quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Pesquisadores já discutem a possibilidade do Teletransporte Humano - Quantum Teleportation !

Com base no sucesso recente do teletransporte de partículas quânticas, comunidade científica começa 'sonhar' com as chances de teletransportar uma pessoa; mas notícias não são boas para os humanos
No ano passado, cientistas chineses conseguiram teletransportar fótons por mais de 480 quilômetros para o Espaço, animando a conversa sobre o tão sonhado teletransporte humano. Agora, novas pesquisas e abordagens vem sendo estudadas mostrando como o fenômeno pode finalmente se tornar uma realidade no futuro.
Recentemente, o maior sucesso envolvendo teletransporte tem a ver com o mundo quântico - e esta seria também a teoria mais forte sobre a possibilidade de teletransportar uma pessoa. 
Com base nas descobertas de Niels Bohr e outros cientistas, o teletransporte quântico se baseia no curioso comportamento das partículas subatômicas que compõem um átomo. Na teoria, tudo se resume a algo chamado entrelaçamento quântico. Um fenômeno onde duas partículas são geradas juntas e interagem uma com a outra de uma maneira que o estado quântico de uma partícula não pode ser separado do estado da outra. E não importa quão distantes elas sejam uma do outra. Essa comunicação instantânea de informações pode ser muitas vezes mais rápida que a velocidade da luz.
Agora, quando o assunto é o teletransporte de uma pessoa, cada partícula do corpo precisaria ser traduzida em informação'; tudo, até os átomos. Esses dados seriam então transmitidos para um receptor localizado onde a pessoa quisesse ser enviada. É aí que entra o entrelaçamento. Um transmissor terá um monte de partículas entrelaçadas, cada uma sendo metade de um par entrelaçado, e o receptor tem a outra metade das partículas entrelaçadas.
O transmissor poderia enviar seus dados para o receptor emparelhado em qualquer lugar do Universo, simplesmente digitando seus dados nos estados quânticos das partículas entrelaçadas. O receptor por sua vez "receberá" a pessoa digitalizada e a usará como um plano para reconstruir seu corpo exatamente como foi enviado, partícula por partícula.
Quanto ao seu antigo corpo, bem, a equipe da IBM que provou que esse método poderia funcionar tem algumas más notícias. Para que o teletransporte humano fosse possivel, o Princípio de Incerteza de Heisenberg determina que, ao analisar cada partícula em seu corpo original, seu corpo seja interrompido. Ou seja, isso significa que para ser teletransportado seria necessário morrer ou considerar perder partes nessa "viagem", já que a configuração única de neurônios de cada cérebro é extremamente complexa.
Para recriar uma pessoa exatamente como ela era, o scanner quântico no transmissor teria que registrar a posição precisa, o movimento, a orientação e a ligação química de cada átomo em seu corpo.
Um desafio de teletransporte quântico parece exigir uma solução quântica, portanto, os computadores quânticos podem ser exatamente o que precisamos para desenvolver o teletransporte humano no futuro.(InterestingEngineering)
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.com/
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Aproximação do trânsito de Mercúrio na frente do disco solar !

Diagrama mostra a passagem do planeta Mercúrio na frente do disco do Sol em 11 de novembro de 2019.
Um dos eventos astronômicos mais raros está prestes a acontecer. No dia 11 de novembro o planeta Mercúrio passará na frente do disco solar e poderá ser visto de todo o Brasil. Mas muita atenção nesta hora, porque olhar diretamente para o Sol não é uma brincadeira legal.

A passagem de Mercúrio pela frente do disco solar é um evento relativamente raro. A última vez que isso aconteceu foi em 2016, quando o planeta passou na frente do Sol e também pode ser observado de todo o Brasil.

O trânsito de 2019 ocorrerá em 11 de novembro de 2019 e terá início às 09h35 pelo Horário de Brasília (12h35 UTC), quando o disco mercuriano tocar a borda do Sol. Em seguida o planeta parecerá caminhando pela frente do disco iluminado e às 12h20 BRT terá completado a metade do trajeto. O transito termina às 15h04 BRT, quando disco planetário sumir na borda oposta da estrela. O tempo total estimado do trânsito é de 5 horas e 29 minutos.

Transito de Mercúrio

Os trânsitos de Mercúrio são relativamente raros e acontecem 13 ou 14 vezes por século, sempre nos meses de maio e novembro.

O primeiro trânsito de Mercúrio foi testemunhado em 7 de novembro 1631, previsto por Kepler em 1627. Infelizmente, o cientista faleceu em 1630 e não pode ver sua previsão confirmada.

Vendo o Trânsito

Mercúrio é um planeta muito pequeno e no dia do trânsito estará a 83 milhões de quilômetros da Terra. Nesta distância, seu diâmetro aparente será de 12 segundos de arco, cerca de 150 vezes menor que o disco solar. Isso significa que Mercúrio será visto como um pontinho bem pequeno na frente do Sol.

Se você é jovem, sua acuidade visual permitirá ver o trânsito sem muitas dificuldades, mas se já tem um pouquinho mais de idade, a observação se tornará bem difícil. Neste caso será necessário usar um binóculo, luneta ou telescópio. Mas muita atenção nesta hora: Observar o Sol sem proteção adequada poderá cega-lo permanentemente e isso não é brincadeira.

Para ver o trânsito ou observar manchas solares é preciso o emprego de óculos especial, capaz de atenuar em mais de 100 mil vezes o brilho da estrela. Fora do Brasil, estes óculos são facilmente encontrados, geralmente confeccionados em armação de papelão.

Máscara de Soldador

Na falta de óculos especiais pode-se usar uma máscara de soldador com filtro número 14, facilmente encontrada em lojas de ferragens e materiais de construção. Embora esses filtros tenham baixa qualidade óptica, permitem observar o Sol com segurança: basta colocar a máscara e olhar para a estrela.

Adaptações

Se você tiver habilidade poderá desmontar a máscara de soldador e retirar os filtros, adaptando-os na frente da luneta, telescópio ou binóculo, tomando o máximo de cuidado para não deixar aberta qualquer entrada de luz. Só faça isso se você tiver absoluta certeza do que está fazendo e de que tem as habilidades manuais necessárias. Na dúvida, peça auxílio a alguém experiente.

Ao vivo de São Paulo

O Apolo11 transmitirá o trânsito de Mercúrio ao vivo, diretamente do Observatório Solar Apolo11, a partir das 08h00. As imagens serão capturadas em tempo real no comprimento de onda H-alpha e transmitidas ao vivo em nosso Canal no Youtube. Durante a transmissão responderemos as dúvidas dos nossos usuários e também mostraremos imagens de outros observatórios.

Fonte: https://www.apolo11.com/noticias.php?t=Prepare-se_vem_ai_o_transito_de_Mercurio_na_frente_do_disco_solar&id=20190821-102631

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Grande meteoro clareia o céu noturno do Mediterrâneo !

Grande meteoro clareia o céu noturno do Mediterrâneo
Na sexta-feira passada, um meteoro enorme e brilhante pôde ser visto de diferentes pontos da costa do Mar Mediterrâneo.

Especialistas explicam que era um bólido, um tipo de meteoro que ao entrar na atmosfera adquire a aparência de uma bola de fogo e deixa uma trilha brilhante em seu rastro.

Neste caso, seu rastro persistente foi fotografado por vários fãs. Sua luminosidade foi maior que a da Lua. algo entre a luminosidade do satélite terrestre e a do próprio Sol.

A queda deste grande corpo celeste iluminou os céus da ilha italiana da Sardenha, e também de diferentes partes do leste da Espanha, como Barcelona, ​​Valência e Alicante.

Além disso, nas Ilhas Baleares, ele foi visto por numerosas testemunhas e, conforme relatado pela Diretoria de Proteção Civil da Catalunha, recebeu nada menos que 55 chamadas de alerta de moradores dessa região espanhola.

O meteoro possivelmente está associado à chuva de meteoros Perseidas de Agosto.


Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/20/grande-meteoro-clareia-o-ceu-noturno-do-mediterraneo/


segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Cientistas descobrem meio de acelerar a fotossíntese em plantas !

