quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sonda Cassini regista solstício de verão em lua de Saturno !

Solsticio em Tita
Da mesma forma que a Terra, solstícios e equinócios também acontecem em outras luas e planetas do sistema solar. No sistema saturniano o solstício de verão ocorreu em 24 de maio, quando o Sol atingiu com menos inclinação o hemisfério norte da lua Titã.

Esta cena foi registrada em 9 de junho de 2017 pela sonda interplanetária Cassini e mostra a grande lua saturniana Titã a uma distância de 507 mil km da superfície.

A imagem foi feita no comprimento de onda infravermelho e mostra brilhantes nuvens de metano se deslocando sobre o hemisfério norte da grande lua. Abaixo das nuvens, lagos escuros de hidrocarbonetos se estendem próximos do polo norte, agora mais iluminado devido à maior incidência da luz solar.

Titã

Titã foi descoberto em 1655 pelo astrônomo Christiaan Huygens. É o maior satélite natural do planeta Saturno e o segundo maior de todo o Sistema Solar, ficando apenas atrás da lua Ganímedes, de Júpiter.

Seu diâmetro é de 5151 quilômetros e leva 15.9 dias para completar uma volta ao redor do gigante gasoso, do qual orbita a uma distância de 1.2 milhões de quilômetros.

Titã é formado de gelo e outros materiais rochosos e é o único objeto, além da Terra, onde já foram encontradas evidências de existência de corpos líquidos estáveis em sua superfície.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Sonda_Cassini_registra_solsticio_de_verao_em_lua_de_Saturno&posic=dat_20170622-095852.inc

segunda-feira, 19 de junho de 2017

NASA anuncia a descoberta de 10 planetas do tamanho da Terra !

10 planetas do tamanho da Terra
A equipe de telescópio espacial da Kepler da NASA lançou um catálogo da missão com candidatos a planetas (dados que indicam a possibilidade da existência de planetas) que apresenta 219 novos candidatos a planetas, 10 dos quais são de tamanho quase terrestre e orbitam na zona habitável de suas estrela, que é a distância de uma estrela onde a água líquida poderia agrupar na superfície de um planeta rochoso.
Esta é a versão mais abrangente e detalhada do catálogo de exoplanetas candidatos – que são planetas fora do nosso sistema solar – dos primeiros quatro anos de dados da Kepler. É também o catálogo final da visão do telescópio da faixa do céu na constelação do Cygnus
Com o lançamento deste catálogo, derivado de dados publicamente disponíveis no Arquivo Exoplaneta da NASA, existem agora 4.034 candidatos a planetas identificados pelo Kepler, dos quais, 2.335 foram verificados como exoplanetas reais. Dos cerca de 50 candidatos em zona habitável, do tamanho terrestre, detectados pelo Kepler, mais de 30 foram verificados.
Além disso, os resultados dos dados do Kepler sugerem dois agrupamentos de tamanho distintos de planetas pequenos. Ambos os resultados têm implicações significativas para a busca da vida. O catálogo final do Kepler servirá como base para mais estudos, a fim de determinar a prevalência e a demografia dos planetas na galáxia, enquanto a descoberta das duas populações planetárias distintas mostra que cerca da metade dos planetas que conhecemos na galáxia não têm superfície, ou estão sob uma atmosfera profunda e esmagadora – um ambiente improvável de hospedar a vida.

Os resultados foram apresentados em uma coletiva de imprensa segunda-feira (19) no Centro de Pesquisa Ames da NASA no Silicon Valley da Califórnia.

“O conjunto de dados Kepler é único, pois é o único que contém uma população desses análogos terrestres próximos – planetas com aproximadamente o mesmo tamanho e órbita que a Terra”, disse Mario Perez, cientista do programa Kepler na Divisão de Astrofísica da Direção da Missão de Ciência da NASA . “Compreender a sua frequência na galáxia ajudará a informar o projeto das futuras missões da NASA para encontrar diretamente outra Terra”.

O telescópio espacial Kepler procura por planetas, detectando a minúscula queda no brilho de uma estrela que ocorre quando um planeta cruza em frente a ela, chamada de trânsito.

Esta é a oitava versão do catálogo de candidatos Kepler, reunida através do reprocessamento de todo o conjunto de dados das observações da Kepler durante os primeiros quatro anos de sua missão principal. Esses dados permitirão aos cientistas determinar quais populações planetárias – desde os corpos rochosos do tamanho da Terra até gigantes de gás do tamanho de Júpiter – constituem a demografia planetária da galáxia.
Para garantir que muitos planetas não foram perdidos, a equipe apresentou seus próprios sinais simulados de trânsito do planeta no conjunto de dados e determinou quantos foram identificados corretamente como planetas. Então, eles adicionaram dados que parecem vir de um planeta, mas eram realmente sinais falsos, e verificaram com que frequência a análise confundiu estes com os candidatos a planeta. Este trabalho forneceu-lhes quais tipos de planetas foram contados e quais foram subjugados pelos métodos de processamento de dados da equipe Kepler.
“Este catálogo cuidadosamente medido é a base para responder diretamente a uma das questões mais convincentes da astronomia – quantos planetas como a nossa Terra estão na galáxia?”, Disse Susan Thompson, pesquisadora da Kepler para o Instituto SETI em Mountain View, Califórnia, e autora líder do estudo do catálogo.
Um grupo de pesquisa aproveitou os dados do Kepler para fazer medidas precisas de milhares de planetas, revelando dois grupos distintos de planetas pequenos. A equipe encontrou uma divisão clara nos tamanhos de planetas rochosos, do tamanho da Terra, e de planetas gasosos menores que Netuno. Poucos planetas foram encontrados entre esses agrupamentos.

Usando o Observatório W. M. Keck no Havaí, o grupo mediu os tamanhos de 1.300 estrelas no campo de visão do Kepler para determinar os raios de 2.000 planetas Kepler com precisão requintada.

“Gostamos de pensar que este estudo classifica planetas da mesma maneira que os biólogos identificam novas espécies de animais”, disse Benjamin Fulton, doutorado na Universidade do Havaí em Manoa, e principal autor do segundo estudo. “Encontrar dois grupos distintos de exoplanetas é como descobrir quais mamíferos e lagartos compõem ramos distintos de uma árvore genealógica”.
Parece que a natureza geralmente faz planetas rochosos até cerca de 75% maiores do que a Terra. Por razões que os cientistas ainda não entendem, cerca de metade desses planetas tomam uma pequena quantidade de hidrogênio e hélio que aumentam dramaticamente seu tamanho, permitindo-os “pular a lacuna” e se juntar à população mais próxima do tamanho de Netuno.
A nave espacial Kepler continua a fazer observações em novos caminhos do céu em sua missão estendida, buscando planetas e estudando uma variedade de objetos astronômicos interessantes, desde aglomerados de estrelas distantes, até objetos como o sistema TRAPPIST-1, que conta com sete planetas de tamanho da Terra, mais perto de casa…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/19/nasa-10-planetas-do-tamanho-da-terra/

Forte terramoto atinge Alasca, a 185 km de Attu Station !

Forte terremoto atinge Alasca, a 185 km de Attu Station
De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 6.9 pontos de magnitude foi registrado o Alasca, 185 km a noroeste de Attu Station, as 19h24, pelo horário brasileiro (02/06/2017). O forte tremor ocorreu a 31 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 53.08N e 170.9E , indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.

Apesar da grande intensidade, sismos que ocorrem nessa profundidade tem a maior parte de sua energia dissipada antes de chegar à superfície. Mesmo assim, quando acontecem no oceano podem provocar a formação e alertas de tsunamis.

Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_atinge_Alasca_a_185_km_de_Attu_Station&posic=dat_20170602-194027.inc

domingo, 18 de junho de 2017

Estranhos ruídos em Jupiter !

Pouco depois de apontar o seu radiotelescópio de onda curta para Júpiter, Thomas Ashcraft começou a ouvir estranhos sons de estática.

Uma tempestade de rádio jupiteriana estava em andamento.

