segunda-feira, 6 de março de 2017

NASA quer tornar Marte novamente habitável !

Tornar Marte habitável
O conceito seria o de colocar um Campo Magnético em órbita solar conjunta com Marte (L1), criando uma cauda magnética que protegeria Marte da radiação solar letal.

Cientistas apresentaram um plano para tornar Marte habitável novamente, encapsulando aquele planeta com um campo magnético. O conceito incrivelmente ambicioso, que retornaria atmosfera de Marte ao seu estado anterior, que era muito mais habitável, foi revelado no Planetary Science Vision 2050 Workshop da NASA, uma reunião onde os cientistas tipicamente discutem propostas para missões espaciais futurísticas.

Jim Green, Diretor de Divisão de Ciência Planetária da NASA, descreveu a ideia durante uma palestra intitulada “A Future Mars Environment for Science and Exploration” (Um Ambiente Futuro de Marte para a Ciência e Exploração).

Na palestra ele apresentou a ideia de colocar um “campo magnético” numa órbita estável entre Marte e o Sol, o que protegeria o planeta de partículas solares de alta energia. Ao longo do tempo, isto permitiria com que Marte lentamente ganhasse de volta a atmosfera que perdeu nos últimos bilhões de anos.

Finalmente, o efeito estufa começaria a aquecer o planeta, derretendo o gelo e inundando a superfície com água no estado líquido, que criaria oceanos e rios.

Green disse:

Talvez um sétimo do antigo oceano poderia retornar a Marte.

Embora a ideia seja intrigante, há um grande problema com isto: ‘Terraformar’ Marte desta forma para fazê-lo mais habitável aos humanos provavelmente levaria milhões de anos.

Até então, presumindo que a raça humana ainda existisse, nossa espécie já terá evoluído além do reconhecimento.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/03/05/marte-habitavel-novamente/


Estudo conclui que sistema planetário TRAPPIST-1 tem mais possibilidades de vida do que a Terra !

TRAPPIST-1
Cientistas anunciaram a descoberta de um sistema planetário com 7 planetas de tamanho similar ao da Terra, três deles orbitando na zona favorável à existência de água no estado líquido, o que propicia a geração de vida tal como a conhecemos.
Agora, um novo estudo publicado por pesquisadores da Universidade Havard apresenta uma questão interessante sobre a possibilidade de vida nos planetas desse sistema:
Um dos fatores mais importantes do sistema TRAPPIST-1 é a distância entre seus planetas. Astrônomos concluíram que os sete planetas similares à Terra que orbitam aquele sistema estão posicionados significativamente próximos uns dos outros. Na verdade, todos os sete planetas poderiam se encaixar entre a distância dos planetas Mercúrio e Marte. De acordo com cientistas, isto facilita o transporte de moléculas orgânica de um corpo celeste ao outro, um fenômeno conhecido pelos cientistas como panspermia.
Esta evidência poderia provar a existência de vida fora de nosso sistema solar? Os cientista da Universidade de Harvard calcularam as chances de vida no sistema estelar composto de 7 planetas que foi recentemente anunciado pela NASA.
De acordo com os novos estudos do sistema TRAPPIST-1, localizado a 39 anos-luz da Terra, os sete planetas similares à Terra têm mais chances de conter vida do que a própria Terra. Até agora a Terra é o único lugar no Universo onde sabemos que há vida.
Astrofísicos da Universidade de Harvard e do Centro Harvard-Smithsoniano recém determinaram que a possibilidade de vida naquele sistema é mais alta do que a da Terra, como reportado num recente estudo publicado:
A proximidade dos planetas TRAPPIST-1 é remanescente de um ambiente análogo (embora em escala muito menor) ao da Terra, ou seja, as ilhas. Se você olhar aos planetas habitáveis de TRAPPIST-1 como se fossem ‘ilhas’, as similaridades são realmente aparentes: embora estas ‘ilhas’ sejam isoladas a um determinado grau, elas também são sujeitas à ‘migração’ do ‘continente’. Em termos planetários, esta ‘migração’ essencialmente acarretaria na transferência de formas de vida (ou material genético) através da panspermia.
Em fevereiro de 2017, os cientistas da NASA descobriram um novo sistema planetário além do nosso sistema solar. A descoberta mudou tudo que sabíamos sobre exoplanetas e as chances de encontrarmos vida alienígena no Universo…
Lembrando que este é somente um entre bilhões de sistemas planetários existentes no Universo que conseguimos enxergar. Quem ainda achar que a vida é exclusiva à Terra, é porque não compreendeu o que isto significa.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/03/06/sistema-estelar-trappist-1-tem-mais-possibilidades-de-vida-do-que-a-terra-conclui-estudo/

Cientistas dizem que crânios misteriosos podem pertencer à uma raça desconhecida de humanos !

crânios misteriosos
O periódico Science reportou a descoberta de um conjunto de fósseis de fragmentos de crânios que não parecem pertencer a quaisquer espécies humanas conhecidas. De acordo com análises preliminares, estes fósseis podem representar a existência de uma espécie humana ancestral desconhecida. Os fósseis de fragmentos de crânio foram descobertos por paleontólogos chineses ao longo de um período de seis anos, no vilarejo rural de Xuchang, na província central Henan, e acredita-se que tenham por volta de 105.000 a 125.000 anos de idade.
Os pesquisadores identificaram similaridades fisiológicas entre Neandertais e várias espécies de humanos da antiguidade. Embora o parte de trás destes crânios assemelham-se aos crânios Neandertais, estes fósseis mostram uma fonte (testa) e ossos de densidade mais fina, similares às das espécies humanas. Porém, a mistura de características encontradas nos crânios são improváveis em quaisquer outras espécies conhecidas e assim poderiam representar uma nova espécie de ancestral humano.

Os fósseis marcam um importante período no processo de redução da massa óssea, que ocorre através da evolução.

A equipe por detrás desta notícia deu o nome à espécie de “archaic Homo” e acredita que estes fósseis podem preencher algumas das lacunas do nosso conhecimento das espécies humanas do “Mundo Antigo”:

Os crânios Xuchang, portanto, fornecem uma importante janela na biologia e história da população dos povos Eurasianos orientais do final do período Pleistoceno. Como tal, eles são peças críticas na nossa compreensão do histórico evolucionário humano para o estabelecimento da biologia humana moderna por todo o Mundo Antigo.

Pesquisadores extraíram o DNA dos fósseis, numa tentativa de classificar seus ‘proprietários’, mas ainda não completaram sua análise genômica. Análise similar de DNA de outros fósseis recentemente desenterrados revelou a possibilidade da existência de Denisovanos , outro ancestral humano que perambulou pela Terra por volta do mesmo período que os Neandertais. Contudo, pouca evidência fóssil tem sido coletada sobre os Denisovanos, além de um punhado de dentes. Assim a ligação entre estas duas espécies é difícil de ser constatada. Mesmo assim, esta nova descoberta e muitas outras recentes descobertas sobre nossos antigos ancestrais são um começo para mostrar que as linhas genéticas entre os Neandertais e os humanos não poderia ser tão simples como imaginávamos. Poderia esta ser a evidência do tão procurado “elo perdido”?

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/03/06/cranios-misteriosos/


Extraterrestres não são uma ameaça à Teologia, porque já faziam parte da igreja antiga !

extraterrestre uma ameaça à teologia?
Alguns dizem que esta escultura mostra um notebook extraterrestre…(Lápide de uma mulher e seu escravo, Grécia, 100 A.C., , Getty Villa, EUA, tirada por Wolfgang Sauber; Fonte, Wiki Commons, CC BY SA 3.0).

A Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (NASA) capturou a atenção e imaginação de uma audiência global no final do mês passado, quando seus cientistas anunciaram a descoberta de sete planetas orbitando uma estrela batizada de TRAPPIST-1 (um acrônimo para Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope). Estes planetas estão a um mero 40 anos-luz da Terra, todos os quais possuem o tamanho da Terra, e três deles estão na zona habitável, o que significa que suas posições relativas à sua estrela mãe sugere que podem ter água no estado líquido, e temperaturas capazes de sustentar a vida, tal como a conhecemos..
As manchetes foram sensacionalistas: algumas quase anunciando a descoberta de inteiras civilizações alienígenas; a maioria se aproveitando do momento para vender suas edições, com variações sobre o tema como, “‘Incredible’ Star System Could Hold Life“ (Sistema Estelar Incrível Pode Ter Vida), e com histórias de acompanhamento anunciando, “The Prospects for Life on TRAPPIST-1 Keep Getting Better” (Os Perspectivas para a Vida em TRAPPIST-1 Continuam a Melhor) e “Soon, We’ll Know if there’s Life on TRAPPIST-1’s Exoplanets“ (Logo Saberemos Se Há Vida nos Exoplanetas de TRAPPIST-1).

O interesse não é somente científico, mas também teológico, com um jornal eletrônico de assuntos católicos, Crux, na língua inglesa, segurando seu fôlego enquanto perguntava, “Could Catholicism Handle the Discovery of Extraterrestrial Life?” (Poderia o Catolicismo Lidar com a Descoberta de Vida Extraterrestre?)

O fato é que tal especulação não é nova, nem controversa.

Os gregos antigos se dividiram nesta questão, a qual eles trataram como uma coisa científica especulativa; a literatura árabe no alto período islâmico entreteve a ideia em ficção (de forma notável na parte das “Aventuras de Bulokiya” das “Noites das Arábias”, nos contos da 486ª à 537ª noite; Nicholas of Cusa abertamente especulou que alguns corpos celestes, pelo menos, quase que certamente seriam habitados; C.S. Lewis escreveu uma Trilogia Espacial no meio do último século.
O melhor ponto de partida para reflexão sobre a fascinação do mundo antigo com este tópico é o The Extraterrestrial Life Debate: Antiquity -1915 – A Source Book, (O Debate Sobre a Vida Extraterrestre: Antiguidade -1915 – Uma Fonte) Editado por Michael J. Crowe.
E assim, se você está se perguntando se a descoberta de vida extraterrestre apresentará um desafio para dogmas básicos da fé católica, então a resposta é que não apresentará um problema real. Não há nada novo (sob o Sol) sobre as questões de que tal descoberta poderia produzir.
Porém, a recente descoberta oferece uma ocasião para pensarmos seriamente e fazermos perguntas desafiantes sobre a vida, o Universo, e nosso lugar nele…

O Padre Brian Reedy conclui:

Se eu aceitar o fato de que não há ninguém lá fora, então – meio que racionalmente – sentiríamos falta deles, e nos sentiríamos sós…
Primeiro: a ciência por detrás da descoberta é, por si mesma, impressionante.

Padre Brian Reedy, um biofísico, que – junto com seus alunos na Escola Preparatório Cristo Rei, em Houston, no Texas – projetou experimentos que têm sido conduzidos a bordo da Estação Espacial Internacional, e atualmente ele está para obter um PhD em Teologia Moral na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma, explicou:

O que realmente sabemos é fruto de dedução: é modelado a partir de dados.
Não os vimos, e não os veremos por algum tempo, porque eles estão muito distantes. O que vemos são mudanças na intensidade das estrelas.
Somente pense na complexidade para focar no sinal firme, procurando por variações. Há muitas coisas para se maravilhar nesta história… a própria ciência é fascinante.

Ele também se refere às questões que a descoberta propiciará na intercessão da religião com a ciência, inclusive como poderíamos compartilhar o Evangelho com uma raça extraterrestre, por que poderíamos compartilhá-lo e para que finalidade; se os alienígenas poderiam ser capazes de incorporar no Corpo de Cristo, tanto como uma questão de eclesiologia quanto de economia sacramental; e que orientações poderiam haver para uma eventualidade na história da Igreja e na tipologia das escrituras.
O Padre Reedy oferece algumas respostas surpreendentes e desafiadoras, especialmente com respeito ao desejo de saber, de uma vez por todas, se estamos sós no Universo. Ele disse:

Eu acho que – eu diria que há duas causas para isso: uma é somente curiosidade natural – como, quando você olha para o espaço, e você vê sua vastidão, e você vê todas estas pequenas estrelas e que todas elas podem ter planetas – e você imagina, ‘Há alguém lá fora? e este é um tipo de questão.
‘Estamos sós no Universo?’ Este é um tipo diferente de questão diferente. ‘Há alguém lá fora?’ Eu me relaciono a isso fortemente. ‘Estamos sós no Universo?’, eu não me relaciono com esta questão, e penso que – parcialmente – a coisa que está faltando é que, na civilização ocidental agora vivemos num tipo de Universo forçosamente depopulado. Para a mente medieval, a criação era profundamente populada com outros seres, seres espirituais: assim a média cristã acreditava ter um anjo da guarda, que era realmente um companheiro racional dele e de sua vida, e acreditava em seres angélicos e coisas assim, que populavam o Universo; mas também, o tipo de sentido real de ir à missa e saber que toda a comunhão de santos estava presente com você na hora da missa.

Ele ainda apontou, em referência estrutura gramatical encontrada em textos de oração impressos no missal:

Há ainda os plurais. Mesmo se o sacerdote for forçado a rezar a missa sozinho, por não haver uma congregação, ele ainda usa os plurais, porque ele ainda sabe que todos estão ali – assim, você não está só – você nunca está só – e assim eu não me relaciono àquela [questão] porque acho que a dimensão ‘Estamos sós?’ esta vindo parcialmente do fato que nosso Universo ter sido tão radicalmente depopulado, e relativamente em tempos recentes.
Acredito que estamos naturalmente sintonizados com a verdade, e acredito na comunhão dos santos e nos seres espirituais, e assim, portanto, penso que temos um sentido de que eles estão lá.

São colocações interessantes, mas se o Universo é populado por seres espirituais, quem está pilotando os discos voadores? Certamente o Padre Reedy não quis dizer que há somente seres espirituais lá fora, mas sim que a igreja católica está, desde sempre, acostumada a lidar com coisas extraterrestres.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/03/06/extraterrestres-nao-sao-uma-ameaca-a-teologia/


sexta-feira, 3 de março de 2017

Brasileiro regista lua Io emergindo por trás de Júpiter !

Io surgindo de trás de Jupiter
Clique na foto para ver a Lua Io emergindo de trás de Júpiter.


Um espetacular vídeo feito pelo astrofotógrafo Avani Soares revela o alto nível de competência alcançado pelos astrônomos amadores brasileiros. O registro é um primor de qualidade, que rivaliza com cenas feitas pelos telescópios espaciais.

O vídeo foi criado após o processamento de mais de 10 mil frames registrados entre às 02h03 e 02h59 do dia 24 de fevereiro de 2017, a partir da cidade de Quintão, RS.

A cena mostra parte da rotação do planeta Júpiter, acompanhada do surgimento da lua Io, uma dos quatro principais satélites de Júpiter, conhecidos como luas de Galileu.

Para o registro Soares usou um telescópio Celestron C8, bastante popular entre os amadores, acoplado a uma câmera rápida e um filtro de luminância.

Embora a cena mostrada seja um primor de qualidade técnica, não é no registro de Júpiter que Avaní é reconhecido entre os astrofotógrafos. Sua maior especialidade são os registros lunares, tendo inclusive descoberto diversas feições não catalogadas.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Brasileiro_registra_lua_Io_emergindo_de_tras_de_Jupiter&posic=dat_20170303-113732.inc

quinta-feira, 2 de março de 2017

Astrónomos brasileiros descobrem novo cometa na orbita do Sol !

Cometa C/2017 D2 (Barros)
   Gráfico mostra a posição orbital do cometa C/2017 D2 (Barros) alguns dias depois de descoberto.

