sábado, 29 de abril de 2017

Terremoto de 6,8 graus registado em frente à costa filipina !

Terremoto de 6,8 graus é registrado em frente à costa filipina
O tremor ocorreu a pouca profundidade em frente ao litoral da região de Mindanau (sul), 700 km ao sudeste de Manila, informou o USGS - AFP/Arquivos
 
Um terremoto de 6,8 graus de magnitude foi detectado neste sábado (horário local) em frente às costas das Filipinas, anunciou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que não registrou vítimas nem danos. 

O tremor ocorreu a pouca profundidade em frente ao litoral da região de Mindanau (sul), 700 km ao sudeste de Manila, informou o USGS. 

As Filipinas estão situadas no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica formada por placas tectônicas e vulcões.

Em outubro de 2013, um sismo de 7,1 graus de magnitude deixou 220 mortos nas ilhas do centro do arquipél

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.pt/search?updated-max=2017-04-29T09:58:00-03:00&max-results=25

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Imagem de radar mostra detalhes da falha de San Andreas !

Falha de San Andreas vista pelo instrumento UAVSAR, a bordo da aeronave Gulfstream III da Nasa. A cena mostra o reservatório de Crystal Springs, assentado entre as placas tectônicas do Pacífico e América do Norte.
Falha de San Andreas vista pelo instrumento UAVSAR, a bordo da aeronave Gulfstream III da Nasa. A cena mostra o reservatório de Crystal Springs, assentado entre as placas tectônicas do Pacífico e América do Norte.
 
A crosta terrestre é uma coleção de placas individuais repletas de rachaduras que vagam sem rumo há milhões de anos. Sobre elas estão assentadas todas as cidades, árvores, cadeias de montanhas, rios e oceanos, que junto com elas também estão à deriva. Constantemente essas placas se tocam, se afastam ou mergulham uma abaixo da outra, produzindo violentos terremotos que chacoalham as cidades que repousam sobre elas. 
A costa oeste dos EUA, especialmente a Califórnia, é um dos lugares com a maior atividade sísmica do planeta. É ali que se encontra a conhecida falha de San Andreas, uma gigantesca rachadura visível de 1300 km de extensão que marca os limites entre as duas maiores placas tectônicas do planeta: a placa norte-americana e a placa do Pacífico.
Apesar de não perceptível aos nossos olhos, naquela região a placa norte-americana desliza 14 mm por ano em sentido sudeste enquanto a placa do Pacífico se desloca em sentido oposto a 5 mm por ano. Vez por outra a resistência entre elas aumenta e a energia do movimento se acumula até ser repentinamente liberada. Esse deslizamento entre as placas causa grande instabilidade em todo o Estado da Califórnia e foi a causa do violento terremoto que abalou a cidade de São Francisco em 1906.
A imagem vista acima retrata claramente as consequências desse movimento. A cena mostra uma parte da falha de San Andreas a oeste da Baía de San Francisco, onde a represa de Crystal Springs armazena milhões de litros de água em uma das rachaduras entre as duas placas tectônicas. Um levantamento feito em 2008 mostrou a existência de mais de 300 falhas em todo o Estado da Califórnia.
A cena também mostra a rodovia interestadual I280, no lado esquerdo da falha e a Rota 91, que cruza desde o topo direito até o centro esquerdo da foto. A Baía de San Francisco é vista no topo direito da cena.
A imagem foi capturada através do radar de abertura sintética UAVSAR a bordo da aeronave Gulfstream III da Nasa, em novembro de 2008. A campanha de sensoriamento tem o objetivo de mapear a mesma região repetidamente com o objetivo de criar uma coleção de mapas em três dimensões do local sobrevoado. Com as imagens os cientistas pretendem visualizar micro deformações topográficas de apenas 3 centímetros, o que pode indicar os pontos da superfície em que as placas estão se tocando.

O Grande Abalo

De acordo com o Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, USGS, o Estado da Califórnia tem mais de 99% de chances de ser atingido, nos próximos 30 anos, por um grande terremoto superior a 6.7 graus 46% de possibilidades para a ocorrência de um poderoso abalo de 7.5 graus, que os habitantes chamam de "Big One", capaz de sacudir a cidade de Los Angeles com graves consequências. No entender de especialistas, um abalo de grande intensidade poderá causar a separação da Califórnia do resto do continente americano.

Fonte: http://www.apolo11.com/imagens_de_satelite.php?titulo=Imagem_de_radar_mostra_detalhes_da_falha_de_San_Andreas&posic=dat_20090623-094903.inc





quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assistente do director da NASA diz que a humanidade está à beira da descoberta de vida extraterrestre !

Humanidade está à beira da descoberta de vida extraterrestre, comunicou perante Congresso estadunidense o assistente do diretor da NASAA Humanidade está à beira da descoberta de vida extraterrestre, comunicou perante Congresso estadunidense o assistente do diretor da NASA, Thomas Zurbuchen. Ele ressaltou:

Graças à atividade ativa em uma grande quantidade de ciências, direcionadas à busca de vida extraterrestre, nós estamos à beira de uma das mais fundamentais descobertas da história.
Zurbuchen enumerou os últimos êxitos da NASA, incluindo a descoberta do sistema TRAPPIST-1, que possui três planetas potencialmente habitáveis.
O assistente do diretor da agência norte-americana frisou também as descobertas realizadas com a sonda Cassini quanto à possível existência de hidrogênio nos oceanos abaixo das camadas de gelo tanto no satélite de Júpiter, Europa, como no satélite de Saturno, Encélado.

Zurbuchen acrescentou:

Apesar de ainda não termos encontrado marcas de vida em outros lugares, nossos pesquisadores progridem significativamente com astrobiólogos participando em um grande numero de missões da NASA.
Segundo ele, a agência NASA apoia ativamente as pesquisas que visam desvendar o surgimento e desenvolvimento da vida na Terra, quais condições possibilitam a presença de vida no Universo e qual potencialidade de existência da mesma fora do nosso planeta.
Com toda esta atividade relacionada à procura por vida… estamos à beira de uma das mais profundas descobertas já feitas

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/27/humanidade-esta-a-beira-da-descoberta-de-vida-extraterrestre/




Cientistas estão a estudar anomalia iisteriosa no Brasil chamada Triângulo das Bermudas no Espaço !

Durante décadas, a área que se estende desde a costa da Flórida, Bermudas e Porto Rico, e comumente conhecida como o Triângulo das Bermudas, foi a causa do desaparecimento de centenas de aviões, navios, desaparecimentos misteriosos, mau funcionamento de dispositivos eletrônicos e outros fenômenos que não têm explicação. Independentemente de saber se os fenômenos são de natureza paranormal, até à data ninguém foi capaz de dar uma explicação racional para tudo o que acontece nesta pequena área do nosso planeta.
E embora o Triângulo das Bermudas é o mais conhecido, há outras áreas do mundo onde existem fenômenos semelhantes. O que muitos não sabem é que uma misteriosa região do espaço, localizada logo acima do Brasil, onde os satélites meteorológicos e telecomunicações e da Estação Espacial Internacional param de trabalhar de uma forma sistemática, isto é, sofrem uma avaria. Nesta área misteriosa também astronautas relataram o avistamento de estranhas luzes intermitentes que aparecem diante de seus olhos. Embora a região é conhecida como a "South Atlantic Anomaly", alguns cientistas têm apelidado de "o Triângulo das Bermudas no Espaço" e agora os investigadores estão realizando novos estudos sobre esta área e o território através de novos dados científicos.
"As Anomalias do Atlântico Sul"
 
