quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Descoberta astronómica sinaliza início de uma nova era da astronomia !

descoberta astronômica
Pela primeira vez, as ondas gravitacionais e a luz foram captadas do mesmo evento cósmico.

A conquista inovadora, que foi revelada hoje na sede do Observatório Europeu do Sul em Garching, na Alemanha, sinaliza o início de uma nova era da astronomia.

Quando o Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (LIGO) em Washington captou um sinal em agosto, dezenas de telescópios e observatórios em todo o planeta voltaram seu olhar para sua fonte na constelação Hidra.

Este grande esforço colaborativo resultou em luzes e ondas gravitacionais detectadas a partir do mesmo evento – uma colisão cataclísmica entre duas estrelas de nêutrons a 130 milhões de anos-luz de distância.

David Shoemaker, porta-voz da LIGO, disse:

Eu não acho que está fora de questão que este é o evento astronômico mais observado de todos os tempos. É uma noção emocionante, e um pouco esmagadora.

Temos cerca de um quarto a um terço de todos os astrônomos do mundo trabalhando conosco.

O que isso significa é que agora é possível observar grandes eventos astronômicos, primeiro captando as ondas gravitacionais e depois usando essa informação para dizer aos telescópios convencionais onde procurar.

Basta dizer que as possibilidades de novas descobertas são infinitas.

O cientista da LIGO, Richard O’Shaughnessy, disse:

Superlativos me faltam neste momento. Esta é uma transformação ma maneira que vamos fazer astronomia. É fantástico.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/17/descoberta-astronomica-sinaliza-inicio-de-uma-nova-era-da-astronomia/

Protótipo de propulsor de íon quebra recorde em teste e poderá enviar humanos até Marte !

propulsor de íon quebra recorde
Um propulsor que está sendo desenvolvido para uma futura missão da NASA para Marte quebrou vários recordes durante testes recentes, sugerindo que a tecnologia está a caminho para levar os humanos ao Planeta Vermelho nos próximos 20 anos, disseram membros da equipe do projeto.

O propulsor X3, projetado por pesquisadores da Universidade de Michigan, em cooperação com a NASA e a Força Aérea dos EUA, é um propulsor Hall – um sistema que impulsiona a espaçonave acelerando uma corrente de átomos carregados eletricamente, conhecidos como íons. Na recente demonstração realizada no Centro de Pesquisa Glenn da NASA em Ohio, o X3 quebrou recordes no máximo de potência, impulso e corrente operacional alcançados por um propulsor Hall até a data, de acordo com a equipe de pesquisa da Universidade de Michigan e representantes da NASA.

Alec Gallimore, que lidera o projeto e é reitor de engenharia da Universidade de Michigan, disse em entrevista à Space.com:

Mostramos que o X3 pode operar com mais de 100 kW de potência. Ele operou em uma enorme variedade de potências, de 5 kW a 102 kW, com corrente elétrica de até 260 amperes. Ele gerou 5,4 Newtons de impulso, que é o maior nível de impulso alcançado por qualquer propulsor de plasma até o momento “, acrescentou Gallimore, que é decano de engenharia da Universidade de Michigan.

O recorde anterior era de 3,3 Newtons, de acordo com a escola.

Os propulsores Hall e outros tipos de motores de íons usam eletricidade (geralmente gerada por painéis solares) para expulsar o plasma – uma nuvem semelhante a gás de partículas carregadas – para fora de um bico, gerando impulso. Esta técnica pode impulsionar a nave espacial a velocidades muito maiores do que os foguetes de propulsão química podem, de acordo com a NASA.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/15/prototipo-de-propulsor-de-ion-quebra-recorde-em-teste-e-podera-enviar-humanos-ate-marte/

NASA trabalha em motor de dobra espacial, que poderá tornar realidade a viagem interestelar !

motor de dobra espacial

Ao longo dos anos, a NASA realizou uma grande quantidade de projetos altamente ambiciosos com o objetivo de aperfeiçoar a viagem espacial, mas seu último projeto pode ser o mais extraordinário já feito.

Em um quarto “sísmicamente” isolado no Centro Espacial Johnson, pesquisadores da agência espacial estão trabalhando com um campo elétrico que eles estão tentando manipular de tal forma que literalmente poderia dobrar o tecido do espaço e do tempo. Os pesquisadores acreditam que, se tiverem êxito, eles poderão, teoricamente, começar a trabalhar em viagens espaciais interestelares que permitiriam que a nave voasse mais rápido do que a velocidade da luz. Mas isso é realmente possível?

Se a idéia soar como se fosse derivada da fantasia da ficção científica, é porque essa é precisamente a origem da inspiração. No início dos anos 90, um físico teórico chamado Miguel Alcubierre teve sua imaginação capturada pela noção do “warp drive” (motor de dobra) na popular série de ficção científica Jornada nas Estrelas, e começou a se perguntar como esse modo de viagem fictício poderia funcionar na realidade.

Alcubierre identificou imediatamente um problema com o conceito de velocidade de dobra espacial – o “limite de velocidade cósmica” que a teoria da relatividade de Einstein postulava era absolutamente impossível violar. No entanto, ele percebeu que, embora o universo possa ser limitado pela velocidade da luz, o tecido do espaço e do tempo não é.

Isso significa que, se o campo do tempo espacial pudesse ser manipulado para se contrair na frente de uma nave espacial e expandir na retaguarda, então a nave poderia se mover a uma velocidade que excederia a velocidade da luz.

Geraint Lewis, professor de Astrofísica da Universidade de Sydney na Autrália, explicou:

Embora pareça muito como ficção científica, a dobra espacial é teoricamente possível, fazendo com que o espaço e o tempo se curvem de uma maneira particular. Com essa flexão, uma pequena bolha de espaço-tempo não dobrada pode ser impulsionada pelo Universo a qualquer velocidade que você quiser.

Quando Alcubierre publicou pela primeira vez sua teoria sobre a dobra espacial em 1994, ela não era mais do que um exercício teórico e que provavelmente nunca seria utilizada no mundo real. Quando ele calculou pela primeira vez a quantidade de energia necessária para impulsionar uma nave espacial mais rápida do que a velocidade da luz, ele argumentou que exigiria a quantidade equivalente de energia produzida pelo Sol em 10 bilhões de anos. Naturalmente, essa quantidade de energia seria completamente inviável no mundo real. No entanto, os cientistas ficaram intrigados com sua ideia e começaram a evoluir sua tese original. Agora, pesquisadores da NASA acreditam que sua tática de manipulação pode ser realizada usando o equivalente à quantidade de energia que o Sol expande em menos de um milhão de segundo, o que é muito mais viável.

Os pesquisadores da NASA estão testando essa idéia gerando um campo elétrico incrivelmente poderoso e depois disparando feixes de laser através dele. Se houvesse uma compressão do tecido de espaço e tempo, então a distância que o raio laser teria que viajar seria acortada correspondentemente.

“Se isso funcionar, [será] os primeiros passos de bebê na direção de um motor de dobra”, explica o Professor Lewis.

Os resultados preliminares das primeiras rodadas de experimentos em 2013 não foram conclusivos. Agora, a equipe que trabalha no projeto está empenhada em aumentar a sensibilidade dos instrumentos utilizados para medir a distância percorrida pelo raio laser no poderoso campo elétrico. Se forem bem-sucedidos, eles vão provar que é possível contrair o tecido do espaço e do tempo na frente da nave espacial.

No entanto, isto é apenas metade do que é necessário para tornar realidade a teoria de Alcubierre. Após a contração, os cientistas também devem descobrir como expandir o tecido espaço-temporal por trás da nave. Acredita-se que a utilização da energia escura seja necessária para obter isso e, neste momento, os físicos teóricos não sabem se a energia escura existe ou se é apenas hipotética.

No entanto, o professor Lewis ainda está otimista sobre o futuro do projeto, apesar desse potencial obstáculo. Ele disse:

Alguns pensam que a energia negativa maleável pode ser impossível… mas a física teórica não descartou isso.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/17/motor-de-dobra-espacial-da-nasa-muda-tudo/

Cientistas descobrem que existe vida abaixo da superficie de Marte !

vida pode estar abaixo da superfície de Marte
Marte, com a Terra ao fundo. (É claro, Marte não está tão próximo assim da Terra.)