A tempestade jupiteriana que produziu emissões sustentadas durante mais de duas horas e meia em 6 de junho de 2017, foi captada em dois radios de ondas curtas, sintonizados a 29,0 MHz e 29,5 MHz.

Endereço da gravação de áudio de um minuto: 

(http://spaceweather.com/images2017/12jun17/jUne062017_0354ut22.22.95_Ashcraft_01.mp3?PHPSESSID=7rl2s6htfthqmtlj08iq9ci7i2)

Ruídos de rádio de Júpiter

Jupiter é uma poderosa fonte de ondas curtas de rádio. Elas provêm de lasers de rádio naturais na magnetosfera do planeta gigante. As correntes elétricas que fluem entre a atmosfera superior de Jupiter e a lua vulcânica Io, podem aumentar essas emissões para níveis de potência facilmente detectados por antenas de radio instaladas na Terra.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/06/ruidos-estranhos-em-jupiter.html

Maior quantidade de Buracos Negros no Universo aumenta as hipóteses de existência de Vida Inteligente !

vida inteligente
Escrevendo para a revista Complexity, o Dr. Michael Price, um evolucionista da Universidade Brune, Londres, assume uma visão adaptativa sobre a teoria da seleção natural cosmológica introduzida pelo físico teórico Dr. Lee Smolin no início da década de 1990.
Smolin sugere que os buracos negros sejam uma adaptação projetada pela seleção natural cosmológica e que a vida é um subproduto da seleção para buracos negros. Universos se auto-replicam através de buracos negros, e a seleção favorece universos que contêm mais buracos negros.
O Dr. Price teoriza que, com base no nosso conhecimento sobre como a seleção natural opera no nível biológico, a vida inteligente é realmente mais provável do que os buracos negros de serem um mecanismo pelo qual os universos se replicam – um conceito conhecido como seleção natural cosmológica (CNS, sigla em inglês) com inteligência .
Price assinala que a seleção natural que opera no nível biológico é o processo mais conhecido no universo para criar uma ordem complexa e para diminuir o processo de aumento da entropia (degeneração e decaimento) e também pode operar no nível cosmológico.
Essencialmente, a vida é muito mais complexamente ordenada e menos propensa a surgir por acaso do que um buraco negro e, portanto, mais propensa a ser uma adaptação para a replicação do universo, ele explica. Esta visão contrasta com a sugestão de Smolin de que os buracos negros são a adaptação e a vida é o subproduto.
“Os organismos vivos são os menos entrópicos, ou seja, as entidades mais complicadas e improváveis ​​que se conhece”, explica o Dr Price, chefe do Centro Brunel para Cultura e Evolução. 

Ele continua:

A seleção natural biológica (BNS, sigla em inglês), então, é o processo anti-entrópico mais forte conhecido, porque cria organismos. A seleção natural biológica dá aos organismos traços chamados de adaptações que, em última instância, permitem a replicação genética. Reconhecemos uma característica como uma adaptação baseada em sua improvável complexidade, e essa complexidade é a marca registrada da seleção natural.
Se aceitarmos, o que o professor Smolin argumenta, que vivemos em um multiverso onde os projetos do universo se reproduzem de forma competitiva de acordo com um processo de seleção, então a seleção natural biológica pode ser um guia confiável do que devemos esperar da seleção natural cosmológica.
Por implicação, sugiro que a vida inteligente e os buracos negros sejam candidatos plausíveis para serem adaptados à CNS, mas a probabilidade de ser tal adaptação é maior para a vida do que para buracos negros, ou mesmo para qualquer outro objeto conhecido no universo, porque a vida é a coisa mais complexa e improvável que conhecemos.
Também sugiro que de forma mais geral, a CNS pode ser a principal causa primária da ordem cosmológica, assim como a BNS é a principal causa primária da ordem biológica. Em outras palavras, a BNS e o CNS podem ser, em última análise, responsáveis ​​por grande parte da ordem que observamos no Universo. Sem essa ordem, não haveria entropia, porque nada se desintegraria em um estado menos ordenado e, portanto, sem a seta do tempo.

Em suma, o processo de seleção pode ser muito mais fundamental para explicar a natureza do nosso Universo do que é geralmente suposto.

Fornecido por: BrunelUniversity

Periódico de referência: Complexity – ‘Entropy and selection: Life as an adaptation for universe replication’ by Michael E. Price

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/18/buracos-negros-universo-vida-inteligente/


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Nova descoberta indica que a vida pode estar espalhada por todo o Universo !

vida pode estar espalhada por todo o Universo
Duas equipes de astrônomos utilizaram o poder do conjunto de telescópios Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), no Chile, para detectarem o complexo orgânico pré-biótico isocianato de metila no sistema estelar múltiplo IRAS 16293-2422.
Uma das equipes foi co-liderada por Rafael Martín-Doménech, do centro de Astrobiologia em Madri, na Espanha, e Victor M. Rivilla, do Observatório Astrofísico de Arcetri, em Florença, na Itália; e a outra por Niels Ligterink do Observatório Leiden, na Holanda, e Audrey Cutens da University College London, do Reino Unido.
Este sistema estelar parece que continua nos fornecendo informações! Após a descoberta de açúcares, agora descobrimos isocianato de metila. Esta família de moléculas orgânicas está envolvida na síntese de peptídeos e amino ácidos, os quais, na forma de proteínas, são a base biológica para a vida tal como a conhecemos.
As capacidades do ALMA permitiram ambas as equipes observarem a molécula em várias diferentes comprimentos de banda e características do espectro da onda de rádio. Eles descobriram as impressões digitais químicas únicas localizadas nas regiões internas mais quentes do casulo de poeira e gás que circunda as estrelas jovens nos seus primeiros estágios de evolução. Cada equipe identificou e isolou as assinaturas da molécula orgânica complexa isocianato de metila. Então elas deram continuidade aos estudos com um modelamento químico e experimentos de laboratório para refinarem nossa compreensão da origem da molécula.
O IRAS 16293-2422 é um sistema múltiplo de estrelas muito jovens, por volta de 400 anos-luz de distância, numa região de formação de estrelas chamada Rho Ophiuchi, na constelação de Ofiúco. Os novos resultados do ALMA mostram que o gás isocianato de metila circunda cada uma dessas estrelas jovens.
A Terra e outros planetas em nosso sistema solar se formaram a partir do material deixado após a formação do Sol. O estudo de protoestrelas do tipo solar pode assim abrir uma janela ao passado para os astrônomos, e permiti-los de observar condições similares àquelas que levaram à formação de nosso sistema solar há mais de 4,5 bilhões de anos.
Rafael Martín-Doménech e Víctor M. Rivilla, autores líderes de um dos trabalhos, comentaram:
Estamos particularmente empolgados sobre os resultado, porque estas protoestrelas são muito similares ao Sol no começo de sua vida, com os tipos de condições que são muito apropriadas para a formação de planetas do tamanho da Terra.
Ao descobrimos moléculas prebióticas neste estudo, podemos agora ter outra peça do quebra-cabeças da compreensão de como a vida surgiu em nosso planeta.
Niels Ligterink encantado com os resultados do laboratório, disse:
Além de detectar as moléculas, também queremos compreender como elas são formadas. Nossos experimentos de laboratório mostra que o isocianato de metila pode mesmo ser produzido nas partículas de gelo, sob condições muito frias, similares àquelas no espaço interestelar. Isto implica que esta molécula – e assim a base para as ligações peptídeas – é na verdade provável de estar presente em quase todas as estrelas jovens do tipo solar.
Esta pesquisa foi apresentada em dois trabalhos: “First Detection of Methyl Isocyanate (CH3NCO) in a solar-type Protostar” por R. Martín-Doménech et al. e “The ALMA-PILS survey: Detection of CH3NCO toward the low-mass protostar IRAS 16293-2422 and laboratory constraints on its formation“, por N. F. W. Ligterink et al.
Ambos trabalhos aparecerão na mesma edição do Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/09/vida-pode-estar-espalhada-por-todo-o-universo/


quarta-feira, 31 de maio de 2017

NASA lançará em 2018 sonda para alcançar o Sol !

