segunda-feira, 11 de novembro de 2019

O som mais alto da história estourou o tímpano de pessoas a 64 km de distância

O som mais alto da história estourou o tímpano de pessoas a 64 km de distância
A erupção de Krakatoa em 1883 é considerada o som mais alto já ouvido e sentido na história. Foto: Biblioteca do Congresso 


O som da erupção do vulcão Kracatoa em 1883 causou ondas de choque 10.000 vezes mais poderosas que o de uma bomba de hidrogênio e estourou os tímpanos de marinheiros que estava a quase 65 quilômetros de distância.

O som mais alto da história foi produzido pela erupção vulcânica de Krakatoa em 27 de agosto de 1883. A explosão do Krakatoa registrou 172 decibéis a 160 quilômetros da fonte.

Moradores da Nova Guiné e da Austrália Ocidental (a 3.200 km de distância) relataram ter ouvido ‘uma série de estrondo altos, parecidos com os da artilharia na direção noroeste’. 

A erupção vulcânica de Krakatoa em 1883 produziu o som mais alto do mundo.

Os moradores da ilha de Rodrigues (a 4.800 km de distância) relataram ouvir o que lhes parecia o rugido distante de artilharia pesados.

No geral, o som da erupção vulcânica de Krakatoa foi ouvido por pessoas em 50 locais geológicos diferentes ao redor do mundo. 
Som completamente louco

Agora, respire fundo, ouça o barulho no vídeo abaixo e pense, por um momento, quão louco isso é. 
Como Nautilus explica: 
Se você estiver em Boston e alguém lhe disser que ouviu um som vindo da cidade de Nova Iorque, você provavelmente dará a esta pessoa um olhar de desconfiado. Mas Boston fica a apenas 320 quilômetros de Nova Iorque. O que estamos falando aqui é como estar em Boston e ouvir claramente um barulho vindo de Dublin, na Irlanda. Viajando na velocidade do som (1.233 quilômetros por hora), é um ruído precisa cerca de 4 horas para percorrer essa distância. Este é o som mais distante que já foi ouvido na história gravada. 

Chegou o dia do julgamento

O navio britânico Norham Castle estava a 64 km de Krakatoa no momento da explosão.

O capitão do navio escreveu em seu diário:

Tão violentas são as explosões que os tímpanos de mais da metade da minha tripulação foram destruídos. Meus últimos pensamentos estão com minha querida esposa. Estou convencido de que o dia do julgamento chegou. 

A erupção de Krakatoa

O vulcão Krakatoa entrou em erupção em 27 de agosto de 1883 com uma força tão grande que destruiu sua ilha, emitindo uma nuvem de fumaça que atingiu 28 quilômetros na atmosfera.

Essa explosão criou um tsunami mortal com ondas acima de 30 metros de altura, que acabou dizimando 160 vilarejos e assentamentos ao longo das margens de Java e Sumatra, na Indonésia. No total, os holandeses – governantes coloniais da Indonésia na época – estimavam o número de mortos em 36.417, enquanto outras estimativas ultrapassam 120.000.

A última erupção em Krakatoa foi considerada o maior desastre natural do século XIX. As ondas de choque da erupção viajaram ao redor do mundo várias vezes. A força da explosão foi 10.000 vezes maior que a de uma bomba de hidrogênio.

Fonte: https://planetaabsurdo.com.br/2019/11/o-som-mais-alto-da-historia-estourou-o-timpano-de-pessoas-a-64-km-de-distancia/

O Universo pode ser um grande balão em loop e tudo o que sabemos pode estar errado

Há uma nova investigação que está a por em causa tudo o que sabíamos sobre a forma do Universo. 
De acordo com a pesquisa publicada nesta semana, o Universo pode não ser plano, como se pensava, mas antes ser como um grande balão insuflado.
A pesquisa publicada na revista Nature Astronomy tem por base as mais recentes leituras do telescópio Planck, da Agência Espacial Europeia.
Estes dados referem-se ao fundo cósmico de micro-ondas (CMB na sigla em Inglês), isto é, o brilho da radiação que resta do Big Bang e que é um efeito de luz ambiente que ocupa todo o espaço quando se bloqueiam estrelas, galáxias e outras interferências.
O CMB é fundamental para definir a história e o comportamento do Universo, sendo o seu vestígio mais antigo.
Os novos dados do Planck apontam para conclusões que ameaçam a percepção que tínhamos do Universo até agora. Já se fala numa verdadeira crise na cosmologia, tendo-se verificado também que o Universo se está a expandir muito mais rápido do que os cientistas previam.
As razões para esse facto são ainda um mistério e podem ou não estar relacionadas com outras conclusões desafiantes que apontam que o Universo pode não ser plano, como um lençol infinito, mas ser antes esférico e fechado, como um grande balão insuflado.
Esta hipótese resulta das anomalias detectadas nos dados do CMB por cosmologistas das Universidades Johns Hopkins (EUA), Sapienza de Roma (Itália) e de Manchester (Reino Unido).
As investigações indicam que há significativamente mais “lentes gravitacionais” do CMB do que seria de esperar. “A gravidade parece estar a dobrar as micro-ondas do CMB mais do que a física existente pode explicar”, destaca o site científico Live Science.
Estes cientistas apontam que há 41 vezes mais probabilidades de o Universo ser fechado do que plano. A teoria é que terá uma forma “ligeiramente curvada”, com uma “flexão lenta” que não é importante para a nossa rotina diária. Mas viajando até fora da nossa galáxia, isso significa que se nos movermos numa linha recta, terminaremos no local onde começamos.
“A diferença entre um universo fechado e aberto é um pouco como a diferença entre uma folha plana esticada e um balão insuflado”, explica ao Live Science o cosmologista Alessandro Melchiorri, um dos investigadores envolvidos no estudo.
“Isto significa, por exemplo, que se tivermos dois fotões e se viajarem em paralelo, num universo fechado vão [eventualmente] encontrar-se”, aponta Melchiorri. Num universo plano, esses dois fotões viajariam sem nunca se cruzarem, caso não houvesse qualquer interferência nos seus trajectos.
Todavia, a ideia do “Universo fechado” é, para já, apenas uma hipótese e são necessárias “futuras medições” para “clarificar se as discordâncias observadas são devidas a sistemáticas não detectadas ou a uma nova física, ou se são, simplesmente, flutuações estatísticas”, apontam os autores do estudo.
Cosmologistas que não estiveram envolvidos no estudo encaram a teoria com algum cepticismo, como é o caso de Andrei Linde da Universidade de Stanford (EUA), que, em declarações ao Live Science, faz referência a outro estudo que ainda não foi publicado em torno dos mesmos dados do Planck e que concluiu que o mais provável é que o Universo seja plano.
Melchiorri contrapõe que esse estudo teve por base um segmento demasiado pequeno dos dados do Planck, defendendo a análise da sua equipa.
Certo é que se a teoria do “Universo fechado” se confirmar, é preciso “sintonizar” a física do mecanismo primordial associado ao Big Bang e refazer todos os cálculos envolvidos, destaca o cosmologista. Isso será uma grande complicação que acarreta inúmeros problemas e toda uma nova física.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/universo-for-um-grande-balao-fechado-tudo-sabiamos-pode-estar-errado-290027

sábado, 9 de novembro de 2019

Elon Musk já sabe o que é necessário para a SpaceX criar uma cidade em Marte !

Elon Musk SpaceX Marte cidade Starship
lon Musk sempre foi claro nos seus planos para a SpaceX. Esta será a forma que encontrou para levar o Homem até Marte, mudando a forma como fazemos exploração espacial.

Tem revelado de forma bem lúcida a forma como quer colocar em breve o primeiro humano no planeta vermelho. Agora, e mostrando novamente o futuro, revelou o que é necessário para criar uma cidade em Marte.

O homem forte da SpaceX não quer apenas viajar para Marte. Elon Musk quer colocar uma colónia neste planeta, iniciando um momento único na nossa história. Para isso necessitará de criar uma cidade sustentável neste ponto remoto do espaço.
O papel essencial que a Starship representa

Para que esta possa ser criada e mantida, Elon Musk já definiu a sua expectativa. Segundo a sua ideia, ao todo vão ser necessárias 1000 naves Starship. Esta vão ser responsáveis por transportar toda carga que será necessária transportar.