Agora há muitos cientistas que concordam firmemente com a ideia de que é apenas uma questão de tempo antes da vida alienígena em Marte ser anunciada. A confiança vem de uma série de descobertas que foram feitas no último par de anos em Marte.

Agora, os cientistas fizeram uma descoberta chocante de que bactérias extremamente resistentes poderiam sobreviver no ambiente perigoso do planeta vermelho.

Imitando as condições em Marte em um laboratório, os cientistas descobriram que um tipo de sal no solo chamado perclorato de magnésio pode impedir que a água congele abaixo da superfície do planeta vermelho.

Esta é uma grande coisa.

Um processo similar pode ser visto na Terra sob as geleiras do Ártico e até mesmo por baixo de vulcões.

Na Terra, as bactérias têm sido capazes de sobreviver, levando muitos cientistas a concluir que o mesmo pode acontecer em Marte, abaixo de sua superfície.

As temperaturas em Marte são extremas. As temperaturas de superfície podem atingir cerca de 20 graus Celsius no Equador e -153 graus Celsius nos polos.

Marte tem uma temperatura de superfície média de -55 graus Celsius, o que significa que o líquido em Marte não pode — não deve — existir. (Embora exista, como demonstrado pela própria NASA.)

No entanto, amostras de solo agregadas pela sonda Phoenix em 2009 descobriu cálcio e oxidantes poderosos, incluisive o perclorato de magnésio, que pode sobreviver a essas baixas temperaturas no planeta vermelho.

A Dr. Lorna Dougan, da faculdade de física e astronomia da Universidade disse:

Encontramos estas observações bastante intrigantes. Elas dão uma perspectiva diferente de como sais se dissolvem na água. O perclorato de magnésio é claramente um fator de contribuição importante sobre o ponto de congelamento da solução, e abre o caminho para a compreensão de como um fluido pode existir nas condições sub congelamento de Marte.

Isto levanta questões interessantes sobre a possibilidade de vida em Marte. Se a estrutura da água marciana é altamente pressurizada, talvez esperamos encontrar organismos adaptados à vida de alta pressão semelhante ao piezófilos (extremófilos) na Terra, tais como as bactérias do fundo do mar e outros organismos que prosperam na alta pressão.

Isso realça a importância de estudar a vida em ambientes extremos terrestres e não-terrestre, para que possamos entender completamente os limites naturais da vida…

…O estudo foi publicado na revista Nature Communications

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/18/vida-pode-estar-abaixo-da-superficie-de-marte/




quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Encontrado algo inexplicável perto do equador marciano !

Os investigadores descobriram algo quase impossível de existir, pois isso deveria ter desaparecido há milhões de anos…

Analisando imagens de Marte em arquivos da NASA, uma equipe dos cientistas, liderada por Jack Wilson, da Universidade Johns Hopkins (EUA), descobriu evidência de hidratação significativa — possivelmente, de água em estado sólido — perto da linha do equador do Planeta Vermelho. Segundo estimativa da NASA, não deveria existir água nessa região.

Em sua análise, os investigadores decidiram processar novamente os dados recolhidos entre 2002 e 2009 pelo espectrômetro de nêutrons instalado a bordo da sonda espacial Mars Odyssey. A equipe melhorou consideravelmente a qualidade das imagens, reduzindo as partes opacas e obtendo imagens mais nítidas da superfície de Marte.

A equipe descobriu inesperadamente grandes quantidades de hidrogênio — que em altas latitudes é sinal de gelo enterrado — na zona de formação Medusae Fossae. Mas a ciência não pode explicar como água congelada poderia ser preservada nessa zona. A teoria principal é que a mescla de gelo e pó, provenientes de áreas polares, pôde ter realizado um ciclo através da atmosfera quando a inclinação axial de Marte era maior do que a atual.

Ao mesmo tempo, Wilson destaca que isso deveria ter ocorrido há milhões de anos e que qualquer fração de gelo depositada na zona deveria ter desaparecido há muito tempo.
equador marciano

“Isso continua sendo um mistério digno de estudo adicional, e Marte continua nos surpreendendo”, concluiu Wilson.

A NASA destaca que a presença de água em estado sólido perto da linha do equador de Marte representa grande interesse para as expedições futuras a Marte, pois astronautas poderiam utilizá-la como fonte de água ou para a produção de combustível de hidrogênio.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/04/encontrado-algo-inexplicavel-perto-do-equador-marciano/


Teletransporte e telepatia provados cientificamente !

Teletransporte e telepatia
Se você ainda não ouviu falar, o teletransporte quântico foi realmente alcançado e, de fato, cientistas da China estabeleceram recentemente o recorde de teletransporte quântico mais distante, quando transmitiram um fóton em seu estado quântico em órbita da Terra. Isso traz vários conceitos mecânicos quânticos para a equação, inclusive o do emaranhamento quântico. Quando o ‘teletransporte’ é referenciada aqui, também é uma verificação que vem de estudos recentes que confirmaram o emaranhamento como sendo real, algo que Einstein chamou de ‘ação assustadora à distância’. A ação à distância implica que um objeto físico pode ser movido por meios não físicos, portanto, não por força táctil ou física, mas outras forças, inclusive forças mentais, como sugere este artigo. Com o emaranhamento, qualquer informação esteja viajando mais rápido do que a velocidade da luz, ou melhor ainda, instantaneamente.

Essas descobertas contradizem algumas leis que fornecem a base da física moderna, mas a taxa de mais descobertas está acelerando exponencialmente, e os fundamentos do que chamamos de ciência precisam de uma grande mudança. Isto já aconteceu antes, e está acontecendo agora.

“Não há nada de novo a ser descoberto na física agora. Tudo o que resta é uma medida cada vez mais precisa”. Esta declaração (de visão de mundo) foi feita por Lord Kelvin em 1900, que foi destruída apenas cinco anos depois, quando Einstein publicou seu artigo sobre a relatividade especial. As novas teorias propostas por Einstein desafiaram o quadro de compreensão da época. Isso forçou a comunidade científica a se abrir para uma visão alternativa da verdadeira natureza de nossa realidade.

Hoje, o mesmo é necessário, e o mesmo está acontecendo. Os paradigmas da visão do mundo estão mudando, mas o antigo dogma científico ainda se procura se manter e dominar.

É estranho como os assuntos dentro do domínio da parapsicologia foram e ainda são ridicularizados, apesar do fato de ter havido e ainda haver estudos nos mais altos níveis da ciência. Mesmo em várias revistas científicas ‘revisadas por pares’, estudos que examinam a visão remota, a clarividência, a telepatia e muito mais, produziram resultados estatisticamente significantes que são parte das ciências ‘puras’, que se referem a engenharia, física, etc.

É precisamente por isso que os Institutos Americanos para Pesquisa concluíram:


Os resultados estatísticos dos estudos examinados estão muito além do que é esperado por acaso. Os argumentos de que esses resultados podem ser devidos a falhas metodológicas nos experimentos são profundamente refutados. Efeitos de magnitude semelhante aos encontrados na pesquisa patrocinada pelo governo no SRI e SAIC foram replicados em vários laboratórios por todo o mundo. Essa consistência não pode ser facilmente explicada por alegações de falhas ou fraude.

O fato de que essas ciências se tornaram parte de um orçamento governamental (EUA) negro só lhe dá mais credibilidade, e isso é mostrado novamente por um documento intitulado “Research into Paranormal Ability To Break Through Spatial Barriers,” (Pesquisa sobre Capacidade Paranormal para Romper Através de Barreiras Espaciais), no qual o resumo diz o seguinte:

Este artigo usa procedimentos científicos rigorosos, uma das amostras de teste, fita de vídeo e fotografia de alta velocidade para demonstrar a existência objetiva da capacidade paranormal de romper barreiras espaciais. Também mostra o processo físico dessa habilidade. Isso demonstra que, através da função da habilidade paranormal, o macro-corpo conseguiu passar pela parede de um recipiente e ser removido, mas nenhum dano visível à parede do recipiente foi detectado.