O novo objeto foi descoberto pela equipe do Observatório SONEAR, em Minas Gerais, e está neste momento a 482 milhões de km da Terra. O cometa tem orbita parabólica e deve atingir a máxima aproximação do Sol em julho.
Batizado de C/2017 D2 (Barros), o novo cometa foi pela primeira vez observado em 23 de fevereiro de 2017 pelo astrônomo João Ribeiro Barros e oficialmente confirmado pelo Minor Planet Center, MCP, em 1 de março de 2017.
Este é o quinto cometa descoberto pela equipe do SONEAR, observatório privado situado na cidade de Oliveira, MG, e mantido com recursos próprios pelos astrônomos Cristovão Jacques, Eduardo Pimentel e João Ribeiro Barros, autor da descoberta recente.
C/2017 D2 (Barros) é um objeto de orbita parabólica, de muito longo período, com inclinação da orbita de 31 graus e que deve se aproximar ao máximo do Sol em 12 de julho de 2017, quando chegará a 375 milhões de km da estrela.
Atualmente, Barros está entre as orbitas de Marte e Júpiter, a 482 milhões de km da Terra. Por ter uma orbita extremamente grande, similar a uma parábola, após passar pelo Sol seguirá para fora do Sistema Solar.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Astronomos_brasileiros_descobrem_novo_cometa_na_orbita_do_Sol&posic=dat_20170302-084017.inc

NASA fotografa objectos misteriosos nos anéis de Saturno !

objetos misteriosos nos anéis de Saturno
Esta versão das imagens mostram os objetos, informalmente chamados de F16QA (imagem à direita) e F16QB (à esquerda). Imagem original.

A sonda Cassini da NASA continua suas órbitas semanais passando próxima do lado de fora do anel F de Saturno. Ela está rastreando vários objetos pequenos que são persistentes nessa região.
Curiosamente, os cientistas declaram que os objetos não identificados podem ter corpos sólidos em seus interiores, dado o fato de que eles sobreviveram a várias ‘colisões’.
A sonda Cassini da NASA captou imagens mostrando dois objetos estranhos pairando acima do anel F de Saturno, reporta o site da agência espacial. Os pesquisadores indicam que os objetos ocasionalmente colidem através do núcleo brilhante do anel F, produzindo estruturas espetaculares pós colisão, e já que eles sobrevivem às colisões, os cientistas acreditam que eles possam conter corpos sólidos em seus interiores.
Segundo a NASA, as imagens foram obtidas usando a câmera de ângulo fechado da sonda Cassini, no dia 5 de fevereiro de 2017, à uma distância de 982.000 quilômetros (imagem à esquerda) e 894.000 quilômetros (imagem à direita) do anel F. A escala da imagem é de aproximadamente 6 quilômetros por pixel.
O agregado apagado de poeira que é visto ao redor dos objetos nas fotos provavelmente é o resultado de recentes colisões. Os cientistas sugerem que eles foram formados após as perturbações causadas pela lua Prometeu. Contudo, essa é somente uma teoria, a qual prova que os planetas externos no nosso sistema solar são muito mais misteriosos que imaginamos.
Os enigmáticos objetos foram detectados pela primeira vez em 2016, quando a sonda passou de órbitas mais equatoriais para órbitas com uma inclinação mais aguda sobre o equador do planeta.
A missão Cassini é um projeto de cooperação entre a NASA, a ESA e a Agência Espacial Italiana…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/03/02/objetos-misteriosos-nos-aneis-de-saturno/




Existência de vida extraterrestre pode ser comprovada pela descoberta dos fosseis mais antigos da Terra !

Fósseis mais antigos da Terra
Como reportado esta manhã (02/3) no programa Bom Dia Brasil, cientistas da University College em Londres anunciaram uma descoberta que pode ajudar a comprovar (oficialmente) a existência de vida extraterrestre.

Fósseis de bactérias com 4,3 bilhões de anos foram encontrados em rochas no Canadá, comprovando que a vida em nosso planeta começou bem antes do que se acreditava. Naquela época a Terra e Marte provavelmente tinham a mesma constituição, e os cientistas dizem que isto significa que esta bactéria também pode ter se desenvolvido no planeta vermelho.


Fonte: http://ovnihoje.com/2017/03/02/fosseis-mais-antigos-da-terra/

quarta-feira, 1 de março de 2017

O vulcão Etna acordou – Veja o que aconteceu !

O Etna, em Itália, entrou em erupção esta segunda-feira. O vulcão, que estava adormecido há apenas oito meses, protagonizou momentos dignos de registo, apesar da erupção ser considerada inofensiva.
O vulcão Etna, situado na ilha italiana da Sicília, entrou em erupção esta segunda-feira. Apesar de pequena e inofensiva para as populações mais próximas, as imagens do vulcão, que estava adormecido há apenas oito meses, são dignas de notícia, vídeo e fotografias.
É uma literal explosão de cores em tons de cinza e vermelho fortes com laivos laranjas. Na passada segunda-feira, um dos mais ativos vulcões no mundo, o Etna, acordou depois de oito meses sem qualquer registo de atividade semelhante. Os especialistas descansaram as populações mais próximas, afirmando que a nova atividade do Etna não colocaria em risco nenhuma das populações que residem perto do vulcão.
O Instituto Nacional de Vulcanologia italiano, confirmou o sucedido: o vulcão Etna tinha acordado depois de um longo sono de oito meses. Tal acontecimento podia colocar em risco as localidades mais próximas. Uma chuva de cinzas provocada pela erupção chegou a localidades próximas mas o instituto, numa atualização no site oficial, garantiu não existir qualquer constrangimento para as populações. “Nas aldeias de Zafferana e Lingfield uma modesta precipitação de cinzas foi registado”. Não há também motivos para preocupação com as rotas de aviação que sobrevoam o local. Apesar de inofensivo, o despertar do Etna permitiu a captação de imagens dignas de ficar na retina. O Observador recolheu algumas. Espreite a fotogaleria.
Pode ainda ver a ação do vulcão neste vídeo, da Time, que disponibilizamos aqui em baixo. O filme é longo, mas ainda assim vale a pena ver os primeiros minutos.

Fonte: http://observador.pt/2017/03/01/o-vulcao-etna-acordou-veja-o-que-aconteceu/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Stephen Hawking insiste em dizer que extraterrestres são perigosos !

Após a notícia da descoberta que teve um impacto monumental na vida além da Terra – um sistema planetário com um número de planetas do tamanho da Terra, os quais poderia ter água no estado líquido, e assim, vida extraterrestre – você esperaria que o renomado físico teórico Stephen Hawking receberia a notícia com entusiasmo. Mas não!
Hawking está envolvido com o projeto Breakthrough Listen – uma iniciativa de 10 anos com um financiamento de US$100 milhões, que começou em julho de 2015, a fim de procurar ativamente por comunicações de vida extraterrestre inteligente no Universo, de forma substancialmente expandida, usando recursos que não haviam sido extensamente usados anteriormente para este propósito. O projeto tem sido descrito como o mais dinâmico e progressivo para a procura de vida inteligente no Universo.
Falando para o Discovery Channel em 2010, Hawking disse que era provável que alienígenas avançados seriam uma raça nômade que viajaria pelo Universo, conquistando e colonizando quaisquer planetas que encontrassem. Ele mencionou:

Se este for o caso, faz sentido para eles explorar cada novo planeta para procura de materiais para construírem mais espaçonaves, e assim poderem continuar. Quem sabe quais limites teriam?

Hawking reiterou estas declarações pessimistas num evento do Breakthrough Listen. Ele disse:

Não sabemos muito sobre os alienígenas, mas sabemos sobre os humanos. Se você olhar para a história, o contato entre humanos e organismos menos inteligentes tem muitas vezes sido desastroso dos pontos de vista dos organismos, e encontro entre civilizações com tecnologias avançadas versus tecnologias primitivas, tem sido ruim para a menos avançada. Uma civilização que chegue a ler uma de nossas mensagens poderia estar bilhões de anos à nossa frente. Se este for o caso, eles seriam vastamente mais poderosos, e poderiam nos ver da mesma forma que vemos as bactérias.
Porém, Jill Tarter, a ex-diretora do Instituto SETI (Procura por Inteligência Extraterrestre) não concorda com Hawking. Ela disse:
Embora o Sr. Stephen Hawking alertou que vida extraterrestre poderia tentar conquistar ou colonizar a Terra, eu respeitosamente discordo. Se os alienígenas fossem capazes de visitar a Terra, isso significaria que eles teriam capacidades tecnológicas sofisticadas o suficiente para não precisar de escravos, alimentos, ou outros planetas. Se os alienígenas viessem aqui, seria simplesmente para explorarem.
Porém, ela reconheceu que isto não seria uma garantia de que os alienígenas responderiam positivamente à humanidade.
Essencialmente, ela disse, não há maneira de saber como uma raça alienígenas reagiria à civilização humana.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/28/stephen-hawking-insiste-em-dizer-que-os-ets-sao-perigosos/


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Lindas fotos do eclipse de domingo !