A NASA irá fazer o impossível em 2018, pois tem planos de lançar sua primeira sonda até a atmosfera do Sol. Se a NASA obtiver sucesso com sua missão, ela se tornará a primeira agência espacial no mundo a enviar uma missão desafiadora até esse corpo celeste com calor escaldante.
A agência espacial fará um grande anúncio sobre a missão hoje, 31 de maio, num evento que ocorrerá no Auditório do Centro de Pesquisa William Eckhardt, da Universidade de Chicago, às 11h00, horário local. A televisão e site da NASA transmitirão o evento ao vivo.

Sobre a missão Solar Probe Plus:

A missão é chamada Solar Probe Plus e está agendada para ser lançada no verão (do hemisfério norte) de 2018. A NASA enviará uma sonda que estudará a atmosfera exterior do Sol. Ela fará observações críticas, fornecendo respostas às questões sobre estrelas, como por exemplo, como elas funcionam. Cientistas têm tentado decifrar tais questões por anos.
A Solar Probe Plus, que será a primeira a enfrentar as temperaturas e radiação extremas do Sol, alcançará a órbita dentro de 6,4 milhões de quilômetros da superfície do Sol.
Os dados enviados irão melhorar as previsões de eventos climáticos espaciais, os quais não somente impactam a vida na Terra, mas também os satélites feitos pelo homem, bem como os astronautas no espaço.

O que a NASA diz sobre a Solar Probe Plus:

A temperatura da superfície do Sol é de somente 5.500 graus célsius, porém, a atmosfera acima tem quase dois milhões de graus célsius. A Solar Probe Plus também tentará descobrir o que torna a atmosfera solar tão quente.

A NASA disse:

Colocada em órbita dentro de seis milhões de quilômetros da superfície do Sol, e encarando calor e radiação como nenhuma outra espaçonave na história, a sonda irá explorar a atmosfera exterior do Sol e fará observações críticas que irão responder questões de décadas sobre a física e como as estrelas funcionam.
Os dados resultantes melhorarão as previsões de grandes eventos climáticos espaciais que impactam a Terra, bem como satélites e astronautas no espaço.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/05/31/sonda-para-alcancar-o-sol/

Poeira espacial: - Luz zodiacal é registada sobre o rio Colorado !

Luz Zodiacal
Em algumas épocas do ano, uma faixa vertical de luz brilhante pode ser observada no céu antes do nascer do Sol ou após este se pôr. Trata-se do fenômeno da luz zodiacal, que já foi tema de doutorado de famoso astro do rock.
A luz zodiacal é bastante tênue e pode ser vista o céu ocidental. Ela é criada pela luz solar refletida na poeira existente no plano das órbitas dos planetas, especialmente Júpiter, que cai em direção ao Sol em formato de espiral. Essa poeira tem como origem o impacto de asteroides, cometas e material remanescente da formação do sistema solar.
No hemisfério sul, o melhor período para observar a luz zodiacal é durante a primavera, depois do pôr do sol, quando o céu já está completamente escuro. No hemisfério norte a luz zodiacal pode ser mais bem observada no outono, antes de o Sol nascer.
Nesta cena publicada, registrada pelo astrofotógrafo David Lane, vemos a luz zodiacal acima da chamada "Curva da Ferradura", uma bela formação rochosa formada às margens do rio Colorado, no estado do Arizona.
Além da coluna de luz zodiacal, vemos o céu salpicado de estrelas, incluindo a estrela Sirius, à esquerda, as Plêiades, além de uma grande variedade de nebulosa vermelha, incluindo o loop de Barnard, uma nebulosa de emissão no interior da constelação de Orion, vista no horizonte inferior esquerdo.

Astro do Rock e a Luz Zodiacal

A primeira vez que a luz zodiacal teve sua descrição detalhada foi em 1683, feira pelo matemático e astrônomo italiano Giovanni Domenico Cassini. Posteriormente foi explicada pelo suíço Nicolas Fatio de Duillier, em 1684. Desde então, o fenômeno é sistematicamente estudado e já foi tema de doutorado do guitarrista da banda inglesa Queen, Brian May.
A tese de May foi desenvolvida no Instituto de Astrofísica do Observatório Teide e Izana, na ilha de Tenerife, nas ilhas Canárias e trata basicamente da velocidade radial da poeira observada. O estudo foi publicado em 2006 e se baseia em observações e dados coletados por Brian May nos anos de 1971 e 1972, durante observações em Tenerife.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Poeira_espacial_luz_zodiacal_e_registrada_sobre_o_rio_Colorado&posic=dat_20170522-093551.inc

Planeta Vermelho - Os fluxos sazonais de Valles Marineris !

Valles Marineris: acao do vento na paisagem marciana
Linhagens de declive recorrentes: ação do vento na paisagem marciana. Crédito: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona.
 
Valles Marineris é uma enorme feição geológica que corre ao longo da superfície de Marte, a leste da região de Tharsis. Ali, em algumas épocas do ano, a região sofre com a ação dos ventos, que formam estranhas e belas paisagens marcianas.
Nesta cena, captada pela sonda estadunidense Mars Reconnaissance Orbiter, MRO, vemos o resultado da ação eólica, batizada pelos geólogos espaciais como "linhagens de declive recorrentes", ou RLS, bastante comuns em Valles Marineris.
Nesta região marciana, o RSL ocorre geralmente em encostas viradas a leste, estendendo-se desde o terreno pedregoso, à esquerda da foto, até a superfície mais plana, onda acaba por formar depósitos de poeira.
Diversos pesquisadores que estudam o solo marciano acreditam que a presença de água pode ter alguma participação na formação dos "fans" como são chamados esses depósitos minerais.

Valles Marineris

A região de Valles Marineris recebeu este nome em homenagem à nave Mariner 9, que estudou a feição entre 1971 e 1972.
Toda a extensão de Valles Marineris mede mais de 4 mil km. Tem cerca de 200 km de largura e mais de 7 km de profundidade, o que forma o maior cânion conhecido no Sistema Solar, com a exceção do profundo vale submarino de 16 mil km de extensão que forma a Dorsal meso-atlântica.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Planeta_Vermelho_os_fluxos_sazonais_de_Valles_Marineris&posic=dat_20170517-105052.inc

terça-feira, 9 de maio de 2017

Alaramante - Niveis de oxigénio nos oceanos diminuem desde 1980 !

Mapa global da tendência linear de oxigênio dissolvido a profundidades de 100 metros