Este documento em particular, que foi liberado através de um pedido pela Lei da Liberdade de Informação (sigla em inglês – FOIA), descreve determinadas pessoas com habilidades muito especiais e como elas foram estudados por milhares de cientistas e governos ao redor do mundo por um tempo muito longo.

Isto é importante reconhecer, porque um “golpe” constante contra a física quântica são as declarações de que aquilo que vemos na escala quântica, que é o menor grau observável do que acreditamos ser a constituição do nosso mundo, a matéria, não é visto em níveis de realidade de objetos físicos completos.

Assim, por exemplo, quando se trata de teletransporte, a ciência dominante tem que reconhecer que sim, ele realmente ocorreu em escalas de teletransporte quânticas da “matéria” em seu estado quântico, mas eles são muito relutantes em reconhecer quando se aplica ao nível pleno da matéria física.

É importante mencionar que Eric Davis, Ph. D, FBIS, menciona em um documento anteriormente secreto que foi liberado pela Força Aérea dos EUA, obtido através da Federação de Cientistas Americanos, que os cientistas chineses relataram que ‘crianças superdotadas’ foram responsáveis ​​pelo teletransporte de objetos físicos pequenos de um lugar para outro. Alguns desses objetos incluíram relógios, moscas, outros insetos, micro-transmissores de rádio, papel fotossensível e muito mais. Os participantes nunca tocaram os objetos de antemão. Os experimentos foram realizados sob condições de ocultação e dupla-ocultação, e as pesquisas envolvidas vieram de várias faculdades e setores do Departamento de Defesa. Este é um caso excepcional, porque considerou-se necessário que um Relatório de Informação de Inteligência fosse preparado para exibição pública.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/04/teletransporte-e-telepatia-sao-provados/

A partir de experimento em 2020 Marte poderá ser habitável novamente !

Marte poderá ser habitável novamente
Em julho, o congressista estadunidense Dana Rohrabacher (R-CA 48º Distrito) perguntou a um painel seleto NASA sobre a possibilidade de civilizações em Marte “milhares de anos atrás”. A NASA, é claro, tem educadamente negado, mas ainda você podia ver a curiosidade infantil nos olhos de Rohrabacher.

No entanto, é esse tipo de expectativa quase tensa que acendeu o fogo em empresários como Elon Musk para elaborar planos de colonizar Marte. No momento, o custo seria de cerca de US $ 10 bilhões por pessoa, devido aos imensos desafios que obviamente vêm com este novo território.

A NASA pode não especular muito sobre outras formas de vida, pelo menos não em público, mas eles sabem muito bem que a engenhosidade infantil é um dos ingredientes especiais necessários para reduzir o custo radicalmente.

Agora que “Marte Ataca!” esperançosamente não é mais uma possibilidade, o que mais poderia ser feito no planeta vermelho para acender seu próprio fogo de novo? Marte realmente apresenta uma atmosfera, embora ela contenha apenas um mero 0. 13% de oxigênio, em comparação com 21% aqui na Terra.

O Administrador Chefe da NASA, Robert Lightfoot, quer aproveitar as possibilidades existentes e disse ao site Futurism em uma entrevista:

Mars 2020, tem um experimento onde realmente iremos tentar gerar oxigênio na atmosfera em Marte, claramente isso é uma capacidade humana mais à frente.

Conseguir mais com menos soa como um plano viável. Então, uma vez que o próximo robô chega em Marte em 2020 com a missão da NASA, ele vai levar a vida microbiana como algas e bactérias. Os cientistas acreditam que, se você alimentar os microorganismos no solo marciano, eles vão começar a criar oxigênio como um subproduto que pode ser usado para várias finalidades.

Isto poderia muito bem fornecer ar para uma colônia real e também pode ser usado como combustível de foguete para alimentar nossas naves que estarão indo para lá e voltando (com um pouco de fé do coração, é claro), que é uma perspectiva excitante e um grande passo no sentido de um Marte “terraformado” e habitável.

NASA realmente começou a pensar grande novamente e também tem planos para proteger a atmosfera preciosa com um escudo magnético artificial, e recentemente ainda mostrou o código para uma grande visão de uma base em Marte .

No entanto, a próxima fase da exploração espacial e de assentamentos no espaço gira principalmente em torno da Lua, a fim de demarcar sua posse, antes que as empresas privadas o façam.

Afinal, na Lua a NASA já propôs usar a mesma abordagem inovadora e transformar sua água existente em combustível de foguete para chegar a Marte de forma mais eficiente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/02/marte-podera-ser-habitavel-novamente/

Rússia e EUA concordam em cooperar na construção de estação espacial ao redor da Lua !

estação espacial ao redor da Lua
Impressão artística liberada pela Agência Espacial Europeia (ESA) em 22 de setembro de 2017, mostra uma base lunar feita com impressão em 3D. Credito: BERNARDFOING/AFP/GettyImages

A Rússia e os Estados Unidos concordaram em cooperar em um projeto liderado pela NASA para construir a primeira estação espacial lunar, parte de um projeto de longo prazo para explorar o espaço profundo e enviar humanos a Marte.

Seguindo os passos da Estação Espacial Internacional, o nave lua seria aberta para os astronautas e cosmonautas de todo o mundo.

Os administradores das agências espaciais esperam que o Deep Space Gateway permita com que a humanidade a faça vôos espaciais até Marte e para outras partes do Sistema Solar.

A agência espacial russa, em um comunicado após a assinatura de um acordo numa conferência em Adelaide, disse:.

Os parceiros pretendem desenvolver normas técnicas internacionais que serão usadas ​​mais tarde, em particular para criar uma estação espacial em órbita lunar.

Em uma declaração de missão para o projeto, a NASA disse:

A NASA está liderando os próximos passos no espaço profundo perto da Lua, onde os astronautas irão construir e começar a testar os sistemas necessários para missões desafiadoras para destinos no espaço profundo, incluindo Marte.

A área do espaço perto da Lua oferece um ambiente verdadeiro de espaço profundo, para ganhar experiência para missões humanas que vão mais para dentro do sistema solar, acessar a superfície lunar para missões robóticas, mas com a capacidade de retornar à Terra, se necessário, em dias em vez de semanas ou meses.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/02/estacao-espacial-ao-redor-da-lua/

Rússia e EUA concordam em cooperar na construção de estação espacial ao redor da Lua !

Explosao Solar
Embora as grandes explosões solares não sejam tão corriqueiras ultimamente, isso não significa que irão cessar ou que sua diminuição farão a Terra mergulhar em uma nova Mini Era do Gelo.

Muito se especula se o atual período de baixa atividade solar pode ser o prenúncio de uma nova mini era glacial. Essa é uma pergunta bastante difícil de ser respondida e se alguém afirmar alguma coisa, com certeza estará chutando.

O estudo do Sol através de métodos modernos - a heliofísica - é uma ciência bastante recente e somente nos últimos 20 anos, após o lançamento do Observatório Solar SOHO, em 1995, é que conseguiu responder algumas das inúmeras perguntas sobre a nossa estrela-mãe. E ainda faltam muitas a serem respondidas.

Antes do SOHO, os estudos do Sol eram feito basicamente aqui da Terra, principalmente através da observação das manchas solares e seus efeitos associados, seja usando telescópios ópticos ou de radiotelescópios.

Ciclo de Schwabe

Desde a época de Galileu Galilei (1564—1642), a contagem de manchas de solares é feita regularmente e o que se descobriu é que a cada 11 anos em média, o Sol passa por ciclos caracterizados pelo aumento ou diminuição das manchas observáveis na fotosfera.

Esse período é chamado de ciclo solar ou de Schwabe e desde que as observações começaram a ser feitas já foram contados 24 ciclos até o ano de 2016.

Durante o período de maior atividade, chamado "máximo solar", grandes manchas e intensas explosões ocorrem quase diariamente. As auroras surgem nas latitudes médias e violentas tempestades de radiação danificam os satélites em órbita. A última vez que isso ocorreu com tal intensidade foi entre os anos de 2000 e 2001.