O 25 de setembro de 2010, um satélite da Vigilância Espacial da Força Aérea (com telescópio) foi lançado para o espaço. A missão custou cerca de US $ 833 milhões, foi para monitorar as anomalias magnéticas gravitacionais e perturbações atmosféricas que afetam o seu homólogo terrestre. Seu telescópio de 30 cm seria suficiente para ajudar a controlar os satélites mais distantes e milhares de pedaços de lixo espacial. A missão onde era para durar 60 dias, mas depois ele foi se vangloriar pelo menos 5 anos e meio.
Logo após o lançamento, o satélite tinha passado sobre o Atlântico Sul, mas na zona anômala chamado de "o Triângulo das Bermudas no espaço", tudo começou a dar errado. Os sensores do satélite parecia vacilar e eletrônica embarcada parecia indiferente. De repente o satélite parou de funcionar e não poderia cumprir o propósito para o qual foi concebido.
Após inúmeras missões espaciais que deram errado por causa do espaço do Triângulo das Bermudas, os cientistas foram forçados a projetar naves espaciais para se protegerem de um verdadeiro mistério especial.
"Muitos especialistas têm tentado justificar este problema na área que sopra no Brasil" - disse o professor da Universidade Old Dominion, Francis Badavi. "Mas a realidade é que nenhum técnico ou aeroespacial foi capaz de explicar essa anomalia"

A origem do Triângulo das Bermudas do Espaço

A anomalia foi descoberta em 1958 pelo físico James Van Allen, durante a realização de um estudo de cinturões de radiação espacial em nome delll'University de Iowa. Van Allen foi surpreendido pela anomalia no espaço, graças ao Sputnik satélite da União Soviética. Quando os satélites foram chegando ao longo dos níveis do cinturão de radiação Atlântico Sul, eram falhas registradas que iam muito além de qualquer coisa possível.
Os cientistas soviéticos acreditavam que o dispositivo de gravação de dados a bordo do Sputnik estava com defeito. Mas Van Allen estava convencido de que o dispositivo teve um bom desempenho e que as anomalias na radiação naquele momento era completamente inexplicável, mas realmente existiu.
Uma nova explicação científica
 
E, embora muitos especialistas continuam intrigados com esta anomalia, uma equipe de cientistas do Instituto Nacional de Astrofísica, em Bolonha (Itália) tem re-analisadas as informações fornecidas pelo bepposax.
A equipe de cientistas italianos foi capaz de estimar melhor os limites do Triângulo das Bermudas do Espaço, analisando e re-analisando os dados de um satélite chamado bepposax precisamente. Eles descobriram que os níveis de radiação na parte inferior do triângulo das Bermudas da camada do espaço foram muito inferiores nas camadas superiores, e que a anomalia foi de fato derivada deste fenômeno. que significa que dentro de cem anos, mais ou menos em torno de 2114 a anomalia se concentrará em algum lugar perto da costa da Namíbia Todos os anos este incomuns movimentos e agora viajam a cerca de 34 km para a África.
 

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

Estação espacial capta imagens de objectos misteriosos acima da Terra que estão a deixar osientistas confusos !

O astronauta Thomas Pesquet da ESA capturou uma série de estranhos objetos em movimento sobre a Terra enquanto orbitava nosso planeta acima da Califórnia a bordo da Estação Espacial Internacional em 17 de abril de 2017.O fato de que as luzes não estão caindo, o que indica que elas são ativamente controladas.

Será que Pesquet apenas filmou UFOs voando sobre o nosso planeta?

O vídeo filmado por Pesquet foi inicialmente destinado a gravar uma tempestade elétrica perto do horizonte, logo acima do oeste dos EUA.
Em 25 quadros por segundo de vídeo, os flashes na atmosfera produzida pelos raios são perfeitamente apreciáveis ​​a partir do complexo orbital. A vista é além fascinante.
No entanto, momentos mais tarde o vídeo registra a presença vertiginosa de dois objetos movendo-se em alta velocidade acima da Terra. A ESA Space Debris Bureau confirmou mais tarde que "eles são consistentes com objetos intactos, e eram mais prováveis ​​satélites em operação".
No entanto, os cientistas não conseguiram confirmar quais satélites - se fossem satélites - foram capturados no vídeo.
Conforme observado pelo spcae.com, "ESA Space Debris Office determinou que os objetos não são  lixo espacial, porque" o brilho dos objetos no vídeo é consistente com os objetos intactos ", disseram as autoridades. E provavelmente também não são meteoros, disse Detlef Koschny, cientista do escritório da ESA, que estuda objetos próximos à Terra.
“O  fato de que as luzes não estão caindo, o que indica que eles são controlados ativamente”, oficial de comunicações da ESA Daniel Scuka disse space.com em um email.
Além disso, os especialistas revelaram que os objetos não eram, provavelmente, meteoros. Koschny explicou ainda que um meteoro brilhante, viajando na atmosfera geralmente dura um segundo ou menos. Objetos maiores podem permanecer visíveis por 2 a 3 segundos.
No entanto, o vídeo filmado por Pesquet foi capturado em 25 quadros por segundo, o que significa que os objetos são brilhantes para várias dezenas de segundos.
Além disso, Koschny observa que a altitude dos objetos de mistério não se encaixa na característica de um meteoro.
Koschny acrescentou que "a altitude típica de um meteoro é de 80 a 110 quilômetros [50 a 68 milhas]. Isto corresponde à altura do brilho do ar, que é curvado visível acima da terra como uma faixa brilhante, "
Curiosamente, esses objetos são mais altos, pelo menos 300 km [186 milhas]. Os meteoros não seriam visíveis a essa altura.

Então, a ISS filmou 'Satélites', mas eles não têm ideia de quais satélites?

Bem, isso soa tranquilizador.

A Estação Espacial Internacional conseguiu filmar - com suas câmeras HD a bordo - objetos mistériosos que foram interpretados por milhões de pessoas em todo o mundo como evidência de visitas alienígenas.
Nos últimos 12 meses, o número de vídeos enviados para redes sociais, supostamente mostrando UFOs entrando e saindo da atmosfera da Terra aumentou como nunca antes.
Enquanto alguns desses objetos certamente são apenas detritos espaciais, ou mau funcionamento da câmera, há alguns que permanecem inexplicáveis.
Claro, há aquela pequena coisa com a NASA desligando seu feed ao vivo quase sempre que um OVNI aparece no campo de visão.

Coincidência? Eu acho que não!

Enquanto isso, aqui está um dos vídeos mais fascinantes 'UFOs' capturados pela NASA.
Detritos espaciais? satélites? Satélites de espionagem? Ou gás de pântano refletido fora de Vênus?

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

 

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Forte terramoto sacode Chile, a 35 km de Valparaiso !

Forte terremoto sacode Chile, a 35 km de Valparaiso
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 6.7 pontos de magnitude foi registrado hile, 35 km a oeste de Valparaiso as 18h38 pelo horário de Brasília (24/04/2017). O violento abalo teve seu epicentro estimado a 33 km de profundidade, sob as coordenadas 33.S e 2.W 1. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície. Quando acontecem no oceano, eventos dessa intensidade e profundidade podem provocar a formação e alertas de tsunamis.

Um terremoto de 6.7 pontos de magnitude libera a mesma energia que 8 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 168300 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Chile_a_35_km_de_Valparaiso&posic=dat_20170424-185021.inc

Sonda interplanetária Cassini inicia a sua jornada final !

Concepção artística mostra a nave Espacial Cassini entre Saturno e seus aneis. Crédito: NAS/JPL.
Concepção artística mostra a nave Espacial Cassini entre Saturno e seus aneis. Crédito: NAS/JPL.

