sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Estrela de nêutrons escondida há 32 anos finalmente avistada

Pesquisadores da Universidade de Cardiff conseguiram encontrar uma estrela de nêutrons que os cientistas estavam procurando há mais de três décadas. Para pôr fim a uma busca de 32 anos, foi utilizado um dos telescópios que ajudou no primeiro registro real de um buraco negro feito pela humanidade — o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), localizado no Chile.

A supernova que deu fim à estrela supergigante azul aconteceu em 1987. A explosão lançou uma nuvem de poeira e detritos tão densa que a estrela de nêutrons resultante não havia sido localizada até hoje. A Supernova 1987A foi registrada em 23 de fevereiro daquele ano por Ian Shelton, da Universidade de Toronto, usando o observatório Las Campanas, no Chile.

Foi o primeiro evento deste tipo observado por aparelhagem moderna. O brilho teve a intensidade de 100 milhões de sóis. Apesar disso, o núcleo restante da explosão da supergigante azul conhecida como Sanduleak -69º 202, a cerca de 160 mil anos-luz da Terra, permanecia escondido até agora. A estrela de nêutrons que ficou escondida por 32 anos (Foto: Universidade de Cardiff)

Observadores utilizaram o telescópio ALMA para localizar a estrela de nêutrons em meio a uma nuvem de poeira que ainda se dispersa na galáxia conhecida como Grande Nuvem de Magalhães, que fica pertinho da Via Láctea. O estudo foi publicado no The Astrophysical Journal.

“Pela primeira vez podemos dizer que há uma estrela de nêutrons dentro desta nuvem remanescente da supernova”, celebrou o Dr. Phil Cigan, um dos autores do estudo. “Sua luz foi encoberta por uma densa nuvem de poeira, que bloqueou a luz direta da estrela de nêutrons em vários comprimentos de onda, como neblina cobrindo um holofote”.

Outro autor, o Dr. Mikako Matsuura, explicou que o telescópio localizado no deserto do Atacama foi essencial para dar fim à busca de 32 anos. “Apesar de a luz da estrela de nêutrons ser absorvida pela nuvem de poeira que a rodeia, isso faz com que a nuvem brilhe sob luz submilimétrica, que agora podemos ver com o extremamente sensível telescópio ALMA”, disse.

A Supernova 1987A é uma das explosões mais próximas da Terra já registradas. A dificuldade em encontrar a estrela de nêutrons resultante por tanto tempo chegou a criar dúvidas no meio científico, com muitos questionando se a ciência realmente havia entendido o progresso da vida de uma estrela deste tipo. O registro dos pesquisadores da Universidade de Cardiff é essencial para avanços no estudo do universo.

Fonte: https://canaltech.com.br/espaco/estrela-de-neutrons-escondida-ha-32-anos-finalmente-e-avistada-155857/

Ouça o “canto magnético” da Terra durante uma tempestade solar

Analisando dados da Agência Espacial Europeia, cientistas sonorizaram as ondas magnéticas que a Terra produz ao receber intenso fluxo de partículas solares

Mesmo separados por uma distância de quase 150 milhões de quilômetros, a Terra e o Sol estão entrelaçados de diversas maneiras. Processos que ocorrem dentro da nossa estrela impactam diretamente as condições aqui em nosso planeta. Uma das maiores influências ocorre no campo magnético terrestre, quando ele interage com as partículas detentoras de carga elétrica emanadas pelo Sol – e os cientistas acabam de revelar o “som” dessa interação.

Há sempre um fluxo constante dessas partículas soprando em meio aos planetas e tudo o que existe entre eles: é o chamado vento solar. Na maior parte do tempo, é só essa “brisa” que chega até a Terra. Mas, às vezes, essa calmaria é interrompida por violentas erupções na superfície do Sol, que lançam rajadas muito mais intensas de partículas ao espaço — são as famosas tempestades solares.

Pesquisadores europeus investigaram o fenômeno. Enquanto analisavam o arquivo de dados de uma antiga missão da Agência Espacial Europeia (ESA) para estudar o comportamento magnético da Terra, eles notaram que havia ali o registro de seis tempestades solares, que atingiram nosso planeta entre 2001 e 2005. Os quatro satélites sincronizados da missão Cluster captaram o que acontece no momento em que a ventania solar incide sobre a zona limítrofe da magnetosfera terrestre (em inglês, “foreshock”).

Um dos desdobramentos é a geração de ondas magnéticas bastante intrincadas que se espalham em direção à Terra. O estudo detalhado das primeiras observações já feitas dessa interação foi publicado nesta terça (19), no periódico Geophysical Research Letters. Mas os cientistas foram além — converteram as ondas magnéticas em ondas sonoras. Os áudios mostram o “canto” de nosso planeta ao ser atingido por uma tempestade solar.

Show ensolarado

A equipe disponibilizou dois clipes distintos: um que reproduz as condições magnéticas em tempos de calmaria, e outro que mostra como são as coisas quando o Sol acorda zangado. É fácil notar as diferenças. Só sob o vento solar, a oscilação das ondas é menos complexa, seguindo uma única frequência em tom mais baixo (ouça aqui). Já em dias de ventania solar, a onda dobra de frequência, passando a seguir padrões bem mais complexos e mais altos (ouça aqui).

Toda essa ressonância de ondas magnéticas é empurrada rumo ao planeta por conta da pressão exercida pelas partículas solares. Mas, antes de adentrarem nossa atmosfera, elas são desaceleradas por uma outra região da magnetosfera: o chamado choque em arco (bow shock). Funciona como uma espécie de freio para o vento solar. Ambas as camadas, foreshock e bow shock, deixam suas marcas nesse maremoto magnético.

Assim, as ondas chegam ao solo bastante modificadas. Só que o processo é bem rápido — leva mais ou menos 10 minutos. “Nós já contávamos com uma mudança na frequência, mas não no nível de complexidade da onda”, explicou em comunicado a líder do estudo, Lucile Turc, ex-pesquisadora da ESA e atualmente vinculada à Universidade de Helsinki, na Finlândia. Sua equipe criou um modelo de computador para simular os padrões.

Esse tipo de pesquisa faz parte de uma área chamada clima espacial, que tem ganhado cada vez mais relevância. Afinal, é imprescindível compreender melhor tanto a natureza quanto o comportamento do Sol – e como ele influencia nosso planeta. Tempestades solares podem causar graves prejuízos, comprometendo tecnologias como redes elétricas e satélites. Além disso, é também um jeito de entender o universo, já que campos magnéticos estão por toda a parte.

Fonte: https://super.abril.com.br/ciencia/ouca-o-canto-magnetico-da-terra-durante-uma-tempestade-solar/

 

5 tendências tecnológicas que podem mudar conceitos de engenharia e design

tendências tecnológicas
Gêmeos digitais, inteligência artificial, design generativo, robótica e impressão 3D podem mudar completamente a engenharia e o design no futuro

A maneira como os produtos estão sendo desenvolvidos está mudando graças às novas tecnologias. Essas inovações não apenas dão suporte aos funcionários em seus trabalhos, mas também podem descobrir formas mais eficazes de resolver problemas.

Engenheiros e designers verão mudanças nas suas funções e serão desafiados a adquirir novas habilidades e encontrar maneiras de trabalhar junto com as máquinas. Do ponto de vista competitivio, esses profissionais não podem ignoras essas mudanças. Veja abaixo 5 tendências que podem mudar a engenharia e o design.