Cada uma destas naves terá a capacidade de carregar 100 toneladas de carga nos seus voos. Caso sejam construídas 100 naves Starship, a SpaceX consegue colocar em Marte 10 milhões de toneladas de carga por ano. 

20 anos de viagens para Marte

Mesmo com toda esta capacidade de carga, esta será uma tarefa que demorará ainda alguns anos. As contas de Elon Musk preveem que ao todo vão ser necessários pelos menos 20 anos de viagens pelo espaço até Marte.

Durante esse tempo, as naves de carga da SpaceX vão estar a voar de forma permanente e a levar todos os elementos necessários a esta cidade sustentável e que será um entreposto no espaço.

Depois de ter revelado que o custo por voo de uma Starship ronda os 2 milhões de dólares, revela agora os recursos que este processo irá consumir. Será um processo complicado de gerir e que vai requerer a participação de muitas entidades.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/high-tech/elon-musk-spacex-cidade-marte/

Inteligència Artificial desvenda em segundos o “problema dos três corpos” que desafia cientistas desde Newton

O “problema dos três corpos”, inicialmente formulado por Isaac Newton no século XVII e que desafia cientistas até aos dias que correm, foi resolvido por um programa de Inteligência Artificial (IA) numa questão de segundos.

O problema parece simples, mas revela-se bastante complexo, frisa o Live Science: passa por prever como é que três corpos celestes – como estrelas, planetas e luas – se orbitam.

As interações gravitacionais entre estes objetos resultam de um sistema caótico e complexo, sendo muito sensível às posições iniciais de cada corpo e, por isso, tornava-se complicado encontrar uma forma simples de o resolver.

Resolver este problema, escreve o Hype Science, requer uma quantidade impensável de cálculsos. Por isso, e para tentar resolver a questão, os cientistas recorrem a softwares que podem durar semanas ou até meses para revelar os resultados.

Mas agora, um novo estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, tentou testar se uma rede neuronal – um tipo de IA que imita a forma como o cérebro humano opera – pode resolver o problema de forma mais rápida.

De acordo com a nova investigação, cujos resultados estão disponíveis em pré-visualização no arXiv, a rede neuronal é bem mais rápida: 100 milhões de vezes.

As redes neuronais devem ser treinadas, isto é, alimentadas com dados antes de começarem a fazer previsões. Por isso, para esta investigação, os cientistas começaram por gerar 9.900 cenários simplificados de três corpos recorrendo ao Brutus, o software mais utilizado para resolver este problema.

No Brutus, a análise de cada cenário levou cerca de 2 minutos.

Depois, partiram desde dados para alimentar a rede neuronal, testando 5.000 cenários ainda não previstos recorrendo à IA, descobrindo que a rede artificial pode resolvê-los numa questão de segundos e obtendo resultados semelhantes aos do Brutus.
Potencial da descoberta

Segundo Chris Foley, cientista da Universidade de Cambridge e um dos autores do estudo, esta eficácia pode ser “inestimável” para astrónomos que estudam o comportamento de aglomerados de estrelas e a própria evolução do Universo.

“Esta rede neural, se fizer um bom trabalho, deve dar-nos soluções num prazo sem precedentes. Então, podemos começar a pensar em progredir com questões muito mais profundas, como a forma como as ondas gravitacionais se formam”, explicou.

Contudo, esta IA tem uma desvantagem óbvia: a rede neuronal é uma prova de conceito que aprendeu a partir de cenários simplificados. Treiná-la para outros cenários mais complexos exige que estes sejam inicialmente calculados com o Brutus – situação que pode ser demorada e cara.

Foley explicou ainda que o Brutus é lento porque resolve problemas recorrendo a “força bruta”, ou seja, realizando cálculos para cada etapa, por menor que esta seja, das trajetórias dos corpos celestes. A rede neural, por sua vez, analisa estes cálculos e deduz um padrão que pode ajudar a prever cenários futuros com eficácia.

“Existe uma separação entre a nossa capacidade de treinar uma rede neural com um desempenho fantástico e a nossa capacidade de derivar dados com os quais treiná-la (…) Então, há um gargalo” nesta situação, explicou Foley.

Segundo o cientista, a ideia não passa por substituir o Brutus pela IA, mas antes utilizá-los em conjunto. O software continuaria a fazer a maior parte do trabalho “braçal” e a rede neuronal assumiria o resto do trabalho quando os cálculos em causa ficassem complexos demais, “travando” o software.

“Criamos esse híbrido. Sempre que o Brutus fica preso, aplicamos a rede neuronal e avançamos. Depois, avaliamos de o Brutus continuou preso”, resumiu.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/ia-desvenda-problema-tres-corpos-290280

DNA de Tardígrados pode ajudar humanos a sobreviver no espaço

TardígradoCriaturas capazes de sobreviver a ambientes inóspitos podem ser a chave para nos auxiliar na expansão além de nosso planeta

Novos estudos estão investigando como ferramentas como a edição de genes podem tornar os seres humanos capazes de viajar mais longe no espaço. Uma das principais preocupações de saúde com as viagens espaciais é a exposição à radiação. Se, por exemplo, os cientistas pudessem descobrir uma maneira de tornar as células humanas mais resistentes aos efeitos da radiação, os astronautas poderiam permanecer mais saudáveis ​​por longos períodos no espaço.

Teoricamente, esse tipo de tecnologia também pode ser usado para combater os efeitos da radiação nas células saudáveis ​​durante os tratamentos contra o câncer na Terra, observa Chris Mason, geneticista e professor associado de fisiologia e biofísica na Universidade Weill Cornell, em Nova York.

No entanto, a idéia de mexer com genes humanos é controversa. Mas Mason enfatizou que provavelmente haverá décadas de pesquisa antes que esse tipo de ciência seja aplicada aos seres humanos.

"Não tenho planos de “projetar” astronautas nas próximas uma ou duas décadas", disse Mason. "Mas se tivermos mais 20 anos de descobertas, mapeamento e validação funcional do que sabemos, espero que até lá possamos estar no estágio em que poderemos fazer um humano que poderia sobreviver melhor em Marte ".

Mas o que significa projetar geneticamente uma pessoa para sobreviver melhor no espaço ou em outro planeta? Existem várias abordagens possíveis. Uma maneira pela qual os cientistas podem alterar futuros astronautas é através da engenharia epigenética, o que significa essencialmente que eles "ativariam ou desativariam" a expressão de genes específicos, explicou Mason.

Alternativamente, e ainda mais estranhamente, esses pesquisadores estão explorando como combinar o DNA de outras espécies, mais especificamente os tardigrados, com células humanas para torná-las mais resistentes aos efeitos nocivos dos voos espaciais, como a radiação.

Esse conceito foi explorado em um artigo de 2016, e Mason e sua equipe pretendem desenvolver essa pesquisa para ver se, usando o DNA dos ultra resistentes tardigrados, seria possível proteger os astronautas dos efeitos nocivos dos voos espaciais.

A edição genética de seres humanos para viagens espaciais provavelmente faria parte de mudanças naturais na fisiologia humana que poderiam ocorrer depois de viver em Marte por vários anos, disse Mason. "Não é uma questão de se evoluímos; é quando evoluímos", acrescentou.

Embora sejam esperadas mudanças no corpo humano à medida que nossa espécie se expande para fora da Terra, há uma maneira de fazer essa ciência com responsabilidade, disse Mason. "Em termos de liberdade, você está planejando que [um futuro humano] tenha muito mais oportunidades", disse ele. "Mas se soubéssemos que, de alguma forma, quando decidimos tentar provar a capacidade dos seres humanos viverem além da Terra e tiramos a capacidade deles de viver na Terra, acho que seria injusto".

A engenharia genética dos seres humanos pode ser ética se tornar as pessoas mais capazes de habitar Marte com segurança, sem interferir em sua capacidade de viver na Terra, disse Mason.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/dna-de-tardigrados-pode-ajudar-humanos-a-sobreviver-no-espaco/92703

Os dinossauros dominaram a Terra do outro lado da Via Láctea !

Jessie Christiansen, cientista da agência espacial norte-americana (NASA), publicou recentemente uma animação na qual evidencia que o auge da era dos dinossauros ocorreu do outro lado da Via Láctea.

A cientista conseguiu chegar à sequência rastreando o movimento do Sistema Solar através da Via Láctea, detalha o Science Alert, frisando que, quando os dinossauros dominaram a Terra, o nosso planeta estava numa parte muito diferente da Via Láctea.