No "Mínimo Solar" ocorre o contrário. Quase não existem flares solares e podem passar semanas sem que uma única mancha quebre a monotonia do disco solar. É exatamente esse o momento atual que estamos passando.

Mini Era Glacial

O período do mínimo solar mais longo da história, conhecido como Mínimo de Maunder, ocorreu entre 1645 e 1715 e durou incríveis 70 anos. Naquela época as manchas solares eram extremamente raras e o ciclo solar de 11 anos parecia ter se rompido.

Esse longo período de silêncio solar coincidiu com a "pequena Era do Gelo" uma série de invernos implacáveis que atingiu o hemisfério Norte, com mais intensidade sobre a Europa. Por razões ainda não compreendidas, o ciclo de manchas solares se normalizou no século 18 e o período típico de 11 anos voltou ao normal.

E agora?

Como os cientistas ainda não compreenderam o que disparou o Mínimo de Maunder e como isso pode ter influenciado o clima na Terra, a busca por sinais e evidências de que possa ocorrer de novo é um trabalho constante nas pesquisas.

Atualmente, estamos atravessando o Ciclo Solar 24 rumo ao seu mínimo, quando tipicamente a atividade será bastante baixa. O problema maior é durante o máximo do Ciclo 24 a atividade foi extremamente baixa, com raros momentos de fúria solar. E para piorar as coisas, o Ciclo Solar 23 também foi fraco, quando comparado ao Ciclo Solar 22. Em outras palavras, a atividade solar está enfraquecendo ano a ano.

Evidências Científicas

Entretanto, afirmar que o Sol está em silêncio como na época do Mínimo de Maunder seria um exagero, afinal as manchas e explosões solares continuam acontecendo, embora em menor número e enfraquecidas.

Além disso, não há qualquer evidência científica que esse ritmo continuará infinitamente, ou seja, o próximo ciclo poderá ser tão ou mais intenso que aquele observado no início do século.

Também não há provas científicas de que o aumento ou diminuição da atividade e das manchas solares tenham relação com o clima de longo ou curto prazo aqui na Terra. Há poucos estudos neste sentido, além de serem inconclusivos.

O que se espera é nos próximos anos os estudos sobre o Sol tenham avançado ainda mais e que a previsão do clima espacial seja tão corriqueira como a atual previsão do tempo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/02/estacao-espacial-ao-redor-da-lua/

sábado, 30 de setembro de 2017

Evaporação da água pode ser a próxima grande fonte de energia elétrica !

Para acabar com a dependência energética em elementos poluentes ou radioativos, as fontes renováveis têm sido alvo de pesquisa constante, com a eólica e a solar a serem noticiadas constantemente, mas a maremotriz e a biomassa a serem também apresentadas como alternativas viáveis. Mas existem outras alternativas, menos visíveis e menos óbvias para a maioria, mas para as quais os cientistas já estão a olhar: e uma dessas é o ciclo da água, através da evaporação.

De acordo com Ozgur Sahin, investigador da Universidade de Columbia, a evaporação tem um potencial de extração de energia utilizável tão grande como a eólica, a solar ou a hídrica. Num artigo científico publicado na revista Nature Communications, Sahin mostrou o seu Motor de Evaporação, que foi testado em laboratório, usando aberturas para controlar a humidade dentro de um cilindro. Dependendo do nível de humidade, esporos bactereológicos (estruturas criadas por bactérias para lidar com mudanças de ambiente) expandem e contraem, e esse movimento é usado para gerar eletricidade.

Extrapolando os números testados em laboratório para uma escala muito maior, o Motor de Evaporação poderá gerar o equivalente a 70 por cento da eletricidade produzida pelos Estados Unidos, ou 325 GW. A utilização deste sistema será, teoricamente, mais eficiente que a energia eólica ou solar, pois pode ser usada em qualquer altura e apenas quando necessário. O sistema também tem o potencial para fazer o público americano poupar 20 por cento da água consumida normal.

Fonte: https://www.motor24.pt/ecologia/evaporacao-da-agua-pode-proxima-grande-fonte-energia-eletrica/

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Jipe-sonda Mars 2020 levará consigo equipamento para detectar assinatura de vida em Marte !

assinatura de vida em Marte
O jipe-sonda Curiosity na superfície de Marte não tem a mesma capacidade que o novo jipe-sonda Marx 2020 terá. (NASA)

As capacidades robustas e poderosas de nova SuperCam da NASA contarão com uma sonda química inestimável para o jipe-sonda Mars 2020 e podem dar vida a toda uma série de novas descobertas de volta para nós aqui na Terra. Em adição a um sistema mais rápido LIBS, a SuperCam apresentará um novo sistema de laser arrefecido por condução, para proporcionar a capacidade de análise não-destrutiva de espectroscopia RAMAN, capaz de detectar assinaturas baseadas em carbono em materiais orgânicos.

À medida que a sonda NASA curiosidade percorre a superfície de Marte, sua ChemCam captura a composição química ao seu redor, com um sistema laser especialmente concebido. É o laser mais poderoso a já operar na superfície de outro planeta. A explosão de luz infravermelha que dispara dura apenas alguns bilionésimos de segundos, mas é poderosa o suficiente para vaporizar o local que atinge, a mais de 8.000 ° C.

Mesmo à distância, a ChemCam pode examina rochas e solo usando um processo chamado Laser Induced Breakdown Spectroscopy (LIBS), onde rajadas de laser atomizam e excitam componentes, e imagens espectrais capturam suas assinaturas químicas.

Juntamente com o Centre National d’Etudes Spatiales (CNES) e do Research Institute in Astrophysics and Planetology (IRAP), o Thales Group está em fase final de testes do sistema SuperCam compacto que irá suportar as duras condições marcianas. Eles já contruiram e testaram um modelo completo, e os resultados desta pesquisa serão apresentados durante o Congresso Laser OSA, entre 1 a 5 outubro 2017 em Nagoya, Japão.

Ao contrário da funcionalidade do LIBS no jipe-sonda Curiosity, este novo instrumento será capaz de alternar entre um modo de LIBS e um modo de RAMAN de emissão de laser, um método que requer duas cores de laser diferentes para excitar e sondar energias de vibrações moleculares para a identificação química não-destrutiva…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/09/28/jipe-sonda-mars-2020-levara-consigo-equipamento-para-detectar-assinatura-de-vida-em-marte/

Enorme bloco de gelo cai do céu e quase atinge casa no Reino Unido !

bloco de gelo cai do céu
Uma família ficou horrorizada depois que um enorme bloco de gelo caiu do céu e em seu jardim, deixando uma enorme cratera.

O bloco atingiu o jardim da família Helliwell com um ‘grande estrondo’ e sacudiu sua casa na manhã de 26 de setembro passado.

O impacto, que ocorreu no Reino Unido, causou uma cratera medindo 1,40 metros, por 1 metro no meio do gramado, com pedaços de gelo espalhados pela grama.

Não houve uma explicação óbvia para o anormal incidente, mas os especialistas suspeitam que o gelo tenha se formado na fuselagem de uma aeronave que passava acima.

A amiga da família, Eleanor Stephen, de 41 anos, estava na casa dos Helliwells em Busby, Renfrewshire, quando o gelo atingiu o solo.

Ela disse:

Eu estava sentada à escrivaninha e ouvi esse grande estrondo. Achei que era uma explosão e senti a casa tremer.

Quando desci as escadas, o cachorro estava agindo estranhamente. Olhei pela janela e vi um buraco com coisas brancas nele.
Estava salpicado por toda a grama. Saí e toquei isso – percebi que era gelo.

Se alguém estivesse no jardim, poderia ter matado a pessoa.

Simplesmente não sabemos de onde veio. É um mistério completo.

Lyndsey Helliwell e sua filha Elise descobriram a rocha em seu jardim em Busby, Glasgow

Lyndsey Helliwell, 41, que vive com o marido Ross, de 51 anos, e as filhas Elise, 9 e Nuala, 13, disse que estava feliz por não ter ninguém no jardim naquele momento.

Ela disse:

É um pouco preocupante que caiu tão perto da casa, e o cachorro está constantemente no jardim…

Se tivesse sido um sábado ou um domingo, as crianças poderiam estar jogando futebol, ou minha filha mais velha poderia estar brincando com Harper [nosso cachorro].