Uma nova análise de dados sobre a saúde dos oceanos em todo o mundo revelou que a quantidade de oxigénio dissolvido contida na água - uma medida importante da saúde dos oceanos - tem vindo a diminuir há mais de 20 anos.
Pesquisadores do Georgia Institute of Technology analisaram um conjunto de dados históricos sobre informações oceânicas que remontam a mais de 50 anos e procuraram tendências e padrões de longo prazo. Descobriram que os níveis de oxigénio começaram a cair na década de 1980 quando as temperaturas do oceano começaram a subir.
"O oxigénio nos oceanos tem propriedades dinâmicas e a sua concentração pode mudar com a variabilidade natural do clima", disse Taka Ito, professor associado do Georgia Tech's School of Earth and Atmospheric Sciences, que liderou a pesquisa. "O aspecto importante do nosso resultado é que a taxa de perda global de oxigénio parece estar a exceder o nível de variabilidade aleatória da natureza."
A queda dos níveis de oxigénio na água tem o potencial de afectar o habitat de organismos marinhos em todo o mundo e, nos últimos anos, levou a uma frequência maior de "eventos hipóxidos" que mataram ou deslocaram populações de peixes, caranguejos e muitos outros organismos.
Os pesquisadores têm antecipado há anos que o aumento da temperatura da água afectaria a quantidade de oxigénio nos oceanos, uma vez que a água mais quente é capaz de manter menos gásdissolvido do que a água mais fria. Mas os dados mostraram que o oxigénio do oceano estava a diminuir mais rapidamente do que o correspondente aumento da temperatura da água
"A tendência de queda de oxigênio é cerca de duas a três vezes mais rápida do que o que nós previmos a partir da diminuição da solubilidade associada com o aquecimento do oceano", disse Ito. "Isto é mais provável devido às mudanças na circulação das correntes oceânicas e associada com o aquecimento das águas próximas da superfície e o derretimento do gelo polar."
A maioria do oxigénio no oceano é absorvido pela atmosfera na superfície ou criado pela fotossíntese do fitoplâncton. As correntes oceânicas misturam a água mais oxigenada com a água subterrânea. Mas o aumento da temperatura da água do oceano perto da superfície tornou mais flutuante e mais difícil para as águas superficiais mais quentes, misturarem-se com as águas mais profundas e mais frias. O gelo polar derretido adicionou mais água doce à superfície do oceano - outro factor que dificulta a mistura natural e leva ao aumento da estratificação oceânica.
"Depois de meados dos anos 2000, essa tendência tornou-se aparente, consistente e estatisticamente significativa - além de flutuações ano a ano", disse Ito. "As tendências são particularmente fortes nos trópicos, margens orientais de cada bacia e do Pacífico Norte subpolar".
Num estudo anterior, Ito e outros pesquisadores exploraram por que a depleção de oxigénio foi mais pronunciada em águas tropicais no Oceano Pacífico. Descobriram que a poluição do ar derivado da Ásia Oriental sobre o maior oceano do mundo contribuiu para que os níveis de oxigénio caíssem em águas tropicais a milhares de quilómetros de distância.
Uma vez que as correntes oceânicas carregavam a poluição de ferro e nitrogénio para os trópicos, o fitoplâncton foto sintetizador entrou em excesso, consumindo o excesso de nutrientes. Mas em vez de aumentar o oxigénio, o resultado líquido da reacção em cadeia foi o oxigénio de depleção na água subterrânea.
Isso provavelmente também é um factor que contribui para os níveis em águas de todo o mundo, disse Ito.
O estudo, publicado em abril no Geophysical Research Letters, foi patrocinado pela National Science Foundation e pela National Oceanic and Atmospheric Administration. A equipa incluiu pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, da Universidade de Washington-Seattle e da Universidade de Hokkaido no Japão.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/05/alarme-niveis-de-oxigenio-nos-oceanos.html

Há uma nova fenda gigante na Antártida !

Apesar de o inverno ter chegado à Antárctida, as consequências do aquecimento global não dão sinal de aliviar: há uma nova fenda no segmento Larsen C, na barreira de gelo Larsen, que se abriu a partir de uma fissura já existente.
Os cientistas do Projecto Midas, uma equipa de investigadores do Reino Unido, observaram uma alteração "significante" nas fendas nos últimos dias, contrariando a estabilidade dos últimos meses.
Em dezembro, a fenda tinha aumentado rapidamente, deixando um icebergue preso à plataforma de gelo por apenas 20 quilómetros de gelo; a situação manteve-se sem alterações apenas até ao final do mês de abril.
Quando finalmente este icebergue se desprender - o que estará para breve, admitem os investigadores - a plataforma de gelo diminuirá de tamanho em 10%. O Larsen C, de 350 metros de espessura, está localizado na costa oriental da península antárctica e ajuda a travar o fluxo dos glaciares - rios de gelo - que estão por detrás. O pedaço de gelo que se soltar terá uma extensão equivalente à do território do Algarve, e o seu desprendimento poderá provocar outros no futuro, alertam os cientistas.
Há muitos anos que os investigadores têm observado a fenda no Larsen C, atenção que aumentou após o colapso do Larsen A - o segmento mais pequeno - em 1995 e do Larsen B, que se desintegrou quase totalmente em 2002.
Os cientistas têm monitorizado a evolução da plataforma de gelo através das imagens do satélite Esa Sentinel, mas nos últimos dias, e devido ao inverno na Antárctida, são muitas as dificuldades em acompanhar o alargamento das fendas.
Uma imagem da NASA mostra a fenda no Larsen C

Segundo estimativas dos especialistas, se o gelo retido pela barreira Larsen C chegar ao mar, o nível dos oceanos poderá subir cerca de dez centímetros.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/05/ha-uma-nova-fenda-gigante-na-antarctida.html



sábado, 6 de maio de 2017

NASA descobriu um Sistema Solar similar ao nosso !

De acordo com astrónomos da NASA que pertencem ao Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (SOFIA), um sistema solar recentemente descoberto próximo do nosso, é “extraordinariamente similar”.
A descoberta pode ajudar-nos a entender como a Terra e os demais planetas próximos foram formados.
A constelação Eradinus foi encontrada a 10 anos-luz da Terra e todo o sistema solar desenvolve-se ao redor da estrela Epsilon Eridani, que se parece com o sol que conhecemos, mas um pouco mais ‘jovem’, de acordo com os cientistas.
“Essa estrela hospeda um sistema planetário que actualmente sofre os mesmos processos cataclísmicos que aconteceram ao nosso sistema solar na sua juventude, no momento em que a lua ganhou a maior parte das suas crateras, a Terra adquiriu a água nos seus oceanos e as condições favoráveis para a vida no nosso planeta foram criadas”, escreveu o astrónomo Massimo Morengo, um dos autores do trabalho científico.
Os dados colhidos pelo SOFIA – uma cooperativa entre a NASA e cientistas alemães – utilizam a tecnologia infravermelha. As imagens foram feitas pelo observatório que está localizado num avião e é capaz de tirar fotos detalhadas de estrelas distantes.
De acordo com os astrónomos, foi possível perceber que duas estruturas – um disco interno e outro externo – cercam a estrela Epsilon Eridani, com um espaço que parece ter sido criado por planetas.
“Existe uma lacuna provavelmente criada pelos planetas. Nós ainda não conseguimos detectá-los, mas eu ficaria surpreso se eles não estiverem lá. Vê-los exigirá o uso da instrumentação da próxima geração, talvez o telescópio espacial James Webb da NASA, de 6,5 metros, programado para ser lançado em outubro de 2018”, comentou Marengo.
A ideia dos cientistas do projecto é usar o SOFIA como uma espécie de “máquina do tempo”, a fim de entender não só esse sistema solar parecido com a Terra, mas também a própria origem do nosso próprio planeta e seus vizinhos.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/05/sistema-solar-similar-ao-nosso.html

Tsunami de Raios X atingiu a Galáxia Perseus !

Os cientistas encontraram uma onda de tsunami a escapar do aglomerado da galáxia 'Peseus'

Cientistas descobriram uma vasta onda de tsunami de gás quente no próximo da galáxia 'Perseus'

A onda é cerca de duas vezes o tamanho da nossa galáxia Via Láctea, abrangendo cerca de 200.000 anos-luz. 
Os pesquisadores dizem que a onda gigante formou-se biliões de anos atrás, depois de um pequeno aglomerado de galáxias passar próximo de Perseus o que causou um grande suprimento de gás em torno de um pequeno volume de espaço.
Estas ondas são versões gigantes do que é conhecido como instabilidade de Kelvin-Helmholtz, que aparecem onde quer que haja uma diferença de velocidade através da interface de dois fluidos, como nas formações de nuvens na Terra, por exemplo.
O conjunto de galáxias Perseus tem cerca de 11 milhões de anos-luz de diâmetro e está localizado a cerca de 240 milhões de anos-luz de distância. A maior parte da sua matéria observável toma a forma de um gás penetrante com uma média de dezenas de milhões de graus, tão quente que só brilha em raios-X.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/05/tsunami-de-raios-x-atinge-galaxia.html


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Existe um lago de carbono derretido sob o Super-Vulcão Yellowstone !

 
Um enorme lago de carbono derretido do tamanho do México está espreitando debaixo dos USA

Há um lago de carbono derretido do tamanho do México por baixo de Yellowstone.