Aumento na fotossíntese pode representar a expansão de cultivos importantes para a alimentação humana, como milho e sorgo

Cientistas australianos e britânicos descobriram como acelerar o processo de fotossíntese, pelo qual as plantas transformam a luz solar em alimento. O estudo, que pode expandir a produção de cereais como milho e sorgo, foi publicado na revista “Communications Biology”.

Os pesquisadores notaram que aumentar a produção da proteína Rieske FeS, que controla a taxa pela qual os elétrons fluem durante a fotossíntese, acelera todo o processo. Isso pode levar a um incremento na produção agrícola.

“Testamos o efeito de aumentar a produção da proteína Rieske FeS e descobrimos que ela aumenta a fotossíntese em 10%”, disse a pesquisadora Maria Ermakova, do Centro de Excelência em Fotossíntese Translacional (CoETP) do Centro de Pesquisa Australiano (ARC).
 
“A proteína Rieske FeS pertence a um complexo que é como uma mangueira através da qual os elétrons fluem, então a energia pode ser usada pelo mecanismo de carbono da planta. Ao superexpressar essa proteína, descobrimos como liberar a pressão da mangueira, para que mais elétrons possam fluir, acelerando o processo fotossintético”, disse Ermakova.

Essa foi a primeira vez que os cientistas geraram mais proteína Rieske FeS dentro das plantas C4. Até agora, a maioria dos esforços para melhorar a fotossíntese foi feita em espécies que usam a fotossíntese C3, como trigo e arroz. [As siglas C3 e C4 se referem a se um composto de três ou quatro carbonos é produzido inicialmente.] Isso ocorre apesar do fato de que as espécies de culturas C4, como milho e sorgo, desempenham um papel fundamental na agricultura mundial e já significarem alguns dos cultivos mais produtivos do mundo.
Planta melhorada

A proteína Rieske é especialmente importante em ambientes com alta radiância, onde as plantas C4 crescem.

“Nos últimos 30 anos, aprendemos muito sobre como as plantas C4 funcionam, tornando-as piores – quebrando-as como parte do processo de descoberta. No entanto, esse é o primeiro exemplo em que realmente melhoramos as plantas”, disse Robert Furbank, diretor do CoETP e um dos autores do estudo.

“Nossos próximos passos são montar todo o complexo de proteína FeS, que possui muitos outros componentes. Há muito mais a fazer e muitas coisas sobre esse complexo de proteínas que ainda não entendemos. Chegamos a um aumento de 10% superexpressando o componente FeS da Rieske, mas sabemos que podemos fazer melhor do que isso ”, acrescentou.

Os pesquisadores australianos trabalharam com colegas da Universidade de Essex (Reino Unido, que integram o projeto internacional Realising Increaseed Photosynthetic Efficiency (Ripe).

“Este é um ótimo exemplo de que precisamos de colaborações internacionais para resolver os complexos desafios enfrentados na tentativa de melhorar a produção agrícola”, disse Patricia Lopez-Calcagno, pesquisadora da Escola de Ciências da Vida da Universidade de Essex, que participou da produção de alguns dos componentes genéticos essenciais para a transformação da planta.

Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/cientistas-descobrem-meio-de-acelerar-a-fotossintese-em-plantas/

Bolha espacial !

Esfera gasosa na constelação de Órion: momento de vida pelo qual o nosso Sol também vai passar. Foto: ESA/Hubble & Nasa, R. Wade


Esfera na constelação de Órion resulta da perda de material de uma estrela envelhecida – um processo que deverá ocorrer com o nosso Sol

Uma alga? Uma água-viva? O protagonista desta foto, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble e divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA), não é nada disso. Trata-se de um enorme objeto esférico de gás, denominado NGC 2022 e localizado na constelação de Órion. O NGC 2022 foi expelido para o espaço por uma estrela envelhecida. É ela que aparece no centro da “bolha”, brilhando em meio aos gases que anteriormente a mantinham durante a maior parte de sua vida.

Quando estrelas como o Sol chegam a uma idade avançada, expandem-se e brilham em vermelho. Essas supostas gigantes vermelhas começam então a perder suas camadas externas de material para o espaço. Mais da metade da massa de uma dessas estrelas pode ser derramada dessa maneira, formando uma camada de gás circundante. Ao mesmo tempo, o núcleo da estrela encolhe e fica mais quente, emitindo luz ultravioleta que faz os gases expelidos brilharem.

Esse tipo de objeto é chamado de nebulosa planetária, embora não tenha nada a ver com planetas. O nome deriva da aparência arredondada e planetária desses objetos nos primeiros telescópios.

Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/bolha-espacial/


Incógnita sobre se os humanos percebem a realidade como ela de facto é...!

Será que os humanos percebem a realidade como ela de fato é?
Um dos problemas mais profundos da epistemologia é como conhecemos a natureza da realidade. Ao longo dos milênios, os filósofos têm oferecido muitas teorias, desde o solipsismo (só se sabe que existe uma mente) à teoria de que a seleção natural moldou nossos sentidos para nos dar um modelo preciso do mundo.

Agora, uma nova teoria da Universidade da Califórnia em Irvine, o cientista cognitivo Donald Hoffman está ganhando atenção.

Baseado na psicologia evolutiva, é chamada de teoria da interface da percepção (de sigla em inglês, ITP) e argumenta que as percepções agem como uma interface de usuário específica da espécie, a qual direciona o comportamento para a sobrevivência e reprodução, e não para a verdade.

A analogia do computador de Hoffman é que o espaço físico é como um desktop (Área/Mesa de Trabalho) e que os objetos nele são como ícones da área de trabalho, que são produzidos pela interface gráfica do usuário (de sigla em inglês, GUI).

Nossos sentidos, diz ele, formam uma interface de usuário biológica – uma GUI pegajosa – entre nosso cérebro e o mundo exterior, transduzindo estímulos físicos como fótons de luz em impulsos neurais processados ​​pelo córtex visual como coisas no ambiente.

GUIs são úteis porque você não precisa saber o que está dentro de computadores e cérebros. Você só precisa saber como interagir com a interface o suficiente para realizar sua tarefa. A função adaptativa, não a percepção verídica, é o que é importante.

O holótipo de Hoffman é o besouro australiano Julodimorpha bakewelli. As fêmeas são grandes, brilhantes, marrons e com covinhas. Assim, também são as garrafas de cerveja descartadas, e os machos as montarão até morrerem por calor, fome ou comido por formigas. A espécie estava à beira da extinção porque seus sentidos e cérebros foram projetados pela seleção natural para não perceber a realidade (é uma garrafa de cerveja, seu idiota!), mas para acasalar com qualquer coisa grande, marrom, brilhante e ondulada.

Para testar sua teoria, Hoffman realizou milhares de simulações evolutivas de computador, nas quais os organismos digitais, cujos sistemas perceptivos são sintonizados exclusivamente para a verdade, são superados por aqueles sintonizados apenas para a aptidão.

Como a seleção natural depende apenas da aptidão esperada, a evolução moldou nossos sistemas sensoriais em direção a um comportamento mais apto, e não à representação verdadeira.

A ITP merece séria consideração e teste, mas há dúvidas. Primeiro, como poderia uma percepção mais precisa da realidade não ser adaptativa?

A resposta de Hoffman é que a evolução nos deu uma interface para esconder a realidade subjacente porque, por exemplo, você não precisa saber como os neurônios criam imagens de cobras; você só precisa pular para fora do caminho do ícone da cobra.

Mas como o ícone se parece com uma cobra em primeiro lugar? Seleção natural. E por que algumas cobras não-venenosas evoluíram para imitar espécies venenosas? Porque os predadores evitam cobras venenosas reais.

O mimetismo só funciona se houver uma realidade objetiva para imitar.

Hoffman afirmou que “uma pedra é um ícone de interface, não um constituinte da realidade objetiva”. Mas uma rocha verdadeira, cortada em uma ponta de flecha e atirada em uma refeição de quatro patas, funciona mesmo que você não conheça física e cálculo.

Isso não é uma percepção verídica com significado adaptativo?

Para aos besouros, as garrafas de cerveja são o que os etologistas chamam de estímulos supernormais, que imitam objetos que os organismos evoluíram para responder e provocar uma resposta mais forte ao fazê-lo, como (para algumas pessoas) implantes mamários de silicone em mulheres e musculação reforçada com testosterona em homens .