O vídeo agora publicado mostra que a última vez que o Sistema Solar estava no seu ponto atual da galáxia, os dinossauros do Período Triásico estavam só a começar a aparecer.

A cientista revelou que demorou cerca de quatro horas para fazer o vídeo, recorrendo a animações programadas no Power Point. Contudo, em declarações ao Business Insider, Christiansen frisou que o movimento galático é mais complicado do que parece no vídeo.

“A animação faz com que pareça que voltamos ao mesmo lugar. Mas, na realidade, toda a galáxia avançou muito”, começou por explicar.

“É mais como se estivéssemos a ‘espiralar’ pelo Espaço. À medida que a toda a galáxia se move, giramos em torno do centro – e essa espiral é criada”, sustentou.

Segundo explicou Christiansen, durante a rotação do Sistema Solar, a Terra nunca volta a um ponto fixo na galáxia, porque as outras estrelas e sistemas planetários também estão em movimentos constantes, com diferentes velocidades e órbitas. Além disso, notou, a própria Via Láctea também se move pelo Espço.

No que toca à Terra, diferentes formas de vida podem habitar o planeta graças à sua trajetória galáctica. De acordo com a cientista, mesmo quando o Sistema Solar viaja pela Via Láctea, não se aproxima do seu centro, onde certamente não poderia sobreviver devido à radiação. “O nosso Sistema Solar não viaja para o centro da galáxia e depois volta novamente. Ficamos sempre à mesma distância”, rematou.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/dinossauros-dominaram-terra-outro-lado-via-lactea-290499

NASA abre 1ª amostra lunar selada há 47 anos em meio a preparações para missões

Radiografia do fundo da amostra 73002, realizada com tecnologia de radiografia em 1974 pela NASA
Radiografia do fundo da amostra 73002, realizada com tecnologia de radiografia em 1974 pela NASA
Pela primeira vez em 40 anos, uma amostra de rocha lunar pura foi aberta por cientistas da NASA para testar novas ferramentas antes das próximas missões Artemis.

A abertura das amostragens faz parte da iniciativa Análise de Amostras de Última Geração da Apollo (ANGSA), a qual tem como objetivo estudar todos os objetos colhidos pelas missões Apollo e preparar uma nova geração de missões para a Lua a partir de 2020.
O material foi coletado há 47 anos durante a missão tripulada final à Lua, mas com a NASA planejando retornar ao único satélite natural da Terra nos próximos anos é necessário aprimorar a perícia dos cientistas em examinar os materiais da Lua com novos métodos.

Os astronautas da Apollo 17, Gene Cernan e Jack Schmitt, recolheram o material introduzindo um tubo na Lua rochosa há quase cinco décadas.

Radiografia do fundo da amostra 73002, realizada com tecnologia de radiografia em 1974 pela NASA

Ele será agora submetido a uma bateria de testes em laboratório usando ferramentas que não estavam disponíveis quando as amostras originalmente chegaram do espaço.
Processadores da amostra da Apollo abrem a amostra lunar 73002 no Centro Espacial Johnson da NASA em Houston, EUA

Processadores da amostra da Apollo abrem a amostra lunar 73002 no Centro Espacial Johnson da NASA em Houston, EUA

"A análise destas amostras vai maximizar o retorno científico da Apollo, bem como permitir que uma nova geração de cientistas e curadores refinem suas técnicas e ajudar a preparar futuros exploradores para missões lunares previstas para a década de 2020 e além disso", disse Dra. Sarah Noble, cientista do programa ANGSA na sede da NASA em Washington.
Novas descobertas sobre a Lua

A amostra aberta, 73002, junto com a amostra 73001 (que será aberta em janeiro), continha poeira e rocha coletadas em um tubo de 4 centímetros de largura e 2 pés de comprimento. Chamado de "regolito", a amostra veio da borda da cratera Lara, observou Space.com.
"A abertura dessas amostras agora permitirá novas descobertas científicas sobre a Lua e permitirá que uma nova geração de cientistas refine suas técnicas para estudar melhor as futuras amostras devolvidas pelos astronautas da Artemis", afirmou Francis McCubbin, curador de astromateriais da NASA no Centro Espacial Johnson, onde a maioria das amostras lunares são armazenadas.

Em março, a NASA anunciou seu prazo de 2024 para a nova missão lunar. O programa de missão à Lua, apelidado de Artemis, irá transportar astronautas na nave espacial Orion.

Fonte: https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/2019110814749862-nasa-abre-1-amostra-lunar-selada-ha-47-anos-em-meio-a-preparacoes-para-missoes-fotos/

Vénus - A nova meta do projeto espacial da Índia

Vênus: a nova meta do projeto espacial da Índia
A Índia lançou apenas três naves espaciais de ciência planetária, mas o país já está de olho em um novo destino: Vênus.

Cientistas e engenheiros da Organização Indiana de Pesquisa Espacial (de sigla em inglês, ISRO) enviaram planos para uma sonda Vênus ao governo nacional indiano e esperam obter aprovação para prosseguir com a missão. A espaçonave poderia ser lançada em apenas alguns anos e levaria mais de uma dúzia de instrumentos.

“O principal objetivo é mapear a superfície e subsuperfície venusiana”, disse Nigar Shaji, cientista da ISRO, a um grupo de especialistas em Vênus durante uma reunião realizada esta semana no estado do Colorado (EUA).

Segundo Shaji, o orbitador de Vênus que a ISRO está projetando será capaz de criar um conjunto de dados para Vênus em cerca de um ano. Além de mapear a superfície em si, olhar um pouco mais fundo no planeta deve ajudar os cientistas a identificar pontos quentes vulcânicos espalhados por Vênus.

Os instrumentos a bordo da sonda também estudarão a atmosfera e a ionosfera do planeta, bem como a maneira como Vênus interage com o ambiente ao redor, disse Shaji. A ISRO identificou 16 instrumentos de cientistas indianos que gostaria de enviar até lá. Isso inclui instrumentos focados no monitoramento de nuvens, na identificação de raios, no estudo do misterioso brilho aéreo do planeta e na medição das partículas de plasma altamente carregadas que passam por Vênus quando saem do Sol.

Outros poucos instrumentos vieram de parcerias internacionais. Três deles foram propostos por cientistas dos EUA, mas Shaji disse que a ISRO entende que o financiamento para esses instrumentos não é viável, então a agência está atualmente presumindo que o trio não voará.

Se a missão for aprovada, a espaçonave poderá ser lançada em junho de 2023 em um dos veículos de lançamento de satélite geossíncrono da ISRO, o mesmo tipo de veículo que lançou a missão Chandrayaan-2 da Índia na Lua neste verão.

Na história de lançamentos da Índia, essa sonda seguiu seu antecessor, lançado em 2009, e a Missão Mars Orbiter, lançada em 2013. A ISRO também discutiu o retorno ao Planeta Vermelho, mas os cronogramas preliminares sugerem que essa missão provavelmente seria lançada após o orbitador de Vênus.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/09/venus-a-nova-meta-do-projeto-espacial-da-india/


sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Cientista propõe hack genético para humanos poderem sobreviver em Marte !

O geneticista propõe introduzir elementos do ADN dos tardígrados no ser humano para criar seres geneticamente alterados com mais capacidade de sobreviver à radiação. Chris Mason pretende proteger os astronautas desta forma, para que possam também enfrentar com melhores condições a viagem até Marte. A abordagem é invulgar e especulativa, mas poderá ser uma boa aposta em direção ao futuro da biotecnologia e das viagens espaciais.

Chris Mason avaliou as consequências das viagens espaciais no ser humano e nos tardígrados e conclui que, uma vez que aqueles organismos são capazes de enfrentar as dificuldades do espaço, o seu genoma pode tornar as células humanas mais resistentes.

O especialista admite que esta ideia ainda está numa fase inicial e que demoraremos provavelmente algumas décadas até ver humanos manipulados geneticamente no espaço: «não tenho planos para ter astronautas alterados geneticamente nas próximas duas décadas». O Futurism cita Mason: «Se tivermos mais 20 anos de descoberta pura, mapeamento e validação funcional do que julgamos saber, espero que estejamos numa fase em que possamos criar um ser humano para sobreviver em Marte».

Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2019-11-08-Cientista-propoe-hack-genetico-para-humanos-poderem-sobreviver-em-Marte

Cientistas criam vírus capaz de matar todos os tipos de cancro !

Cientistas criam vírus capaz de matar todos os tipos de cancro
Uma empresa australiana desenvolveu um vírus capaz de, alegadamente, matar todos os tipos de cancro, noticia o jornal britânico Daily Telegraph esta sexta-feira.

E, se duvida que um vírus pode combater uma doença, pense duas vezes. Na verdade, a ciência tem vindo a fazer isso há anos e com bons resultados. Repare: uma fórmula modificada do vírus da herpes está a ser utilizada como um tratamento eficaz contra alguns tipos de cancro da pele. A varíola bovina foi uma doença viral que formou a base das primeiras vacinas contra a varíola para humanos.

Os cientistas estão agora a utilizar a varíola bovina como base para um tratamento chamado CF33 para tratar o cancro. Os testes demonstraram que o vírus é capaz de reduzir as células cancerígenas em roedores e agora a empresa Imugene, que desenvolveu o tratamento, está mais perto de testar a fórmula em humanos.

Segundo o professor Yuman Fong, especialista em cancro, "desde o início dos anos 1900, que há provas de que os vírus podem tratar o cancro, quando as pessoas com cancro foram vacinadas contra a raiva e o cancro desapareceu", disse ao Daily Telegraph. "O grande problema era que, se se criasse um vírus tóxico o suficiente para matar o cancro, este podia matar o homem também", continuou.

Sanchia Aranda, diretora do Cancer Concil, na Austrália, confessou ao Daily Telegraph estar preocupada que o sistema imunológico das pessoas testadas crie uma defesa contra o vírus e o destrua antes que ele elimine o cancro. "As células cancerígenas são muito inteligentes e sofrem uma mutação para sobreviver e há uma probabilidade de que evoluam para se tornarem resistentes ao vírus, como fazem agora para se tornarem resistentes à quimioterapia e imunoterapia", justificou.

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1354560/cientistas-criam-virus-capaz-de-matar-todos-os-tipos-de-cancro

Novo sismo sentido do Faial, o segundo em menos de 12 horas !

Novo sismo sentido do Faial, o segundo em menos de 12 horasUm sismo foi registado na quinta-feira à noite no Faial, com magnitude de 3,4 na escala de Richter, o segundo sentido em menos de 12 horas na ilha, informaram hoje as autoridades.

Uma empresa australiana desenvolveu um vírus capaz de, alegadamente, matar todos os tipos de cancro, noticia o jornal britânico Daily Telegraph esta sexta-feira.

E, se duvida que um vírus pode combater uma doença, pense duas vezes. Na verdade, a ciência tem vindo a fazer isso há anos e com bons resultados. Repare: uma fórmula modificada do vírus da herpes está a ser utilizada como um tratamento eficaz contra alguns tipos de cancro da pele. A varíola bovina foi uma doença viral que formou a base das primeiras vacinas contra a varíola para humanos.

Os cientistas estão agora a utilizar a varíola bovina como base para um tratamento chamado CF33 para tratar o cancro. Os testes demonstraram que o vírus é capaz de reduzir as células cancerígenas em roedores e agora a empresa Imugene, que desenvolveu o tratamento, está mais perto de testar a fórmula em humanos.

Segundo o professor Yuman Fong, especialista em cancro, "desde o início dos anos 1900, que há provas de que os vírus podem tratar o cancro, quando as pessoas com cancro foram vacinadas contra a raiva e o cancro desapareceu", disse ao Daily Telegraph. "O grande problema era que, se se criasse um vírus tóxico o suficiente para matar o cancro, este podia matar o homem também", continuou.

Sanchia Aranda, diretora do Cancer Concil, na Austrália, confessou ao Daily Telegraph estar preocupada que o sistema imunológico das pessoas testadas crie uma defesa contra o vírus e o destrua antes que ele elimine o cancro. "As células cancerígenas são muito inteligentes e sofrem uma mutação para sobreviver e há uma probabilidade de que evoluam para se tornarem resistentes ao vírus, como fazem agora para se tornarem resistentes à quimioterapia e imunoterapia", justificou.

Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/novo-sismo-sentido-do-faial-o-segundo-em-menos-de-12-horas


Boeing tem uma solução para levar humanos para a Lua de uma forma mais simples

Boeing tem uma solução para levar humanos para a Lua de uma forma mais simples
Na sua visão, o seu lander tripulado pode alunar seguindo apenas cinco dos 11 eventos críticos do plano da NASA para chegar à Lua.

A Boeing apresentou uma proposta ambiciosa à NASA para levar astronautas à Lua em menos fases, ou eventos críticos que o plano original da Agência Espacial Norte-Americana. Segundo a Boeing, através de uma aproximação simplificada abrem-se novas oportunidades de sucesso para a chegada à Lua em 2024, através do programa Artemis.

Como explica no seu blog, a proposta pretende reduzir o número de segmentos e múltiplos lançamentos, diminuindo os 11 eventos críticos para apenas cinco. Na sua visão, é possível enviar os elementos de ascensão e descida à órbita lunar em apenas um foguetão. Para isso, o lander integrado da Boeing consegue viajar da órbita para a superfície lunar sem a necessidade de transferências adicionais, reduzindo lançamentos e passos adicionais.

A empresa destaca que desenvolveu este plano com menos passos para chegar à Lua considerando a utilização do “elevador” Space Launch System (SLS Block 1B) da NASA e dessa forma descomplexar a missão, enquanto oferece o caminho mais seguro e direto para a superfície lunar.

O design flexível do lander pode também ser utilizado em outras missões de exploração da NASA, já que pode fazer a acoplação no Gateway na orbita lunar ou diretamente com o Orion, eliminando a necessidade de naves adicionais. O lander utiliza tecnologias baseadas na nave Boeing CST-100 Starliner, que vai ser demonstrada durante um voo de teste à Estação Espacial Internacional no próximo mês de dezembro.

A “corrida” para regressar à Lua numa missão tripulada continua acesa, e as empresas privadas têm participado no programa Artemis da NASA contribuindo em diferentes segmentos. Seja a SpaceX com a sua Crew Dragon, a cápsula Orion da NASA e o lander lunar da Blue Origin de Jeff Besos, e também a Boeing, todos estão a ultimar os seus veículos para cumprir o prazo de 2024 estabelecido pela Agência Espacial Norte-Americana para regressar ao satélite natural da Terra, incluindo a primeira mulher a pisar a superfície lunar.

Fonte: https://tek.sapo.pt/artigos/boeing-tem-uma-solucao-para-levar-humanos-para-a-lua-de-uma-forma-mais-simples

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Mercúrio passará em frente ao Sol na segunda (11) - A próxima vez será só em 2032

Um raro fenômeno vai acontecer na próxima segunda-feira (11): Mercúrio vai passar bem em frente ao Sol, e esse trânsito poderá ser visto da Terra por meio de telescópios. É uma chance incomum que poderá ser vista de quase todos os países do mundo, incluindo o Brasil.
O chamado primeiro contato, quando a sombra de Mercúrio começa a passar na frente do Sol, deve começar por volta de 9h35 (de Brasília). O segundo contato, quando o planeta já está completamente na frente da estrela, começa dois minutos depois. Os brasileiros poderão ver um pequeno ponto na frente do Sol durante toda a manhã, e o chamado terceiro contato, quando a borda leste do planeta atinge a borda direita da estrela, começa às 15h02. E aí teremos mais dois minutos para ver um pedacinho de Mercúrio em frente ao Sol, até a próxima oportunidade, que acontecerá somente em 13 de novembro de 2032.
Mas nada de olhar para o Sol diretamente! Para observar o trânsito de Mercúrio, é necessário utilizar equipamentos especiais. A passagem de Mercúrio em frente ao Sol não é visível a olho nu, e mesmo com um telescópio você precisa de algum tipo de filtro especial para observação solar.
Mas é claro que você também pode acompanhar o fenômeno pela internet, em transmissões que acontecerão ao vivo em canais especializados em astronomia.

Por que o trânsito de Mercúrio em frente ao Sol é raro?