Gêmeos digitais

O conceito não é novo, mas a tecnologia se fortaleceu com a chegada da Internet das Coisas. Os “gêmeos digitais” criam uma cópia virtual exata de algo no mundo físico usando dados e algoritmos. O potencial transformador da ferramenta é tão incrível que foi listado como uma das 10 principais tendências estratégicas de tecnologia da Gartnet para 2017 e 2018.

A tecnologia já é utilizada nas corridas de Fórmula 1 para avaliar o desempenho e a confiabilidade de novas peças. Além disso, os gêmeos digitais fornecem às equipes de engenharia e design informações em tempo real sobre o desempenho de qualquer coisa que estejam criando sob uma variedade de circunstâncias.

Impressão 3D
Reprodução
A impressão 3D está transformando a maneira como as coisas são projetadas e construídas. As peças impressas são usadas em aviões e até para auxiliar resoluções médicas, sendo incorporadas em diversas áreas da vida cotidiana. Essa tecnologia está revolucionando a engenharia, principalmente ao permitir que os protótipos sejam feitos de maneira mais rápida e econômica.

Inteligência artificial

A IA continua a ser uma das tecnologias emergentes de mais rápido crescimento. Os engenheiros precisarão aprender a colaborar com a inteligência artificial para produzir produtos melhores e evoluir junto com a tecnologia. Essa ferramenta pode mudar a forma com que se trabalha com robótica, processamento de linguagem natural, automação e muito mais.

Design Generativo

A ferramenta utiliza softwares de inteligência artificial e o poder computacional da nuvem para criar soluções de design que não seriam possíveis apenas com a mente humana. Para iniciar o processo, o design fornece parâmetros e algoritmos para o programa e, em seguida, o software explora todas as combinações possíveis, gerando milhares de opções de design.

Depois, cabe ao designer pegar todas essas possibilidades e explorar a viabilidade delas. O design generativo já foi usado para projetar coisas mais cotidianas, como cadeiras, mas também mais sofisticadas, como quando a Airbus utilizou para redesenhar o interior do avião A320, reduzindo em 45% do peso da peça.

Robótica
Reprodução

A maioria das organizações vai se beneficiar com a adoção das novas tecnologias. Os robôs implantados hoje em dia podem fazer muito mais do que apenas fornecer força física, mas sim, complementar o trabalho humano de várias maneiras, incluindo tarefas cognitivas.

O tempo e os riscos da engenharia foram reduzidos graças ao auxílio dos robôs, que não precisam mais ser programados por humanos para executar tarefas repetitivas.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/5-tendencias-tecnologicas-que-podem-mudar-conceitos-de-engenharia-e-design/93330

Nasa encontra 'açúcar alienígena' em meteoritos que atingiram a Terra

Asteroide Bennu
A presença de açúcares bioessenciais, ou seja, elementos fundamentais para a biologia terrestre, podem indicar novas pistas sobre a origem da vida em nosso planeta

Meteoritos que colidiram com a Terra há bilhões de anos continham acúcar, o que reforçou a ideia de que os asteróides podem conter alguns dos elementos da vida terrestre. Essa é a suposição de um grupo de cientistas internacionais, composto por membros da Nasa e de três faculdades do Japão, que encontraram ‘açúcar alienígena’ em meteoritos que caíram em nosso planeta há bilhões de anos.

A teoria defendida pelos pesquisadores sugere que as reações químicas nos asteroides podem ter criado alguns elementos essenciais à vida. Afinal, entre os componentes encontrados no meteorito estão uma série de açúcares biossenciais, como a arabinose, xiose e ribose. Esta última foi a descoberta mais impressionante pois é um componente essencial para a biologia humana e compõe ácido ribonucleico (RNA), uma molécula-mensageira que transmite as orientações do nosso DNA para realizar a síntese de proteínas nas células do corpo.

“O açúcar extraterrestre pode ter contribuído para a formação de RNA na Terra prebiótica, o que possivelmente levou à origem da vida", explicou o pesquisador principal Yoshihiro Furukawa da Universidade de Tohoku (Japão).

A descoberta foi publicada na Academia Nacional de Ciências (PNAS) e, durante o processo, foram analisados os estudos de três meteoritos e os materiais foram extraídos com ácido clorídrico e água, uma técnica diferente daquelas abordadas até então.

"Se correto, o bombardeio de meteoritos na Terra antiga pode ter ajudado na origem da vida com um suprimento de blocos de construção da vida", explicou a Nasa.

Os cientistas ainda não descartam a possibilidade de os meteoritos terem sido contaminados pela vida na Terra. Porém, as evidências apontam que essa hipótese é algo improvável e assim, a equipe segue investigando outros indícios de que os meteoritos podem ter um papel essencial na formação da vida terrestre.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/nasa-encontra-acucar-alienigena-em-meteoritos-que-atingiram-a-terra/93316


Nasa vai investigar origem dos redemoinhos lunares

Redemoinho Lunar
Durante a missão Artemis, a tripulação realizará estudos para determinar as causas do fenômeno

Os redemoinhos lunares são, como o próprio nome já diz, redemoinhos formados na superfície da Lua. Sua existência está diretamente ligada à crosta magnetizada presente em algumas partes do satélite natural. A observação desses pontos pode levantar diversas hipóteses sobre como esses fenômenos são formados, além de ideias sobre como a crosta magnetizada se originou. Por esse motivo, a Nasa pretende explicar sua formação.

Durante a missão Artemis, a Nasa irá estudar os locais onde esses redemoinhos se formam. A missão, que deve ser realizada até 2024, vai explorar áreas não investigadas pela missão Apollo, e aterrissar em um redemoinho lunar para fazer uma "medição magnética" da área. Artemis é o programa de exploração lunar tripulada da Nasa, que visa levar astronautas à Lua até 2024 e estabelecer presença humana sustentável até 2028.

Cientistas que estudam campos magnéticos sugerem que eles podem ter se formado a partir de processos relacionados a impactos – seja pelo impacto direto de um cometa ou por efeitos de plasma decorrentes da formação de grandes bacias.

Outra possibilidade é que os campos magnéticos detectados sejam de origem subterrânea. Mais precisamente de rochas magnetizadas por um antigo campo lunar gerado no núcleo da Lua – uma espécie de "dínamo" que gerou essa energia e depois desapareceu.

Observações realizadas pelo Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa parecem fornecer suporte para a análise de blindagem magnética. Essa blindagem acontece quando partículas de vento solar, que são eletricamente carregadas, são desviadas pelos campos magnéticos presentes na superfície da Lua. Portanto, é possível que o campo magnético proteja a superfície lunar das intempéries causadas pelo vento solar.

Se a explicação da proteção das partículas de vento solar estiver correta, pode-se argumentar que os redemoinhos oferecem proteção contra radiação de campo eletrostático para futuras tripulações na Lua.

"Muitas dessas perguntas podem ser respondidas por uma missão a uma dessas áreas", disse David Blewett, do Grupo de Exploração Planetária do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Laurel, Maryland. "Gostaria de ver um veículo espacial descobrindo quanto vento solar está chegando à superfície lunar e investigando os efeitos que causam no solo", completou.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/nasa-vai-investigar-origem-dos-redemoinhos-lunares/93342

Primeira vacina anticoncepcional para homens será lançada em 2020

anticoncepcional para homensNovo contraceptivo tem efeito que dura 13 anos

As mulheres têm várias opções de contracepção (ato de evitar a gravidez), que vão de pílulas a implantes e injeções. Já os homens, além do uso de preservativos, têm apenas uma opção: a esterilização, que nem sempre é ideal, pois envolve cirurgia e pode ser difícil de reverter.