O eclipse anular do Sol foi visto por muita gente na manhã de domingo de carnaval. Alguns leitores não pouparam esforços, clicaram o evento e enviaram para nós as suas fotos. Veja!

Eclipse solar em Matinhos
O eclipse foi destaque na cidade de Matinhos, no litoral do estado do Paraná e foi magnificamente clicado pelo internauta Flávio Czepelski da Silva. 
 
Em algumas cidades brasileiras o eclipse começou tímido por causa das nuvens, que cismaram em ofuscar os momentos iniciais do evento. Entretanto, a obstrução não demorou muito e alguns minutos depois o Sol apareceu mordido pela Lua nova. 
Eclipse solar em Manhucu

O leitor Geraldo D'Ângelo, da cidade de Manhuaçu, em MG, também não poupou esforços e clicou o evento em vários momentos, obtendo um belo mosaico do eclipse anular.
Eclipse solar em Sao Paulo
Foto foi feita a partir do Observatório Solar Apolo11, no comprimento de onda H-alpha. A cena foi registrada durante a transmissão ao vivo do evento, que contou com milhares de telespectadores que participaram com perguntas. 
Eclipse Solar em Marilia
Outro clique fantástico do eclipse anular foi obtido pelo internauta Valter Eugênio, de Marília, interior de São Paulo. A cena retrata, além do eclipse, a pequena mancha solar AR2638, que na ocasião cobri 330 milhões de km2 da superfície solar.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Veja_lindas_fotos_do_eclipse_do_domingo_de_carnaval&posic=dat_20170227-093509.inc

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Eclipse solar com 'anel de fogo' ocorrerá amanhã !

Eclipse solar com 'anel de fogo' será visível no domingo
No Brasil, fenômeno poderá ser visto de forma parcial. Fenômeno ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham.
Ilustração da Nasa mostra as regiões que poderão observar o eclipse (Foto: Nasa)
Parte da América do Sul, do sul da África e alguns navegantes do Atlântico poderão desfrutar no domingo (26) de um espetacular eclipse solar anular, quando um "anel de fogo" rodeará o Sol.
Um eclipse solar anular ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham.
Mas mesmo quando estão alinhados perfeitamente nesta posição, a Lua está muito longe da Terra para bloquear completamente a visão do Sol, e por isso perto do disco negro do satélite é possível ver um anel de luz do astro.
Primeiramente, parecerá como se o Sol tivesse levado uma "mordida", disse Terry Moseley, da Associação Astronômica Irlandesa (IAA). Esta irá se tornando cada vez maior à medida que a Lua - invisível a partir da Terra - avança passando diante do Sol, explicou à AFP.
"Quando 90% do Sol estiver tampado, será notada uma queda significativa da temperatura e da luminosidade, e uma mudança na qualidade da luz que é difícil de descrever", acrescentou Moseley. À medida que o dia escurecer, os animais podem iniciar sua rotina noturna, acreditando que o pôr-do-sol se aproxima.
No auge do eclipse, a Lua estará no centro do Sol, provocando o aparecimento de um "anel perfeito, bonito, simétrico", antes de sair pelo outro lado, disse Moseley. Para os observadores, do outro lado da faixa de visão ideal será possível ver um anel mais largo de um lado que de outro, mas ainda assim "a imagem será espetacular". O resto do planeta não verá nada ou quase nada.
Observação segura
A Lua levará duas horas para cruzar o Sol, mas o eclipse anular durará apenas um minuto.
No Brasil, o eclipse poderá ser visto a partir das 10h02 em São Paulo. No Rio de Janeiro, às 10h10. No intervalo entre as 9h e as 12h do domingo, o fenômeno ocorrerá em algum momento em todas as capitais, exceto Rio Branco, Macapá, Manaus, São Luís, Belém, Porto Velho e Boa Vista.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Forte terramoto atinge Fiji, a 283 km de Ndoi Island !

Forte terremoto atinge Fiji, a 283 km de Ndoi Island
De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 6.9 pontos de magnitude foi registrado em Fiji, 283 km ao sul de Ndoi Island, as 14h28, pelo horário brasileiro (24/02/2017). O forte tremor ocorreu a 396 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 23.20S e 178.84W, indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.

Apesar da forte magnitude, a grande profundidade em que ocorreu a ruptura favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_atinge_Fiji_a_283_km_de_Ndoi_Island&posic=dat_20170224-145011.inc

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Descobridor das pirâmides da Bósnia diz ter encontrado ‘campos de torção’ de Tesla nas pirâmides !

Dr. Semir Osmanagić, o descobridor das pirâmides da Bósnia, explica que fez outra fascinante descoberta que não só muda a história do continente europeu, mas também de todo o planeta. A descoberta de ondas de Tesla no topo da Pirâmide do Sol na Bósnia – as quais acredita-se viajam mais rápido do que a velocidade da luz sem perder potência ao passarem pelos corpos cósmicos – prova a existência de algo referido como uma Internet Cósmica, a qual permite a comunicação intergaláctica imediata através do Universo, escreve o Dr. Osmanagić.
Fenômenos energéticos registrados acima da Pirâmide do Sol em Visoko indicam uma definição diferente de uma pirâmide, comparada às explicações convencionais e dogmáticas. As pirâmides são amplificadores de energia que enviam e recebem informação através do Sol.

Uma Internet cósmica?

Para muitos outros pesquisadores, dentre os quais o mais proeminente é Nikola Tesla, ondas escalares, ou ondas imóveis, criadas na interação de campos de torção, estão viajando a velocidades mais altas do que a da luz. Estima-se que sejam 10 bilhões de vezes mais rápidas do que a luz. Assim, os campos de torção podem se mover através de qualquer corpo cósmico (planetas, estrelas) sem desperdiçar energia. Isto significa que elas são capazes de viajar a grandes velocidades, transferir informação/energia, e que não há perda de qualidade e quantidade de informação.
A condição ideal é a de ter nas duas pontas dois produtores (geradores) de energia, que estão se comunicando mutuamente através dos Campos de Torção de Tesla (ondas). A transferência de informação é quase instantânea entre as duas partes distantes do Cosmos, e a informação não perde sua qualidade durante a transferência.
A pirâmide é a mais poderosa de todas as formas geométricas em termos de energia. Se localizado sobre um ponto de energia potente, a pirâmide se torna um amplificador de energia. Sob a Pirâmide do Sol da Bósnia, há placas e ferro (gerando um campo eletromagnético), fluxo subterrâneo de água (liberando íons negativos), e um segundo fluxo subterrâneo de água mais profundo criando eletricidade, junto com o de cima. Também, encontramos um magnetismo natural, energia orgônica.
Estes fenômenos de energia podem ser mensurados com nossos instrumentos científicos. Mas, como podemos mensurar o fenômeno energético para o qual ainda não desenvolvemos os instrumentos científicos?
Na superfície da Pirâmide do Sol da Bôsnia, durante as escavações arqueológicas, encontrarmos muitos cristais. O cristal está presente nos túneis também, e provavelmente abaixo da pirâmide.
Sabe-se que cristais de quartzo recebem e então amplificam energia. Cavidades ou túneis subterrâneos podem otimizar a energia.
O arranjo espiral de sete níveis de túneis abaixo das pirâmides induzem à aceleração do movimento energético e amplifica sua intensidade. O pesquisador finlandês Mike Virpiranta descobriu que 26 linhas vulcânicas vão em direção da Pirâmide do Sol na Bósnia.
Além disso, se a pirâmide estiver localizada na linha que conecta dois vulcões, então a estrutura fica sobre a linha vulcânica. No caso das pirâmides da Bósnia, até 15 das 26 linhas têm três, quatro ou cinco vulcões posicionados na mesma linha.
Este fator novamente mostra a importância da localização das pirâmides em Visoko, porque os vulcões são fontes de energia: lava, ferro, cristais, e minerais, escreve o Dr. Osmanagić.
Além disso, se observarmos as posições precisas da série de pirâmides em Visoko (triângulo equilátero entre a Pirâmide do Sol, da Lua e do Dragão; outro triângulo entre a Pirâmide do Amor, da Terra e da estrutura Fojnica) e observarmos elementos da geometria sagrada (Flor da vida, fórmula de Fibonacci), notamos que toda a área foi projetada para criar um complexo de energia muito poderoso, ao qual nos referimos como o Vale Bósnio das Pirâmides.