Os estímulos supranormais só funcionam porque a evolução nos projetou para responder aos estímulos normais, os quais devem ser retratados com precisão pelos nossos sentidos, para que nosso cérebro funcione.

Hoffman diz que a percepção é específica da espécie e que devemos levar os predadores a sério, mas não literalmente.

Sim, o ícone de um golfinho para “tubarão” sem dúvida parece diferente de um humano, mas realmente existem tubarões, e eles realmente têm caudas poderosas em uma extremidade e uma boca cheia de dentes na outra ponta, e isso é verdade, não importa como seu sistema sensorial funciona.

Além disso, as simulações por computador são úteis para modelar como a evolução pode ter acontecido, mas um teste real da ITP seria determinar se a maioria das interfaces sensoriais biológicas cria ícones que se assemelham à realidade ou a distorcem.

Os dados dirão.

Por fim, por que apresentar esse problema como uma escolha entre aptidão e verdade? Adaptações dependem em grande parte de um modelo relativamente preciso da realidade.

O fato da ciência progredir em direção a, digamos, erradicar doenças e aterrissar espaçonaves em Marte deve significar que nossas percepções da realidade estão cada vez mais próximas da verdade, mesmo que seja com ‘v’ minúsculo.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/19/sera-que-os-humanos-percebem-a-realidade-como-ela-e/

sábado, 17 de agosto de 2019

Buraco Negro monstruoso encontrado com 40 biliões de vezes a massa do Sol !

Se contemplar o vasto tamanho dos objetos astronômicos faz com que você se sinta insignificante, essa nova descoberta fará com que você se sinta positivamente infinitesimal.
É quase impossível imaginar um objeto desse tamanho: um buraco negro supermassivo que é 40 bilhões de vezes mais massivo que nosso Sol. Mas lá está, sentado no centro de uma super-gigante galáxia elíptica chamada Holmberg 15A . Holmberg 15A está a cerca de 700 milhões de anos-luz de distância, no centro do aglomerado de galáxias Abell 85 .
Este gigante esteve na mira dos astrônomos antes. Anteriormente, sua massa era estimada em 310 bilhões de vezes a massa do Sol, um tamanho quase inconcebível. Mas essa estimativa foi baseada em medidas indiretas. Neste novo estudo, os astrônomos rastrearam o movimento das estrelas ao redor do buraco negro e chegaram a 40 bilhões de vezes a massa do Sol.
Como essa nova medição é baseada na observação direta, ela é mais precisa.
O estudo que delineia essa nova medida foi submetido ao The Astrophysical Journal, mas ainda não foi revisado por pares. É intitulado " Um buraco negro de 40 bilhões de massa solar no núcleo extremo da Holm 15A, a galáxia central de Abell 85 ".
O trabalho é baseado em apenas duas noites de observações com o instrumento MUSE (Multi Unit Spectroscopic Explorer) do Very Large Telescope (VLT) do ESO no Observatório do Paranal, no norte do Chile. Usando modelos e observações, a equipe de astrônomos por trás deste trabalho observou a cinemática estelar das estrelas orbitando o buraco. Eles dizem que esse buraco negro é um recordista. “… O SMBH no centro de Holm 15A é o buraco negro mais massivo determinado dinamicamente até agora.”
A impressão artística de dois buracos negros que se fundem, teorizou que é uma fonte de ondas gravitacionais. A SMBH na Holm 15A é provavelmente o resultado de uma fusão de dois buracos negros. Crédito: Bohn, Throwe, Hébert, Henriksson, Bunandar, Taylor, Scheel / SXS
Só para ficar claro, esta não é a SMBH mais massiva já encontrada. Esse título, pelo menos agora, pertence ao Ultra Massive Black Hole (UMBH) no centro de TON 618 , um quasar extremamente luminoso a mais de 10 bilhões de anos-luz de distância. Esse gigante é 66 bilhões de vezes mais massivo que o sol. Mas esse UMBH foi medido indiretamente, então sua medição de massa pode ser revisada.
É desafiador imaginar algo que seja 40 bilhões de vezes mais massivo que o Sol. Para colocá-lo em perspectiva, imagine este SMBH situado no centro do nosso Sistema Solar, onde o Sol está. Se estivesse lá, então se estenderia até Plutão e muito além.
Plutão é cerca de 40 unidades astronômicas (UA) longe do sol. E o Cinturão de Kuiper é cerca de 50 UA. A heliopausa é de cerca de 123 UA longe do sol. Mas esta SMBH se estende até aproximadamente 790 UA. O que está localizado no início da nuvem Oort, que começa em torno de 1000 UA.
Esta imagem não está em escala, por razões óbvias. Mas mostra os locais dos marcos de distância em nosso Sistema Solar em Unidades Astronômicas. Se esta recém-medida SMBH estivesse na posição do Sol, ela se estenderia além da heliopausa e se aproximaria da Nuvem de Oort. Crédito de imagem: NASA / JPL-Caltech - http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA17046, domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=28366203.
Não é apenas o tamanho da SMBH que é notável. De acordo com outros métodos de medição, é ainda maior que o esperado. "O SMBH da Holm 15A não é apenas o mais massivo até hoje, é também quatro a nove vezes maior que o esperado, dada a massa estelar protuberante da galáxia e a dispersão de velocidade estelar da galáxia", disseram os autores em seu artigo.
Mas como essa SMBH ficou tão grande?
Provavelmente foi formado quando duas Galáxias do Tipo Primitivas (ETG) se fundiram. Neste caso, ambos os ETGs teriam núcleos esgotados, o que significa que não há muitas estrelas lá. Esse tipo de fusão é provavelmente raro, de acordo com os autores, e explica por que essa fera é tão notável.
Também é possível que o SMBH da Holm 15A seja o resultado de uma fusão entre mais de dois ETGs. “… Se o Holm 15A experimentou alguma evolução antecipada acelerada no passado, então pode ser que não apenas um buraco negro binário esteja envolvido, mas possivelmente um cenário mais complicado com múltiplos buracos negros.”
A equipe de astrônomos pretende continuar seu trabalho. Eles acham que sua análise detalhada pode revelar mais informações sobre a história de fusão de galáxias massivas e os buracos negros em seus centros.
Quando se trata de fusão de buracos negros, o Observatório LIGO é a nossa melhor aposta para identificá-los.
“No momento, Holm 15A é apenas o primeiro ETG massivo com um núcleo quase exponencial que foi investigado dinamicamente em detalhes. Modelos dinâmicos e decomposições fotométricas de outras galáxias semelhantes poderiam ajudar a lançar mais luz sobre as questões relacionadas à sua formação e evolução. ”
É possível que continuemos encontrando buracos negros cada vez maiores, e que precisaremos continuar inventando novos nomes para as categorias de tamanho. Nós tivemos buracos negros super maciços e agora buracos negros ultra maciços.
Alguns astrofísicos dizem que provavelmente há um limite para o tamanho do buraco negro antes que o disco de gás entre em colapso e pare de crescer. Esse limite é de cerca de 50 bilhões de massas solares. Mas se dois buracos negros se fundirem e já tiverem atingido esse limite, então um UMBH com até 100 bilhões de massas solares pode ser possível.
Isso é quase inconcebível. E se três buracos negros pudessem se fundir, o que isso significa para os limites de massa dos buracos negros?
De qualquer forma, há muito trabalho a fazer antes de realmente se preocupar de que os gigantes vêm e possam se tornar possíveis. O Observatório LIGO detectou 10 fusões de pares de buracos negros a partir de 2018, e eles são os que são hoje à prova um por semana. Portanto, não há escassez de oportunidades para estudar-las.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.com/
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Cientistas encontraram uma maneira de criar milhões de universos virtuais !

Cientistas encontraram uma maneira de criar milhões de universos virtuais
O estudo deles contradiz o que achamos que sabíamos sobre a evolução galáctica.

Os cientistas usaram um supercomputador para simular a criação e a evolução de 8 milhões de universos virtuais, cada um contendo 12 milhões de galáxias – e, no processo, descobriram algo novo sobre o universo em que vivemos.