Mas esse cenário pode mudar em breve, já que pesquisadores na Índia concluíram os testes de uma injeção masculina de controle de natalidade. A única coisa que ainda está pendente é a aprovação regulatória.

"Os testes terminaram, incluindo estudos clínicos de fase 3 estendidos para os quais 303 candidatos foram recrutados com 97,3% de taxa de sucesso e sem efeitos colaterais relatados", disse o pesquisador RS Sharma, cientista sênior do Conselho Indiano de Pesquisa Médica, ao jornal The Hindustan Times. "O produto pode ser chamado com segurança de o primeiro contraceptivo masculino do mundo".

A vacina é um polímero que um médico injeta nos vasos deferentes de um paciente, sob anestesia local. É o mesmo tubo que é cortado durante uma vasectomia; bloqueá-lo com um polímero atinge o mesmo objetivo - impedir que o esperma saia dos testículos - sem exigir que um paciente seja submetido à cirurgia. Além disso, o novo contraceptivo perde sua potência após 13 anos, por isso não é tão definitivo quanto uma vasectomia.

Agora que todo o processo de pesquisa e desenvolvimento já está concluído, o destino da injeção está nas mãos dos reguladores da Índia.

VG Somani, gerente de controle de drogas da Índia afirmou: "É o primeiro do mundo na Índia, por isso temos de ter cuidado extra com a aprovação, levará de seis a sete meses para que ela seja concluída".

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/primeira-vacina-anticoncepcional-para-homens-sera-lancada-em-2020/93329

Sistema solar está coberto por uma parede de fogo gigante !

Parede de fogo
Descoberta foi feita com ajuda da sonda Voyager 2, da Nasa

Nas bordas mais extremas do nosso sistema solar, é possível encontrar uma barreira de plasma super-quente - uma gigantesca parede de fogo solar que "marca" a borda do espaço interestelar.

Quando a Voyager 2 - nave robótica norte-americana lançada pela Nasa - começou sua jornada no espaço interestelar no final do ano passado, registrou temperaturas de até 49.427 Cº. Embora a sonda espacial pareça estar bem, a blindagem do plasma pode representar um problema para a Nasa, conforme ela avança em direção à sua missão interestelar.

Agora, os cientistas da agência estão medindo a camada de plasma, que foi criada e é mantida pelos ventos que sopram do Sol para formar uma bolha gigante, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Nature Astronomy.

De acordo com um comunicado do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, a nova pesquisa sugere que a Voyager 2 pode ainda não estar no espaço interestelar, mas sim, presa em uma ampla região de transição feita de plasma compacto incrivelmente quente, além dos limites externos do sistema solar.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/sistema-solar-esta-coberto-por-uma-parede-de-fogo-gigante/93277

Alternativos vs Paralelos - Incógnita sobre quais universos realmente existem

Alternativos vs Paralelos. Quais universos realmente existem?
Minha citação favorita de todos os tempos é da linha de abertura do livro de Carl Sagan, Cosmos, que afirma que: “O Cosmos é tudo o que é ou já foi ou será”.

A questão é que, nos tempos antigos, isso simplesmente significava o universo e nada mais. Hoje em dia, porém, os cosmologistas contemporâneos passaram a acreditar que nosso universo é apenas um contínuo no espaço-tempo entre muitos outros. Acredita-se que todos esses universos separados existem no que é chamado de ‘multiverso’. De acordo com a hipótese básica, esses universos compreendem coletivamente tudo o que existe: a totalidade de todo o espaço, tempo, massa e energia, bem como as leis e constantes físicas que os descrevem. Essa ideia existe há algum tempo, mas só se tornou popular nos tempos modernos.

O filósofo americano William James usou o termo ‘multiverso’ em 1895, mas ele estava se referindo a algo diferente. Não foi até 1952 que o famoso físico Erwin Schrodinger afirmou que suas equações pareciam descrever várias histórias diferentes do universo, que “não eram alternativas, mas todas realmente acontecem simultaneamente”. O termo ‘multiverso’, em seguida, encontrou seu caminho na ficção científica em 1963 na novela de Michael Moorcock “The Sundered Worlds“. Desde então, o multiverso tornou-se cada vez mais popular na grande mídia, então o termo está a caminho de se tornar uma palavra familiar.

Ao longo dos anos, os físicos apresentaram várias ideias sobre coisas como dimensões extras e diferentes tipos de universos. Como parte disso, o que vários cientistas diferentes chamaram de hiperespaço, o meta-universo e espaço em massa é, na verdade, tudo a mesma coisa, em muitos aspectos. Eu me refiro a isso como o ‘universo’ em muitos.

A questão é que esses termos são essencialmente sinônimos da palavra multiverso. Por exemplo, uma maneira de pensar nisso é que o universo está expandindo. Eu descrevi completamente esse processo no ensaio Levity Theory: Dark Energy Hypotheses.

Independentemente, de acordo com certos modelos teóricos, há inúmeros outros universos se expandindo pelo multiverso, junto com o nosso. É claro, é importante entender que isso é apenas especulação filosófica e não foi verificado por observação científica ou experimentação. Ainda assim, a ideia é muito convincente. Basta perguntar a Michio Kaku ou Neil deGrasse Tyson. Eles sabem que vivemos em um multiverso com inúmeros outros universos. Como parte desse conjunto, o Atlas Ilustrado do Universo explica a “multidão de universos” assim:

Alguns teóricos especulam que vivemos em um ‘multiverso’ ou ‘metauniverso’ – o nosso sendo apenas um cosmos entre um número infinito. Embora aparentemente dentro dos domínios da ficção científica, essas teorias são baseadas em modelos matemáticos reais e leis físicas existentes. Diversos multiversos hipotéticos são possíveis. Por exemplo, bolhas da “espuma” de um universo parental podem formar pequenos universos breves; buracos de minhoca no espaço-tempo; ou universos mais prolongados como o nosso. Várias interpretações da mecânica quântica permitem outros “universos paralelos”, idênticos aos nossos ou com diferentes conjuntos de leis físicas.

O importante a ser observado aqui é o uso do termo “universos paralelos” e não “universos alternativos”. Esta é uma distinção muito importante e o ponto que eu quero transmitir mais a você. Como mencionei anteriormente, Schrodinger foi a primeira pessoa a introduzir a ideia do multiverso na física, mas sua conceituação e a justificativa por trás disso eram falhas. Da mesma forma, o modelo dos “muitos mundos” é baseado em uma hipótese insustentável. Eu expliquei tudo isso no chamado problema de medição, então não vou entrar aqui.

O ponto é que a “interpretação de Everett” implica que todas as histórias e futuros alternativos possíveis são reais, dando origem a universos que são quase idênticos uns aos outros. Isso não poderia estar mais longe da verdade. Não existe um universo lá fora onde eu tenha filhos ou não tenha abandonado a faculdade. Isso é absurdo. Não existe um universo alternativo. A ‘interpretação de Copenhague’ é a compreensão correta da mecânica quântica, o que significa que não há um monte de diferentes versões de você em universos alternativos em algum lugar e em qualquer outro lugar. O problema é que isso não impede a existência de universos paralelos de qualquer forma.

Um famoso físico teórico e popularizador de ciência chamado Brian Greene sugeriu que existem nove formas possíveis diferentes que o multiverso poderia tomar – quântica, inflacionária, acolchoada, holográfica, simulada, paisagem, (mem)brana, cíclica e definitiva. Destes, o ‘multiverso quântico’ cria um novo universo quando ocorre um desvio nos eventos, como na interpretação de Everett da mecânica quântica.