Após 20 anos estudando Saturno e suas luas, a sonda interplanetária Cassini penetrou nesta quarta-feira no vão existente entre o topo da atmosfera do planeta e seus anéis, marcando o início dos procedimentos que farão a nave se chocar contra a atmosfera do gigante gasoso.
O choque da sonda contra a atmosfera de Saturno está previsto para acontecer no dia 15 de setembro de 2017 e será mostrado ao vivo pelo Apolo11, que retransmite as imagens da NASA. Enquanto isso não acontece, Cassini está orbitando no vão entre os anéis e o planeta, a uma distância mais próxima em que uma nave jamais esteve.
Até o Gran Finale, a nave fará diversas orbitas ao redor de Saturno. Em alguns momentos a sonda contornará a borda interna dos anéis, em outros, praticamente raspará a bordas da atmosfera superior. O objetivo dessas aproximações será coletar o máximo possível sobre a composição do material que compõe as os anéis e também o topo da atmosfera do planeta.
Além destas análises, a sonda fará mapas detalhados da gravidade de Saturno e de seus campos magnéticos, o que permitirá aos cientistas compreenderem como o planeta é estruturado internamente e talvez entender como o planeta gira tão rápido.

Tempo Real

As imagens finais feitas pela Cassini serão enviadas à Terra várias horas antes do mergulho final, mas os dados científicos dos diversos instrumentos serão enviados tempo real até que o contato seja perdido.
Embora seja sempre triste o fim de uma missão, o mergulho derradeiro da Cassini será verdadeiramente espetacular, já que marcará uma das viagens interplanetárias cientificamente mais ricas em nosso sistema solar. Desde que foi lançada, em 1997, até seu Grande Finale, a missão Cassini-Huygens acumulou, provavelmente, a mais notável lista de descobertas já feitas por uma nave espacial.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Adeus_Cassini._Sonda_interplanetaria_inicia_sua_jornada_final&posic=dat_20170426-092521.inc

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Descoberta Super-Terra onde pode haver vida para lá do Sistema Solar !

Há um exoplaneta muito semelhante à Terra a orbitar uma estrela na sua zona de habitabilidade a 40 anos-luz de nós. Pode conter vida. Um português esteve envolvido na descoberta.
Foi descoberto um exoplaneta rochoso que orbita uma estrela anã vermelha na sua zona de habitabilidade, podendo estar sujeito a níveis de radiação que permitem a existem de água em estado líquido à superfície. Este planeta, a menos de 40 anos-luz de distância, é uma “excelente candidata” para a procura de sinais de vida, explica a equipa do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço responsável pela descoberta. O português, Nuno Cardoso Santos, é astrofísico da Universidade do Porto e fez parte da equipa internacional.
LHS 1140b, o exoplaneta encontrado a orbitar a estrela LHS 1140, foi detetado pelo observatório MEarth5 através do método dos trânsitos, que mede a diminuição da luz que nos chega de uma estrela à passagem de outro corpo celeste. Quanto maior for a diminuição dessa luz, maior será o diâmetro desse corpo celeste e mais fácil será entender se é um exoplaneta ou não. Juntando este dado a outros recolhidos através do método das velocidades radiais, os cientistas conseguiram calcular a densidade de LHS 1140b e descobrir que é uma super-Terra: é maior que o nosso planeta, mas as suas características físicas serão semelhantes. Sabe-se que o planeta tem um diâmetro de quase 18 mil quilómetros (cerca de 1,4 vezes o da Terra) e uma massa 6,6 vezes maior do que a do nosso planeta. A sua densidade é superior à da Terra, o que sugere que tenha também um núcleo de Ferro.
LHS 1140b orbita a sua estrela dez vezes mais próximo que a Terra orbita o Sol. Um ano neste exoplaneta correspondem a apenas 25 dias na Terra. Esta proximidade não representa, no entanto, um impedimento à vida na superfície do planeta: a anã vermelha é mais fria e mais pequena que o Sol, por isso LHS 1140b só recebe cerca de metade da energia que a Terra recebe da nossa estrela. Se estivesse mais longe e houvesse água à superfície, ela congelaria; mas se estivesse mais perto, ela evaporaria. A esta distância, a água que possa existir à superfície pode permanecer em estado líquido e permitir o desenvolvimento de vida no planeta.
Essa água pode ser testemunho de um longo processo geológico em LHS 1140b: dados científicos indicam que pode ter havido um oceano de magma na superfície do planeta há milhões de anos que libertou vapor de água para a atmosfera. Essa água pode ter passado ao estado líquido depois do planeta arrefecer, tornando-o potencialmente habitável. Todo este processo deve ter começado há pelo menos 5 mil milhões de anos, a idade estimada do planeta. Informações mais precisas podem ser recolhidas quando o Telescópio Espacial Hubble começar as observações ao planeta e descobrir a quantidade de radiação que atinge o LHS 1140b.

Fonte: http://observador.pt/2017/04/19/descoberta-super-terra-onde-pode-haver-vida-para-la-do-sistema-solar/

terça-feira, 18 de abril de 2017

Meteoro rompeu a atmosfera e sacodiu casas no nordeste da Austrália !

Uma grande bola de fogo foi observada na madrugada de domingo no sul do estado de Queensland e de acordo com relatos provocou um enorme boom sônico que sacudiu casas em diversas localidades. Câmeras vigilância registraram a passagem
Vídeo mostra o Meteoro de 17 de abril seguindo rumo à Great Dividing Range, na costa de Queensland.

De acordo com Madeline Wilkins, moradora de Toowoomba, 132 km a oeste de Brisbane, a passagem do meteoro ocorreu no final da tarde e foi extremamente brilhante e barulhenta. "Parecia um trovão muito alto e prolongado. Alguns segundos depois restou uma enorme trilha de fumaça no céu", disse.
Meteoro na Australia
Meteoro de 17 de abril, na Austrália.

Muitos moradores da porção sul de Queensland reportaram que suas casas tremeram durante a passagem o bólido e que a sensação era de que o chão ia rachar.
Possível trajetória do Meteorito de 17 de abril, na Austrália.
Possível trajetória do Meteorito de 17 de abril, na Austrália

No parque turístico Queen Mary Falls, situado 100 km a sudoeste de Brisbane, a sensação da passagem da rocha foi a mesma, com muitas testemunhas afirmando que o bólido produziu um som muito alto, semelhante a um longo trovão.
 
Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Meteoro_rompe_a_atmosfera_e_sacode_casas_no_nordeste_da_Australia&posic=dat_20170417-102726.inc

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Conferência de imprensa da NASA indica que pode haver vida fora da Terra

Pode haver vida fora da Terra
Cientistas mostram maquete de Encélado ejetando água de fissuras em sua superfície. Crédito: NASA

NASA indica que pode haver vida em nosso sistema solar, fora da Terra.

Todas as coisas necessárias para suportar a vida foram encontradas em uma das luas que orbita Saturno.
Encélado possui químicos que, quando encontrados na Terra, tendem a indicar a presença de vida, sugerindo que deva haver organismos vivos sob sua crosta de gelo.
Os cientistas têm por muito tempo desconfiado que Encélado seja um dos principais candidatos para vida em nosso sistema solar, principalmente porque se trata de um corpo planetário com um oceano de crosta congelada que cobre toda sua superfície. Mas uma nova pesquisa daquela lua mostra que existe uma fonte de energia química capaz de suportar a vida.
A nova descoberta veio da sonda Cassinni, que voou através da coluna de água que tem sido ejetada da superfície de Encélado. Quando o fez, a sonda registrou leituras de água e as enviou de volta para a Terra para maiores estudos.
O estudo descobriu evidências de hidrogênio molecular naqueles jatos de vapor e partículas, vindo da própria lua. O hidrogênio molecular (H2) poderia somente ter vindo de reações entre a rocha quente e a água abaixo da crosta de gelo, dizem os pesquisadores.
O que os cientista acham que ocorre abaixo da crosta gelada de Encélado. Crédito: NASA

Na Terra, o mesmo processo fornece energia para ecosistemas inteiros de vida encontradas nas chaminés termais.
O hidrogênio serve especialmente como um bom alimento, e algumas das formas de vida na Terra o usam como combustível. O tipo de vida que pode viver em Encélado provavelmente comeria o hidrogênio e então liberaria metano – que também foi encontrado sendo ejetado daquela lua.
Vida ao lado de chaminés hidrotermais nas profundezas de oceanos na Terra.

