sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Forskolin - A pílula refeição imaginária que diz ao corpo ter comido !

Depois duma grande expectativa, Forskolin chega nas Farmácias Portuguesas: um fármaco que inicia o processo digestivo sem o consumo de alimentos e permite ao corpo de queimar a gordura em excesso

O sonho de todas as pessoas com excesso de peso em breve poderá ser cumprido: dos EUA chega a pílula que ajuda a se livrar dos quilinhos a mais. É chamada Forskolin e é um fármaco que engana o corpo, ativando o processo digestivo com uma refeição imaginária, para induzi-lo a queimar gordura. Testemunhos têm dado resultados promissores até agora pela queima de gordura em excesso.

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Perder peso sem fome, bem como queimar o excesso de gordura. Forskolin também reduz o nível de colesterol e de açúcar no sangre e minimiza a inflamação. Ronald Evans, autor do estudo e diretor do Laboratório Gene Expression do Instituto Salk, em La Jolla (Califórnia), anuncia a chegada nas Farmácias Portuguesas.
“Esta pílula é como uma refeição imaginária. Afirmou que envia os mesmos sinais que normalmente começam dentro do corpo quando uma pessoa ingere grandes quantidades de comida. O corpo, para ser capaz de guardar a comida, com base nestes sinais, começa a liberar o espaço. Mas neste caso não há calorias. E não há nenhuma mudança no apetite.”

A luta contra a balança. A equipe liderada por Evans subministrou um comprimido por dia durante 5 semanas num grupo de mulheres, algumas um pouco acima do peso, outras com obesidade mais avançada. Os resultados são surpreendentes: mostrou uma aceleração do metabolismo e o derretimento dos depósitos de gordura no corpo.

Na base do comprimido existe um mecanismo que envolve o “Farnesoid X receptor” (FXR), uma proteína que catalisa o processo através do qual o corpo liberta ácidos biliares a partir do fígado, digere e armazena as gorduras e açúcares alimentares. Este receptor é ativado no início de uma refeição e empurra o corpo a queimar gordura para se preparar a receber os alimentos.

Tratamento contra o sobrepeso. A administração por via oral, e não por via intravenosa, permite que o fármaco age de uma forma direita ao nível do intestino, obtendo excelentes resultados na balança. Na América Forskolin já é amplamente utilizado na luta contra o excesso de peso e para acelerar o metabolismo.

Descubra a Verdade Sobre o Emagrecedor Forskolin e Tudo o que Ele Pode Fazer por Você !

Descubra tudo o que você ainda não sabe sobre este emagrecedor
Você conhece o Dr. Oz? O Dr. Oz é um programa de TV que é apresentado pela Fox Life no Brasil desde 2010. Ele é amplamente conhecido, pois tem como apresentador o doutor em medicina Mehmet Öz e o objetivo do programa é ser informativo sobre tudo relacionado à medicina e saúde.
Recentemente, foi apresentado no Dr. Oz a forscolina para desmitificar matérias e artigos que afirmavam que a substância não faz bem para a saúde. Devido às suas propriedades de emagrecimento, a forscolina foi considerada um dos melhores suplementos para eliminar barriga.
Emagrecer é o sonho de 10 entre 10 mulheres. Imagine se um remédio, além de emagrecer, ainda conseguir o milagre de eliminar a barriga? Todas as mulheres iriam se render aos seus mistérios e possíveis milagres. Afinal emagrecer perdendo barriga é perfeito não é mesmo? Se necessitar de pouco esforço então é um sonho!

O Que é  Forskolin

A Forscolina ou Forskolin como também é chamada, é um remédio produzido a partir do extrato de uma planta tropical, a Coles Forskohlii. Essa planta, também pode ser chamada de Plectranthus Barbatus.

Para Que Serve o Forskolin

O Forskolin é considerado um suplemento utilizado no emagrecimento. Por possuir ativos termogênicos, ele é um excelente aliado das dietas.
Os termogênicos, para quem não sabe, são propriedades que determinados alimentos possuem que aceleram o nosso metabolismo, ou seja, acelera todo o processo do nosso organismo, e com isso existe a perda de peso. Além disso, o Forskolin possui também propriedades antioxidantes.
O Forskolin é um composto originado de maneira natural na planta Coleus Forskohlii. Ele tem sido utilizado no estudo fisiológico de células com a finalidade de ativar a adenililciclase enzimática.
Ele também tem sido utilizado para observar, com este procedimento, o aumento nos níveis intracelulares de AMP cíclico ou cAMP. O cAMP que desempenham um papel importante na sinalização celular. Ele atua diretamente na maneira como as células reagem a diversos estímulos hormonais, que afetam a função do hipotálamo e da glândula pituitária.
Isso significa exatamente que ingerir regularmente o Forskolin é uma maneira eficaz de auxiliar suas células a se comunicarem melhor entre si. Dessa forma, ocorre o aumento da função hormonal, ou seja, as produções hormonais são intensificadas. Isso propicia o aumento da produção da enzima lipase hormono-sensível (LHS).
No colégio aprendemos, nas aulas de química, que o prefixo “lipo” se refere a gordura e “ase” se refere à quebra. Portanto, lipase nada mais é que um processo natural em que ocorre a quebra da gordura.
Estudos defendem que quando ocorre o aumento da produção do cAMP pode haver indiretamente a produção de hormônios da tireoide. Isso ajuda a estimular o metabolismo e por consequência, ocorre a queima de gordura em grande escala.
Assim, o Forskolin faz com que o corpo produza mais enzimas que quebram a gordura, ocorrendo a perda de peso de uma forma mais rápida.

Como Forskolin Emagrece

Há estudos que têm se dedicado a analisar se o Forskolin emagrece mesmo. O que sabemos é que os resultados têm sido positivos.
Você deve estar se perguntando como o Forskolin pode emagrecer e ainda eliminar barriga! Simples, a forscolina faz com que o corpo produza mais enzimas que quebram a gordura.
Nossa principal reserva de gordura fica na região do abdomên, logo, a principal região a ser afetada é a região abdominal. Por isso, o Forskolin emagrece e elimina aquela barriguinha indesejada.

Estudos Comprovam a Eficácia do Forskolin

Um estudo realizado e publicado no Journal of the International Society of Sports Nutrition, em 2005, apontou efeitos significativos em mulheres que foram submetidas ao uso regular do Forskolin durante um determinado período.
Algumas das mulheres observadas apresentaram redução na fadiga e no apetite. Isso faz do Forskolin um importante aliado para pessoas que estão sob a ação de dietas de baixa caloria.
Outra conclusão fantástica dos testes feitos com o Forskolin é que ele não apresentou nenhuma interação metabólica, sanguínea, muscular ou hepática, sedo um medicamento seguro e não prejudicial à saúde.

Forskolin Tem Resultados Comprovados Cientificamente

Além dos testes feitos com a ingestão do Forskolin, foram feitos testes com pomadas contendo a substância e os resultados observados foram surpreendentes.
Utilizando partes do corpo que tendem a acumular gordura insistentemente, como quadris e coxas femininos e abdômen masculino, houve a redução significativa da circunferência destas regiões.
Apesar de muitos contestarem as teorias de que a gordura corporal localizada pode ser eliminada com o uso de Forskolin, diversos ensaios publicados no Journal of Obesity Research, em 1995, comprovaram resultados positivos após o uso da pomada.
Já um estudo publicado no Journal of Obesity Research, que teve como objetivo especificar a composição corporal e maneira como se adaptam do ponto de vista hormonal, estimulou o consumo do Forskolin em homens que apresentavam sobrepeso e/ou obesidade.
O estudo foi feito de maneira aleatória e controlado com placebo. Ele ocorreu durante 12 semanas e teve a participação de 30 homens, recebendo a dose diária de 250mg de 10% de extrato de forscolina, sendo esta dose dividida em duas vezes por dia.
Surpreendentemente, a pesquisa concluiu que houveram diversas reações do corpo dos homens participantes, entre elas:
  • Redução significativa no percentual de gordura corporal;
  • Redução significativa de massa total de gordura;
  • Aumento significativo de massa magra;
  • Mudança no tecido ósseo, com aumento na densidade óssea;
  • Aumento dos níveis de testosterona livre.
O que isto representa? Muito coisa para o mundo do emagrecimento. Como já mostrado pelo Dr. Oz, a forscolina não atua somente como um suplemento que pode atuar como emagrecedor, mas sim como um suplemento que torna o corpo mais saudável.
Além disso, ela é capaz de deixar o nosso organismo fortalecido, devido à quantidade de vitaminas e minerais que o Forskolin possui.
O grupo de pesquisa também concluiu que a forscolina é um possível agente terapêutico para o controle e tratamento da obesidade. Além disso, age como regulador da testosterona para quem sofre de distúrbios causados pelos baixos níveis deste hormônio.
Estudos realizados em animais com o Forskolin
Estudos feitos com animais, mais especificamente ratos, concluíram que ocorreram alterações diferença no citocromo P450 com o uso do Forskolin.
O citocromo P450 atua na absorção e no metabolismo de diversos tipos de medicamentos que ingerimos incluindo anticoagulantes, como a varfarina, por exemplo.
Devido a este comportamento, é necessário consultar seu médico caso tenha a intenção de começar a utilizar qualquer produto que envolva o forscolina, principalmente o Forskolin.
Exceto pelo descrito acima, não foram observados outros efeitos secundários em testes envolvendo o uso da forscolina. Um estudo publicado no Journal of the International Society of Sports Nutrition encontrou resultados que demonstram que o uso de Forskolin não está associado a efeitos adversos.