O “multiverso inflacionário” é composto de várias bolsas em que os campos de inflação entram em colapso e formam novos universos.

O “multiverso acolchoado” requer que o cosmos seja infinito porque, com uma quantidade infinita de espaço, todo evento possível ocorrerá um número infinito de vezes.

O ‘multiverso holográfico’ é derivado da teoria de que a área de superfície de qualquer extensão de espaço pode codificar o conteúdo do volume da região.

O “multiverso simulado” existe em sistemas computacionais complexos que simulam universos inteiros.

O “multiverso da paisagem” se baseia nos espaços de Calabi-Yau da teoria das cordas, de tal forma que as flutuações quânticas deixam cair as formas múltiplas para um nível de energia mais baixo, criando um bolso com um conjunto de leis diferentes do espaço circundante.

O “multiverso brana” postula que todo o nosso universo existe em uma superfície multidimensional que flutua nas dimensões mais altas do espaço em massa. Então, o “multiverso cíclico” exige que as branas colidam umas com as outras para produzir Big Bangs.

Finalmente, o ‘multiverso final’ contém todo universo matematicamente possível sob diferentes leis da física.

Como você deve ter notado, alguns desses diferentes cenários são derivados de modelos matemáticos baseados na teoria das cordas e sua extensão de maior dimensão, a teoria-M. Este último foi desenvolvido por Edward Witten, que é um físico teórico e professor de física matemática no Instituto de Estudos Avançados em Princeton, Nova Jersey.

De qualquer forma, essas teorias exigem a presença de 10 ou 11 dimensões do espaço-tempo, respectivamente. As 6 ou 7 dimensões extras podem ser compactadas em uma escala muito pequena, ou nosso universo pode estar localizado em um objeto dinâmico, conhecido como brana. Esta é uma estrutura estendida com qualquer número de dimensões, das quais as cordas na teoria das cordas são exemplos com uma dimensão. Assim, o universo local é uma 3-brana. Isto abre a possibilidade de que existam outras branas que possam suportar universos paralelos. Como parte disso, no The Grand Design, os físicos renomados mundialmente Stephen Hawking e Leonard Mlodinow afirmaram que:

Segundo a teoria M, o nosso não é o único universo. Em vez disso, a teoria M prevê que muitos universos foram criados a partir do nada. Sua criação não requer a intervenção de algum ser ou deus sobrenatural. Em vez disso, esses múltiplos universos surgem naturalmente da lei física. Eles são uma previsão da ciência.

Mais adiante no livro, Hawking e Mlodinow alegaram que:

Flutuações quânticas levam à criação de pequenos universos a partir do nada. Algumas delas atingem um tamanho crítico e, em seguida, expandem-se de maneira inflacionária, formando galáxias, estrelas e, pelo menos em um caso, seres como nós.

Junto com isso, Alan Guth, a pessoa que realmente desenvolveu a teoria da inflação cósmica, disse:

É difícil criar modelos de inflação que não levem a um multiverso. Não é impossível, então acho que ainda há pesquisas que precisam ser feitas. Mas a maioria dos modelos de inflação leva a um multiverso, e a evidência da inflação nos empurrará na direção de levá-la a sério.

O distinto professor emérito de sistemas complexos, George Ellis afirmou certa vez que:

Muitos físicos que falam sobre o multiverso, especialmente os defensores da paisagem de cordas, não se importam muito com os universos paralelos em si. Para eles, as objeções ao multiverso como um conceito não são importantes. Suas teorias vivem ou morrem com base na consistência interna e, espera-se, eventuais testes de laboratório.

Brian Greene fez uma colocação melhor ao apresentar o The Fabric of the Cosmos. Ele ressaltou que:


Por mais estranho e estranho que possa parecer o multiverso, um número crescente de cientistas acha que pode ser o passo final em uma longa linha de revisões radicais de nossa imagem do cosmos.

O que eu estou tentando dizer é que o a comunidade cosmológica tem debatido sobre as várias teorias do multiverso há algum tempo, mas parece que estamos à beira de uma mudança de paradigma. Ainda assim, físicos proeminentes estão muito divididos sobre se quaisquer outros universos existem ou não fora de nós mesmos, até os dias de hoje.

Isso se deve ao fato de que há muito mais a ser aprendido sobre o multiverso, que ainda precisa ser observado e possivelmente nunca será, mas não devemos deixar de lado essa ideia. Pelo que sabemos, o multiverso pode ter tantas implicações antropológicas quanto as cosmológicas. A menos que investigarmos mais, nunca saberemos com certeza.

Pessoalmente, estou convencido da existência do multiverso, e acho que é uma parte importante do ‘Big Picture‘. Em última análise, o multiverso é uma parte vital da nossa história de origem.

A ideia de universos paralelos não tira nada da nossa existência, na verdade, adiciona a isso. Saber que existem universos paralelos, mas não alternativos, significa que existem muitos outros mundos, possivelmente com vida inteligente neles, mas existe apenas um mundo contigo. Assim, uma compreensão apropriada da teoria precisa do multiverso pode dar um significado maior à vida, e não há nada mais importante do que isso. Quando você chega a esse ponto, o multiverso oferece uma solução elegante para a vida, o universo e tudo mais.

A conclusão é que, se uma genuína ‘Teoria de Tudo’ alguma vez surgir, ela terá, sem dúvida, de se basear na matemática do multiverso.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/22/alternativos-vs-paralelos-quais-universos-realmente-existem/

Você pode sobreviver com metade do seu cérebro removido !

Você pode sobreviver com metade do seu cérebro removido
Cérebro de paciente que passou por uma hemisferectomia

O cérebro é um órgão importante, tanto que a própria ideia de remover qualquer parte dele parece positivamente bárbara. Mas será que precisamos dele inteiro para funcionar em nossas vidas diárias?

De acordo com um novo estudo, no entanto, esse pode não ser o caso.

A pesquisa procurou avaliar a saúde do cérebro de seis pessoas que haviam sido submetidas a uma hemisferectomia quando crianças – um procedimento que envolve cortar ou remover metade do cérebro.

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Essa ação geralmente é executada para reduzir a chance de convulsões em casos graves de epilepsia pediátrica.

A autora do estudo, Dorit Kliemann, disse:

As pessoas com hemisferectomias que estudamos tiveram um desempenho notavelmente alto. Elas têm as habilidades de linguagem intactas. Quando as coloquei no scanner [cerebral], conversamos um pouco, assim como as centenas de outras pessoas que examinei. Você quase pode esquecer a condição deles quando os encontra pela primeira vez.

Agora, na faixa dos 20 e 30 anos, os pacientes foram submetidos a exames de ressonância magnética enquanto estavam totalmente conscientes. Incrivelmente, os exames revelaram atividade e função neurais normais dentro do cérebro.

O Dr. Joseph Sirven disse:

O que me surpreende é o grau de compensação que foi observado.

E se pudéssemos descobrir como o cérebro compensa nesse cenário dramático e aproveitar esse mecanismo compensatório para pacientes afetados por acidente vascular cerebral, lesão cerebral traumática ou outras condições, isso seria muito importante.

Cérebro de paciente que passou por uma hemisferectomia. 