Como o nosso planeta tem a terceira órbita mais próxima do Sol, só podemos ver a passagem de dois de nossos vizinhos em frente à estrela: Mercúrio e Vênus. O segundo é um fenômeno ainda mais raro, que acontece duas vezes em um espaço de oito anos e depois fica mais de um século sem poder ser visto. A próxima chance será apenas em 2117.
Já o primeiro planeta do Sistema Solar é visto com uma frequência um pouco maior passando em frente à estrela. Esta próxima ocasião será a quarta no século XXI, e ainda haverá mais dez oportunidades. A última vez que isso aconteceu foi em maio de 2016.
Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol, com órbita que dura 88 dias terrestres. Ele passa em nossa frente a cada 116 dias. Então, por que motivo é tão raro a gente ver essa passagem do pequeno disco preto em frente ao Astro-Rei? É por causa da inclinação de sua órbita. A maior parte das vezes em que ele passa “em frente” à Terra, está acima ou abaixo do Sol. Só é possível vê-lo quando essa passagem se dá no início de maio ou de novembro, quando a Terra cruza a linha de nós, permitindo que o plano orbital dos dois planetas fique quase paralelos.
Quando o evento ocorre em maio, é o momento em que ele está mais distante do Sol e próximo da Terra, e a passagem pode durar cerca de oito horas. Em novembro, que são as passagens mais comuns, ele está mais perto de nosso planeta do que do Astro-Rei, por isso o fenômeno terá duração de 5,5 horas, aproximadamente.

Fonte: https://canaltech.com.br/espaco/mercurio-passara-em-frente-ao-sol-na-segunda-11-proxima-vez-so-em-2032-154517/

Há algo estranho e quente no interior de Neptuno

Quando a nave Voyager 2 observou o gigante gelado Neptuno pela primeira vez em 1989, foi revelado que este planeta parece ser mais quente do que Urano, apesar de estar mais distante do Sol.

De acordo com medições subsequentes, Neptuno mostrou ter temperaturas semelhantes às do vizinho gasoso, embora teoricamente não deva ter. Até agora, “a fonte desse calor adicional permanece um mistério”, estimou o físico Brian Cox no documentário da BBC “The Planets”.

No entanto, existem várias hipóteses que tentam explicar as diferenças entre estes dois planetas com composição semelhante com o nosso Sistema Solar, de acordo com o LiveScience.

“As medidas da Voyager mostram que Neptuno emite mais do que o dobro de calor que absorve do sol, enquanto Urano não”, explicou Anthony Del Genio, do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA. Segundo o investigador, isto ocorre porque “Urano não possui uma fonte significativa de calor interno e não pode gerar calor adicional ao obtido pelo Sol”, o que o diferencia de Neptuno, bem como de Júpiter e Saturno.

Uma fonte interna de altas temperaturas origina-se do excesso de calor desde o nascimento do sistema solar, no momento da formação dos planetas: o calor que se contraiu desde a nebulosa solar primitiva. “A fonte adicional de calor em Neptuno deve-se em grande parte à contração gravitacional”, disse Joshua Tollefson, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

De momento, não há uma explicação clara que indique porque é que Urano não possui essa fonte adicional de calor. É possível que a diferença de idade tenha uma certa influência nisso, já que um planeta mais jovem seria mais quente. Além disso, a velocidade e a intensidade da libertação de calor também dependem da estrutura e composição interior de cada corpo celeste e as suas camadas de nuvens.

É difícil estimar todos estes componentes, uma vez que um ano em Neptuno equivale a 165 anos terrestres, por isso os cientistas ainda não conseguiram estudar o planeta ao longo do seu ciclo sazonal, com ferramentas modernas, e obter dados mais completos.

Além disso, os cientistas relacionam a fonte de calor interna de Neptuno e a sua temperatura com outro fenómeno: fortes ventos rotativos de até 2.414 quilómetros por hora. “É provável que os ventos sejam gerados mais profundamente do que a luz solar possa penetrar, de modo que são possivelmente produzidos por uma combinação de calor interno e rotação”, sugeriu Amy Simon, cientista da Planetary Atmosphere Research no Goddard Space Flight Center da NASA.

Os ventos de Neptuno e Urano não coincidem. Em Urano, atingem apenas velocidades de até 900 quilómetros por hora, embora os dois planetas tenham ciclos de rotação semelhantes. “Isso mostra que há algo diferente entre eles: calor parcialmente interno ou algo mais”, estima Simon.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/ha-algo-estranho-no-interior-neptuno-289842

Elon Musk alerta que o Asteroide Apophis terá um impacto com a Terra em 2029 e não podemos nos defender !

Caso você ainda não saiba, a NASA detectou um asteroide maior que o  Empire State Building que passou perto do nosso planeta em 10 de agosto. Outro asteroide, chamado  2019 OK , se aproximou da Terra na semana passada, mas ninguém foi capaz de vê-lo. É verdade que nenhum deles acabou impactando nosso planeta, no entanto, existem alguns asteroides que são realmente perigosos com uma capacidade destrutiva inimaginável. Por exemplo, o astrofísico Neil de Grasse Tyson alertou que Apophis 99942, uma rocha espacial perto da Terra com 370 metros de largura, poderia causar um grande tsunami que varreria toda a costa oeste da América do Norte.
E o mais assustador é que os dados indicaram uma probabilidade de até três por cento de que o asteroide pudesse colidir com a Terra em 13 de abril de 2029. Os cientistas, para não causar muitas preocupações, foram forçados a descartar o possível impacto. Isso nos leva a pensar se os astrofísicos têm em mãos dados que eles não revelam para evitar o caos social em todo o mundo. E embora a NASA tenha afirmado que Apophis não é um perigo para a humanidade, agora o magnata da tecnologia Elon Musk questionou as palavras da agência espacial americana.
Elon Musk fez um comentário assustador em resposta a uma publicação compartilhada por seu amigo e apresentador Joe Rogan sobre a preparação da NASA para a chegada de Apophis, nomeada em homenagem ao deus do caos egípcio. Conforme publicado pelo jornal britânico  Daily Express  , a  NASA já começou os preparativos para a chegada do asteroide Apophis 99942,  que tocará a Terra em 10 anos. O asteroide tem 340 metros de largura e passará a apenas 30.000 quilômetros da superfície da Terra.
O que acontecerá se Apophis atingir nosso planeta?
 
No que diz respeito à NASA,  ninguém pode excluir completamente que o asteroide Apophis acaba tendo um impacto no  nosso planeta. Se o impensável acontecesse em 2029, a rocha espacial de 27 bilhões de quilos deixaria uma cratera com mais de um quilômetro de largura e 518 metros de profundidade. No entanto, o mais preocupante é que o impacto seria equivalente à detonação de 880 milhões de toneladas de TNT, 65.000 vezes mais poderosas que a bomba nuclear de Hiroshima. Uma simulação recente mostra que, após o impacto, o Apophis criará uma bola de fogo devastadora e uma grande onda de choque.
Durante as horas seguintes, o asteroide enviaria fragmentos da colisão de volta ao espaço que orbitariam a Terra por um curto período de tempo antes de retornar ao nosso planeta. Mas  se o impacto ocorresse no oceano, um grande tsunami ocorreria. A água cairia na cratera formando um riacho que poderia ter vários quilômetros de altura. Muitas correntes de água se formariam, um processo que continuaria por algum tempo. Cada uma dessas ondas seria uma maré diferente. Estamos falando do asteroide do fim dos tempos e ainda temos menos de dez anos para que esse cenário se torne realidade.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.com/ 

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

É oficial - NASA está a considerar uma missão interestelar !

É oficial: a NASA está considerando uma missão interestelar
Da ficção à realidade: escapar deste planeta? Procurando vida alienígena? A NASA está considerando seriamente a realização de uma missão interestelar.

Um grupo de pesquisadores do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins está ansioso para enviar uma sonda para o espaço interestelar, relata a Wired. Na pendência da aprovação da NASA, eles afirmam que o projeto poderá ser lançado já em 2030.

Este poderia representar “o primeiro passo explícito da humanidade em direção ao espaço interestelar”, como Pontus Brandt, membro da equipe do Laboratório de Física Aplicada, disse à Wired, anos depois que a Voyager 1 se tornou a primeira espaçonave construída por humanos a alcançar o espaço interestelar.

O esquema básico de sua proposta, que emergiu de um estudo de sonda interestelar apoiado pela NASA no ano passado, para lançar uma espaçonave que pesa menos de 2 mil quilos no próximo foguete do Sistema de Lançamento Espacial da NASA está atrasado e acima do orçamento.