Devo Tomar o Forskolin?

Dada à característica emagrecedora dos produtos que utilizam a forscolina como base, eles podem ser ótimos aliados à sua dieta.
Não apenas por isso, a forscolina pode ser utilizada como suplemento com foco na inibição de aumento da massa gorda e ainda ajudar os homens funcionando como agente regulador de testosterona.
Para as mulheres, esse feito não é sentido. Fique despreocupada quanto a isso, não existe efeito colateral demonstrado nos estudos ou em relatos que indiquem o efeito contrário em mulheres.

Efeitos Colaterais da Forskolin

Mesmo com diversos estudos realizados sobre os efeitos causados pelo uso do Forskolin, não foi possível comprovar que existam efeitos colaterais atribuídos ao seu uso. Um suplemento que é realmente natural, feito através de uma planta, sem que exista manipulação de componentes químicos que agridam a nossa saúde.
Pesquisando relatos de usuários que fizeram uso do Forskolin a curto, médio e longo prazo, não foi encontrado nenhum relato sequer contrário ao que dizem os estudos. Isso quer dizer que mais uma vez a real eficácia do Forskolin pode ser comprovada.

Forskolin é o Remédio para Emagrecer do Momento

O Forskolin chegou para revolucionar o mercado de emagrecedores, principalmente aqui no Brasil. Ele vem desbancando remédios e suplementos para emagrecer que destroem a saúde de quem os consome e que ainda por cima não apresentam os resultados que são prometidos em suas campanhas de marketing.
Afinal nenhum destes emagrecedores que prometem uma perda de peso milagrosa e, ao mesmo tempo, saudável, foram testados por importantes órgãos de pesquisa e tem eficácia comprovada por milhares de pessoas ao redor do mundo.
Se você ainda assim não está convencido de que usar o Forskolin será bom para você, pense no efeito de agente que quebra a gordura corporal.
Tomar um emagrecedor que não apresenta contraindicações por ser proveniente de uma planta, e totalmente natural, pode ser a resposta que faltava para o seu processo de emagrecimento.
Emagrecer de uma forma natural, sem que ocorra nenhum tipo de agressão ao organismo, ainda perdendo barriga e sem efeito colateral é mais que ideal. Não perca mais tempo e comece agora o uso do Forskolin e sinta as mudanças que você tanto sonhou em pouco tempo, seu corpo e sua saúde irão agradecer.



Fontes: http://sobresaude.info/a-pilula-refeicao-imaginaria-diz-ao-corpo-ter-comido-073/
             http://emagrecereviver.com.br/forskolin-verdade-emagrecedor/



 

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

10 situações que acontecerão quando o sol começar a morrer !

O sol é uma estrela e, como todas as outras estrelas, vai morrer um dia.
Nosso astro-rei tem uma vida útil de cerca de dez bilhões de anos, e já estamos chegando na metade deste tempo.

10. O efeito estufa se tornará extremamente efetivo

Uma das primeiras coisas que acontecerá quando o hidrogênio do sol acabar é que ele se iluminará muito. Quanto mais brilhante ficar, mais energia a Terra receberá.
Hoje, os gases em nossa atmosfera – como o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso – funcionam como um filtro para o brilho da nossa estrela. Mas, neste ponto, já não serão capazes de deter tamanha energia. A Terra ficará extremamente quente, fazendo com que a água em todo o mundo se evapore e crie uma nuvem densa na atmosfera.
Esta nuvem protegerá a superfície da Terra da radiação do sol por um tempo. Depois, o calor será grande demais, e os oceanos começarão a ferver. Não será mais possível que a vida exista, uma vez que morreríamos por falta de água e calor excessivo.

9. O sol expandirá

Não só o sol se tornará muito mais brilhante, como também aumentará muito em tamanho. Uma vez que consuma todo o seu combustível, passará para a próxima fase em seu ciclo de vida: o de gigante vermelha.
Apesar de maior, a temperatura da fase gigante vermelha é menor, de 2.000 a 3.000 graus Celsius, em comparação com a temperatura normal da superfície do sol, de cerca de 5.000 a 9.000 graus Celsius.

8. E, em seguida, se encolherá

Ao longo do tempo, o sol continuará a mudar. Quando acabar seu hélio, não será capaz de fundir seu carbono, e se encolherá, tornando-se uma anã branca.
Esta fase é muito menor que o tamanho original do sol. As anãs brancas têm muito menos energia, e muito mais longevidade. Esses remanescentes de estrelas continuam brilhando por bilhões e bilhões de anos, até que, em algum ponto, se transformam em anãs negras. É impossível saber exatamente quanto tempo esse processo demora, uma vez que os astrônomos acreditam que o universo ainda não é velho o suficiente para que alguma anã negra tenha se formado.

7. A órbita da Terra mudará

Quando o sol morrer, tudo na Terra também morrerá, mas isso não significa que o planeta sumirá. Uma vez que o sol atingir sua fase gigante vermelha, se expandirá e diminuirá pelo menos três quartos da distância da Terra. Mas nosso planeta terá uma chance de escapar.
À medida que o sol se aproxima, a atração gravitacional que exerce na Terra e em outros planetas próximos vai enfraquecer. Esse enfraquecimento fará com que esses planetas se dirijam para órbitas mais seguras (exceto Mercúrio e Vênus, que serão consumidos). É claro que todas as formas de vida não existirão mais, tornando esta fuga de última hora bastante inútil.

6. A vida pode se formar em outros lugares

Embora a vida na Terra já terá desaparecido quando o sol se tornar uma gigante vermelha, pode reaparecer em outro lugar. Júpiter e Saturno são planetas grandes com muitas luas, que podem ser habitáveis.
Europa e Ganimedes, por exemplo, são duas luas que atualmente contêm gelo. Uma vez que o sol aumentar de tamanho, ficará próximo o suficiente delas para aquecer esse gelo e criar um ambiente adequado para formas de vida familiares.

5. A Via Láctea e a Andrômeda vão se fundir

Este evento celestial não será causado pela morte do sol, mas ocorrerá mais ou menos na mesma época.
O primeiro encontro das duas galáxias acontecerá durante a agonia da morte do sol. A Via Láctea e a Andrômeda já estão se movendo uma em direção à outra, a uma velocidade de 402.000 quilômetros por hora – a colisão é inevitável.
Parece assustador, mas o sistema solar provavelmente ficará bem. Se a vida de alguma forma encontrar uma maneira de persistir até este ponto, quem estiver por perto vai poder curtir um longo show de luz à medida que os gases e as estrelas das duas galáxias colidem.

4. O sistema solar externo finalmente sentirá calor

Como já mencionado, o sol se tornará muito maior. Isso fará com que os planetas mais próximos se transformem em terrenos baldios ardentes, enquanto os mais distantes e congelados nas bordas do sistema solar, como o planeta anão Plutão (hoje, sua temperatura varia de -233 a -223 graus Celsius) poderão finalmente esquentar um pouco.

3. A vida humana será impossível na Terra

Conforme já foi comentado, a vida pode até ocorrer em outro lugar, mas definitivamente não vai resistir aqui na Terra.
A superfície do planeta ficará muito quente e, mesmo que de alguma forma criemos uma nova tecnologia anticalor, é improvável que possamos cultivar qualquer coisa para comer, ou encontrar água para beber. Tudo o que é necessário para a sobrevivência deixará de existir.

2. Os asteroides também desaparecerão

É possível que os asteroides enfrentem alguns problemas quando o sol chegar em sua fase de anã branca. Neste ponto, Júpiter e outros planetas terão ajustado suas órbitas às mudanças radicais da estrela. Por causa da grande massa de Júpiter, sua atração gravitacional ainda será enorme, o que perturbará as órbitas dos asteroides, talvez fazendo com que sejam jogados para fora de nosso sistema solar. Eles também podem ser expulsos da região ou simplesmente triturados pelo sol.
Os cientistas são capazes de fazer tais previsões ao olhar para anãs brancas atuais. Eles notaram que as áreas em torno de anãs brancas contêm muita poeira. Isso indica que deve ter havido corpos de rocha as orbitando em algum ponto. Esses corpos devem ter sido esmagados em simples partículas para criar o que os astrônomos veem hoje.

1. Os humanos podem encontrar outra maneira de sobreviver, fugindo da Terra

A NASA já está trabalhando em uma missão para Marte. Muitas outras empresas também anunciaram tentativas de colonizar o planeta vermelho. Marte seria um pequeno feito em comparação com viajar para lugares muito mais distantes, o que seria necessário para escapar da morte do sol. Mas é como Neil Armstrong disse: “Esse é um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a humanidade”.
Nós não conhecemos toda a extensão do universo, nem de nossas próprias capacidades. Mesmo que o fim do sol possa parecer o fim da vida como a conhecemos, podemos estar errados. Talvez nossas mentes possam nos levar mais longe no universo do que imaginamos.

Fonte: https://hypescience.com/10-coisas-que-acontecerao-quando-o-sol-morrer/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Ritmo do tempo está a mudar !

Um dia na Terra é hoje mais longo do que costumava ser, mas não isso não significa muita coisa: o aumento é tão pequeno que nós não o sentimos.
Durante um período de cem anos, o dia da Terra aumenta em apenas alguns milissegundos.
Nas últimas décadas, conseguimos medir isso com precisão o suficiente para ver esse efeito diretamente.