Fonte: https://planetaabsurdo.com.br/2019/11/voce-pode-sobreviver-com-metade-do-seu-cerebro-removido/

Objectos estranhos observados por astrónomos

Objetos estranhos observados por astrônomos 
O cosmos ainda guarda alguns segredos de nós, e de vez em quando surge algo incomum que nos leva a repensar nossas antigas concepções da mecânica celeste. Entre as muitas excentricidades do céu noturno observadas pelos astrônomos ao longo dos séculos, há estranhas, muitas vezes nebulosas, luzes que aparecem em lugares onde não deveriam.

Às vezes, assemelhando-se a estrelas ou cometas, esses objetos são separados das observações astronômicas mais convencionais, devido a seus movimentos peculiares e outros comportamentos atípicos.

Há uma longa história de tais observações, apesar de um número modesto de relatos que podem ser considerados genuinamente anômalos.

Já em 1612, o astrônomo alemão Christopher Scheiner havia feito inúmeras observações de Júpiter e de suas luas. Nos esboços de suas observações, há um objeto além das luas conhecidas de Júpiter, como hoje reconhecidas. Esse objeto, embora incluído nos desenhos de Scheiner, parece ter desaparecido ao longo das observações em andamento do astrônomo.

De acordo com Scheiner, o objeto apareceu pela primeira vez brilhante e parecido com uma estrela, assim como os outros satélites jovianos, mas entre 30 de março e as primeiras semanas de abril, o objeto começou a escurecer e acabou desaparecendo de vista. O objeto está ausente nos desenhos posteriores de Scheiner, aparentemente indicando que a misteriosa ‘lua’ joviana havia desaparecido.

Um fenômeno semelhante foi registrado nos primeiros anos do século XIX pelo astrônomo Hofrath Huth, que em 1802 descreveu a visão de uma estrela redonda que produzia “fraca luz avermelhada” na área de Theta e Delta Leonis. O objeto também não era estacionário e, embora Huth o considerasse uma ‘estrela em movimento’, seu caminho indicava um movimento retrógrado em oposição ao de outras estrelas e objetos celestes. O objeto foi observado entre os primeiros seis dias de janeiro, cujo início viu a ‘estrela’ ser ligeiramente menor que as luas de Júpiter. No entanto, em 6 de janeiro, o estranho objetomdesapareceu e não foi mais visto, exceto por uma única observação no ano seguinte do astrônomo russo Cornelius Reissig.

Uma observação semelhante de um objeto nebuloso e incomum ocorreu mais de três décadas depois, em maio de 1835, quando o astrônomo italiano Niccolò Cacciatore observou uma estrela de oitava magnitude não identificada em sua estação de observação em Palermo. Ele observava a estrela 503 do catálogo de Mayer com um círculo de Ramsden (um antigo instrumento astronômico projetado pelo matemático Jesse Ramsden para medir as posições dos objetos astronômicos). Na primeira noite de observação, a nova estrela apareceu atrás da estrela 503, mas na noite seguinte pareceu precedê-la. Depois disso, a misteriosa ‘estrela’ nunca foi detectada novamente.

A maioria dos avistamentos de tais objetos no registro científico ocorreu durante ou antes do século XIX, após o qual a maioria dos objetos semelhantes foi classificada como provável cometa ou, em alguns casos, classes incomuns de asteroides, como o objeto de Reinmuth, observado pela primeira vez em Abril de 1932.

Houve alguns casos notáveis ​​em que objetos semelhantes a estrelas foram vistos se movendo pelo espaço mais recentemente. Uma circunstância notável desse tipo envolveu o astrônomo Frank Clark que, em setembro de 1956, notou um objeto parecido com uma estrela passando perto do planeta Marte. Ele foi capaz de rastrear brevemente o objeto, que tinha uma cor amarelada. Esse avistamento é digno de nota porque ocorreu pouco mais de um ano antes de a União Soviética lançar o primeiro satélite artificial em órbita em 4 de outubro de 1957, aparentemente descartando quaisquer objetos espaciais de origem artificial.

Por mais fugazes que essas observações tenham sido, sua presença no céu noturno permanece misteriosa. “Estrelas em movimento” como essas servem como lembretes de que ocasionalmente existem coisas incomuns vistas pelos astrônomos, as quais, por mais inócuas que sejam, desafiam simples classificação ou explicação.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/22/objetos-estranhos-observados-por-astronomos/

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Equipe de cientista brasileira mapeia a exótica lua de Saturno - Titã

"Possibilidade de vida": equipe de cientista brasileira mapeia a exótica lua de Saturno, Titã
O conceito deste artista prevê que aparência de gelo de hidrocarboneto em um mar de hidrocarboneto líquido da lua de Saturno pode se parecer com esta imagem da NASA, divulgada em 8 de janeiro de 2013. REUTERS / NASA / JPL-Caltech / USGS / Folheto


Cientista brasileira que trabalha para a NASA divulgou na segunda-feira (20) o primeiro mapa geológico global da lua de Saturno, Titã, incluindo vastas planícies e dunas de material orgânico congelado e lagos de metano líquido, iluminando um mundo exótico considerado um forte candidato na busca por vida além da Terra.

O mapa foi baseado em radar, infravermelho e outros dados coletados pela sonda Cassini da NASA, que estudou Saturno e suas luas de 2004 a 2017. Titã, com um diâmetro de 5.150 km, é a segunda maior lua do sistema solar atrás Ganimedes de Júpiter. É maior que o planeta Mercúrio.

Os materiais orgânicos – compostos à base de carbono, essenciais para a promoção de organismos vivos – desempenham um papel de liderança em Titã.

A geóloga planetária brasileira, Rosaly Lopes, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA na Califórnia, que liderou a pesquisa publicada no periódico Nature Astronomy, informou:

Os orgânicos são muito importantes para a possibilidade de vida em Titã, que muitos de nós pensam que provavelmente teriam evoluído no oceano de águas líquidas sob a crosta gelada de Titã.

Acreditamos que os materiais orgânicos podem penetrar no oceano de águas líquidas e isso pode fornecer os nutrientes necessários para a vida, se ela evoluiu lá.

Na Terra, a água chove das nuvens e enche rios, lagos e oceanos. Em Titã, as nuvens lançam hidrocarbonetos como metano e etano – que são gases na Terra – em forma líquida devido ao clima frio daquela lua.

As chuvas ocorrem em toda parte em Titã, mas as regiões equatoriais são mais secas que os pólos, disse a coautora do estudo, Anezina Solomonidou, pesquisadora da Agência Espacial Européia.

Planícies (cobrindo 65% da superfície) e dunas (cobrindo 17% da superfície), compostas por pedaços congelados de metano e outros hidrocarbonetos, dominam as latitudes médias e as regiões equatoriais de Titã, respectivamente.

Titã é o único objeto do sistema solar, além da Terra, com líquidos estáveis ​​na superfície, com lagos e mares cheios de metano sendo as principais características em suas regiões polares. Áreas montanhosas, que representam partes expostas da crosta de gelo de água de Titã, representam 14% da superfície.

O cientista e co-autor do estudo do JPL, Michael Malaska, disse:

O que é realmente divertido de se pensar é se existem maneiras pelas quais os orgânicos mais complexos podem afundar e se misturar com a água na crosta gelada profunda ou no oceano subterrâneo profundo.

Observando que na Terra existe uma bactéria que pode sobreviver apenas em um hidrocarboneto chamado acetileno e água, Malaska perguntou:

Poderia isto, ou algo assim, viver em Titã nas profundezas da crosta ou oceano, onde as temperaturas são um pouco mais quentes?