Maiores análises descobriram que as amostras que Cassini capturou possuem não somente grandes quantidade de hidrogênio molecular, mas também dióxido de carbono. Juntos, estes dois ingredientes são críticos para um processo conhecido como metanogenesis – uma reação que sustenta micróbios em ambientes submarinos escuros, bem como ocorre na Terra.
Os cientistas acham que três ingredientes são necessários para a vida num planeta: água, moléculas orgânicas e uma fonte de energia. Os primeiros dois foram detectados em Encélado antes, mas a nova descoberta significa que todos os três componentes chave estão lá, com a adição de uma fonte de combustível para manter aquele vida viva.

Lewis Dartnell, um astrobiólogo da Universidade de Leicester disse:

Sabemos agora que não há somente um ambiente úmido e morno – agora percebemos que há alimento para a vida. Há um combustível para um ecosistema em Encélado.
Esse ecosistema não foi detectado diretamente, mas as novas descobertas sugerem que todas as peças estão no lugar para que ele prospere.

Caitriona Jackman, da Universidade de Southampton disse:

É isto que é muito importante aqui: este hidrogênio molecular é uma observação direta de um processo energético que é potencialmente capaz de alimentar a vida.
Um cientista chamou a nova pesquisa de “um importante avanço na avaliação da habitabilidade de Encélado”. Enquanto observava que muito trabalho ainda precisa ser feito para compreendermos a constituição geológica daquela lua, a nova pesquisa ajuda a “coagir a possibilidade de vida em outros lugares de nosso sistema solar”, escreveu o geoquímico Jeffrey Seewald numa avaliação da pesquisa.
O trabalho mostra que a humanidade deveria enviar uma missão especificamente até Encélado para caçar por sinais de vida, disse o pesquisador.
O Professor Jacksman, que trabalhou na missão Cassini, chamou as descobertas de “resultados tentadores” e pediu o estabelecimento de mais pesquisas sobre a lua gelada.

O Professor Dartnell disse que há “algumas descobertas realmente profundas nos esperando”.

A conferência de imprensa da NASA também mencionou sobre as observações que o Telescópio Espacial Hubble fez da lua Europa, de Júpiter, a qual apresenta características similares a Encélado, no que diz respeito aos jatos d’água sendo expulsos para fora da crosta de gelo. Embora não foram feitas mensurações nesses jatos de água, suspeita-se que os mesmos compostos poderão ser encontrados nessa outra lua, que fica ainda mais próxima da Terra do que Encélado.
Observação de jatos d’água em Europa, feita pelo Telescópio Espacial Hubble. Crédito : NASA

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/13/nasa-pode-haver-vida-fora-da-terra/






A real razão porque nunca retornamos à Lua !

A expedição da NASA até a superfície da Lua, em 1968, foi vista como o desenvolvimento científico mais extraordinário daquela época.
A tecnologia que a NASA e outras organizações espaciais por todo o mundo agora têm ao seu dispor é consideravelmente muito mais avançada do que a usada nas missões Apolo. Isto levou algumas pessoas a questionarem o porquê da NASA e outras agências não terem retornado à Lua, após tanto tempo.
Embora a explicação oficial seja a de que cientistas, engenheiros e astronautas estão atualmente trabalhando em tempo integral com outros estágios da exploração espacial – uma visita a Marte – muitas pessoas acreditam que o potencial completo da Lua ainda não foi totalmente examinado. Ainda há muito que os cientistas não sabem sobre o nosso misterioso satélite natural. Além disso, a Lua tem muito potencial ainda inexplorado. Ela poderia ser utilizada para estabelecer a primeira colônia da Terra no espaço, e sua estrutura é composta de um número de minerais valiosos que poderiam ser minados e colocados em uso aqui na Terra.
nunca retornamos à Lua
Algumas pessoas especularam que a NASA está cautelosa para retornar à superfície da Lua por alguma razão banal. Outros acreditam que a razão para a timidez da NASA em explorar a superfície lunar é clara: ela é habitada por alienígenas.
Estas teorias têm, de certo modo, sido apoiadas devido àasdeclarações de ex-astronautas que foram até a Lua. Por exemplo, o Dr. Edgar Mitchell, um astronauta que andou na superfície lunar durante a missão Apolo 14, disse:
Após viajar no espaço, estou complemente confiante de que alienígenas estão nos observando. Não sei quantos, de onde e como o fazem, mas estão nos observando. Vemos estas naves o tempo todo.
Um outro famoso astronauta, Edwin Dugene Aldrin Jr., conhecido como Buzz Aldrin, o segundo homem a andar na superfície lunar, também sugeriu que poderia haver vida na Lua. Quando estava na missão Apolo 11, Aldrin disse ter viso uma luz se movendo junto à cápsula espacial. Ele disse que não há uma explicação adequada para este fenômeno, e pensou que isto poderia ser apropriadamente descrito como um Objeto Voador Não Identificado.
Tudo isto nos faz levantar a questão: Por que a presença de vida alienígena manteria a NASA longe da superfície da Lua? Seria porque talvez eles infringiram território alienígena? Ou estariam eles secretamente investigando a atividade alienígena na superfície da lua e mantendo isto em segredo do público em geral?

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/14/pq-nunca-retornamos-a-lua/


Cientista revela ao mundo uma descoberta surpreendente para a Humanidade !

A Lei do desdobramento de tempo começa a ser conhecido a nível científico. 

Físico, J. P. Garnier acho que esse conhecimento é tão importante, ele deve ser conhecido a toda a humanidade, especialmente neste momento como um ciclo termina, e depende de nós que essa mudança de ciclo seja positiva ou negativa. 

Jean Pierre, nos diz que somos responsáveis pelo nosso futuro, nossos pensamentos criam a nossa realidade e ao nosso redor. 

Um dos nosso pensamento se torna um fato, seja aqui ou em outras partes do mundo, por isso é tão importante controlar nossos pensamentos. Se quisermos ter um bom futuro, devemos ter bons pensamentos. 

Se alguém quiser obter mais informações Deixo os livros que escreveu: 

Jean Pierre Garnier Malet é o autor de: "Estas verdades ocultas", "Duas vezes como ele funciona" e "mudar o seu futuro por aberturas temporárias".

Fonte: http://portugalmisterioso.blogspot.pt/

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Ecosistema oculto na Terra reforça probabilidade de vida por todo o Universo !

Ecosistema oculto na Terra
Esta amostra poderá ser a chave da descoberta (oficial) de extraterrestres (UTRECT University)


Cientistas acreditam que os primeiros seres vivos na Terra poderiam ter sobrevivido nas profundezas do planeta.
Um estudo descobriu material orgânico no lugar mais profundo do planeta, na Fossa das Marianas, num vulcão subaquático.
O geo microbiólogo, Matthew Schrenk, revelou que os micróbios mostram como a vida poderia existir em alguns dos ambientes mais profundos na galáxia. Ele disse:
Penso que o questão principal deste trabalho é como isto tem o potencial para colocar a vida em alguns dos ambientes mais profundos do planeta.
Se você olhar para os limites de profundidade da biosfera, isto poderia estendê-los ainda mais.
O material fornece evidência de que a vida pode sobreviver nos ambientes mais extremos, apoiando a questão da vida em outros planetas.