Precisão

Usando relógios atômicos e medidas ultraprecisas de quasares distantes, podemos avaliar a duração de um dia dentro de nanossegundos.
Podemos inclusive observar várias flutuações no comprimento de um dia, devido a coisas como terremotos.
Essas flutuações tornam um desafio responder a outra pergunta: como a rotação da Terra mudou ao longo de períodos mais longos?

Geologia

Parte da razão pela qual os dias da Terra estão ficando mais longos é devido à atração gravitacional da lua em nossos oceanos. As marés lunares exercem influência no planeta, diminuindo gradualmente sua rotação. Ao longo de milhões de anos, isso significa que o dia da Terra foi no passado uma hora mais curto do que é agora.
Vemos esse efeito no registro geológico, o que nos diz que um dia da Terra tinha aproximadamente 22 horas de duração, 620 milhões de anos atrás.
Medir a duração de um dia entre a era recente e geológica, no entanto, é mais difícil. Há centenas de anos, os relógios não eram precisos o suficiente para estimar essa variação, e o comprimento de um dia era fixado na rotação, tornando impossível essa comparação.
Trabalhos recentes, no entanto, encontraram uma maneira de estudar essa mudança.

Observações históricas

Embora nossos ancestrais de séculos passados não tivessem relógios precisos, eles eram bons astrônomos. Eles observaram e documentaram diversos eventos astronômicos, como eclipses solares.
A ocorrência desses eventos depende criticamente de quando e onde você está. Se, por exemplo, um astrônomo em uma cidade vê a lua passar na frente de uma estrela uma noite, um astrônomo em uma cidade próxima só verá a lua passar perto dessa estrela.
Comparando as observações desses eventos astronômicos com o tempo real de seu evento, calculado a partir dos movimentos orbitais da Terra e da lua, sabemos exatamente quando e onde eles ocorreram.
Colocando um grande histórico de observações em conjunto, obtemos uma taxa média para o aumento de um dia: cerca de 1,8 milissegundos por século.

Conclusões

Há duas coisas interessantes sobre esse resultado.
A primeira é que é bastante surpreendente poder determinar essa taxa a partir de documentos históricos. As observações abrangem mais de dois milênios e estão escritas em vários idiomas e locais. Verificá-las é um esforço incrível.
A outra é que esta taxa é realmente menor do que a teorizada a partir dos efeitos de maré da lua (cerca de 2,3 ms/século). Isto é provavelmente devido a mudanças na forma da Terra.
Sabemos, por exemplo, que o derretimento do gelo desde a última Era do Gelo (cerca de 10.000 anos atrás) liberou pressão nos polos do planeta, permitindo que ele voltasse a uma forma mais esférica. Isso tenderia a encurtar um pouco os dias. A combinação desses dois efeitos nos dá a taxa histórica que vemos.  

Fonte: https://hypescience.com/eclipses-solares-revelam-que-o-ritmo-do-tempo-esta-mudando/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29


Nova classe de antimicrobianos acaba de ser encontrada no leite materno humano !

A ameaça iminente de resistência aos antibióticos significa que precisamos desesperadamente de novos remédios para combater as superbactérias mortais, e cientistas podem ter encontrado um deles na fonte de alimento mais natural de todos: o leite materno.
Pesquisadores sabem há muito tempo que, além do sustento geral, o leite materno fornece aos bebês nutrientes vitais para construir e fortalecer seus sistemas imunológicos. Agora, descobriu-se um novo mecanismo por trás desse incremento antibacteriano, presente nos açúcares do leite materno.
Ao contrário do entendimento de que as defesas antibacterianas são passadas de modo hereditário, sendo transmitida das mães para seus bebês unicamente através de proteínas no leite materno, uma equipe da Vanderbilt University afirmou que açúcares – ou carboidratos – também demonstram propriedades que podem oferecer proteção contra infecções bacterianas.
“Este é o primeiro exemplo de atividade antimicrobiana generalizada com protagonismo dos carboidratos no leite humano”, diz o químico Steven Townsend.
“Uma das propriedades notáveis ​​desses compostos é que eles são claramente não-tóxicos, aocontrário da maioria dos antibióticos”.

Combatendo as bactérias

A infecção mais proeminente que afeta os recém-nascidos é chamada de Streptococcus do Grupo B (GBS), que pode levar os bebês a desenvolver pneumonia antes que seus sistemas imunológicos estejam suficientemente fortes para combater a bactéria.
Felizmente, enquanto a GBS pode ser mortal para os bebês, a maioria dos recém-nascidos não é infectada por ela. A equipe queria investigar se esses bebês poderiam obter uma proteção de cortesia a partir do leite de suas mães.
“Nós nos perguntamos se o hospedeiro comum de [GBS] – as mulheres grávidas – produz compostos que podem enfraquecer ou matar o estreptococo, que é a principal causa de infecção em recém-nascidos em todo o mundo”, explica Townsend.
Para perseguir a resposta, os pesquisadores retiraram carboidratos de leite materno humano de cinco doadores e açúcares complexos isolados a partir deles (chamados de oligossacarídeos), antes de introduzir os oligossacarídeos nas culturas de estreptococos em laboratório.
Analisando a interação sob o microscópio, a equipe descobriu que o carboidrato poderia matar as bactérias e enfraquecer suas defesas naturais, impedindo que elas formassem um biofilme protetor contra ameaças.
Na imagem acima, esse biofilme pode ser visto à esquerda – mas é impedido de se formar na presença dos carboidratos (à direita).
“Quando as bactérias querem nos prejudicar, elas produzem essa substância protetora pegajosa”, explica Townsend, “o que lhes permite enganar nossos mecanismos de defesa”.

Pesquisas iniciais

Em uma das amostras, os açúcares eliminaram completamente o estreptococo. Em outro, eles foram moderadamente eficazes ao matar o estreptococo, enquanto nas três amostras restantes os carboidratos não foram muito efetivos.
Para ajudar a explicar o que aconteceu, a equipe deu início a outro conjunto de testes.
Em novas pesquisas ainda não publicadas, mas apresentadas nesta semana em um encontro da American Chemical Society em Washington, DC, o grupo da Townsend voltou a encontrar resultados mistos.
Estes incluem dois casos em que os açúcares do leite materno quebraram o biofilme e mataram a bactéria; quatro em que o biofilme estava quebrado, mas as bactérias sobreviveram; e dois nos quais as bactérias morreram, mas o biofilme persistiu.
A investigação está no início, e é claro que mais pesquisas serão necessárias para descobrir o espectro desses resultados.
Mas se a equipe puder resolver o quebra-cabeça, isso pode levar ao início de uma nova classe de antibióticos, agora que sabemos como esses carboidratos atuam na presença de bactérias.
“Os açúcares seguem dois processos”, disse Townsend. “Primeiro, eles sensibilizam as bactérias e depois as eliminam. Os biólogos costumam chamar isso de ‘letalidade sintética’. Surge aqui um grande incentivo para que possamos desenvolver novos medicamentos antimicrobianos com essa capacidade”.
Além disso, a equipe diz que seus dados preliminares, ainda em andamento, indicam que os açúcares do leite podem tornar as bactérias mais suscetíveis a antibióticos comuns – como a penicilina e eritromicina.

Continuidade

Não devemos nos deixar levar até que a equipe reúna mais elementos, mas, se esses resultados forem confirmados, é possível que os carboidratos possam reduzir, algum dia, a nossa confiança em tipos de antibióticos comuns e, ao fazê-lo, ajudar a desvendar uma grande parte do problema de resistência.
Não saberemos mais até que as pesquisas mais recentes estejam completas, mas é uma direção extremamente promissora a investigações mais profundas – até uma que, algum dia, beneficiar a todos nós.
“Se conseguirmos descobrir como os açúcares atuam, então será possível justificar a tentativa de recriá-los em grandes quantidades”, diz Townsend, “e depois introduzi-los em pessoas adultas”.
A pesquisa foi relatada na Infectious Diseases.

Fonte: https://hypescience.com/uma-nova-classe-de-antimicrobianos-acaba-de-ser-encontrada-no-leite-materno-humano/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Astrofisico sugere que Civilizações Universais extinguem-se logo após alcançarem altos níveis tecnológicos !

Civilizações no Universo se extinguem
A Terra não é única. Há bilhões de outros planetas que circulam bilhões de outras estrelas no Universo. Considerando a vastidão do espaço, é lógico pensar que deve haver uma vida inteligente lá fora.

Então, onde estão essas espécies extraterrestres avançadas e por que não as detectamos ainda?

Um astrofísico sugere que as espécies, como a nossa, se extinguem logo após atingir altos níveis de tecnologia.

Daniel Whitmire, um astrofísico aposentado que ensina matemática na Universidade de Arkansas, uma vez pensou que o silêncio cósmico indicava que a nossa espécie havia ficado para trás. Ele agora é de opinião diferente.

Whitmire disse:

Ensinei astronomia por 37 anos. Eu costumava dizer aos meus alunos que por estatística, nós devemos ser os caras mais burros da galáxia. Afinal, só nos tornamos tecnológicos há cerca de 100 anos, enquanto outras civilizações poderiam ser mais tecnologicamente avançadas do que nós por milhões ou bilhões de anos.

Somos uma espécie típica no Universo?

Hoje, Whitmire acha que nós, os seres humanos, somos uma espécie típica no Universo. Então, por que ele mudou de ideia e em que é o seu pressuposto baseado?

Ao aplicar um conceito estatístico chamado princípio da mediocridade – a ideia de que, na ausência de qualquer evidência em contrário, devemos considerar-nos típicos, e não atípicos, Whitmire concluiu que nossa espécie pode não ser tão primitiva quanto antes se pensou, mas sim média.