Noting that on Earth there is a bacterium that can survive just on a hydrocarbon called acetylene and water, Malaska asked, “Could it or something like it live in Titan deep in the crust or ocean where temperatures are a little warmer?”

O mapa foi criado sete anos antes da agência espacial dos EUA lançar a missão Dragonfly para enviar um drone com vários rotores, afim de estudar estudar a química e a adequação de Titã à vida. A sonda Dragonfly está programada para chegar a Titã em 2034.

Lopes disse:

Não é apenas cientificamente importante, mas também muito legal – um drone voando em Titã. Será realmente emocionante.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/20/possibilidade-de-vida-equipe-de-cientista-brasileira-mapeia-a-exotica-lua-de-saturno-tita/

Entomologista da Universidade de Ohio diz que fotos mostram evidências de vida em Marte

Fotos mostram evidências de vida em Marte, diz entomologista da Universidade de Ohio
Fotos mostram evidências de vida em Marte, diz entomologista da Universidade de Ohio
O professor emérito da Universidade de Ohio, William Romoser, analisou fotos dos jipes-sonda (rovers) de Marte e encontrou formas semelhantes a insetos e répteis


O professor emérito da Universidade de Ohio, William Romoser, analisou várias fotos de vários jipes-sonda em Marte e encontrou formas semelhantes a insetos e répteis nas imagens, parecendo confirmar que a vida existe no Planeta Vermelho.

Enquanto os cientistas se esforçam para determinar se há vida em Marte, a pesquisa do professor emérito William Romoser da Universidade de Ohio mostra que já temos as evidências, cortesia de fotografias de vários jipes-sonda de Marte.

O Dr. Romoser, especialista em arbovirologia e entomologia geral/médica, passou vários anos estudando fotografias do planeta vermelho que estão disponíveis na Internet. Ele encontrou vários exemplos de formas semelhantes a insetos, estruturadas de maneira semelhante às abelhas, bem como formas semelhantes a répteis, tanto como fósseis quanto criaturas vivas. Ele apresentou suas descobertas na terça-feira, 19 de novembro, na reunião nacional da Sociedade Entomológica da América, em St. Louis, Missouri – EUA.

Romoser disse, observando que as imagens parecem mostrar criaturas fossilizadas e vivas:

Houve e ainda existe vida em Marte. Existe uma aparente diversidade entre a fauna de insetos marcianos, que exibem muitos recursos semelhantes aos insetos terráqueos que são interpretados como grupos avançados – por exemplo, a presença de asas, flexão das asas, planagem/voo ágil e elementos de pernas de diversas formas.

Romoser disse que, embora os veículos marcianos, particularmente o veículo Curiosity, procurem indicadores de atividade orgânica, há várias fotos que mostram claramente as formas de insetos e répteis. Numerosas fotos mostram imagens em que os segmentos do corpo dos artrópodes, junto com as pernas, antenas e asas, podem ser retirados da área circundante, e um deles parece até mostrar um dos insetos em um mergulho íngreme antes de retornar para cima antes de atingir o chão.

As imagens individuais foram estudadas cuidadosamente, variando os parâmetros fotográficos, como brilho, contraste, saturação, inversão etc. Nenhum conteúdo foi adicionado ou removido. Os critérios usados ​​na pesquisa de Romoser incluíram: Partida dramática do ambiente, clareza de forma, simetria corporal, segmentação de partes do corpo, forma repetida, restos esqueléticos e observação de formas próximas umas das outras. Posturas particulares, evidência de movimento, fuga, interação aparente, como sugerido por posições relativas, e olhos brilhantes foram considerados consistentes com a presença de formas vivas.

Romoser disse:

Uma vez que uma imagem clara de um determinado formulário foi identificada e descrita, foi útil para facilitar o reconhecimento de outras imagens menos claras, mas não menos válidas, da mesma forma básica. Um exoesqueleto e apêndices articulados são suficientes para estabelecer a identificação como um artrópode. Três regiões do corpo, um único par de antenas e seis pernas são tradicionalmente suficientes para estabelecer a identificação como ‘inseto’ na Terra. Essas características também devem ser válidas para identificar um organismo em Marte como inseto. Nessas bases, artrópodes, formas semelhantes a insetos, podem ser vistos nas fotos das sondas em Marte.

Comportamento de voo distinto foi evidente em muitas imagens, disse Romoser. Essas criaturas se parecem vagamente com abelhas na Terra. Outras imagens mostram essas “abelhas” parecendo se abrigar ou aninhar em cavernas. E outros mostram uma criatura fossilizada que se assemelha a uma cobra.

Romoser, que foi professor de entomologia na Universidade de Ohio por 45 anos e co-fundou seu Instituto de Doenças Tropicais, também passou quase 20 anos como pesquisador de doenças transmitidas por vetores no Instituto de Pesquisa Médica de Doenças Infecciosas do Exército dos EUA. Entre 1973 e 1998, Romoser foi autor e co-autor de quatro edições do livro amplamente utilizado nos meios acadêmicos, ‘The Science of Entomology‘.

Romoser observou que as interpretações de criaturas semelhantes a insetos e répteis que ele descreveu podem mudar no futuro à medida que o conhecimento da vida em Marte evoluir, mas que o grande volume de evidências é convincente.

Ele disse:

A presença de organismos com maior metazoário em Marte implica a presença de fontes e processos de nutrientes/energia, cadeias alimentares e teias, e água como elementos funcionando em um ambiente ecológico viável, se extremo, suficiente para sustentar a vida.

Observei casos sugestivos de água parada ou pequenos cursos d’água com meandros evidentes e com o esperado embaçamento de pequenas rochas submersas, rochas emergentes maiores na interface atmosfera/água, uma área úmida do barranco e uma área mais seca além da área úmida. A água em Marte foi relatada várias vezes, incluindo as águas superficiais detectadas por instrumentação nas sondas Viking, Pathfinder, Phoenix e Curiosity.

A evidência da vida em Marte apresentada aqui fornece uma base sólida para muitas questões biológicas importantes, além de questões sociais e políticas. Também representa uma sólida justificativa para estudos adicionais.

Na galeria abaixo, algumas das fotos do Professor Romoser:

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/20/fotos-mostram-evidencias-de-vida-em-marte-diz-entomologista-da-universidade-de-ohio/

Vapor d’água confirmado acima da superfície de lua de Júpiter ! Vapor d'água é confirmado acima da superfície de lua de Júpiter

Vapor d'água é confirmado acima da superfície de lua de Júpiter
Uma equipe liderada por pesquisadores do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, confirmou traços de vapor d’água acima da superfície da lua gelada de Júpiter, Europa.

E isso é importante, já que a pequena rocha espacial é um dos alvos de maior prioridade na busca de vida extraterrestre da NASA, segundo a agência.

O pesquisador principal e cientista planetário da NASA, Lucas Paganini, disse em comunicado da agência espacial:

Embora os cientistas ainda não tenham detectado água líquida diretamente, descobrimos a próxima melhor coisa: água em forma de vapor.

De acordo com um artigo publicado na revista Nature Astronomy na segunda-feira (18), a equipe da NASA descobriu vapor d’água suficiente sendo liberado da Europa para encher uma piscina olímpica em questão de minutos.

Mas, embora isso pareça muito, quase não foi o suficiente para ser detectado na Terra.

Das 17 observações do Observatório W. M. Keck, no Havaí, que usa um espectrógrafo para detectar as composições químicas das atmosferas de outros planetas, varrendo a luz infravermelha que eles liberam ou absorvem, os cientistas detectaram apenas vapor d’água em uma.