Em seguida, eles usariam a gravidade para carregá-lo a velocidades superiores a 160.934 quilômetros por hora, rápido o suficiente para deixar o Sistema Solar. O objetivo é viajar a 240 bilhões de quilômetros da Terra em menos de 15 anos. Em comparação, as Voyager 1 e 2 levaram quase 40 anos para atingir apenas 51 bilhões de quilômetros. 

Saindo da heliosfera

Enquanto as sondas Voyager 1 e 2 foram equipadas apenas com instrumentos básicos, a sonda proposta terá uma série de sensores que poderiam obter uma melhor compreensão do espaço interestelar, o que permanece bastante misterioso para os cientistas de hoje.

E deixar a heliosfera, a região do espaço em forma de bolha ao redor do Sol, poderia oferecer oportunidades adicionais.

Brandt disse ao Wired :

Estamos sentados dentro de uma bolha tentando descobrir qual é a sua forma, o que é extremamente difícil. A singularidade de uma sonda interestelar é que podemos sair e tirar uma foto de nossa pequena bolha habitável no espaço.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/06/re-oficial-a-nasa-esta-considerando-uma-missao-interestelar/


Segundo novo estudo o Universo pode ser curvado sobre si mesmo

O Universo pode ser curvado sobre si mesmo, segundo novo estudo
Imagem meramente ilustrativa, não relacionada ao artigo. (Crédito: Pablo Carlos Budassi) 


Novas evidências sugerem que, em vez de ser plano como uma folha, o universo pode ser curvado em torno de si mesmo.

O que aconteceria se você entrasse em sua espaçonave mais rápida que a luz e partisse em uma linha perfeitamente reta, sem desacelerar e nunca mudar de direção? Você chegaria à extremidade do universo ou acabaria voltando onde começou?

A ideia de que o universo é curvado e se curva em torno de si mesmo já existe há algum tempo, no entanto, é uma teoria que não é realmente compatível com as ideias convencionais sobre como o universo funciona.

Agora, porém, um novo artigo abalou as antigas teses, sugerindo que a ideia de um universo curvo pode estar certa, afinal.

O estudo, que é baseado na pesquisa de uma equipe internacional de físicos, lança um olhar renovado sobre os dados da radiação cósmica de fundo em microondas (CMB) – um remanescente do nascimento de nosso universo.

A chave está na descoberta de uma anomalia, sugerindo que há significativamente mais ‘lentes gravitacionais’ da CMB do que o esperado – mais do que pode ser explicado pela física convencional. De acordo com as descobertas da equipe, se o universo for realmente curvo, a curvatura é muito suave, o que significa que, em escala planetária ou mesmo em escala galáctica, é improvável que percebamos isso.

Há, contudo, um longo caminho a percorrer para provar de uma vez por todas que esse é realmente o caso.

O co-autor do estudo, Alessandro Melchiorri, disse:

Não quero dizer que acredito em um universo fechado. Sou um pouco mais neutro. Eu diria, vamos aguardar os dados e o que os novos dados dirão.

O que eu acredito é que existe uma discrepância agora, que temos que ter cuidado e tentar descobrir o que está produzindo essa discrepância.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/06/o-universo-pode-ser-curvado-sobre-si-mesmo-segundo-novo-estudo/

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Incógnita sobre se será possível um furacão categoria 6 na escala Saffir-Simpson


Fonte: https://www.apolo11.com/

Névoa fotografada pairando acima do solo de Marte

Névoa é fotografada pairando acima do solo de Marte
Névoa acima do solo de Marte. Crédito: NASA

Segundo o site Olhar Digital, o jipe-sonda Curiosity capturou a imagem na sexta-feira (1), a qual mostra o que parece ser uma névoa naquele planeta.

A foto foi tirado num local chamado Central Butte, que é uma cratera de 154 quilômetros de diâmetros, formada pelo impacto de um meteoro. Este local é de grande interesse pelos cientistas da NASA, devido à sua geologia: há uma montanha bem no centro da cratera, provavelmente criada pelo impacto da rocha espacial.

Embora esta foto seja impressionante, mostrando o quão parecido com a Terra Marte é, o que eu realmente gostaria de ver são as fotos que a NASA não compartilha com o mundo.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/05/nevoa-e-fotografada-pairando-acima-do-solo-de-marte/

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Asteroide Gigante Potencialmente Perigoso aproxima-se da Terra no final de 2019 !

Imagem ilustrativa de um asteroide gigante que passará perto da Terra no final de 2019
2019 tornou-se num ano profícuo no que toca à visita de asteroides pela vizinhança da Terra. Nesse sentido, para fechar o ano, teremos a passagem de um asteroide que se chama 310442 (2000 CH59). Segundo informações do CNEOS – Centro de Estudos dos Objetos Próximos à Terra da NASA, a rocha espacial causará uma ameaça potencial ao planeta.

310442 (2000 CH59) é um asteroide que pertence a um grupo de asteroides chamados Aton. As órbitas destes objetos estelares cruzam-se ocasionalmente com a da Terra.
NASA classifica o asteroide como potencialmente perigoso

A NASA alertou que um asteroide, com cerca de 600 metros de largura, passará pela Terra no final do ano. Tendo em conta o seu tamanho e a sua velocidade atual, caso colidisse com a terra, poderia destruir uma cidade por completo.

Conforme informa o Centro de Estudos de Objetos Próximo à Terra da NASA, o 310442 (2000 CH59) voa pelo espaço a uma velocidade média de quase 40 000 quilómetros por hora.

 Asteroide 310442 (2000 CH59) estará no dia 26 de dezembro mais perto da Terra, Imgem: NASA

Segundo os investigadores, o asteroide passará perto do nosso planeta no dia 26 de dezembro a uma distância de 7,2 milhões de quilómetros. Conforme sabemos, esta distância pode parecer longe demais em medidas terrestres. No entanto, num escala espacial, é muito perto.

Qual seria o impacto se colidisse com a Terra?

Bom, felizmente que não há vivida uma experiência com a colisão entre a Terra e um asteroide gigante. Contudo, alguns indícios deixados no planeta e outras experiências com asteroides e meteoritos menores deixam-nos perceber o que aconteceria num impacto destruidor. Como exemplo de uma experiência do género, temos o acontecimento de Chelyabinsk, em 2013.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/ciencia/asteroide-gigante-aproxima-se-da-terra-no-final-de-2019/

Satélite registra maravilhoso momento sobre o oceano Índico

As ondas de gravidade, também chamadas ondas de flutuação, são abundantes na camada de densidade estável da atmosfera superior e seus efeitos se manifestam visivelmente nos cachos das nuvens da estratosfera e nos padrões de movimento e ondulações das nuvens.
As ondas de gravidade, também chamadas ondas de flutuação, são abundantes na camada de densidade estável da atmosfera superior e seus efeitos se manifestam visivelmente nos cachos das nuvens da estratosfera e nos padrões de movimento e ondulações das nuvens

Normalmente, os astronautas retornam à Terra com uma apreciação renovada diante da beleza e complexidade do nosso planeta. Embora a maioria de nós nunca terá a sorte de ver a Terra do espaço, imagens registradas por satélite podem dar uma pequena amostra dessa beleza impar, como vista nesta foto do Oceano Índico.

Essa cena, registrada pelo satélite Aqua, da NASA, foi obtida em 21 de outubro de 2019 e revela um intricado jogo de forças naturais entre diversos sistemas climáticos, nuvens e poeira na costa da Austrália Ocidental.

O elo comum que ligava a poeira e as nuvens em formas curvas era uma forte tempestade em atividade sobre a região de Pilbara, no oeste australiano.

Quando um jato de ar frio afunilou da tempestade e atingiu uma massa de ar quente em um dia incomunmente quente, criou um distúrbio semelhante a uma onda atmosférica de gravidade. Isso provocou ventos fortes que empurraram uma grande nuvem de poeira a noroeste, rumo ao Oceano Índico.

Com umidade suficiente no ar para formar faixas de nuvens, os contornos normalmente invisíveis de uma onda de gravidade se tornaram visíveis.

Ao mesmo tempo, mar adentro, outros tipos de cenas ambientais aconteciam. Gavinhas de fitoplânctons, possivelmente Trichodesmium, flutuavam nas correntes ao norte da Ilha Barrow, enquanto cianobactérias fixadoras de nitrogênio desempenham um papel fundamental no ciclo do nitrogênio e do carbono.