O argumento baseia-se em duas observações: somos a primeira espécie tecnológica a evoluir na Terra, e estamos non início do nosso desenvolvimento tecnológico. (Ele define “tecnológico” como uma espécie biológica que desenvolveu dispositivos eletrônicos e pode alterar significativamente o planeta).

A primeira observação parece óbvia, mas, como observa Whitmire em seu artigo, os pesquisadores acreditam que a Terra deve ser habitável para a vida animal pelo menos um bilhão de anos no futuro. Com base em quanto tempo levou proto-primatas a evoluírem para uma espécie tecnológica, isso deixa tempo suficiente para que isto aconteça novamente até 23 vezes.

Nessa escala de tempo, poderia haver outros antes de nós, mas não há nada no registro geológico para indicar que não fomos os primeiros. “Deixaríamos um pedaço de uma impressão digital se desaparecêssemos durante da noite para o dia”, observou Whitmire.

Por definição de Whitmire nos tornamos “tecnológicos” após a revolução industrial e a invenção do rádio, ou há cerca de 100 anos. De acordo com o princípio da mediocridade, uma curva de sino das eras de todas as civilizações tecnológicas existentes no Universo nos colocaria no meio de 95 por cento.

Em outras palavras, as civilizações tecnológicas que durarem milhões de anos, ou mais, seriam altamente atípicas. Como somos primeiro, outras civilizações tecnológicas típicas também devem ser as primeiras. O princípio da mediocridade não permite nenhum segundo ato. A implicação é que, uma vez que as espécies tornam-se tecnológicas, elas se consomem e levam a biosfera com elas.

Ele disse:

Se não formos típicos, então minha observação inicial seria correta. Seríamos os homens mais estúpidos da galáxia pelos números.

A teoria de Whitmire é muito interessante, mas também há outros cientistas proeminentes que discutiram como classificar as civilizações extraterrestres .

Em um artigo seminal publicado em 1964 no Jornal da Astronomia Soviética, o astrofísico russo Nicolai Kardashev teorizou que as civilizações avançadas devem ser agrupadas de acordo com três tipos: Tipo I, II e III, que dominaram as formas planetárias, estelares e galácticas, respectivamente.

Ele calculou que o consumo de energia desses três tipos de civilizações seria separado por um fator de muitos bilhões.

O Dr. Michio Kaku disse:

Embora seja impossível prever as características precisas dessas civilizações avançadas, seus grandes conceitos podem ser analisados ​​usando as leis da física. Não importa quantos milhões de anos nos separa deles, eles ainda devem obedecer as leis rígidas da física, que agora são avançadas o suficiente para explicar tudo, desde partículas subatômicas até a estrutura em larga escala do universo, através de 43 surpreendentes ordens de magnitude.

Como nunca tivemos contato com uma raça extraterrestre avançada, é realmente impossível prever as características precisas de civilizações tão avançadas.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/08/23/civilizacoes-no-universo-se-extinguem/

domingo, 20 de agosto de 2017

Assinala-se 40 anos que sinal alienígena foi captado por astrônomos !

sinal alienígena
A Procura por Inteligência Extraterrestre (SETI) foi concebida pela primeira vez quase 60 anos atrás pelo falecido Carl Sagan. Em 1974, tomou forma institucional na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Atualmente, seus computadores modernos monitoram 100 milhões de canais de frequência para sinais potenciais do espaço.

No entanto, a falta de uma descoberta credível de alienígenas putativos resultou em detratores chamando o SETI de A Grande Caçada por Marcianos.

A recepção mais notável do SETI ocorreu há 40 anos nesta semana, e foi registrada por três cientistas, com orçamento e equipe de trabalho pequenos, usando um computador IBM primitivo com apenas 64.000 bytes de memória.

O telescópio “Big Ear” no Observatório de Rádio da Universidade Estadual de Ohio que operava de 1973 a 1997 foi a operação mais longa e mais famosa do instituto SETI. Embora pequeno por padrões posteriores, era então um dos mais importantes rádio telescópios do mundo, um refletor curvo de 21 metros de altura e 128 metros de comprimento em seu plano de alumínio.

Pouco depois das 23 horas do dia 15 de agosto de 1977, foi gravado um tipo de transmissão não encontrada anteriormente ou desde então.

Enquanto o Big Ear estava monitorando a frequência de 1420 megahertz, reservada para uso científico na crença de que a inteligência extraterrestre potencial poderia transmitir na frequência de hidrogênio neutro, o elemento mais comum no universo, os sinais foram recebidos da direção da constelação de Sagitário.

O equipamento gravava em intervalos de 12 segundos por dez segundos de recepção seguidos por dois segundos de processamento de dados pelo computador. A transmissão produziu dados que seguiram o padrão de antena do observatório com mais de 99% de precisão.

Ao ver a leitura do computador, o astrônomo Jerry Ehman simplesmente escreveu “Wow!” (Uau em inglês) sobre o papel, assim dando o nome famoso da transmissão. Ele logo descartou possíveis fontes como emissão de solo, aeronaves, satélites e detritos espaciais.

Ehman acredita que a potência média do sinal foi constante ao longo do tempo sem precedentes de 72 segundos e que os seis intervalos foram apenas registros cronometrados causados ​​pelo desenho do equipamento e padrão da antena.

Havia poucas dúvidas de todos os cientistas da cena que tinham gravado com precisão uma transmissão artificial, uma causada por algo diferente dos fenômenos naturais, como os pulsares.

Ehman inicialmente ficou cauteloso sobre as conclusões sobre a fonte. Mas no 20º aniversário do sinal “Wow!“, ele escreveu que os dados do “Big Ear” eram confiáveis ​​e, faltando provas em contrário, que a fonte provavelmente era de inteligência extraterrestre. Embora ele agora pense no assunto como sendo uma “questão aberta”, ele continua como antes a acreditar que o sinal é “um candidato tentador” como sendo da inteligência extraterrestre (IET), que ele reitera como “certamente uma possibilidade”.

O pesquisador Robert Dixon afirmou com confiança que a fonte estava “além da Lua”. Ele escreveu em 1985 que, para a primeira década do SETI e entre as 30 mil “detecções”, o sinal Wow! era claramente “mais proeminente”.

O falecido Dr. John Kraus, citado em um livro de 2012 sobre o tema de Robert H. Gray, pensou que poderia ter sido um “sinal” da IET, mas que isso era especulativo.

Em 2016, cientistas do Centro de Ciências Planetárias, um pequeno grupo perto da cidade de Tampa promovendo astronomia, sugeriram o sinal Wow! provavelmente não era uma transmissão artificial, mas um fenômeno natural causado por radiação de nuvens de hidrogênio maciço em torno de dois cometas remotos descobertos em 2006 e 2008.

Como prova, eles apresentaram um sinal de rádio gravado emitido por um cometa em 1420,25 Megahertz, muito próximo da frequência de hidrogênio natural, monitorado muitos anos pelo “Big Ear“.

Não é certo se esta descoberta refuta firmemente o sinal Wow! como possível sinal de IET.

Um problema inerente é que os seres humanos não estão “aptos” para reconhecer um verdadeiro “sinal” interestelar.

O astrônomo Real da Grã-Bretanha, Martin Rees, é presidente da Breakthrough Initiatives, uma procura pela inteligência extraterrestre de dez anos e US $ 100 milhões, para responder a pergunta de Stephen Hawking, “se estamos sozinhos na escuridão”.

Rees enfatiza que os extraterrestres putativos provavelmente possuem inteligência fundamentalmente diferente da nossa e, portanto, “podem compreender a realidade” e transmiti-la de maneiras não compreensíveis. Ele procura por um sinal “manifestamente artificial”.

No entanto, se a certeza é o indicador, como a receita do sinal pode ser manifestamente estabelecida se a fonte tiver inteligência e expressão diferentes das nossas?

O sinal Wow! não era manifestamente da IET, mas parecia credivelmente ter vindo de fora do sistema solar. Alguns questionam se a inteligência, como a conhecemos, existe além da Terra.

No 40º aniversário do sinal Wow!, é hora de reconhecer que, em uma galáxia de 400 bilhões de estrelas e um universo de mais de 500 bilhões de galáxias, podemos não compreender as possíveis qualidades da inteligência em outros mundos, mas, pela probabilidade , é incompreensível que a inteligência extraterrestre não exista.

A Breakthrough Initiatives irá formular um sinal interestelar compacto e substantivo sobre os seres humanos, nossos valores e conquistas.

Uma preocupação igual não foi mencionada. E se a Terra fosse identificada como um mundo vivo muito antes da aparição do homem, e qual deveria ser a nossa preocupação se os observadores distantes concluíssem de forma inteligente e correta que produzimos pessoas como Michelangelo, Shakespeare, Bach e Newton, juntamente com Tamerlane, Stalin e Hitler, e com uma prática identificável de superpredação? O que então estaria um sinal potencial vindo de longe tentando nos dizer?

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/08/20/faz-40-anos-que-sinal-alienigena-foi-captado/

sábado, 19 de agosto de 2017

Planeta similar à Terra poderá estar a somente 16 anos-luz !

Planeta similar à Terra
Os astrofísicos preveem que um planeta parecido com a Terra possa estar à espreita em um sistema estelar, apenas a 16 anos-luz de distância. A equipe investigou o sistema estelar Gliese 832 atrás de exoplanetas adicionais que residem entre os dois mundos alienígenas atualmente conhecidos neste sistema. Seus cálculos revelaram que um planeta terrestre adicional com uma configuração dinamicamente estável pode residir à uma distância que varia de 0,25 a 2,0 unidade astronômica (AU) da estrela.