Uma descoberta científica recente mudou drasticamente a nossa visão do ciclo global do carbono e identificou um novo risco significativo.
Os pesquisadores descobriram um lago gigante ou reservatório, composto de carbono fundido no oeste dos EUA.
No total, o lago cobre aproximadamente 700.000 milhas quadradas, aproximadamente do tamanho do México, e fica a 217 milhas abaixo do Parque Nacional de Yellowstone - um super vulcão com o poder de uma erupção maciça.
Como uma erupção supervolcânica, este reservatório de carbono fundido - principalmente carbonato - poderia mudar imediatamente o clima global por mais de uma década se fosse liberado. A liberação de apenas 1% do carbono do manto equivaleria a queimar 2,3 trilhões de barris de petróleo. Isto dá alguma perspectiva sobre o quão importante é compreender este sistema de carbono profundo.
Felizmente há pouco risco no futuro próximo deste acontecimento, porque não existe caminho imediato para a superfície.
Qual a razão da existência deste lago de carbonato fundido? 

Este reservatório gigante de carbonato fundido é o resultado da subdução da placa do Pacífico a entrar por baixo da placa norte-americana. À medida que a placa do Pacifico vai entrando, experimenta cada vez mais pressão e temperaturas altas. Isto, combinado com a presença de gases como o CO2 e a água bloqueada na rocha, permite a fusão parcial da placa. Este é um processo semelhante pelo qual as Montanhas Rochosas se formaram no oeste dos EUA.
Felizmente que uma erupção de um vulcão como Yellowstone, segundo os cientistas, há pouco risco de um acontecimento com esta magnitude acontecer à humanidade num futuro próximo.

Fonte: http://news02050.blogspot.pt/2017/05/ha-um-lago-de-carbono-derretido-sob.html


terça-feira, 2 de maio de 2017

Pode ter sido encontrada prova conclusiva de múltiplos universos !

múltiplos universos
Esta nova descoberta desafia nosso atual modelo cosmológico e compreensão do Universo… “isto poderia ser tomado como a primeira evidência de multiversos – e bilhões de outros universos podem existir como o nosso.”

Especialistas encontraram a anomalia chamada de “cold-spot” (mancha-fria), a qual se estende por bilhões de anos, e eles acreditam que poderia ser a causa de uma colisão com outro Universo. A mancha fria foi descoberta na radiação cósmica de microondas de fundo (CMB) que foi deixada para trás pelo Big Bang, a época mais velha na história de nosso Universo – quando elétrons e prótons primeiramente se uniram para formar átomos de hidrogênio eletricamente neutros.
A descoberta da CMB é considerada como uma evidência marco do Big Bang dando origem ao Universo. Mensurações precisas da CMB são críticas para a cosmologia, já que qualquer modelo proposto do Universo deve explicar esta radiação.
Nas últimas duas décadas, esta radiação ‘antiga’ tem sido extensivamente pesquisada pelos pesquisadores no mundo todo. A CMB possui um espectro de corpo negro à temperatura de 2,72548±0.00057 K e, como apontado pela Sociedade Astronômica Real (Reino Unido), ela tem algumas anomalias, inclusive a Mancha Fria.
A característica anômala – aproximadamente 0,00015 mais fria do que seu redor – que anteriormente pensava-se ter sido causada por um enorme vazio, com bilhões de anos-luz de comprimento, contendo relativamente poucas galáxias.
Porém, de acordo com um novo estudo liderado por Ruari Mackenzi e Tom Shanks, do Centro para Astronomia Extragaláctica da Universidade de Durham, publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, a ‘mancha fria’ pode ser evidência de outro universo interagindo com o nosso…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/05/02/prova-conclusiva-de-multiplos-universos/


Estranho arco luminoso visto no Canadá !

Arco Luminoso visto no Canada
O estranho arco luminoso se formou a cerca de 300 km de altitude, segundo os pesquisadores canadenses.

Um grupo de pesquisadores canadenses conseguiu registrar um raro fenômeno atmosférico, semelhante a um grande arco luminoso. O fenômeno ainda está sendo estudado, mas algumas pistas podem explicar como se forma esse raro fenômeno.
O estranho arco luminoso foi registrado nos céus do norte do Canadá, por um grupo de cientistas caçadores de auroras polares. A olho nu o arco era muito tênue e poderia passar facilmente despercebido, mas se revelou um fenômeno atmosférico bastante evidente nas fotos e vídeos feitos no local.
O primeiro a notar o fenômeno foi o físico Eric Donovan, ligado à Universidade de Calgary, que identificou a gigantesca coluna de luz violeta também nas fotos de longa exposição. Inicialmente, a coluna de luz foi definida como um arco de prótons, mas Donovan descartou essa hipótese, já que um fenômeno dessa natureza não poderia ser visível a olho nu.
Para tentar entender como o fenômeno se formou, Donovan e seus colegas utilizaram dados dos sensores de um dos satélites da constelação SWARM, que passava sobre o local no momento em que o arco luminoso foi registrado.
Com base nestes dados, Donovan descobriu que a coluna era formada por uma corrente de plasma em grande velocidade, que fluía nas camadas mais elevadas da atmosfera.
Segundo o pesquisador, os dados do satélite mostraram que a 300 km de altitude na localidade da coluna luminosa a temperatura subiu repentinamente mais de 3 mil graus Celsius, revelando uma espécie de esteira de plasma com cerca de 25 km de largura e velocidade de deslocamento de 10 metros/segundo.
Embora os dados de satélite tenham identificado parte das características físicas da luz violeta, os cientistas ainda não sabem exatamente como a coluna se formou. O que se sabe é que não é um fenômeno similar às auroras polares, já que essas resultam da ionização dos átomos nas altas camadas da atmosfera pelo choque com as partículas solares.

Steve, para os íntimos

Donovan e sua equipe batizaram o novo fenômeno de "Steve", uma referência à animação "Os Sem-Floresta", em que os personagens usam esse nome para se referir a uma criatura que nunca tinham visto antes.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Estranho_arco_luminoso_e_visto_no_Canada&posic=dat_20170502-082253.inc

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Novo estudo mostra que é possivel viajar no tempo !

viagem no tempo é possível
De acordo com o Professor Ben Tippett, viajar através do tempo não está fora do reino das possibilidades.
Desde o “Doutor Who” até “De Volta Para o Futuro“, a viagem no tempo tem sido uma constância nos filmes, livros e programas de TV de ficção científica por anos. Mas seria mesmo possível viajar para o passado?

Tippett, professor de matemática e física da Universidade da Columbia Britânica no Canadá, disse:

As pessoas pensam que a viagem no tempo é ficção. E tendemos a pensar que ela não seja possível, porque não a fazemos. Mas, matematicamente, ela é possível.
Ele diz que a chave está na teoria geral da relatividade de Albert Einstein, a qual declara que objetos estelares massivos, tais como estrelas ou buracos negros, na verdade distorcem tanto o tempo quanto o espaço.
Para mostrar que a viagem no tempo é possível, Tippett criou uma nova fórmula que foca na forma com que estes objetos massivos causam com que o próprio tecido do espaço-tempo se curve. Ele disse:
A direção do tempo da superfície do espaço-tempo também mostra curvaturas. Há evidência mostrando que quanto mais próximos chegarmos de um buraco negro, mais lentamente o tempo se move.
Meu modelo de uma máquina do tempo usa um espaço-tempo curvado – para dobrar o tempo em um círculo para os passageiros, não em uma linha reta. Esse círculo nos leva de volta no tempo.