O pesquisador Oliver Plumper, que trabalhou no estudo, disse:

Esta é outra pista de uma biosfera maior e mais profunda no nosso planeta.
Poderia ser enorme ou pequena, mas definitivamente há algo acontecendo que ainda não compreendemos…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/13/ecosistema-oculto-na-terra/


Bolas de fogo continuam caindo com frequência ! Agora em San Diego - EUA !

San Diego meteoro
Assustada ela perguntou às 112 pessoas que estavam assistindo seu vídeo: “Você viram isso?”


Centenas de pessoas testemunharam uma bola de fogo brilhante cruzando o céu do sul da Califórnia, nos EUA, na segunda-feira à noite (10/4). Uma moradora da cidade de San Diego, Dale Demi, foi uma delas – e tanto o meteoro, quanto sua reação de choque, foram capturadas em vídeo.

Dale estava transmitindo um vídeo no YouNow ao vivo, em seu quintal, batendo um papo causal com dezenas de seguidores, quando o inesperado aconteceu: um grande brilho no céu.

O vídeo de sua reação repercutiu nas redes sociais, pois seus seguidores certamente viram o enorme clarão, e eles não foram os únicos que viram.

A Sociedade Americana de Meteoros recebeu 420 relatos sobre o evento visto em San Diego, por volta das 21h00 da segunda-feira. Testemunhas de Los Angeles, Arizona, Nevada e Novo México também reportaram ter visto a bola de fogo.

E se você acha que estas ocorrências estão ficando mais frequentes, embora os especialistas digam que não, parece que sim. Não se pode contestar o fato delas estarem sendo informadas com maior frequência nos últimos dois anos.

Ou isto sempre ocorreu mas só agora a imprensa pegou gosto para reportar a queda de meteoros, ou realmente está havendo uma incidência maior deles nesses últimos anos.

Veja o vídeo:

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/12/caindo-com-frequencia-agora-em-san-diego/

Descoberto alinhamento geológico possivelmente artificial na superfície de Marte !

Um alinhamento geológico fascinante foi descoberto em Marte: Olympus Mons, Povonis Mons, Arsia Mons e Ascreaus Mons formam um triângulo quase que perfeito na superfície marciana.
Um pesquisador de OVNIs revela características na superfície de Marte: Há uma formação geológica, possivelmente artificial, na superfície do planeta vermelho.
Estes vulcões estão localizados na região Tharsis de Marte, e colectivamente são conhecidos como os Montes Tharsis. Eles formam o assim chamado ‘triângulo quadrângulo’.
Curiosamente, os três Montes Tharsis (Povonis Mons, Arsia Mons e Ascreaus Mons) estão espaçados de forma uniforme, a aproximadamente 700 km um do outro, numa linha orientada sudoeste-nordeste. Este alinhamento é improvável de ser coincidente.
Além disso, vários centros vulcânicos menores dos Montes Tharsis estão na extensão da linha. Os três vulcões (mais notavelmente o Arsia Mons) também tem características e fissuras que entraram em colapso, das quais erupções foram emitidas, cruzando-as ao longo da mesma tendência nordeste-sudoeste. A linha claramente representam uma importante característica estrutural do planeta, mas sua origem é incerta.
O Sr. Camacho – que publica no site mundodesconocido.es – explica no vídeo sua longa investigação sobre as características peculiares de Marte e os importantes elementos geológicos na superfície do planeta vermelho que, de acordo com ele, são um dos melhores exemplos de que há mais em Marte do que contaram para nós.
Na verdade, Camacho argumenta em seu vídeo do YouTube (abaixo) que o Olympus Mons – a maior montanha do sistema solar – e três outras montanhas de Marte foram colocadas nas suas posições atuais artificialmente, e poderiam ser o resultado de uma civilização marciana avançada que habitou aquele planeta no passado distante.
Camacho mostra uma fascinante conexão entre Olympus Mons (Monte Olímpio) e três outras características geológicas em Marte, as quais ele argumenta estarem perfeitamente alinhadas.
Além disso, Camacho argumenta que a Agência Espacial dos Estados Unidos (NASA) está ciente destes fatos, porque enviou algumas das missões marcianas para superfície, em áreas onde estas confluências hiperdimensionais ocorrem.
Porém, Camacho argumenta que, além do incrível alinhamento de Olympus Mons, Pavonis Mons, Arsia Mons, e Ascraeus Mons, há outra importante característica na superfície do planeta vermelho que merece a atenção: Alba Mons.
Ele diz que se você traçar um alinha do Olympus Mons em direção a Alba Mons, descobriremos outra complexa conexão.
Parece que a distância entre Olympus Mons, Alba Mons e Ascraeus Mons é praticamente idêntica, e forma outro fascinante triângulo, com ângulos quase idênticos. Além disso, Camacho revela que a distância entre as três montanhas mencionadas acima é de aproximadamente 1.700 quilômetros.
Curiosamente, os vulcões dos Montes Tharsis — Pavonis Mons, Arsia Mons, e Ascraeus Mons— estão dispostos na linha do equador, ao longo da crista de um planalto chamado de região Tharsis. Esta região tem milhares de quilômetros de extensão, e uma média de quase 10 km acima da elevação média do planeta. O Olympus Mons é a maior montanha no sistema solar, localizado a 1.200 km ao noroeste dos Montes Tharsis, na beirada da região Tharsis.


Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/10/alinhamento-geologico-em-marte/




Cientistas dizem que Planeta recém descoberto é perfeito para a vida !

trappist
Um novo modelo sugere que o exoplaneta recém descoberto, Trappist-1e, pode ser perfeito para a vida, pois ele tem água no estado líquido em sua superfície e é provável de ser o único habitável no sistema estelar de sete planetas. Trappist-1e está localizado entre um deserto borbulhante e uma gigantesca bola de neve. Entre os sete planetas descobertos, Trappist-1e tem chances de ser habitável pela vida humana, devido ao seu modelo climático.
Os cientistas descobriram sete planetas que orbitam próximos de sua estrela, TRAPPIST-1, em fevereiro. Desde então os pesquisadores têm estado aprendendo mais sobre aqueles mundos alienígenas e seus climas em potencial. Eric Wolf, um pesquisador da Universidade do Colorado (EUA), modelou três dos planetas ao redor de TRAPPIST-1 e testou os diferentes potenciais das atmosferas.
A meta foi a de calcular se qualquer água no estado líquido poderia existir em um dos planetas. Eric e sua equipe descobriram que somente um dos planetas seria potencialmente habitável e capaz de manter água no estado líquido.
Ao redor de TRAPPIST-1 Eric havia investigado os planetas d, e, e f, que ficam a aproximadamente 39 anos-luz da Terra. Parece que o planeta d orbita um pouco perto demais da estrela, e ele teria uma atmosfera espessa de vapor d’água que esquenta o planeta e mais tarde ferve o resto da água.
Enquanto observava o planeta f, Eric descobriu que ele ficava muito longe da estrela, tornando-o numa bola de neve. Isto congelaria qualquer água na superfície e não há combinações de gases na atmosfera do planeta para mantê-lo aquecido.
O único planeta habitável no sistema TRAPPIST-1 poderia ser Trappist-1e (planeta e). Este é o planeta que tem uma chance real, tendo temperatura e clima similares aos da Terra.
Os pesquisadores continuam a observar o planeta para descobrir mais sobre suas condições climáticas e atmosfera.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/08/planeta-perfeito-para-vida/


Cientistas descobrem atmosfera ao redor de planeta similar à Terra, que pode abrigar vida !

planeta similar à Terra
Alienígena: Acredita-se que o planeta, GJ 1132b, tenha água, e possa abrigar vida. (GETTY)
Um planeta similar à Terra, que está orbitando uma estrela de baixa luminosidade a 39 anos-luz de distância, tem uma atmosfera nebulosa, o que pode indicar que ele seja um mundo aquático, dizem cientistas. E esse planeta, chamado de GJ 1132b, pode ter uma atmosfera quente, perfeita para abrigar a vida.
Ele foi descoberto em 2015, mas esta é a primeira vez que os astrônomos foram capazes de detectar uma atmosfera ao redor de um pequeno planeta rochoso.
Antes disso, eles eram somente capazes de detectar atmosferas em planetas gasosos gigantes, os quais provavelmente não abrigam a vida.
Agora, uma nova geração de telescópios super potentes está tornado a procura por vida fora do nosso sistema solar muito mais provável de obter sucesso.
O planeta, que é uma “super-Terra”, foi observado ao passar na frente de uma estrela anã vermelha, bloqueando parte de luz dessa estrela.