Ondas Atmosféricas de Gravidade

Quando se atira uma pedra em um lago ou piscina, as ondulações que se espalham são ondas de gravidade. Essas ondas ocorrem entre quaisquer camadas estáveis de fluidos de densidades diferentes, sempre que esses fluidos são perturbados.

As ondas de gravidade, também chamadas ondas de flutuação, são abundantes na camada de densidade estável da atmosfera superior e seus efeitos se manifestam visivelmente nos cachos das nuvens da estratosfera e nos padrões de movimento e ondulações das nuvens.

As pedras, citadas no exemplo, são distúrbios muito abaixo na troposfera, como por exemplo, fluxo de vento sobre cadeias de montanhas e tempestades violentas. Rasgos provocados por aviões a jato e radiação solar são outras fontes de distúrbio.

Uma pequena variação inicial na tropopausa aumenta com a altura até que as ondas quebrem na mesosfera e baixem a termosfera.

O comprimentos de onda das ondas de gravidade atmosférica podem variar até milhares de quilômetros e seus períodos entre cristas variam desde alguns minutos até alguns dias.

Fonte: https://www.apolo11.com/noticias.php?t=Satelite_registra_maravilhoso_momento_sobre_o_oceano_Indico&id=20191104-094027

domingo, 3 de novembro de 2019

Os restos desta supernova parecem algodão doce

Uma equipa de cientistas da NASA podem, finalmente, ter descoberto por que uma supernova famosa se assemelha a uma gigantesca bola de algodão doce.

A explosão cósmica, denominada Supernova de Tycho – assim batizada em homenagem ao astrónomo do século XVI -, não tem gerado consenso entre os astrónomos, que tentam explicar a sua estranha aparência há muito tempo. No entanto, com os novos dados e simulações de raios-X, a NASA pode finalmente ter resolvido este debate.

Segundo o Futurism, uma das teorias alega que a supernova original foi muito suave, tendo, mais tarde, acontecido algo que prejudicou a explosão ainda em expansão.

Por sua vez, outros argumentam que algo inerente à supernova original causou aglomerações estranhamente semelhantes a nuvens. Contudo, um artigo científico – publicado no ArXiv no início deste ano, e mais tarde no The Astrophysical Journal – não encontrou provas conclusivas que suportam esta teoria.
 
Para pôr um ponto final neste debate, os investigadores compararam dados mais recentes obtidos pelo Observatório de Raios-X Chandra com simulações de como seria a supernova se as duas teorias acima descritas estivessem corretas.

As observações foram muito semelhantes ao modelo no qual a supernova formava uma forma suave, em vez do modelo em que foi moldada por algum fator externo.

“Embora os cientistas não tenham certeza, uma hipótese é que a explosão da estrela tenha vários pontos de ignição“, informou um porta-voz da NASA, “como paus de dinamite a ser disparados simultaneamente em diferentes locais”.

Resolver este mistério poderia esclarecer o que causa estes aglomerados de pontos brilhantes e outros mais apagados depois de uma explosão ou se este fenómeno é o resultado de algum processo depois de a estrela ter, efetivamente, explodido.

Esta supernova foi uma das oito visíveis a olho nu já registadas na história da Astronomia. Embora tenha recebido o nome do astrónomo dinamarquês Tycho Brahe, muitos outros puderam observar o novo objeto no céu a brilhar na constelação de Cassiopeia.

A supernova era do tipo Ia, o que significa que era o resultado da explosão de uma anã branca, estrela que completou o seu ciclo de vida normal e cessou a sua fusão nuclear.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/restos-supernova-algodao-doce-287944

Carros elétricos poderão carregar em 10 minutos graças a esta inovação

Investigadores da Universidade de Penn State inventaram uma forma de carregar uma bateria de carro elétrico de ião de lítio em apenas 10 minutos, prontos para mais 321 a 482 quilómetros de condução.

A investigação, publicada na revista especializada Joule, mostra que a técnica pode funcionar enquanto mantém 2.500 ciclos de carga – ou o equivalente a 804.672 quilómetros de viagem.

O Statista mostra que o número de veículos elétricos com bateria em uso aumentou globalmente 50% em relação ao ano passado, saltando de 1,9 milhões em 2017 para 3,3 milhões em 2018. Mas essa é uma pequena fração do número total de carros nas estradas do mundo, estimado em mais de mil milhões em 2015 por Bernstein.

Como o transporte rodoviário é responsável por cerca de 16,5% das emissões globais, a mudança para um meio de mobilidade mais limpo é fundamental para atender às metas de mudança climática.

Permitir que as baterias carreguem mais rapidamente pode ajudar nesta transição, explica o Inverse. A OVO Energy, que perguntou a duas mil pessoas por que não tinham comprado um carro elétrico, descobriu que 43% citaram o tempo necessário para carregar. Quando a Volvo solicitou no ano passado a 1.510 motoristas americanos de carros elétricos o recurso mais procurado em carregadores públicos, 48% disseram que queriam pagar mais para duplicar a velocidade de carregamento.

O CEO da Porsche, Oliver Blume, previu no início deste mês que os carros elétricos poderiam oferecer carregamento rápido como combustível nos próximos 10 anos. “O carregamento rápido é a chave para permitir a introdução generalizada de veículos elétricos”, disse Chao-Yang Wang, professor de engenharia química e de engenharia de materiais da Penn State, em comunicado.

O problema ao carregar uma bateria de iões de lítio em velocidade é que se degradam a temperaturas ambientes abaixo de 10ºC. Isso ocorre porque os iões de lítio começam a atingir os ânodos de carbono em vez de se inserirem suavemente.

O avanço da equipa foi o aquecimento da bateria para reduzir esses picos. Os investigadores criaram uma bateria que poderia carregar em 15 minutos a 10ºC edescobriram que, se empurrassem a bateria para 60ºC, poderiam carregar em apenas 10 minutos. “Levar esta bateria ao extremo de 60ºC é proibido”, disse Wang. “É muito alto e considerado um perigo para os materiais e reduziria drasticamente a vida útil da bateria”.

A equipa usou uma fina folha de níquel com uma extremidade conectada a um terminal negativo e a outra a um terceiro terminal fora da célula. Os eletrões que fluem através da película causam resistência ao aquecimento na película, o que faz com que a bateria aqueça. A bateria evitou a degradação do calor através do arrefecimento rápido após a conclusão da carga. Isto usaria o sistema de refrigeração do carro para reduzi-lo a temperaturas mais seguras.

A equipe de Wang não é a primeira a aquecer uma bateria para diminuir o tempo de carregamento. A Tesla anunciou um sistema semelhante que aqueceria a bateria para acelerar o tempo de carga em até 50%. Emparelhada com uma nova estação de 250 quilowatts, a empresa conseguiu reduzir o tempo médio de carregamento para 15 minutos.

Reduzir ainda mais os tempos pode ajudar a convencer os consumidores de que os veículos elétricos são o caminho a seguir. Em vez de se preocupar se um carro elétrico pode fazer a viagem com uma única carga, o consumidor pode voltar a fazer pausas curtas durante uma viagem, pausas essas que duram o mesmo que uma visita ao posto de gasolina para abastecer.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/carros-eletricos-poderao-carregar-velocidades-recorde-gracas-esta-inovacao-289214


Português entre os premiados com 2,7 milhões por imagem de buraco negro

A Nasa também tem estudado os buracos negros
A Nasa também tem estudado os buracos negros

© NASA NASA/Reuters
A equipa de cientistas, que inclui o astrofísico português Hugo Messias, que obteve a primeira imagem de um buraco negro recebe este domingo um prémio de três milhões de dólares (2,7 milhões de euros) pelo trabalho inédito.

O Prémio Breakthrough, atribuído nos Estados Unidos, reconhece avanços científicos de excelência, tendo como patrocinadores Mark Zuckerberg, um dos fundadores do Facebook, e Sergey Brin, ex-presidente da Google.

A "fotografia" do buraco negro - localizado no centro da galáxia M87, a 55 milhões de anos-luz da Terra, e com uma massa 6,5 mil milhões de vezes superior à do Sol - foi apresentada em abril e foi conseguida graças aos dados recolhidos das observações feitas, no comprimento de onda rádio, com uma rede de oito radiotelescópios espalhados pelo mundo, que funcionaram como um só e com uma resolução sem precedentes.