Contudo, o físico admite que atualmente é impossível colocar isso em prática. Ele disse:

Embora seja matematicamente factível, ainda não é possível construir uma máquina de espaço-tempo, porque precisamos materiais – os quais chamamos de materiais exóticos – para dobrar o espaço-tempo nessas formas possíveis, mas eles ainda têm que ser descobertos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/30/viagem-no-tempo-e-possivel/


Agências espaciais tentarão encontrar vida em lua de Júpiter !

encontrar vida em lua de Júpiter
Irá demorar mais de seis anos para chegar lá. Mas se sinais de vida forem encontrados em Europa, a nova missão Americana-Europeia até a enigmática lua de Júpiter valerá a pena.
Chamada de Joint Europa Mission (Missão Conjunta Europa), a proposta foi apresentada em 24 de abril por Michel Blanc, do Instituto de Pesquisa em Astrofísica e Planetologia da França, na cidade de Toulouse. Na reunião anual da União Europeia em Geociências em Viena, na Áustria, Blanc sugeriu que a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA) unissem forças para planejar e montar uma missão, a qual poderia ser lançada em meados de 2020. Blanc disse:
A ideia toda é que se pensarmos que explorar Europa atrás de vida é importante, isto deveria ser uma aventura internacional. A meta final é a de chegar na superfície e procurar por bioassianturas de vida.
Europa é avaliada como sendo um caldeirão em potencial para a vida, porque acredita-se que um oceano no qual a vida possa evoluir esteja presente abaixo de sua superfície gelada. A descoberta de jatos d’água emergindo de sua superfície em 2013 criou mais empolgação, e isso foi reforçado pela recente descoberta de hidrogênio em jatos similares na lua Encélado de Saturno.
Blanc disse que a Joint Europa Mission teria três elementos principais. O mais importante seria colocar uma sonda na superfície dessa lua por 35 dias, para coletar amostras e fazer triagem do material à procura de traços de vida, tais como biomoléculas e metabólitos.
Enquanto isso, tendo colocado a sonda na superfície, uma sonda orbital despenderia três meses fazendo mensurações de laser, magnéticas e sísmicas, para desvendar mais sobre a básica estrutura do planeta. Ela focaria na composição e espessura do oceano, já reconhecido como sendo salgado e rico em sais de magnésio.
Finalmente, a sonda orbital se chocaria contra a lua, mas agregaria e transmitiria dados sobre a composição da atmosfera tênue de Europa ao descer, identificando gases relacionados à vida, tais como dióxido de carbono e oxigênio.

Unindo forças

Se tudo proceder como esperado, a missão durará seis anos e meio. Levaria quase cinco anos para a nave alcançar Júpiter, com mais manobras necessárias em órbita daquele planeta para finalmente alcançar Europa. Seria necessário considerar dois perigos chave quando projetarem o equipamento: A intensa radiação ao redor de Júpiter e a necessidade de evitar a contaminação de Europa com os organismos clandestinos da Terra.
Blanc disse que a sonda de superfície seria projetada pela NASA, e as duas agências combinariam forças para construírem os outros componentes, usando seus respectivos pontos fortes. A NASA já está trabalhando numa missão até Europa – oficialmente chamada no mês passado de Europa Clipper – mas a sonda não pousará na superfície daquela lua.
Também, a ESA está planejando uma missão até Ganímedes, outra das luas de Júpiter. Mas a proposta revelada esta semana é a primeira a especificamente procurar por vida e colocar uma sonda na superfície…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/05/01/missao-para-encontrar-vida-em-lua-de-jupiter/


domingo, 30 de abril de 2017

Forte terramoto atinge Filipinas, a 26 km de Balangonan !

Forte terremoto atinge Filipinas, a 26 km de Balangonan
De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), um terremoto de 7.2 magnitudes foi registrado nas Filipinas, 26 km a oeste-sudoeste de Balangonan, as 17h23, pelo horário brasileiro (28/04/2017). O forte tremor ocorreu a 10 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 5.50N e 125.12E, indicadas pelo mapa abaixo. Ainda não há informações sobre vítimas.

Devido a forte magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu, este tremor tem potencial significativo de destruição e pode causar sérios danos em construções e até vítimas fatais caso tenha ocorrido próximo a locais populosos.

Um terremoto de 7.2 pontos de magnitude libera a mesma energia que 47 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 946425 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20170428-174021.inc

Descoberto artigo escrito por Winston Churchill sobre a possibilidade de vida extraterrestre !

Ensaio de Churchill sobre alienígenas é descoberto.
O estudo inédito estava no acervo do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos.
No estudo, Churchill defende a existência de vida extraterrestre 
(Walter Stoneman/Hulton Archive/Getty Images)

Um artigo escrito por Winston Churchill sobre a possibilidade de vida extraterrestre foi descoberto recentemente e analisado pelo astrofísico Mario Livio, cientista do Space Telescope Science Institute (STScI, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, e autor de livros de divulgação científica. O especialista divulgou o achado nesta quarta-feira, na revista científica Nature.
Com o título “Estamos sozinhos no Universo?”, o estudo de 11 páginas foi escrito em 1939, data próxima ao início da II Guerra Mundial. Nele, o primeiro-ministro britânico taxa como “enorme” as chances de haver planetas com condições de receber vida e ironiza a situação política da época. “Não estou impressionado o bastante pelo sucesso de nossa civilização para pensar que somos o único lugar neste imenso universo que contém criaturas vivas e pensantes”, escreveu. Até hoje, o texto permaneceu desconhecido, já que ainda não havia sido publicado ou avaliado por acadêmicos.
O ensaio foi encontrado pelo novo diretor do Museu Nacional de Churchill dos Estados Unidos, em Fulton, no estado de Missouri, em maio de 2016. Ele estava na coleção doada pela esposa de Emery Reves, editor e amigo do ex-primeiro-ministro, nos anos 80. Em seguida, o diretor o entregou a Mario Livio para análise.
A suspeita é que ele foi escrito para o extinto jornal britânico News of the World, em 1939. Churchill costumava publicar textos de ciência popular para revistas e jornais. Nas décadas de 1920 e 1930, ele já havia produzido artigos famosos sobre evolução e células.
Mas não se sabe o porquê de “Estamos sozinhos no Universo?” nunca ter sido publicado. Churchill chegou até a revisar o artigo e fazer algumas mudanças em 1950. Uma delas foi o título, que originalmente era “Estamos sozinhos no Espaço?”.

Winston Churchill

O primeiro-ministro britânico é conhecido por conduzir os Aliados à vitória na II Guerra Mundial. No entanto, o seu papel para o avanço da ciência também merece destaque. Ele foi um dos primeiros líderes a priorizar o assunto e investir em tecnologia.
Mario Livio destaca a importância de um político que priorizava a área, citando o cenário americano atual. O presidente americano, Donald Trump entrou em diversas discussões com a comunidade científica assim que foi eleito. “Em um momento em que muitos dos políticos de hoje esquivam-se da ciência, é comovente recordar-se de um líder que se engajava nela tão profundamente”, escreveu.
No estudo, Churchill demonstra um alto conhecimento da ciência moderna. Mais de meio século antes da descoberta de planetas fora do sistema solar, ele considerava problemas semelhantes aos debatidos pela astrobiologia (ciência que estuda a origem e evolução da vida no universo) hoje em dia. O político descreveu ainda a importância da água e da temperatura para a existência de vida.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

sábado, 29 de abril de 2017

Terremoto de 6,8 graus registado em frente à costa filipina !

Terremoto de 6,8 graus é registrado em frente à costa filipina
O tremor ocorreu a pouca profundidade em frente ao litoral da região de Mindanau (sul), 700 km ao sudeste de Manila, informou o USGS - AFP/Arquivos
 
Um terremoto de 6,8 graus de magnitude foi detectado neste sábado (horário local) em frente às costas das Filipinas, anunciou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que não registrou vítimas nem danos. 

O tremor ocorreu a pouca profundidade em frente ao litoral da região de Mindanau (sul), 700 km ao sudeste de Manila, informou o USGS. 

As Filipinas estão situadas no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica formada por placas tectônicas e vulcões.

Em outubro de 2013, um sismo de 7,1 graus de magnitude deixou 220 mortos nas ilhas do centro do arquipél

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.pt/search?updated-max=2017-04-29T09:58:00-03:00&max-results=25

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Imagem de radar mostra detalhes da falha de San Andreas !