O autor principal do estudo, Suman Satyal, pesquisador de física da Universidade do Texas em Arlington, disse:

De acordo com nossos cálculos, este mundo alienígena hipotético provavelmente teria uma massa entre 1 a 15 massas da Terra.

O artigo é de co-autoria de John Griffith, estudante de graduação da UTA, e do professor de física da UTA de longa data, Zdzislaw Musielak.

Em 2014, Noyola, Satyal e Musielak publicaram no The Astrophysical Journal achados relacionados às emissões de rádio, indicando que uma exolua poderia estar orbitando um exoplaneta, onde sugeriram que as interações entre o campo magnético de Júpiter e de sua lua Io podem ser usadas para detectar exoluas em sistemas planetários distantes.
Gliese 832 é uma anã vermelha e tem pouco menos de metade da massa e do raio do nosso Sol. A estrela é orbitada por um gigantesco exoplaneta similar a Jupiter, designado de Gliese 832b e pelo planeta Super-Terra Gliese 832c. O gigante de gás com 0,64 massas de Júpiter está orbitando a estrela à uma distância de 3,53 UA, enquanto o outro planeta é potencialmente um mundo rochoso, cerca de cinco vezes mais maciço do que a Terra, residindo muito perto de sua estrela hospedeira – cerca de 0,16 AU.

Para essa pesquisa, a equipe analisou os dados simulados com um planeta de massa terrestre injetado neste sistema planetário próximo, esperando encontrar uma configuração orbital estável para o planeta, que pode estar localizada em um vasto espaço entre os dois planetas conhecidos.

Gliese 832b e Gliese 832c foram descobertos pela técnica de velocidade radial, que detecta variações na velocidade da estrela central, devido à mudança de direção da atração gravitacional de um exoplaneta não visto quando ele orbita a estrela. Ao observar regularmente o espectro de uma estrela – e, assim, medindo sua velocidade – pode-se ver se ele se move periodicamente devido à influência de um companheiro.

Satyal, que obteve seu Ph.D. Em Astrofísica da UTA em 2014, disse:

Também usamos os dados integrados da evolução do tempo dos parâmetros orbitais para gerar as curvas de velocidade radial sintética dos planetas conhecidos e do planeta similar à Terra no sistema. Obtivemos várias curvas de velocidade radial para diferentes massas e distâncias, indicando um possível novo planeta do meio.

Por exemplo, se o novo planeta estiver localizado em torno de 1 UA da estrela, ele possui um limite de massa superior de 10 massas da Terra e um sinal de velocidade radial gerado de 1,4 metros por segundo. Um planeta com cerca da massa da Terra no mesmo local teria um sinal de velocidade radial de apenas 0,14 m / s, portanto, muito menor e difícil de detectar com a tecnologia atual.

Satyal ainda observou:.

A existência deste possível planeta é suportada pela estabilidade orbital a longo prazo do sistema, a dinâmica orbital e a análise sintética do sinal de velocidade radial. Ao mesmo tempo, um número significativamente maior de observações de velocidade radial, estudos de métodos de trânsito, bem como imagem direta, ainda são necessários para confirmar a presença de novos planetas possíveis no sistema Gliese 832.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/08/18/planeta-similar-a-terra/

NASA e ESA vão procurar vida em Marte !

vida em Marte
As duas próximas missões de jipes-sonda para Marte tentarão determinar se o Planeta Vermelho já foi um lar para a vida.

Marte verá dois novos visitantes indo em sua direção por 2020, o jipe-sonda ExoMars da ESA e o jipe-sonda Mars 2020 da NASA. Ambos estarão levando uma gama de instrumentação sofisticada projetada para estabelecer se o planeta já foi o lar para a vida extraterrestre.

O novo jipe-sonda da NASA também estará reunindo amostras de rocha e deixando-as dentro de tubos de titânio selados, para que uma missão futura possa recuperá-los e traze-los de volta à Terra para estudo posterior.

Dr. Ken Williford, da NASA, disse:

Mars 2020 representa um primeiro passo crucial para um possível retorno de uma amostra de Marte. Nosso objetivo é coletar um conjunto diversificado de amostras do nosso local de pouso, com o melhor potencial para preservar os registros da evolução de Marte – inclusive a presença da vida se ela esteve lá.

O ExoMars, entretanto, levará consigo o que é conhecido como o “Laboratório Analítico Pasteur”, um conjunto de instrumentos com os quais explorará a superfície de Marte para biosignaturas antigas.

Não é necessário dizer que, se qualquer das missões realmente consegue encontrar provas da vida alienígena antiga em Marte, será uma das descobertas científicas mais significativas de todos os tempos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/08/19/procurar-por-vida-em-marte/

Eclipse do Sol será mega evento nos EUA e poderá ser visto no Brasil !

Eclipse total do Sol
Na segunda-feira, dia 21, a lua encobrirá totalmente o Sol e projetará uma grande sombra sobre todo o território dos EUA. Sob uma estreita e longa faixa de dimensões continentais, o dia se transformará em noite e estrelas e planetas poderão ser vistos em pleno dia.

Foto do eclipse solar total ocorrido em 2008, clicado pelo astrofotógrafo Miloslav Druckmuller sobre o Mar Negro.

O eclipse será total, quando a Lua encobre todo o disco solar e será visível na América do Norte, América Central, Caribe, norte da América do Sul e ao oeste da Europa e da África.

A totalidade do eclipse será visível dentro de um corredor estreito através dos Estados Unidos. A maior duração da totalidade será de 02m44s sob a Floresta Nacional Shawnee, ao sul de Carbondale, Illinois.

No Brasil, o evento será observado parcialmente, principalmente nos estados da Região Norte e Nordeste. A tabela abaixo mostra os horários de observação nas capitais brasileiras.

Horarios do eclipse solar de 21 de agosto de 2017.
Horarios do eclipse solar de 21 de agosto de 2017. Cobertura se refere à porcentagem do disco solar encoberto pela lua.

ATENÇÃO

Nunca olhe diretamente para o Sol. Não use chapa de raios-x, filmes velados, disquetes antigos de computador, CD ou DVD. Na falta de óculos especial para observação solar, use óculos ou lente de soldador número 14. Olhar diretamente para o Sol o deixará cego. Não seja teimoso.

Quando acontece o Eclipse

O eclipse terá início às 15h46 UTC (12h46 pelo Horário de Brasília), quando a borda da Lua tocar o disco solar. Isso acontecerá sobre o oceano Pacífico central. A primeira localidade terrestre a presenciar o eclipse totalmente será a cidade de Salem, no estado norte-americano do Oregon. A última localidade será Charleston, na Carolina do Sul.

Caminho da sombra da Lua durante o eclipse solar de 21 de agosto de 2017
Caminho da sombra da Lua durante o eclipse solar de 21 de agosto de 2017

Caos nos EUA
 
Devido à magnitude do eclipse, que poderá ser observado em todos os EUA, com a sombra da Lua caminhando sobre todo o território americano, autoridades daquele país estão alertando para a ocorrência de grandes congestionamentos, já que milhões de pessoas viajarão para as áreas centrais, onde o eclipse poderá ser visto em sua plenitude.

Como ocorre um eclipse total do Sol

Um eclipse solar total acontece sempre que a Lua se posiciona exatamente entre o Sol e a Terra, bloqueando completamente o disco da estrela. Nestas condições o céu se torna completamente escuro e estrelas e planetas podem ser vistos durante o momento da totalidade.


O eclipse total ocorre com a Lua no perigeu ou próximo dele, ou seja, quando está mais próxima da Terra. Quando está mais afastada seu tamanho aparente não encobre completamente o disco solar e um arco luminoso é observado ao redor da Lua. Nestas condições o eclipse passa a ser do tipo parcial.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Eclipse_do_Sol_sera_mega_evento_nos_EUA_e_podera_ser_visto_no_Brasil&posic=dat_20170818-110621.inc

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Cientistas editam ADN de embriões humanos e eliminam doenças hereditárias !

É a descoberta científica que vai marcar o ano e a História da humanidade. Pela primeira vez, uma equipa internacional de cientistas conseguiu editar o ADN de embriões humanos e eliminar uma doença hereditária. De acordo com o estudo publicado esta quarta-feira, a equipa de cientistas reparou uma mutação muito comum e grave que provoca doenças hereditárias e limita seriamente a qualidade de vida das pessoas afetadas.

Este é um importante passo na História da biologia, que abre portas à possibilidade de eliminar doenças tão graves como o cancro ou até 10 mil outras doenças listadas pela equipa -- composta por membros norte-americanos, sul-coreanos e chineses. Entre elas, estão doenças tão graves como a fibrose cística e o Alzheimer.

Óvulos recentemente fertilizados antes da edição do genoma.

De acordo com a publicação da revista Nature, a doença que os cientistas conseguiram eliminar é miocardiopatia hipertrófica, uma doença frequente e grave que provoca morte súbita, principalmente em desportistas e jovens e que afeta uma em cada 500 pessoas. Essa doença é provocada por um erro na informação transportado no gene MYBPC3. Para corrigir esse gene, os cientistas utilizaram o CRISPR, uma importante ferramenta que edita o genoma humano: é um sistema de defesa observado nas bactérias ainda nos anos 80 e que, quando introduzido no corpo humano, atinge regiões específicas do ADN no núcleo das células, mudando permanentemente a informação de um determinado gene.