As galáxias usam gás hidrogênio para formar estrelas, mas algumas galáxias param de criar novas estrelas, mesmo que elas ainda tenham bastante gás hidrogênio.

Anteriormente, os cientistas atribuíram isso a uma combinação de fatores. Por um lado, eles achavam que os buracos negros supermassivos nos centros das galáxias poderiam estar produzindo muita energia para o hidrogênio esfriar até as temperaturas de formação de estrelas, com explosões de supernovas aumentando este “inferno”.

A matéria escura também poderia desempenhar um papel, já que sua força gravitacional sobre o gás hidrogênio faria com que sua temperatura aumentasse.

O pesquisador Peter Behroozi disse em um comunicado à imprensa:

À medida que voltamos mais cedo e mais cedo no universo, esperamos que a matéria escura seja mais densa e, portanto, o gás fique cada vez mais quente. Isso é ruim para a formação de estrelas, então pensamos que muitas galáxias no universo primitivo deveriam ter parado de formar estrelas há muito tempo.

Mas através de suas simulações universais habilitadas por supercomputadores, que detalham em um estudo publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, os pesquisadores descobriram que não era o caso. Somente quando eles ajustaram suas simulações para permitir que galáxias precoces continuem eficientemente a formar estrelas por mais tempo, essas galáxias evoluíram para formar universos virtuais que se parecem com o nosso real.

Behroozi disse:

Em outras palavras, somos forçados a concluir que as galáxias formaram estrelas de maneira mais eficiente nos primeiros tempos do que pensávamos. E o que isso nos diz é que a energia criada por buracos negros supermassivos e estrelas explodindo é menos eficiente em sufocar a formação de estrelas do que nossas teorias previam.

Este é o primeiro estudo a simular com precisão uma seção tão grande do nosso universo – mas até mesmo 12 milhões de galáxias são apenas uma fração das centenas de bilhões de galáxias que os astrônomos acreditam que povoam o universo atual.

Ainda assim, com os supercomputadores se tornando mais poderosos o tempo todo, pode não demorar muito para que os cientistas possam simular a criação de todo o nosso universo – e talvez resolver ainda mais seus mistérios no processo.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/15/cientistas-milhoes-universos-virtuais/

 

Planetas como a Terra orbitam um em cada 4 estrelas parecidas com o Sol !

Planetas como a Terra orbitam uma em cada 4 estrelas parecidas com o Sol
Uma em quatro estrelas semelhante ao Sol abriga planetas rochosos que são similares à Terra em tamanho e distância de sua estrela.

Esta é a estimativa mais precisa da frequência de planetas como a Terra, publicada no The Astronomical Journal por pesquisadores da Penn State University, que desenvolveu um modelo para os milhares de exoplanetas descobertos pela missão Kepler da NASA. A estimativa é feita com base em planetas de três quartos a uma vez e meia o tamanho da Terra, com períodos orbitais variando de 237 a 500 dias. Sob estas condições, eles podem abrigar água líquida.

O professor Eric B. Ford, autor principal do estudo, informou.

Saber com que frequência devemos esperar encontrar planetas de um certo tamanho e período orbital é extremamente útil para otimizar os estudos de exoplanetas e o projeto das próximas missões espaciais, a fim de maximizar suas chances de sucesso.

Kepler descobriu planetas com uma ampla variedade de tamanhos, composições e órbitas Queremos usar essas descobertas para melhorar nossa compreensão da formação do planeta e planejar futuras missões para encontrar planetas que possam ser habitáveis.

Entretanto, simplesmente contar exoplanetas de um determinado tamanho orbital ou distância é enganoso, já que é muito mais difícil encontrar pequenos planetas longe de suas estrelas do que encontrar grandes planetas perto de suas estrelas.

Para superar esse obstáculo, os pesquisadores projetaram um novo método para inferir a taxa de ocorrência de planetas em uma ampla gama de tamanhos e distâncias orbitais. O novo modelo simula universos de estrelas e planetas e depois ‘observa’ esses universos simulados para determinar quantos dos planetas teriam sido descobertos por Kepler em cada universo.

Danley Hsu, um estudante de pós-graduação da Penn State e co-autor do trabalho, disse:

Usamos o catálogo final de planetas identificados pelo Kepler e as propriedades estelares aprimoradas da espaçonave Gaia da Agência Espacial Européia para construir nossas simulações.

Ao comparar os resultados com os planetas catalogados pelo Kepler, caracterizamos a taxa de planetas por estrela e a forma com que isso depende do tamanho do planeta e da distância orbital. Nossa nova abordagem permitiu que a equipe levasse em conta vários efeitos que não foram incluídos em estudos anteriores.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/16/planetas-como-a-terra-orbitam-uma-em-cada-4-estrelas-parecidas-com-o-sol/

 

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Alerta na Via Láctea – Buraco negro no centro da nossa galáxia subitamente aumenta seu brilho 75 vezes !!!

Buraco negro no centro da nossa galáxia subitamente aumenta seu brilho
Sequoyah Kennedy publicou o artigo abaixo, nos alertando sobre um comportamento estranho do buraco negro no centro da nossa galáxia.

Eu gosto dos meus buracos negros como gosto dos meus órgãos internos: fazer o que eles devem e não surpreender ninguém. Afinal de contas, nós mal entendemos buracos negros além das descrições que se encaixam perfeitamente no romance de H.P. de Lovecraft – uma estrela morta no centro da galáxia, desmoronou sob sua própria massa tremenda a uma singularidade impossível, distorcendo o próprio tecido da realidade em torno dela como um manto mais escuro que a noite mais escura, enquanto a própria luz se esforça em vão mas não consegue escapar de sua terrível atração.

Sim, eu não quero surpresas de buracos negros.

Mas, infelizmente, o grande velho despertou e todas as mentes mais brilhantes da humanidade não sabem para qual propósito estranho. Segundo os astrônomos, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea tem agido de forma muito estranha.

O Sagitário A * (Sgr A *) é um buraco negro supermassivo bem quieto e mundano (até onde eles são). As flutuações no brilho da ‘contraparte eletromagnética’ são normalmente relativamente pequenas. Este maio, no entanto, ele parece ter mudado. Observações do telescópio Keck registraram picos maciços no brilho de Sgr A *, incluindo um quando o buraco negro atingiu 75 vezes seu brilho normal e ficou lá por um período de duas horas.

O astrônomo Tuan Do, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, que observou o aumento sem precedentes em Sgr A *, diz:

Fiquei bastante surpresa no começo e depois muito empolgado.

O buraco negro era tão brilhante que eu inicialmente o confundi com a estrela S0-2, porque eu nunca tinha visto o Sgr A * tão brilhante.

Nos próximos quadros, porém, ficou claro que a fonte era variável e tinha que ser o buraco negro. Eu soube quase imediatamente que provavelmente havia algo interessante acontecendo com o buraco negro.

A pesquisa de Tuan Do foi publicada recentemente no Journal of Astrophysical Letters, mas os astrônomos ainda não sabem o que causou esses enormes picos.

Os buracos negros não emitem luz sozinhos, mas o disco giratório de coisas em volta deles o faz. O chamado disco de acreção consiste em poeira, gás e destroços cósmicos que são puxados para o buraco negro, mas não ultrapassam o horizonte de eventos.

Às vezes, estrelas azaradas passando pela região sofrem com a enorme gravidade do buraco negro supermassivo e são assimiladas pelo disco de acreção. A hipótese para os picos no brilho do Sgr A * é que ele tem suas garras em um objeto incomumente grande e o puxa para o disco de acreção, embora o objeto possa ser desconhecido.

Os astrônomos continuarão estudando o Sgr A * e tentarão descobrir exatamente o que está acontecendo.

O telescópio Keck só tem mais algumas semanas, onde terá o ângulo certo para observar o Sgr A *, mas há mais quatro telescópios que foram apontados para ele durante todo o verão no hemisfério norte, com seus dados ainda a serem liberados.

Depois disso, o centro da nossa galáxia não poderá ser observado novamente até 2020. O que deixa um ponto cego de aproximadamente seis meses e, como todos sabem, os buracos negros só agem quando você não está olhando.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/14/buraco-negro-subitamente-aumenta-seu-brilho/

 

terça-feira, 13 de agosto de 2019

NASA acaba de testar nave espacial impulsionada pela água !