O Dr. John Southworth, que liderou a equipe da Universidade de Keele, no Reino Unido, disse:

A detecção de uma atmosfera ao redor da super-Terra GJ 1132b marca a primeira vez que uma atmosfera foi detectada ao redor de um planeta similar à Terra, fora a própria Terra. 

Com esta pesquisa, demos o primeiro passo para tentar estudar a atmosfera de planetas menores, similares à Terra.
Simulamos uma gama de possíveis atmosferas para este planeta, descobrindo que aqueles ricos em água e/ou metano explicariam as observações do GJ 1132b.
O planeta é significativamente mais quente e um pouco maior do que a Terra, assim uma possibilidade é a de que seja um ‘mundo aquático’ com uma atmosfera de vapor.
Ao mensurar a pequena diminuição no brilho da estrela, os astrônomos foram capazes de avaliar que o planeta tinha 1,4 vezes o tamanho da Terra. Eles também descobriram que em uma banda de comprimento de luz, o planeta parecia levemente maior. Isto poderia ser explicado pela atmosfera que seria opaca para alguns comprimentos de onda, mas transparente para outros.
Agora os cientistas esperam analisar a composição química da atmosfera do exoplaneta, para procurar por sinais de vida.
Os cientistas também esperam descobrir novos sistemas planetários como o nosso para encontrarem vida alienígena.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/07/exoplaneta-similar-a-terra-pode-conter-vida/


Destroços de um misterioso planeta orbitando Marte !

De acordo com cientistas, destroços de um mundo misterioso que ‘desapareceu’ de nosso sistema solar há bilhões de anos, foram encontrados orbitando Marte.
Há muitos asteroides orbitando o Planeta Vermelho, comumente referido como “troianos”, e agora os cientistas dizem que estes misteriosos objetos podem ter pertencido a um mundo antigo que fazia parte de nosso sistema solar.
De acordo com uma nova análise, os objetos que orbitam Marte são todos feitos da mesma composição, o que indica que eles fraturaram de um planeta num passado distante, no que teria sido uma enorme colisão.
Até agora, os cientistas descobriram 9 troianos de Marte – o maior deles medindo 2 km em diâmetro, enquanto os outros oito variam entre 500 metros e 1, 3 quilômetros em diâmetro.
Imagem ilustrativa.

Os asteroides troianos não são uma coisa nova em nosso sistema solar. Na verdade, os astrônomos dizem que estes objetos têm estado presentes desde o começo de nosso sistema solar, quando os planetas, luas, cometas e asteroides eram distribuídos de forma totalmente diferente.

Na verdade, há entre 6.000 e 6.500 troianos nas órbitas de Júpiter e Netuno.

Marte tem nove deles, e o primeiro, descoberto há 35 anos, é chamado de Eureca. Este objeto é o maior de todos os nove troianos que orbitam Marte.
Para compreender os troianos que orbitam Marte, um grupo internacional de astrônomos usaram o Telescópio Muito Grande no Chile, para obterem características destalhadas da família troiana de Marte.
Os especialistas descobriram que os asteroides que circulam Marte são todos feitos do mesmo material, já que o espectro da luz solar que eles refletem é similar.
Contudo, os cientistas descobriram curiosos detalhes. De acordo com ele, cada um dos satélites tem uma composição misteriosa comparada com outros objetos em nosso sistema solar. Todos os objetos são compostos de olivina – um mineral que existe em materiais maiores quando são expostos a pressões e temperaturas extremamente altas.

Os especialistas apontam:

“Muitas outras famílias existem no Cinturão de Asteroides entre Marte e Júpiter, e mesmo entre os troianos de Júpiter, mas nenhuma delas é constituída de tais asteroides dominados por olivina”.
É por isto que os cientistas acreditam que os troianos de Marte foram uma vez parte do manto de um mini planeta.
Acredita-se que mini planetas têm uma crosta desenvolvida, um manto e um núcleo, mas foram destruídos no passado, devido a colisões cataclísmicas.
Investigadores liderados pelo Dr. Apostolos Christou e o Dr. Galin Borisov, do Observatório e Planetário Armagh, na Irlanda do Norte, firmemente acreditam que esta é uma evidência clara de que estas rochas são os destroços de um planeta perdido há muito tempo em nosso sistema solar.
Além disso, o Dr. Christou revelou que um mundo da antiguidade poderia até mesmo ter grandemente impactado nossa própria civilização na Terra:
Nossas descobertas sugerem que tais materiais participaram na formação de Marte e talvez de seu vizinho planetário, nossa própria Terra

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/05/destrocos-de-um-misterioso-planeta-estao-orbitando-marte/


Experimento prova a existência de universos paralelos !

Em 1997, o físico Rainer Plaga escreveu um trabalho sugerindo um experimento para provar que universos paralelos existem. O experimento nunca foi feito. Marshall Barnes agora executou seus próprios testes específicos em Grandview Heights, estado de Ohio (EUA), para conseguir o mesmo incrível feito.
Os experimentos a laser do engenheiro de pesquisa e desenvolvimento, Marshall Barnes, para testar versões diferentes da assim chamada retrocasualidade, estão provando a existência de universos paralelos que podem ser contatados. Os resultados são consistentes com dois diferentes, porém relacionados experimentos. Não somente isto, mas Marshal estende a interpretação de muitos mundos em direto relacionamento com o modelo participativo de universo de John A. Wheeler, e despreza todas as interpretações do comportamento de partículas a nível quântico, que resulta em retrocasualidade como sendo o resultado do fato destas partículas ‘saberem’ o que estão fazendo. Ao invés disso, Marshall argumenta que é o universo ou ‘omniverso’ que está por detrás dos resultados observados como parte da função participativa que Wheeler havia postulado.
No experimento de Marshall, vários pulsos de laser foram disparados em direção a um espelho translúcido, agindo como um separador de facho, enviando o facho refletido em direção à uma área de detecção na parede ao lado, e o facho que continua, chamado de facho de transmissão, encontra as pás de um ventilador. O ventilador age como um obturador de alta velocidade, bloqueando alguns dos pulsos e permitindo que outros continuem, atingindo a parede de trás. Uma câmera de vídeo de um notebook captura toda a ação, tornando possível ver os resultados, quadro a quadro. Porém, há vezes que nenhum laser está ligado e claramente um ponto de laser é visto na parede do lado, como se ele tivesse refletindo lá.
universos paralelos
Ponto de laser pode ser visto à direita, sem que o sistema esteja ligado.

De acordo com um artigo da MSNBC de 2006, escrito por Alan Boyle, a física da viagem no tempo parece ser mais estranha do que a ficção científica. O físico Brian Greene, descreveu exatamente o cenário de viagem no tempo que o experimento de Marshall exibe.
A casualidade pode ser mudada, enviando o universo para diferentes bifurcações na estrada. Você poderia ir de volta e atirar no seu pai, criando um universo onde você nunca nasceu. Mas isto não seria o mesmo universo de onde você veio. Você somente seria um visitante alienígena de uma diferente realidade, vivendo um cenário que é chamado de a “interpretação de muitos mundos”.
Um artigo de 1995 para a revista New Scientist, Talking to the World Next Door (Conversando com o Mundo ao Lado), pelo físico John Gribbin, discute um plano proposto pelo astrofísico alemão Rainer Plaga para detectar um universo paralelo, uma meta diretamente relacionada aos experimentos de sucesso de Marshall.
Plaga sugere um experimento no qual… se o fóton for detectado, um pulso de laser seria automaticamente disparado num íon dentro de uma armadilha magnética. Isto irá excitar o íon a um estado energético. Assim, um pesquisador que encontrar um íon excitado, embora nenhum fóton tenha sido detectado, saberá que isto é devido ao fato do facho de laser ter sido disparado no mundo ao lado.