As bordas originais são algo que provavelmente nunca saberemos.

Além disso, o fluxo de energia costumava ser muito mais intenso no passado. Nosso planeta já foi mais forte e mais saudável durante o final da última Era do Gelo, por volta de 12.000 anos atrás.
Há uns quinze anos, escrevi sobre o papel dos antigos maias como “mantenedores do tempo cósmico” em livros e sobre a civilização cuja meta era a de harmonizar a frequência do planeta com a do Sol. Na época, minha hipótese foi tomada pelos editores da Wikipedia e eles a usaram como ‘argumento para me descreditar’. – Dr. Osmanagić.

Minha pequisa e meus argumentos de que as pirâmides foram construídas pelo mundo todo, e que as pirâmides mais velhas também são as mais superiores, levou a situações onde os egiptólogos criaram um muro de hostilidade contra mim.
Minha afirmação de que a Pirâmide do Sol na Bósnia é a pirâmide mais velha do mundo trouxe uma reação do egiptólogo mais influente no planeta – tem Zahui Hawass, que tem feito muito para restringir o acesso aos principais canais científicos de TV.
Nossa evidência aponta para o fato que o concreto mais velho e da mais alta qualidade na Terra pode ser encontrado na Pirâmide do Sol, e a existência da maior rede de túneis pré-históricos, tem resultado em petições por escrito, enviadas à Associação Arqueológica Européia, contra nossa pesquisa.
Porém, o tempo e argumentos científicos confirmam que estamos certos e que eles estão errados, escreve o Dr. Osmanagić.

Mas não são só os livros de história que estão errados, estamos sendo ensinados de forma errada, ou melhor, programados de forma errada em todas as áreas básicas do conhecimento.
O Dr. Osmanagić argumenta que os físicos, astrônomos e geólogos insistem que o Universo foi criado como resultado do Big Bang, e que hoje o Universo está se expandindo rapidamente. Os biólogos continuam a apoiar o Darwinismo e dizem que a vida surgiu de matéria inorgânica, que a evolução causa o desenvolvimento das espécies vivas, e que o homem descende dos macacos.

Eles estão errados, indica o Dr. Osmanagić.

A vida originou graças à uma intervenção no nosso planeta; espécies da Terra mudam ao longo do tempo através de experimentos onde a evolução tem um papel mínimo, e o Homo sapiens é o resultado de engenharia genética.

E, é claro, não somos a primeira, nem a mais avançada civilização na história do planeta.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/23/descobridor-das-piramides-da-bosnia-diz-ter-encontrado-campos-de-torcao-de-tesla-nas-piramides/


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

NASA anuncia a descoberta de 7 novos exoplanetas do tamanho da Terra ! 3 deles em zona habitável !

exoplanetas do tamanho da Terra
Exoplanetas Trappist ‘e’, ‘f’, e ‘g’, além de serem do tamanho aproximado da Terra, estão na zona habitável de sua estrela.
 
Em sua conferência de imprensa de hoje, 22 de fevereiro de 2017, a NASA anunciou que o telescópio Spitzer descobriu 7 exoplanetas do tamanho da Terra orbitando a estrela Trappist 1.

Esta é a primeira vez que 7 planetas do tamanho da Terra são encontrados de uma vez só.

Desses 7 planetas, 3 orbitam na zona habitável de sua estrela, o que significa que a água pode existir no estado líquido. Esses planetas são: Trappist 1e, 1f e 1g.

O exoplaneta 1g é 13% maior do que a Terra, enquanto os outros dois (e, f) tem aproximadamente o mesmo tamanho.

O telescópio Spitzer, que descobriu os planetas, tem estado em serviço por 14 anos e foi recalibrado para procurar por exoplanetas.

Os astrônomos estimam que em cinco anos poderão dizer que tipo de atmosfera esses planetas possuem.

Mais informações assim que tivermos mais acesso às mesmas.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/22/7-novos-exoplanetas-do-tamanho-da-terra/

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Índia bate record lançando 104 satélites ao mesmo tempo !

Foguete PSLV
Lançamento do foguete PSLV, com 104 satélites a bordo.

A agência espacial indiana, ISRO, obteve na noite passada seu maior feito desde que foi criada e colocou em órbita, de uma só vez, uma verdadeira frota espacial, batendo o recorde anterior de 37 objetos simultâneos lançados pelo Rússia em 2014.

O múltiplo lançamento ocorreu na noite de 15 de fevereiro de 2017, a partir da base de lançamentos do Satish Dhawan Space Centre (SDSC), às 03h58 UTC (01h58 BRST). Os satélites, três da Índia e 101 de países diversos, foram ao espaço por meio de um foguete indiano do tipo PSLV (Polar Satellite Launch Vehicle).

De acordo com a ISRO, a carga combinada da frota equivale a 1.38 toneladas e a missão tinha como principal objetivo colocar em orbita polar o satélite Cartosat-2, a uma altitude de 505 km.

Oitenta e oitos dos satélites são do tipo nanosats, com 30x10x10 centímetros, encomendados pela ONG estadunidense Planet, e cujo objetivo é fazer imagens da Terra diariamente.

No Twitter, o primeiro-ministro indiano Narendra Mod elogiou o feito: "Esta proeza notável da ISRO é outro momento de orgulhoso para nossa comunidade científica espacial e para nossa nação. A Índia saúda nossos cientistas".

A ISRO também informou que todos os 104 objetos atingiram a orbita desejada e estão operando corretamente.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Incrivel!_India_bate_recorde_e_lanca_104_satelites_ao_mesmo_tempo&posic=dat_20170216-102050.inc

Sonda Juno regista impressionantes formas na atmosfera de Júpiter !

Atmosfera de Jupiter
A sonda planetária Juno registrou uma das mais impressionantes imagens da superfície do planeta Júpiter, quando se aproximou a apenas 4 mil km do topo da atmosfera do maior planeta do Sistema Solar.

O sobrevoo aconteceu no último dia 2 de fevereiro, quando sonda robótica atingiu o chamado perijove ou perijupiter, momento da máxima aproximação com o gigante gasoso.

O verdadeiro rasante revelou uma série de detalhes maravilhosos, uma espécie de tapeçaria formada por gigantescos vórtices gasosos, muitos deles responsáveis por tempestades com ventos de mais de 500 km/h.

A cena retratada mostra o hemisfério sul de Júpiter, com o Sol posicionado no canto superior direito. Devido a essa geometria, grande parte do corpo planetário aparece iluminado pela estrela, enquanto as trevas dominam a porção inferior da imagem.

No canto direito vemos uma das mais interessantes feições jupterianas, uma tempestade anticiclônica chamada Oval BA, conhecida popularmente por "Red Junior".