NASA acaba de testar nave espacial impulsionada pela água
Imagine duas naves espaciais do tamanho de uma caixa de lenços de papel orbitando a Terra. Em seguida, imagine-as se comunicando e usando um propulsor movido a água para se aproximarem uma do outra.

Se você puder fazer isso, então você estará pronto para uma das atividades do Programa de Tecnologia de Naves Espaciais Pequenas (de sigla em inglês, SSTP) da NASA.

Isso tudo faz parte do esforço da NASA para desenvolver pequenas espaçonaves para atender às suas atividades de exploração espacial, ciência, operações espaciais e aeronáutica.

As duas espaçonaves são CubeSats, definidas como não maiores que 10 cm x 10 cm x 10 cm. Elas estavam em órbita ao redor da Terra, a cerca de 9 km uma do outra.

Elas estabeleceram um link de comunicação de rádio, então uma delas emitiu um comando para a outra. A nave chefe disse à subordinada para disparar seu propulsor movido a água e para se aproximar. (A água é transformada em vapor, usada para propelir a espaçonave.)

Essa descrição faz parte do desenvolvimento de pequenas espaçonaves que podem fazer as coisas de forma autônoma. Em vez de mandar as pessoas no terreno darem cada comando aos CubeSats, elas precisam apenas iniciar a sequência e a espaçonave fará o resto.

Roger Hunter, gerente de programa do programa Small Spacecraft Technology, disse em um breve comunicado à imprensa:

Demonstrações como essa ajudarão no avanço de tecnologias que permitirão um uso maior e mais amplo de pequenas espaçonaves dentro e fora da órbita da Terra.

Este experimento foi projetado com salvaguardas no lugar. Havia limitações estritas nos tipos de instruções que a nave espacial poderia emitir para outra.

O objetivo do experimento era mostrar que um operador humano poderia iniciar uma sequência, então a espaçonave cuidaria do resto dos detalhes.

A espaçonave ‘chefe’ só poderia emitir instruções autorizadas e pré-planejadas.

Darren Rowen, diretor do Small Satellite Department da The Aerospace Corporation, disse:

A equipe do OCSD está muito satisfeita em continuar demonstrando novas capacidades técnicas como parte desta missão estendida, mais de 1,5 anos após a implantação.

É emocionante pensar sobre as possibilidades permitidas com relação ao espaço profundo, organizando autonomamente enxames de pequenas espaçonaves.

Parece claro que a exploração futura do espaço e dos corpos planetários será enriquecida com veículos mais autônomos. Neste momento, o MSL Curiosity (jipe-sonda) da NASA é o principal veículo de exploração espacial. Mas opera com instruções primorosamente detalhadas que são enviadas da Terra. É um modelo que serviu bem às nossas necessidades de exploração. Mas no futuro, as coisas vão mudar.

Uma plataforma como o MSL pode ser mais uma nave-mãe para exploração. Imagine um enxame de drones que chamam uma plataforma científica estacionária de base lar. Eles recebem um conjunto abrangente de instruções sobre o que explorar e organizam-se de acordo com instruções e algoritmos pré-autorizados que os ajudam a alcançar seus objetivos.

Todos nós sabemos que é para onde estamos indo, com a Inteligência Artificial – IA sendo um foco de desenvolvimento.

Essa é a visão, mas esta missão irá avançar em pequenos passos.

Esta missão faz parte da missão Optical Communications and Sensor Demonstration (OCSD) da NASA. É o tipo de trabalho que precisa ser feito antes que nossas fantasias visionárias de exploração do Enxame de IA possam ser levadas a bom termo.

Este é o segundo passo de uma série de missões meticulosamente projetadas. A primeira missão OCSD lançada em 2015 foi uma missão de redução de risco projetada para calibrar e ajustar essas duas espaçonaves, a espaçonave OCSD-B e a OCSD-C.

Todas fazem parte do Programa de Tecnologia de Pequenas Naves Espaciais da NASA (de sigla em inglês, SSTP) dentro da Diretoria de Missão de Tecnologia Espacial da agência.

O SSTP é gerenciado pelo Ames Research Center da NASA no Vale do Silício, Califórnia.

Como estamos alimentados com uma dieta constante de filmes e idéias futuristas de ficção científica, essa instância de duas espaçonaves emitindo instruções de forma autônoma e depois disparando propulsores para fechar a distância pode parecer quase antiquada. Mas não é.

Este é o tipo de trabalho de desenvolvimento detalhado e passo-a-passo que deve ser feito para que nossas futuras aspirações de exploração espacial funcionem. E tudo está acontecendo em órbita, agora mesmo.


Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/13/nasa-acaba-de-testar-nave-espacial-impulsionada-pela-agua/


 

Descoberta no mar Morto dá esperança de encontrar vida em Marte !

Descoberta no mar Morto dá esperança de encontrar vida em Marte
Mesmo planetas considerados inóspitos, como Marte, podem ser oásis de vida, como mostra esse artigo publicado no site sputniknews.com

A água salgada do lago lendário no Oriente Médio pode ser considerada um dos ambientes mais impróprios para a vida no mundo. No entanto, mesmo lá, sem carbono ou oxigênio, microrganismos encontram vias para sobreviver.

O estudo, publicado na revista científica Geology, descreveu microrganismos que são capazes sobreviver debaixo do Mar Morto, 250 metros abaixo do fundo do mar. Vestígios de organismos unicelulares foram encontrados em furos nos sedimentos do espesso estrato de sal em um dos lagos mais salgados da Terra.

Essas criaturas são capazes de sobreviver graças a bolhas de água microscópicas presas nas formações e graças ao seu comportamento “necrófago”, se alimentando dos restos de outros microrganismos que viveram no fundo do mar Morto.

Alguns estudos já provaram que organismos não bacterianos, chamados archaea, que foram encontrados nos ambientes mais extremos, podem viver nos sedimentos do mar Morto. Mas agora um grupo da Universidade de Genebra, liderado por Camille Thomas, encontrou moléculas únicas que as bactérias usam para se alimentar quando há muito poucas fontes de energia.

Estas partículas foram encontradas em estratos de 120.000 anos. Como os archaea não as podem ter produzido, os cientistas supuseram que elas possam ter sido produzidas por formas de vida bacterinas. Pode ser que elas tenham usado archaea mortos como comida para sobreviver. Os cientistas concluíram que este modo de vida tenha os ajudado a produzir reservas de carbono e também a criar água, tornando as bolhas menos salinas. Isso deve ser um modelo de vida sem precedentes para as bactérias.

“Isso é um mecanismo extremamente lento. O ritmo dele explica por que, até hoje, os cientistas não têm sido capazes de ver em laboratório microrganismos que existem em condições tão extremas como as que se encontram no mar Morto”, disse Yael Ebert, cientista do Instituto de Geociências da Universidade Hebraica de Jerusalém, ao jornal Haaretz.

A possibilidade de existir uma grande biomassa viva no ambiente extremo do fundo do mar Morto tem consequências interessantes para a busca da vida no planeta Marte. O Haaretz informa que a NASA teria descoberto em Marte o mesmo mineral que existe nos sedimentos do mar Morto. Isso poderia significar que processos biológicos similares ao do mar Morto podem ter tido lugar no Planeta Vermelho.
Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/13/descoberta-no-mar-morto-da-esperanca-de-encontrar-vida-em-marte/

 

Interrogação sobre se poderia Marte ser colonizado em 2024...!

Poderia Marte ser colonizado em 2024?
O pouso na Lua em 1969 resultou em uma onda de otimismo na expectativa de que os humanos logo conquistariam o espaço, praticamente transformando-o em nosso novo quintal.

No entanto, o progresso não veio como esperado, e com o fechamento do Programa de Ônibus Espaciais da NASA, as perspectivas de mais exploração espacial diminuíram ainda mais.

O sonho não morreu completamente e hoje, Elon Musk, sua empresa SpaceX e agências governamentais estão trabalhando em planos para pousar humanos em Marte até 2024.