O "telescópio gigante" foi designado Event Horizon Telescope, tendo Hugo Messias participado nas observações com um dos radiotelescópios, o ALMA, no Chile.

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A equipa internacional de 347 cientistas que obteve a primeira imagem de um buraco negro supermaciço, neste caso a sua silhueta formada por gás quente e luminoso a rodopiar em seu redor, foi premiada na categoria de Física Fundamental.

A imagem dos contornos do buraco negro - o buraco em si, um corpo denso e escuro de onde nem a luz escapa, não se vê - permitiu comprovar mais uma vez a Teoria da Relatividade Geral, de 1915, do físico Albert Einstein, que postula que a presença de buracos negros, os objetos cósmicos mais extremos do Universo, deforma o espaço-tempo e sobreaquece o material em seu redor.

De acordo com a equipa científica envolvida na observação, a sombra do buraco negro registada é o mais próximo da imagem do buraco negro em si, uma vez que este é totalmente escuro.

Fonte: https://www.dn.pt/vida-e-futuro/portugues-entre-os-premiados-com-27-milhoes-por-imagem-de-buraco-negro-11473857.html

NASA - Quatro astronautas ficarão na Lua por duas semanas

NASA: Quatro astronautas ficarão na Lua por duas semanasDois cientistas da NASA compartilharam novos detalhes fascinantes sobre a missão lunar planejada pela agência.

Durante a reunião anual do Grupo de Análise da Exploração Lunar, John Connolly e Niki Werkheiser disseram que a NASA planeja que os próximos dois astronautas na superfície da Lua fiquem lá por 6,5 dias, de acordo com um artigo da Ars Technica – o dobro do tempo de qualquer astronauta da NASA antes deles. 

Longas caminhadas na Luz

Connolly e Werkheiser disseram que os astronautas poderão conduzir até quatro caminhadas espaciais enquanto estiverem na superfície da Lua. Durante essas caminhadas, eles pegar amostras de gelo de água e realizarão outras observações científicas.

A dupla também compartilhou detalhes de um veículo espacial não-pressurizado que a NASA planeja enviar à superfície da Lua antes da missão tripulada. A NASA está projetando o veículo espacial para que os astronautas possam controlá-lo remotamente, de acordo com Connolly e Werkheiser – algo que o Ars descreveu como “‘Invocação Inteligente’ de Tesla“.

Dinheiro, por favor

Os cientistas disseram ao Lunar Exploration Analysis Group que a NASA já está olhando para além da próxima missão tripulada à Lua, com planos de enviar uma equipe de quatro astronautas para a superfície lunar para missões de 14 dias antes de 2030.

No entanto, o Congresso ainda não aprovou o financiamento que a NASA precisa para a missão de 2024, então ainda não está claro se é possível atingir algum desses objetivos.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/03/nasa-quatro-astronautas-ficarao-na-lua-por-duas-semanas/

sábado, 2 de novembro de 2019

Cientista sugere usar o Sol como lente para ver a vida em planetas distantes

Cientista sugere usar o Sol como lente para ver a vida em planetas alienígenas
Representação artística de um exoplaneta rochoso do tamanho da Terra.(Imagem: © NASA Ames / Instituto SETI / JPL-Caltech) 


Um dia nosso sol poderá esclarecer se há vida em planetas distantes, supondo que os humanos possam executar uma manobra delicada no espaço.

A motivação para tal feito estelar seria excepcionalmente convincente: pistas potencialmente confirmatórias da vida extraterrestre. Os astrobiólogos que buscam ‘cheiros’ de vida além da Terra têm como alvo bioassinaturas, características que são pelo menos provavelmente causadas pela vida.

Mas os cientistas são excelentes em levantar hipóteses de processos alternativos e de não-vida que criam bioassinaturas, o que significa que identificar essas características em mundos distantes não é uma garantia de que você encontrou a vida.

Portanto, os cientistas podem querer almejar planetas carregados de bioassinatura com outras técnicas para terem certeza. ‘

Sara Seager, astrônoma do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, falou no Congresso Astronáutico Internacional, durante um painel chamado Viagem da Vida pelo Universo:

Queremos encontrar uma maneira de nos aproximarmos [do planeta em questão]. Queremos dar outra olhada. Realmente não temos meios de fazer isso agora.

Seager referenciou uma solução possível para esse dilema: projetar pequenos satélites que podem ser acionados por raios laser para fazer viagens interestelares.

Ela disse:

Outro tipo de idea estranha, mas realista, é usar o Sol como uma lente gravitacional.

Os astrônomos têm muita experiência no uso de galáxias como lentes gravitacionais. A técnica baseia-se em três objetos celestes alinhados com precisão. Primeiro, há o próprio instrumento na Terra ou ao redor dela. O segundo ingrediente é uma galáxia maciça ou aglomerado de galáxias, contendo tanta massa que sua gravidade distorce o caminho da luz. O terceiro ponto da linha é um objeto distante que os astrônomos querem ver com mais detalhes. Quando esses jogadores se alinham, os cientistas podem capturar imagens muito mais nítidas do alvo.

O mesmo princípio básico pode funcionar usando nossa própria estrela como lupa, embora esse seja um tipo de feito totalmente diferente, que precisaria começar com uma jornada incrível.

Seager disse:

Não sabemos se podemos fazer isso com certeza. Teríamos que atirar ao redor do Sol, ganhar velocidade e ir para 500 unidades astronômicas.

Isto significa 500 vezes a distância da Terra ao Sol. Para comparação, a sonda Voyager 1, lançada em 1977 é atualmente a sonda em funcionamento mais distante da humanidade, e está a apenas 150 unidades astronômicas do Sol.

A distância também não é o único desafio. O alinhamento necessário para uma lente gravitacional é implacável.

Seager afirmou:

Ainda não temos certeza se podemos fazer isso, porque é preciso alinhar com precisão.

Mas em uma missão tão aberta quanto a busca por vida alienígena, toda técnica potencial representa chances ligeiramente melhores de responder a uma pergunta duradoura sobre o universo.

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2019/11/01/cientista-sugere-usar-o-sol-como-lente-para-ver-a-vida-em-planetas-distantes/

Asteroide Próximo - Asteroide C0PPEV1 passou tangente a Àfrica a apenas 6200 quilômetros de altitude !!!

Concepção artistica mostra um hipotético asteroide nas proximidades da Terra.
Um asteroide extremamente perigoso raspou o céu da África na tarde de quinta-feira, 31 de outubro, a apenas 6200 km de altitude. Essa é maior aproximação já registrada para uma rocha espacial sem haver colisão. O objeto só foi descoberto poucas horas antes e foi catapultado para longe pela interação gravitacional com a Terra.
Devido à interação gravitacional e velocidade,  C0PPEV1 teve sua orbita alterada e foi estilingado pela Terra rumo ao cinturão de asteroides.
Devido à interação gravitacional e velocidade, C0PPEV1 teve sua orbita alterada e foi estilingado pela Terra rumo ao cinturão de asteroides.

Batizada de C0PPEV1, a rocha espacial foi descoberta nas primeiras horas da manhã de 31 de outubro de 2019, quinta-feira, pelo Centro de Pesquisas Catalina, no Arizona, e também por outros observatórios logo na sequencia. De acordo com modelagens orbitais, ele passou sobre o sul da África a 6200 km de altitude às 10h45 BRT (Horário de Brasília).

A altitude que a rocha passou sobre a Terra foi a menor já observada para um asteroide não impactante e é cerca de cinco vezes menor que as das altitudes onde orbitam os satélites geoestacionários, a 35786 km.

Antes de receber o nome oficial de C0PPEV1, a rocha foi designada como 2019 UN13. De acordo com o JPL, da NASA, seu tamanho estimado é de 1.5 metro com duas toneladas de massa.

Estilingue Gravitacional

Embora o risco de colisão fosse alto, ao passar nas proximidades da Terra C0PPEV1 sentiu os efeitos da gravidade e a combinação entre atração e velocidade o catapultou em direção ao cinturão de asteroides. Esse efeito é conhecido como "assistência gravitacional" e é usado pelos engenheiros espaciais para acelerar as naves interplanetárias rumo a outros planetas.

Fonte: https://www.apolo11.com/noticias.php?t=Asteroide_C0PPEV1_raspa_a_Africa_a_apenas_6200_quilometros_de_altitude&id=20191101-163511

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