Marshal explica:

The forma similar, um pulso de laser que não seja refletido pelo espelho translúcido e mal consegue passar pelo ventilador, sofre a clássica mudança ‘qual caminho’, atingindo a área de detecção da parede para os fachos refletidos. Este ato significa que o universo se dividiu, com o ponto de laser na parede do novo universo quando não há fonte de laser para isto. Com todo o caso em vídeo, isto está confirmado.
É dito que o teste de Plaga significaria que a transferência de energia é possível entre mundos paralelos, porque não há violação da conservação de energia, que permanece conservada para todo o universo e não é requerido para ramos únicos paralelos. O experimento filmado de Marshall mostra uma clara indicação de energia transferindo de um mundo paralelo, como a proposta de Plaga, que passaria a informação exatamente suficiente entre os dois mundos, para confirmar sua existência paralela e nada mais.
De acordo com um artigo de 2016 no MSNBC, escrito por Boyle, uma tentativa pelo físico John G. Cramer para “ligar um interruptor que teria um efeito, não somente nos fótons que estão indo através de um complicado jogo de lasers e espelhos, mas também em fótons emaranhados que passaram através do jogo de lasers a aproximadamente 50 microsegundos mais cedo”, fracassaram de provar que seria possível enviar mensagens para o passado através da passagem quântica não local.
Mas, de acordo com Boyle, “conceitualmente, os efeitos seriam um pouco como enviar Marty McFly de volta no tempo para assegurar que sua mãe casasse com seu pai no filme ‘De Volta ao Futuro’. Marshall imediatamente viu similaridades:
Isso é tão similar à porção do meu trabalho, o qual declara: ‘No meu teste, o ponto de laser aparece do nada, tendo passado por um túnel a partir do passado, mas para o futuro onde ele atinge a parede, como se ele tivesse sido parte do reflexo do facho inicial, mas o filme prova que ele não foi. Esse passado é claro, contudo… o presente que segue tem um novo passado, porque o laser não apareceu, mas sabemos que o original ainda está preservado no universo original onde o fóton não apareceu do nada.
Fazendo minha pesquisa para o Paradox Lost, meu relatório especial de 2013 para membros selecionados do Congresso, a respeito da viagem no tempo, reconciliei o último aspecto que ninguém ainda havia lidado – como a viagem no tempo para o passado num universo paralelo é possível, quando você não esteve por lá a princípio. Casando o modelo de universo participativo de Wheeler para a teoria de muitos mundos, fez com que tudo funcionasse perfeitamente, e meus testes Rachel and Emily RetroWorldality provam isto. É assim que a realidade funciona, realmente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/05/universos-paralelos/


Telescópio espacial Hubble registra auroras no planeta Urano !

Auroras polares em Urano, registradas pela sonda Voyager 2 e telescópio Espacial Hubble
Auroras polares em Urano, registradas pela sonda Voyager 2 e telescópio Espacial Hubble.

Urano é o sétimo planeta do Sistema Solar e a exemplo de seus companheiros de jornada, com exceção de Mercúrio, também produz belas auroras. Além disso, as cenas divulgadas revelam o fascinante conjunto de anéis deste belo planeta gasoso, praticamente inexplorado.

As cenas, divulgadas pela NASA, são uma composição de registros feitos pela nave interplanetária Voyager 2 em 1986 e uma série de frames de ultravioleta capturados pelo instrumento STIS (Space Telescope Imaging Spectrograph) a bordo do telescópio espacial Hubble, entre 2012 e 2014.

As imagens do Hubble foram feitas a pedido do Observatório de Paris, com o objetivo de estudar as auroras formadas em Urano após uma série de ondas de choques interplanetários provocados por duas poderosas rajadas de ventos solares que atingiram diretamente o planeta.

Como normalmente as auroras se formam sobre as regiões polares, a primeira surpresa foi a redescoberta do polo planetário de Urano, que desde sua descoberta pela Voyager em 1986 esteve "perdido" devido à ausência de referências.

Além disso, é possível observar o magnífico conjunto de anéis girando ao redor do equador de Urano, praticamente deitado em 90 graus em relação ao plano da orbita.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Telescopio_espacial_Hubble_registra_auroras_no_planeta_Urano&posic=dat_20170413-100625.inc

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Super telescópio que irá analisar vida alienígena em exoplanetas já está a ser testado !

super telescópio
Telescópio Espacial James Webb sendo construído. Crédito: NASA


O sucessor do Telescópio Espacial Hubble está sendo colocado dentro de uma enorme câmara térmica de vácuo. Construído graças à grande colaboração internacional entre a NASA, a ESA, e a Agência Espacial Canadense, o Telescópio Espacial James Webb fornecerá resolução e sensibilidade sem precedentes quando finalmente for lançado em 2018.
Sua meta principal será a de gerar imagens das primeiras estrelas e galáxias que se formaram após o Big Bang, a fim de estudar a formação das galáxias, melhor compreender a formação das estrelas e planetas, bem como estudar as origens da vida no Universo.
Este telescópio também deverá ser capaz de fornecer imagens mais claras dos planetas em órbitas de estrelas distantes.
Porém, por agora, o telescópio, que ainda está em construção, terá que ficar 90 dias dentro da mesma câmera de vácuo que a NASA usou para testar os veículos Apolo que levaram o homem até a Lua.
Começando em abril ou maio, esta fase de testes ajudará a assegurar que os espelhos do telescópio e seus instrumentos funcionarão corretamente quando ele finalmente for lançado nas profundezas frias do espaçao.

O diretor do programa, Erick Smith, disse:

É espetacular o quão rápido tudo está indo neste momento. Mas eu fico dizendo às pessoas que esta é a parte onde você fica encontrando problemas, porque embora você testou as coisas de forma aprofundada, quando você finalmente o monta, algumas dessas coisas se comportam um pouco diferente de como você estava esperando.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/01/super-telescopio-vida-alienigena/


Misteriosa explosão em galáxia distante deixou cientistas perplexos !

misteriosa explosão
Uma misteriosa explosão foi descoberta na imagem mais profunda de raio-X já feita de nosso Universo.
A galáxia em que o evento ocorreu, a qual está situada a 10,7 bilhões de anos-luz da Terra, parecia relativamente desinteressante até outubro de 2014, quando ela, de repente, se tornou 1.000 vezes mais luminosa.
O evento anômalo, que durou somente algumas horas, deixou os astrônomos coçando suas cabeças. O pesquisador Kevin Schawinski, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia em Zurique, disse:
Podemos ter observado um evento cataclísmico completamente novo. Seja lá o que foi isso, muitas observações são necessárias para descobrir o que estamos vendo.
Uma possibilidade é que o evento poderia ter sido uma explosão de raios-gama – uma explosão de alta energia causada pelo colapso de uma enorme estrela, ou pela união de duas estrelas de neutrônio.
Explosões de raios-gama geralmente são captadas quando elas estão apontadas em direção à Terra, mas se uma estiver apontada para longe de nós, ela pode ser a causa destas novas observações.
Também é possível que o evento tenha ocorrido devido a um buraco negro estar engolindo uma estrela anã branca. O pesquisador Ezequiel Treister, da Universidade Católica do Chile, disse:
Nenhuma dessas ideias se encaixa perfeitamente com os dado. Mas por outro lado, raramente, ou jamais vimos as propostas possibilidade em dados reais, assim não compreendemos bem este evento de forma alguma.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/04/02/misteriosa-explosao-em-galaxia/




Cientistas disparam lasers na direção da nebulosa de Orion !