São metros da casa e do carro. Mas eu falei com um meteorologista e esse tipo de coisa não acontece com frequência.

Costuma-se admitir que o gelo que cai do céu é relacionado à aviação, mas as quedas de gelo das aeronaves são consideradas relativamente raras.

Em comparação com os 2,5 milhões de voos por ano no espaço aéreo do Reino Unido, cerca de 25 quedas de gelo por ano são reportadas à Autoridade de Aviação Civil (CAA).

Algumas dessas instâncias podem ocorrer porque o gelo que se formou naturalmente em uma aeronave em altitudes mais elevadas quebra quando ele desce para uma região de ar mais quente.

Embora os especialistas suspeitam que o gelo tenha se formado na fuselagem de uma aeronave que passa, houve relatos de queda de pedaços de gelo que datam de antes da existência de aeronaves.

A pesquisa sobre os fenômenos está sendo realizada por cientistas em todo o mundo, mas é controversa.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/09/28/bloco-de-gelo-cai-do-ceu/


Terramotos ainda não são possiveis de prever !

Embora os pesquisadores saibam onde os terremotos acontecem e possam até mesmo especular os locais de tensões crescentes, a previsão de terremotos ainda não é possível, mesmo com avanços significativos da ciência e aumento na velocidade dos supercomputadores.

O maior objetivo do sismologista é prever onde e quando um terremoto acontecerá, já que um alerta antecipado sobre um possível terremoto evitaria o prejuízo material ou a perda de um grande número de vidas. No entanto, esse tipo de alerta ainda é um sonho entre os sismologistas.

O maior problema em se prever os terremotos é devido à falta de sinais inequívocos de uma ruptura. Muito já se falou que alguns tremores liberam gás radônio ou provocam algum tipo de interação com a ionosfera, mas esses sinais não ocorrem em todos os terremotos e nem são indicativos absolutos. Além disso, dá para se contar nos dedos às vezes em que eles estiveram presentes antes de algum tremor.

Cada terremoto tem características muito particulares e ocorrem sob condições muito específicas. Na esmagadora maioria das vezes não dão qualquer aviso, sem sinais qualquer sinal característico que possa ser percebido.

Placas tectônicas

Com exceção dos tremores que ocorrem devido ao acomodamento do solo, típicos daqueles registrados no Brasil, a maioria dos eventos mundiais ocorre na junção das placas tectônicas, gigantescos retalhos sobre os quais os continentes, mares e cordilheiras estão assentados e que estão em constante movimento de flutuação sobre o magma incandescente abaixo delas.
Placas tectônicas

À medida que se movimentam, as placas tectônicas produzem diversos tipos de esbarrões, afundamentos e escorregões entre si. São esses movimentos os responsáveis pela formação das cordilheiras, fossas oceânicas, atividade vulcânica, cordilheiras meso-oceânicas, terremotos e tsunamis.

Existem sete placas principais e um vasto número de placas secundárias, cada uma delas com movimento e dinâmicas próprias e complexas, com milhares de pontos que se tocam, deslizam e se afastam de maneira completamente caótica, sem que se saiba com clareza onde a tensão provocada pelo movimento está se acumulando ou diminuindo.

É nessas regiões que ocorrem os terremotos, a liberação abrupta da energia acumulada ao longo do tempo.

Dificuldades

O maior objetivo dos sismologistas é tentar prever o ponto exato onde haverá a liberação de energia, mas devido à enorme quantidade de parâmetros envolvidos e a inexistência padrões e sinais claros sobre a atividade sísmica, essa previsão ainda não é possível e somente em casos extremamente raros as tentativas de previsão podem dar algum resultado, mesmo assim questionadas por muitos institutos.

Terremoto dos Sonhos

Até hoje, só houve um único caso de previsão científica de um terremoto feita por pesquisadores chineses. Esse tremor tinha características tão perfeitas que os especialistas o chamaram de "terremoto dos sonhos", uma alusão ao dinamismo perfeito e quase didático das variáveis envolvidas.

Terremoto no Haiti - Evento anunciado

No caso do terremoto do Haiti, que correu em 2010, por exemplo, os cientistas já haviam alertado que a região, situada exatamente na junção entre as placas tectônicas norte-americana e caribenha, estava acumulando grande tensão havia centenas de anos e que a energia poderia ser liberada a qualquer momento na forma de um poderoso terremoto.

Essa constatação foi possível devido às medições nos movimentos das placas e potencial de energia acumulada, mas estava longe de se tornar uma previsão uma vez que era impossível dizer quando e em que ponto da junção ocorreria a ruptura e qualquer tentativa de prognóstico seria apenas um palpite.

Região da Califórnia

O mesmo ocorre com a região da costa oeste da Califórnia, onde a placa do pacífico desliza contra a placa norte-americana, a chamada falha de San Andreas.

Segundo os pesquisadores, em algum ponto dessa interface poderá ocorrer um sismo de grande magnitude a qualquer momento, mas não se sabe exatamente onde nem quando, uma vez que a junção tem aproximadamente 3 mil quilômetros de extensão e milhares de pontos de estresse mecânico.

A grande quantidade de cidades que se encontram sobre a falha, entre elas São Francisco e Los Angeles, fizeram com que os engenheiros desenvolvessem novas tecnologias de construção capazes de compensar os efeitos dos tremores, mas até hoje não foram testadas sob um intenso abalo de 7 graus como o que atingiu o Haiti.

Sistemas de Alerta

Diante da impossibilidade de prever quando e onde os terremotos acontecerão, mas conhecendo as características de propagação das ondas sísmicas, os cientistas partiram para o desenvolvimento de sistemas de alertas que possam avisar com antecedência a população das cidades.

No Japão, por exemplo, os pesquisadores criaram um sistema de aviso de tremores capaz de avisar com 10 segundos de antecedência a chegadas das ondas. Apesar de parecer pouco tempo, 10 segundos de antecedência permitem que as populações deixem suas casas ou procurem abrigo em local seguro, onde possam se proteger ante a chegada do tremor inevitável.

Não se Iluda com Previsões de Terremotos

Não se iluda achando que emissões de radônio ou alterações na ionosfera podem prever terremotos ou tsunamis. São casos tão esporádicos que não daria nem pra começar uma série estatística. Entretanto, esses sinais podem servir como objetos de estudo na área da sismologia e um dia ajudar em uma possível previsão de curtíssimo prazo.

Outra ilusão é achar que alguma pessoa pode prever terremotos simplesmente traçando linhas trigonométricas sobre um mapa e sair dizendo que haverá um terremoto no Japão. Isso é chamado de "chute com certeza", já o Japão é o lugar onde mais acontecem terremotos no mundo.

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=E_possivel_prever_os_terremotos__A_resposta_e_(ainda)_nao!&posic=dat_20170928-112903.inc





quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Hubble descobre um Objecto Exclusivo e Binário, que os astrónomos dizem ser um objecto incomum !

Este vídeo de lapso de tempo, montado a partir de um conjunto de fotos do Hubble Space Telescope, revela dois asteroides orbitando uns aos outros com características semelhantes a cometas. O par de asteroides, chamado 2006 VW139 / 288P, foi observado em setembro de 2016, pouco antes do asteroide fazer a aproximação mais próxima do Sol. As fotos revelaram atividade contínua no sistema binário. O movimento aparente da cauda é um efeito de projeção devido ao alinhamento relativo entre o Sol, Terra e 2006 VW139 / 288P mudando entre observações. A orientação da cauda também é afetada por uma mudança no tamanho da partícula. Inicialmente, a cauda estava apontando para a direção onde partículas de poeira comparativamente grandes (cerca de 1 milímetro de tamanho) foram emitidas no final de julho. No entanto, a partir de 20 de setembro,
Créditos: NASA, ESA e J. DePasquale e Z. Levay (STScI)

O Telescópio Espacial Hubble da NASA ajudou uma equipe internacional de astrônomos a achar um objeto incomum no cinturão de asteroides é na verdade dois asteroides que se orbitam entre si com características semelhantes a cometas. Estes incluem um halo brilhante de material, chamado coma, e uma longa cauda de poeira.