O que os cientistas fizeram foi injetar em óvulos doados por mulheres saudáveis os espermatozoides de um homem doente e, ao mesmo tempo, o CRISPR. Essa ferramenta de edição levava guias de ARN, um ácido semelhante ao ADN responsável pela síntese de proteínas da célula, que tinham como função encontrar o local exato onde os genes precisam de ser corrigidos. Levava também enzimas, que funcionavam como tesouras que iam cortar do ADN a parte defeituosa. Quando essa parte foi cortada, a informação correta guardada no CRISPR foi colada no ADN e o material genético ficou completamente são.

Dos 58 embriões que resultaram dessa fertilização in vitro pioneira, 42 ficaram completamente livres da mutação do gene que provocava a miocardiopatia hipertrófica: o sucesso da técnica foi de 72%. Todos eles eram completamente viáveis: não transportavam qualquer doença genética e também não a poderiam transferir para os seus descendentes. Treze dos embriões mostraram não ter a mutação, mas não em todas as células. No entanto, por motivos éticos, todos os embriões foram destruídos poucos dias depois.

Este resultado é histórico. Em 2015, uma equipa de cientistas chineses conseguiu igualmente editar o material genético de um embrião humano e eliminar a mutação que codificava a beta talassemia (um tipo de anemia) em alguns deles. No entanto, os investigadores nunca tinham conseguido livrar todas as células de um organismo dessa mutação genética: no caso da experiência chinesa, apenas uma parte das células do embrião foi corrigida, enquanto as outras continuavam a transportar os genes da anemia, num fenómeno a que a ciência chama de "mosaicismo", que é a condição de uma pessoa que tem dois materiais genéticos distintos.

Além disso, a experiência também não foi considerada totalmente bem sucedida porque não evitou outras mutações no genoma. Desta vez, com o esforço dos cientistas de três países, a técnica conseguiu livrar o genoma de qualquer tipo de mutação: os embriões eram completamente saudáveis.

Embriões depois da edição genética e depois de algumas divisões celulares.

O que foi feito de diferente? Pela primeira vez, o CRISPR foi injetado ao mesmo tempo que eram introduzidos os espermatozoides no óvulos. Em experiências anteriores, primeiro era feita a fertilização in vitro e só depois é que era introduzida a ferramenta de edição. Isso aumentou a probabilidade de sucesso da experiência para "quase perfeita", nas palavras do cientista que foi responsável por confirmar se o genoma dos embriões não apresentava, de facto, nenhuma falha.

Ainda assim, antes de poder ser usada no sistema de saúde, esta técnica precisa de ser aperfeiçoada para aumentar a taxa de sucesso até pelo menos 90%. No entanto, as notícias são esperançosas: até agora, tudo o que podia ser feito para perceber se um embrião tinha a mutação de uma doença hereditária era fazer um teste antes da implantação no útero da futura mãe. Os resultados desse teste tinha 50% de hipótese de estarem corretos. O CRISPR aumenta essa hipótese, o que pode ajudar os médicos a eliminar embriões que sabem estar doentes à partida.

Tudo isto foi feito nos laboratórios da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, nos Estados Unidos. Por detrás da experiência, um dos nomes mais sonantes da Ciência: Shoukhrat Mitalipov, o biólogo que coordena o Centro para as Células Embrionárias e Terapia de Genes e que descobriu uma terapia pouco consensual que permite prevenir doenças mitocondriais, causadas pela parte da informação genética que está armazenada nas mitocôndrias, as "pilhas" das células que lhes permitem gerar energia para todo o organismo. A terapia de Mitalipov, que nunca foi aprovada, envolvia transferir o núcleo da mãe para o óvulo de outra mulher cujo genoma mitocondrial está saudável. Mas o nome de Shoukhrat Mitalipov também assina outra grande descoberta científica: uma forma de criar células estaminais através de células da pele.

A universidade em Oregon também será o palco do próximo passo desta investigação: experimentar a mesma técnica no gene BRCA1, cuja mutação provoca o cancro da mama, e no gene BRCA2, cuja mutação codifica o cancro nos ovários. No entanto, esse será um passo mais difícil de dar, explicou ao El País um dos cientistas envolvidos na descoberta: isso envolveria transplantar os embriões e depois segui-los durante muitos anos. Além disso, obrigaria a "acordos parlamentares para mudar as leis dos Estados Unidos e em muitos outros países" por causa das questões éticas que se levantam.

Outro passo importante seria fazer essa edição diretamente nos gâmetas tanto masculinos como femininos: editando a informação genética dos óvulos e dos espermatozoides, ter-se-ia a certeza de que eles não transportariam genes danificados que pudessem passar doenças hereditárias aos novos embriões.

Nem toda a gente aplaude esta técnica. Em primeiro lugar, porque não temos noção de eventuais efeitos secundários adversos que ela possa ter: é demasiado recente para a percebermos totalmente e ainda há muitas dúvidas por responder. Foi por isso que os embriões foram eliminados sem nunca chegarem a ser implantados no corpo de uma mulher: não se sabe que ser humano poderia evoluir daquelas células. Em segundo lugar, porque a técnica pode vir a ser utilizada para editar partes do genoma que em nada influenciam a saúde do futuro bebé: enquanto ela é pioneira para a possibilidade de eliminar doenças graves, também pode ser usada, por exemplo, para alterar características como a cor dos olhos ou, em última análise, a inteligência.

Fonte: http://noticias.myweb.vodafone.pt/ultimahora?pageId=9357&externalId=4823&externalUrl=aHR0cDovL2Ntcy1mZS52b2RhZm9uZS5wdC9jbXMtZmUvY29udmVydC9Ob3RpY2lhcy9Ob3RpY2lhX1VsdGltYV9Ib3JhX01haXNfTGlzdGEueG1sLDg4ODgyLDEsNSwyMjA2OTc4

domingo, 30 de julho de 2017

A visão única de Edgar Cayce que revelou a conexão da Atlântida com a Antártida !

Jornalista obscuro Daniel Liszt e Dr. Joseph Farrell analisando a estranha história e os recentes acontecimentos peculiares em torno do misterioso continente gelado da Antártida.

A possibilidade da Antártida formar parte da Atlântida nos tempos antigos é explorada, juntamente com a ideia de que uma mudança de pólo ocorreu há 12 mil anos e pode ser responsável por sua posição atual no globo. 
A visão única de Edgar Cayce sobre o enigmático Atlante 'Potente, Terrível Cristal de fogo' ou 'Tuaoi Stone', que propiciou a civilização perdida é teorizada como a causa da destruição e inundação da Atlântida. 
Cayce's High Technology Version da Atlantis. 
Embora muitas tradições esotéricas abraçam o conceito de uma cultura radicular que subiu para grandes alturas e se destruíram, a versão única de Cayce da Atlantis os teve localizados no coração do Oceano Atlântico e totalmente equipados com tecnologia avançada, naves voadores, estações de energia solar, laser Armas, E Centros de rejuvenescimento da idade. 
Ele viu dois grandes grupos que disputam o poder: os Filhos da Lei de Um, uma raça espiritualmente avançada de avatares psíquicos e os Filhos de Belial, um grupo poderoso de feiticeiros mágicos negros e engenheiros sombrios. 
A guerra entre estes dois grupos realmente desencadeou a atividade do vulcão devido ao mau uso dos Cristais de Fogo e foi responsável por dividir o continente em três ilhas entre a Flórida de um lado e por outro a Espanha, . 
Eventualmente, os membros avançados do grupo Law of One sobreviveram fundaram as antigas civilizações egípcias e maias e foram responsáveis ​​pelo edifício da pirâmide cultural como forma de preservar sua memória ancestral. 
Com os últimos acontecimentos e desenvolvimentos que o Dr. Farrell vem acompanhando desde o ano passado.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

sábado, 29 de julho de 2017

Cinco factos indicam que vivemos num Universo vivo !

vivemos num universo vivo
1. As galáxias são semelhantes a um cérebro humano

Em um estudo divulgado em 2012 no periódico Nature’s Scientific Reports, o físico Dmitri Krioukov, da Universidade de San Diego, na Califórnia, descobriu que, de acordo com uma simulação computacional, o Universo pode crescer como um cérebro.

Ele explica:

A dinâmica de crescimento natural é a mesma para diferentes redes reais, como a Internet ou o cérebro, ou as redes sociais.

O estudo sugeriu que leis fundamentais podem governar o crescimento de sistemas grandes e pequenos, desde a queima elétrica entre células cerebrais e crescimento das redes sociais, até a expansão das galáxias.

2. Códigos binários

Enquanto trabalhava nas equações relativas à teoria das supercordas – uma teoria científica que visa explicar todas as forças na natureza através da vibração de cordas teóricas – o físico teórico James Gate Jr., da Universidade de Maryland, descobriu algo muito interessante: código de computador.

Sim, de acordo com Gates, havia áreas de 0’s (desligado) e 1’s (ligado) incorporadas nas equações – uma espécie de código binário pulsante que administra nossos computadores. O que é interessante é que isso nos leva a entender que o aquilo que experimentamos pode ser apenas o produto de sinais de uma rede virtual de geração de realidade virtual, transmitida por uma entidade a partir do limite do espaço.

Pao Chang, um espiritualista, pensa que nossa realidade é, de fato, uma mera ilusão. Em seu livro, intitulado Staradigm, ele apresenta uma visão interessante sobre como a realidade funciona:

As estruturas principais da realidade funcionam de forma semelhante às de um computador. Um computador comunica e opera através do uso de códigos binários, que são códigos que consistem um (ligado) e zero (desligado). Os códigos binários são muito simples, mas com as combinações corretas eles podem ajudar os computadores a criarem coisas magníficas.