Embora seja ótimo que o sonho de Marte ainda esteja vivo, a questão é se este é um objetivo alcançável. Muitos especialistas sugerem que uma colônia de Marte não é nada além de um sonho, devido às monumentais barreiras técnicas, biológicas e psicológicas envolvidas.

Seria o projeto de Marte nada mais do que hipérbole cultural, ou seria realmente possível para os seres humanos fazer de Marte nossa nova casa longe do ponto azul pálido?

Desafios da colônia de Marte.

A tecnologia e o custo: O custo por si só de ir a Marte teria impedido qualquer discussão séria sobre o desembarque de seres humanos e o estabelecimento de uma colônia em Marte.

No entanto,a SpaceX de Elon Musk foi pioneira no uso de foguetes reutilizáveis ​​como um meio de reduzir radicalmente o custo.

A SpaceX passou por muitos problemas com essa tecnologia, e embora melhorias e avanços tenham sido feitos para tornar a Tecnologia de Foguete Reutilizável uma realidade no futuro, ainda é preciso ver se essa tecnologia conseguirá reduzir o custo o suficiente, enquanto ao mesmo tempo assegurará que fornece foguetes que estão à altura da tarefa de nos pousar em Marte.

Terraforming: Este termo refere-se à ideia de geoengenharia de um planeta para torná-lo habitável para seres humanos e outras formas de vida. No caso de Marte, isso exigiria alterar a atmosfera, injetando gases como o oxigênio com o objetivo de iniciar um efeito estufa em Marte.

No entanto, a atmosfera marciana é tão fina e hostil que Terraforming não é viável, dado o estado atual da nossa tecnologia e as condições atmosféricas em Marte.

Alimentos e Nutrientes: O acesso a um suprimento confiável dos principais recursos e nutrientes necessários para sustentar a vida na forma de calorias e minerais que obtemos de alimentos e água na Terra é um risco imediato e óbvio para o projeto Colônia de Marte.

A atmosfera hostil, radiação e solo tóxico encontrados na superfície marciana significam que o cultivo de alimentos em Marte será um desafio formidável.

Estufas subterrâneas com iluminação artificial têm sido propostas como uma maneira de lidar com esse problema, mas não há uma solução e um plano claros sobre como os alimentos e outros nutrientes básicos serão disponibilizados em Marte.

O fato de que apenas 3% da superfície de Marte foi mapeada torna ainda mais difícil determinar a localização ideal para os colonos desembarcarem e estabelecerem uma base inicial onde o alimento e a água serão produzidos em quantidades suficientes.

Radiação: A radiação representa o risco de câncer e outras complicações de saúde potenciais a longo prazo.

Bases subterrâneas construídas dentro de antigas cavernas naturais marcianas têm sido sugeridas como uma solução potencial, mas o risco para a saúde da radiação é constante e de longo prazo, e também não há uma solução clara sobre como será abordada.

Microgravidade: A gravidade reduzida em Marte também representa riscos e perigos para a saúde a longo prazo. Estes podem incluir problemas cardíacos, deficiência imunológica, deterioração muscular e óssea, bem como problemas sensoriais que afetam o equilíbrio, as vias neurológicas e a coordenação do corpo.

A NASA já iniciou experimentos para entender os efeitos da microgravidade, enviando astronautas para a Estação Espacial Internacional para passar um ano em um ambiente livre de gravidade, longe da Terra, como uma simulação de condições em Marte. Os dados ainda estão sendo coletados e interpretados enquanto a NASA espera avaliar se algum efeito negativo na saúde será visto na velhice.

Social e Psicológico: Por último, mas não menos importante, é o efeito psicológico que uma permanência prolongada longe da Terra provavelmente terá.

Os colonos de Marte ficarão confinados em um ambiente fechado e lotado por um longo período, e é bem provável que isso possa resultar em algumas pessoas experimentando colapsos psicológicos ou aumento de conflitos entre os colonizadores. Paralelos foram traçados com a era da Exploração do Mar, em que era comum os tripulantes experimentarem colapsos psicológicos em longas viagens marítimas.

É provável que o mesmo aconteça em Marte com algumas pessoas, embora a gravidade do sofrimento, seus sintomas e como tratá-lo ainda estejam sendo investigados.

A NASA também conduziu o experimento de alto-mar para investigar os efeitos do isolamento prolongado em Marte, realizando uma simulação na Terra em um ambiente semelhante ao de Marte.

Enquanto isso, a SpaceX e Elon Musk continuam a desempenhar seu papel, aprimorando constantemente a tecnologia e foguetes reusáveis, melhorando continuamente o Falcon Rocket em sucessivos lançamentos.

Combinado com a cooperação em andamento, experimentos e financiamento da NASA, fica claro que o Projeto Marte está avançando, independentemente dos enormes desafios.
Conclusão

Em última análise, o Projeto Marte é um salto de fé.

Logicamente, é perfeitamente compreensível que o Projeto Marte seja descrito como ‘Ficção Científica’, uma vez que analisarmos a verdadeira magnitude dos desafios envolvidos. No entanto, o desejo de alcançar o desconhecido é o que nos torna humanos, e é por isso que acreditamos que os desafios acabarão por ser conquistados e um dia vamos estabelecer uma colônia em Marte.

Provavelmente não estabeleceremos uma colônia ou mesmo pousaremos em Marte até 2024…

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/12/poderia-marte-ser-colonizado-em-2024/

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Incógnita sobre se a vida não é nada mais do que um sonho...!

Seria a vida nada mais do que um sonho?
Sharon Hewitt Rawlette, Ph.D., é uma filosofa que investiga ‘coincidências’ aparentes pelo que elas podem nos dizer sobre o funcionamento oculto da consciência. Aqui ela nos faz pensar sobre nossa própria “realidade”, se é que ela é mesmo real…

Uma das coisas estranhas sobre os sonhos é que, na maioria das vezes, não estamos cientes de que estamos sonhando. Tipicamente, nossa memória e nossa habilidade reflexiva são substancialmente limitadas dentro dos sonhos (Fosse et al. 2003; Hobson et al. 1998), fazendo com que não notemos incongruências dentro do sonho e presumimos que o que experimentamos é real. Simplesmente não nos ocorre considerar que pode não ser.

Talvez até mais estranhamente, mesmo quando ocasionalmente percebemos que estamos sonhando – e de acordo com várias pesquisas realizadas em todo o mundo, de 26% a 92% das pessoas tiveram pelo menos um sonho lúcido (Stepansky e cols. 1998; Erlacher et al., 2008; Palmer, 1979; Yu, 2008) – as experiências “sensoriais” do sonho que podem permanecer tão convincentemente reais. Lembro-me de que, em um dos meus próprios sonhos, percebi que era um sonho e depois me maravilhei com o quão sólido e real o celular na minha mão parecia.

A capacidade do mundo dos sonhos parecer real levou muitos pensadores – o filósofo René Descartes (1641) a ser o exemplo ocidental mais proeminente – a imaginar se o mundo que experimentamos enquanto estamos acordados poderia ser um sonho. Se o mundo dos sonhos se sente tão real quanto ao que estando acordado (pelo menos enquanto estamos nele), como podemos saber com certeza que não estamos vivendo atualmente em um sonho – um sonho do qual um dia poderemos acordar?

Uma maneira pela qual os filósofos tentaram dissipar tais preocupações é apelando para as diferenças entre o mundo dos sonhos e o mundo dos sonhos. Por exemplo, nosso mundo desperto tem uma coerência que muitas vezes falta ao mundo dos sonhos. (Para um exemplo de um argumento baseado na coerência contra a hipótese cética, veja Norman Malcolm (1959).) Você pode lembrar que, no filme de ficção A Origem, os personagens aprendem a reconhecer que estão sonhando perguntando a si mesmos como chegaram em uma determinada situação, então percebendo que eles não podiam lembrar, porque o sonho apenas os colocou lá.

Mas a coerência do nosso mundo desperto garante que ele seja real?

Acredito que a coerência de nosso mundo desperto nos dá evidências de que não é apenas uma invenção da nossa imaginação. Especificamente, nos dá evidência de que, quando estamos acordados, algo está causando nossa experiência que é independente da experiência em si. Por exemplo, a relativa permanência dos objetos e ambientes que experimentamos na vida desperta parece ser melhor explicada por haver algo real e duradouro que nossas experiências estão refletindo.