Nebulosa de Orion M42 e raios laser
A foto, com a nebulosa de Orion ao fundo, foi feita do lado de fora do complexo de Paranal, no Chile.

Embora pareça o cenário de um filme de ficção científica, o objetivo dos disparos não tem nada de bélico ou maligno. Ao contrário, são extremamente úteis e são a base da moderna astronomia terrestre.
Nesta cena, quatro feixes de emissão laser são disparados simultaneamente a partir da UT4 (Unidade Telescópica 4), um dos quatro grandes complexos de observação que compõem o gigantesco VLT (Very Large Telescope), localizado em Cerro Paranal, no deserto do Atacama, Chile.
O objetivo desses disparos é o de realizar ensaios de nitidez de imagens a serem utilizado em sistemas de óptica adaptativa, uma tecnologia usada para melhorar o desempenho de sistemas ópticos ao reduzir os efeito de distorção provocados principalmente pela atmosfera.

Óptica Adaptativa: Como Funciona?

A foto, com a nebulosa de Orion ao fundo, foi feita do lado de fora do complexo de Paranal, através de um pequeno telescópio. Os longos feixes podem ser vistos dessa perspectiva porque os primeiros quilômetros de atmosfera são bastante densos, o que permite que luz dos lasers se disperse facilmente.
Entretanto, os quatro pequenos fragmentos de luz que aparecem além dos feixes são criados pela excitação dos átomos de sódio presentes entre 80 e 90 km de altitude. São essas emissões que interessam aos pesquisadores, porque do ponto de vista do UT4 esses segmentos formam pontos brilhantes nas imagens, que podem ser usados como estrelas artificiais.
O objetivo dessas estrelas-guia é calcular as flutuações de brilho e posição causadas pela passagem de luz pela atmosfera, que distorcem as imagens registradas pelos telescópios. Assim, com base na informação dessa variação os computadores podem controlar em tempo real as deformações que devem ser aplicadas a cada uma das inúmeras células que compõe o espelho principal do telescópio, produzindo imagens muito mais nítidas do objeto observado.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Cientistas_disparam_lasers_na_direcao_da_nebulosa_de_Orion&posic=dat_20170329-093934.inc





Astrónomos brasileiros descobrem duas novas chuvas de meteoros !

Chuva de meteoros August Caelids
Composição das órbitas dos meteoros do radiante August Caelids.

O dia 20 de março de 2017 se torna mais uma data importante para a ciência no Brasil. O Meteor Data Center, órgão ligado à União Astronômica Internacional incluiu, pela primeira vez na sua lista geral de chuvas de meteoros, duas descobertas feitas por brasileiros.
A descoberta dos novos radiantes, posições celestes de onde parecem partir os meteoros, foi realizada pelos pesquisadores ligados à BRAMON, Rede Brasileira de Observação de Meteoros, após três anos de coleta de dados.
As novas chuvas foram batizadas Epsilon Gruids (EGR) e a August Caelids (ACD) e estão localizadas nas constelações do Grou e do Cinzel, respectivamente.
Desde 2014 a BRAMON tem realizado um trabalho extremamente valioso ao monitorar os céus do país e atualmente conta com 82 estações de automáticas, distribuídas em 19 estados. Desde que começou a funcionar, já registrou mais de 86 mil meteoros.

As Chuvas de Meteoros
 
Os trabalhos que culminaram com a descoberta tiveram início no final de 2016, quando os pesquisadores Carlos "Apodman" Di Pietro, de São Paulo e Marcelo Zurita, de João Pessoa, observaram que um grupo de meteoros parecia surgir de um único ponto no céu, mais precisamente na constelação do Grou.
Para confirmar de que se tratava de uma nova chuva de meteoros os pesquisadores precisaram realizar uma série de provas até que no final de janeiro de 2017, outro integrante da BRAMON, Lauriston Trindade, de Maranguape, CE, integrou o grupo de pesquisa com objetivo de auxiliar nos cálculos e conseguir a validação da descoberta.
“Foram centenas de cálculos e muita leitura envolvendo milhares de meteoros. Além disso, tivemos que desenvolver novas ferramentas matemáticas para facilitar o trabalho. Foi um mês de trabalho dedicado", disse Lauriston.

A Descoberta

Após a validação dos cálculos, feita por Apodman, o grupo concluiu que havia descoberto não só uma, mas duas novas chuvas de meteoros.
De posse dos dados orbitais, os pesquisadores enviaram os relatórios ao Meteor Data Center, órgão internacional que coordena e cataloga esse tipo de fenômeno. Finalmente, em 20 de março, União Astronômica Internacional reconheceu a descoberta.
Descobertas desta natureza possuem muitos significados para a comunidade científica, pois mostra o poder de uma rede de pesquisa voluntária e colaborativa, formada por cidadãos comuns que tem interesse em produção e divulgação científica. 

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Astronomos_brasileiros_descobrem_duas_novas_chuvas_de_meteoros&posic=dat_20170324-102136.inc

Elon Musk Anuncia "Laços Neurais" Tecnologia para conectar o cérebro a computadores !

Elon Musk quer conectar cérebros humanos a computadores
Fundador da Tesla, da SpeceX e da Paypal indica estar trabalhando agora na startup Neuralink, focada em vincular tecido nervoso a computadores. Tecnologia permitiria fazer upload e download de pensamentos.
Elon Musk tem planos ambiciosos, como transportar pessoas ao espaço

O empreendedor e guru tecnológico Elon Musk indicou nesta terça-feira (28/03) estar trabalhando numa nova startup focada em criar uma interface que conecte cérebros computadores – como parte de sua estratégia para ajudar os seres humanos a lidar com a inteligência artificial.
Musk, fundador da montadora de carros elétricos Tesla e da empresa de transporte espacial SpaceX, se referiu à nova empresa, chamada Neuralink, numa mensagem em sua conta no Twitter, um dia depois de uma reportagem do diário americano Wall Street Journal ter noticiado a criação da startup. Na mensagem, Musk afirmou ainda que irá elaborar melhor seus planos numa postagem num blogue em breve.
O Wall Street Journal havia informado na segunda-feira que a nova startup vai se concentrar em "laços neurais", tecnologia que envolve implantar minúsculos eletrodos cerebrais capazes de carregar (fazer upload) e baixar (download) pensamentos.
Musk já havia falado sobre a ideia de laços neurais anteriormente, alegando que estes podem ampliar o poder dos cérebros das pessoas ao conectá-los diretamente a computadores.
A reportagem afirmou que Musk assumiu um papel ativo na criação da empresa e pode desempenhar um "papel de liderança significativo", apesar de o empreendedor dirigir outras duas grandes companhias.
A Neuralink foi registrada em julho do ano passado na Califórnia como uma empresa dedica à pesquisa médica. Segundo o Wall Street Journal, a companhia ainda está na "fase embrionária".
O jornal também mencionou que o bilionário Peter Thiel também poderá se juntar ao projeto como investidor. Thiel, que Musk conhece desde o tempo em que ambos fundaram o PayPal, é um dos poucos no Vale do Silício que apoiam o presidente dos EUA, Donald Trump.
Considerado um dos visionários mais notáveis do Vale do Silício, Musk é a força por trás da Tesla, parte de um esforço para mover a indústria automotiva do combustível fóssil à propulsão elétrica. Ele também está envolvido nos planos da SpaceX de transportar pessoas ao espaço. 

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

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