3. Proporção Áurea

A Proporção Áurea foi encontrada em cones de pinho, conchas e até mesmo nas pinturas de Leonardo DaVinci, mas em uma emocionante descoberta de pesquisadores da Universidade do Havaí, em Manoa, padrões de fração e pulsos da Proporção Áurea foram encontrados nas estrelas. Eles fizeram a descoberta usando o Telescópio Espacial Kepler. Os pesquisadores estavam estudando um tipo específico de estrela conhecida como variáveis ​​de RR Lyrae que são diferentes das estrelas normais na medida em que se expandem e se contraem. Com cada expansão e contração, o brilho da estrela aumenta e diminui drasticamente, um processo conhecido como pulsação.

O que os pesquisadores descobriram em seguida foi o mais surpreendente. Verificou-se que as estrelas do estudo pulsavam de acordo com a média áurea. Esta descoberta é a primeira vez que a Proporção Áurea foi identificada no espaço. Embora a amostra de estrelas neste estudo tenha sido bastante pequena, os pesquisadores perceberam um padrão intrigante entre as quatro estrelas com frequências de pulsação próximas à Proporção Áurea. Cada uma dessas estrelas exibiu comportamento fractal em um padrão sem fim, que se repete em escalas continuamente menores.

4. Tempo e espaço são uma ilusão

Simplesmente falando: a teoria da relatividade de Albert Einstein.

O espaço e o tempo não são variáveis ​​independentes no nosso Universo, mas sim aglomeram-se no continuo espaço-tempo. Em essência, o espaço depende do tempo e do tempo depende do espaço, um conceito que rompe totalmente nossa ideia de uma realidade definitiva e da universalidade do tempo. Então, tanto o espaço quanto o tempo, de fato, acabam por ser meras ilusões dependentes da localização espacial e do movimento de nada além do observador. O passado, o presente e o futuro não são corrigidos, mas são apenas um acúmulo de variáveis ​​espaciais.

5. Mecânica quântica e experiência da fenda dupla

No experimento, um feixe de elétrons disparou através de uma fenda e em uma tela replicou um padrão semelhante à uma onda, em vez de um concentrar material.

No entanto, mais interessante, quando este mesmo feixe de elétrons foi observado, ele se comportou como algo similar aos sólidos, o que significa que o elétron já teve vários eventos quânticos prováveis ​​antes da observação ter ocorrido. Ele poderia ter saltado da tela, passado por qualquer fenda, passado por ambas as fendas, ou simplesmente foi até a tela. Essas probabilidades foram representadas pela onda. No entanto, quando ocorreu uma observação, a onda entrou em colapso para uma realidade material – o que significa que qualquer evento físico é produto de nada além de observação! (Confuso? Clique aqui para um vídeo bem didático sobre essa questão.)

De acordo com Erwin Schrödinger, todos os resultados possíveis de um evento existem como forma de onda combinatória antes que esta onda entre em colapso em uma manifestação material após a observação. O tipo de manifestação depende da sua probabilidade e do ponto no continuo espaço-tempo em que a observação é feita.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/29/vivemos-num-universo-vivo/

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Conheça Phobos, a pequena e estranha Lua que orbita o planeta Marte !

Satelite marciano Phobos
Que Marte tem muitas coisas em comum com a Terra, não há dúvidas. São desertos, canais, vales e vulcões adormecidos que em muito lembram nosso planeta. Mas dizer que a lua Phobos do Planeta Vermelho é parecida com nossa Lua, aí é preciso de muita imaginação.

Fobos é muito estranho e irregular e de todos os satélites do Sistema Solar é a que mais próximo orbita o planeta-mãe, a menos de seis mil quilômetros de distância. É também muito pequeno, com cerca de 26 km de diâmetro e mesmo com esse diminuto tamanho conseguiu ser acertado em cheio por um objeto, que o marcou com uma cratera com a metade do seu tamanho.

A foto acima foi feita pela câmera de alta resolução HiRise, a bordo da sonda norte-americana Mars Reconnaissance Orbiter, MRO. A cena mostra uma das faces do satélite Phobos, marcada pela presença indisfarçável da grande cratera Stickney, de 9 km de diâmetro.

Mesmo com 1 milésimo da gravidade da terrestre, estrias de material ejetado após o impacto podem ser vistas deslizando pela encosta da cratera. As áreas claras e ligeiramente azuladas próximas à borda indicam uma superfície exposta relativamente jovem. A origem das ranhuras ao longo da superfície ainda permanece um mistério, mas de acordo com especialistas em geologia planetária pode estar relacionada à própria formação das crateras de impacto.

A cratera Stickney foi assim batizada em homenagem à Chloe Angeline Stickney Hall, matemática e esposa do astrônomo Asaph Hall, que descobriu as luas marcianas em 1877.

Em 2012, a Rússia tentou enviar à Phobos a sonda interplanetária Fobos-Grunt, mas uma falha após o lançamento impediu o sucesso da missão.

Phobos encontra-se abaixo da órbita síncrona de Marte e lentamente cai em direção ao planeta à razão de 1.8 metro a cada 100 anos. Dessa forma, dentro de 50 milhões de anos Phobos se aproximará tanto de Marte que as forças gravitacionais simplesmente romperão a rocha, produzindo um pequeno anel ao redor do Planeta Vermelho.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20091117-090221.inc

Elemento chave para vida é encontrado em lua de Saturno !

Elemento chave para vida
Titã, lua de Saturno
 
Um resultado surpreendente da missão Cassini foi a recém descoberta de um tipo de molécula carregada negativamente em Titã, uma das luas de Saturno. As espécies negativamente carregadas – ou “aniões” – não eram algo que os cientistas esperavam encontrar, porque são altamente reativos e não devem durar muito tempo na atmosfera de Titã antes de se combinarem com outros materiais. Sua detecção está remodelando completamente a compreensão atual da atmosfera daquela lua nebulosa.

A missão internacional Cassini-Huygens fez uma detecção surpreendente de uma molécula que é fundamental na produção de orgânicos complexos dentro da atmosfera nebulosa da lua Titã de Saturno, que possui uma atmosfera espessa de nitrogênio e metano, com algumas das químicas mais complexas já observadas na Sistema solar. Acredita-se até mesmo que ela imita a atmosfera do início da Terra, antes da acumulação de oxigênio. Como tal, Titã pode ser visto como um laboratório de escala planetária que pode ser estudado para entender as reações químicas que podem ter levado à existência de vida na Terra, e isso poderia estar ocorrendo em planetas em torno de outras estrelas.

Na atmosfera superior de Titã, o nitrogênio e o metano são expostos à energia da luz solar e às partículas energéticas na magnetosfera de Saturno. Essas fontes de energia geram reações envolvendo nitrogênio, hidrogênio e carbono, que levam a compostos prebióticos mais complexos.

Essas grandes moléculas derivam para a atmosfera mais baixa, formando uma neblina espessa de aerossóis orgânicos, e acredita-se que eventualmente alcancem a superfície. Mas o processo pelo qual as moléculas simples na atmosfera superior são transformadas em neblina orgânica complexa em altitudes mais baixas é complicado e difícil de determinar.

Em um novo estudo publicado em Astrophysical Journal Letters, os cientistas identificaram algumas das espécies carregadas negativamente, conhecidos como “aniões da cadeia de carbono”. Essas moléculas lineares são compreendidas como sendo os blocos de construção para moléculas mais complexas e podem ter atuado como base para as primeiras formas de vida na Terra.

As detecções foram feitas usando o espectrômetro de plasma da Cassini, chamado CAPS, quando Cassini voou pela atmosfera superior de Titã, 950-1300 km acima da superfície. Curiosamente, os dados mostraram que as cadeias de carbono se tornaram mais próximas da lua, enquanto os precursores de moléculas de aerossóis maiores sofreram um crescimento rápido, sugerindo uma relação íntima entre os dois, com as cadeias “semeando” as moléculas maiores.

Ravi Desai do University College London e principal autor do estudo, disse:


Fizemos a primeira identificação inequívoca de aniões da cadeia de carbono em uma atmosfera semelhante a um planeta, que acreditamos ser um pilar decisivo na linha de produção de moléculas orgânicas maiores e mais complexas, como as grandes partículas de neblina dessa lua.

Este é um processo conhecido no meio interestelar, mas agora o vimos em um ambiente completamente diferente, o que significa que poderia representar um processo universal para a produção de moléculas orgânicas complexas. A questão é que isso também poderia acontecer dentro de outras atmosferas de nitrogênio-metano como em Plutão ou Tritão, ou em exoplanetas com propriedades semelhantes?

O co-autor Andrew Coates, também da UCL, e co-investigador da CAPS, disse:

A perspectiva de um caminho universal para os ingredientes para a vida tem implicações para o que devemos procurar em nossa busca pela vida no Universo.

Titãn apresenta um exemplo local de química empolgante e exótica, do qual temos muito a aprender.

A odisséia de 13 anos da Cassini no sistema Saturno em breve chegará ao fim, mas futuras missões, como o telescópio espacial internacional James Webb e a missão exoplaneta de Plato da ESA (Agência Espacial Europeia), estão sendo equipadas para procurar esse processo, não só no nosso Sistema Solar, mas em outros lugares . Instalações avançadas baseadas no solo, como a ALMA, também poderão permitir observações de acompanhamento, a partir da Terra, desse processo que ocorre na atmosfera de Titã.