No entanto, a permanência relativa dos objetos e ambientes que encontramos no mundo desperto não é garantia de que o mundo desperto seja tão real quanto possível. Afinal, um alto grau de permanência também é encontrado nos mundos dos videogames, nos quais os “ambientes” e os “objetos” com os quais interagimos são apenas as criações do código de computador. Assim, embora a permanência percebida pareça apontar para algo que é objetivo / duradouro, a verdadeira natureza do que está “lá fora” pode parecer tão pouco em nossa experiência quanto um código de computador se parece com as imagens que vemos quando reproduzimos um vídeo Jogos.

De fato, a física nos ensina que os objetos que experimentamos como sólidos são, na verdade, compostos quase inteiramente de espaço vazio. E os resultados dos experimentos de mecânica quântica indicam que, sob certas condições, os blocos de construção da matéria não se comportam como partículas discretas, mas como ondas de probabilidade. Se, no entanto, sentirmos o mundo cheio de objetos duradouros e sólidos, isso se deve à maneira usual com que nossos sentidos interagem com ele e ao modo como essas interações são representadas na consciência.

Isso significa que há, de fato, um sentido importante em que todos nós vivemos constantemente dentro de um sonho – isto é, dentro de um mundo criado por nossas próprias mentes. É só que, quando estamos acordados, nossas mentes conformam nossos sonhos a um conjunto confiável de padrões, que presumimos serem determinados por uma realidade que existe independentemente de nossa experiência, embora não tenhamos como conhecer essa realidade, exceto através das maneiras complexas em que isso afeta nosso “sonho”.

Mas poderia haver um sentido ainda mais profundo em que nossa vida desperta é um sonho?

Assim como frequentemente acordamos do sono para perceber que o que estávamos experimentando no estado de sono não era tão coerente e “real” quanto o que experimentamos quando acordados, poderia haver um dia em que emergiríamos do sonho da realidade para experimentar um mundo ainda mais coerente e vividamente real, um estado em que experimentaremos níveis de conhecimento, memória e outras funções cognitivas que superam amplamente as que vivenciamos em nossas vidas atuais?

De fato, um número bastante surpreendente de pessoas relatou já ter tido experiências como essa. Ou seja, eles relatam ter tido experiências que lhes parecem mais reais do que as que elas têm em seu estado normal de vigília. Por exemplo, “mais real do que real” é uma descrição frequentemente usada por aqueles que tiveram experiência de quase morte.(Moody 1975; Thonnard et al. 2013; Palmieri et al. 2014), aqueles que usaram substâncias psicodélicas como DMT (Strassman 2001) e aqueles que, por vários outros meios, experimentaram estados incomuns de consciência.

Muitas experiências de quase-morte também relatam uma função cognitiva aumentada e um súbito aumento no conhecimento (Owens et al. 1990; Greyson 2003). Essa percepção da função cognitiva aumentada e do aumento do conhecimento é frequentemente descartada como uma ilusão por aqueles que não estão familiarizados com a literatura científica sobre experiências de quase morte, mas uma investigação cuidadosa mostrou que informações concretas e verificáveis ​​foram obtidas nesses estados que não estavam disponíveis à pessoa que passou por isso através dos seus cinco sentidos (Rivas et al. 2016).

A experiência daqueles que tiveram estados incomuns de consciência levanta a possibilidade de que a velha questão de saber se “a vida é apenas um sonho” é mais do que uma preocupação inútil de alguns filósofos confortavelmente abrigados em suas poltronas ao lado de suas lareiras. A resposta a esta questão poderia muito bem ter grandes consequências empíricas, inclusive implicações surpreendentes para os tipos de experiências que estão disponíveis para a mente humana.

Temos todos os motivos para estarmos atentos a essa possibilidade, à medida que continuamos a investigar a verdadeira natureza do mundo em que nos levamos para viver.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/12/seria-a-vida-nada-mais-do-que-um-sonho/

sábado, 10 de agosto de 2019

Ethan Chappel um Astrónomo amador registou um Objecto de Grande Porte impactando Júpiter !

Ethan Chappel, um astrônomo amador, flagrou alguma coisa espetacular acontecendo em Júpiter nesta quarta-feira (7). Ele usava seu telescópio doméstico para observar o planeta, e registrou um brilho em sua superfície. Alguns momentos depois, o brilho desapareceu, o que reforça a ideia de que foi um impacto.
Ele fez as imagens acima, que ainda precisam ser confirmadas por um segundo observador. Aparentemente um asteroide gigantesco se chocou contra o planeta de gás gigante.

É importante ressaltar que a bolinha branca registrada pelo telescópio de Ethan tem o tamanho do planeta Terra, que é minúsculo em comparação com o planeta gigante. A título de comparação, caberiam três Terras na Grande Mancha Vermelha, que também está visível nas imagens.

Claro que isso não significa que algo do tamanho da Terra atingiu Júpiter, e sim que a colisão parece ter liberado muita energia. Se confirmado, este poderá ser o sétimo impacto registrado em Júpiter, e o primeiro nos últimos dois anos.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.com/

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Galáxias antigas são descobertas e podem mudar a compreensão do nosso Universo !

Galáxias antigas são descobertas e podem mudar a compreensão do nosso Universo
Os astrônomos preencheram um grande buraco no quebra-cabeça de como o universo evoluiu.

Usando vários telescópios para espiar o espaço e voltar no tempo, eles detectaram uma população oculta de grandes galáxias, desde quando o universo tinha menos de 2 bilhões de anos, que são invisíveis a telescópios ópticos como o Hubble Space Telescope (HST).

A surpreendente abundância das galáxias tão cedo na história do universo pode desafiar as teorias convencionais da formação de galáxias, dizem os observadores.

Mauro Giavalisco, astrônomo da Universidade de Massachusetts em Amherst (EUA), que não estava envolvido no novo trabalho, disse:

Este artigo demonstra que estávamos perdendo 90% das galáxias massivas. Acho que isso estimulará muitas pesquisas adicionais.

Para os astrônomos, provar que um ponto ultrafino de luz no céu é uma galáxia distante não é uma tarefa fácil. Para fazer isso, eles usam um truque que depende do espectro de luz que a galáxia emite. As estrelas geram luz abundante, mas o gás de hidrogênio a partir do qual a estrela forma absorve comprimentos de onda mais curtos do que uma parte específica do comprimento de onda ultravioleta (UV), criando um espectro distinto de luz de corte.

Antes de atingir os observadores humanos, a luz é deslocada para o vermelho: esticada a comprimentos de onda maiores pela expansão do universo. Isso desliza o corte para outra parte do espectro: comprimentos de onda visível ou infravermelha próxima.

Procurando por esse recurso revelador, o HST encontrou centenas de galáxias que estavam brilhando quando o universo tinha menos de 2 bilhões de anos.

No entanto, essa técnica tem um grande problema: é extremamente sensível a galáxias menores e mais jovens, mas cegas às galáxias maiores e mais antigas.

Nas galáxias maiores e mais maduras dessa época inicial, havia mais supernovas, e a poeira dessas explosões estelares absorveu a maior parte da luz ultravioleta. Isso teria obliterado o corte espectral revelador.

De fato, para os observadores na Terra, as primeiras galáxias maciças são simplesmente invisíveis em comprimentos de onda óticos, diz Tao Wang, um astrofísico da Universidade de Tóquio. Agora, Wang, David Elbaz, um astrofísico da Comissão de Energias Alternativas e Energia Atômica da França, em Saclay, e uma equipe internacional descobriram uma maneira de identificar as galáxias desaparecidas transformando seu inimigo – poeira – em um aliado. A poeira que absorve a luz das estrelas deve aquecer e irradiar em comprimentos de onda infravermelhos mais longos, que Wang, Elbaz e seus colegas poderiam procurar.

Os pesquisadores confinaram sua busca a três pequenos trechos do céu que o HST havia fotografado com grande sensibilidade. Eles usaram o Telescópio Espacial Spitzer da NASA para escanear esses trechos em comprimentos de onda de infravermelho médio.