Hubble foi usado para imagem do asteróide, designado 300163 (2006 VW139), em setembro de 2016, pouco antes do asteróide ter feito sua aproximação mais próxima ao Sol. As imagens nítidas do Hubble revelaram que na verdade não era um, mas dois asteróides de quase a mesma massa e tamanho, orbitando uns aos outros a uma distância de 60 milhas.

O Asteróide 300163 (2006 VW139) foi descoberto pela Spacewatch em novembro de 2006 e, em novembro de 2011, a possível atividade cometária foi vista pela Pan-STARRS. Ambos Spacewatch e Pan-STARRS são projetos de levantamento de asteróides do Programa Near Earth Object Observations da NASA. Após as observações do Pan-STARRS, também foi dada uma designação de cometas de 288P. Isso torna o objeto o primeiro asteróide binário conhecido que também é classificado como um cometa de cinto principal.

As observações mais recentes do Hubble revelaram atividade contínua no sistema binário. "Detectamos fortes indicações para a sublimação do gelo da água devido ao aumento do aquecimento solar - semelhante à forma como a cauda de um cometa é criada", explicou a líder da equipe, Jessica Agarwal, do Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar, na Alemanha.

Os recursos combinados da separação binária de asteróides, o tamanho do componente quase igual, a órbita de alta excêntrica e a atividade semelhante a uma cometa também o tornam único entre os poucos asteróides binários conhecidos que possuem uma grande separação. Compreender a sua origem e evolução pode proporcionar novos conhecimentos sobre os primeiros dias do sistema solar. Cometas do cinturão principal podem ajudar a responder como a água chegou a uma terra seca dos ossos há bilhões de anos.

A equipe estima que 2006 VW139 / 288P existiu como um sistema binário apenas por cerca de 5.000 anos. O cenário de formação mais provável é uma ruptura devido à rotação rápida. Depois disso, os dois fragmentos podem ter sido movidos para além dos efeitos da sublimação do gelo, o que daria um pequeno impulso a um asteróide em uma direção, à medida que as moléculas de água são ejetadas na outra direção.

O fato de que 2006 VW139 / 288P é tão diferente de todos os outros asteróides binários conhecidos levanta algumas questões sobre como esses sistemas estão no cinturão de asteróides. "Precisamos de mais trabalho teórico e observacional, bem como mais objetos semelhantes a este objeto, para encontrar uma resposta a esta questão", concluiu Agarwal.

A pesquisa é apresentada em um artigo, a ser publicado na revista Nature esta semana.

O Telescópio Espacial Hubble é um projeto de cooperação internacional entre a NASA e a ESA (Agência Espacial Européia). O Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, administra o telescópio. O Instituto de Ciências do Telescópio Espacial (STScI) em Baltimore, Maryland, conduz operações de ciência do Hubble. STScI é operado para a NASA pela Associação de Universidades para Pesquisa em Astronomia, Inc., em Washington, DC
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Distúrbio atmosférico pode formar um novo furacão no Atlântico na região onde nasceu o Irma !

O furacão Irma acaba de chegar na Flórida e já temos um relatório do NOAA apontando para o que seria o nascimento de uma tempestade tropical na costa africana, um novo sistema convectivo já dá sinais de vida.

Segundo o boletim do NOAA, nuvens intensas e tempestades associadas a uma onda tropical localizada a algumas centenas de quilômetros ao sul das Ilhas Cabo Verde (Mesma região onde nasceu o gigante furacão Irma) apresentam alguns sinais de organização ciclônica hoje.
As condições ambientais atuais do sistema Oceano/Atmosfera podem suportar pelo menos algum desenvolvimento adicional, e uma depressão tropical pode se formar dentro de alguns dias enquanto o sistema move-se geralmente ao noroeste sobre o Oceano Atlântico oriental.
* Chances de Formação ciclônica nas próximas 48 horas são baixas, cerca de 30%
* Chances de Formação ciclônica nos próximos 5 dias são já consideradas médias e ultrapassam os 50%.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

domingo, 10 de setembro de 2017

Furacão Irma castiga Cuba e chega à Flórida como ventos de 225 km/h !

Ao vivo: Cobertura da chegada do furacão Irma.

O furacão Irma atingiu o território de Cuba durante todo o sábado e na manhã de domingo já tocava as ilhas do extremo sul da Flórida. Irma mudou ligeiramente sua rota, o suficiente para diminuir o impacto sobre a costa leste e ameaçar com severidade toda a costa oeste do Estado.
O governador da Flórida afirmou na noite de sábado que neste momento não se tem mais nada a fazer e quem não seguiu as ordens de evacuação assumiu os riscos e está por conta própria. Segundo orientações da FEMA, a Defesa Civil dos EUA, as equipes não podem entrar nas áreas de impacto até que a situação se acalme. Assim, moradores nestas condições devem procurar abrigos e aguardar as equipes que só chegarão às zonas afetadas após a passagem da tormenta.

Cuba

Irma tocou Cuba com ventos de 255 km/h, o mais intenso a tocar a ilha desde 1924. Ao penetrar a porção de terra sua força caiu e de acordo com oficiais do país, castigou a porção norte de Cuba com ventos de 200 km/h.
Furacao Irma em Havana
Moradores de Havana, capital de Cuba, retornam as suas casas após a passagem do furacão Irma. Crédito: Getty Image

Mais forte em 85 anos

O impacto de Irma em Cuba foi tão arrasador que destruiu o instrumento que media o vento no arquipélago Camaguey e Ciego de Avila, ao norte da ilha principal. Nestas localidades, marés de tempestade (storm surges) de até 7 metros foram registradas.

Irma foi o primeiro furacão categoria 5 a tocar Camaguey nos últimos 85 anos.

Destruição no Caribe

Em sua passagem pelo Caribe, Irma fez 24 vítimas fatais, nove delas em territórios franceses, três em Porto Rico, quatro nas Ilhas Virgens americanas, quatro nas Ilhas Virgens Britânicas, uma em Barbuda, uma em Anguilla e duas em Saint Maarten.

Em Saint Martin e Saint Barts, Irma causou um prejuízo estimado em 1.5 bilhões de dólares.

Ainda não há informações de vítimas ou feridos em Cuba.
Status atual: 08h17 BRT - 10 set

Imagens de satélite registradas às 07h00 BRT mostram que o olho de Irma está muito próximo ao extremo sudoeste da Flórida, ligeiramente deslocado no sentido oeste do ponto onde deveria tocar o continente segundo a previsão. Esse ligeiro deslocamento fez mudar sua trajetória estimada.

Se antes a zona impactada seria a costa leste, agora as atenções estão voltadas para a costa oeste, em especial à cidade de Tampa, onde vivem cerca de 2.5 milhões de pessoas.

Irma voltou a ganhar força nesta manhã de domingo está castigando as Flórida Keys, ilhas agrupadas no extremo sul do estado, com ventos de 240 km/h.

Dados de aviões caça-furacões revelam que as bandas externas de Irma se estendem por 350 km/h desde o centro ciclônico.

Fonte: http://www.apolo11.com/temporada_de_furacoes.php?titulo=Furacao_Irma_castiga_Cuba_e_chega_a_Florida_como_ventos_de_225_km/h&posic=dat_20170910-083620.inc
 






sábado, 9 de setembro de 2017

Governo americano diz que impacto do furacão Irma poderá ser devastador !

De acordo com o Centro Nacional de Furacões, NHC, Irma atingirá o sul da Flórida no domingo com ventos de mais de 240 km/h. O furacão já matou dezenas de pessoas em algumas ilhas caribenhas e neste momento está atingindo severamente partes de Cuba e das Bahamas.

Pelo menos 24 pessoas morreram em Barbuda e Ilhas Virgens, depois que o furacão Irma castigou diversas ilhas da porção norte caribenha. Em Porto Rico, milhares de pessoas estão sem energia. Na quarta-feira, o furacão cruzou diversas ilhas caribenhas, incluindo Barbuda, Saint. Martin e Ilhas Virgens Britânicas. Em Saint Martin, oito pessoas morreram.