Essa tormenta apareceu pela primeira vez no ano 2000, após três pontos tempestuosos colidirem e se mesclarem. De acordo com os pesquisadores, um evento similar aconteceu há cerca de 300 anos e deu origem à chamada Grande mancha Vermelha, ou GMV, possivelmente a maior tempestade do Sistema Solar, com ventos de mais de 600 km/h e que já dura incríveis três séculos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Sonda_Juno_registra_impressionantes_formas_na_atmosfera_de_Jupiter&posic=dat_20170213-105225.inc

Forte terramoto abala Bolívia, a 39 km de Padilla !

Forte terremoto sacode Bolívia, a 39 km de Padilla
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um intenso abalo sísmico que atingiu 6.5 pontos de magnitude foi registrado na Bolívia, 39 km a leste de Padilla as 11h09 pelo horário de Brasília (21/02/2017). O violento abalo teve seu epicentro localizado sob as coordenadas 19.28S e 63.92W, a 596 km de profundidade. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade do abalo, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 6.5 pontos de magnitude libera a mesma energia que 4 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 84345 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Bolivia_a_39_km_de_Padilla&posic=dat_20170221-114034.inc

NASA agenda conferência de imprensa para anunciar “importante descoberta” !

NASADe acordo com a agência espacial, o evento apresentará novas descobertas sobre planetas que orbitam outras estrelas. Estes planetas são chamados de exoplanetas.
Embora ninguém esteja certo do que exatamente a agência espacial apresentará, muitos dizem que ela poderá revelar detalhes sobre exoplanetas capazes de abrigar a vida, ou talvez a descoberta de algum ‘clone’ da Terra.
O evento está agendado para amanhã, 22 de fevereiro, às 13h00, horário de Nova Iorque, no quartel general da agência, localizado na 300 E Street, SW, Washington, EUA.
A NASA também terá uma sessão de AMA (Ask Me Anything – Pergunte-me Qualquer Coisa) no Reddit, após a conferência de imprensa.

Os participantes da conferência serão: 

Thomas Zurbuchen, administradora associado do Diretorado de Missões de Ciência do Quartel General da NASA em Washington

Michael Gillon, astrônomo da Universidade de Liege, na Bélgica

Sean Carey, gerente do Centro Spitzer de Ciência da NASA, na Caltech/IPAC, Pasadena, California

Nikole Lewis, astrônoma do Instituto de Ciências de Telescópio Espacial em Baltimore

Sara Seager, professora de ciência planetária e física do MIT – Instituto Massachusetts de Tecnologia, em Cambridge
Para acessar a transmissão ao vivo do evento, ou atualizações do horário, visite: http://www.nasa.gov/nasatv

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/21/nasa-importante-descoberta/

NASA propõe redefinir a palavra planeta !

planeta, sistema solar, NASA
Na atual definição da palavra, para que um corpo celeste seja classificado como um ‘planeta’, ele deve estar em órbita ao redor de sua estrela mãe, deve ser massivo o suficiente para que sua própria gravidade o torne redondo, e deve ter “limpado sua vizinhança” de objetos pequenos com suas próprias órbitas.
Porém, agora os cientistas da NASA vieram com uma nova definição para a palavra ‘planeta’, a qual foca não somente nos seus atributos orbitais, mas também em suas propriedades físicas.
Se isto for estabelecido formalmente, significaria que o nosso sistema solar teria mais de 100 planetas, inclusive Plutão (que recentemente foi rebaixado) e até mesmo nossa própria Lua seria considerada um planeta.

Os cientistas escreveram:

Propomos a seguinte definição geofísica de um planeta para uso por educadores, cientistas, estudantes e o público. Um planeta é uma corpo com massa sub-estelar que nunca passou por fusão nuclear, e que tem gravidade suficiente para tomar uma forma esferoidal adequadamente descrita por uma elipsoide triaxial, independentemente de seus parâmetros orbitais.
Em outras palavras, para ser considerado um planeta, um corpo celeste precisa somente ser redondo e menor do que uma estrela.
Esta definição faz muito mais sentido, argumentam os pesquisadores, pois a definição existente não leva em consideração os planetas em órbitas de outras estrelas, ou mesmo aqueles que não têm uma estrela mãe.
Também, o requerimento de ‘limpeza da zona’ ao redor do corpo celeste é falho, porque o tamanho da zona deve ser definido e em muitas circunstâncias a limpeza desta área é impossível irrelevantemente do tamanho e das propriedades do corpo celeste em questão. Um objeto do tamanho da Terra dentro do Cinturão de Kuiper, por exemplo, nunca seria capaz de limpar suas imediações, embora seja claramente um planeta.

Para acesso ao texto completo da proposta (em inglês), clicar aqui.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/20/nasa-propoe-redefinir-palavra-planeta/


Matéria orgânica descoberta em Ceres, sugerindo que vida possa existir nesse planeta anão Destaque Matéria orgânica é descoberta em Ceres, sugerindo que possa existir vida nesse planeta anão !

Ceres - matéria orgânica
Os cientistas que estão procurando por vida além da Terra têm um novo alvo relativamente próximo de casa.
O planeta anão Ceres, que orbita o Cinturão de Asteroides Principal entre Marte e Júpiter, possui matéria orgânica em sua superfície, mostra um trabalho publicado na edição desta semana do Science.
A descoberta, feita pela sonda orbital Dawn da NASA, vem após descobertas anteriores de que Ceres, que tem 950 km de diâmetro, pode ter um oceano abaixo de sua superfície gelada.
O cientista planetário Michael Kuppers, do Centro Europeu de Astronomia Espacial em Madrid, disse para o site Seeker:

Há especulações sobre um oceano abaixo da superfície de Ceres, similar ao de Europa e Encélado. Eu acho que Ceres é um ótimo alvo para procurar por vida fora da Terra. Além da distância, o ambiente de radiação é mais benigno do que, por exemplo, Europa.

Europa, uma lua de Júpiter, e Encélado, de Saturno, são alvos primários na procura por vida além da Terra.
O cientista líder do Projeto Dawn, Christopher Russell, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, disse que a descoberta significa que Ceres deveria ser mais explorado, mas avisou que estas moléculas orgânicas estão “longe de serem vida microbiana”.

Russell escreveu num e-mail para o Seeker:

Ceres deve ser relativamente fácil de pousar e têm um ambiente benigno quando comparado com corpos celestes mais longe no sistema solar. Deveríamos levar um pequeno laboratório químico até Ceres e analisar seu solo o exosfera.

Os dados coletados pelo espectrômetro de imageamento perto de infravermelho mostrou que o material orgânico que se compara com compostos similares ao piche, tal como asfaltita, levou a pesquisadora Maria Cristina De Sanctis, do Instituto Nacional para Astrofísica em Roma, Itália, e seus colegas, escreverem o trabalho publicado no Science.
Uma análise seguinte mostrou que os orgânicos são nativos de Ceres, e mais provavelmente formados por atividades hidrotérmicas abaixo da superfície.

O periódico Science escreveu num resumo da pesquisa:

Estes compostos são improváveis de terem vindo de uma fonte exterior num impacto… porque o extremo calor do impacto teria destruído estes tipos de compostos.
A localização dos compostos orgânicos também lançam uma dúvida se eles vieram via impacto de cometa ou asteroide. Os cientistas descobriram os compostos em dois locais de Ceres, inclusive na borda de uma cratera.

Russell disse:

A explicação mais simples é a de que eles foram produzidos dentro de Ceres.
Olhando por um panorama mais amplo, a descoberta de matéria orgânica em Ceres, que orbita a quase três vezes a distância entre o Sol e a Terra, mostra que os blocos de construção da vida estavam presente desde o começo de nosso sistema solar há 4,6 bilhões de anos.

Russell ainda disse:

Se considerarmos Ceres como um típico planetésimo formado há aproximadamente 3 milhões de anos após o dia um do sistema solar, a descoberta indica que o material inicial no sistema solar continha os elementos essenciais… para vida.
Ceres pode ter sido capaz de levar esse processo somente até um determinado ponto. Talvez os corpos entre a Terra e Ceres em complexidade, tais como Europa e Marte, serão capazes de preencher a lacuna de nossa compreensão sobre o começo da vida.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/17/materia-organica-e-descoberta-em-ceres/


NASA pede ajuda da população para encontrar novos mundos !