Paganini e sua equipe escreveram no artigo:

Sugerimos que a eliminação de gás de vapor d’água na Europa ocorra em níveis mais baixos do que os anteriormente estimados, com apenas eventos raros localizados de atividade mais forte.

Por muitos anos, os cientistas suspeitam que haja água na superfície de Europa, e várias observações parecem apoiar essa suspeita.

Mais de duas décadas atrás, a sonda Galileo da NASA encontrou evidências de um fluido eletricamente condutor na superfície daquela lua. Então, uma análise de 2018 dos dados encontrou evidências de enormes quantidades de líquido. Os dados coletados anteriormente pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA sustentaram a existência das colunas de vapor.

O cientista planetário de Goddard, Avi Mandell, disse sobre a descoberta de vapor d’água no comunicado:

Realizamos verificações de segurança diligentes para remover possíveis contaminantes em observações terrestres. Mas, eventualmente, teremos que nos aproximar de Europa para ver o que realmente está acontecendo.

Uma missão para fazer exatamente isso já está alinhada.

A próxima missão Europa Clipper da NASA terá uma visão muito mais próxima da superfície da lua gelada em 2023. A sonda apresentará um conjunto de câmeras, espectrômetros e um radar para investigar a espessura da concha gelada de Europa durante 45 sobrevoos – e talvez produza mais informações sobre o vapor d’água acima da superfície da lua enquanto estiver lá.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/19/vapor-dagua-e-confirmado-acima-da-superficie-de-lua-de-jupiter/

Nosso cérebro é lavado, literalmente, durante o sono !

Atualmente, dado o desenvolvimento tecnológico, há áreas do cérebro que deixaram de estar debaixo do manto do desconhecimento. Foram já mostrados vários exemplos e o que trazemos hoje dá conta de como o nosso cérebro é especial. Assim, foi publicado um estudo, acompanhado de um vídeo hipnotizante, que nos mostra as ondas de líquido espinhal a lavar o cérebro durante o sono.
Neurocientistas produziram imagens fascinantes que mostram o processo noturno de pulsação em ação.
Cérebro tem automatismos que limpam toxinas acumuladas
Ondas de líquido cefalorraquidiano agudo (LCR) fluem sobre o cérebro. Como resultado, este pulsar rítmico, que ocorre durante as horas de sono, “lava o cérebro”, eliminando qualquer toxina que não deveria estar a acumular-se na nossa cabeça.
A equipa por trás destas novas ideias diz que as descobertas podem ajudar no estudo de vários distúrbios neurológicos e psicológicos. Importante especialmente aqueles problemas associados a padrões de sono interrompidos.
Sabemos há algum tempo que existem estas ondas elétricas de atividade nos neurónios. Mas antes disto, não nos tínhamos apercebido que também existem ondas no LCR.
Explicou a neurocientista Laura Lewis, da Universidade de Boston.
Descoberta agora uma característica importante para o cérebro

No passado, noutros estudos, foi sugerido que o LCR era importante para a remoção de resíduos no cérebro. Contudo, até agora, os cientistas não sabiam muito sobre esta ação pulsante. Nunca tinham sido capazes de a observar.
Em combinação com a atividade cerebral de ondas lentas (que em parte têm a tarefa de fixar as nossas memórias no lugar) e a diminuição do fluxo sanguíneo que acontece enquanto dormimos, estas ondas parecem estar a lavar proteínas desnecessárias e outros detritos redundantes.
O novo estudo pode ajudar na investigação de problemas relacionados com a idade e com distúrbios específicos. Isto porque se sabe que à medida que o envelhecimento acontece a frequência das ondas cerebrais diminui.
Padrões LCR num exame ao cérebro abrem novas portas na medicina
O trabalho dos cientistas também significa que agora é possível saber se alguém está a dormir ou não, apenas analisando os padrões LCR num exame ao encefalo. Os investigadores referem mesmo que esta descoberta causou um “efeito dramático”. Assim, agora apenas necessitam de olhar para uma determinada região e têm imediatamente uma leitura de cérebro de alguém.
Para os propósitos do estudo, 13 indivíduos com idades entre 23 e 33 anos foram vigiados enquanto dormiam durante uma ressonância magnética. Nas investigações futuras, com esta descoberta, será possível tentar detetar a deterioração do processo à medida que envelhecemos.
Ficou ainda por responder uma outra questão. Ainda intriga os investigadores a forma sincronizada da ação entre estas ondas LCR e o fluxo sanguíneo. Segundo os investigadores, esta sincronização poderá resultar de quando os neurónios se desligam durante a noite. Nessa altura, eles não precisam de tanto sangue – e quando o sangue é drenado, a pressão no cérebro é mantida pelo influxo das ondas de líquido cefalorraquidiano agudo.
Apesar de já se ter uma ideia mais clara sobre o processo, há ainda muitas questões a responder. Uma coisa é certa, enquanto dorme, o seu cérebro recebe um banho de pureza.

Fonte: https://ultimas-curiosidades.blogspot.com/

sábado, 16 de novembro de 2019

Incógnita sobre se mundos com muitos “sóis” podem abrigar a vida

Mundos com muitos "sóis" podem abrigar a vida?
Três sóis no céu do exoplaneta mais próximo Proxima Centauri b (impressão artística). Imagem: ESO / M. Kornmesser
Muitos de nós não acreditam que a Terra seja o único planeta habitável do universo. Quantos e onde estão os planetas com condições capazes de sustentar a vida como a conhecemos? Se eles existem, como se parecem?

Mais de 4.000 exoplanetas são conhecidos até o momento, a maioria deles orbitando estrelas únicas como o nosso Sol.

Agora o astrofísico Dr. Markus Mugrauer, da Universidade Friedrich Schiller, em Jena, na Alemanha, descobriu e caracterizou muitos novos sistemas estelares múltiplos que contêm exoplanetas.

Mugrauer disse em um comunicado de imprensa:

Vários sistemas estelares são muito comuns em nossa Via Láctea. Se tais sistemas incluem planetas, eles são de particular interesse para a Astrofísica, porque os sistemas planetários neles podem diferir do nosso sistema solar de maneiras fundamentais.

O Dr. Mugrauer encontrou vários novos sistemas estelares múltiplos que contêm exoplanetas. Ele se concentrou em mais de 1.300 estrelas hospedeiras de exoplanetas, com planetas orbitando-as para ver se elas tinham estrelas companheiras. Ele também demonstrou a existência de cerca de 200 estrelas companheiras de estrelas hospedeiras planetárias que estão a 1.600 anos-luz de distância do Sol.

Ele descobriu que existem tanto sistemas “apertados” com distâncias de apenas 20 unidades astronômicas (ua) – que em nosso sistema solar correspondem aproximadamente à distância entre o Sol e Urano – e também sistemas com estrelas acima de 9.000 ua uma da outra.

As estrelas companheiras também variam quanto à sua massa, temperatura e estágio de evolução. As mais pesadas ​​pesam 1,4 vezes mais que o nosso Sol, a mais leve possui apenas 8% da massa do Sol. A maioria das estrelas companheiras são estrelas anãs de baixa massa e frias que brilham levemente avermelhadas.

No entanto, oito anãs brancas também foram identificadas entre as fracas companheiras estelares. Uma anã branca é o núcleo queimado de uma estrela parecida com o Sol, que é do tamanho da nossa Terra, mas metade do peso do nosso Sol.