Falha de San Andreas vista pelo instrumento UAVSAR, a bordo da aeronave Gulfstream III da Nasa. A cena mostra o reservatório de Crystal Springs, assentado entre as placas tectônicas do Pacífico e América do Norte.
Falha de San Andreas vista pelo instrumento UAVSAR, a bordo da aeronave Gulfstream III da Nasa. A cena mostra o reservatório de Crystal Springs, assentado entre as placas tectônicas do Pacífico e América do Norte.
 
A crosta terrestre é uma coleção de placas individuais repletas de rachaduras que vagam sem rumo há milhões de anos. Sobre elas estão assentadas todas as cidades, árvores, cadeias de montanhas, rios e oceanos, que junto com elas também estão à deriva. Constantemente essas placas se tocam, se afastam ou mergulham uma abaixo da outra, produzindo violentos terremotos que chacoalham as cidades que repousam sobre elas. 
A costa oeste dos EUA, especialmente a Califórnia, é um dos lugares com a maior atividade sísmica do planeta. É ali que se encontra a conhecida falha de San Andreas, uma gigantesca rachadura visível de 1300 km de extensão que marca os limites entre as duas maiores placas tectônicas do planeta: a placa norte-americana e a placa do Pacífico.
Apesar de não perceptível aos nossos olhos, naquela região a placa norte-americana desliza 14 mm por ano em sentido sudeste enquanto a placa do Pacífico se desloca em sentido oposto a 5 mm por ano. Vez por outra a resistência entre elas aumenta e a energia do movimento se acumula até ser repentinamente liberada. Esse deslizamento entre as placas causa grande instabilidade em todo o Estado da Califórnia e foi a causa do violento terremoto que abalou a cidade de São Francisco em 1906.
A imagem vista acima retrata claramente as consequências desse movimento. A cena mostra uma parte da falha de San Andreas a oeste da Baía de San Francisco, onde a represa de Crystal Springs armazena milhões de litros de água em uma das rachaduras entre as duas placas tectônicas. Um levantamento feito em 2008 mostrou a existência de mais de 300 falhas em todo o Estado da Califórnia.
A cena também mostra a rodovia interestadual I280, no lado esquerdo da falha e a Rota 91, que cruza desde o topo direito até o centro esquerdo da foto. A Baía de San Francisco é vista no topo direito da cena.
A imagem foi capturada através do radar de abertura sintética UAVSAR a bordo da aeronave Gulfstream III da Nasa, em novembro de 2008. A campanha de sensoriamento tem o objetivo de mapear a mesma região repetidamente com o objetivo de criar uma coleção de mapas em três dimensões do local sobrevoado. Com as imagens os cientistas pretendem visualizar micro deformações topográficas de apenas 3 centímetros, o que pode indicar os pontos da superfície em que as placas estão se tocando.

O Grande Abalo

De acordo com o Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, USGS, o Estado da Califórnia tem mais de 99% de chances de ser atingido, nos próximos 30 anos, por um grande terremoto superior a 6.7 graus 46% de possibilidades para a ocorrência de um poderoso abalo de 7.5 graus, que os habitantes chamam de "Big One", capaz de sacudir a cidade de Los Angeles com graves consequências. No entender de especialistas, um abalo de grande intensidade poderá causar a separação da Califórnia do resto do continente americano.

Fonte: http://www.apolo11.com/imagens_de_satelite.php?titulo=Imagem_de_radar_mostra_detalhes_da_falha_de_San_Andreas&posic=dat_20090623-094903.inc





quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assistente do director da NASA diz que a humanidade está à beira da descoberta de vida extraterrestre !

Humanidade está à beira da descoberta de vida extraterrestre, comunicou perante Congresso estadunidense o assistente do diretor da NASAA Humanidade está à beira da descoberta de vida extraterrestre, comunicou perante Congresso estadunidense o assistente do diretor da NASA, Thomas Zurbuchen. Ele ressaltou:

Graças à atividade ativa em uma grande quantidade de ciências, direcionadas à busca de vida extraterrestre, nós estamos à beira de uma das mais fundamentais descobertas da história.
Zurbuchen enumerou os últimos êxitos da NASA, incluindo a descoberta do sistema TRAPPIST-1, que possui três planetas potencialmente habitáveis.
O assistente do diretor da agência norte-americana frisou também as descobertas realizadas com a sonda Cassini quanto à possível existência de hidrogênio nos oceanos abaixo das camadas de gelo tanto no satélite de Júpiter, Europa, como no satélite de Saturno, Encélado.

Zurbuchen acrescentou:

Apesar de ainda não termos encontrado marcas de vida em outros lugares, nossos pesquisadores progridem significativamente com astrobiólogos participando em um grande numero de missões da NASA.
Segundo ele, a agência NASA apoia ativamente as pesquisas que visam desvendar o surgimento e desenvolvimento da vida na Terra, quais condições possibilitam a presença de vida no Universo e qual potencialidade de existência da mesma fora do nosso planeta.
Com toda esta atividade relacionada à procura por vida… estamos à beira de uma das mais profundas descobertas já feitas

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/27/humanidade-esta-a-beira-da-descoberta-de-vida-extraterrestre/




Cientistas estão a estudar anomalia iisteriosa no Brasil chamada Triângulo das Bermudas no Espaço !

Durante décadas, a área que se estende desde a costa da Flórida, Bermudas e Porto Rico, e comumente conhecida como o Triângulo das Bermudas, foi a causa do desaparecimento de centenas de aviões, navios, desaparecimentos misteriosos, mau funcionamento de dispositivos eletrônicos e outros fenômenos que não têm explicação. Independentemente de saber se os fenômenos são de natureza paranormal, até à data ninguém foi capaz de dar uma explicação racional para tudo o que acontece nesta pequena área do nosso planeta.
E embora o Triângulo das Bermudas é o mais conhecido, há outras áreas do mundo onde existem fenômenos semelhantes. O que muitos não sabem é que uma misteriosa região do espaço, localizada logo acima do Brasil, onde os satélites meteorológicos e telecomunicações e da Estação Espacial Internacional param de trabalhar de uma forma sistemática, isto é, sofrem uma avaria. Nesta área misteriosa também astronautas relataram o avistamento de estranhas luzes intermitentes que aparecem diante de seus olhos. Embora a região é conhecida como a "South Atlantic Anomaly", alguns cientistas têm apelidado de "o Triângulo das Bermudas no Espaço" e agora os investigadores estão realizando novos estudos sobre esta área e o território através de novos dados científicos.
"As Anomalias do Atlântico Sul"
 
O 25 de setembro de 2010, um satélite da Vigilância Espacial da Força Aérea (com telescópio) foi lançado para o espaço. A missão custou cerca de US $ 833 milhões, foi para monitorar as anomalias magnéticas gravitacionais e perturbações atmosféricas que afetam o seu homólogo terrestre. Seu telescópio de 30 cm seria suficiente para ajudar a controlar os satélites mais distantes e milhares de pedaços de lixo espacial. A missão onde era para durar 60 dias, mas depois ele foi se vangloriar pelo menos 5 anos e meio.
Logo após o lançamento, o satélite tinha passado sobre o Atlântico Sul, mas na zona anômala chamado de "o Triângulo das Bermudas no espaço", tudo começou a dar errado. Os sensores do satélite parecia vacilar e eletrônica embarcada parecia indiferente. De repente o satélite parou de funcionar e não poderia cumprir o propósito para o qual foi concebido.
Após inúmeras missões espaciais que deram errado por causa do espaço do Triângulo das Bermudas, os cientistas foram forçados a projetar naves espaciais para se protegerem de um verdadeiro mistério especial.
"Muitos especialistas têm tentado justificar este problema na área que sopra no Brasil" - disse o professor da Universidade Old Dominion, Francis Badavi. "Mas a realidade é que nenhum técnico ou aeroespacial foi capaz de explicar essa anomalia"