Devido à presença das ilhas, Irma perdeu um pouco de sua força na sexta-feira e de acordo com dados coletados por aviões caça-furacões, os ventos sustentados medidos às 17h35 BRT atingiam a marca de 255 km/h, com rajadas próximas a 310 km/h.

Irma é um poderoso sistema de baixa pressão que ruma perigosamente em direção ao sul da Flórida, onde milhares de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas. A maior parte da população está buscando refúgio em estádios e escolas, enquanto outras lotaram as estradas rumo às cidades mais distantes ou onde o impacto será menos intenso, como Orlando, ao norte.

Em seu momento de pico, observado na quarta-feira (06/set), Irma apresentou ventos sustentados de 310 km/h durante 36 horas, o que o classificou como o mais forte furacão já registrado no oceano Atlântico.

De acordo com a Cruz vermelha, 26 milhões de pessoas estarão expostas aos ventos e tempestades destrutivas de Irma na República Dominicana, Haiti e Cuba.

Marés ciclônicas

De acordo com modelos de previsão, marés ciclônicas (storm surges) de até 7 metros poderão inundar completamente as Bahamas, cuja elevação máxima não supera 5 metros.

O mesmo fenômeno deve inundar com ondas de 3 metros as áreas costeiras da Flórida e inundar centenas de casas, especialmente em Flórida Keys, um conjunto de ilhas interligadas por pontes localizadas ao sul do Estado.

Status e previsão: 09 set - 18h00 BRT

Imagens de satélite das 17h00 BRT desta sexta-feira mostram que o olho de Irma está bem definido, situado entre o norte de Cuba e leste das Bahmas. Atrás dele, o furacão José, de categoria 4, pode ser visto perigosamente próximo das Ilhas Virgens.

No sábado, o olho de Irma atingirá o norte de Cuba, enquanto as bandas externas continuarão castigando as Bahamas.

No domingo pela manhã o furacão passará por cima do conjunto de ilhas Flórida Keys e em seguida penetrará no continente, possivelmente com ventos entre 230 e 250 km/h.

Às 17h30, os ventos máximos sustentados eram de 255 km/h com rajadas que ultrapassam 310 km/h. A pressão barométrica era é de 925 Hectopascais.

Fonte: http://www.apolo11.com/temporada_de_furacoes.php?titulo=Governo_americano_diz_que_impacto_do_furacao_Irma_podera_ser_devastador&posic=dat_20170908-175256.inc




Furacão Irina ao vivo !


Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.pt/

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Impressionante flare solar X9 injectou 130 Gigawatts na atmosfera da Terra !

Flare solar X9.3
Flare solar X9.3 registrado pelo satélite SDO, da NASA. A emissão foi tão intensa que cegou momentâneamente o sensor a bordo do observatório


Na manhã de quarta-feira o Sol produziu um dos mais intensos flares solares já observados. A intensidade da descarga foi tão elevada que cegou momentaneamente o sensor a bordo de um satélite de observação e injetou na atmosfera da Terra uma potência equivalente a 10 usinas de Itaipu.

O flare, de magnitude X9.3, ocorreu às 09h01 BRT de quarta-feira, 6 de setembro, e foi provocado pelo rompimento do campo magnético ao redor da Região Ativa AR2673, uma mancha solar de quase 3 bilhões de km2 de área que está apontada para a Terra.

Grupos de manchas do tipo "beta-gama-delta" têm campo magnético tão complexo que é impossível observar linhas de fluxo conectando duas manchas de polaridade oposta. Flares originados nesse tipo de região ativa atingem facilmente as classes M ou X.

Logo após o evento foram observados blecautes de radiopropagação terrestres na face iluminada e interferências bastante expressivas em sistemas de radiolocalização que operam em baixa frequência. Não há relatos de panes significativas em malhas da rede elétrica de distribuição.
Grafico de emissao Flare Solar X9

Gráfico mostra o momento da emissão eletromagnética em raios-x de nível X9.3


Modelos de previsão de impacto de Ejeção de massa coronal indicam que uma frente de choque deve atingir a Terra entre os dias 9 e 10 de setembro, mas não mostram choque significativo a ponto de elevar fortemente o índice KP, que mede a instabilidade na ionosfera.

Dez Usinas de Itaipu

O flare de classe X-9.3 iluminou de raios-x toda a face da Terra voltada para a estrela. A potência calculada do flare atingiu a impressionante marca de 130 Gigawatts, uma potência instantânea que para ser produzida seriam necessárias dez usinas de Itaipu ao mesmo tempo.

Embora altamente poderosa, emissões de raios-x não ultrapassam a atmosfera terrestre. Ela age como proteção contra esse tipo de radiação e sem a qual seria praticamente impossível a vida na Terra.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Impressionante_flare_solar_X9_injetou_130_Gigawatts_na_atmosfera_da_Terra&posic=dat_20170907-093617.inc




quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Não é possivel explicar o que está a causar aurora MISTERIOSA em Júpiter !

Os cientistas descobriram um misterioso novo tipo de aurora em Júpiter, o que não parece se encaixar em nenhum dos nossos modelos existentes. E os cientistas estão insinuando que algo desconhecido está acontecendo no planeta.
Dirigido por Barry Mauk, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins em Maryland, os pesquisadores usaram dados da nave espacial Juno da NASA, atualmente em na órbita de Júpiter, para estudar a aurora do gigante de gás.

O que você provavelmente achou confuso, é a aurora mais brilhante de Júpiter e parece ser alimentada por um processo que nunca foi antes visto. Esta aurora pode ter um poder de cerca de 1.000 miliwatts por metro quadrado, em comparação com apenas 10 ou 20 miliwatts por metro quadrados de uma aurora terrestre.

“Definitivamente está acontecendo algo que não entendemos”, disse Mauk. “Estamos vendo algo novo aqui”, concluiu.
Uma imagem do Hubble da aurora de Júpiter do ano passado. NASA / ESA / J. Nichols (Universidade de Leicester)
Então o que está acontecendo? Vamos explicar. Na Terra, temos 3 tipos de aurora. As mais brilhantes – responsáveis pelos icônicos padrões aurorais ondulantes. Depois, há um tipo muito mais fraco, chamado de Alfvénic, que você não pode ver a olho nu, e uma outra ainda mais fraca.

As auroras mais brilhantes e discretas são causadas por um fluxo descendente de elétrons em nosso campo magnético resultante do vento solar. Isso causa potenciais elétricos na ordem de vários milhares de volts em nossa atmosfera.
Um close-up (cor falsa à esquerda) da aurora de Júpiter, tomada por Juno. G. Randy Gladstone / Bertrand Bonfond

Em Júpiter, as coisas são diferentes. Os potenciais elétricos nos pólos de Júpiter são 10 a 30 vezes maiores que os observados na Terra, até 400.000 volts. Mas a aurora mais brilhante não pode ser explicada por nenhum desses processos citados.

“Em Júpiter, as auroras mais brilhantes são causadas por algum tipo de processo de aceleração turbulenta que não entendemos muito bem”, disse Mauk.

Na Terra, a fonte de energia de nossas auroras é o vento solar, que sopra sobre nosso campo magnético e age como um gerador gigante. Em Júpiter, no entanto, a fonte de energia é a rotação do próprio planeta, ou seja, todo o poder vem da sua rotação.

Mas a descoberta deste novo tipo de aurora joga nossos modelos pela janela. A rotação de Júpiter, que age como um gerador, não pode explicar como se forma. Algo mais deve estar acontecendo. O que é isso, ainda não sabemos.

Isso poderia ter implicações para estudar estrelas e planetas fora do Sistema Solar. Se houver algum tipo de processo completamente novo, podemos sugerir que existem fenômenos nos campos magnéticos planetários ou estelares que simplesmente não encontramos anteriormente.

Os cientistas, agora, usarão mais dados para tentar chegar ao fundo da misteriosa aurora. Nós já sabíamos que Júpiter era bastante estranho. Agora, ficou mais estranho ainda. 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Estação Espacial Internacional regista as impressionantes imagens do Furacão Irma !