Essas observações mostram que os exoplanetas podem realmente sobreviver ao estágio evolutivo final de uma estrela semelhante ao Sol nas proximidades. (A maioria dos sistemas estelares com exoplanetas identificados possui duas estrelas.)

No entanto, foram detectadas cerca de duas dúzias de sistemas estelares triplos hierárquicos e até um sistema estelar quádruplo. No intervalo de distâncias investigadas, entre aproximadamente 20 e 10.000 unidades astronômicas, um total de 15% das estrelas estudadas possui pelo menos uma estrela companheira. Isso é apenas cerca da metade da frequência esperada em geral para estrelas do tipo solar.

Mugrauer disse:

Esses dois fatores juntos podem indicar que a influência de várias estrelas em um sistema estelar atrapalha o processo de formação do planeta e o desenvolvimento de suas órbitas.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/16/mundos-com-muitos-sois-podem-abrigar-a-vida/

Sondas sob a forma de raias podem ser perfeitas para explorar o lado mais sombrio de Vénus

A agência espacial norte-americana (NASA) acaba de aceitar o conceito de uma nave espacial inspirado em raias, que foi proposto por um grupo de cientistas para explorar Vênus, especialmente o seu lado mais sombrio.
Criado pelo Laboratório CRASH, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, o projeto em causa pressupõe uma estrutura que se transforma com asas que flutuam como as barbatanas peitorais das raias, explicam os cientistas em comunicado.
De acordo com os cientistas, o projeto poderia facilitar o uso eficaz dos ventos fortes que se fazem sentir nas camadas superiores de Vênus, bem como oferecer aos cientistas um controlo sobre o veículo sem precedentes.
O projeto – BREEZE – é um dos doze conceitos revolucionários selecionados pela NASA para o programa Advanced Innovative Concepts, que financia tecnologias, em estados iniciais, que podem “mudar o que é possível no Espaço”.
“Ao seguir as nossas dicas da natureza, especificamente as das raias do mar, procuramos maximizar a eficiência do voo. O design permitirá um grau de controle até agora inatingível para uma nave espacial”, apontou o autor principal do projeto, Javid Bayandor, professor associado de engenharia mecânica e aeroespacial.
Seis outros objetos escolhidos em anos anteriores receberam financiamentos adicionais.
Segundo conta a Russia Today, o BREEZE contornaria Vênus a cada quatro a seis dias. Os seus painéis solares carregavam as baterias a cada dois ou três dias na parte iluminada do planeta para iniciar as ferramentas para que estas pudessem recolher amostras atmosféricas, rastrear padrões climáticos e monitorizar atividades vulcânicas, entre outros.
As asas do BREEZE seriam ativadas por um sistema interno de tensão que forneceria a capacidade de atingir empuxo – ato de puxar para si -, controle, estabilidade, elevação adicional e a compressão mecânica necessária para o controlo ativo da elevação.
Todas estas características são muito importantes nas condições inóspitas do planeta, que incluem temperaturas superficiais próximas dos 500 centígrados e nuvens espessas de ácido sulfúrico, pode ler-se na mesma nota de imprensa.
Vênus leva 243 dias para completar uma rotação em torno do seu eixo, mais do que os 225 dias necessários para o planeta orbitar o Sol. Na prática, um dia em Vênus dura mais do que o seu próprio ano. Por este mesmo motivo, grandes partes do planeta permanecem no escuro, contrastando com a parte iluminada.
A tecnologia sob a qual assentam as “raias espaciais” poderá ser futuramente utilizada na exploração de outras partes do Sistema Solar, como Titã, a lua de Saturno, ou até mesmo o ambiente subaquático da Terra.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.com/

Grande Terremoto ocorre na Indonésia !

O Painel Global mostra que um poderoso abalo sísmico de 7.1 magniudes foi registrado na Indonésia, 138 km a leste de Bitung às 16:17 UTC (14/11). O violento abalo teve seu hipocentro estimado a 33 km de profundidade, sob as coordenadas 1.60N e 126.41E. Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. 

Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

NASA irá procurar fósseis em Marte

NASA irá procurar por fósseis em Marte
Partes desta imagem da cratera Jezero foram aprimoradas para destacar a presença de certos minerais. As áreas verdes indicam depósitos de carbonatos


O veículo espacial Mars 2020 investigará um tipo intrigante de depósito mineral conhecido por produzir fósseis na Terra.

Quando você pensa em fósseis, provavelmente imagina crânios de T. rex e fêmures de saurópodes. O jipe-sonda Mars 2020 da NASA estará procurando fósseis em Marte, mas não esse tipo de fóssil.

A NASA destacou um novo estudo na revista Icarus nesta semana que aponta algumas formações fascinantes ao redor da borda interna da Cratera Jezero, o local de pouso planejado do veículo espacial. A agência compara esses depósitos minerais concentrados de carbonato a um anel de banheira em torno do que antes era um lago há 3,5 bilhões de anos.

A NASA informou:

Na Terra, os carbonatos ajudam a formar estruturas que são resistentes o suficiente para sobreviver em forma de fósseis por bilhões de anos, incluindo conchas do mar, corais e alguns estromatólitos – rochas formadas neste planeta pela antiga vida microbiana ao longo de linhas costeiras antigas, onde a luz do Sol e a água eram abundantes.

A NASA não espera encontrar conchas do mar, mas o veículo espacial examinará de perto os estromatólitos. Os cientistas ficariam emocionados ao descobrir sinais de vida microbiana passada no planeta atualmente inóspito. A investigação do jipe ​​sobre os depósitos de carbonato também pode nos dizer mais sobre como Marte fez a transição de um lugar aquoso para um árido.

O jipe-sonda Mars 2020 está se desenvolvendo na NASA com um lançamento planejado para meados do próximo ano. Se permanecer dentro do cronograma, o veículo espacial chegará à cratera em fevereiro de 2021.

Os cientistas não sabem se os carbonatos se formaram no lago antigo ou se poderiam ter sido depositados anteriormente. Teremos que esperar para saber mais. Será um marco que vale a pena esperar.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/15/nasa-ira-procurar-por-fosseis-em-marte/

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Clima extremando - Gigantescos Incêndios na Austrália !


Fonte: https://www.apolo11.com/

Veja o que aconteceria se a Terra caísse num buraco negro !

Veja o que aconteceria se a Terra caísse num buraco negro
Uma nova ferramenta online calcula quanta destruição cósmica um encontro entre a Terra e um buraco negro causaria.

A apropriadamente denominada Black Hole Collision Calculator (Calculadora de Colisão de Buracos Negros) determina quanto um buraco negro se expandiria e a quantidade de energia que liberaria se absorvesse a Terra – ou qualquer outro objeto, já que a calculadora é totalmente personalizável, relata o Space.com

“Big Kabum”

O físico de partículas Álvaro Díez criou a ferramenta, hospedada no projeto de banco de dados da calculadora Omni Calculator. Com base em seus cálculos, um buraco negro que engolisse a Terra liberaria 55 quintilhões de vezes o consumo anual de energia do planeta.

Mas mesmo esse evento destrutivo seria um lanche leve para um buraco negro supermassivo – seu horizonte de eventos só aumentaria em um centésimo de trilionésimo de 1 por cento, de acordo com a calculadora.

A principal falha da calculadora? A representação artística de um buraco negro obliterando a Terra que aparece ao lado dos resultados não muda para corresponder às colisões.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/14/veja-o-que-aconteceria-se-a-terra-caisse-num-buraco-negro/

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