A origem do Triângulo das Bermudas do Espaço

A anomalia foi descoberta em 1958 pelo físico James Van Allen, durante a realização de um estudo de cinturões de radiação espacial em nome delll'University de Iowa. Van Allen foi surpreendido pela anomalia no espaço, graças ao Sputnik satélite da União Soviética. Quando os satélites foram chegando ao longo dos níveis do cinturão de radiação Atlântico Sul, eram falhas registradas que iam muito além de qualquer coisa possível.
Os cientistas soviéticos acreditavam que o dispositivo de gravação de dados a bordo do Sputnik estava com defeito. Mas Van Allen estava convencido de que o dispositivo teve um bom desempenho e que as anomalias na radiação naquele momento era completamente inexplicável, mas realmente existiu.
Uma nova explicação científica
 
E, embora muitos especialistas continuam intrigados com esta anomalia, uma equipe de cientistas do Instituto Nacional de Astrofísica, em Bolonha (Itália) tem re-analisadas as informações fornecidas pelo bepposax.
A equipe de cientistas italianos foi capaz de estimar melhor os limites do Triângulo das Bermudas do Espaço, analisando e re-analisando os dados de um satélite chamado bepposax precisamente. Eles descobriram que os níveis de radiação na parte inferior do triângulo das Bermudas da camada do espaço foram muito inferiores nas camadas superiores, e que a anomalia foi de fato derivada deste fenômeno. que significa que dentro de cem anos, mais ou menos em torno de 2114 a anomalia se concentrará em algum lugar perto da costa da Namíbia Todos os anos este incomuns movimentos e agora viajam a cerca de 34 km para a África.
 

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Estação espacial capta imagens de objectos misteriosos acima da Terra que estão a deixar osientistas confusos !

O astronauta Thomas Pesquet da ESA capturou uma série de estranhos objetos em movimento sobre a Terra enquanto orbitava nosso planeta acima da Califórnia a bordo da Estação Espacial Internacional em 17 de abril de 2017.O fato de que as luzes não estão caindo, o que indica que elas são ativamente controladas.

Será que Pesquet apenas filmou UFOs voando sobre o nosso planeta?

O vídeo filmado por Pesquet foi inicialmente destinado a gravar uma tempestade elétrica perto do horizonte, logo acima do oeste dos EUA.
Em 25 quadros por segundo de vídeo, os flashes na atmosfera produzida pelos raios são perfeitamente apreciáveis ​​a partir do complexo orbital. A vista é além fascinante.
No entanto, momentos mais tarde o vídeo registra a presença vertiginosa de dois objetos movendo-se em alta velocidade acima da Terra. A ESA Space Debris Bureau confirmou mais tarde que "eles são consistentes com objetos intactos, e eram mais prováveis ​​satélites em operação".
No entanto, os cientistas não conseguiram confirmar quais satélites - se fossem satélites - foram capturados no vídeo.
Conforme observado pelo spcae.com, "ESA Space Debris Office determinou que os objetos não são  lixo espacial, porque" o brilho dos objetos no vídeo é consistente com os objetos intactos ", disseram as autoridades. E provavelmente também não são meteoros, disse Detlef Koschny, cientista do escritório da ESA, que estuda objetos próximos à Terra.
“O  fato de que as luzes não estão caindo, o que indica que eles são controlados ativamente”, oficial de comunicações da ESA Daniel Scuka disse space.com em um email.
Além disso, os especialistas revelaram que os objetos não eram, provavelmente, meteoros. Koschny explicou ainda que um meteoro brilhante, viajando na atmosfera geralmente dura um segundo ou menos. Objetos maiores podem permanecer visíveis por 2 a 3 segundos.
No entanto, o vídeo filmado por Pesquet foi capturado em 25 quadros por segundo, o que significa que os objetos são brilhantes para várias dezenas de segundos.
Além disso, Koschny observa que a altitude dos objetos de mistério não se encaixa na característica de um meteoro.
Koschny acrescentou que "a altitude típica de um meteoro é de 80 a 110 quilômetros [50 a 68 milhas]. Isto corresponde à altura do brilho do ar, que é curvado visível acima da terra como uma faixa brilhante, "
Curiosamente, esses objetos são mais altos, pelo menos 300 km [186 milhas]. Os meteoros não seriam visíveis a essa altura.

Então, a ISS filmou 'Satélites', mas eles não têm ideia de quais satélites?

Bem, isso soa tranquilizador.

A Estação Espacial Internacional conseguiu filmar - com suas câmeras HD a bordo - objetos mistériosos que foram interpretados por milhões de pessoas em todo o mundo como evidência de visitas alienígenas.
Nos últimos 12 meses, o número de vídeos enviados para redes sociais, supostamente mostrando UFOs entrando e saindo da atmosfera da Terra aumentou como nunca antes.
Enquanto alguns desses objetos certamente são apenas detritos espaciais, ou mau funcionamento da câmera, há alguns que permanecem inexplicáveis.
Claro, há aquela pequena coisa com a NASA desligando seu feed ao vivo quase sempre que um OVNI aparece no campo de visão.

Coincidência? Eu acho que não!

Enquanto isso, aqui está um dos vídeos mais fascinantes 'UFOs' capturados pela NASA.
Detritos espaciais? satélites? Satélites de espionagem? Ou gás de pântano refletido fora de Vênus?

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

 

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Forte terramoto sacode Chile, a 35 km de Valparaiso !

Forte terremoto sacode Chile, a 35 km de Valparaiso
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 6.7 pontos de magnitude foi registrado hile, 35 km a oeste de Valparaiso as 18h38 pelo horário de Brasília (24/04/2017). O violento abalo teve seu epicentro estimado a 33 km de profundidade, sob as coordenadas 33.S e 2.W 1. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.

Um terremoto de 6.7 pontos de magnitude libera a mesma energia que 8 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 168300 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Chile_a_35_km_de_Valparaiso&posic=dat_20170424-185021.inc

Sonda interplanetária Cassini inicia a sua jornada final !

Concepção artística mostra a nave Espacial Cassini entre Saturno e seus aneis. Crédito: NAS/JPL.
Concepção artística mostra a nave Espacial Cassini entre Saturno e seus aneis. Crédito: NAS/JPL.

Após 20 anos estudando Saturno e suas luas, a sonda interplanetária Cassini penetrou nesta quarta-feira no vão existente entre o topo da atmosfera do planeta e seus anéis, marcando o início dos procedimentos que farão a nave se chocar contra a atmosfera do gigante gasoso.
O choque da sonda contra a atmosfera de Saturno está previsto para acontecer no dia 15 de setembro de 2017 e será mostrado ao vivo pelo Apolo11, que retransmite as imagens da NASA. Enquanto isso não acontece, Cassini está orbitando no vão entre os anéis e o planeta, a uma distância mais próxima em que uma nave jamais esteve.
Até o Gran Finale, a nave fará diversas orbitas ao redor de Saturno. Em alguns momentos a sonda contornará a borda interna dos anéis, em outros, praticamente raspará a bordas da atmosfera superior. O objetivo dessas aproximações será coletar o máximo possível sobre a composição do material que compõe as os anéis e também o topo da atmosfera do planeta.
Além destas análises, a sonda fará mapas detalhados da gravidade de Saturno e de seus campos magnéticos, o que permitirá aos cientistas compreenderem como o planeta é estruturado internamente e talvez entender como o planeta gira tão rápido.

Tempo Real

As imagens finais feitas pela Cassini serão enviadas à Terra várias horas antes do mergulho final, mas os dados científicos dos diversos instrumentos serão enviados tempo real até que o contato seja perdido.
Embora seja sempre triste o fim de uma missão, o mergulho derradeiro da Cassini será verdadeiramente espetacular, já que marcará uma das viagens interplanetárias cientificamente mais ricas em nosso sistema solar. Desde que foi lançada, em 1997, até seu Grande Finale, a missão Cassini-Huygens acumulou, provavelmente, a mais notável lista de descobertas já feitas por uma nave espacial.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Adeus_Cassini._Sonda_interplanetaria_inicia_sua_jornada_final&posic=dat_20170426-092521.inc

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