarks é conhecida como “matéria strange”.
Então, se essa estrela hipotética tiver apenas quarks dos tipos up e down, é uma estrela quark, mas se tiver quarks strange misturados também, é chamada de estrange quark.
Mas essas estrelas existem? Ainda não temos provas teóricas, mas há evidências empíricas para sua existência. Uma estrela de nêutron que se transformasse em uma estrela quark causaria uma violenta explosão no universo, algo como 10^47 joules de energia. Alguns pesquisadores acreditam que essas conversões estelares são responsáveis por algumas das mais intensas explosões de raio gama que já observamos. Se elas existissem, provavelmente seriam muito parecidas com a RX J1856.5-3754 e com a 3C58, que são fortes candidatas a serem estrelas quark.

Fonte: http://hypescience.com/essas-estrelas-sao-tao-estranhas-que-fazem-buracos-negros-parecerem-chatos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29


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