Imagem de satélite capta a movimentação do Furacão Irma
 (NOAA/ Goddard MODIS Rapid Response Team/Nasa)

Mesmo visto do espaço, fenômeno manteve dimensões impressionantes
As imagens impressionam: um grande vórtice de nuvens brancas que mantém uma dimensão espantosa mesmo sendo filmado do espaço pela Estação Espacial Internacional. Trata-se do furacão Irma que atingiu categoria 5 no norte do Caribe e agora segue e direção a Porto Rico, Cuba e Estados Unidos.Veja abaixo o vídeo divulgado pela Nasa

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Cientistas confirmam que a Terra é a causadora dos terramotos lunares !

Buzz Aldrin junto ao sismografo na Lua
Astronauta Buzz Aldrin posa ao lado do primeiro sismômetro lunar instalado durante a missão Apollo, entre 1969 e 1977.

Baseados em dados registrados pela missão Apollo, pesquisadores japoneses concluíram que a gravidade da Terra é a culpada direta pelos terremotos lunares de grande profundidade.

A conclusão é do geólogo Táxi Kawamura, ligado ao Observatório Astronômico Nacional, do Japão, que reanalisou mais de 100 tremores registrados por sismógrafos deixados na Lua durante a missão Apollo há 40 anos, entre os anos de 1969 e 1977.

Segundo Kawamura, os eventos estudados ocorreram entre 800 e 1200 km de profundidade e diferentemente dos sismos terrestres apresentavam periodicidade de cerca de 27 dias.

Para o estudo, a equipe de Kawamura modelou os antigos dados dos sismógrafos instalados na Lua e descobriu que as forças de maré criadas pela gravidade da Terra coincidiam com os sismos lunares registrados no mesmo período.

Conhecidas como marés de corpo sólido, essas tensões podem formar falhas ou rachaduras no interior da Lua e à medida que o estresse se acumula podem causar tremores. A ideia não é nova e já foi proposta anteriormente em diversas discussões, mas o estudo de Kawamura fornece mais dados sobre o fenômeno.

Terremotos Lunares

"A correlação entre a ocorrência de um terremoto profundo e o estresse das marés foi demonstrada e nosso estudo apoia a ideia de que o estresse não está apenas desencadeando os terremotos profundos, mas também é responsável pela liberação da energia da atividade sísmica", detalha Kawamura.
Sismograma Lunar
Um ddos sismogramas lunares utilizado pela equipe de Kawamura durante o estudo. Os dados foram coletados durante as missões Apollo e mostram tremores rasos, profundos e também impactos de meteoritos.

O cientista observa que os estudos anteriores subestimaram o estresse liberado, pois usavam dados de apenas um dos sismômetros. Ao combinar sinais de diferentes instrumentos o estudo descobriu que o acúmulo de tensões de maré não ocorreu repentinamente, mas longo de um mês.

A regularidade de 27 dias dos tremores também confirma a ideia de que eles são causados pela gravidade da Terra, pois é o mesmo tempo que leva a Lua a orbitar nosso planeta.

Terremotos Longos

Diferentemente dos terremotos terrestres, que cessam em minutos, sismos lunares duram mais tempo. Segundo Madeleine Jepsen, da American Geophysical Union, isso acontece porque a Lua é muito mais seca e mais fria do que a Terra. Isso faz as vibrações durarem mais tempo. No caso da Terra, a estrutura é mais maleável e como uma esponja que absorve as vibrações.

A Lua não tem atividade tectônica como o nosso planeta e muitos terremotos que afetam a Lua ainda não são perfeitamente compreendidos. O estudo de Kawamura pode trazer mais luz sobre esses eventos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Cientistas_confirmam_A_Terra_e_culpada_pelos_terremotos_lunares&posic=dat_20170901-101231.inc

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A próxima missão da NASA a Marte em 2018 irá perfurar o solo do Planeta Vermelho !

próxima missão da NASA a Marte em 2018
Técnicos suspendem uma parte da sonda InSight para testes na Lockheed Martin em Littleton, estado do Colorado. NASA/JPL-Caltech/Lockheed Martin

A sonda InSight vai mergulhar profundamente no subterrâneo marciano, empurrando dois instrumentos abaixo da superfície que irão retirar as informações das profundezas.

O que há embaixo da superfície em Marte? A próxima missão da NASA tem como objetivo descobrir. O projeto InSight, a primeira missão da NASA para estudar o interior profundo do Planeta Vermelho, está em andamento para um lançamento em 2018, depois de ter demorado dois anos devido a uma questão técnica. Os cientistas esperam que isso ajude a explicar a formação de planetas rochosos, inclusive do nosso.

A InSight deverá ser lançada em algum momento nas cinco semanas após 8 de maio de 2018, com um curso traçado para sua chegada logo após o Dia de Ação de Graças (novembro). A Lockheed Martin Space Systems construiu a nave espacial da missão – uma sonda estacionária que será posicionada perto do equador marciano – e atualmente está sendo testada em uma instalação perto de Denver.

“A sonda está completa e os instrumentos foram integrados a ela para que possamos completar os testes finais da nave espacial, incluindo acústica, implementações de instrumentos e testes de balanço térmico”, disse Stu Spath, gerente de programa espacial da Lockheed Martin, em um comunicado.

Enquanto muitas missões visaram Marte nas últimas duas décadas, os jipes-sondas, sondas orbitais e de pouso envolvidos concentraram-se na superfície do planeta vermelho, examinando recursos como crateras, rochas, regolitos (solo) e vulcões.

Ao contrário de qualquer missão que a precedeu, a InSight irá mergulhar profundamente no subterrâneo marciano, empurrando dois instrumentos aproximadamente três a cinco metros abaixo da superfície, que transmitirá a informação das profundezas marcianas. 
Renderização artística da sonda InSight. NASA / JPL-Caltech

O primeiro é um sismômetro cujo desenvolvimento foi liderado pela agência espacial francesa CNES em colaboração com vários outros países, inclusive os EUA. O aparelho é suficientemente sensível para detectar movimentos terrestres que são apenas metade do diâmetro de um átomo de hidrogênio, e seu principal objetivo é gravar “martemotos” (ondas sísmicas) ou impactos de meteoros, o que ajudará a revelar informações sobre as camadas internas de Marte.

O segundo é uma sonda de calor que pode penetrar a pelo menos três metros na superfície para medir a quantidade de energia que vem do interior do planeta.

O objetivo é aprender melhor como se formaram planetas terrestres como Vênus, Terra e Marte. Marte dá uma vantagem especial a este tipo de investigação porque, ao contrário da Terra, as placas tectônicas (que geram terremotos, entre outros fenômenos) não parecem estar ativas no planeta.

“Devido o fato do interior de Marte tem revirado muito menos do que a Terra nos últimos três bilhões de anos, Marte provavelmente preserva a evidência sobre a infância dos planetas rochosos melhor do que o nosso planeta natal”, disse Bruce Banerdt, investigador principal da InSight no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA na Califórnia .

O terceiro componente experimental principal do projeto usará transmissões de rádio entre Marte e Terra para investigar mudanças em como o Marte gira em seu eixo. Isso poderia revelar informações sobre o tamanho do núcleo do planeta vermelho.

Quando uma missão para Marte é adiada por mais de algumas semanas, é preciso esperar mais 26 meses para o lançamento. Isso ocorre porque há somente um curto período a cada 6 meses onde as órbitas da Terra e do Marte trazem os dois planetas em uma posição favorável para o lançamento da nave espacial – o que economiza combustível e tempo de viagem na nave espacial.

A demora de 26 meses da missão InSight veio em parte devido à geometria orbital, bem como a uma questão técnica. A NASA cancelou o lançamento previsto de março de 2016 após descobrir um vazamento em um recipiente que envolve os principais sensores do sismômetro; o recipiente deveria manter um vácuo próximo a esses sensores. Uma nova embarcação a vácuo foi entregue em julho e instalada.

“Corrigimos o problema que tínhamos há dois anos, e estamos ansiosamente preparando o lançamento”, disse Tom Hoffman, gerente de projeto da InSight no JPL

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/08/29/proxima-missao-da-nasa-a-marte-em-2018/

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