O Spitzer avistou 63 galáxias candidatas, mas o escopo não possuía resolução espacial para garantir as identificações. Então, os pesquisadores estudaram cada candidato em comprimentos de onda infravermelhos mais longos usando o ALMA (Atacama Large Millimeter / submillimeter Array), um conjunto de 66 antenas parabólicas no alto deserto do norte do Chile.

Essas observações confirmaram 39 das galáxias candidatas, relatam os pesquisadores na Nature. Além disso, ao pesquisar imagens obtidas anteriormente, a equipe revelou que essas galáxias antigas são invisíveis ao HST – levando-as a classificar as galáxias como “H-dropouts”.

Dados do ALMA e outros telescópios mostram que as galáxias recém-encontradas normalmente pesam cerca de 100 Bilhões de massas solares e estão cheias de poeira aquecidas suavemente a cerca de 35 K – exatamente como se esperaria se fossem aquecidas por estrelas em uma típica galáxia em formação de estrelas e não por, digamos, o enorme buraco negro no centro de um quasar .

Se há tantas galáxias antigas no resto do céu, elas devem responder por metade de toda a produção de estrelas na época do universo, estimam os cientistas.

Giulia Rodighiero, astrônoma da Universidade de Padova, na Itália, que não esteve envolvida no trabalho, disse:

Elas realmente parecem ser fontes bastante comuns no universo primitivo. Então, elas realmente representam o modo médio de montagem da galáxia no universo juvenil.

Observar essas galáxias iniciais deve ser uma benção para os teóricos que estão modelando a formação e a evolução das galáxias, diz Elbaz. Na verdade, ele argumenta, as observações já desafiam a teoria predominante.

Ele disse:

Você não esperaria fazer galáxias tão eficientes, tão massivas, tão cedo no universo.

Outros estão menos certos. Em vez de colidir com a teoria predominante, a nova observação provavelmente ajudará a consolidá-la, diz Giavalisco.

Ele disse:

Neste estágio, descobertas como essa são muito importantes porque agregam à teoria.

Rodighiero observa que os mesmos modelos já têm problemas em recriar galáxias empoeiradas mais tarde na história do universo, então as novas observações não são os únicos desafios para os teóricos. Ambos observam que os teóricos que modelam a evolução das galáxias ainda precisam confiar em modelos aproximados de formação estelar, que estão no cerne da questão.

As observações demonstram o poder do ALMA, que possui resolução espacial sem precedentes nesses comprimentos de onda do infravermelho distante.

Em 1998, os astrônomos usaram o Telescópio James Clerk Maxwell, uma única antena parabólica de infravermelho de 15 metros em Mauna Kea, no Havaí, para identificar uma galáxia adiantada, diz Elbaz. Mas o telescópio teve uma resolução tão baixa que levou 14 anos para identificar a fonte no céu.

Em contraste, Elbaz diz, as antenas ALMA captaram cada nova galáxia, concentrando-se nela por menos de 2 minutos.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/09/galaxias-antigas-sao-descobertas-e-podem-mudar-a-compreensao-do-nosso-universo/

 

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

NASA encontra mais vestígios de rios e lagos em Marte !

NASA encontra mais vestígios de rios e lagos em MarteAnálise de gigantescos depósitos de argila, descobertos pelo rover Curiosity em maio, mostrou que os rios e lagos de Marte não só secaram gradualmente, como também recebiam periodicamente água, inundando os cantos circundantes da cratera de Gale.

O site do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA escreveu que as rochas da região analisada preservaram a história evolutiva dos lagos marcianos, que existiam no fundo da cratera de Gale e que não eram invariáveis nem estáticos.

“Nós mostramos que os lagos não só diminuíram e secaram gradualmente, mas também experimentaram uma história tumultuada e complicada. O estudo deles nos ajudará a entender como Marte perdeu água”, afirmou Valerie Fox, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

Até recentemente, os cientistas desconheciam quaisquer vestígios fiáveis da existência de água no Planeta Vermelho no passado ou no presente.

Em março de 2013, o jipe-sonda Curiosity descobriu os primeiros vestígios da existência de água em depósitos de argila ao perfurar uma pedra chamada John Klein em um de seus primeiros campos de perfuração.
Lago gigante

Posteriormente, os cientistas encontraram muitos outros depósitos de argila e outras evidências da antiga existência de água em Marte.

Hoje em dia, cientistas acreditam que a cratera de Gale, onde hoje está o rover Curiosity, seja um lago gigante e seco, com sedimentos do fundo do lago cobrindo a sua parte central, o Monte Sharpe.

As recentes descobertas, assim como imagens das naves Mars Odyssey e do Orbitador de Reconhecimento de Marte (MRO, na sigla em inglês), que indicam a presença de vestígios de filossilicatos, minerais argilosos que testemunham a ação química da água, levaram cientistas a indagar como esses depósitos de argila poderiam ter surgido.
Modelos climáticos

A água em estado líquido, se presente em Marte, poderia ter existido na sua superfície por períodos muito curtos de tempo, por algumas centenas de milhões de anos, e pouco provavelmente, como mostram os modelos climáticos, seria capaz de produzir quantidades tão grandes de argila.

No início de maio deste ano, o rover Curiosity atingiu estes depósitos perfurando a região. A descoberta fez com que cientistas ficassem quase dois meses analisando a zona.

A análise das argilas locais, bem como das imagens da área, revelou várias propriedadesnovas e inesperadas da antiga hidrosfera de Marte.
Amostras de rocha

As amostras de rocha perfuradas pelo rover na zona revelaram as maiores quantidades de minerais de argila encontradas durante a missão. Mas Curiosity detectou quantidades igualmente altas de argila em outras partes do Monte Sharp, inclusive em áreas onde o MRO não detectou argila.

Isso levou os cientistas a se perguntarem o que está fazendo com que os resultados da órbita e da superfície sejam diferentes.

Uma ideia é que as pedras são a chave. Embora os seixos individuais sejam muito pequenos para o MRO ver, podem aparecer coletivamente ao Orbitador como um único sinal de argila espalhado através da área.

A poeira igualmente estabelece-se mais prontamente sobre rochas lisas do que faz sobre os seixos; essa mesma poeira pode obscurecer os sinais vistos do espaço.

Os seixos eram muito pequenos para o Curiosity perfurar, por isso a equipe científica está à procura de outras pistas para resolver este quebra-cabeça.

Os cientistas estão agora tentando encontrar mais depósitos de argila para que o rover possa recolher amostras e analisar a composição química detalhadamente. Estes dados ajudarão os cientistas a compreender como eram as águas de Marte e se elas poderiam realmente sustentar a vida, como já indicado por medições em outras regiões da cratera de Gale.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/08/vestigios-de-rios-e-lagos-em-marte/

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Seres vivos foram derramados na Lua por sonda israelita !

Seres vivos foram esparramados na Lua pela sonda israelense
A sonda israelense Beresheet caiu sobre a superfície da Lua em 11 de abril – e pode ter deixado mais do que uma pilha de destroços.

Ela também carregava milhares de tardígrados, pequenos micro-animais frequentemente chamados de “ursos da água”.

Por que isto é importante? Porque, de acordo com o site Wired, os tardígrados são o “animal mais resistentes do universo conhecido” – tão resilientes que foram encontrado vivendo no exterior da Estação Espacial Internacional.

Em outras palavras, agora pode haver vida na Lua.

Os tardígrados da Estação de Desidratação da sonda Beresheet provavelmente não estarão se arrastando pela superfície lunar, porque os cientistas os desidrataram primeiro – embora possam ser revividos por anos após o procedimento.

Quanto ao clima severo da superfície lunar, os tardígrados podem sobreviver a temperaturas tão baixas quanto – 200 graus Celsius – e nem precisam ser desidratados para fazer isso.

No início deste ano, a sonda lunar chinesa Chang’e-4 descobriu que a temperatura mais baixa medida durante a noite foi de -180 graus Celsius. Em outras palavras: embora não esteja claro por quanto tempo eles poderão sobreviver, os seres humanos podem ter acidentalmente contaminado a Lua com a vida da Terra.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/08/07/sonda-israelense-seres-vivos-na-lua/

 

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