Nicolas Altobelli, cientista do projeto Cassini-Huygens da ESA, acrescentou:

Esses resultados inspiradores da Cassini mostram a importância de traçar a viagem de pequenas e grandes espécies químicas, a fim de compreendermos como as moléculas orgânicas complexas são produzidas em uma atmosfera similar à da antiga Terra.

Embora não tenhamos detectado a própria vida, encontrando produtos orgânicos complexos, não apenas em Titã, mas também em cometas e em todo o meio interestelar. Estamos certamente chegando perto de encontrar seus precursores.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/28/elemento-chave-para-vida/

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Prepare-se para a chuva de meteoros mais intensa da história humana !

chuva de meteoros mais intensa da história humana
Os astrônomos marcaram seus calendários para o que poderá ser uma das maiores chuvas de meteoros já registradas até o momento. Um espetáculo de meteoros acontecerá no dia 12 de agosto, que vai acender o céu à noite, e acredita-se que poderá ser visível até mesmo durante o dia.

Os cientistas acreditam que esta chuva de meteoros poderá ser uma oportunidade única na vida, já que uma chuva desta natureza não ocorrerá por mais 96 anos. O evento é chamado de chuva de meteoro Perseidas , e geralmente ocorre entre 17 de julho e 24 de agosto a cada ano. Geralmente, ela alcança seu auge entre 9 e 13 de agosto.

Especialistas disseram que o melhor momento para ver a chuva de meteoros Perseidas é quando o céu está bem escuro. Muitos astrônomos disseram que o melhor momento para olhar é antes do amanhecer, dependente, claro, da fase da Lua.
A chuva de meteoros Perseidas é tipicamente vista no Hemisfério Norte (mas as regiões Norte e Nordeste do Brasil também são adequadas para a observação do fenômeno). Qualquer um que queira assistir esse espetáculo maravilhoso deve olhar para a região nordeste do céu e zênite, o ponto no céu que está bem acima da cabeça.

É relativamente fácil localizar e ver uma estrela cadente ao olho nu, olhando diretamente para cima.

A chuva de meteoros Perseidas é composta por pequenos detritos espaciais que vêm do cometa Swift-Tuttle e o nome é baseado na constelação Perseus devido ao fato de que a direção que a chuva vem é tipicamente a mesma onde a constelação Perseus pode ser encontrado. Os astrônomos dizem que, em seu auge, tipicamente podem ser vistos cerca de 60 a 100 meteoros a cada hora, quando se está num lugar escuro. Os especialistas recomendam que as pessoas tentem sair da cidade e fiquem longe de qualquer luz artificial.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/27/prepare-se-para-a-chuva-de-meteoros-mais-intensa-da-historia-humana/


Gerados embriões geneticamente manipulados pela primeira vez nos EUA !

Cientistas da Universidade da Saúde e Ciência do Oregon, em Portland, criaram, com recurso à manipulação genética, vários embriões humanos, naquela que foi uma experiência sem antecedentes nos Estado Unidos.

De acordo com a Instituição, cada embrião pode, teoricamente, desenvolver-se até se tornar numa pessoa, mas os cientistas estão proibidos de levar a experiência até esse ponto, razão pela qual destruíram todos os embriões humanos dias depois de terem sido gerados.

Ao alterar o código genético dos embriões, o objetivo dos cientistas é provar que podem erradicar ou corrigir genes que causam doenças hereditárias, conta a publicação científica "Technology Review".

Alguns países assinaram uma convenção que proíbe a prática, devido a preocupações éticas com a criação de seres humanos feitos à medida, os chamados "bebés desenhados", mas não é o caso dos Estados Unidos. Os cientistas norte-americanos estão autorizados a trabalhar neste tipo de experiência desde que não usem dinheiros públicos e, como já foi dito, não desenvolvam os embriões completamente.

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Segundo o porta-voz da Universidade do Oregon, Eric Robinson, os resultados da pesquisa deverão ser publicados numa revista científica em breve.

A investigação, liderada pelo diretor do Centro de Células Embrionárias e Terapia Genética da instituição, Shoukhrat Mitalipov, envolve uma tecnologia capaz de modificar genes de forma rápida e eficiente que funciona como "um tipo de tesoura molecular que pode cortar seletivamente partes indesejadas do genoma e substituí-lo por novas partes de ADN".

Esta não foi a primeira vez que um grupo de cientistas conseguiu chegar à manipulação genética de um embrião - cientistas chineses publicaram estudos semelhantes no passado - mas resultou, como nunca, num maior número de embriões, além de que, segundo a Universidade, foi feita com um nível de segurança e eficácia sem antecedentes.

Em dezembro de 2015, num seminário internacional realizado na Academia Nacional de Ciências (NAS) em Washington, cientistas disseram que seria "irresponsável" usar a tecnologia de manipulação de genes em embriões humanos para fins terapêuticos, até os problemas de segurança estarem resolvidos.

Mas, no início deste ano, a NAS e a Academia Nacional de Medicina garantiram que os avanços científicos tornaram o estudo do tema "uma possibilidade realista que merece consideração séria".

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/gerados-embrioes-geneticamente-manipulados-pela-primeira-vez-nos-eua-8667662.html

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Descoberta pode comprovar a vida em Marte, e ajudar a encontrá-la no Universo !

vida em Marte
Uma descoberta inovadora poderá provar que Marte estava repleto de “alienígenas” e poderia ajudar a “traçar a vida em outros lugares do Universo”, afirmam cientistas.

Os caçadores de alienígenas esperam por esta notícia há séculos – e parece que os cientistas podem finalmente ter uma prova de que a vida extraterrestre uma vez existiu no planeta vermelho.

Especialistas britânicos dizem que a descoberta extraordinária dos fósseis mais antigos do mundo, que remonta pelo menos 3,7 bilhões de anos atrás, em um momento em que tanto Marte quanto a Terra tinham água líquida.

A surpreendente descoberta feita no Canadá ajudará a humanidade a “traçar a vida em outros lugares do Universo”, afirmam os cientistas.

O primeiro autor do estudo, Matthew Dodd, um estudante de doutorado no University College London, disse:

Essas descobertas demonstram a vida desenvolvida na Terra em um momento em que Marte e a Terra tinham água líquida em suas superfícies, apresentando perguntas interessantes quanto a vida extraterrestre.

Portanto, esperamos encontrar evidências para a vida passada em Marte há 4 bilhões de anos, ou se não encontrarmos, a Terra pode ter sido uma exceção especial.

A evidência é considerada pelo menos 310 milhões de anos mais velha do que qualquer outro fóssil descoberto antes.

Os cientistas acreditam que a vida emergiu de “aberturas de chaminés quentes no leito marinho”, logo após a formação do nosso planeta.

As bactérias que formaram minúsculos filamentos e tubos se alimentavam do ferro encontrado em camadas de quartzo no Cinturão Supracrustal de Nuvvuagittuq (sigla NSB, em inglês) em Quebec, no Canadá.

Os fósseis foram encontrados no sistema de chaminés hidrotermais nas profundezas do mar, ricas em ferro, que os especialistas acreditam que poderia ter sido o lar das primeiras formas de vida da Terra, entre 3,77 e 4,3 bilhões de anos atrás.

O autor principal do estudo, Dr. Dominic Papineau, da UCL Earth Sciences, acrescentou:

O fato de os termos descoberto de uma das mais antigas formações rochosas conhecidas, sugere que encontramos evidências diretas de uma das formas de vida mais antigas da Terra.

Esta descoberta nos ajuda a montar a história do nosso planeta e a vida notável sobre ele, e ajudará a identificar vestígios de vida em outros lugares do Universo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/26/comprovar-a-vida-em-marte/

Plutão emite mais raios-X que o esperado e ninguém sabe porquê !

Planeta anao Plutao, em imagem registrada pela sonda New Horizons e colorida artificialmente para ressaltar as diferentes topografias.
Planeta anão Plutão, em imagem registrada pela sonda New Horizons e colorida artificialmente para ressaltar as diferentes topografias.
Embora os pesquisadores já tenham detectado emissões de raios-x vindas de outros objetos solares, as emissões vindas de Plutão são muito maiores que a esperada e nenhum cientista sabe o que as está gerando e nem de onde elas provêm.

As primeiras emissões de raios-x vindas do planeta-anão Plutão foram detectadas há alguns anos pelo telescópio espacial de raios-x Chandra e sua magnitude já havia chamado a atenção dos pesquisadores. Agora, novas detecções feitas pela sonda New Horizons desconcertou ainda mais os pesquisadores.

Normalmente, as emissões de raios-x vindas de outros corpos do Sistema Solar são produzidas como resultado de interações da atmosfera com os ventos solares, mas a distância muito grande entre Plutão e o astro rei fazem os cientistas descartarem essa interação e consideram que essas emissões são inesperadas e não devem estar sendo produzidas da mesma maneira.

A fonte precisa das emissões de raios-X em Plutão provavelmente permanecerá um mistério por um bom tempo, até que os dados da missão New Horizons possam ser completamente explorados, o que pode levar décadas.

A nova pesquisa foi publicada no periódico Ícarus e foi liderada por astrônomos do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins (JHUAPL), do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, do Southwest Research Institute (SwI), do Centro Espacial Vikram Sarabhai (VSCC) e do Jet Propulsion Laboratory, da NASA e Ames Research Center.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Plutao_emite_mais_raios-X_que_o_esperado_e_ninguem_sabe_por_que&posic=dat_20170726-090234.inc

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