A NASA está convidando o público para ajudar na procura por possíveis mundos ainda não descobertos nos confins de nosso sistema solar e no espaço interestelar vizinho. Um novo site, chamado Backyard Worlds: Planet 9, permite que todos participem da procura, através da visualização de breves ‘filmes’ feitos de imagens capturadas pela missão Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE). Os filmes realçam os objetos que se movem gradualmente pelo céu.

O pesquisador líder Marc Kuchner, um astrofísico do Centro de Vôo Espacial Goddard da NASA, em Greenbelt, Maryland – EUA, disse:

Há somente um pouco mais do que quatro anos-luz entre Netuno e Proxima Centauri, a estrela mais próxima, e muito deste território é inexplorado. Devido ao fato de haver pouca luz solar, até mesmo objetos grandes nessa região quase não brilham na luz visível. Olhando em infravermelho, o WISE pode ter captado objetos que de outra forma não veríamos.
O WISE fez uma varredura de todo céu entre 2010 e 2011, produzindo a procura mais abrangente em comprimentos de onda infravermelhas médias que atualmente estão disponíveis. Com o término de sua missão primária, o WISE foi desligado em 2011. Ele foi reativado em 2013 e dado uma nova missão, ajudando os esforços da NASA de identificar objetos potencialmente perigosos próximos da Terra, os quais são asteroides e cometas em órbitas que os trazem dentro da vizinhança da órbita da Terra.
O novo site usa os dados da procura por objetos desconhecidos dentro e fora de nosso sistema solar. Em 2016, os astrônomos da Caltech, em Pasadena na Califórnia, mostraram que vários objetos distantes no sistema solar possuem características orbitais, as quais indicam que eles foram afetados pela gravidade de um planeta ainda não detectado que os pesquisadores apelidaram de Planeta Nove. Se o Planeta Nove – também conhecido como Planeta X – existe e é tão brilhante quanto alguns predizem, ele poderia parecer nos dados do WISE.
A pesquisa também pode descobrir objetos mais distantes, tais como anãs marrom, algumas vezes chamadas de estrelas que fracassaram, no espaço interestelar próximo…
No site disponibilizado as pessoas ao redor do mundo podem passar por milhões de ‘flipbooks‘, os quais são animações breves mostrando como pequenas áreas do céu mudou ao longo dos anos. Os objetos em movimento marcados pelos participantes serão priorizados pela equipe científica para mais observações por astrônomos profissionais. Os participantes receberão o crédito pelas descobertas por quaisquer publicações científicas resultantes do projeto…

Para mais informações sobre o Backyard Worlds: Planet 9, visite:

http://backyardworlds.org

Para mais informações sobre a missão WISE da NASA, visite:

http://www.nasa.gov/wise

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/17/nasa-pede-ajuda-da-populacao-para-encontrar-novos-mundos/

Astrónoma brasileira disponibiliza livro gratuito sobre astronomia

astronomia
A astrônoma Lilia Irmeli, professora aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Observatório do Valongo), disponibilizou ao Projeto Ciencianautas o livro “À luz das Estrelas”, de forma gratuita.
O livro “À Luz Das Estrelas” é sobre estrelas – como nascem, vivem e morrem. E, especialmente, como fabricam os elementos químicos que – muito tempo depois – vão se aglutinar para formar estruturas, como as pedras, árvores e nós mesmos.
Mas este não é apenas um livro sobre estrelas. Ele começa com um passeio pela Astronomia, pelos elementos químicos, e logo mergulha na evolução do Universo, desde o Big Bang até a formação da nossa Galáxia e de outras galáxias, nebulosas e do Sistema Solar. Fala dos modelos “pensados” do Universo, aqueles que foram propostos basicamente a partir da imaginação fértil de seus autores, como Wright e Kant, sem o auxílio dos instrumentos que seriam desenvolvidos depois.
Na segunda parte, mais detalhada, o livro introduz conceitos básicos, como a contração gravitacional, responsável pela existência das estrelas, a natureza da luz, os espectros e as propriedades físicas das estrelas. Para isso, discute a teoria quântica e suas aplicações na interpretação da luz das estrelas, concluindo com os processos básicos da Astrofísica Nuclear, que estão na origem da energia das estrelas e da sua composição química.
As duas últimas partes aproveitam os conceitos introduzidos nas seções iniciais e contêm o núcleo da estrutura e da evolução das estrelas. Os ciclos de queima nuclear são então descritos de maneira mais detalhada, e o leitor pode compreender como são formados os principais elementos químicos na nucleossíntese estelar quiescente e explosiva. O uso do diagrama HR torna bastante simples a compreensão das trajetórias evolutivas, particularmente após a sequência principal. As principais possibilidades de remanescentes estelares são mencionadas na parte final, incluindo as anãs brancas, as estrelas de nêutrons e os buracos negros. Escrito em uma linguagem objetiva, o livro pode ser usado por leitores sem qualquer formação em Física ou Matemática. Para os mais corajosos, há uma série de anexos com desenvolvimentos mais detalhados de alguns dos temas tratados. – Giovane Santana

Para baixar o livro, acessar o site ciencianatuas.com, clicando aqui.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/16/livro-gratuito-sobre-astronomia/


Grupo de astrónomos fazem da pesquisa por exoplanetas um esforço em grupo !

Uma equipe internacional de astrônomos liberaram a maior compilação de observações de detecção de exoplanetas já feita usando uma nova técnica chamada de método de velocidade radial. Eles demonstraram como estas observações podem ser usadas para encontrar planetas, através da detecção de mais de 100 exoplanetas em potencial, inclusive um orbitando a quarta estrela mais próxima do nosso sistema solar, que está a aproximadamente 8,1 anos-luz da Terra. O trabalho está publicado no The Astronomical Journal.
O método de velocidade radial é uma das técnicas de mais sucesso para encontrar e confirmar a existência de planetas fora do nosso sistema solar. Ela aproveita o fato de que além de um planeta ser influenciado pela gravidade da estrela que orbita, a própria gravidade do planeta também afeta a estrela. Os Astrônomos são capazes e usar ferramentas sofisticadas para detectar as pequenas variações que o planeta induz enquanto sua gravidade puxa a estrela.
A enorme montanha de dados liberada ao público neste trabalho foi coletada como parte de um programa de duas décadas que usa um espectrômetro chamado HIRES, montado no telescópio Keck-I de 10 metros do Observatório W. M. Keck, no topo da montanha Mauna Kea, no Havaí. A compilação inclui quase 61.000 mensurações individuais feitas de mais de 1.600 estrelas. Ao tornar os dados públicos, a equipe está oferecendo um acesso sem precedentes para uma das melhores pesquisas de exoplanetas no mundo.

Steve Vogt, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, o qual construiu o instrumento, disse:

HIRES não foi especificamente otimizado para fazer este tipo de trabalho de detetive à procura de exoplanetas, mas acabou sendo o instrumento mestre do campo. Estou muito feliz em contribuir à ciência que está fundamentalmente mudando como vemos a nós mesmos no Universo.
Agora que a pesquisa entra em sua terceira década, os membros da equipe decidiram que está na hora de fazer uma limpeza. Com tantos dados em mãos e uma quantidade limitada de tempo, eles reconheceram que mais exoplanetas seriam encontrados se compartilhassem seu catálogo com a comunidade.

Mas a equipe não está somente dando a chave a todos de seu ‘descobridor de exoplanetas’; eles também estão se auto ajudando. Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire liderou a sofisticada análise estatística do grande jogo de dados para encontrar sinais periódicos dos planetas mais prováveis.

Tuomi explicou:

Fomos muito conservadores neste trabalho sobre o que conta como candidato a exoplaneta e o que não conta, e mesmo com nossos critérios restritivos descobrimos 100 novos prováveis candidatos a exoplanetas. 

Já está mais do que provado que há incontáveis mundos lá fora que podem abrigar a vida tal como a conhecemos, sem contar com os outros mundos que podem estar abrigando a vida que sobrevive em ambientes nocivos a nós.
O Universo teve tempo suficiente, mesmo muito antes de nós aparecermos neste planeta, para criar e evoluir vida inteligente. Sabendo o que sabemos hoje sobre o Universo, quem pensar que tudo isto foi feito somente para nós humanos é porque realmente não compreendeu a dimensão de toda esta coisa.

A chance de sermos os únicos seres conscientes no Universo é praticamente impossível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/14/equipe-de-astronomos-faz-da-cacada-por-exoplanetas-um-esforco-em-grupo/


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Cometa verde aproxima-se da Terra e poderá ser visto de madrugada !

Cometa 45p Honda
No próximo sábado, dia 11, o cometa 45P/Honda chegará muito próximo da Terra e se as condições do local de observação permitirem poderá ser visto com um simples binóculo antes de o Sol nascer.
Chamado oficialmente 45P/Honda–Mrkos–Pajdušáková, o objeto foi visto pela primeira vez por Minoru Honda, em 3 de dezembro de 1948. Completa uma volta em torno do Sol a cada 5.25 anos e sua última aproximação do astro rei foi em 31 de dezembro de 2016, quando passou a cerca de 75 milhões de km da estrela.
Eventualmente, o corpo celeste se aproxima muito da Terra e em 15 de agosto de 2011 chegou apenas 8.9 milhões de km de distância. Agora, 45P/Honda está de volta. E se aproximando.
Neste momento, o núcleo do cometa está a cerca de 14 milhões de km do nosso planeta e deverá atingir o ponto de máxima aproximação em 11 de fevereiro, quando chegará a 12.43 milhões de km da Terra. 
Carta Celeste 45 P Honda
As últimas fotos, feitas em sua maioria por astrônomos amadores, mostram que 45p/Honda é um objeto pequeno e esverdeado. Essa cor é devido à presença de carbono diatômico que é ejetado ao espaço e que ao ser bombardeado por energia ultravioleta emitida pelo Sol se ioniza e emite luz neste comprimento de onda.
As melhores estimativas indicam que o brilho de 45P/Honda deverá aumentar ainda mais devido à aproximação com o Sol e poderá atingir a magnitude 6.0, no limiar de percepção da visão humana. No entanto, isso não significa que basta olhar para o céu e ver o cometa. É preciso saber para onde olhar, além de ter também um pouco de habilidade para distinguir o objeto entre tantas estrelas.
No dia 11 de fevereiro, dia da maior aproximação, 45p/Honda poderá ser encontrado bem baixo no quadrante leste a partir das 04h00 e ficará disponível por cerca de 90 minutos, até que os primeiros raios de Sol ofusquem o objeto.
Visto através de um binóculo de boa qualidade, 45p/Honda se parecerá a um pequeno pontinho verde dotado de uma longa cauda.
Se você é madrugador e gosta de olhar para o céu, esta é uma excelente chance de contemplar um cometa com os próprios olhos. Mas não espere muito.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Cometa_verde_se_aproxima_da_Terra_e_podera_ser_visto_na_madrugada&posic=dat_20170207-111419.inc




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Efectuado primeiro teste de observação do multiverso !

Multiverso
A teoria de que o nosso Universo está contido dentro de uma bolha, e que uma alternativa de múltiplos universos existe, com cada universo dentro de sua própria bolha – tornando tudo um multiverso – está, pela primeira vez, sendo testada por físicos.
Dois trabalhos de pesquisa publicados no Physical Review Letters e Physical Review D são os primeiros a detalhar como procurar por assinaturas de outros universos. Os físicos agora estão procurando por padrões similares a discos na radiação cósmica de microondas de fundo (sigla CMB em inglês) – que é uma radiação de calor deixada pelo Big Bang – a qual poderia fornecer evidências de colisões entre outros universos e o nosso.
Muitas teorias modernas de física fundamental predizem que o nosso Universo está contido numa bolha. Além da nossa bolha, este ‘multiverso’ também deverá conter outras bolhas, cada uma podendo conter um universo. Em outras ‘bolhas de universo’ as constantes fundamentais, e até mesmo as leis básicas da natureza, poderão ser diferentes
Até agora, ninguém havia sido capaz de encontrar uma forma de procurar eficientemente por sinais de colisões de bolhas de universos – e com isto provas da existência do multiverso – na radiação CMB. Além disso, os físicos precisavam ser capazes de testar se quaisquer padrões que detectassem eram mesmo o resultado de colisões, ou somente padrões aleatórios nos dados repletos de ruídos.
Uma equipe de cosmologistas da University College London (ECL), Imperial College London e Instituto Perimeter para Física Teórica agora resolveu este problema. A Dra. Hiranya Peiris, co-autora da pesquisa do Departamento de Física e Astronomia da UCL, disse:
É um problema computacional e estatístico muito difícil. Procurar por todos os possíveis raios de impressão de colisão no céu. Mas foi isto que aguçou a minha curiosidade.
A equipe executou simulações do que o céu pareceria com e sem as colisões cósmicas e desenvolveu um algoritmo inovador para determinar o que se encaixaria melhor com a enorme quantidade de dados da Sonda Anisotrópica de Microondas Wilkinson (sigla WMAP em inglês). Eles ajustaram o primeiro limite observacional superior em quantas assinaturas de colisão de bolha poderiam haver no céu CMB.
Stephen Feeney, um aluno PhD da UCL, que criou o poderoso algoritmo de computador para procurar por sinais de assinatura de colisão entre “universos bolha”, e co-autor dos trabalhos de pesquisa, disse:

O trabalho representa uma oportunidade para testar uma teoria que é verdadeiramente alucinante: De que existimos dentro de uma vasto multiverso, onde outros universos estão constantemente sendo criados.
Um dos muitos dilemas que os físicos enfrentam é que humanos não são muito bons em ‘catar’ padrões nos dados que possam ser somente coincidências. Porém o algoritmo da equipe é muito mais difícil de enganar, impondo regras muito restritas sobre se os dados se encaixam num padrão, ou se o padrão ocorreu somente por acaso.

O Dr. Daniel Mortlock, co-autor do Departamento de Física do Imperial College London, disse:

É tão fácil interpretar erroneamente padrões interessantes em dados aleatórios, assim tomamos muito cuidado para avaliar o quão provável seria para as possíveis assinaturas de colisão de bolhas que encontramos poderem ter surgido por acaso.
Os autores realçam o fato de que estes primeiros resultados não são conclusivos o suficiente, nem para descartar os multiverso, nem para definitivamente detectar a impressão de uma colisão de bolha. Porém, a WMAP não dará a última palavra: Novos dados atualmente vindos do satélite Planck da Agência Espacial Europeia deverão ajudar a resolver o quebra-cabeças.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/02/05/efetuado-primeiro-teste-de-observacao-do-multiverso/


Sismo com magnitude 3,1 sentido no Faial - Açores !

Um sismo com magnitude 3,1 na escala de Richter foi hoje sentido na ilha do Faial, nos Açores, informou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros.

Segundo a Proteção Civil, que cita o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores, o sismo foi registado às 08:45 locais (mais uma hora em Lisboa) e teve epicentro no mar, a cerca de 38 quilómetros a oeste/noroeste do Capelo, no Faial.

"De acordo com a informação disponível até ao momento, o sismo foi sentido com intensidade máxima II/III na escala de Mercalli Modificada no Capelo e no Castelo Branco, concelho da Horta", adianta a Proteção Civil.

O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores continua a acompanhar o evoluir da situação.

O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores recomenda à população que tome medidas de autoproteção, como manter a calma e contar com a ocorrência de possíveis réplicas.

Não acender fósforos nem isqueiros devido a eventuais fugas de gás, ter cuidado com vidros partidos ou cabos de eletricidade, e a limpeza urgente de produtos inflamáveis que tenham sido derramados são outros dos conselhos da Proteção Civil em caso de sismo.

Fonte: http://www.msn.com/pt-pt/noticias/nacional/sismo-com-magnitude-31-sentido-na-ilha-do-faial/ar-AAmFcOf?li=BBoPWjC&ocid=wispr


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